Caso Master. A corrupção assombra a campanha eleitoral

© Bloomberg via Getty Images

© Bloomberg via Getty Images

© AFP via Getty Images
El humor del electorado brasileño oscila levemente a medida que se aproxima la hora de la verdad —el domingo, elecciones presidenciales— sin salir o sin alejarse mucho del empate técnico. La encuesta más reciente muestra este miércoles al senador Flávio Bolsonaro y al presidente Luiz Inácio Lula da Silva empatados dentro del margen de error, que es de dos puntos. El derechista saca un 45%, tras caer un punto en la última semana, frente al 44% de Lula, que se mantiene. El sondeo de Quaest, encargado por Globo y divulgado este miércoles, también detecta un ligero incremento de indecisos entre las mujeres, los electores independientes (ni Lula ni Bolsonaro) y los que reciben Bolsa Familia, una ayuda recién aumentada. El debate previsto para el viernes, el segundo entre ambos, puede ser decisivo.

© Jean Carniel (REUTERS)

© JUAN IGNACIO RONCORONI/EPA

© MARK R. CRISTINO/EPA
Twenty million families living in poverty will begin receiving extra cash this week, just days before the runoff in Brazil’s closely contested presidential election. The 15% increase in payments from Bolsa Família (the Workers Party’s flagship anti-poverty program) that President Luiz Inácio Lula da Silva announced in September, shortly before the first round of voting, is reaching the pockets of the neediest just ahead of Sunday’s runoff vote.

© Ricardo Rimoli (EFE)
Dois projetos de Estado profundamente distintos estão em disputa: um de esquerda e outro de direita. De acordo com as instituições, as consequências serão decisivas não só para o futuro do serviço público, mas também para as condições de trabalho, os direitos e a valorização de seus servidores.
“A estabilidade não é privilégio corporativo: constitui uma garantia institucional contra pressões políticas e econômicas. É uma condição para que o servidor exerça suas atribuições em defesa do interesse público.”
O manifesto também critica a gestão do presidente argentino Javier Milei, embasada na política de redução da máquina administrativa. Decreto assinado nessa terça-feira pelo chefe do Executivo do país andino instituiu plano de demissão voluntária que pode alcançar 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino.
“A experiência argentina sob a gestão de Javier Milei – marcada por severas medidas de ajuste, cortes no setor público e redução de estruturas estatais – oferece um alerta sobre os custos sociais e institucionais de políticas dessa natureza."
O documento das entidades que atuam em áreas estratégicas do Estado brasileiro cita as perspectivas de congelamento ou redução salarial, restrições ao ingresso de novos servidores e demissões em larga escala, medidas associadas a programas de ajuste fiscal que podem comprometer a prestação de serviços essenciais.
"Não se trata apenas de discutir remunerações, mas de preservar carreiras, conhecimento técnico e capacidade de resposta do Estado às necessidades da população.”
As entidades de classe do serviço público também apontam como fundamental, o direito à negociação coletiva e à livre organização sindical. Para esses grupos, a interrupção dos canais de diálogo, o enfraquecimento das entidades representativas e as tentativas de restringir a atuação sindical ameaçam conquistas históricas e comprometem a construção de soluções negociadas para os conflitos entre servidores e governo.
O manifesto ressalta que a experiência recente demonstra que o diálogo institucional pode produzir resultados concretos, ainda que insuficientes, para reparar integralmente as perdas acumuladas pelos servidores.
“Após anos de restrições e prolongada defasagem remuneratória, o atual governo retomou os processos de negociação com as entidades representativas e promoveu reajustes salariais para o funcionalismo federal, além de reabrir espaços de interlocução sobre condições de trabalho e valorização das carreiras.”
A carta também compara os modelos de gestão pública dos últimos governos. Segundo o texto, o período anterior, marcado pelo assédio institucional e moral, por conflitos com o funcionalismo e perseguição a servidores, restrições à negociação e iniciativas de reforma administrativa de caráter regressivo, deixou um legado de perdas do poder de compra, desvalorização e insegurança.
“O período atual, por sua vez, restabeleceu canais de diálogo e negociação, retomou reajustes e reconheceu a importância dos servidores para o funcionamento do Estado. Embora persistam desafios, a diferença entre esses modelos é concreta: de um lado, a redução de estruturas e a compressão de direitos; de outro, a reconstrução da interlocução institucional e a recuperação, ainda parcial, da valorização do serviço público.”
O manifesto também avalia que propostas de redução de gastos sociais e de cortes no orçamento federal podem comprometer políticas públicas essenciais de transferência de renda, moradia, fornecimento de medicamentos e de incentivo educacional.
As entidades destacam que defender o serviço público é atuar a favor da democracia, da capacidade do Estado de formular e executar políticas públicas de os direitos da população
“Neste momento decisivo, as entidades signatárias reafirmam seu compromisso com um Estado democrático, eficiente, socialmente responsável e capaz de assegurar direitos. A sociedade e os servidores públicos precisam avaliar com atenção as propostas em debate e suas consequências de longo prazo. O futuro do serviço público não é uma questão corporativa: é uma escolha sobre o país que queremos construir.”
O manifesto é assinado pelas seguintes entidades de classe:
Es una de esas escenas de los sensacionalistas programas de televisión centrados en los equipos de seguridad de los aeropuertos: la policía revisa a una pasajera con unos bultos extraños en el pecho y descubre que escondía en el sujetador nada menos que 24 huevos. Ocurrió en octubre del año pasado en el aeropuerto internacional de Río de Janeiro, y el inesperado descubrimiento derivó en una operación policial que ha acabado con arrestos en las islas Canarias por tráfico ilegal de especies amenazadas.

© Polícia Federal no Rio de Janeiro
La película de Pixar Monstruos, S. A. pasa en un mundo de fantasía donde toda una sociedad industrial se sostiene sobre la energía de los gritos de los niños. Para eso, hay toda una factoría, ocupando una gigantesca nave industrial, que va poniendo a disposición de monstruos profesionales puertas mágicas que les conducen a las habitaciones infantiles. Los monstruos entran, asustan y se van a quedar con los amigos o a cenar. Para ellos es una industria cualquiera.

© Cantero de las Muelas. Lucía
Desde a redemocratização do país, quem vence em Minas leva o Brasil. Ao mesmo tempo, nenhum candidato que ficou em segundo lugar na primeira volta conseguiu virar a corrida e vencer. O destino do candidato do PT dependerá, em grande medida, do que acontecer em Minas Gerais, o até agora infalível barómetro da política brasileira.

Veinte millones de familias acuciadas por la pobreza empezaron a recibir esta semana, la última antes de las elecciones presidenciales, un dinero extra. El aumento del 15% en la cuantía de Bolsa Familia que el presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunció en septiembre, poco antes de la primera vuelta, llega al bolsillo de los más necesitados justo antes de los comicios del domingo. El incremento de la paga que garantiza lo más básico a los brasileños más vulnerables es la principal medida del amplio paquete de ayudas, subsidios y aumentos que el líder de la izquierda brasileña promete a un electorado partido en dos mitades casi exactas con pocos indecisos. Lula y el senador Flávio Bolsonaro llegan al sprint final en empate técnico.

© Ricardo Rimoli (EFE)

© Getty Images

© SEBASTIAO MOREIRA/EPA
Um dos maiores problemas da gestão de saúde pública durante a pandemia de Covid, entre 2020 e 2022, especialmente no primeiro ano, foi esclarecer a população acerca da enxurrada de mentiras circulando nas redes sociais, nos grupos virtuais das famílias e dos amigos. Centenas de fake news chegaram aos brasileiros, assim como em outros países, com alegações falsas a respeito da suposta eficácia de remédios que, sem terem sido produzidos com essa finalidade, nem preveniam nem curavam o terrível mal disseminado pelo coronavírus. Quando as vacinas começaram a ser feitas e distribuídas, novas ondas mentirosas afastaram milhares de cidadãos da imunização, num verdadeiro crime contra a saúde pública. E assim se disseminou outro mal, aumentando o alcance do pânico e dos efeitos da doença pandêmica – a desinformação.
Em estudo que mostra a dimensão preocupante da questão, e abrange um período de antes a depois da pandemia, de 2017 até 2026, o Observatório Lupa analisou 764 alegações sobre saúde enviadas e recebidas por muita gente. Desse volume, 87% eram informações descabidas. Como o hábito da maioria é não checar nada e compartilhar o que chega com embalagem comunicativa de verdade, pode-se dizer que a desinformação em quase uma década tem sido um dos fatores determinantes do insucesso de campanhas preventivas, e dos danos à saúde no país. Os resultados do estudo reforçam a necessidade de responsabilizar os produtores de mentiras que são transmitidas facilmente, contaminando não somente o ambiente virtual, mas elevando os riscos de enfermidades reais.
O relatório intitulado “Raio-X da Desinformação em Saúde — O que quase 10 anos de checagens revelam sobre as mentiras que ameaçam a saúde dos brasileiros”, os padrões das mentiras são vislumbrados, com destaque para os proveitos comerciais do material enganoso distribuído pelas redes, e o uso, mais recente, de montagens que se valem da inteligência artificial, como na simulação de declarações em vídeo utilizando figuras conhecidas, mas que jamais afirmaram o que é exibido. Nesse aspecto, a saúde atacada pela desinformação é uma potente evidência dos malefícios que a IA não regulada é capaz de gerar e estimular.
O salto ocorrido durante a pandemia, na produção de fake news sobre prevenção e cura da Covid, e até a respeito de teorias conspiratórias tendo a doença como foco, aparece no estudo como ponto de virada em relação aos anos anteriores, quando as mentiras faziam mais alusão a substâncias milagreiras que poderiam curar quase tudo – lembrando as substâncias balsâmicas da era pré-científica. Nos primeiros dois anos após a pandemia, entre 2022 e 2024, a atenção da desinformação se voltou para supostos efeitos maléficos das vacinas, um desserviço que atinge até hoje não apenas a prevenção à Covid, mas também a cobertura de imunização de doenças que estavam aparentemente superadas, e começaram a retornar por conta da baixa cobertura vacinal.
O falseamento de autoridade médica ou científica, ironicamente, parte do pressuposto que o público ainda reconhece o valor da ciência, até no instante em que é conduzido a desacreditar no método e nas conquistas científicas.


© Thiago Lucas
Con su permiso, esta vez esta columna será muy personal. Es una decisión que viene dada por la gravedad del momento. Sospecho que la mayoría de la población mundial no se da cuenta de lo que sucede en Brasil, ni de cómo afecta a la vida del planeta. El próximo domingo 25 de octubre tendrá lugar la segunda vuelta de las elecciones brasileñas. Se decidirá en las urnas si Luiz Inácio Lula da Silva será reelegido o si el bolsonarismo, un proyecto de extrema derecha encarnado por la familia Bolsonaro, volverá a instalarse en el poder. Esta vez el proyecto fascista está representado por Flávio Bolsonaro, el hijo mayor del expresidente Jair Bolsonaro, hoy preso por intento de golpe de Estado. No son unas elecciones normales y quien las trate como si lo que estuviera sobre la mesa fueran dos proyectos compatibles con la democracia está desinformando a los lectores. No hay neutralidad posible cuando lo que está en juego es la propia democracia, la supervivencia de la Amazonia y la vida de muchos.

© Suamy Beydoun (EFE)
O músico britânico Roger Waters, fundador da banda Pink Floyd, publicou um vídeo em suas redes sociais manifestando apoio à candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração ocorre na reta final do segundo turno, marcado para domingo (25/10), contra o senador Flávio Bolsonaro (PL). Waters também incentivou os brasileiros a votarem e pediu “90%, 95%, 100% de comparecimento”.
Na gravação, Waters criticou duramente o candidato do PL, expondo seus vínculos com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Flávio Bolsonaro, filho de um babaca, ele mesmo é um babaca. Ele vem de uma longa linhagem de babacas, está em conluio com os EUA e querem roubar tudo o que vocês têm no Brasil. Não apenas a Floresta Amazônica, mas também os minerais e outras coisas”, afirmou o músico.
Waters lembrou que conheceu Lula e o descreveu como um homem que trabalhou pelo povo brasileiro. “É um homem que trabalhou por você a vida toda e deveria continuar trabalhando”, disse. O músico também fez um apelo emocionado para que os eleitores compareçam às urnas, mesmo diante de dificuldades. “Se você tem uma avó que não consegue levantar de uma cadeira para ir votar, a carregue, a coloque num burro, num carro, e leve ela pra uma seção eleitoral e vote, vote, vote! Só você pode salvar o Brasil dos gangsters que querem ser presidente”.
Roger Waters ainda citou a vereadora carioca Marielle Franco, assassinada em 2018, e relacionou o crime ao candidato do PL. “Eles mataram minha amiga Marielle Franco. Eles assassinaram ela. Vocês se lembram disso? Eu me lembro, eu nunca vou me esquecer. Por Marielle Franco, vá e vote no domingo. Vote em Lula”, declarou. O músico mencionou que Flávio Bolsonaro destinou uma emenda parlamentar a um projeto de Robson Calixto, conhecido como “Peixe”, miliciano condenado por envolvimento na morte da vereadora.
The post Roger Waters declara apoio a Lula e pede voto “por Marielle Franco” appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
As comemorações do aniversário de Goiânia vão provocar mudanças no transporte coletivo da capital. Ao todo, 33 linhas da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) terão os trajetos alterados entre esta terça-feira (20/10) e domingo (25/10). Algumas estações e pontos de embarque também ficarão temporariamente sem atendimento. Segundo a RMTC, os desvios serão realizados para atender à programação de aniversário da cidade, que completa 93 anos no sábado (24/10).
A partir desta terça-feira (20/10), as linhas NS1, NS2 e NS3 deixarão de atender o trecho da Avenida Goiás entre as estações Mangalô e Murici. Os ônibus dessas linhas passarão a circular pela Avenida Paranaíba, seguindo pela Rua 74 e pela Avenida Leste-Oeste. A linha NS4 também terá mudanças. Durante o período, os embarques serão realizados somente no Terminal Paulo Garcia e na Estação Pitanga. As estações Mangaba e Murici ficarão temporariamente sem atendimento.
As linhas que normalmente passam pela Rua 68 terão os trajetos desviados pela Avenida Paranaíba, com acesso à Rua 74. As linhas afetadas são: 003, 008, 017, 029, 035, 042, 168, 169, 170, 180, 187, 193, 277, 406 e 611. A partir de sexta-feira (23/10), as linhas 601, 602 e 603 também passarão pela Avenida Paranaíba e pela Rua 74. Com a alteração, os pontos de embarque de números 498 e 499 ficarão temporariamente desativados.
Os ônibus que circulam pela Avenida Independência, no sentido Terminal Praça A, deverão seguir pela Avenida Contorno e pela Avenida Leste-Oeste. Já no sentido Terminal Praça da Bíblia, o retorno será realizado pela Rua 44. Durante as alterações, os pontos de embarque de números 2911, 2912 e 1342 ficarão temporariamente desativados.
De acordo com a RMTC, outras linhas também terão mudanças nos itinerários durante as comemorações: 225, 304, 400, 401, 403, 405, 406, 598, 605, 606 e 935.
As mudanças estão previstas para ocorrer até domingo (25/10). Passageiros que utilizam as linhas afetadas devem ficar atentos aos desvios e à suspensão temporária do atendimento em algumas estações e pontos de ônibus.
The post 33 linhas de ônibus têm rotas alteradas para o aniversário de Goiânia appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.
