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Macron acusa a Trump y Netanyahu de azuzar las protestas con fines electorales

21 October 2026 at 17:30

El motor y el zumbido de las aspas del helicóptero de la policía, que sobrevuela el centro de París con un potente foco que alumbra sus callejones desde hace dos días, es lo único que rompe el silencio impuesto en las últimas noches. La capital de Francia, como las otras grandes ciudades donde hubo disturbios el pasado sábado, se ha blindado a través de un despliegue policial enorme y toques de queda que restringen los movimientos de los ciudadanos a partir de las nueve de la noche. Pero el ruido continúa durante el día en la esfera política y mediática y en las redes sociales, donde se cocina la manifestación convocada para el sábado: el segundo acto, según los chalecos amarillos.

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© Stephane Mahe (REUTERS)

Un grupo de transeúntes pasa por delante de uno de los comercios saqueados en París.

Flávio se beneficia da rejeição ao governo Lula, diz fundador do Ideia

21 October 2026 at 13:23

Uma pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulação de segundo turno, com 51,1% e 48,9% dos votos válidos, respectivamente.

O fundador do Instituto Ideia, Mauricio Moura, analisou os dados ao CNN Novo Dia e destacou que a disputa reflete, sobretudo, o baixo índice de aprovação do governo atual. Segundo Moura, a diferença de dois pontos percentuais a favor de Flávio Bolsonaro, dentro da margem de erro, evidencia o grau de equilíbrio da corrida eleitoral.

Aprovação do governo como termômetro eleitoral

Mauricio Moura destacou que medidas recentes adotadas pelo governo — como acenos aos microempreendedores individuais e a aprovação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 — não foram suficientes para alterar a aprovação governamental.

“A gente vê que essas medidas não surtiram efeito nessa principal variável que é a aprovação de governo”, explicou. Para ele, a aprovação do governo é diretamente correlacionada à intenção de voto, especialmente em eleições de reeleição.

“A aprovação de governo é basicamente o resultado da intenção de voto. Então a gente chega, o eleitor chega no segundo turno com o julgamento do governo”, completou.

O especialista também apontou que o governo mantém um teto de popularidade historicamente baixo, uma vez que todos os eleitores que votaram no adversário no segundo turno de 2022 nunca aprovaram a atual gestão.

“Esse governo sempre teve um teto de popularidade muito baixo”, afirmou Moura. Além disso, o governo teria perdido de três a quatro pontos entre eleitores que o apoiaram anteriormente e passaram a reprová-lo — margem que, segundo o especialista, corresponde exatamente ao crescimento de Flávio Bolsonaro em relação ao desempenho de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), em 2022.

Terceira via e transferência de votos

A terceira via registrou o pior desempenho desde 1989 no primeiro turno, com nenhum candidato alcançando mais de 3% dos votos válidos. Moura atribuiu esse resultado a um movimento que chamou de “antipetismo de chegada”: eleitores que inicialmente cogitavam votar em candidatos alternativos acabaram migrando para Flávio Bolsonaro por considerá-lo a melhor opção para tirar o PT do poder.

A maioria dos candidatos derrotados no primeiro turno — com exceção de Renan Santos (Missão) — sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, com Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Apesar do apoio declarado, Moura avaliou que a influência desses candidatos sobre seus eleitores é limitada. “Muito pouco. O eleitor, obviamente, se mostra cada vez mais independente em relação ao voto dele”, disse.

Dados de transferência mostraram que cerca de 90% dos eleitores de Renan Santos (Missão) migraram para Flávio Bolsonaro, mesmo diante de críticas do próprio candidato ao postulante do PL.

Abstenção e estratégias para o segundo turno

Com aproximadamente 33,4 milhões de brasileiros que poderiam ter votado no primeiro turno e não o fizeram, a disputa pela abstenção se tornou central para ambas as campanhas. Moura apontou que Lula lidera entre os eleitores que não votaram no primeiro turno e pretendem votar no segundo, o que seria uma boa notícia para sua campanha.

No entanto, o especialista alertou que mobilizar eleitores entre os dois turnos é historicamente raro. “A má notícia é que o histórico de mobilizar eleitores do primeiro para o segundo turno é muito raro”, ponderou.

Para uma eventual virada, Moura avaliou que a campanha de Lula precisaria não apenas captar a abstenção, mas também converter eleitores de Flávio Bolsonaro. “Para que tenha uma virada em relação ao resultado do primeiro turno, é fundamental para a campanha do Lula converter eleitores do Flávio e passarem a votar no Lula no segundo turno”, explicou.

Já a campanha de Flávio Bolsonaro teria potencial para ampliar sua vantagem, especialmente no estado de São Paulo.

Debate, redes sociais e o eleitor decisivo

Moura avaliou que o debate realizado entre os candidatos não contribuiu para reduzir a rejeição de nenhum deles, tendo inclusive desengajado eleitores indecisos. “Foi um debate que, na verdade, mais desengajou os indecisos do que ajudou a definir voto”, disse.

Para o especialista, o debate previsto para a sexta-feira (23) representa uma oportunidade importante, tanto para solidificar uma liderança quanto para trabalhar uma possível virada.

Sobre o papel das redes sociais, Moura reconheceu sua importância estrutural nas campanhas, mas ponderou que o eleitor mais decisivo — descrito por ele como mulheres empreendedoras das periferias das grandes cidades do Sudeste — é justamente o menos engajado nessas plataformas.

“Aquele eleitor e eleitora, principalmente, que vai decidir a eleição, é o menos engajado na rede social”, afirmou. Segundo ele, esse grupo tende a tomar sua decisão de voto na reta final e pode ser influenciado por um debate com ampla audiência.

O especialista também destacou que o governo perdeu espaço entre as mulheres por questões ligadas à economia e à segurança pública, dois temas que, na sua avaliação, precisam ser abordados de forma direta na campanha.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

Visa's CMO is giving the brand a new look and betting that less is more

21 October 2026 at 13:00
NEW YORK, NEW YORK - SEPTEMBER 25: Frank Cooper III speaks onstage during the Whitaker Peace & Development Initiative (WPDI) 2026 Gala at Gotham Hall on September 25, 2026 in New York City. (Photo by Jason Mendez/Getty Images for The Whitaker Peace & Development Initiative )
Visa CMO Frank Cooper III is freshening up the company's look.

Jason Mendez/Getty Images for The Whitaker Peace & Development Initiative

  • Visa is rolling out a new "V" to pop on mobile screens as people move to contactless payments.
  • It's the company's first refresh of this size since 2021.
  • Other brands have increasingly leaned on symbols and pared-down names for better mobile visibility.

Visa is betting that less is more when it comes to how it shows up to customers.

Starting Wednesday, the letter "V" will replace "Visa" in the center of its credit cards and on its digital properties, the company exclusively told Business Insider.

Visa's move signals that after 50 years of using the name, it feels it has enough brand recognition to be represented by a single letter. The change is also meant to pop more on small screens as people conduct more of their lives on their mobile devices.

In addition to the "V," Visa is introducing a new font, called Visa Sans, lopping off the serif in the first letter of "Visa."

Visa promotional photo showing new corporate branding
"V" will now stand in for "Visa."

Visa

The changes were developed by Visa's in-house creative studio and Base Design. It's Visa's first significant refresh since 2021, when it introduced a blue, white, and yellow flag-like brand symbol and a new font. With the new "V," that brand symbol will go away.

"There was an opportunity for us to modernize that and make it feel fresh, particularly for the next generation of consumers," Frank Cooper III, CMO of Visa, told CMO Insider. "We think it marries well with the evolution of the brand overall."

Cooper said the process took about a year.

"We do not have an awareness issue. We have deep trust. Playing around with the brand positioning is no light matter," he said.

Other big brands have increasingly leaned on symbols and pared-down names for better visibility on smaller screens.

Mastercard dropped its name from its logo in 2019. Google introduced a sans-serif logo and a new, four-color "G" icon in 2015.

Dan Nicholas, design director at creative studio Super Okay, said the move to a singular V aligns with a mobile-first approach that tech and media brands like Verizon and The New York Times have taken, in which they adopt a single letter as an icon.

He said the move simplifies Visa's appearance but could undermine brand recognition.

"What remains to be seen in the rollout is how Visa manages this new equity," he said. "If thoughtfully and strategically executed and invested in over the next few years, we can see it becoming a strong way for the brand to express itself."

Visa sees its visual changes as a companion to an effort to associate itself with culture and aspiration. It enlisted celebrities like Pharrell Williams for its "Power of Small Steps" campaign and has a partnership with the FIFA World Cup that extends through 2030. This year's World Cup campaign promoted its contactless payment option to emphasize that Visa's long-running slogan, "everywhere you want to be," was more than just a physical destination.

"We see that phrase now as representing both a physical destination and a personal aspiration," Cooper said.

Read the original article on Business Insider

Los partidos de Francia se unen para culpar al izquierdista Mélenchon de la violencia

20 October 2026 at 17:28

Francia está asediada por las protestas y el vandalismo desatado tras las manifestaciones de las últimas semanas. Unas 800.000 personas salieron en unas 110 marchas a la calle el sábado. Después llegaron los saqueos y los incendios. Murió una persona, y los ayuntamientos de Limoges, Marsella y Lille sufrieron gravísimos daños. Hay más de 2.000 detenidos, y las grandes ciudades de Francia decretaron toques de queda por las noches. El Ejecutivo ha admitido haber perdido el control de la situación, el ministro del Interior presentó su dimisión, aunque fue rechazada por el presidente de la República, Emmanuel Macron. Pero antes de que se apagaran los primeros incendios, la clase política ya tenía un culpable: Jean-Luc Mélenchon.

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Un mujer observa los coches calcinados en una calle de París, este martes.

Hipertensão atinge 28% de crianças e adolescentes, mostra estudo

20 October 2026 at 15:35

A hipertensão atinge 28,3% de crianças e adolescentes até 18 anos no Brasil. A pré-hipertensão alcança 11,6% dos indivíduos nessa faixa etária. Os dados são da pesquisa Brasil Coração Saudável da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

A hipertensão é mais frequente nos meninos de 15 a 18 anos (40,7%) e nos de menos de 7 anos (39,1%).

Entre 3 de junho e 7 de outubro de 2026, foram pesquisadas 6.092 crianças e adolescentes de 38 escolas dos seguintes estados: Minas Gerais (2.973); Rio Grande do Sul (3.059); e São Paulo (60).

O cardiologista Álvaro Avezum, membro da SBC e coordenador do projeto Coração Saudável, acredita que a redução da prática de atividade física, associada a uma alimentação inadequada e a hábitos de vida que favorecem o aumento do estresse, contribua diretamente para a elevação do risco cardiovascular, incluindo o desenvolvimento de obesidade e hipertensão arterial sistêmica.

"Esses fatores, quando combinados, podem comprometer a saúde cardiovascular e aumentar a incidência de doenças cardiovasculares."

Segundo a pesquisa, uma em cada três crianças e adolescentes analisados tem excesso de peso: 19,5% sobrepeso e 13,6%, obesidade. O sobrepeso é maior nas meninas de 11 a 14 anos (24,0%), e a obesidade, nos meninos de 7 a 10 anos (17,1%).

Com obesidade, quase metade tem hipertensão (48,4%). Quanto maior o peso, maior a proporção de hipertensão, chegando a 60,5% nos obesos de 15 a 18 anos.

Outro dado da pesquisa mostra que 59% ficam mais de três horas por dia em frente de telas e 66% fazem apenas de uma a duas horas de atividade física por semana, sendo que 93% praticam exercício na escola. Celular (86%) e TV (80%) são as telas mais usadas.

© Istock

Hipertensão atinge 28% de crianças e adolescentes, mostra estudo

Seca cresce no Nordeste e Norte e 75% do território nacional registra o fenômeno, mostra ANA

20 October 2026 at 14:59

Entre agosto e setembro houve um aumento da área com registro seca no Nordeste e Norte, o que acarretou no aumento do porcentual de território nacional com registro do fenômeno, que passou de 67% para 75%. É o que aponta a última atualização do Monitor de Secas, divulgada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA).

Houve aumento da área com seca, na comparação entre agosto e setembro, em 13 Estados do País: Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Sergipe e Tocantins.

Com isso, em dez unidades da Federação 100% do território registravam seca em setembro: Acre, Alagoas, Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão, Piauí, Roraima, Sergipe e Tocantins.

O Amazonas é o Estado com maior extensão de área com seca em setembro, superando 1,5 milhão de quilômetros quadrados, seguido pelo Pará (1,26 milhão de km²), Minas Gerais (579 mil km²), Bahia (542 mil km²) e Maranhão (332 mil km²).

Intensificação

Em termos de gravidade do fenômeno, houve uma intensificação da seca nos Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.

O quadro mais severo do fenômeno foi observado na região Nordeste, com seca grave em 28% da região em setembro, acima dos 16% anotados em agosto. Considerando também graus menos intensos do fenômeno (fraco e moderado), a região possuía, no mês passado, 96% do território com registro de seca, acima dos 90% do mês anterior.

No Norte, o porcentual de seca grave subiu de 4% para 8% entre agosto e setembro. Considerando os demais graus, o fenômeno passou a ser registrado em 94% da região, acima dos 82% um mês antes.

Abrandamento

Um cenário diferente foi observado no Centro-Sul do País, onde observa-se que o fenômeno evoluiu em sentido oposto. No Centro-Oeste e Sudeste a porção com o fenômeno diminuiu. Já o Sul, que registra elevados volumes de chuva nos últimos meses, acima da média histórica para o período, permaneceu livre de seca.

Em termos de severidade, houve um abrandamento da seca em seis Estados: Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Rondônia e São Paulo.

O fenômeno ficou estável em termos de severidade no Distrito Federal, Espírito Santo, Maranhão e Mato Grosso.

 

© Divulgação

Seca cresce no Nordeste e Norte e 75% do território nacional registra o fenômeno, mostra ANA

Los que se frotan las manos con los disturbios en Francia

20 October 2026 at 04:40

Una parte del distrito tercero de París, zona cero del universo bo-bo [la expresión burgués-bohemio] ardió la noche antes con el pretexto de las protestas estudiantiles. El humo negro del plástico quemado de contenedores, bicicletas de alquiler amontonadas en barricadas y señales de tráfico entró en las casas sobre las ocho de la tarde y su hedor ya no despareció. Las granadas de gases lacrimógenos de la policía trazaban una parábola tan alta para llegar hasta el otro lado de la calle, donde estaban los manifestantes, que pasaban delante de la ventana de un sexto piso como gorriones. Y mientras el periodista terminaba una crónica sobre la vida de los otros, una columna de humo negro, como una chincheta de Google Maps, indicaba el punto exacto donde había aparcado el coche. Aunque eso fuera a descubrirlo más tarde.

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© Abdul Saboor (REUTERS)

Un manifestante junto a un vehículo en llamas durante una protesta contra el coste de la vida y los precios del combustible en París, Francia, este sábado.

Los gobernadores de los bancos centrales de España y Francia y el exvicepresidente del BCE debatirán en el World In Progress 2026

19 October 2026 at 19:46

World In Progress (WIP), el foro internacional de reflexión y diálogo sobre los motores del progreso, convertirá Barcelona en un punto de encuentro para líderes, expertos y responsables de la toma de decisiones los próximos 2 y 3 de noviembre. Esta tercera edición reunirá a más de 60 ponentes, entre ellos, tres destacados referentes de la política monetaria europea. El gobernador del Banco de España, José Luis Escrivá Belmonte, el gobernador del Banco de Francia, Emmanuel Moulin; y el exvicepresidente del Banco Central Europeo, Luis de Guindos, debatirán sobre el presente y futuro de la economía mundial.

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© Massimiliano Minocri

World in Progress 2025 en el Palau de Congresos de Cataluña.

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia finalistas à revelação

Logo Agência Brasil

A organização do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anunciou, nesta segunda-feira (19), as finalistas da categoria Jogadora Revelação da temporada 2026. As candidatas são a meio-campista Kaylane, do Flamengo; e as atacantes Evelin Bonifácio, do Santos, e Isa, do São Paulo.

Os nomes foram escolhidos por representantes de cada clube que integra a elite do futebol feminino nacional: a capitã, o(a) treinador(a) e a(o) dirigente responsável pela modalidade. Conforme o regulamento, eles não poderiam votar em atletas da própria agremiação.

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Revelada nas categorias de base do Flamengo, Kaylane tem 17 anos, chegou em 2026 à equipe profissional rubro-negra. Em menos de uma temporada, chamou atenção de Arthur Elias, que a levou à seleção brasileira principal. A meia já acumula três jogos com a Amarelinha, sendo titular no empate por 2 a 2 com a Argentina, na última terça-feira (13), em amistoso disputado na Arena de Pernambuco, em Recife.

Evelin, de 18 anos, subiu no ano passado ao time profissional do Santos, participando da campanha do acesso à elite do Campeonato Brasileiro. Em 2026, a atacante se firmou como titular das Sereias da Vila e ganhou oportunidade na seleção verde e amarela, integrando o time campeão do Fifa Series, torneio amistoso realizado na Arena Pantanal, em Cuiabá, organizado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

"Veterana" das finalistas, Isa fez 23 anos nesta segunda (19). A atacante integra o elenco profissional do São Paulo desde 2021, mas foi nesta temporada que ganhou mais projeção. Campeã do Brasileirão e vice-artilheira das Soberanas na campanha, com seis gols, a jovem balançou as redes para decretar o triunfo por 2 a 1 sobre o Corinthians, no jogo de ida da decisão, disputado na Neo Química Arena, na capital paulista.

O prêmio de Jogadora Revelação reconhece novos talentos que se destacaram na temporada, demonstrando o potencial de renovação do futebol feminino brasileiro. As vencedoras desta e das demais categorias - cujos finalistas serão anunciados nos próximos dias, gradualmente - serão conhecidas em cerimônia marcada para 15 de novembro, no Museu do Futebol, em São Paulo.

Também serão escolhidos os ganhadores dos seguintes prêmios: Melhor Jogadora, Artilheira, Melhor Treinadora ou Treinador, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Seleção da Temporada (formada por 11 atletas, escolhidas por posição). Há, ainda, uma categoria especial, chamada Futebol Feminino Contra o Feminicídio, para reconhecer o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

Anvisa proíbe lotes de medicamento para tratar câncer

Logo Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão dos lotes Z005197 e Z012354 do medicamento Keytruda (pembrolizumabe) 100 mg/4 mL, indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União. 

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Em nota, a Anvisa informou que a própria empresa detentora do registro do produto, Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda., identificou no mercado unidades dos lotes com características divergentes das constantes no medicamento original.

A suspeita é que sejam produtos falsificados.

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de toxina botulínica

Logo Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão do lote 025155 do medicamento Dysport, um neuromodulador à base de toxina botulínica. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Anvisa informou que a própria detentora do registro do produto, Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda., identificou unidades do lote com características divergentes das do medicamento original.

Notícias relacionadas:

Segundo a empresa, além da data de validade incorreta, o frasco possui formato diferente do genuíno e o código de barras corresponde ao lote nº W26232. Foram identificados ainda problemas relativos ao rótulo da caixa de embalagem secundária.

De acordo com a agência, os produtos não podem ser vendidos, distribuídos nem utilizados.

10 people on weathering 12 months of immigration turmoil

A carousel of portraits
10 people tell all about the uncertainty, risk, and reward of navigating the US immigration system.

Sean Marc Lee, Angela Ponce, Chinky Shukla, Ian Tuttle for BI

The H-1B visa system is one of high stakes, shifting rules, and little certainty.

Over the past year, Business Insider has spoken to more than 20 H-1B visa holders and hopefuls about their decisions to opt in, push through, and sometimes give up on the H-1B American Dream as the Trump administration has become increasingly hostile to foreign workers.

As part of our H-1B Fallout series, published one year after the Trump administration introduced a $100,000 payment for some new H-1B petitions, we are telling the stories of people navigating the visa system. Some left the US and returned to their home countries, while others rebuilt elsewhere or are still trying to build a career in the US.

In a statement, a White House spokesperson said the goal of the $100,000 H-1B fee is to focus on sponsoring "truly highly specialized temporary labor." A Department of State spokesperson said the US is unapologetic about its "America first visa policies" and that the administration is working with partners to facilitate necessary visas. A Department of Labor spokesperson said the administration is protecting American jobs and increasing wages.

Keep reading to see what life has been like for people affected by the US's immigration policy changes.

H-1B by the numbers (Table)
Soumi Chanda, 35
Person stands in a narrow urban street lined with buildings, parked scooter, overhead wires, and streetlights.

Paromita Chatterjee for BI

Soumi Chanda had spent 13 years building a life in the US when a 2025 layoff put her H-1B status at risk.

Chanda moved from Kolkata to Spokane, Washington, in 2013 for graduate school. She was selected for an H-1B on her first attempt in 2021 — "pure luck," she said — and Amazon later took over her sponsorship, prompting her move to Seattle.

When Amazon laid her off, Chanda had 60 days to find a new sponsor or leave the country. "Sixty days sounded impossible from the start," she said. Her search came as debate intensified over the proposed fee. "Even with Amazon on my résumé, I didn't get a single interview the following month," she said.

When preparing to leave the US, Chanda made her two cats her priority. She spent weeks arranging their international travel and paid roughly $5,000 for paperwork, along with thousands more to break her lease, dispose of her belongings, and secure last-minute travel. In total, she estimates the move cost her $18,000.

Now back in Kolkata, she's still working out whether India will be her long-term home. "There's plenty here I value, and other things, as a feminist, I find harder to reconcile."

Person holds a fluffy black-and-white cat in a softly lit indoor room.

Paromita Chatterjee for BI

Even with Amazon on my résumé, I didn't get a single interview the following month.

Read: She was picked for an H-1B visa on her first try, but got laid off

Luciana Pereyra, 26
Luciana Pereya

Angela Ponce for BI

Luciana Pereyra moved from Peru to the US at 17 on a tennis scholarship. After graduating, she landed a marketing role at Ohio State. Her H-1B was approved in April 2024. She described that time as living in "survival mode," knowing that losing a job could also mean losing her home.

In December 2025, Pereyra said HR contacted her to say that her position would end the following month. She had 60 days to find another employer to sponsor her visa or leave the country. "I treated the job search like the last match of my career," she said.

She focused on university jobs, but the timing worked against her: Many campuses closed for winter break as her grace period began. She said two promising opportunities fell through after prospective employers raised concerns about securing a visa amid the proposed H-1B fees.

Pereyra returned to Peru in March. In Lima, she freelances for a US marketing client, coaches tennis, and is building a small business. She said she would consider moving to the US again, but only if it came with "a real path to permanent residency."

Luciana Pereyra

Angela Ponce for BI

I treated the job search like the last match of my career.

Read: She played college tennis, earned 2 degrees, then lost her H-1B job

Mohamed Zeeshan, 33
Mohamed Zeeshar

Jared Soares for BI

Recent changes to US immigration policy have made Mohamed Zeeshan, a green card holder, more concerned about whether immigrants like him can build stable lives in the country.

He's seen relatives and friends consider countries such as Germany and Australia, rather than the US, because of the difficulty of securing jobs and visas after graduation. The instability surrounding H-1B visas — including the proposed $100,000 fee for new applicants — has reinforced his concerns.

Zeeshan self-petitioned for a green card and received it in 2023, enabling him to live in the US without needing employer sponsorship.

In 2025, he started his own consulting firm. Over the past year, Zeeshan said he has watched the immigration landscape become more uncertain.

He still plans to become a US citizen but says that if he had to rely on an H-1B visa today, he doesn't think he'd do it: "When you're on an H-1B here in the US, you're kind of always on tenterhooks."

"You don't know if you're going to be here next month or two months or three months down the line. That's a very difficult position to be in."

His wife is still waiting for her green card, and the couple is holding off on having children until they have more clarity about her status.

Mohamed Zeeshar

Jared Soares for BI

When you're on an H-1B here in the US, you're kind of always on tenterhooks.

Read: He moved to the US on a green card and wouldn't do the same on an H-1B

Vivienne Yang, 31
Vivienne Yang

Sean Marc Lee for BI

Vivienne Yang found out she was being laid off from her H-1B-sponsored job while she was on vacation in Japan in October 2024.

She spent the rest of the trip speaking with immigration and labor lawyers, emailing her employer, and trying to enjoy sightseeing with her partner.

Yang, who is from Taiwan, managed to get her employment extended for a few weeks, allowing her to fly back to New York. She then switched to a B-2 tourist visa so she could stay in the US longer and search for another job. She went through over 20 job interviews in the next year, all of them unsuccessful.

So, she decided to pivot.

Yang was accepted into a New York acting program, but her application for a US student visa was denied after she returned to Taiwan to apply for it in December 2025. Her American partner now looks after her two cats in Brooklyn while she remains in Taiwan, living with her family and working as a content creator, business English coach, and freelance consultant.

She has put her US plans on hold. "I don't want to deal with visa issues anytime soon," she said.

"Now I can move on with my life without any regrets because I know I have tried," she said. "I have a better understanding of what living abroad looks like and what American dream looks like in reality."

Vivienne Yang

Sean Marc Lee for BI

I have a better understanding of what living abroad looks like and what American Dream looks like in reality.

Read: She lost her job and left behind her American dream — and her cats

Watch: Vivienne Yang on letting go of her American dream

Ananya Joshi, 26
Ananya Joshi

Natalia Kepesz for BI

Ananya Joshi's plans to build a career in the US came apart in 2025, when a visa setback and a sudden layoff pushed her to look for a future elsewhere.

Joshi had moved from India to Illinois to pursue a master's degree. After graduating in 2024, she joined a Chicago startup developing cultivated meat as a scientist, working on an F-1 Optional Practical Training, or OPT visa.

She was enjoying the work until she learned that her employer could not complete E-Verify, which employers must use to sponsor an extension of STEM graduates' OPT.

From May through July 2025, Joshi interviewed for jobs around the world. She received offers in Canada and Germany and ultimately chose Germany. "Having gone through so much, I realized I needed that stability," she said.

In January, she moved to Rostock, about three hours north of Berlin, to join another lab-grown-meat startup. These days, Joshi is taking German classes and adjusting to what she describes as a slower work culture. She's also learning to navigate a long-distance relationship with her boyfriend, who remains in the US.

Joshi said she would still like to return to the US, but said, "I can't forget what I went through."

Gu Yichen, 31
Yichen Gu

Ian Tuttle for BI

Gu Yichen's path to working in the US began in high school, when he spent a year as an exchange student in Yacolt, a small town in Washington State. He later attended college in the US, interning at Amazon before joining the company full-time after graduation.

With a STEM degree, Gu had three chances to enter the H-1B lottery. He was selected on his third try.

In late 2022, Gu left Amazon for a job at Google, despite his manager's warning that the market was becoming unstable. He was laid off the following month, before he had done "a single day of real work."

Gu faced pressure to find a new employer within the 60-day grace period. Rather than take a stopgap role, he returned to China for a break before ultimately rejoining his former Amazon team in the US on an I-140, an immigration petition that can support a green-card application.

He has since applied for a green card, hoping it will give him "more freedom in both my personal life and my career."

Over the past year, he said the biggest challenge has remained the same: His ability to stay in the US is tied to his job. "I've been thinking what kind of life I really want to live and what is my real interest in life."

Yichen Gu

Ian Tuttle for BI

I've been thinking what kind of life I really want to live and what is my real interest in life.

Read: Google laid him off a month after hiring him; he was on an H-1B visa

Disha Lamba, 28
Disha Lamba

Chinky Shukla for BI

Leaving a six-figure data-scientist job in New York and returning to India in May was not an easy decision for Disha Lamba, but she says being closer to her family — and free from the limits of an employment visa — made it worthwhile.

Lamba moved to the US in 2021 to pursue a master's degree. She later joined CVS Health as a data scientist and learned that she had been selected in the H-1B lottery in March 2026.

By then, however, Lamba had already decided to move home. Though she had a fulfilling job and social life in New York, she struggled with the distance from her parents.

The prospect of managing an H-1B long-term reinforced her decision. Lamba was concerned about the difficulty of obtaining visa stamps to travel, as well as the limits the visa can place on changing employers, taking a career break, or pursuing additional income.

"Anything comes with its pros and cons. H-1B has its pros but also has its cons. I wasn't OK with the cons of being in these restrictions," she said.

After resigning, Lamba moved back to live with her parents and brother. She took a two-month career break and secured a short-term contract role, but she's still looking for a permanent job. Nonetheless, she's still happy about her decision.

"Every moment when I get to hug my parents, that's when I realize, no, this was all worth it," she said.

Disha Lamba

Chinky Shukla for BI

Sunjana Ramana, 27
Sunjana Ramana

Ayesha Kazim for BI

After three failed attempts to obtain an H-1B visa, Sunjana Ramana is reinventing her "American Dream."

Ramana moved from Hyderabad, India, to New York in 2021 for her master's degree. After graduating in 2023, she joined a global insurance company. Her employer entered her in the H-1B lottery in 2023, 2024, and 2025. She was not selected.

When her work authorization ended in early 2026, Ramana had to leave the US.

"When I didn't get the visa, I was really, really clueless. I thought that was the end of everything that I had built for three years," she said, adding, "but I realized just a couple of months later that there are so many additional options that I didn't know existed."

Instead of returning to India, Ramana secured a 2-year UK visa that is not tied to one employer. She chose London as her base, where she could pursue the entrepreneurship she had wanted to explore in the US.

Ramana was accepted into Antler's founder-in-residence program and spent two months building Flax, a two-person tech company that helps AI founders and builders. In May, she moved into a product-management role in fintech.

"I want to go back and tell my younger self not to associate the 'dream' with America or a country for that matter, because it doesn't matter where you are. The dream should be aligned to you and your goals."

Sunjana Ramana

Ayesha Kazim for BI

When I didn't get the visa, I was really, really clueless. I thought that was the end of everything that I had built for three years

Read: She left the US when she didn't get an H-1B visa. Now, she's living a new dream.

Madhur Mehta, 36
Madhur Mehta

Chona Kasinger for BI

An H-1B selection brought immediate relief for Madhur Mehta this year, but it has not resolved the uncertainty that shapes his and his fiancée's plans in the US.

Mehta moved to the US in 2021, earned a master's degree in 2023, and was eligible for three years of student work authorization. Amazon offered him both a job and sponsorship.

He joined the company in 2025 as a program manager.

But over the past year, while the company was trying to get him an H-1B, Mehta grew concerned about changes to the lottery. He began exploring backup plans for his US life, including an EB-1A visa and opportunities in Canada and Australia.

He learned he was selected for an H-1B in March, potentially giving him the chance to work and remain in the US for another three years.

"It was a big relief," he said, adding, "It's like someone has taken a 100-pound load off your mind," he said.

Mehta's fiancée, who is also from India, has one remaining chance in the H-1B lottery before her work authorization expires.

"It's hard, you know, obviously you can't plan," Mehta said, adding, "unless we are both very clear on what our visa status is."

Madhur Mehta

Chona Kasinger for BI

It's like someone has taken a 100-pound load off your mind.

Read: He got an H-1B visa, but uncertainty makes it hard to plan his future

Shreya Mishra Reddy, 34
Shreya Mishra

Cassandra Rudolph for BI

Shreya Mishra Reddy left the US in January after not being selected for an H-1B visa. Her plan was to leave the country and keep applying for US jobs from abroad.

That plan, however, started to feel unrealistic after the Trump administration proposed the $100,000 fee on some H-1B applicants.

Though the fee has been challenged in court and is not being enforced, she said the uncertainty changed her mind: "I've decided not to pursue H-1B or any role in the US right now."

Reddy had moved to the US in 2021 for a master's degree in engineering management at Duke University. After graduating, she was hired by Visa, but her student work authorization expired before she could secure an H-1B visa.

She's now in Toronto with her husband on a tourist visa and weighing whether to base herself in Canada or India. During a career break, Reddy has been writing a fiction book and building a handloom brand while exploring fintech roles.

In March, Reddy was accepted into a master's program in psychology at the University of Pennsylvania. She decided not to attend, citing uncertainty around student visas and the US job market.

She said she's optimistic about her future and wishes she'd been more open to opportunities in other countries earlier, rather than banking everything on the US.

"I was thinking that H-1B would pan out for me, it didn't, and it's something that I definitely regret."

I was thinking that H-1B would pan out for me, it didn't, and it's something that I definitely regret.

Read: She gave up on H-1B amid $100K fee; now she's weighing Canada or India

Watch: Why an H-1B visa hopeful decided to give up on work in the US

Shreya Mishra

Cassandra Rudolph for BI

Read the original article on Business Insider

La juventud europea se planta ante un futuro sin salidas

19 October 2026 at 04:30

Decenas de miles de jóvenes han tomado las calles en Francia, Bélgica, España, Portugal, Italia y Albania. Se suman así a la llamada revolución de la generación Z (nacidos entre 1997 y 2012), que impulsó en los dos últimos años la caída del Gobierno de Bangladés, la dimisión del primer ministro de Nepal y la disolución del Gobierno de Madagascar. Ahora, en Europa, a las puertas de un superciclo electoral, en el que se decidirán los gobiernos de cuatro de los cinco países más poblados de la UE (Francia, Italia, España y Polonia), los jóvenes comparten un descontento generacional marcado por la sensación de que su futuro se vuelve cada vez más estrecho y precario.

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© EPV

Varios agentes italianos se enfrentaban el sábado en Milán a los manifestantes de 'Italia in Piazza'.

Mélenchon responsabiliza a presidente de Francia de intentar desgastar al movimiento estudiantil

18 October 2026 at 20:12
El líder de La Francia Insumisa denunció que el mandatario Emmanuel Macron no ha dado respuesta a las justas reivindicaciones de los jóvenes ante la situación económica y el desfinanciamiento de la educación

Participação do Brasil em pesquisas clínicas cresce após marco legal

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O marco legal para a realização de pesquisas clínicas no Brasil está impulsionando a participação do país em estudos globais. Esta é a avaliação de pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica reunidos no fórum para jornalistas Saúde como Investimento, realizado em San Jose, capital da Costa Rica, entre os dias 6 e 8 de outubro. 

Dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) mostram que a posição brasileira no ranking de países que mais fazem esses testes subiu da 18ª para 12ª, de 2025 até o primeiro semestre de 2026. A associação também projeta que a 10ª posição possa ser alcançada em pouco tempo, com os novos investimentos previstos, superiores a R$ 2 bilhões anuais. 

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A Lei 14.874, ou Lei de Pesquisa Clínica, tramitou no Congresso por quase 10 anos, sendo finalmente sancionada em maio de 2024 e regulamentada pelo governo federal em outubro de 2025. Este é o primeiro marco legal sobre pesquisas clínicas instituído no Brasil, atividade que antes era regulada apenas por normas do Conselho Nacional de Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

As pesquisas clínicas são uma etapa fundamental para o desenvolvimento de novos medicamentos, tecnologias e procedimentos de saúde. Geralmente contemplam três fases em que essas inovações são testadas em um número crescente de pessoas, para comprovar se são seguras e eficazes. Isso só acontece depois de testes bem sucedidos em laboratório e animais. 

No Brasil, as pesquisas clínicas só são permitidas após aprovação de um comitê de ética, responsável por resguardar os direitos dos participantes, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que verifica se os procedimentos pretendidos atendem aos requisitos de boas práticas. 

Novos prazos

A nova lei criou o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, reorganizando os fluxos de trabalho dos comitês, e encurtou os prazos de análise. Agora, o parecer ético deve ser emitido em até 30 dias úteis, e a avaliação da Anvisa, em até 90 dias úteis, excluindo prazos de recurso e esclarecimentos. 

A presidente da Roche Brasil, Lorice Scalise, lembra que nos casos de pesquisas multicêntricas, que recrutam voluntários em diversas cidades, somente o prazo de análise ética poderia se estender por um ano, e só depois a análise sanitária era iniciada. Hoje, os dois processos podem ocorrem em paralelo. 

"Vamos supor que tem dez centros participando de um estudo. Antes a gente precisava da aprovação do comitê de ética local de cada centro de pesquisa. Agora um comitê acreditado é responsável por fazer a comunicação com os demais e dar o parecer final", explica. 

Scalise avalia que a lei simplificou a análise regulatória sem perder o rigor. "A Anvisa é uma das agências mais renomadas, é referência no mundo inteiro. A gente ainda tem alguns gargalos de fila (de processos para análise), mas todas as questões estão sendo trabalhadas. Hoje, a gente tem um excelente processo", acrescenta. 

De acordo com a presidente da Roche Brasil, a redução dos prazos aumentou a atratividade do Brasil, que já é um destino valorizado para pesquisas clínicas por causa da diversidade genética dos voluntários, o que produz resultados confiáveis para populações variadas. 

A nova legislação também possibilita que o país receba mais ensaios de Fase 1 e Fase 2, que envolvem uma quantidade menor de pessoas, mas têm exigências mais rígidas, já que a segurança do medicamento em humanos ainda está sendo avaliada. 

Somente a Roche pretende investir cerca de R$590 milhões por ano em pesquisas clínicas no país. Entre os estudos já em andamento, há novas medicações sendo testadas no Brasil para Alzheimer, Parkinson, câncer de mama, lúpus, e uma nova opção de caneta emagrecedora.

A diretora de investigação clínica da farmacêutica, Danielle Galbiatti, destaca que essas cifras também promovem o desenvolvimento do setor científico do país:

"É um movimento de união com centros de pesquisa, laboratórios. Com essa projeção e a vinda de novos estudos, existe a necessidade de capacitar os profissionais e as unidades" 

Com isso, a indústria também vem investindo na capacitação de centros das regiões Norte e Nordeste, para diminuir a concentração do Sul e Sudeste e garantir mais diversidade genética, social e cultural. "Um estudo é um ambiente controlado. O centro de pesquisa tem que ter uma equipe muito bem estruturada, porque esse paciente precisa de uma assistência diferente", complementa Galbiatti.

Ela acredita que essa capacitação também será impulsionada pelo Programa Nacional de Inovação em Saúde, lançado em julho pelo governo federal. Entre os princípios do programa constam o fortalecimento da base científica nacional, a integração com o setor produtivo, e o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias "emergentes e disruptivas", que sejam de interesse do Sistema Único de Saúde. 

América Latina

Os esforços do Brasil estão alinhados com uma agenda de toda a América Latina. O diretor estratégico do Conselho Administrativo da Fundação de Pesquisa e Inovação da Costa Rica, Mario Urcuyo, declarou no evento que a profissionalização dos centros de pesquisa da região é "a parte mais importante" para enfrentar a grande concentração de investigações clínicas nos Estados Unidos e na Europa. 

"Temos um desafio muito importante, porque nem sempre contamos com coordenadores e monitores de pesquisa. Não existem carreiras profissionais específicas para essas funções e precisamos desenvolver essa estrutura ao longo do tempo", acrescentou. 

De acordo com ele, proporcionar que mais profissionais atuem em pesquisa clínica também gera benefícios para os pacientes em geral:

"Proporciona ferramentas para melhorar a qualidade da assistência, porque os profissionais passam a ter acesso aos mais elevados padrões de qualidade, exigidos para a realização das pesquisas"

Urcuyo defendeu ainda que as pesquisas clínicas oferecem uma grande oportunidade para pessoas com doenças graves acessarem medicamentos promissores de forma antecipada, ao participar dos testes. 

Benefício

A pesquisadora do Centro Médico Nacional 20 de Novembro, referência em pesquisa e tratamentos de alta complexidade do México, Fedra Irazoque, acrescentou que mesmo os participantes incluídos no grupo de comparação, e que portanto não recebem a substância pesquisada, são beneficiados: 

"Estar no grupo placebo não significa ficar sem receber nenhum medicamento, mas sim receber o melhor tratamento já existente. E após algumas semanas, esse paciente também passa a receber a molécula ativa e pode se beneficiar da mesma forma"

Fedra defende que marcos regulatórios, como o que foi aprovado no Brasil, sejam estabelecidos a nível regional. "Não é possível que o Brasil tenha uma regulamentação, a Costa Rica outra, o México outra, sem que cheguemos a um acordo para agilizar esse processo. Assim, poderíamos alcançar uma representatividade muito mais significativa"

*O evento foi realizado pela farmacêutica Roche e a repórter participou a convite da empresa

Celebrations in Somaliland after Trump calls it ‘totally different country’ from Somalia

15 October 2026 at 12:36
Hundreds rally in breakaway capital Hargeisa after offhand comments made by US president at Monday event; US does not recognize country, which has formal relations only with Israel

Anvisa proíbe canetas emagrecedoras sem registro vendidas na internet

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (14) a apreensão de produtos sujeitos à vigilância sanitária à venda no site https://zyntrashop.site – incluindo a retatrutida, a tirzepatida, popularmente conhecidas como canetas emagrecedoras.

A decisão também se aplica aos produtos Retatrutude 120 mg, Caneta Retatrutide 60 mg, Tirzepatide 150mg e Caneta Tirzepatide 75 mg, comercializados na página https://www.zphcstore.com.br/, sob responsabilidade da ZPH Contabilidade.

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A medida atinge ainda produtos com tirzepatida e retatrutida, sem o devido registro, comercializados por meio do endereço eletrônico https://peptideosdobrasil.com.br/, além de itens vendidos por meio do site oxygenkwpharmabrasil, incluindo Retagen 40 mg (retatrutida).

Em nota, a Anvisa informou que os produtos não podem ser fabricados, importados, distribuídos, divulgados nem utilizados.

“A medida visa a prevenir a utilização pela população, com fundamento no risco sanitário decorrente da disponibilização ao consumo de produtos sem comprovação de regularidade, qualidade, segurança e eficácia.”

Sem autorização

A resolução da Anvisa também proíbe os seguintes produtos, anunciados e vendidos por empresa de origem desconhecida:

  • NAD+ Liberty Pharma
  • Retatrutida Liberty Pharma
  • Glow GHK-Cu Liberty Pharma
  • Tirzepatida Liberty Pharma
  • GHK-Cu Liberty Pharma

“Vale destacar a retatrutida, à venda na internet, é uma substância que ainda não possui registro em nenhum país do mundo. Isso porque a empresa que desenvolve os estudos a respeito do medicamento sequer solicitou o registro à Anvisa ou em qualquer agência reguladora internacional.”

Alegações terapêuticas

Por fim, a publicação atinge ainda diversos produtos fabricados pela empresa Cris Barden Naturopatia Ltda. que, segundo a Anvisa, não têm registro, notificação ou cadastro.

“Os itens são divulgados com alegações relacionadas, entre outras, a ações antifúngica, antimicrobiana, anti-inflamatória, ao alívio de dores, à desparasitação, à desintoxicação e ao fortalecimento da imunidade, ou seja, finalidade compatível com medicamento.” 

Veja a lista de itens:

  • Kit Detox – Desparasitar – Desinflamar – Desintoxicar – Infantil de 1 a 5 Anos;
  • Kit Detox Desparasitação – Desparasitar – Desinflamar – Desintoxicar;
  • Kit Carvão Pulverizado da Casca do Coco;
  • Carvão Ativado Vegetal da Casca do Coco Premium 120 g;
  • Kit Detox com Quelação;
  • Kit Detox Prevenção | Prata e Ouro Coloidal + Carvão Pulverizado;
  • Kit Composto Emagrecedor para 3 Meses;
  • Ouro Coloidal;
  • Prata Coloidal.

Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os produtos fabricados pela empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais, incluindo suplementos alimentares.

>> Clique aqui e leia a publicação da Resolução no Diário Oficial da União.

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Em nota, a Anvisa informou que uma ação da vigilância sanitária de Marataízes (ES) constatou que o endereço constante no cadastro da empresa é um endereço residencial, “não sendo identificada nenhuma empresa ou estabelecimento comercial em funcionamento no espaço”.

“Os produtos não podem ser fabricados, importados, distribuídos, divulgados nem utilizados”, informou a agência no comunicado. 

A Agência Brasil não conseguiu contato com a PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. O espaço segue aberto para manifestação.

 

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