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10.ª edição do Jazz nas Adegas regressa em novembro com música e vinhos de Silves

21 October 2026 at 20:20

Ciclo de concertos decorre entre novembro de 2026 e maio de 2027, em diferentes produtores de vinho do concelho, promovendo a criação artística, os produtos locais e a identidade de Silves.

O Município de Silves promove a 10.ª edição do Jazz nas Adegas, iniciativa que regressa em novembro para mais uma temporada de concertos intimistas, onde o jazz se cruza com os vinhos de Silves e o património vitivinícola do concelho, os quais vão até maio de 2027, cujo programa percorre diferentes espaços de produção de vinho, proporcionando ao público o contacto próximo com os artistas, os produtores e as particularidades de cada local.

Ao longo das suas dez edições, o Jazz nas Adegas tem contribuído para diversificar a oferta cultural do concelho, levando a música a espaços distintos dos equipamentos convencionais e criando novas oportunidades de fruição artística, cuja aposta traduz a importância do investimento público na cultura, enquanto dimensão essencial da vida coletiva, e na criação de iniciativas que aproximam artistas, públicos e comunidade.

A programação arranca a 6 de novembro de 2026, na Quinta João Clara, com a atuação da Feel Good Band, seguindo-se uma segunda sessão no dia 7 de novembro. Nos meses seguintes, o ciclo apresenta diferentes formações e abordagens musicais, abrangendo várias linguagens do jazz e sonoridades próximas.

Entre os artistas e projetos desta edição encontram-se Low Tech Groove, Scooby 4 Tet, Betty and the Boopers, Sonic Bloom Jazz Collective, Silves Filarmónica Combo, Sofia Moreira Quarteto, Diga Diga Doo’s, Al Guitar Duo, Jaime Almeida Trio, Marta Santa Maria Trio, OJA, Funky Noise e The Invisible Tuba.

O programa passa por diversos produtores e espaços vitivinícolas do concelho, nomeadamente Cabrita Wines, Quinta do Francês, Quinta do Barradas, Quinta do Malaca, Paxa Wines, Barranco Longo, Quinta do Rogel, Patuá Wine, Quinta dos Sentidos e Convento do Paraíso. A ligação entre a programação musical e estes espaços contribui para dar visibilidade aos produtores, promover os vinhos locais e dinamizar a economia, articulando cultura, turismo e atividade produtiva.

A iniciativa integra uma visão de desenvolvimento local assente na valorização dos recursos endógenos, na cooperação com os agentes culturais e económicos e no envolvimento das instituições e da comunidade. Ao assinalar a sua 10.ª edição, o Jazz nas Adegas reafirma o papel da cultura na construção de um concelho mais dinâmico, coeso e ligado à sua identidade.

Os bilhetes para as primeiras sessões estarão à venda a partir das 16h00 de amanhã, 22/10/2026, através da plataforma BOL e nos pontos de venda FNAC, Worten, El Corte Inglés, CTT, Pousadas da Juventude e Quiosques Serveasy.

Com o custo de 35 euros, os ingressos destinam-se a maiores de 18 anos e incluem o acesso ao concerto, provas de vinho e tapas, um voucher para visita ao Castelo de Silves e ao Museu Municipal de Arqueologia, bem como a oferta de uma garrafa de vinho.

Esta edição conta, mais uma vez, com a parceria do Agrupamento de Escolas Silves Sul, reforçando a ligação da iniciativa à comunidade educativa.

Para mais informações, os interessados podem contactar o setor de Turismo do Município de Silves através do telefone 282 440 800 (ext. 2743) ou do endereço de correio eletrónico turismo@cm-silves.pt.

Programa

06 e 07  NOV’26

  • Feel  Good Band
  • QUINTA JOÃO CLARA | Alcantarilha

27 e 28 NOV’26

  • Low Tech Groove
  • CABRITA WINES | Silves

04 e 05 DEZ’26

  • Scooby 4 tet
  • QUINTA DO FRANCÊS | Odelouca –  Silves

08 e 09 JAZ’27

  • Betty and the Boopers
  • QUINTA DO BARRADAS | Silves

29 e 30 JAN’27

  • Sonic Bloom Jazz Colective
  • QUINTA DO MALACA | Real Picadeira – Pêra

06 e 06 FEV’27

  • Silves Filarmónica Combo
  • DITO CUJO | Casa Islâmica – Silves

05 e 06 MAR’27

  • Sofia Moreira Quarteto
  • HERDADE BARRANCO DO VALE | São Bartolomeu de Messines

19 e 20 MAR’27

  • Diga Diga Doo´s
  • Paxa Wines | Silves

09 e 10 Abr’27

  • Al Guitar Duo
  • BARRANCO LONGO | Algoz

23 e 24 Abr’27

  • Jaime Almeida Trio
  • QUINTA DO ROGEL | Silves

07 e 08 MAI’27

  • Marta Santa Maria Trio
  • PATUÁ WINE | Silves

15 MAI’27

  • OJA
  • QUINTA DOS SENTIDOS | Silves

21 e 22 MAI’27

  • Funky Noise
  • CONVENTO DO PARAÍSO | Silves

Jackdaw approval is a step towards a grownup North Sea policy

21 October 2026 at 18:12

Government decision is about how much oil and gas is sensible for UK to produce on the way to net zero

Andy Burnham hit the nail on the (well)head in his first fortnight as prime minister when he said: “The question isn’t whether Britain will still be using oil and gas, the question is, where does it come from?”

It was a nod towards several awkward energy facts. First, oil and gas provided 75% of the UK’s energy in 2025, government data shows. Second, even with the rollout of domestic renewables for generating electricity, about 43% of overall energy was imported last year.

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© Photograph: Adura/Reuters

© Photograph: Adura/Reuters

© Photograph: Adura/Reuters

Os desafios e o futuro do transporte expresso

21 October 2026 at 17:05

Durante muitos anos, habituámo-nos a medir a qualidade do transporte expresso através do tempo. Quer isto dizer, quanto mais depressa uma encomenda chegasse ao destino, melhor seria o serviço. A rapidez continuará, naturalmente, a ser importante. Mas tenho cada vez mais a convicção de que o verdadeiro desafio dos próximos anos será outro.

Os números ajudam a perceber a mudança. O comércio eletrónico B2C europeu está em crescimento e, segundo os dados da Digitalisation in Europe – 2026 edition do Eurostat, em 2025, 78% dos utilizadores de Internet na União Europeia já compraram bens ou serviços via online. Estamos, portanto, perante um hábito consolidado, transversal a gerações e mercados, que colocou a logística no centro da experiência de compra.

No entanto, mais encomendas não significam apenas mais volume. Significam consumidores com expectativas mais elevadas. Já não basta saber que uma encomenda “chega amanhã”. Queremos saber quando chega, poder alterar a entrega, escolher onde a recebemos e acompanhar o percurso de forma simples. Em Portugal, o Barómetro E-Shopper 2025 mostra que 79% dos compradores online consideram que conhecer um horário exato para a entrega aumenta a probabilidade de compra. Ao mesmo tempo, 32% já recebem encomendas através de soluções out-of-home, como pontos de recolha ou lockers.

Estes dados levam-me a uma primeira reflexão: talvez estejamos a entrar numa fase em que a previsibilidade será tão ou mais importante do que a velocidade. Uma entrega rápida que obriga alguém a permanecer em casa à espera da encomenda pode ser menos conveniente do que uma entrega um pouco mais demorada, mas com um horário preciso e possibilidade de escolha. O desafio para os operadores será, por isso, construir redes suficientemente flexíveis para acomodar diferentes necessidades.

É precisamente na last mile que encontramos muitas destas exigências. É aqui que a expectativa do consumidor, o trânsito das cidades, a disponibilidade do destinatário, as restrições de circulação e a necessidade de reduzir o impacto ambiental se cruzam. É aqui também que pequenas ineficiências, quando multiplicadas por milhares de encomendas, podem fazer uma enorme diferença.

Por isso, quando falamos de sustentabilidade no transporte expresso, acredito que temos de ir além da discussão sobre a eletrificação das frotas, por mais importante que ela seja. Uma last mile mais sustentável é, antes de mais, uma last mile mais eficiente. Significa otimizar rotas, reduzir quilómetros desnecessários, diminuir as segundas tentativas de entrega e consolidar encomendas sempre que isso fizer sentido.

Um estudo publicado em 2025 na Research in Transportation Economics, dedicado à evolução dos modelos de entrega de last mile em contexto urbano, mostra que uma maior otimização de entregas pode contribuir para reduzir os quilómetros percorridos e as emissões de CO₂. Não existe uma solução única, mas é por isso que o futuro passa por redes híbridas, capazes de combinar diferentes modelos de entrega em função das características de cada cidade, de cada percurso e de cada consumidor.

A inteligência artificial e a utilização avançada de dados terão também um impacto particularmente relevante no setor. Mais do que automatizar tarefas, estas ferramentas podem ajudar a antecipar a procura, otimizar rotas em função de variáveis em constante alteração e identificar anomalias antes de se transformarem em falhas de serviço.  Mas a tecnologia, por si só, não resolve todos os desafios. Quanto mais sofisticadas se tornam as operações, maior é também a necessidade de garantir que não se traduz numa barreira para a experiência do cliente. É talvez esse o paradoxo mais interessante do nosso setor: por detrás de uma entrega aparentemente simples existe uma rede cada vez mais complexa de pessoas, tecnologia, dados, infraestruturas e decisões operacionais.

Ao mesmo tempo, há várias expectativas que temos de conseguir conciliar. Os consumidores querem mais conveniência e mais opções; as empresas procuram maior eficiência e custos competitivos; as cidades querem menos congestionamento e emissões; e o setor tem de continuar a garantir qualidade, previsibilidade e capacidade de resposta. Fazer tudo isto simultaneamente será provavelmente um desafio maior do que simplesmente entregar cada vez mais depressa.

Jazz nas Adegas percorre espaços vitivinícolas de Silves até maio de 2027

21 October 2026 at 15:46

A 10.ª edição do Jazz nas Adegas começa em Alcantarilha, com a Feel Good Band, nos dias 6 e 7 de novembro. O ciclo percorre espaços do concelho de Silves até maio de 2027.

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10.ª edição do Jazz nas Adegas regressa em novembro com música e vinhos de Silves

21 October 2026 at 15:43

Ciclo de concertos decorre entre novembro de 2026 e maio de 2027, em diferentes produtores de vinho do concelho, promovendo a criação artística, os produtos locais e a identidade de Silves. O Município de Silves promove a 10.ª edição do Jazz nas Adegas, iniciativa que regressa em novembro para mais uma temporada de concertos intimistas, […]

Trivellazioni nel Mare del Nord. L’Ue sorride ma per Burnham iniziano i guai

21 October 2026 at 15:10

Il Partito Laburista ha approvato nuove trivellazioni nel Mare del Nord. Cosa cambia per Londra e per l’Ue? In primis dal lato interno Burnham affronta una rivolta politica sul clima dopo l’approvazione della misura osteggiata da sinistra e ambientalisti, ma dal punto di vista internazionale di fatto è un’occasione interessante (anche se da mettere in cantiere ben prima delle attuali crisi).

Il neo premier non si è discostato dalla traccia imboccata dai due ministri degli Esteri, Fahnbulleh e dal suo predecessore, Ed Miliband. Infatti all’inizio dell’anno, Burnham ha lasciato intendere di condividere le posizioni del presidente americano Donald Trump che premeva non poco per esplorare in quelle zone, promettendo di adottare un “approccio pragmatico” nella decisione finale. Certo dovrà adesso salvaguardare la “sua” opinione pubblica, per questa ragione si lavora su come permettere agli organismi di regolamentazione di valutare le emissioni di carbonio generate dalla combustione del petrolio e del gas estratti dai due giacimenti.

Risale a due mesi fa la richiesta avanzata da Shell ed Equinor per ottenere l’autorizzazione ambientale. Pochi giorni fa il premier rivolgendosi alla Camera dei Comuni, ha affermato: “Adotterò un approccio pragmatico in merito a petrolio e gas; comunicheremo le nostre decisioni a breve”. Ma secondo un sondaggio condotto da Savanta per l’organizzazione ambientalista E3G, un terzo degli elettori Labour sarebbe meno propenso a votare per loro se dessero il via libera a ulteriori trivellazioni petrolifere nel Mare del Nord.

Per cui se nel nord-est della Scozia, area in cui ha sede gran parte del settore industriale, il Labour crescerebbe, altrove perderebbe: è il motivo vero della prudenza dell’inquilino di Downing street, che solo tre mesi fa prometteva bollette accessibili, crescita industriale e un clima pulito. Di contro il Partito Conservatore, all’opposizione e convinto sostenitore del progetto, ha affermato che, se approvato, il giacimento di Jackdaw potrebbe iniziare a riscaldare 1,4 milioni di case nel Regno Unito già quest’inverno.

Che significa aprire il Mare del Nord? Rosebank è il più grande giacimento di petrolio e gas non ancora sfruttato nel Regno Unito: situato a circa 80 miglia a nord-ovest delle Shetland, conoscerà il suo destino entro fine anno. Ha una capacità produttiva stimata tra i 300 e i 500 milioni di barili di petrolio entro circa 25 anni. Invece il giacimento di Jackdaw che si trova a circa 240 chilometri a est di Aberdeen potrebbe essere collegato alla rete britannica in pochissimo tempo.

A tal proposito il presidente degli Stati Uniti ha scritto il proprio pensiero su Truth Social: “Gli abitanti di Aberdeen, in Scozia, stanno ballando per le strade perché il nuovo Primo Ministro, Andy Burnham, ha dichiarato che aprirà completamente i preziosi giacimenti petroliferi del Mare del Nord!”. Lo scorso agosto BP ha messo in vendita la sua attività petrolifera nel Mare del Nord, dopo 60 anni di produzione nella regione. La vendita potrebbe potenzialmente fruttare a BP due miliardi di sterline.

Energy secretary leaning towards rejecting Rosebank oilfield

Exclusive: Officials say Miatta Fahnbulleh minded not to give approval in victory for climate campaigners

Miatta Fahnbulleh is minded to reject the giant Rosebank oilfield, sources have told the Guardian, in what would be a blow for the North Sea energy industry and a major victory for climate campaigners.

After approving the smaller Jackdaw gasfield on Wednesday, officials say the energy secretary is leaning towards refusing approval for what would be one of the biggest oilfields in the North Sea.

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© Photograph: Paul Reid/PA

© Photograph: Paul Reid/PA

© Photograph: Paul Reid/PA

Andy Burnham se enfrenta a los grupos ecologistas al dar luz verde a una explotación de gas en el mar del Norte

21 October 2026 at 11:32

Andy Burnham es partidario de tomar decisiones, en vez de aparcar los problemas, algo que muchos críticos achacaban a su antecesor, Keir Starmer. Aunque esas decisiones provoquen polémica y ruido. El Gobierno del Reino Unido ha anunciado este miércoles a las siete de la mañana (ocho, en horario peninsular español) que da luz verde al inicio de la actividad en la plataforma de gas de Jackdaw, situada en el mar del Norte, a unos 250 kilómetros de Aberdeen, en la costa escocesa.

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© Toby Melville (REUTERS)

Protestas en Londres, este miércoles, tras la decisión del Gobierno británico de dar luz verde al yacimiento de Jackdaw

‘Jackdaw means we pay our mortgages’: relief in Aberdeen over gasfield approval

21 October 2026 at 11:19

Few believe decision will bring back city’s boom years, but workers hope it will keep as many North Sea jobs for now

As recently as 2012, Aberdeen boasted the highest concentration of millionaires in the UK. An ATM reportedly had the highest withdrawal rate in Europe in the 90s, as oil and gas wealth flowed through the city. House prices skyrocketed in the scramble for space as fossil fuel firms transformed the city’s grand granite houses into company offices. But that was then.

Today, “for sale” and “to let” signs punctuate the city’s main thoroughfares. Disposable income in Aberdeen has fallen by nearly 20% between 2013 and 2023 – more than any other large UK city – after a 2014 oil price shock sparked a brutal reversal in Aberdeen’s fortunes.

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© Photograph: Patrick Greenfield/The Guardian

© Photograph: Patrick Greenfield/The Guardian

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OE2027: Excedente é “sinal positivo”, mas Governo deve pensar se não está a reduzir dívida demasiado depressa

21 October 2026 at 11:01

A proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027) é “prudente” e reflete mais um ano de estabilidade fiscal, algo que os investidores apreciam, mas revela falta de ambição ao voltar a não abordar a questão da produtividade. Por outro lado, e apesar de o excedente orçamental ser um “sinal positivo” numa altura de turbulência nos mercados, o Governo deve refletir sobre se não estará a ir além do necessário, defende Pedro Fugas, sobretudo dada a crise do custo de vida, particularmente na habitação.

O Country Tax Leader da EY aproveitou a sua intervenção na conferência desta quarta-feira sobre o OE2027, promovida pelo JE em parceria com a consultora, para elogiar a trajetória das contas públicas nacionais e a estabilidade fiscal que tem marcado os últimos anos, embora alertando para os desafios que se aproximam.

Resumindo a proposta como um orçamento de “continuidade fiscal, prudente nas contas públicas, mas com uma margem muito estreita para responder a novos choques e com ambição limitada no reforço estrutural da competitividade”, Pedro Fugas começou por destacar a “boa notícia” que é novo ano de redução do rácio de dívida, embora questionando “até que ponto não estaremos a fazer uma redução demasiado forte e além dos compromissos e exigências de Bruxelas”.

“É aqui que temos de ver onde poderemos ter alguma margem para estimular a economia”, continuou, lembrando, por exemplo, a questão da habitação, onde, argumenta, há “espaço para uma resposta mais ampla à crise”. “Se estamos tão bem – e obviamente ninguém quer voltar a situações de défice, mas se o rácio de dívida desce mais rápido do que acordado com a Comissão –, talvez houvesse aqui espaço para introduzir mais medidas fiscais”, sugere.

Uma destas medidas seria o alargamento da taxa de 6% na construção “a um investidor que, por sua vez, afete [o imóvel] ao arrendamento”, algo que permitiria aumentar significativamente a oferta disponível no mercado.

Por outro lado, Pedro Fugas destaca outros dois elementos que considera “centrais” da proposta: a “perspectiva que o choque energético é temporário” e o fim do PRR, que deu um forte impulso à economia nos últimos trimestres e cujo final se traduzirá numa quebra substancial do investimento. A capacidade nacional de substituir o contributo da formação de capital fixo para o crescimento será mesmo “o principal teste à nossa economia” no próximo ano, argumenta.

O especialista da EY elogiou ainda a estabilidade fiscal que os orçamentos dos últimos três anos têm revelado, algo que “é de saudar” dada a estabilidade e previsibilidade que tal confere aos portugueses e aos investidores que olham para o nosso país. Ainda assim, “continua a faltar ambição nas medidas de produtividade”, um dos ‘calcanhares de Aquiles’ recorrentes da economia portuguesa.

Junta-se a isto a expectativa do lado das famílias por mexidas mais significativas e arrojadas no IRS, ainda que a redução seja “uma boa medida”, considera Pedro Fugas. Já no que respeita às empresas, o cumprimento da trajetória de redução do IRC prometida em campanha eleitoral merece elogios, bem como a intenção anunciada na abertura da conferência pelo ministro das Finanças de visitar as derramas no Orçamento para 2028, mas houve estranheza pela ausência de um capítulo dedicado ao imposto sobre pessoas coletivas.

“Pela primeira vez, e para muito espanto nosso, temos um OE que não tinha sequer um capítulo do IRC”, destacou o Country Tax Leader da EY, embora classificando as mexidas anunciadas como positivas.

Labour Finally Approves New North Sea Drilling

21 October 2026 at 11:00

Labour has finally approved new drilling for gas in the North Sea, despite the project already receiving the go ahead over two years ago under the Tories, after energy prices hit a four-year high.

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UK politics: Reform UK claims racism exposé has left some members ‘psychologically damaged’ as it reports ITV to police – as it happened

21 October 2026 at 17:45

Zia Yusuf claims undercover investigation broke the law as broadcaster stands by its journalism

Here is an explainer by Jill Ambrose about the Jackdaw decision.

But environmental groups have condemned the decision. Ami McCarthy, head of politics for Greenpeace UK, said:

Approving Jackdaw shows the toxic grip fossil fuel lobbyists still hold over our energy policy. Andy Burnham promised pragmatism [see 8.40am], but there is nothing pragmatic about rubber-stamping a project that won’t lower energy bills, won’t boost energy security and will create just 27 full-time jobs …

True pragmatism means severing our reliance on expensive oil and gas that leaves British households broke, supercharges extreme weather, and leaves our energy security at the mercy of petrostates.

Is the prime minister living in a parallel universe? One where we haven’t just endured our hottest summer on record, with droughts, wildfires and, in all likelihood, the most heat-related deaths on record? And where the UN hasn’t warned that we’re on the brink of breaching the all-important 1.5 degree warming limit?

Shell will be cheering this decision but it won’t knock a penny off our energy bills, which is what’s keeping people up at night, or make a meaningful difference to our gas supply.

Jackdaw will provide around just 2% of our gas demand for roughly ten years. It has been oversold and won’t stop the decline in North Sea jobs, as it will be largely unmanned and operated remotely.

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© Photograph: Guy Corbishley/Alamy Stock Photo/Alamy Live News.

© Photograph: Guy Corbishley/Alamy Stock Photo/Alamy Live News.

© Photograph: Guy Corbishley/Alamy Stock Photo/Alamy Live News.

Climate campaigners condemn ‘maddening’ decision to approve Jackdaw gasfield

Critics say move will jeopardise climate targets, fail to cut cost of living and distract from need to decarbonise energy

Climate campaigners and green experts have condemned the government’s decision to allow the drilling of the Jackdaw gasfield in the North Sea.

They said approval for the site would jeopardise the UK’s climate targets, fail to reduce the cost of living, and distract from the need to decarbonise the UK’s energy sector.

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© Photograph: Carl Court/Getty Images

© Photograph: Carl Court/Getty Images

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Sí, la huelga de los profesores en Madrid es política

21 October 2026 at 04:30

En los últimos días, Mercedes Zarzalejo, consejera de Educación de la Comunidad de Madrid, ha cuestionado la legitimidad de las protestas de los docentes de la educación pública madrileña que hemos ejercido nuestro derecho a la huelga. Considera que hacemos política. Vengo, de algún modo, a darle la razón. Sí, nuestra huelga es política. Pero no, no es la política que ella practica e imagina: es mucho más.

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© Daniel Gonzalez (EFE)

Concentración convocada por el comité de huelga de la educación pública madrileña ante la Consejería de Educación, el lunes.

Consolidação, deixa pouco espaço para mais ambição no alívio fiscal

21 October 2026 at 07:49

Este Orçamento podia ir mais além no alívio da carga fiscal sobre as empresas e famílias?
Sem dúvida. Aliás, uma das críticas que pode ser feita à PLOE 2027 é precisamente a de que, mantendo uma forte preocupação com a consolidação orçamental, acaba por deixar pouco espaço para medidas mais ambiciosas de alívio fiscal.
Nas empresas, poderia ter ido mais longe na redução da derrama estadual, das tributações autónomas e na simplificação dos incentivos ao investimento, áreas que continuam há vários anos a ser identificadas como fatores de perda de competitividade. Do lado das famílias, além das medidas já previstas em IRS, poderia ter sido equacionada a atualização de algumas deduções fiscais que permanecem inalteradas há vários anos, nomeadamente atualizar o limite de 250 euros por sujeito passivo da dedução de despesas gerais familiares, inalterado desde 2015, ou a introdução de incentivos à poupança de médio e longo prazo.

Quais as medidas fiscais com maior impacto nas empresas?
Em primeiro lugar, a redução da taxa geral de IRC para 18%, inserida na trajetória já definida de redução gradual da tributação das empresas. É a medida com maior impacto transversal na competitividade do tecido empresarial. Em segundo lugar, a manutenção e prorrogação de vários incentivos fiscais, incluindo o SIFIDE II. E em terceiro, algumas medidas de simplificação e redução de encargos administrativos, como o novo adiamento da entrega do SAF-T da contabilidade e a dispensa de determinadas obrigações relacionadas com inventários.
A principal nota é que as medidas com maior impacto para as empresas são precisamente as que já tinham sido anunciadas ou aprovadas fora da própria PLOE 2027. A PLOE em si contém poucas novidades relevantes em matéria de fiscalidade empresarial, o que reforça a ideia de que estamos perante uma PLOE de continuidade mais do que de reforma.
Quais as medidas fiscais com maior impacto nas famílias?
Por um lado, a nova redução das taxas de IRS do 1.º ao 6.º escalão, entre 0,3 e 0,5 p.p., aplicável aos rendimentos de 2026 e abrangendo rendimentos coletáveis anuais até 43.090 euros. Esta medida foi aprovada à margem da PLOE 2027. Por outro lado, e já no âmbito da PLOE 2027, propõe-se a atualização dos escalões de IRS, da dedução específica e do limite do mínimo de existência para 2027, bem como confirma-se a prorrogação do Programa Regressar e da isenção de IRS no âmbito do incentivo fiscal à habitação dos trabalhadores, bem como a manutenção do IRS Jovem.

Qual é o impacto da atualização dos escalões do IRS no rendimento das famílias?
A alteração nos escalões do IRS traduz-se, de acordo com as simulações efetuadas, num aumento do rendimento disponível em todos os níveis salariais analisados, embora com impactos diferenciados. É também relevante a subida do limiar de aplicação da taxa adicional de solidariedade, de 80 mil para 89.995 euros de rendimento coletável, passando a taxa incidir apenas no último escalão.

Nas empresas, as medidas são suficientes face aos problemas crónicos de capitalização?
Diria que não. O problema da capitalização das empresas portuguesas é estrutural e a PLOE 2027 pouco acrescenta nesta matéria.
A continuidade da redução do IRC é positiva, mas não substitui uma estratégia de reforço dos capitais próprios das empresas. Num contexto de taxas de juro mais elevadas e de desaceleração económica, seria desejável uma maior aposta em medidas que incentivassem a entrada de capital nas empresas e a retenção e reinvestimento de lucros.
Nesse sentido, teria sido interessante reforçar o Incentivo à Capitalização das Empresas, por exemplo através do alargamento das entradas elegíveis para efeitos do benefício ou do aumento da taxa potencialmente aplicável.

UK approves Jackdaw gasfield in North Sea

Decision was widely expected after lobbying by Shell but will dismay environmental campaigners

The UK government has approved the controversial Jackdaw gasfield in the North Sea, a widely expected move that will nonetheless dismay environmental campaigners and a number of Labour MPs.

While Labour’s 2024 election manifesto committed to a ban on new drilling licences in the North Sea, the companies behind Jackdaw and the Rosebank oilfield project, which is being decided on separately, have sought environmental approval for existing licences.

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© Photograph: Murdo MacLeod/The Guardian

© Photograph: Murdo MacLeod/The Guardian

© Photograph: Murdo MacLeod/The Guardian

Sri Lanka reporta más de 300 mil arrestos en campaña antidrogas

21 October 2026 at 06:23

Colombo, 21 oct (Prensa Latina) Las autoridades de Sri Lanka informaron hoy sobre el arresto de 303 mil 17 personas durante la operación nacional contra el narcotráfico “Una nación unida”, desplegada de octubre de 2025 al mismo mes de 2026.

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Emissions Gap Report Identifies U.S. as Outlier Among G20 Nations

21 October 2026 at 06:00
The scientific report, identifies the United States as an outlier among the nations responsible for the vast majority of greenhouse gas emissions.

© Scott Olson/Getty Images

A cooling tower of a fossil-fuel-burning power plant in Indiana. The U.S. has adopted a policy of encouraging fossil fuels, a major contributor to climate change.
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