IRS: recebe mais em novembro, mas menos (ou paga) no próximo ano
The video released by Al Jazeera lasts just 25 seconds but has once again reignited public debate. The footage shows at least 10 fighters in a forest, “coming back from a mission,” as one of them can be heard saying. The group of soldiers, who are Mexican, Colombian, and Panamanian — as acknowledged by the person filming — is allegedly part of Ukraine’s front line in the war launched by Russia.

© Scott Peterson (Getty Images)
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Os salários e pensões de novembro vão ser melhorados devido ao corte do IRS, conforme foi anunciado pelo Governo, mas os contribuintes devem aproveitar para guardar alguma folga extra para o acerto de contas com o Fisco, em 2027. É o que aconselha a porta-voz da DECO PROteste numa entrevista da jornalista Beatriz Vasconcelos para o Notícias ao Minuto.
Trocando por miúdos, a “DECO PROteste aconselha os consumidores a não confundirem este reforço pontual do rendimento disponível com um acréscimo definitivo do rendimento. Quem receber mais em novembro deverá ponderar reservar parte desse valor, sobretudo se costuma contar com o reembolso do IRS para fazer face a despesas futuras.”
Por outro lado, importa salientar que é igualmente importante analisar os recibos de vencimento ou de pensão, confirmar a aplicação das retenções, continuar a pedir faturas com NIF, acompanhar e validar as despesas no e-Fatura, e atualizar o agregado familiar até ao final do mês de fevereiro, se tiver havido alguma alteração, para assegurar o aproveitamento de todas as deduções legalmente previstas”, disse Magda Canas, porta-voz da DECO PROteste, ao Notícias ao Minuto.
“Não obstante a aproximação das retenções ao verdadeiro imposto a pagar sejam genericamente positivas, é possível que mais contribuintes tenham de pagar IRS em 2027.
O resultado dependerá dos rendimentos anuais, da situação pessoal e familiar, das deduções aplicáveis e do total de imposto retido ao longo do ano”, como explicou a representante da instituição.
De acordo com a explicação veiculada pela DECO PROteste, o Governo coloca mais dinheiro no bolso das famílias portuguesas em novembro, uma vez que a retenção do IRS na fonte vai ter um corte de 50% em novembro para refletir a descida intercalar do imposto aprovada no Parlamento, voltando a aplicar-se as taxas atuais em dezembro.
A DECO PROteste considera que “esta medida vai representar um alívio imediato para os orçamentos familiares, ao permitir que trabalhadores e pensionistas disponham de mais rendimento líquido num mês em que muitas famílias recebem também o subsídio de Natal”, salientou Magda Canas ao Notícias ao Minuto.
Porém, lembrou que “receber mais dinheiro em novembro não significa necessariamente ter uma redução do IRS”, sendo que as “contas finais serão apresentadas mais tarde, aquando da apresentação do IRS, em 2027”.
A responsável recordou também que a “retenção na fonte é um adiantamento do imposto e não o imposto definitivo”.
“A redução anunciada pelo Governo pretende antecipar os efeitos da descida das taxas de IRS aprovada para os rendimentos de 2026, com efeitos retroativos a 1 de janeiro. Em novembro, a retenção será reduzida para metade do valor habitualmente apurado, nos casos abrangidos pela medida. Mas em dezembro já não haverá extras”, sublinhou Magda Canas.
É oportuno lembrar que o Ministério das Finanças explicou, em comunicado, que “após a aprovação no parlamento da nova redução do IRS, com efeitos desde 01 de janeiro de 2026, o Governo decidiu reduzir em 50% as retenções na fonte aplicáveis aos rendimentos do trabalho e às pensões pagas durante o mês de novembro, incluindo o subsídio de natal devido nesse mês”.
O alívio procura traduzir, com efeitos retroativos ao início deste ano, o desagravamento das taxas de IRS nos primeiros seis escalões de rendimento.
Quando, em 2027, o fisco calcular o IRS sobre os rendimentos de 2026, em vez de usar como referência as taxas que estão atualmente em vigor, irá ter em consideração as taxas que vigorarão em 31 de dezembro de 2026, com a redução entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais decidida pelo executivo até ao 6.º degrau do escalonamento.
Os trabalhadores e pensionistas vão receber mais dinheiro em novembro, mas esse reforço do rendimento líquido poderá traduzir-se em reembolsos de IRS mais pequenos em 2027 ou até numa fatura a pagar ao Estado. A redução excecional da retenção na fonte para metade é a forma escolhida pelo Governo para antecipar o efeito da descida extraordinária do IRS aprovada pela Assembleia da República para os rendimentos de 2026, como efeitos retroativos a janeiro.
A medida permite que as famílias sintam já no salário ou na pensão o efeito da redução do imposto, em vez de terem de esperar pela liquidação anual em 2027. Mas, ao receberem mais dinheiro agora, os contribuintes também entregam menos imposto antecipadamente ao Fisco, o que influencia o acerto de contas do próximo ano.
As simulações realizadas pela EY para o ECO (ver em baixo) mostram que o impacto pode ser significativo. Um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, passa de um reembolso estimado de 147,06 euros para um pagamento de 20,94 euros. Já um casal com dois titulares e dois filhos, em que cada elemento recebe 10.000 euros brutos por mês, passa de um reembolso de 927,26 euros para uma fatura de IRS de 2.700,74 euros.
A redução da retenção na fonte está diretamente relacionada com uma alteração fiscal aprovada pelo Parlamento, com base numa proposta de lei do Governo, que determina uma nova descida das taxas gerais de IRS aplicáveis aos primeiros seis escalões de rendimento coletável, com efeitos sobre os rendimentos obtidos desde 1 de janeiro de 2026.
A redução das taxas varia entre 0,3 e 0,5 pontos percentuais. A taxa do primeiro escalão desce 0,3 pontos percentuais, a redução é de 0,5 pontos entre o segundo e o quinto escalões e de 0,3 pontos no sexto escalão. As taxas normais dos três escalões superiores não são alteradas por esta medida.
A proposta foi aprovada pela Assembleia da República, permitindo que a redução do imposto se aplique aos rendimentos de todo o ano de 2026. Segundo o Governo, a medida representa um alívio fiscal adicional de cerca de 400 milhões de euros para as famílias.
Para fazer chegar esse benefício aos contribuintes ainda este ano, o Ministério das Finanças decidiu reduzir em 50% a retenção na fonte de IRS sobre os rendimentos do trabalho dependente e as pensões pagos entre 1 e 30 de novembro.
O mecanismo procura refletir no rendimento disponível das famílias a descida das taxas de IRS aprovada para 2026, incorporando igualmente o efeito correspondente às retenções efetuadas desde o início do ano. Em vez de rever os descontos de todos os meses anteriores, o Governo concentra este ajustamento excecional no processamento de novembro. A medida abrange também o subsídio de Natal, quando é pago durante esse mês. Em dezembro, as retenções regressam às tabelas normais em vigor.

Para compreender o efeito no acerto anual, importa distinguir o imposto devido da retenção na fonte. Esta última é um adiantamento mensal do IRS: o empregador ou a entidade pagadora da pensão entrega ao Estado uma parte do rendimento do contribuinte, que será posteriormente considerada na liquidação anual.
Quando chega a altura de apurar o imposto definitivo, a Autoridade Tributária compara o IRS efetivamente devido com o que foi retido durante o ano. Se o contribuinte tiver adiantado mais dinheiro do que aquele que devia pagar, recebe um reembolso. Se os descontos ficarem abaixo do imposto devido, terá de entregar a diferença ao Estado.
É aqui que entra o efeito da medida de novembro. Ao reduzir a retenção na fonte, o Governo deixa mais dinheiro nas contas dos trabalhadores e pensionistas, mas reduz simultaneamente o montante que estes antecipam ao Fisco. Por isso, o reembolso será inferior — ou o valor a pagar será superior — ao que resultaria sem esta redução excecional da retenção.
Ao reduzir a retenção na fonte, o Governo deixa mais dinheiro nas contas dos trabalhadores e pensionistas, mas reduz simultaneamente o montante que estes antecipam ao Fisco. Por isso, o reembolso será inferior — ou o valor a pagar será superior — ao que resultaria sem esta redução excecional da retenção.
Este efeito não significa que a descida extraordinária das taxas de IRS seja anulada. A redução das taxas diminui o imposto devido nos termos aprovados para 2026; a redução da retenção altera o momento em que o contribuinte beneficia desse alívio e o montante que adianta ao Estado. O menor reembolso em 2027 é, assim, o outro lado da moeda de receber mais salário líquido em novembro.
As simulações da EY para o ECO comparam precisamente os dois cenários, com e sem redução de 50% da retenção na fonte em novembro, considerando os rendimentos do trabalho dependente.
No caso de um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, a EY estima que, sem a redução excecional da retenção, o contribuinte teria direito a um reembolso de 147,06 euros na liquidação do IRS de 2026, a realizar em 2027. Com a redução da retenção para metade em novembro, o resultado passa a ser um pagamento de 20,94 euros ao Estado. A diferença entre os dois cenários é de 168 euros.
Se o mesmo contribuinte receber 2.500 euros brutos por mês, o reembolso encolhe de 573,06 euros para 102,06 euros. Neste caso, continua a receber dinheiro do Fisco, mas menos 471 euros do que receberia sem a medida.
Para um salário bruto mensal de 4.000 euros, a diferença é ainda mais expressiva. Em vez de um reembolso de 1.404,44 euros, o contribuinte passa a receber apenas 349,44 euros, menos 1.055 euros.
Já no caso de um solteiro sem filhos que aufira 10.000 euros brutos por mês, a simulação aponta para uma inversão do resultado da liquidação. Sem a redução extraordinária da retenção, teria um reembolso de 2.279,63 euros. Com a medida, passa a ter de pagar 1.391,37 euros ao Estado. Neste último caso, a diferença entre os dois cenários ascende a 3.671 euros, mostrando como o efeito do ajustamento pode ser particularmente significativo para rendimentos elevados.
O impacto também se faz sentir nos agregados com dois titulares e dois filhos, embora os valores sejam diferentes devido às regras de retenção aplicáveis à situação familiar. Num casal em que cada titular recebe um salário bruto mensal de 1.500 euros, o reembolso estimado passa de 165,12 euros para 40,12 euros, uma redução de 125 euros.
Se cada elemento do casal ganhar 2.500 euros brutos por mês, o reembolso diminui de 714,12 euros para 286,12 euros. No caso de salários de 4.000 euros por titular, o montante a receber recua de 1.819,89 euros para 806,89 euros, menos 1.013 euros.
No cenário de rendimentos mais elevados, em que cada elemento do casal aufere 10.000 euros brutos mensais, a simulação aponta para uma mudança ainda mais acentuada. Sem a redução excecional da retenção, o agregado teria um reembolso de 927,26 euros. Com a medida, passa a ter de pagar 2.700,74 euros de IRS, uma diferença de 3.628 euros.
As simulações da EY para o ECO têm em conta um conjunto limitado de deduções à coleta. Nos cenários com filhos, foram consideradas as deduções pessoais por dependentes, assumindo que ambos têm mais de três anos. Foram também incluídas as deduções relativas a despesas gerais e familiares, considerando o limite máximo desta categoria, de 250 euros para solteiro e de 500 euros para casal com tributação conjunta.
As contas não contemplam, contudo, outras deduções à coleta que os contribuintes possam conseguir através de despesas elegíveis realizadas ao longo do ano. Estas poderão melhorar o resultado final da liquidação do IRS em 2027, permitindo aumentar o reembolso ou reduzir a fatura a pagar ao Estado.
É o caso de determinadas despesas de restauração, cabeleireiros e institutos de beleza, bem como dos passes e bilhetes de transportes públicos, que podem dar acesso a benefícios fiscais através da exigência de fatura. Estas despesas não permitem deduzir o valor total pago, mas sim uma parcela do IVA suportado.
Para beneficiarem destes montantes, os contribuintes devem pedir faturas com o respetivo número de identificação fiscal e verificar se as despesas estão corretamente comunicadas e classificadas no e-Fatura. No caso das despesas abrangidas pela dedução por exigência de fatura, existe um limite global de 250 euros por agregado familiar.
Assim, um contribuinte que tenha despesas elegíveis ainda não refletidas nas simulações e que não tenha esgotado os limites das deduções aplicáveis poderá conseguir um resultado mais favorável do que o estimado pela EY. O efeito concreto dependerá das despesas realizadas, dos montantes já considerados para efeitos fiscais e do imposto devido por cada agregado familiar.
Estas deduções adicionais não alteram o mecanismo da redução extraordinária da retenção na fonte em novembro: permitem, isso sim, reduzir o imposto final apurado, atenuando o impacto da menor retenção antecipada ao longo de 2026.
O Executivo escolheu o mês de novembro para antecipar o alívio fiscal, relativo à redução das taxas de IRS até ao sexto escalão, sem ter de esperar pela entrega das declarações e pela liquidação do imposto no próximo ano. Por exemplo, um trabalhador solteiro, sem filhos, com um salário bruto mensal de 1.500 euros, descontava habitualmente 168 euros de IRS por mês. Em novembro, a retenção desce para 84 euros, o que representa mais 84 euros disponíveis nesse mês, de acordo com as simulações da EY.
Se o subsídio de Natal for pago também em novembro, a redução da retenção estende-se a esse rendimento, reforçando o montante que entra na conta bancária. É esse dinheiro adicional que ajuda a explicar por que motivo o reembolso do ano seguinte poderá ser mais pequeno ou dar lugar a imposto a pagar.
O Governo optou, assim, por fazer refletir de imediato a redução do IRS aprovada para os rendimentos de 2026, em vez de deixar todo o acerto para a liquidação anual. Para os contribuintes, a contrapartida é terem de olhar para o salário líquido de novembro e para o eventual reembolso de 2027 como duas faces do mesmo mecanismo: mais rendimento disponível agora, mas menos imposto entregue antecipadamente ao Estado, logo menos dinheiro a receber do Estado ou até serem chamados a pagar, no próximo ano.
VTM
A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento, mas quando começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência.
A VTM foi tentar compreender melhor esta doença, que é, cada vez mais, frequente em todo o mundo.
Ana João Marques, neurologista na Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD), revela que a Alzheimer é uma doença que não tem cura, mas, hoje em dia, pode ser gerida. “Se até há 20 anos era uma doença com uma sentença quase de uma debilidade muito precoce e de uma mortalidade muito elevada, hoje em dia é possível viver-se com Alzheimer até mais tarde e com mais qualidade”.
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VTM
A segunda tentativa falhada para executar esta mulher do Estado americano do Tennessee deu novo fôlego ao debate sobre a pena de morte. Este caso começa por colocar muitas dúvidas até sobre a metodologia usada, que alguns asseguram que é eficaz e indolor, mas na verdade não resultou assim. Não foi eficaz e poderá ter causado sofrimento extremo à vítima. E depois de uma primeira tentativa falhada, voltou-se a sujeitar a condenada ao mesmo suplício com o mesmo resultado. É altamente questionável tudo o que se passou.
Os bispos católicos do Estado do Tennessee, juntamente com os bispos da Comunhão Anglicana, apressaram-se a pedir uma comutação da pena e que não se procedesse a uma nova tentativa de execução, não desvalorizando a gravidade do crime que foi cometido e o sofrimento da família da vítima, que ela foi acusada de matar. Os bispos sublinham, sobretudo, que a necessária atribuição de responsabilidade por um crime muito grave não deveria exigir outra morte. Na base deste entendimento está a dignidade que pertence a cada pessoa, criada à imagem de Deus. A vida humana é sagrada. Nem mesmo os crimes mais graves podem anular essa dignidade ou excluir definitivamente a possibilidade de arrependimento e redenção. A justiça não é vingança. Como é que se compreende que uma sociedade condene alguém por ter tirado a vida a uma pessoa e depois essa mesma sociedade pratica o que condena?
Para a Igreja Católica a pena de morte é inadmissível e defende a sua abolição em todo o mundo, porque é um ataque à dignidade da pessoa humana e não é protetora da sociedade. A dignidade da pessoa não se perde após a prática de crimes muito graves. Além do mais, os Estados atuais já têm formas de detenção eficazes, sem necessidade de tirar a vida e que não anulam a possibilidade de redenção aos culpados. O Estado deve defender a vida sempre e em todos os casos. Os países que a defendem e praticam alegam que a pena de morte é dissuasora, mas, na verdade, não há provas claras de que assim seja e apesar de praticarem a pena de morte, continuam a registar altos índices de criminalidade.
O Papa Francisco apelou a “todos os cristãos e homens de boa vontade” que lutem, “não só pela abolição da pena de morte, legal ou ilegal, em todas as suas formas, mas também para melhorar as condições carcerárias, no respeito pela dignidade humana das pessoas privadas da liberdade”.
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O papa Leão 14 passou por uma cirurgia nesta terça-feira (13), no Hospital Agostino Gemelli, em Roma, para a retirada de um nódulo no pulmão. Segundo comunicado do Vaticano, o procedimento foi concluído conforme o previsto, e o pontífice já havia retornado ao quarto no início da noite, pelo horário italiano.
“A intervenção foi concluída positivamente, no tempo e no modo previstos, e o Santo Padre já voltou para o quarto”, informou a Santa Sé em nota divulgada pouco antes das 20h locais, 15h em Brasília.
A operação ocorreu no fim da tarde, sob a coordenação do médico Stefano Margaritora, diretor de cirurgia torácica do hospital. A previsão é que Leão 14 permaneça internado por aproximadamente sete dias. Os compromissos oficiais do pontífice foram suspensos até 20 de outubro.
O próprio papa anunciou que passaria pela cirurgia durante a oração do Angelus, no domingo (11), diante dos fiéis reunidos na Praça de São Pedro. Ele explicou que o nódulo foi identificado durante exames médicos recentes.
“Recentemente, durante alguns exames, os médicos encontraram um nódulo circunscrito ao pulmão, identificado em uma fase muito inicial e bem localizado”, declarou.
Posteriormente, o Vaticano esclareceu que os exames eram de rotina e que o pontífice não apresentava sintomas. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a natureza do nódulo, se benigno ou maligno, nem sobre a realização de uma eventual biópsia.
Leão 14 chegou ao hospital pouco depois das 13h, no horário local. Na entrada, foi recebido por integrantes da direção da instituição e acenou para curiosos, fiéis e pacientes que aguardavam sua chegada.
O pontífice ficará no décimo andar do hospital. Ele não ocupará a suíte tradicionalmente reservada aos papas, que passa por reformas.
Apesar da internação, Leão 14 continua à frente da Igreja Católica. A viagem à América do Sul, prevista para ocorrer entre 6 e 17 de novembro, permanece confirmada na agenda do Vaticano.
Antes de ser hospitalizado, o papa assinou duas nomeações. Uma delas envolve o bispo brasileiro Francisco Cota de Oliveira, que deixará a Diocese de Sete Lagoas para assumir a Diocese de Itabira-Fabriciano, ambas em Minas Gerais.
O secretário de Estado da Santa Sé, cardeal Pietro Parolin, afirmou ter conversado com o papa na tarde de segunda-feira (12). Ao comentar a cirurgia, disse estar preocupado com a situação, mas destacou a serenidade demonstrada por Leão 14.
“Estou preocupado porque não esperava algo do tipo”, declarou Parolin. O cardeal também manifestou esperança de que o problema seja resolvido em breve, conforme a avaliação inicial apresentada pelo próprio pontífice.
Aos 71 anos, Leão 14 não tinha problemas de saúde conhecidos divulgados publicamente. Ele foi eleito papa em maio de 2025, após a morte de Francisco.
O Hospital Agostino Gemelli também recebeu os antecessores de Leão 14. João Paulo 2º foi o primeiro pontífice a passar por tratamento na instituição, em 1981, após sobreviver a um atentado na Praça de São Pedro.
O papa polonês voltou ao hospital em outras nove ocasiões até sua morte, em 2005, aos 84 anos. Ao longo dos anos, enfrentou problemas respiratórios, cardiológicos e a doença de Parkinson. Uma estátua de mármore em sua homenagem foi instalada na entrada do hospital em 2009.
Francisco também passou por duas cirurgias no Gemelli. Em 2021, foi submetido a uma intervenção programada no cólon para tratar uma diverticulite. Dois anos depois, passou por uma operação para retirada de uma hérnia abdominal relacionada a uma cirurgia anterior.
Em abril de 2025, semanas antes de morrer, aos 88 anos, o pontífice argentino ficou internado por quase 40 dias para tratar uma pneumonia bilateral. Ele morreu no Vaticano após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), seguido de insuficiência cardíaca.
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A Unidade Local de Saúde (ULS) do Algarve realiza no próximo dia 14 de outubro, no auditório da Polícia Judiciária, em Faro, a conferência ‘Gestão do Risco no SNS e na Administração Pública – Território, Decisão e Governação das Organizações’.
De acordo com a organização, “a crescente complexidade dos sistemas públicos de saúde, associada a exigências acrescidas de transparência, integridade, eficiência e prestação de contas, torna indispensável o reforço contínuo das competências institucionais em matéria de Governança, Controlo Interno, Gestão de Risco e Integridade”.
No contexto do Serviço Nacional de Saúde e da Administração Pública em geral, a Gestão do Risco assume um papel estratégico enquanto instrumento de apoio à decisão, de prevenção de irregularidades, de mitigação de riscos operacionais, financeiros, reputacionais e de conformidade, bem como de promoção de uma cultura organizacional orientada para a integridade e a melhoria contínua.
Esta conferência enquadra-se na necessidade de promover uma abordagem integrada e transversal da Gestão do Risco; reforçar a articulação entre áreas como Auditoria, Compliance, Qualidade, Sistemas de Informação, Inteligência Artificial e Gestão, sensibilizar dirigentes, chefias e trabalhadores para o seu papel ativo na identificação, avaliação e tratamento dos riscos, bem como fomentar a partilha de boas práticas e experiências entre entidades do SNS e da Administração Pública e Local.
Esta iniciativa pretende afirmar a Unidade Local de Saúde o Algarve como entidade promotora de boas práticas de governação, risco e integridade, reforçando simultaneamente a sua projeção institucional a nível regional e nacional. Para aceder ao programa clique aqui.
In July 2011, a 22-year-old woman arrived at the Calexico checkpoint on the Mexico–California border carrying a U.S. passport with a navy-blue cover. Her eight-month pregnancy and Sinaloa accent were hard to hide. A customs agent asked routine questions: where she had come from, where she was headed, and what she was carrying. Despite her answers and the document she presented, he sent her for a secondary, more thorough inspection. Other federal officers meticulously searched her belongings and the contents of her cellphones. Minutes later, once the rigorous procedure was complete, they allowed her into the country.

© Mary Altaffer (AP)
Eliminate the death penalty for 563 inmates in California and replace it with life imprisonment without the possibility of parole. The proposal now being considered by Governor Gavin Newsom has been put to a statewide vote twice and came very close to passing.
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Na Igreja de São Francisco, em Faro, amanhã, dia 9 de outubro, às 21:00 horas, realiza-se a conferência “Eu fiz a minha parte“, de Fr. José Quintã, ofm, Ministro Provincial da Província Portuguesa da Ordem Franciscana. A iniciativa faz parte das comemorações do VIII Centenário da morte de São Francisco de Assis (1226–2026) e tem entrada livre.
Em nota enviada ao nosso jornal é recordado que São Francisco morreu a 3 de outubro de 1226. Oito séculos depois, continua a ser uma das figuras mais marcantes da história. A sua mensagem de paz, fraternidade, simplicidade e cuidado pela Criação continua atual e fala a crentes e não crentes.
Para assinalar a data, o Papa Leão XIV proclamou um Ano Jubilar de São Francisco, que decorre de 10 de janeiro de 2026 a 10 de janeiro de 2027.
O título da conferência vem de uma das últimas frases do santo de Assis aos seus irmãos: “Eu fiz a minha parte; que Cristo vos ensine a vossa.” Estas palavras resumem o que São Francisco deixou, mas também lançam um desafio: cada pessoa é chamada a fazer a sua parte na sociedade, na comunidade e no mundo.
A conferência vai ser apresentada por Fr. José João Quintã Pereira, eleito Ministro Provincial em abril de 2025. Ele vai falar sobre a atualidade da mensagem franciscana e sobre o que ela significa para os desafios de hoje.
A organização da conferência convida toda a população, as comunidades paroquiais, os movimentos, as escolas e as pessoas interessadas em espiritualidade, história e cultura a participar neste momento de reflexão e celebração.
For seven months babies have been dying in the same neonatal ward in Guadalajara, in the Mexican state of Jalisco. An outbreak of two bacteria in that intensive care area has deprived at least 18 mothers of their newborns. Some of those women have never met; others recognize each other because the other’s child slept in the incubator next to theirs. Together they have formed a WhatsApp group where they call themselves “Bereaved Moms.” The first recorded case dates back to March. As of today, they say, there are still four infected babies at the Gynecology-Obstetrics Hospital of the Western National Medical Center of the Mexican Social Security Institute (IMSS).
Il bollo auto dovrebbe ripagare la società nel suo insieme dai danni, non solo ambientali, che l’utilizzo dei veicoli produce. Perciò, in vari paesi europei l’importo della tassa di circolazione tiene conto delle emissioni di CO2. Ma non in Italia.
L'articolo Il bollo auto italiano non pensa all’ambiente proviene da Lavoce.info.
In the early 1980s, the surname Zambada did not openly resonate in the drug-trafficking world. That allowed Ismael “El Mayo” Zambada, patriarch of the criminal dynasty, to move through California without worrying too much about hiding his tracks. He was 32 then and beginning to weave a network of warehouses, transporters, distributors, customers, and money launderers. Over time, the Los Angeles metropolitan area would become the Sinaloa Cartel’s main hub in the United States for drug distribution and collection of illicit proceeds. El Mayo has been serving a life sentence imposed by a New York judge since July.

La fatturazione elettronica ha digitalizzato i documenti, non il significato economico delle operazioni. Codificare beni e servizi non serve a calcolare l’Iva, serve a far parlare la stessa lingua a imprese, software, professionisti e amministrazioni.
L'articolo La fattura elettronica sa quanto spendiamo, ma non che cosa compriamo * proviene da Lavoce.info.
Negli annunci del governo la cancellazione parziale della tassa automobilistica è stata giustificata da una duplice finalità: compensare gli aumenti dei carburanti e abolire una tassa “odiata”. In entrambi i casi la scelta si scontra con alcune criticità.
L'articolo Bollo auto: abolirlo o riformarlo? proviene da Lavoce.info.
L’esenzione dal pagamento del bollo di circolazione può compensare temporaneamente il caro carburanti senza passare dal prezzo alla pompa. Ma favorisce chi usa poco l’auto. E le economie sul Pnrr, ancora da accertare, possono coprire un solo anno.
L'articolo Via il bollo: un rimborso per il caro carburanti? proviene da Lavoce.info.