15h. Os 55 manifestantes detidos no Rossio foram libertados


O presidente ucraniano anunciou hoje que conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, sobre o fornecimento de mísseis antibalísticos à Ucrânia e as interrupções na partilha de informações de inteligência.
“Conversei com Marco Rubio. Foi uma conversa substancial, focada em questões importantes. Sou grato pela sua disposição em ajudar e pela sua posição clara”, escreveu Volodymyr Zelensky, na rede social X.
O contacto entre Zelensky e Rubio marca a primeira interação pública de alto nível entre Kiev e Washington desde que a Ucrânia começou a relatar, há mais de uma semana, interrupções na receção de informações de inteligência sobre certos lançamentos de mísseis balísticos russos.
Desde então, Zelensky trocou críticas públicas com o presidente Donald Trump.
O Presidente ucraniano também reclamou do facto de os terminais da Starlink — parte do pacote de apoio militar que fornece acesso à internet ao Exército ucraniano — pararem de funcionar quando os drones que os utilizam atingem velocidades entre 130 e 161 quilómetros por hora.
Já na segunda-feira, Zelensky tinha acusado os EUA de estarem a atrasar a entrega de mísseis intercetores para os sistemas Patriot — armamentos de que o exército ucraniano necessita urgentemente para proteger a sua infraestrutura contra os mísseis balísticos russos.
Zelensky atribuiu essas limitações na assistência dos EUA a uma suposta intenção, por parte da administração do Presidente Donald Trump, de levar a Ucrânia a capitular diante da Rússia.
Na mensagem sobre a conversa com Rubio, o Presidente ucraniano sublinhou que o diálogo ocorre num momento em que prosseguem os contactos diplomáticos entre Kiev e Washington, na busca por uma solução negociada para a guerra.
O governo norueguês anunciou hoje que Zelensky irá a Oslo para uma reunião sobre o assunto com o mediador americano Steve Witkoff, o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb.
O outro mediador dos EUA para a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, Jared Kushner, participará por videoconferência.
El Tribunal Supremo ha abocado a los responsables de los registros consulares a una misión imposible: la de expedir, “bajo su responsabilidad”, certificación acreditativa de que los 163.020 incorporados al CERA (Censo Electoral de Residentes Ausentes), al amparo de la llamada ley de nietos, son descendientes de españoles que hubieran sufrido exilio por razones políticas, ideológicas, de creencia u orientación sexual. De momento, 32 de los 157 consulados españoles repartidos por el mundo han aportado hasta este lunes información “total o parcial” sobre los afectados que podrán votar o no en las elecciones del 29-N, según fuentes de Exteriores. La cifra supone solo el 20,4% del total de la red consular, cuando quedan menos de tres días para que, este jueves 22 de octubre, se cierre de forma definitiva el censo electoral.

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Cada vez que alguien abre un grifo de agua, la Organización Mundial de la Salud (OMS) está detrás de ese gesto: establece las normas que garantizan su calidad. “También está detrás de la definición de qué tiene que llevar una crema para protegerte de los rayos ultravioletas”, asegura María Neira (La Felguera, Asturias, 64 años), la española que aspira a dirigir la OMS, para explicar el impacto en la vida cotidiana de una institución que pasa por horas bajas después de la retirada de la financiación de Estados Unidos y el desplome de su autoridad.



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