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Como montar uma carteira diversificada

21 October 2026 at 23:00

Montar uma carteira diversificada é uma das estratégias utilizadas por investidores para reduzir a dependência do desempenho de uma única aplicação. Ao distribuir o patrimônio entre diferentes classes de ativos, setores e mercados, é possível combinar diferentes fontes de risco e retorno e construir uma estratégia mais adequada aos objetivos financeiros.

Diversificação, porém, não significa simplesmente acumular produtos. Uma carteira com muitos investimentos pode continuar concentrada se todos estiverem sujeitos aos mesmos fatores de risco. O ponto central é combinar ativos com características e comportamentos diferentes.

A definição dessa composição deve levar em conta fatores como perfil de risco, prazo e objetivos financeiros. Também é importante entender que uma carteira bem estruturada não precisa ser modificada sempre que a Bolsa, o câmbio ou os juros oscilarem.

O que é uma carteira de investimentos diversificada?

Para a gerente de Estratégia de Investimentos do Inter, Daniela Barreto, uma carteira diversificada é aquela que distribui o patrimônio entre diferentes investimentos de acordo com uma estratégia previamente definida. A ideia é evitar que o resultado financeiro dependa excessivamente de um único ativo, setor ou cenário econômico. A gerente pontua que a diversificação pode envolver diferentes classes de ativos:

  • Renda fixa: pode contribuir para previsibilidade, preservação de capital e objetivos de diferentes prazos
  • Renda variável: oferece maior potencial de valorização, mas também está sujeita a oscilações mais intensas
  • Fundos de investimento: permitem acesso a estratégias e mercados variados por meio de uma mesma estrutura
  • Investimentos internacionais: ampliam a diversificação geográfica e reduzem a dependência exclusiva da economia brasileira
  • Alternativas: podem ser consideradas conforme o perfil, o horizonte e os objetivos do investidor

O benefício da diversificação está na combinação de investimentos que não necessariamente reagem da mesma maneira aos movimentos do mercado. Quando um ativo tem desempenho negativo, outro pode sofrer impacto menor ou até apresentar resultado positivo. Nesse contexto, o investidor precisa observar quais riscos estão por trás de cada aplicação e como eles se relacionam.

Como definir a composição de uma carteira diversificada

Daniela Barreto observa que a alocação precisa ser compatível com a capacidade e a disposição do investidor de assumir riscos, além do prazo e da finalidade de cada recurso.

Um dos primeiros passos é separar os objetivos financeiros. Dinheiro destinado à reserva de emergência, por exemplo, possui necessidades diferentes daqueles recursos que serão utilizados para aposentadoria ou para um projeto de longo prazo. Também é importante considerar:

  • Perfil de risco: investidores conservadores, moderados e arrojados podem ter diferentes níveis de exposição a ativos voláteis
  • Horizonte de investimento: quanto mais distante estiver o objetivo, maior pode ser a capacidade de suportar oscilações, desde que isso seja compatível com o perfil
  • Objetivo financeiro: comprar um imóvel, formar uma reserva ou buscar crescimento patrimonial exige estratégias diferentes
  • Necessidade de liquidez: recursos que podem ser necessários no curto prazo não devem ser submetidos aos mesmos riscos de um investimento de longo prazo
  • Diversificação geográfica e setorial: distribuir os investimentos entre diferentes mercados pode diminuir a dependência de uma única economia ou segmento

A idade também pode influenciar a estratégia, mas não deve ser analisada isoladamente. Uma pessoa mais jovem pode ter um horizonte maior para determinados objetivos, enquanto alguém próximo de utilizar o patrimônio pode priorizar maior estabilidade. Em ambos os casos, perfil de risco, renda, patrimônio e metas precisam ser considerados em conjunto.

Quando é preciso mudar ou rebalancear a carteira?

Revisar uma carteira não significa trocar constantemente os investimentos. Uma estratégia pode permanecer praticamente igual durante longos períodos quando os objetivos e as condições que justificaram a alocação continuam válidos.

Uma revisão formal pode ser realizada semestralmente ou anualmente, além de ser antecipada quando ocorrer algum evento relevante. Entre os principais gatilhos estão:

  • Mudança no cenário econômico: alterações significativas em juros, inflação ou câmbio podem modificar as perspectivas de determinadas classes de ativos
  • Mudança de objetivo: a proximidade da compra de um imóvel ou da aposentadoria, por exemplo, pode exigir uma nova distribuição dos recursos
  • Alteração do horizonte: quanto mais próximo estiver o momento de utilizar o dinheiro, menor tende a ser a capacidade de suportar grandes oscilações
  • Desvio na participação dos ativos: uma forte valorização pode fazer determinado investimento ocupar uma parcela muito maior da carteira do que a planejada
  • Mudança no perfil de risco: circunstâncias financeiras e pessoais podem alterar a capacidade ou a disposição de assumir riscos

Nessas situações, uma das alternativas é o rebalanceamento. O processo consiste em ajustar os pesos dos investimentos para que a carteira volte, total ou parcialmente, à distribuição definida na estratégia.

Por exemplo, se a renda variável deveria representar 30% da carteira, mas uma forte valorização fez essa participação chegar a 40%, o investidor pode avaliar a necessidade de reduzir essa exposição e direcionar recursos para outras classes.

É preciso mudar os investimentos sempre que o mercado oscila?

Não. Oscilações de curto prazo, por si só, não são necessariamente motivo para modificar uma carteira. Um dos riscos para o investidor é tomar decisões impulsivas diante de quedas ou altas do mercado. Vender um ativo depois de uma desvalorização e recomprá-lo quando os preços já subiram pode transformar uma oscilação temporária em uma perda efetiva. Uma rotina de acompanhamento pode ser mais eficiente quando segue alguns princípios:

  • Definir previamente a alocação de acordo com objetivos e perfil
  • Acompanhar a participação de cada classe de ativo
  • Estabelecer critérios para o rebalanceamento
  • Revisar a estratégia diante de mudanças estruturais
  • Evitar alterações motivadas exclusivamente por notícias ou movimentos de curto prazo
  • Considerar o prazo de cada objetivo antes de aumentar ou reduzir a exposição ao risco

Plataformas digitais também podem facilitar o acompanhamento. O Super App Inter reúne alternativas de investimento para diferentes perfis e permite acompanhar os recursos em um mesmo ambiente. A ferramenta pode ajudar na visualização da carteira, mas a decisão sobre a alocação deve continuar baseada nos objetivos e no perfil de cada investidor.

FAQ – Perguntas frequentes sobre carteira diversificada de investimentos

O que significa ter uma carteira diversificada?

Significa distribuir o patrimônio entre diferentes classes de ativos, setores, estratégias ou regiões, buscando reduzir a dependência de uma única fonte de risco ou retorno.

Quantos investimentos são necessários para uma carteira ser diversificada?

Não existe um número ideal. O mais importante é analisar a exposição aos diferentes riscos. Muitos produtos semelhantes podem continuar formando uma carteira concentrada.

Como escolher a proporção entre renda fixa e renda variável?

A divisão deve considerar perfil de risco, objetivos, prazo, necessidade de liquidez e capacidade financeira. Não existe uma proporção única adequada para todos os investidores.

Com que frequência devo revisar minha carteira?

Uma revisão formal pode ser feita semestralmente ou anualmente. Também é recomendável reavaliar a estratégia diante de mudanças importantes nos objetivos, no perfil, no horizonte financeiro ou no cenário econômico.

Preciso mudar minha carteira quando a Selic muda?

Não necessariamente. A mudança dos juros altera as condições de diferentes investimentos, mas não significa que seja necessário fazer alterações bruscas. A decisão deve considerar a estratégia como um todo.

O que é rebalanceamento de carteira?

É o ajuste da participação dos investimentos para aproximar a carteira das proporções estabelecidas originalmente. Ele permite corrigir concentrações sem necessariamente abandonar a estratégia de longo prazo.

Investimentos internacionais ajudam a diversificar?

Sim. Ativos de outros países podem ampliar a diversificação geográfica e reduzir a dependência do desempenho da economia brasileira. A proporção adequada depende dos objetivos e do perfil do investidor.

Qual é um erro comum ao diversificar investimentos?

Um dos principais é confundir quantidade de produtos com diversificação. Outro é concentrar recursos em um ativo que teve bom desempenho recentemente ou alterar a carteira frequentemente por causa das oscilações de curto prazo.

Antaq fiscaliza condições de travessias no AM durante estiagem

21 October 2026 at 21:42

A Antaq (Agência Nacional de Transportes Aquaviários) intensificou o acompanhamento das condições de navegação e operação das travessias no Amazonas diante dos impactos provocados pela época de estiagem.

Nessa última terça-feira (20), equipes da agência realizaram visitas técnicas coordenadas às travessias de Igapó-Açu e Manaus-Careiro da Várzea para verificar as condições dos serviços e as providências adotadas diante dos problemas identificados nas últimas semanas.

Além disso, a Antaq busca identificar os possíveis riscos à continuidade das operações na região.

Na travessia entre Manaus e Careiro da Várzea, localizada no corredor da BR-319, um dos pontos avaliados foi a formação de um banco de areia no canal de navegação, que altera as condições de passagem das embarcações e pode demandar serviços de dragagem.

As equipes também verificaram a situação das rampas de embarque e desembarque, podendo necessitar de adequações em razão do recuo das águas durante o período sem chuvas.

Durante a visita, foi acompanhada ainda a operação do Consórcio Rio Negro SPE, selecionado por meio de chamada pública para a prestação do serviço de transporte aquaviário de veículos e passageiros na travessia.

Atuação preventiva

Ainda em comunicado divulgado nesta quarta (21), a agência afirmou que as discussões concentraram-se nas condições de navegação e nas necessidades de infraestrutura para manter o funcionamento das travessias durante a estiagem.

Entre as medidas avaliadas estão a possível dragagem do canal de navegação e as adequações nas rampas de acesso, intervenções que são de responsabilidade do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes).

Segundo o diretor-geral, Frederico Dias, a agência tem acompanhado os problemas que a seca tem trazido para as travessias e buscando antecipar as situações que possam comprometer a prestação dos serviços.

Un centro de datos de IA de USD 20.000 millones puso en la mira a un bosque centenario de castaños

21 October 2026 at 21:40
A 16 kilómetros, la empresa Starwood Digital Ventures construye otro bajo el nombre de Project Tamarack.   
(Composición Infobae: Difusión / Imagen Ilustrativa)

En el condado de Mason, en Virginia Occidental, un pequeño bosque de castaños americanos centenarios se convirtió en el centro de una disputa por el Monarch Compute Campus, un centro de datos de inteligencia artificial de casi 1.000 hectáreas que la empresa británica Nscale planea construir con una inversión de hasta USD 20.000 millones.

El castaño americano dominó durante siglos los bosques del este de Estados Unidos, con hasta 4.000 millones de ejemplares que alimentaban a osos negros y ciervos y daban madera resistente a la putrefacción. Una plaga llegada desde Asia a comienzos del siglo XX exterminó casi toda la especie en cuatro décadas.

El bosquecito en disputa, de poco más de media hectárea, fue plantado en la década de 1970 con semillas de algunos de los pocos ejemplares silvestres que sobrevivieron a la plaga, en los terrenos del antiguo vivero estatal Clements. Según la Fundación Americana del Castaño, esos árboles funcionan como una reserva genética clave para restaurar la especie en la región.

El castaño americano dominó durante siglos los bosques del este de Estados Unidos.

(Gemini)

Nscale todavía no es dueña del terreno: lo tiene bajo un acuerdo de compra con el estado, que sigue siendo el propietario legal. La empresa prevé instalar 1,35 gigavatios de capacidad de cómputo para inteligencia artificial en la primera etapa del proyecto, con entrega prevista para comienzos de 2028.

Entre sus clientes figura Anthropic, que firmó un contrato por unos USD 45.000 millones por seis años de capacidad de cómputo en el predio, según informaron Bloomberg y otros medios especializados en agosto. El plan de Nscale contempla expandir la capacidad del campus hasta ocho gigavatios en fases posteriores.

Una reubicación que un experto cuestiona

En las últimas semanas, publicaciones virales en redes sociales advirtieron que máquinas excavadoras arrasarían el bosquecito a partir del 1 de noviembre. Nscale negó esa versión. “Nunca hubo un plan para arrasar el vivero o talar los árboles”, afirmó la empresa, que aseguró que pagará los costos de preservarlos.

El 10 de octubre, el gobernador de Virginia Occidental, Patrick Morrisey, anunció que los árboles serán trasladados a otro sector del predio a fines de 2027, durante su período de latencia invernal y bajo supervisión de especialistas, como parte de un plan de preservación.

Un centro de datos de IA es una instalación especializada que alberga hardware potente, como GPU y memoria de alto rendimiento. 
 

 (Imagen Ilustrativa Infobae)

Amy Metheny, patóloga forestal de la Fundación Americana del Castaño en Virginia Occidental, cuestionó esa solución. “Es mi opinión profesional que si los árboles son trasladados, morirán en un plazo de entre dos y cinco años”, dijo a la cadena WCHS-TV.

La oficina del gobernador respondió que un estudio del Departamento de Agricultura estatal determinó que los árboles ya están muriendo en su ubicación actual y que una reubicación cuidadosa podría mejorar su salud, aunque reconoció que se perderán algunos ejemplares en el proceso.

Todos los árboles que quedan en pie ya están infectados con el hongo de la plaga, pero varios sobrevivieron 35 años pese a reinfecciones sucesivas, según Mark Double, expresidente del capítulo estatal de la fundación. Su capítulo cosechó semillas del vivero durante más de una década para sostener los programas de reproducción de ejemplares resistentes.

Una plaga llegada desde Asia a comienzos del siglo XX exterminó casi toda la especie en cuatro décadas.   

(Gemini)

Inundaciones y desconfianza vecinal

El conflicto por los árboles se suma a otro con los vecinos del predio. En septiembre, una tormenta provocó inundaciones en viviendas cercanas después de que cediera un tramo del cercado de la obra, lo que dejó correr agua y escombros hacia las propiedades linderas. El organismo ambiental estatal ordenó a Nscale reforzar de inmediato los controles contra la erosión.

La empresa ofrece además comprar las viviendas linderas al predio, aunque algunos vecinos se niegan a vender. “Voy a quedarme. Voy a pelear por cada uno de ellos”, dijo uno de los residentes a la cadena local WOWK 13.

Un conflicto que se repite en Estados Unidos

El proyecto de Nscale es uno de dos centros de datos planeados en la zona: a 16 kilómetros, la empresa Starwood Digital Ventures construye otro bajo el nombre de Project Tamarack, con la promesa de 1.000 puestos temporales y apenas 300 permanentes.

En las últimas semanas, publicaciones virales en redes sociales advirtieron que máquinas excavadoras arrasarían el bosquecito a partir del 1 de noviembre. 

(Imagen Ilustrativa Infobae)

Casos similares se repiten en otros estados, según reportó 404 Media: en Oklahoma, un agricultor fue arrestado este año en una audiencia pública por hablar más del tiempo permitido contra un proyecto de 103 hectáreas, y Microsoft se retiró de un campus de Nscale en Essex, Reino Unido, y canceló otro proyecto en Wisconsin tras protestas vecinales.

El 20 de octubre, la agencia ambiental de Virginia Occidental realizó una audiencia pública presencial sobre los permisos de calidad del aire del proyecto. Una segunda sesión, de forma virtual, está prevista para el 29 de octubre.

Electronic Arts cerrará BioWare y cancelará el próximo "Mass Effect" en un recorte de 400 empleos

21 October 2026 at 20:59
El anuncio es el primer movimiento de peso de Electronic Arts desde que se convirtió en una empresa privada en agosto.   

REUTERS/Dado Ruvic

Electronic Arts anunció el cierre de BioWare, el estudio detrás de Mass Effect y Dragon Age, y la cancelación del próximo juego de esa franquicia. La medida forma parte de un recorte de unos 400 empleos, el 3% de su plantilla global.

La decisión quedó plasmada en una carta interna enviada a los empleados y firmada por Cam Weber, presidente y director de estudios, y David Tinson, presidente y director de operaciones. Según una persona con conocimiento del plan citada por Bloomberg, unos 50 de los despidos corresponden a BioWare, cuya oficina en Edmonton, Canadá, cerrará por completo.

“BioWare es un estudio legendario que ayudó a definir el género de rol, y no tomamos esta decisión a la ligera”, escribieron Weber y Tinson en la carta, según reprodujo la revista Variety. Los ejecutivos explicaron que un pequeño equipo de BioWare trabajaba en las primeras etapas de un nuevo Mass Effect, y que la empresa decidió no continuar ese desarrollo.

El protagonista del juego Mass Effect 3, vistiendo la emblemática armadura con el distintivo N7 en el pecho. (Difusión)

BioWare confirmó el cierre en un comunicado publicado en su cuenta oficial de X. “Después de más de tres décadas de aventuras compartidas, BioWare está cerrando y el desarrollo temprano del próximo proyecto de Mass Effect está terminando”, escribió el estudio. “No hay nada fácil en escribir esas palabras”, agregó, y dijo que su prioridad es acompañar a los empleados afectados.

El primer gran recorte tras la venta a un fondo saudí

El anuncio es el primer movimiento de peso de Electronic Arts desde que se convirtió en una empresa privada en agosto, tras una compra apalancada de USD 55.000 millones encabezada por el fondo soberano de Arabia Saudita, con participación de Silver Lake y de Affinity Partners, el fondo de inversión de Jared Kushner, yerno del presidente estadounidense Donald Trump.

La operación dejó a Electronic Arts con una deuda de USD 18.000 millones. A principios de este año, la compañía ya había anticipado a sus inversores un plan para ahorrar hasta USD 700 millones, en parte mediante recortes en investigación y desarrollo.

Más de tres décadas de historia

BioWare fue fundado en 1995 por los médicos Ray Muzyka y Greg Zeschuk, junto con Augustine Yip, y Electronic Arts lo adquirió en 2007, junto con el estudio Pandemic Studios, por USD 775 millones. A lo largo de su historia produjo títulos reconocidos como Baldur’s Gate, Neverwinter Nights, Star Wars: Knights of the Old Republic, Dragon Age y Mass Effect.

BioWare confirmó el cierre en un comunicado publicado en su cuenta oficial de X. 

(X/BioWare)

El estudio venía de años difíciles. Su juego en línea Anthem, lanzado en 2019 con la promesa de sostenerse por más de una década, no cumplió las expectativas comerciales y fue discontinuado en 2025.

Su título más reciente, Dragon Age: The Veilguard (2024), reunió a alrededor de 1,5 millones de jugadores en sus primeros tres meses, una cifra muy por debajo de lo que la compañía esperaba.

Qué sigue en Electronic Arts

La reestructuración también alcanza a otros proyectos. Electronic Arts canceló un juego de la franquicia The Sims conocido internamente como “Project Lotus” para enfocar recursos en otro desarrollo, llamado “Project Evergreen”, y redujo el equipo que trabaja en el videojuego de skate skate., aunque ese proyecto continuará.

Electronic Arts es una empresa de videojuegos, fundada en 1982, dedicada al desarrollo, edición y distribución de entretenimiento digital interactivo a nivel mundial.

Los estudios Respawn Entertainment y DICE, responsables de Apex Legends y Battlefield, se unirán para desarrollar un nuevo proyecto que, según fuentes consultadas por Variety, sería Star Wars: Battlefront 3. La compañía también confirmó que seguirá invirtiendo en su franquicia deportiva EA Sports, con el regreso de Fight Night y un nuevo juego de fútbol americano con enfoque social llamado “Project Gridiron”.

En la carta a los empleados, Weber y Tinson remarcaron que la compañía concentrará talento e inversión en los proyectos que considera de mayor oportunidad para los jugadores y de crecimiento a largo plazo.

Electronic Arts indicó que buscará ayudar a parte del personal despedido a encontrar otros puestos dentro de la empresa, aunque no precisó cuántos de los 400 trabajadores afectados podrían reubicarse ni estableció un plazo para completar la transición.

Primeiro leilão de gás da União tem 36 empresas habilitadas

21 October 2026 at 18:49

O primeiro leilão de gás da União, realizado pela PPSA (Pré-Sal Petróleo), que ocorrerá nesta quinta-feira (22), terá com 36 proponentes habilitados para disputar os 110 lotes de gás natural que serão ofertados ao mercado.

O certame está marcada para às 9h e será feito em formato on-line, por meio da plataforma eletrônica da CCEE (Câmara de Comercialização de Energia Elétrica).

Ao todo, cinco setores da indústria de base poderão participar.

Serão ofertados 1,1 milhão de metros cúbicos por dia de gás natural da União, com fornecimento previsto entre março e dezembro de 2027.

O leilão, que oferecerá diretamente aos consumidores o gás natural processado pertencente à União, busca ampliar o número de agentes no mercado de gás, promovendo uma maior liquidez, e contribuir para a competitividade da indústria brasileira.

Dinâmica do certame

O leilão ocorrerá em cinco etapas sequenciais, cada uma destinada a um segmento da indústria.

Ao final de cada etapa do leilão, a CCEE divulgará os resultados da rodada, incluindo os vencedores e o preço médio do gás natural comercializado.

A primeira terá início às 9h, com a oferta total de 100 mil m³/dia (10 lotes) para o setor vidreiro. Na sequência, às 9h50, será a vez do setor ceramista, com 200 mil m³/dia (20 lotes).

Às 10h40, começará a etapa destinada aos setores siderúrgico, metalúrgico e de mineração, com 320 mil m³/dia (32 lotes).

Já o segmento químico e petroquímico participará a partir das 11h30, com oferta de 350 mil m³/dia (35 lotes).

O último bloco deve ocorrer às 12h20, e será dedicada ao setor de fertilizantes nitrogenados, com 130 mil m³/dia (13 lotes).

Cada lote corresponderá a 10 mil metros cúbicos de gás natural por dia. Os compradores participarão virtualmente da etapa referente ao seu segmento e poderão adquirir, inicialmente, de um a 16 lotes, respeitando o limite de consumo de sua indústria previamente declarado na fase de habilitação.

As empresas deverão apresentar suas propostas indicando a quantidade de lotes desejada e o prêmio oferecido. Após a abertura das propostas iniciais, terá início a etapa dinâmica, na qual os participantes poderão apresentar novos lances, aumentando o prêmio. Serão vencedoras as propostas que oferecerem os maiores prêmios ao governo.

Caso haja lotes remanescentes ao final das cinco etapas, será realizada uma última rodada, prevista para começar às 13h10.

Nesta fase, todas as empresas habilitadas poderão disputar os volumes disponíveis, independentemente do segmento industrial, sem limite máximo de lotes por participante, desde que seja respeitada sua capacidade de consumo declarada.

What Putin Gains From Releasing an American Prisoner

After Russia released an American prisoner, President Trump’s special envoy praised President Vladimir V. Putin as “a humanitarian.” Our White House and national security correspondent, David E. Sanger, describes how the release comes amid Mr. Trump’s broader shift toward Russia and away from Ukraine.

Éder Militão retorna ao Real Madrid após 180 dias afastado por lesão grave

21 October 2026 at 17:03

O zagueiro do Real Madrid e Seleção Brasileira Éder Militão voltou a disputar jogos pelo seu time após superar mais uma lesão grave em sua carreira. O atleta entrou nos minutos finais no confronto contra o Sevilla onde o Real goleou por 4 a 1, no Santiago Bernabéu.

O camisa 3 fez uma publicação em suas redes sociais, ainda sobre o efeito da emoção de sua reinserção nos gramados.

Segundo Éder, os três pilares que teve para superar essa fase foram: a fé, a família e Jaime Salón, fisioterapeuta que o acompanhou. Seu trabalho foi prestigiado pelo técnico José Mourinho, que abraçou o brasileiro antes de entrar em campo.

“Muito obrigado a todos por esta noite tão especial. Voltar depois de tanto tempo e receber esse carinho da nossa torcida foi inesquecível. Graças a Deus, à minha família, à minha esposa e a toda a equipe por esta grande vitória. E, acima de tudo, obrigado a vocês, madridistas, por estarem sempre presentes. Vocês são incríveis!”, declarou Militão.

A lesão sofrida pelo atleta foi a ruptura no tendão proximal do bíceps femoral da perna esquerda no duelo contra o Alavés em abril, que o afastou do campo por 180 dias. Anteriormente, o jogador passou por duas rupturas de LCA (Ligamento Cruzado Anterior).

Éder Militão se lesiona em jogo do Real Madrid
Éder Militão se lesiona em jogo do Real Madrid • Foto: Susana Vera/ Reuters

Seu retorno pode ser a melhor notícia para o elenco Merengue, a expectativa é que ele também eleve a força defensiva, e podendo competir por posição com seus concorrentes Huijsen, Rüdiger e Konaté.

Desafio na Recuperção

Para Mourinho a maior dificuldade foi controlar a ansiedade do atleta. Há aproximadamente duas semanas Militão já estava apto para retornar, porém seu histórico fez com que o time tivesse cautela.

“Ele é muito bom. Está treinando com o grupo apenas três semanas depois de ter passado tanto tempo afastado. Ainda falta muito, mas, nos treinamentos, é possível perceber o potencial que ele tem. É um jogador muito importante para o grupo. Precisamos esperar um pouco e dar a ele essas pequenas oportunidades para que recupere a confiança”, disse Mourinho após vitória do Real.

O próximo compromisso da equipe de Madri e oportunidade para Éder, será nesta quarta-feira (21) pela 3ª rodada da Champions League. Os Merengues enfrentam o RB Leipzig, no Santiago Bernabéu, às 16h (de Brasília).

Mourinho toma decisão sobre o futuro de Endrick no Real Madrid

 

Governo ainda avalia nova vaga de saídas voluntárias na RTP

21 October 2026 at 15:05

O Governo está ainda a avaliar a nova fase de saídas voluntárias propostas pela administração da RTP, que implica uma despesa de cerca de 12 milhões de euros, afirmou esta quarta-feira o ministro da presidência, António Leitão Amaro.

“Estamos a avaliar as condições da nova fase proposta pela administração da RTP“, disse o governante numa audição regimental na Comissão de Cultura, Comunicação, Juventude e Desporto. A despesa é adicional ao aumento de capital de 20 milhões de euros, que, segundo o ministro, “não incluem nenhuma verba para plano de saídas voluntárias” e se destina na totalidade ao plano de investimento. O Orçamento do Estado para 2027 já prevê uma despesa excecional de 12,5 milhões de euros para o plano de reorganização e modernização da RTP.

O prejuízo de 11 milhões de euros previsto para a RTP este ano existirá apenas caso a empresa execute ainda em 2026 o plano de saídas voluntárias, explicou Leitão Amaro. “Se esse plano for só executado em 2027, já não existirá”, afirmou, explicando que, por ser financiada com o aporte de capital do Estado, a despesa “gera contabilisticamente um prejuízo”

Dos 20 milhões, 12 já foram injetados. Os restantes oito aguardam o fim do prazo de resposta da Comissão Europeia, a quem o Governo comunicou a operação ao abrigo das regras dos auxílios de Estado, e serão transferidos “dentro deste ano”.

A reestruturação da RTP

A RTP “precisa, em nossa opinião, de uma reestruturação”, que significa “ajuste de custos e ponderação da sua capacidade de geração de receita”, defendeu Leitão Amaro. Essa reestruturação não deve exigir mais esforço aos contribuintes “para pagar despesa corrente, isto é, não passa por um aumento da CAV”, a Contribuição para o Audiovisual.

“Isto significa que a RTP está amarrada? Não pode crescer? Não se pode transformar? Não”, argumentou. Para o ministro, a empresa “pode e deve rever os seus custos”, o que significa “ser mais eficiente em algumas coisas e ponderar outras que faz e que pode não fazer”.

António Leitão Amaro considerou que a RTP pode gerar outras receitas se for “ambiciosa e inovadora”, mas “não tem feito o suficiente, tal como não tem feito o suficiente na sua revisão da sua estrutura de custos”. Admitiu, ainda assim, que “para certos investimentos de efetiva transformação digital em tecnologia, pode haver abertura para injeções pontuais do Orçamento do Estado”.

Questionado pela Iniciativa Liberal sobre a revisão das regras da publicidade, o ministro afirmou que “a grande linha é liberalizar” a lei da publicidade e o Código da Comunicação Social. O objetivo é “criar mais espaço para a liberdade de imprensa, liberdade de gerir os órgãos de comunicação social e gerir a sua obtenção de sustentabilidade”.

O ministro afastou a ideia de retirar a RTP do mercado publicitário. Questionado pelo PS, disse que o diálogo com o setor não lhe parece apontar para “um caminho de necessidade de excluir a RTP do mercado de publicidade”. “Foi uma aprendizagem. Ouvimos”, reconheceu.

Também não pensa necessariamente em mais minutos de anúncios, mas em subir o valor de cada um, com tecnologia que permita dirigir a publicidade, referindo-se ao exemplo da plataforma Playce — que acabou suspensa devido a uma decisão da Autoridade da Concorrência. A publicidade na televisão generalista vale cerca de 2 euros por unidade, enquanto a personalizada na internet ronda os 12 a 20 euros, comparou. “Há uma possibilidade, sem aumentar o número de minutos, de aumentar muito o resultado”, sustentou, acrescentando que há “um grande trabalho a fazer” na “variante de preço”.

Lusa: “Nunca disse para contratar o jornalista A ou B”

Sobre a polémica das cláusulas comerciais nos contratos dos delegados internacionais da Lusa, referiu: “Se há uma redação de algum documento que parece confiar responsabilidades de angariação de publicidade ou de marketing, essas formulações não são conformes com a lei e têm de ser alteradas“, afirmou. Disse ter sabido das cláusulas apenas quando a situação foi denunciada e não ter dado qualquer instrução.

O ministro garantiu também que não sabia previamente da contratação para a delegação de Bruxelas: “Não intervenho”. “Não digo nem nunca disse à Lusa ou à RTP para contratar o jornalista A ou B. Zero. Nunca”, sublinhou. No seu entendimento da Lei de Imprensa, o poder de contratar jornalistas cabe ao Conselho de Administração, e à Direção de Informação cabe a designação das chefias e o parecer sobre as contratações.

“Não tenho nada a ver com o processo de saída por acordo”, afirmou já sobre a saída da diretora de informação, Luísa Meireles. O Governo não deu qualquer orientação nesse sentido, garantiu, remetendo as questões para os intervenientes, que são ouvidos na quinta-feira na mesma comissão.

“A saída foi feita por acordo. Admito que cada uma das partes tenha uma visão diferente sobre a forma interpessoal como interagiram”, disse. “Se acho que este processo representa um ultrapassar de poderes? Creio que não, porque houve um acordo” acrescentou, garantindo que o Governo não se envolveu no processo.

Sobre a denúncia do Acordo de Empresa (AE), esclareceu que os aumentos salariais de 2026 na Lusa, decorrentes do regime normal de aumentos, “estão garantidos e não estão condicionados a nada desta negociação” .A denúncia do Acordo de Empresa (AE) “não foi uma decisão do Governo”, disse, e cabe à administração, tal como a gestão dos recursos humanos.

O Plano de Atividades e Orçamento (PAO) de 2026 está “aprovado e comunicado à Lusa” , garantiu ainda. O PS afirmou, porém, que a administração da agência lhe tinha transmitido há uma semana que o plano não estava aprovado.

Leitão Amaro discorda da ERC quanto aos estatutos da agência. “Discordo da interpretação que possa ser feita de que há alguma desconformidade” com o Regulamento Europeu da Liberdade dos Meios de Comunicação Social (EMFA), afirmou. “Não quero entrar em polémica com a ERC”, acrescentou, abstendo-se, por respeito institucional, de comentar “a qualidade técnica e jurídica do documento”. A Comissão Europeia pediu ao Governo que se pronunciasse sobre as queixas recebidas e, depois de explicadas as alterações, “não houve uma decisão em sentido contrário”, disse.

Com o debate parlamentar concluído, depois de na semana passada terem sido chumbadas as propostas de alteração aos estatutos, “é muito importante que as regras atuais possam ser testadas, o Conselho Consultivo completado”, defendeu. Ainda faltam os três membros a designar pela Assembleia da República.

O ministro comprometeu-se a promover, “nas próximas semanas”, a avaliação independente aos estatutos recomendada pelo parlamento, que espera que coincida com uma avaliação do Conselho Consultivo. Se essa avaliação recomendar ajustamentos “e concordarmos com eles”, poderá haver alterações, eventualmente “em diálogo parlamentar” “Acho que o final de um ano de experiência destes estatutos é um bom momento para fazer uma avaliação e eventualmente introduzir ajustamentos”, disse.

Imprensa regional: “Queriam mesmo matar aquilo”

O ministro voltou a lamentar que o parlamento tenha retirado a condição de eficácia à publicação obrigatória das deliberações autárquicas na imprensa regional e local. “Tirar a condição de eficácia é matar o essencial da força deste mecanismo”, afirmou.

Admitiu que poderá ter sido “algum lapso de última hora”.”Sinceramente acho que o que aconteceu foi como aquilo foi debatido numa comissão onde não estão os especialistas em comunicação social. A medida saiu sem essa sensibilidade”, disse, pedindo ao parlamento que revisite a decisão, “este ano, desejavelmente”.

Durante a audiência parlamentar, o PS respondeu que “um simples atraso na publicação não pode deitar abaixo um concurso, um apoio social ou uma obra” e que “o que o PS não aceitou foi uma consequência automática e desproporcionada de um simples atraso”. Lembrou ainda que a Associação Nacional de Municípios Portugueses alertou por escrito para esse risco.

Na resposta final, Leitão Amaro foi mais pessimista: “Saio daqui convencido que da parte daqueles que mataram esta parte importante da lei, eles queriam mesmo matar aquilo. E é pena”. Ainda assim, disse sair “com um bocadinho de esperança de que possamos vir ressuscitar isto”.

Sobre o apoio à reconstrução das rádios afetadas pelo comboio de tempestades no início do ano, António Leitão Amaro apontou que o Governo está a tentar “alguma reafetação da verba” depois de as candidaturas mais do que duplicarem a estimativa inicial de uma despesa à volta dos 500 mil euros.

Visão, AgoraEU e Comissão da Carteira

O Governo está a estudar as possibilidades do Código da Insolvência no caso da revista Visão, ameaçada pelo processo de insolvência da Trust in News. “O poder está no juiz e não nos credores”, disse o ministro, citando os próprios jornalistas da Visão, e referiu que vai “perceber se há alguma esfera de intervenção possível da administração pública”.

Leitão Amaro disse não desejar o corte de 30% proposto para o programa europeu AgoraEU, que inclui apoio ao jornalismo, mas admitiu que Portugal tem outras prioridades na negociação: “Prefiro lutar pela dotação para as regiões ultraperiféricas que chegam à Madeira e aos Açores”. Referiu também a coesão, a competitividade e a agricultura.

Já sobre o financiamento da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista, inscrito na proposta de Orçamento do Estado, “tem de estar preto no branco numa lei da Assembleia da República e não dependente de uma negociação anual”, defendeu o ministro, estando em discussões com a entidade para apresentar no parlamento ainda este ano uma uma proposta legislativa de reforço da autorregulação profissional.

Sobre as suas declarações em janeiro, afirma ter chegado à conclusão que retirar parte da CAV à RTP para esse fim “criava mais tensão do que resolução”. A possibilidade da extinção dos emolumentos pagos pelos jornalistas ainda não foi discutida com a Comissão da Carteira, sendo que “a proposta da própria CCPJ não a prevê”.

Questionado pelo Chega, esclareceu que os 1,8 milhões de euros previstos para o modelo de inteligência artificial Amália correspondem a “despesas de funcionamento, de treino e de alargamento das capacidades” O valor a pagar aos órgãos de comunicação social pelo acesso a conteúdos vai depender da negociação: “Não posso estar a prever valores finais quando eles vão ser objeto de discussão”.

Leitão Amaro admitiu ainda que a literacia mediática “é uma coisa importante”, mas que “não tem sido, confesso-lhe, a maior das prioridades”, quando questionado sobre a execução do plano aprovado no ano passado.

Futura: Flávio tem 51,1% dos votos válidos no 2º turno; Lula, 48,9%

21 October 2026 at 14:57

Pesquisa Futura/100% Cidades, divulgada nesta quarta-feira (21), aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 51,1% das intenções de voto em uma simulação do segundo turno à Presidência, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pontua 48,9% nesta rodada.

O cenário considera somente os votos válidos, ou seja, descartados brancos e nulos. O resultado configura um empate técnico na margem de erro, que é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Na rodada anterior do levantamento, divulgada na última segunda-feira (19), Flávio tinha 50,4%, ante 49,6% de Lula, variações que ocorrem dentro da margem.

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Resultado do primeiro turno das Eleições 2026

Com 100% das urnas apuradas, Flávio teve 47,03%, com 56,1 milhões de votos. Lula chegou a 45,16%, com 53,8 milhões. O resultado mostra que os candidatos disputarão o segundo turno da eleição de 2026, marcado para o dia 25 de outubro.

Com pouco menos de dois pontos percentuais de diferença, a margem de votos observada entre Flávio Bolsonaro e Lula foi a menor desde a redemocratização.

Metodologia

A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 19 e 20 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos próprios e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-06614/2026.

Confira a íntegra do levantamento abaixo

Quaest: Flávio é rejeitado por 52% dos eleitores; Lula, por 47%

21 October 2026 at 14:25

Pesquisa Quaest divulgada nesta quarta-feira (21) aponta que o senador Flávio Bolsonaro (PL) é rejeitado por 52% dos eleitores, enquanto 47% dizem não votar no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de jeito nenhum.

Os dois candidatos disputam no próximo dia 25 o segundo turno à Presidência da República.

Em comparação com o último levantamento, divulgado na semana passada, a rejeição a Lula caiu de 53% para 47%, oscilação fora da margem de erro de dois pontos percentuais. Já a de Flávio caiu dois pontos, de 54% para 52%, variação dentro da margem.

Metodologia

Foram ouvidas 2.154 pessoas de 16 anos ou mais, entre os dias 17 e 20 de outubro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.

O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal O Globo e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-08535/2026.

Eleições 2026: veja as principais datas do ano eleitoral

 

Azul anuncia aumento de capital de R$ 512 milhões

21 October 2026 at 13:57

A Azul anunciou um aumento de capital de R$ 512,8 milhões após a American Airlines concluir um investimento e exercer a totalidade dos bônus de subscrição das ações ordinárias que detinha da aérea brasileira. 

O anúncio foi feito na noite desta terça (20) em fato relevante divulgado pela companhia.

Segundo a Azul, a companhia emitiu 31,8 milhões de ações para a American. Ao todo, após a operação a aérea ficou com 400,83 milhões de papéis em circulação.

Diante do exercício dos Bônus de Subscrição da American, o CEO da Azul, John Rodgerson, renunciou aos cargos como membro efetivo do Conselho de Administração e do Comitê Estratégico da companhia.

Jeff Ogar, executivo da American Airlines e atual chefe de parcerias, assumiu as funções. 

Como mostrou a CNN, no começo do mês o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou a aquisição pela American de uma participação minoritária de aproximadamente 8% no capital social da Azul, mediante uma celebração de um ACC (Acordo em Controle de Concentrações).

A operação envolveu investimentos de US$ 100 milhões e se dá após a reestruturação financeira da companhia brasileira sob o Chapter 11, processo de recuperação nos Estados Unidos.

MPSP pede indenização de R$ 100 mil a Eduarda Campopiano por ataque a Erika

21 October 2026 at 12:50

O MPSP (Ministério Público de São Paulo) entrou, na última terça-feira (20), com uma Ação Civil Pública contra a deputada estadual eleita Eduarda Campopiano (PL), após uma publicação em que se referia à deputada federal Erika Hilton (PSOL) como “homem biológico”.

A ação, movida pela Promotoria de Justiça de Direitos Humanos da Capital, condena que a parlamentar do PL pague indenização de R$ 100 mil por danos morais coletivos e sociais, publique uma retratação pública e faça um curso sobre inclusão social e combate à discriminação. O documento ainda determina que a rede social X, onde Campopiano fez a declaração, seja oficiada a manter os registros da publicação para “fins de comprovação do ilícito”.

O Ministério Público sustenta que a imunidade da parlamentar, que exerce o cargo de vereadora em Praia Grande (SP), não pode ser utilizada para proteger ataques pessoais e discriminatórios sem relação com o exercício do mandato. O órgão também enquadra a conduta no contexto da violência política de gênero e afirma que a ofensa ultrapassou a esfera individual de Erika Hilton, atingindo coletivamente as mulheres trans.

O documento destaca que “o discurso que foi trazido pela ré caracteriza verdadeiro discurso de intolerância, ódio e menosprezo, que cria mais preconceitos e ressalta estereótipos”.

No início deste mês, a deputada estadual eleita Sofia Favero (PSOL) havia denunciado o ocorrido ao MPSP, que acatou a representação. A motivação da denúncia foi uma publicação nas redes sociais na qual Campopiano chamava a deputada federal de “homem biológico”. No post, a deputada eleita do PL pergunta diretamente à Erika “como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo?”.

Oi @ErikakHilton Como é saber que um homem biológico nunca vai ocupar o espaço da mulher mais votada de São Paulo? Rs

— Eduarda Campopiano (@DudaCampopiano) October 5, 2026

O contexto da fala é o resultado das eleições do último domingo (4). Campopiano foi a deputada mais votada ao legislativo estadual recebendo 1.956.238 votos, enquanto Erika foi reeleita à Câmara dos Deputados com 1.596.472, ficando na segunda colocação atrás de Lucas Pavanato (PL) que teve 3.038.438.

A ação movida por Favero e acatada pelo MP sustenta que o episódio representou uma negação pública da identidade de gênero da deputada federal.

Procurada, a deputada Erika Hilton não quis se manifestar sobre o ocorrido. A CNN tenta contato com Eduarda Campopiano. O espaço segue aberto.

 

Quando vale a pena investir em consórcio? Entenda como funciona

21 October 2026 at 09:30

O consórcio é uma modalidade cada vez mais presente nas decisões financeiras dos brasileiros. Regulada pelo Banco Central e com mais de 11 milhões de cotas ativas no país, essa forma de aquisição coletiva permite que consumidores planejem compras importantes sem a cobrança de juros, mas com regras específicas de participação e contemplação.

Segundo Roberto Roque, Head de Produtos do Inter Seguros, o consórcio deve ser visto como uma ferramenta de planejamento que pode atender diferentes perfis e objetivos financeiros, dependendo da estratégia e do horizonte de cada pessoa.

Entenda o que é um consórcio e o seu funcionamento

O consórcio opera como um grupo de pessoas com o mesmo objetivo de compra, que contribuem mensalmente para um fundo comum, utilizado para contemplar participantes ao longo do tempo, por meio de sorteios ou lances. Não há cobrança de juros sobre o valor do crédito, apenas taxas administrativas e outros custos previstos em contrato. Não há cobrança de juros sobre o valor do crédito, apenas taxas administrativas e outros custos previstos em contrato. As principais características do consórcio:

  • Formação de um grupo com objetivo comum de compra
  • Pagamento mensal de parcelas que compõem o fundo coletivo
  • Contemplação por sorteio ou lance
  • Entrega da carta de crédito para aquisição do bem ou serviço
  • Continuidade do grupo até a contemplação de todos os participantes

Consórcio serve para um público específico?

O consórcio não está restrito a uma faixa de renda específica. Ele pode ser utilizado tanto por pessoas físicas quanto por empresas, dependendo do objetivo financeiro. Roberto Roque observa que “o fator determinante não é a renda, mas sim o propósito da compra, a disciplina para manter os pagamentos e o planejamento para contemplação”. Os perfis e usos mais comuns são:

  • Pessoas que buscam planejamento de compra no médio e longo prazo
  • Famílias que desejam adquirir imóveis ou veículos de forma programada
  • Empresas que utilizam o consórcio para organizar fluxo de caixa e aquisição de ativos
  • Consumidores que preferem evitar juros de financiamentos tradicionais

Quando o consórcio pode ser mais vantajoso do que o financiamento

Consórcio e financiamento são modalidades complementares, sendo que a escolha entre elas depende principalmente da urgência e da estratégia financeira do consumidor. No consórcio, não há cobrança de juros sobre o valor do crédito, o que pode torná-lo mais atrativo para quem pode esperar. Já o financiamento libera o crédito imediatamente, sendo mais indicado para quem precisa do bem de forma imediata.

O que considera antes de contratar um consórcio?

  1. Objetivo da compra
  2. Prazo desejado para aquisição
  3. Orçamento disponível

Em alguns casos, o consórcio também pode ser usado de forma mais imediata, desde que haja planejamento para oferta de lance, o que pode antecipar a contemplação.

Saiba quando o consórcio é mais indicado

O consórcio pode ser aplicado a diferentes tipos de metas financeiras, desde bens de alto valor até serviços específicos. Historicamente associado a veículos, hoje ele se expandiu para diversas finalidades que incluem:

Veículos

  • Compra de carros e motos
  • Renovação de frota
  • Mobilidade planejada

Imóveis

  • Aquisição de imóveis residenciais e comerciais
  • Construção ou reforma
  • Formação de patrimônio de longo prazo

Serviços

  • Viagens
  • Educação e cursos
  • Reformas e projetos pessoais

Dicas e cuidados para quem aderir a um consórcio

Antes de contratar o serviço, é fundamental compreender as regras do sistema e avaliar se ele se encaixa no orçamento e no planejamento pessoal. Os principais pontos são:

  1. Entenda que a contemplação não é imediata nem garantida
  2. Leia atentamente o contrato, incluindo taxas e regras de cancelamento
  3. Avalie a taxa de administração e o fundo de reserva
  4. Considere a evolução das parcelas ao longo do tempo
  5. Garanta que o valor cabe no orçamento mensal

Como funciona a contemplação no consórcio

A contemplação ocorre quando o participante recebe a carta de crédito, podendo acontecer por sorteio ou lance. No caso do lance, os participantes competem oferecendo valores adicionais, e os maiores lances têm prioridade.

Estratégias que podem ajudar a aumentar as chances de contemplação:

  • Manter as parcelas em dia
  • Acompanhar a média de lances do grupo
  • Planejar reserva financeira para ofertar lances
  • Avaliar uso de lance embutido ou Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) quando é permitido

Com juros altos, o consórcio é uma alternativa interessante de planejamento, especialmente para quem não tem pressa para adquirir o bem. Por outro lado, o financiamento segue sendo importante para quem precisa do bem de forma imediata.

FAQ – Perguntas frequentes sobre consórcio

Consórcio tem juros?

Não. O consórcio não cobra juros, apenas taxa de administração, fundo de reserva e eventuais seguros.

Posso ser contemplado logo no início?

Não há garantia. A contemplação depende de sorteio ou lance ao longo do grupo.

Posso usar consórcio para qualquer tipo de compra?

Ele pode ser usado para veículos, imóveis, serviços, viagens, reformas e outros objetivos previstos no contrato.

O que acontece se eu desistir do consórcio?

O cancelamento segue regras contratuais e pode envolver restituição parcial dos valores pagos, geralmente por sorteio de cotas excluídas.

Consórcio ou financiamento: qual escolher?

Depende da urgência. O consórcio é mais indicado para planejamento; o financiamento, para aquisição imediata.

From strife-torn France to the UK, rightwing populists win when they stir chaos while promising order | Rafael Behr

21 October 2026 at 06:00

Marine Le Pen and Donald Trump are arsonists who play at being firefighters. Nigel Farage is finding that act harder to pull off in Andy Burnham’s Britain

An election where one side represents chaos will nearly always be won by the party that promises order instead. Public fatigue after years of turbulent Tory rule accounted for Labour’s 2024 landslide victory more than any policy in Keir Starmer’s manifesto. Across the Channel, Marine Le Pen, leader of the far-right National Rally (RN), is currently on course to win next year’s presidential poll with a pledge of “restored authority and security” for a country that has spent years cycling between enervating stasis and explosive crisis.

Le Pen has been boosted in recent days by scenes of city centres ablaze and shops being looted as student demonstrations mutated into riots. Street confrontation is a more standard feature of the political repertoire in France than in most settled democracies, but the destruction was disturbing by any measure.

Rafael Behr is a Guardian columnist

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© Composite: Guardian Design/Getty Images

© Composite: Guardian Design/Getty Images

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Uncharted: The Nathan Drake Collection ya se puede jugar en PC a 120 FPS

21 October 2026 at 04:21
(YouTube Stargames Benchmarks)

Uncharted: The Nathan Drake Collection ya puede ejecutarse de forma nativa en Windows gracias a un trabajo de ingeniería inversa asistido por inteligencia artificial. Los tres títulos que componen la recopilación (Uncharted: El tesoro de Drake, Uncharted 2: El reino de los ladrones y Uncharted 3: La traición de Drake) dejan así de estar limitados a las plataformas de Sony y llegan a ordenador con un rendimiento que alcanza los 120 FPS.

El responsable del proyecto es el desarrollador conocido como SuperMedo, la misma persona detrás de un port similar para Bloodborne. El avance resulta posible porque el hardware de las consolas no deja de ser, en esencia, hardware de PC encerrado en un ecosistema cerrado, una barrera que la inteligencia artificial ha ayudado a simplificar a la hora de portar títulos exclusivos de PlayStation.

Cómo funciona el port de Uncharted a PC

El sistema parte del código x86-64 original de los juegos de PS4, que se ejecuta de manera directa sobre la CPU del ordenador. Sobre esa base se añade una capa de compatibilidad que sustituye las funciones propias de la consola, de modo que el sistema operativo de Windows pueda interpretar correctamente las llamadas que originalmente estaban pensadas para PlayStation 4.

(YouTube Stargames Benchmarks)

La parte gráfica se resuelve mediante un renderer basado en el emulador shadPS4, que traduce ese apartado visual a la API Vulkan. Este esquema es el mismo que ya se había utilizado en el port de Bloodborne, lo que confirma que la metodología empleada por SuperMedo puede extenderse a otros exclusivos de la plataforma.

No se trata de una emulación tradicional, sino de una ejecución prácticamente nativa del código original, con una capa intermedia que resuelve las diferencias de arquitectura entre consola y ordenador. Es ese punto el que explica por qué los resultados de rendimiento son tan superiores a los de un emulador convencional.

Rendimiento a 120 FPS y compatibilidad con DLSS y FSR

El launcher reúne los tres juegos de la colección y permite configurarlos para funcionar a 60 o 120 FPS, con la posibilidad de superar ese límite de forma experimental, aunque esta última opción puede generar problemas en el funcionamiento interno de los títulos.

(YouTube Stargames Benchmarks)

El port incorpora, además, un conjunto de opciones gráficas propias de una edición pensada específicamente para PC. Entre ellas figura el soporte para NVIDIA DLSS y DLAA, AMD FSR 3.1 y FSR 4, así como generación de fotogramas mediante AMD FSR 3 Frame Generation y NVIDIA DLSS Frame Generation. Los usuarios de tarjetas GeForce RTX 50 pueden recurrir también a Multi Frame Generation.

A nivel de controles, la recopilación admite teclado y ratón, compatibilidad con mandos y la posibilidad de reasignar por completo los controles, lo que incluye el manejo de la cámara mediante ratón en Uncharted 3.

Las primeras pruebas de rendimiento respaldan estas cifras. Una configuración con un procesador AMD Ryzen 5 7500F y una tarjeta NVIDIA GeForce RTX 4070 SUPER logró mover los juegos a aproximadamente 120 FPS en resolución 1440p nativa.

Otros usuarios reportaron haber completado Uncharted: Drake’s Fortune con una GeForce RTX 4060, con cifras de entre 100 y 120 FPS en 1080p con DLAA activado, aunque en las secuencias más exigentes el rendimiento podía descender hasta los 80 FPS.

(YouTube Stargames Benchmarks)

Errores y problemas en esta fase temprana de desarrollo

El proyecto sigue en fase de desarrollo y presenta fallos propios de una versión sin pulir. Se han reportado cierres inesperados durante las partidas, y en un caso concreto un jugador informó de una partida guardada corrupta durante el capítulo 11 del primer Uncharted.

Uncharted 3, por su parte, puede mostrar de forma ocasional artefactos gráficos en determinados personajes. Son incidencias que, de todos modos, resultan menores si se considera que el port todavía no ha recibido ningún parche oficial que corrija estos comportamientos.

El ritmo de actualizaciones, sin embargo, es constante. La versión 0.3.6 ya solucionó varios errores gráficos y un bloqueo asociado a la secuencia del accidente de tren en Uncharted 2. Actualizaciones previas habían corregido, a su vez, problemas de texturas, fallos de renderizado y distintos cierres de los juegos.

(YouTube Stargames Benchmarks)

Un segundo proyecto alternativo y cómo conseguir los juegos

Paralelamente al trabajo de SuperMedo existe otro port desarrollado por BilalReloaded, que ofrece resoluciones superiores, soporte para formato ultrapanorámico y otras funciones adicionales pensadas para PC. Este segundo proyecto también se encuentra en fase beta.

Como ocurre con el resto de ports de este tipo, ninguno de los dos incluye archivos del juego. Esto implica que cada usuario deberá volcar su propia copia legítima de Uncharted: The Nathan Drake Collection de PlayStation 4 para poder utilizarla en PC a través de estos sistemas.

Parrott, el emblema de Irlanda que ha caído de pie en el Betis

21 October 2026 at 04:30

El gran inicio de temporada del Betis se ha visto alterado por dos factores. El primero, la derrota ante el Barcelona. El segundo, la lesión del Cucho Hernández en el choque frente a los catalanes. El colombiano estará un mes de baja. Es el momento de Troy Parrott, el delantero irlandés del conjunto bético que ha combinado titularidades con el Cucho. Parrott será titular ante el Feyenoord (21:00, Movistar LC). El Betis ha ganado sus dos primeros partidos de la fase de liga de esta Champions (Lille y Oporto). Si gana al líder de Países Bajos, tendrá muy encaminada su clasificación para la siguiente fase.

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© Jose Breton (AP Photo/Jose Breton)

Parrott intenta marcharse de Kiwior, central del Oporto, en el pasado encuentro de la Liga de Campeones del Betis.

Itamaraty acusa Milei de tentar interferir na eleição brasileira

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O Palácio Itamaraty emitiu nota de repúdio, nesta terça-feira (20), em relação às novas ofensas do presidente da Argentina, Javier Milei, contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e por ter insinuado fraude nas eleições.

O líder do país vizinho usou suas redes sociais para atacar o presidente brasileiro e candidato à reeleição e chegou a insinuar fraude nas eleições, cujo segundo turno será disputado no próximo domingo (25). Milei é aliado declarado da família Bolsonaro.

Notícias relacionadas:

"As ofensas de hoje do Presidente da República Argentina ao Brasil, desta vez dirigidas ao Poder Judiciário e ao sistema de voto eletrônico, constituem nova e inaceitável tentativa de ingerência externa no processo democrático brasileiro", afirmou a pasta das Relações Exteriores.

Em uma postagem na rede social X, Milei compartilhou um trecho da entrevista de Lula ao SBT, concedida na noite de ontem, e escreveu em seguida que espera que "o último truque de campanha suja não inclua roubar a eleição".

Milei ainda compartilhou outro post, desta vez com trecho do debate entre Lula e Flávio Bolsonaro, realizado no último domingo (18), em que chama Lula de "autoritário adorado pelos progressistas locais"

Na nota de repúdio, o Itamaraty aponta que Milei "reitera mentiras difundidas por aqueles que perderam as eleições e protagonizaram o golpe militar fracassado, há quatro anos". "Essa antidemocrática manifestação é inaceitável, desequilibrada, e não condiz com a postura que deve ter o chefe de Estado de um país amigo".

Ainda na nota, o Itamaraty reafirmou que "o sistema brasileiro de voto eletrônico é comprovadamente seguro, nunca registrou irregularidades e observadores eleitorais do mundo inteiro já ratificaram essa realidade no primeiro turno das eleições".

E finalizou: "A decisão sobre o futuro do Brasil cabe exclusivamente ao povo brasileiro, que se manifestará livremente nas urnas, e sem qualquer tipo de ingerência externa, no domingo, dia 25".

Relações rebaixadas

As sucessivas agressões verbais de Milei contra Lula e o Brasil resultaram no rebaixamento das relações bilaterais entre Brasília e Buenos Aires nos últimos meses. Desde agosto, o Brasil não mantém mais embaixador na Argentina e determinou que o embaixador argentino deixasse a capital federal. Os insultos do presidente argentino foram considerados um desrespeito inaceitável em relações bilaterais.

Desde então, o Brasil está sendo representado no país vizinho por um Encarregado de Negócios, cargo mais baixo que expressa esse rebaixamento diplomático.  

Em 26 de julho, o embaixador brasileiro Bitelli foi convocado a voltar a Brasília após Milei xingar o presidente Lula em convenção partidária do Partido Liberal (PL), que indicou o senador Flávio Bolsonaro a disputar a Presidência da República.  

Na ocasião, Milei chamou Lula de "presidiário" e atacou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do julgamento que condenou o pai de Flávio, o ex-presidente Jair Bolsonaro, a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado.

O Brasil é o principal parceiro comercial da Argentina, em termos de compra e vendas de mercadorias. Os dois principais sócios do Mercosul, que compartilham de uma bicentenária relação diplomática, possuem economias fortemente integradas, especialmente nos setores automotivo e industrial.

Anthropic pidió al Congreso de EEUU una ley de IA que solo actúa si hay 50 muertes en juego

21 October 2026 at 03:54
La propuesta solo activaría ese bloqueo si el riesgo proviene de la creación de un arma biológica. 

REUTERS/Carlos Barria

Anthropic, la empresa detrás del chatbot Claude, confirmó que está promoviendo entre legisladores de Estados Unidos un proyecto de ley de seguridad de inteligencia artificial que solo permitiría al gobierno bloquear el lanzamiento de un modelo si existe un riesgo inminente de matar a más de 50 personas o provocar más de 1.000 millones de dólares en daños.

El medio Politico reveló el borrador, y un vocero de Anthropic confirmó su existencia. Según personas que leyeron el texto, la propuesta solo activaría ese bloqueo si el riesgo proviene de la creación de un arma biológica, de que el modelo escape al control de sus desarrolladores o de un ciberataque.

El mecanismo previsto funciona así: evaluadores independientes, registrados ante el Departamento de Comercio, revisarían periódicamente a los laboratorios de IA y a sus modelos más avanzados. Esos evaluadores podrían recibir pago de las propias empresas que inspeccionan, siempre que el monto no dependa del resultado de la evaluación.

Anthropic es la empresa detrás del chatbot Claude.  
 REUTERS/Dado Ruvic

Si un evaluador detecta un riesgo catastrófico inminente, debe avisar al Departamento de Comercio dentro de las 72 horas. Recién entonces esa oficina podría pedirle a un juez federal en Washington que frene la distribución del modelo. Ningún otro organismo del gobierno tendría poder para actuar por su cuenta.

Los umbrales de 50 muertes y 1.000 millones de dólares replican los que ya exige la ley de seguridad de IA de California, conocida como SB 53, aprobada en 2025. “Este proyecto representa las propuestas de nuestro Marco de IA Avanzada, que venimos impulsando ante legisladores federales y estatales desde junio”, dijo el vocero de Anthropic a Politico.

SB 53 (abreviatura de Senate Bill 53, denominada formalmente Transparency in Frontier Artificial Intelligence Act) es una ley de seguridad y transparencia para la IA avanzada aprobada en California. Su filosofía parte de que es prácticamente imposible predecir con certeza absoluta cada fallo, pero que la forma de proteger al público y a la vida humana es exigiendo transparencia total, auditorías obligatorias, rendición de cuentas y la obligación de reportar cualquier falla grave de seguridad.

 Ketan Ramakrishnan, investigador de políticas de IA, calificó la propuesta de Anthropic como “asombrosamente mala”.

 REUTERS/Kim Kyung-Hoon

Especialistas en seguridad acusan a Anthropic de retroceder

La reacción de especialistas en seguridad de IA fue dura. Nathan Calvin, de la organización Encode, escribió que aprobar el proyecto “nos dejaría menos protegidos frente a riesgos catastróficos que con la ley actual”, porque el juez solo estaría obligado a sopesar el daño que sufriría la empresa desarrolladora, no el daño al público de no frenar un modelo peligroso.

Calvin también objetó que el proyecto anularía leyes estatales como la SB 53 de California y le quitaría a los estados la capacidad de ordenar por su cuenta la suspensión de un modelo. Ketan Ramakrishnan, investigador de políticas de IA, calificó la propuesta de Anthropic como “asombrosamente mala”.

Scott Wiener, el senador estatal de California que redactó la SB 53, cuestionó si el borrador cumple con el propio estándar que Anthropic se había fijado: la empresa había dicho en junio que solo aceptaría que una ley federal reemplace a las estatales si esa ley nueva era “al menos tan fuerte” como su propio marco de seguridad.

Anthropic promete reescribir partes del texto

El 18 de octubre, Anthony Cimino, jefe de asuntos federales de Anthropic, respondió a las críticas en una publicación en la red social X. Reconoció que la empresa reescribirá la sección sobre anulación de leyes estatales para que los estados conserven un papel en los estándares de los evaluadores independientes y en la regulación de cómo se apaga un modelo.

Anthropic es una empresa estadounidense de investigación y desarrollo de IA, fundada en enero de 2021 en San Francisco, California. 

REUTERS/Dado Ruvic

Cimino también admitió que “probablemente sea momento” de revisar el umbral de 50 muertes, aunque defendió mantener un estándar judicial para bloquear un modelo: la medida es tan drástica, dijo, que necesita un control contra el abuso, pero “la barra no puede ser tan alta que el poder nunca llegue a usarse”.

El episodio ocurre semanas después de que el propio director ejecutivo de Anthropic, Dario Amodei, pidiera en septiembre que toda la industria de IA frenara el ritmo de desarrollo de sus modelos, al advertir que un grupo de agentes de IA podría tomar el control de “todo internet” en un plazo de seis a doce meses.

El proyecto de Anthropic compite además con la ley FRONTIER, presentada en julio por los representantes Lori Trahan y Jay Obernolte, que varios especialistas consideran más estricta. Chris Lehane, jefe de asuntos globales de OpenAI, publicó una respuesta que pareció apuntar a Anthropic: “ninguna empresa, incluida OpenAI, debería escribir sola las reglas de una tecnología con implicancias tan profundas para la sociedad”.

Cimino no dio una fecha para publicar la nueva versión del texto. El Congreso de Estados Unidos, además, está en receso hasta después de las elecciones legislativas de noviembre, lo que deja en pausa cualquier avance formal del proyecto mientras Anthropic revisa sus términos.

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