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Lula Proposes Constitutional Amendment for Free Weekend Transit in Brazil

21 October 2026 at 21:03
Lula's government remarked that the project complements the recent reduction of working hours, ensuring the effective exercise of the right to rest for workers. Photo: EFE.

Brazil’s President Luiz Inácio Lula da Silva presented a constitutional amendment on Wednesday that would reserve budget funds for free public transport on weekends and holidays, tying the move to workers’ newly expanded right to rest.


The initiative would redirect 26.8% of parliamentary budget amendments to fund the program, which the government says would strengthen working-class access to leisure and urban mobility.

It envisions reallocating 11.2 billion reais (more than 2.2 billion dollars) from the budget controlled by Congress, whose concentration of resources has historically limited the federal government’s ability to carry out social policies. The proposal still needs to pass Congress.

RELATED: Lula Signs Constitutional Amendment Reducing Brazil’s Workweek to 40 Hours

The Brazilian government argues that this concentration of resources in parliamentary hands has historically limited the federal government’s capacity to carry out social programs. Reassigning the money, officials contend, restores room for initiatives aimed at urban mobility and access to leisure for the working class.

PESSOAL URGENTE 🚨

Lula anuncia tarifa zero para ônibus aos fins de semana em todo o país. PEC foi enviada ao Congresso e prevê que parte do orçamento das emendas parlamentares financie a medida. #FandomsComLula pic.twitter.com/cYNB8bGf9q

— Fandoms Com Lula ⭐️ (@fandomscomlula) October 21, 2026

During the same ceremony at Planalto Palace Lula signed a separate law forgiving 16 billion reais (about $3.1 billion) in tax debts accumulated by individual microentrepreneurs, a category that covers millions of small producers and self-employed workers.

Administration officials portrayed the debt pardon as a lifeline for families whose tax obligations had outpaced their ability to pay. The two measures, they said, respond to the same pressure weighing on popular households across Brazil.

The Brazilian President described the weekend transport plan as a pilot program. Its purpose is to measure the social and operational impact of the zero fare model before any decision to extend it nationwide.

Lula’s administration said the project complements the recent reduction of the working week, helping workers make effective use of their right to rest. Days before Wednesday’s event, Lula attended the Senate promulgation of a separate constitutional amendment that abolishes the six-days-on, one-day-off schedule. The change secures two paid days of rest each week, preferably Saturday and Sunday, and shortens the maximum work week without cutting pay.

🚍 MAIS TEMPO PARA VIVER!

Hoje enviamos ao Congresso a PEC da Tarifa Zero, que propõe transporte público gratuito aos fins de semana e feriados em todo o Brasil e em cidades que possuem transporte público.

Essa proposta se conecta a uma conquista fundamental: o fim da escala… pic.twitter.com/yOcfXFuZ05

— Lula (@LulaOficial) October 21, 2026

Despite criticism from far-right sectors backing Senator Flávio Bolsonaro, the executive said it will deepen its commitment to restoring rights and defending popular gains. The announcements come days before the October 25 presidential runoff in which Lula faces Bolsonaro.

The weekend fare initiative arrives as Lula’s administration pushes a broader agenda of recovering social and labor protections. The Brazilian President has linked the transit measure and the shorter work week as parts of a single effort to lift the weight of daily costs from working families.

PF agrupa informações de Lulinha em um único inquérito

21 October 2026 at 20:05

A Polícia Federal agrupou todas as informações relacionadas a Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, em um único inquérito. A medida foi adotada como estratégia para acelerar as investigações sobre suposto tráfico de influência no governo federal.

“Como as informações estavam meio jogadas, a PF diz que agrupou tudo em um caso só, o caso Lulinha”, explicou o analista de segurança pública Elijonas Maia durante o Live CNN desta quarta-feira (21).

Elijonas lembrou que os casos do INSS e do Master estão paralisados em um limbo jurídico, enquanto os inquéritos sobre suposto tráfico de influência, distribuídos entre os ministros André Mendonça e Flávio Dino, não enfrentam o mesmo obstáculo.

Lulinha é investigado por suposto tráfico de influência, com o caso sob relatoria do Supremo Tribunal Federal. As investigações tiveram origem no inquérito sobre descontos associativos irregulares contra aposentados e pensionistas do INSS.

A partir das informações coletadas naquele processo, incluindo a quebra de sigilo de Lulinha e mensagens encontradas durante as diligências, a PF reuniu novos elementos para abrir investigações separadas no STF.

Além de agrupar os processos, a PF pediu ao STF uma prorrogação do prazo de 60 dias para continuar as investigações.

Conexões investigadas pela PF

Entre os elementos centrais da investigação está a figura da empresária Roberta Luchsinger, apontada pela PF como lobista que teria atuado para garantir contratos no governo federal para seu grupo e para Lulinha. Segundo as apurações, Lulinha seria a pessoa responsável por “abrir portas” para esse grupo.

Um dos beneficiados pela influência de Lulinha seria Antônio Camilo Antunes, o “careca do INSS”, empresário com quem o filho do presidente teria mantido parceria em uma empresa de produtos à base de cannabis e realizado viagens, incluindo uma a Portugal.

A PF já havia solicitado internamente ao setor de inteligência um levantamento completo de todas as viagens de Lulinha com Antônio Camilo Antunes, além de informações sobre pagamentos, hospedagens e movimentações financeiras.

Esse levantamento seria feito em paralelo à análise da conta bancária de Lulinha, cuja quebra de sigilo foi autorizada pelo STF no início do ano.

Defesa rebate pedido da PF

Em resposta ao pedido de prorrogação, a defesa de Lulinha divulgou nota classificando as novas medidas requeridas pela Polícia Federal como “a mais clara e genuína expressão do fishing expedition“.

“É pesca probatória, você tentar buscar alguma prova em uma situação que já está aberta, mas que não tem nada, segundo a avaliação dos advogados”, explicou Elijonas.

Os advogados afirmaram ainda que, mesmo após a quebra de sigilo de Lulinha, nada foi encontrado que justificasse a continuidade das investigações.

A investigação começou a apontar para Lulinha quando uma testemunha afirmou à Polícia Federal que ele teria recebido uma mesada de R$ 300 mil de Antônio Camilo Antunes por meio da empresária Roberta Luchsinger.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.

TSE manda suspender propaganda que diz que Lula é a favor da “saidinha”

21 October 2026 at 19:37

O ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), mandou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) suspender uma propaganda de rádio que diz que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) “sempre foi a favor da saidinha dos presos”.

Na decisão, o ministro afirmou que a campanha tem o direito de criticar a posição do petista sobre as saídas temporárias, mas ponderou que a peça pode induzir o eleitor a associar Lula a um crime cometido por um detento beneficiado pelo mecanismo.

Leia Mais:

A inserção traz uma fala de Lula sobre as “saidinhas” e, em seguida, uma notícia sobre um preso do semiaberto que, durante uma saída temporária, teria matado uma mulher e estuprado duas jovens. Na sequência, uma locutora diz: “Ninguém aguenta mais o Lula”.

Para Bellizze, a montagem pode sugerir que o presidente apoiaria a prática criminosa ou teria alguma responsabilidade pelo episódio. O ministro proibiu a retransmissão da peça e de versões que reproduzam, em essência, a mesma associação.

A questão, neste caso, é se a propaganda, ao relacionar a fala atribuída a ele com a notícia de um crime, sugere que ele apoiou ou teve responsabilidade pelo ocorrido. A associação construída pela peça, portanto, apresenta plausibilidade de extrapolar os limites da crítica política e de induzir a uma conclusão factual que, conforme os elementos trazidos com a inicial, não está demonstrada.

Marco Aurélio Bellizze

O tema das saídas temporárias tem sido explorado por Flávio Bolsonaro no segundo turno como uma das frentes de ataque a Lula. O candidato do PL acusa o presidente de privilegiar os direitos de criminosos em detrimento das vítimas.

Lula, porém, voltou a defender o benefício para presos de bom comportamento, sob o argumento de que a medida contribui para a ressocialização e para a manutenção dos vínculos familiares, mas afirma que condenados por crimes graves, como estupro e violência contra a mulher, não devem ter acesso à saída temporária.

Em 2024, o Congresso derrubou veto de Lula e proibiu as saídas temporárias para visita a familiares de presos do semiaberto, mantendo a possibilidade para atividades educacionais previstas em lei.

A decisão de Bellizze é liminar e ainda será submetida ao plenário do TSE. No mérito, a coligação de Lula também pede a perda de tempo de propaganda eleitoral gratuita e a aplicação de multa à campanha de Flávio.

Bolsonaro cae un punto y mantiene el empate técnico con Lula a cuatro días de las presidenciales

21 October 2026 at 19:32

El humor del electorado brasileño oscila levemente a medida que se aproxima la hora de la verdad —el domingo, elecciones presidenciales— sin salir o sin alejarse mucho del empate técnico. La encuesta más reciente muestra este miércoles al senador Flávio Bolsonaro y al presidente Luiz Inácio Lula da Silva empatados dentro del margen de error, que es de dos puntos. El derechista saca un 45%, tras caer un punto en la última semana, frente al 44% de Lula, que se mantiene. El sondeo de Quaest, encargado por Globo y divulgado este miércoles, también detecta un ligero incremento de indecisos entre las mujeres, los electores independientes (ni Lula ni Bolsonaro) y los que reciben Bolsa Familia, una ayuda recién aumentada. El debate previsto para el viernes, el segundo entre ambos, puede ser decisivo.

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© Jean Carniel (REUTERS)

Flávio Bolsonaro y Luiz Inácio Lula da Silva durante el debate electoral, el 18 de octubre.

Lula arremete contra la “insensatez” bélica global y denuncia «inacción» de la ONU

21 October 2026 at 18:14
El mandatario advirtió sobre las graves repercusiones económicas del conflicto en el estrecho de Ormuz e instó a los líderes mundiales a desviar los trillones de dólares destinados al gasto militar hacia el combate contra el hambre, la salud y la educación.

MNE do Brasil acusa Milei de interferir nas eleições

21 October 2026 at 18:01
O Presidente argentino, que proferiu ofensas ao homólogo brasileiro, é apoiante declarado de Jair Bolsonaro. Itamaraty considera que a "antidemocrática" declaração "é inaceitável e desequilibrada".

© JUAN IGNACIO RONCORONI/EPA

Milei teve negado o pedido para visitar Jair Bolsonaro em prisão domiciliária

Análise: Flávio Bolsonaro e Lula buscam vender “mudança” a eleitor

21 October 2026 at 16:01

A quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais, as campanhas de Flávio Bolsonaro (PL) e de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensificam seus esforços para conquistar eleitores indecisos e reduzir abstenções. Segundo a analista de Política da CNN Isabel Mega, ao Live CNN, um elemento comum passou a dominar a comunicação de ambos os lados: o conceito de mudança.

Segundo análise de Isabel Mega, pesquisas qualitativas realizadas por partidos e institutos de pesquisa identificaram que o eleitorado está em busca de transformação. A partir dessa percepção, as duas campanhas reajustaram seus discursos para incorporar essa narrativa, cada uma à sua maneira.

Mudança como estratégia central

A campanha do PT passou a trabalhar com o conceito de “mudar para o rumo certo”, enquanto a do PL adota o slogan “mudar para melhor”. “Eles partem do mesmo conceito de que estão vendendo uma mudança ao eleitorado e, a partir daí, vão destrinchando o que seria essa mudança”, explicou Isabel Mega.

Para o PT, explorar esse conceito é especialmente relevante diante do discurso bolsonarista de que o modelo apresentado por Lula seria antigo e ultrapassado, e de que Flávio representaria o novo.

A resposta da campanha petista é argumentar que a mudança prometida pelo adversário envolve riscos para políticas sociais e para o posicionamento do país no cenário econômico e internacional.

Segurança pública versus saúde

Outro ponto de destaque na reta final da campanha é a disputa em torno dos temas de segurança pública e saúde. A campanha de Flávio Bolsonaro aposta fortemente na pauta da segurança, com o candidato prometendo “devolver territórios às pessoas” e intensificar o combate à criminalidade — mensagem que ecoa tanto no rádio quanto na televisão.

Em resposta, a campanha de Lula aciona o tema da saúde e evoca a memória da pandemia de Covid-19, lembrando o saldo de mais de 700 mil mortes registradas durante o governo de Jair Bolsonaro (PL). Como parte dessa estratégia, a campanha petista incluiu em sua propaganda a mãe do ator Paulo Gustavo, que morreu de Covid.

“Flávio tem mais dificuldade de entrar no tema da saúde, o Lula tem mais dificuldade de entrar no tema da segurança”, avaliou Isabel Mega.

Agendas em estados estratégicos

Flávio Bolsonaro concentra a maior parte de sua agenda em estados onde venceu no primeiro turno — Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais —, mas também visita Ceará e Pernambuco, onde obteve apenas 31% dos votos, numa tentativa de reverter resultados ou mobilizar eleitores que se abstiveram no dia 4 de outubro.

Já Lula visita estados em que venceu, como Maranhão, Bahia e Pernambuco, mas foca especialmente nos três maiores colégios eleitorais do país — São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro —, onde foi derrotado no primeiro turno.

A aposta é que o volume de eleitores nesses estados justifica o esforço de persuasão, mesmo diante de uma derrota anterior. “Esses três juntos são mais da metade dos votos de todo o país”, destacou o analista de Política da CNN Teo Cury.

Eleição decidida no detalhe

No primeiro turno, Flávio Bolsonaro obteve cerca de 56,1 milhões de votos, contra aproximadamente 53,8 milhões de Lula — uma diferença de menos de 3 milhões de votos. O cenário de polarização extrema faz com que cada detalhe, incluindo o nível de abstenção no próximo domingo (25), possa ser decisivo para o resultado final.

A expectativa em torno do debate previsto para a sexta-feira (23) também é elevada. Aliados de Flávio teriam aconselhado o candidato a adotar uma postura menos agressiva do que a observada no debate anterior. Ao mesmo tempo, a campanha de Lula estaria se preparando para responder com mais ênfase aos ataques do adversário.

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A 4 dias da eleição, Lula envia proposta de tarifa zero nos fins de semana

21 October 2026 at 15:55

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta quarta-feira (21) o envio ao Congresso Nacional da proposta da “tarifa zero” no transporte público. A PEC (Proposta de Emenda à Constituição) prevê a gratuidade no transporte coletivo aos finais de semana.

A medida havia sido anunciada na última quinta-feira (15), em suas redes sociais. Na ocasião, o petista afirmou que a proposta será paga a partir de uma parte dos recursos de emendas parlamentares.

A formalização da PEC se dá a quatro dias do segundo turno das eleições presidenciais. Lula terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro (PL) e tenta agora reverter a desvantagem.

O governo estima um impacto fiscal de cerca de R$ 10 bilhões com a tarifa zero, a ser coberto por meio da destinação de emendas parlamentares impositivas. A base governista, no entanto, admite que a discussão no Legislativo pode levar à combinação de outras receitas para o financiamento.

O envio da PEC foi assinado em evento no Palácio do Planalto em que também foi formalizada a sanção do projeto de lei que aumenta o limite do faturamento dos MEIs (Microempreendedores Individuais).

Na cerimônia, o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, afirmou que a PEC avança para uma “qualificação” de um percentual das emendas parlamentares.

A PEC prevê a destinação de, no mínimo, 26,8% do montante global anual das programações de execução obrigatória de emendas parlamentares individuais e de bancada.

Após o recebimento da PEC, caberá ao Congresso o avanço ou não da proposta. O trâmite de uma proposta do tipo exige análise em comissões e votações em dois turnos nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado.

Como a CNN mostrou, a equipe de Lula chegou a avaliar a inclusão da medida no programa de um eventual quarto mandato de Lula. A ideia, porém, não foi para a frente, dada a avaliação de que seria necessário um remodelamento complexo no financiamento do transporte público para acomodar a isenção.

A coordenação da campanha petista chegou a discutir, mesmo antes do primeiro turno, incluir a tarifa zero no plano de governo do presidente. Também pesou para a decisão de não prometer a medida naquele momento uma determinação de Lula para que o programa de governo contasse apenas com propostas factíveis.

O Ministério da Fazenda chegou a pedir um estudo para testar possíveis caminhos para implementar a mudança de forma integral. Cálculos preliminares haviam mostrado que o custo fiscal poderia superar R$ 80 bilhões. Para driblar o alto custo da medida, optou-se por propor a gratuidade somente aos finais de semana e feriados.

Marco do transporte público

Lula já sancionou neste ano um projeto de lei que institui o chamado “marco do transporte público”, que propõe uma transformação no sistema e abre espaço para a tarifa zero. A proposta cria mecanismos para permitir que a União participe do custeio do transporte coletivo urbano, algo que atualmente está concentrado principalmente em estados, municípios e na tarifa paga pelos passageiros.

O marco também estabelece novas regras para concessões, subsídios, transparência e metas de universalização no transporte público.

O texto também cria diretrizes mais rígidas para contratos de concessão e prestação do serviço. Entre os pontos previstos estão regras de transparência de custos e fiscalização, metas de universalização do serviço, e objetivos de transição energética da frota.

O petista vetou uma parte importante do projeto sobre dispositivos que criavam obrigações financeiras mais concretas para União, estados e municípios.

O ponto mais relevante foi a retirada da regra que obrigava a aplicação de pelo menos 60% da arrecadação da Cide-Combustíveis em áreas urbanas. A lei sancionada ainda permite o uso da Cide para subsidiar tarifas do transporte público coletivo, mas sem vincular uma fatia fixa da receita. Na prática, o Executivo preservou margem para decidir se, quando e quanto poderá destinar ao setor.

Também foram vetados trechos que reforçavam a participação do poder público no custeio da operação.

Lula da Silva loosens the purse strings at the end of the campaign for Brazil’s tight election

21 October 2026 at 15:35

Twenty million families living in poverty will begin receiving extra cash this week, just days before the runoff in Brazil’s closely contested presidential election. The 15% increase in payments from Bolsa Família (the Workers Party’s flagship anti-poverty program) that President Luiz Inácio Lula da Silva announced in September, shortly before the first round of voting, is reaching the pockets of the neediest just ahead of Sunday’s runoff vote.

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© Ricardo Rimoli (EFE)

Lula displays a skateboard during a rally Tuesday in Porto Alegre.

Bolsonaro’s Lead Over Lula Narrows to 1 Point Ahead of Brazil’s Runoff

21 October 2026 at 15:19

A new Quaest poll shows the far-right senator with 45% of voter support and the progressive president with 44%.

On Wednesday, polling firm Quaest revealed that Sen. Flavio Bolsonaro’s lead over President Luiz Inacio Lula da Silva in voting intentions for Brazil’s presidential runoff had narrowed from 2 points last week to just 1 point.

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If the election were held today, the far-right candidate, who received the most votes in the first round, would receive 45% of the vote, while the progressive president would garner 44%, indicating that the two remain statistically tied because the poll has a margin of error of 2 percentage points.

In the poll conducted last week by the same firm, the son of former President Jair Bolsonaro (2019-2022) had 46% of voter support, a decline of 1 point, while Lula, who is seeking reelection and a fourth nonconsecutive term, had 44%, unchanged from the previous survey.

The new poll, released just four days before the runoff scheduled for Oct. 25, confirmed that the presidential election ranks among Brazil’s most polarized, with the country still divided between the progressivism led by Lula and the far-right politics of the Bolsonaro clan.

Quaest: Lula amplia vantagem entre beneficiários do Bolsa Família. O candidato à reeleição aumentou de 60% para 62%. Ao mesmo tempo, Flávio Bolsonaro (PL) caiu de 31% para 27%.

➡️ #GloboNewsRadar – de segunda a sexta, às 8h30, na #GloboNews. Assista na TV e no Globoplay pic.twitter.com/43AKlyZnCE

— GloboNews (@GloboNews) October 21, 2026

The text reads, “Quaest: Lula expands his lead among Bolsa Família beneficiaries. The candidate seeking reelection rose from 60% to 62%. At the same time, Flavio Bolsonaro (PL) fell from 31% to 27%.”

According to Quaest, which interviewed 2,154 voters between Saturday and Tuesday, the percentage of undecided voters rose from 1% to 2% over the past week, while the percentage of those intending to cast blank ballots or invalidate their votes remained at 9%.

The new poll was conducted after the candidates’ first televised debate on Oct. 18 and after the Brazilian president announced new measures. In addition to the reduction of the workweek from 44 to 40 hours, with two days off and no reduction in pay, Lula announced in recent days a measure to forgive microentrepreneurs’ debts and a bill to provide free bus transportation on weekends.

Bolsonaro received the most votes in the first round of the presidential election, with 47.03%, while Lula finished second with 45.16%, leaving a gap of less than 2 percentage points between them.

teleSUR/ JF

Source: EFE

Cómo salvarnos de tiempos monstruosos

21 October 2026 at 04:30

La película de Pixar Monstruos, S. A. pasa en un mundo de fantasía donde toda una sociedad industrial se sostiene sobre la energía de los gritos de los niños. Para eso, hay toda una factoría, ocupando una gigantesca nave industrial, que va poniendo a disposición de monstruos profesionales puertas mágicas que les conducen a las habitaciones infantiles. Los monstruos entran, asustan y se van a quedar con los amigos o a cenar. Para ellos es una industria cualquiera.

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© Cantero de las Muelas. Lucía

Fotograma de la película 'Monstruos S.A.'.

Flávio se beneficia da rejeição ao governo Lula, diz fundador do Ideia

21 October 2026 at 13:23

Uma pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira (21) aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em simulação de segundo turno, com 51,1% e 48,9% dos votos válidos, respectivamente.

O fundador do Instituto Ideia, Mauricio Moura, analisou os dados ao CNN Novo Dia e destacou que a disputa reflete, sobretudo, o baixo índice de aprovação do governo atual. Segundo Moura, a diferença de dois pontos percentuais a favor de Flávio Bolsonaro, dentro da margem de erro, evidencia o grau de equilíbrio da corrida eleitoral.

Aprovação do governo como termômetro eleitoral

Mauricio Moura destacou que medidas recentes adotadas pelo governo — como acenos aos microempreendedores individuais e a aprovação da PEC que prevê o fim da escala 6×1 — não foram suficientes para alterar a aprovação governamental.

“A gente vê que essas medidas não surtiram efeito nessa principal variável que é a aprovação de governo”, explicou. Para ele, a aprovação do governo é diretamente correlacionada à intenção de voto, especialmente em eleições de reeleição.

“A aprovação de governo é basicamente o resultado da intenção de voto. Então a gente chega, o eleitor chega no segundo turno com o julgamento do governo”, completou.

O especialista também apontou que o governo mantém um teto de popularidade historicamente baixo, uma vez que todos os eleitores que votaram no adversário no segundo turno de 2022 nunca aprovaram a atual gestão.

“Esse governo sempre teve um teto de popularidade muito baixo”, afirmou Moura. Além disso, o governo teria perdido de três a quatro pontos entre eleitores que o apoiaram anteriormente e passaram a reprová-lo — margem que, segundo o especialista, corresponde exatamente ao crescimento de Flávio Bolsonaro em relação ao desempenho de seu pai, Jair Bolsonaro (PL), em 2022.

Terceira via e transferência de votos

A terceira via registrou o pior desempenho desde 1989 no primeiro turno, com nenhum candidato alcançando mais de 3% dos votos válidos. Moura atribuiu esse resultado a um movimento que chamou de “antipetismo de chegada”: eleitores que inicialmente cogitavam votar em candidatos alternativos acabaram migrando para Flávio Bolsonaro por considerá-lo a melhor opção para tirar o PT do poder.

A maioria dos candidatos derrotados no primeiro turno — com exceção de Renan Santos (Missão) — sinalizou apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno, com Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (PSD) e Augusto Cury (Avante).

Apesar do apoio declarado, Moura avaliou que a influência desses candidatos sobre seus eleitores é limitada. “Muito pouco. O eleitor, obviamente, se mostra cada vez mais independente em relação ao voto dele”, disse.

Dados de transferência mostraram que cerca de 90% dos eleitores de Renan Santos (Missão) migraram para Flávio Bolsonaro, mesmo diante de críticas do próprio candidato ao postulante do PL.

Abstenção e estratégias para o segundo turno

Com aproximadamente 33,4 milhões de brasileiros que poderiam ter votado no primeiro turno e não o fizeram, a disputa pela abstenção se tornou central para ambas as campanhas. Moura apontou que Lula lidera entre os eleitores que não votaram no primeiro turno e pretendem votar no segundo, o que seria uma boa notícia para sua campanha.

No entanto, o especialista alertou que mobilizar eleitores entre os dois turnos é historicamente raro. “A má notícia é que o histórico de mobilizar eleitores do primeiro para o segundo turno é muito raro”, ponderou.

Para uma eventual virada, Moura avaliou que a campanha de Lula precisaria não apenas captar a abstenção, mas também converter eleitores de Flávio Bolsonaro. “Para que tenha uma virada em relação ao resultado do primeiro turno, é fundamental para a campanha do Lula converter eleitores do Flávio e passarem a votar no Lula no segundo turno”, explicou.

Já a campanha de Flávio Bolsonaro teria potencial para ampliar sua vantagem, especialmente no estado de São Paulo.

Debate, redes sociais e o eleitor decisivo

Moura avaliou que o debate realizado entre os candidatos não contribuiu para reduzir a rejeição de nenhum deles, tendo inclusive desengajado eleitores indecisos. “Foi um debate que, na verdade, mais desengajou os indecisos do que ajudou a definir voto”, disse.

Para o especialista, o debate previsto para a sexta-feira (23) representa uma oportunidade importante, tanto para solidificar uma liderança quanto para trabalhar uma possível virada.

Sobre o papel das redes sociais, Moura reconheceu sua importância estrutural nas campanhas, mas ponderou que o eleitor mais decisivo — descrito por ele como mulheres empreendedoras das periferias das grandes cidades do Sudeste — é justamente o menos engajado nessas plataformas.

“Aquele eleitor e eleitora, principalmente, que vai decidir a eleição, é o menos engajado na rede social”, afirmou. Segundo ele, esse grupo tende a tomar sua decisão de voto na reta final e pode ser influenciado por um debate com ampla audiência.

O especialista também destacou que o governo perdeu espaço entre as mulheres por questões ligadas à economia e à segurança pública, dois temas que, na sua avaliação, precisam ser abordados de forma direta na campanha.

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El presidente Lula abre el grifo del dinero público en la campaña para las reñidas elecciones en Brasil

21 October 2026 at 15:58

Veinte millones de familias acuciadas por la pobreza empezaron a recibir esta semana, la última antes de las elecciones presidenciales, un dinero extra. El aumento del 15% en la cuantía de Bolsa Familia que el presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunció en septiembre, poco antes de la primera vuelta, llega al bolsillo de los más necesitados justo antes de los comicios del domingo. El incremento de la paga que garantiza lo más básico a los brasileños más vulnerables es la principal medida del amplio paquete de ayudas, subsidios y aumentos que el líder de la izquierda brasileña promete a un electorado partido en dos mitades casi exactas con pocos indecisos. Lula y el senador Flávio Bolsonaro llegan al sprint final en empate técnico.

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© Ricardo Rimoli (EFE)

Lula exhibe un skate, durante un mitin este martes en Porto Alegre.

Lula e Bolsonaro trocam pedidos de desqualificação

21 October 2026 at 08:48
Lula fala numa alegada "manipulação algorítmica" da Meta, com o objetivo de o prejudicar, já Bolsonaro acusou o atual presidente brasileiro de propaganda abusiva numa conta governamental de WhatsApp.

© SEBASTIAO MOREIRA/EPA

Na primeira volta, realizada em 4 de outubro, Flávio Bolsonaro obteve 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula da Silva

Tenéis que entenderlo

21 October 2026 at 04:30

Con su permiso, esta vez esta columna será muy personal. Es una decisión que viene dada por la gravedad del momento. Sospecho que la mayoría de la población mundial no se da cuenta de lo que sucede en Brasil, ni de cómo afecta a la vida del planeta. El próximo domingo 25 de octubre tendrá lugar la segunda vuelta de las elecciones brasileñas. Se decidirá en las urnas si Luiz Inácio Lula da Silva será reelegido o si el bolsonarismo, un proyecto de extrema derecha encarnado por la familia Bolsonaro, volverá a instalarse en el poder. Esta vez el proyecto fascista está representado por Flávio Bolsonaro, el hijo mayor del expresidente Jair Bolsonaro, hoy preso por intento de golpe de Estado. No son unas elecciones normales y quien las trate como si lo que estuviera sobre la mesa fueran dos proyectos compatibles con la democracia está desinformando a los lectores. No hay neutralidad posible cuando lo que está en juego es la propia democracia, la supervivencia de la Amazonia y la vida de muchos.

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© Suamy Beydoun (EFE)

Un brigadista antiincendios trabaja en una zona del Amazonas.

Bolsonaro aposta nos influenciadores a cinco dias do voto

20 October 2026 at 23:43
O evento, promovido pelo coach Pablo Marçal e fechado à imprensa, reuniu figuras com 200 milhões de seguidores para produzir conteúdos e alinhar mensagens de campanha.

© RAPHAEL ALVES/EPA

"Mais do que nunca as pessoas conseguem enxergar que o Brasil tem dois caminhos", destacou Flávio Bolsonaro, perante os 400 formadores de opinião
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