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México impulsa transformación digital del sector salud

Ciudad de México, 23 oct (Prensa Latina) La presidenta de México, Claudia Sheinbaum, presentó hoy al Consejo Asesor para la Transformación Digital del Sector Salud, encargado de automatizar la entrega de medicamentos e insumos en instalaciones médicas.

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NASA aspira lograr helicópteros marcianos más eficientes

Washington, 23 oct (Prensa Latina) La Administración Nacional de Aeronáutica y del Espacio de Estados Unidos (NASA) aspira hoy a lograr helicópteros más eficientes que puedan volar más lejos, transportar más carga y abrir paso a nuevas misiones en el planeta Marte.

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Destacan en Cuba importancia de las donaciones de sangre

La Habana, 23 oct (Prensa Latina) El director del Instituto de Hematología e Inmunología de Cuba, Wilfredo Roque destacó la importancia que reviste hoy las donaciones de sangre ara el sistema de salud, al tiempo que resaltó la actitud altruista de los donantes.

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18h. Vigília contra despejo marcado para esta hora em Lisboa

O presidente da Gebalis garante que a casa onde vivia a viúva com dois filhos menores estava ocupada de forma ilegal. Ainda, o MP abriu um inquérito à intervenção policial na manifestação no Porto

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La Junta analiza "todas las posibilidades" para finalizar la presa de Alcolea tras ofrecimiento de un conglomerado

La presa no solo permitiría "garantizar agua para los onubenses", sino también "laminar las posibles avenidas del río Odiel y proteger a municipios como Gibraleón o la propia ciudad de Huelva", según ha explicado el consejero de Agricultura, Pesca, Agua y Desarrollo Rural de la Junta de Andalucía, Ramón Fernández-Pacheco

El consejero de Agricultura, Pesca, Agua y Desarrollo Rural, Ramón Fernández-Pacheco.
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La medusa inmortal que desafía al envejecimiento: los científicos estudian su genoma para combatir enfermedades asociadas a la vejez

La medusa inmortal (Turritopsis dohrnii) es uno de los organismos más sorprendentes del mundo marino por su capacidad para retroceder en su desarrollo biológico. Esta particularidad ha despertado el interés de investigadores de distintos países, que estudian su genoma con el objetivo de comprender mejor los mecanismos celulares relacionados con el envejecimiento y las enfermedades asociadas a la edad.

Con apenas cuatro milímetros de diámetro, esta pequeña especie destaca por ser el único animal conocido capaz de regresar de su fase adulta sexualmente madura a una etapa juvenil de pólipo de manera potencialmente indefinida. Esta transformación puede producirse cuando se enfrenta a situaciones adversas, como el estrés, las lesiones físicas o el envejecimiento.

Pero ¿cómo se denomina este extraordinario mecanismo que permite a la medusa rejuvenecer? La respuesta se encuentra en un proceso biológico que ha convertido a esta especie en un objeto de estudio para la ciencia.

Transdiferenciación: el mecanismo que permite rejuvenecer a la medusa

La capacidad de la Turritopsis dohrnii para volver a una fase juvenil está relacionada con un proceso de reprogramación celular conocido como transdiferenciación. En lugar de depender de un único gen responsable de su supuesta inmortalidad, este fenómeno implica una serie de cambios complejos en sus células.

Durante esta transformación, algunas células adultas especializadas modifican su identidad y adquieren nuevas características, lo que permite reconstruir un pólipo joven. Esta fase inicial del ciclo vital queda adherida al fondo marino y puede dar lugar a una nueva medusa.

La posibilidad de revertir su desarrollo ha llevado a los científicos a investigar qué mecanismos genéticos permiten que esta especie recupere estados celulares propios de etapas anteriores de su vida.

El genoma de la medusa inmortal, bajo la lupa científica

Una de las investigaciones más destacadas sobre esta especie fue realizada por científicos españoles de la Universidad de Oviedo, dirigidos por el Dr. Carlos López-Otín. El equipo secuenció el genoma de la Turritopsis dohrnii y lo comparó con el de una especie cercana, la Turritopsis rubra, que no presenta la misma capacidad de rejuvenecimiento.

El análisis permitió identificar diferencias genéticas relevantes. Entre los hallazgos, los investigadores observaron que la medusa inmortal cuenta con copias adicionales y variantes genéticas relacionadas con una mayor eficiencia en la reparación de errores del ADN.

Los resultados, publicados en la revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), abren nuevas vías para comprender los procesos biológicos vinculados al envejecimiento. Sin embargo, trasladar estos descubrimientos a los seres humanos continúa siendo un desafío debido a la enorme complejidad de nuestra especie.

Por ello, aunque esta medusa no ofrece una fórmula para alcanzar la inmortalidad humana, constituye un modelo biológico de gran interés para estudiar la regeneración celular y los mecanismos que intervienen en el deterioro asociado a la edad.

© istock

La medusa inmortal que desafía al envejecimiento: los científicos estudian su genoma para combatir enfermedades asociadas a la vejez
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Anvisa endurece regras para uso de polilaminina após registro de 9 mortes

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) decidiu restringir o uso de polilaminina em programas de uso compassivo após duas novas mortes de pacientes serem registradas.

Em nota divulgada nesta sexta-feira (23), a agência afirmou que já totaliza nove mortes, desde janeiro deste ano, relacionadas ao uso da proteína — que tem sua administração estudada para a recuperação do sistema nervoso em lesões agudas da medula espinhal.

Em razão das mortes contabilizadas e da constatação de evidências fora dos critérios para testes clínicos deste caso, a Anvisa decidiu endurecer os requisitos do estudo e dos testes focando em mais segurança aos pacientes.

  • A polilaminina só é autorizada para uso compassivo, que é um mecanismo regulatório que permite a pacientes com doenças graves, debilitantes ou que ameaçam a vida terem acesso a medicamentos, terapias ou produtos biológicos que ainda não possuem registro oficial no Brasil por estarem em fase de pesquisa e desenvolvimento.

A polilaminina está atualmente em fase de testes pelo laboratório Cristália.

Segundo a Anvisa, o uso compassivo da polilaminina para pessoas com lesão na medula espinhal ocorreu antes mesmo da aprovação do próprio estudo clínico, em janeiro deste ano, principalmente por cumprimento de decisões judiciais.

Porém, após ser notificada sobre cinco mortes de pacientes que receberam a proteína, e que segundo a agência estavam fora dos critérios pré-estabelecidos, a Anvisa decidiu restringir a inclusão de pacientes no programa do uso experimental.

 

A Anvisa afirma que o laboratório não apresentou evidências científicas para o uso compassivo do produto fora das condições já autorizadas como, por exemplo, em lesões agudas até 72 horas após o trauma e quando a lesão está entre as vértebras T2 e T10. Também não teria sido protocolado um pedido para avaliação do produto em pacientes com lesões medulares cervicais.

Em razão desses fatores a Anvisa estabeleceu mais critérios para a expansão de pacientes no experimento clínico. Segundo a agência, foi feita nova avaliação de risco-benefício, e concluiu-se por estabelecer os critérios do estudo clínico para inclusão de pacientes no programa de uso compassivo, até que haja mais evidências de segurança.

A exposição em um número maior de pacientes de um produto ainda em investigação ocorre, segundo Anvisa, normalmente em programas de acesso expandido que, de acordo com a RDC n. 38/13, é exigido que o produto esteja minimamente em investigação de estudos de Fase 3. No caso da polilaminina, foi aprovado a realização do estudo clínico de Fase 1, que sequer foi iniciado.

Durante um painel técnico realizado pelo CFM (Conselho Federal de Medicina), médicos recomendaram a diminuição do acesso ao uso compassivo do produto ressaltando a preocupação com os óbitos registrados.

Críticas de pesquisadora

O caso veio à tona após a pesquisadora responsável pelo estudo, Tatiana Sampaio, vir a público contestar a “restrição” à liberação do uso compressivo da proteína. Em nota, a Anvisa repudiou qualquer ataque e reforçou as novas medidas adotas em favor da segurança dos pacientes.

O laboratório disse que segue compromissado eticamente com a pesquisa clínica e que realiza o método tradicional da ciência de realizar experimentos. Ele, reafirmou sua confiança na Anvisa e apoia a decisão da pasta.

Até o momento, 119 pessoas já fizeram o uso de polilaminina desde sua aprovação pela agência. De acordo com o Cristália, sobre a nona morte, o paciente chegou a receber a autorização da Anvisa para tratamento, mas faleceu antes do recebimento.

O que é Polilaminina?

A polilaminina é produzida pelo laboratório Cristália em parceria com a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), e representa uma esperança para restauração de lesões medulares recém ocorridas.

Ela é uma proteína capaz de regenerar as células da medula, devolvendo parcial ou totalmente a mobilidade após uma lesão. A substância é produzida naturalmente pelo corpo no desenvolvimento do sistema nervoso e, segundo descoberta dos pesquisadores da UFRJ, pode ser obtida através da placenta humana.

Os efeitos da polilaminina são mais expressivos quando a aplicação ocorre em até 24 horas após o trauma, mas há benefícios também em lesões mais antigas. O tratamento exige apenas uma dose, seguida de fisioterapia para reabilitação.

Polilaminina: conheça substância usada para tratar lesão medular

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo

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Muere el periodista Augusto Delkáder

El periodista gaditano Augusto Delkáder, vinculado con el grupo Prisa desde el nacimiento del diario 'El País', ha fallecido este viernes en Madrid a los 76 años tras encadenar varias enfermedades, según ha confirmado la familia al periódico.

Delkáder ocupó varios cargos ejecutivos en el Grupo Prisa y dedicó más de medio siglo al periodismo, puesto que formó parte del equipo fundador de 'El País' en 1976, en el que desarrolló parte de su actividad, a excepción de un periodo en el que dirigió el 'Diario de Cádiz'.

En su regreso al periódico, ejerció como director adjunto bajo el mando del primer director, Juan Luis Cebrián, hasta que se incorporó a la Cadena SER, donde dirigió los informativos en los años 80.

En los 90, ocupó puestos de liderazgo en la emisora, como el cargo de director con el que asumió la máxima responsabilidad profesional sobre las cuatro cadenas de radio que configuraban el grupo: Cadena SER, Cadena 40 Principales, Cadena Dial y Cadena Minuto.

Además, también ejerció como consejero delegado de la SER y de Unión Radio y de director de la Unidad de Medios de Prisa, que agrupaba a la SER, Unión Radio, Pretesa (dedicada a la televisión local a través de Localia) y medios regionales y especializados.

Delkáder asumió la presidencia de la SER y Prisa Radio en 2010 y, en enero 2018, sumó a esas responsabilidades la de director editorial del Grupo Prisa, aunque en diciembre de ese año cedió la presidencia de Prisa Radio a Manuel Polanco.

En 2021, dejó las dos últimas responsabilidades ejecutivas que mantenía y pasó a ser presidente de honor de la SER.

"Desempeñó el papel de jefe desde muy joven, pero Delkáder fue ante todo un periodista", señalan en 'El País'.

De padre marroquí y madre catalana, nació en Cádiz el 31 de enero de 1950 y se licenció en Derecho y en Periodismo (1973) por la Universidad Complutense de Madrid, estudios que compaginó con Filología Inglesa en la Regent School de Londres.

© EFE

El periodista Augusto Delkáder
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Francia investiga como "terrorismo" racista un tiroteo en las afueras de París que dejó un muerto y cuatro heridos graves

Un hombre mató a una persona e hirió de gravedad a otras cuatro, entre ellas una niña de 12 años, durante una serie de tiroteos registrados este viernes en varias localidades al suroeste de París. La Fiscalía Antiterrorista francesa asumió la investigación para determinar si el ataque, perpetrado desde un vehículo con un arma automática, estuvo motivado por el racismo o la islamofobia.

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Entenda como funciona a nova vacina “personalizada” contra câncer de pele

Uma vacina terapêutica personalizada reduziu em 42% o risco de retorno do câncer de pele melanoma ou de morte, quando combinada ao medicamento Keytruda, em comparação com o uso isolado da imunoterapia.

O resultado é de um estudo clínico de fase 3 com 1.137 pacientes que tiveram tumores removidos cirurgicamente. Os dados detalhados foram divulgados pelas empresas farmacêuticas Merck e Moderna, responsáveis pelo desenvolvimento da vacina, na última quinta-feira (22).

A terapia, chamada “intismeran autogene”, também identificada como V940 ou mRNA-4157, utiliza RNA mensageiro para estimular o sistema imunológico a reconhecer características específicas do tumor de cada paciente.

Ela foi testada em combinação com o pembrolizumabe, princípio ativo do Keytruda, medicamento que atua no sistema imunológico para ajudar o organismo a combater o câncer.

O estudo de fase 3, chamado “INTerpath-001”, avaliou pacientes com melanoma cutâneo em estágios de IIB a IV após a remoção completa do tumor. Os participantes receberam a combinação da terapia experimental com o Keytruda ou apenas o medicamento.

Como funcionou o tratamento

Após acompanhamento mediano de 24,6 meses, os pesquisadores observaram que a combinação reduziu em 42% o risco relativo de recidiva ou morte, em comparação com o uso isolado do Keytruda.

O risco de metástase à distância ou morte também foi 38% menor no grupo que recebeu a terapia personalizada.

Aos dois anos, 82,2% dos pacientes tratados com a combinação estavam vivos e sem recorrência da doença, ante 70% entre aqueles que receberam apenas o Keytruda.

No indicador que considera a ausência de metástases à distância ou morte, os índices foram de 88,5% e 80,2%, respectivamente.

Os resultados indicam um benefício adicional da terapia experimental em relação à imunoterapia isolada. No entanto, a redução de 42% se refere ao risco relativo de recidiva ou morte, e não significa que 42% dos pacientes foram curados.

Tratamento é personalizado para cada paciente

A intismeran autogene é uma terapia baseada em mRNA desenvolvida para identificar alterações específicas presentes no tumor de cada pessoa.

A proposta é estimular o sistema imunológico a reconhecer essas características e reagir contra as células cancerígenas.

Diferentemente das vacinas preventivas, que buscam evitar determinadas infecções ou doenças, essa abordagem é terapêutica: é destinada a pessoas que já tiveram o diagnóstico de câncer e passaram pela retirada cirúrgica do tumor.

O Keytruda, por sua vez, é uma imunoterapia que bloqueia a ação da proteína PD-1, mecanismo utilizado por alguns tumores para escapar das defesas do organismo.

Resultados ainda não comprovam aumento da sobrevida geral

Apesar dos resultados positivos em relação à recorrência e às metástases, os dados de sobrevida geral ainda não são conclusivos. O estudo continua em andamento para avaliar esse e outros desfechos clínicos.

A combinação também apresentou efeitos adversos relacionados ao tratamento em 95,8% dos pacientes, ante 90% no grupo que recebeu apenas o Keytruda.

Eventos adversos graves, classificados entre os graus 3 e 5, foram registrados em 14,2% dos participantes que receberam a combinação e em 13,4% dos que receberam somente a imunoterapia.

As empresas informaram que não foram identificados novos sinais de segurança.

A terapia personalizada ainda é investigacional. As empresas informaram que estão dialogando com autoridades regulatórias sobre os próximos passos para uma possível solicitação de aprovação.

Portanto, os resultados do estudo não significam que a vacina já esteja autorizada para uso clínico.

No Brasil, ainda não há previsão de chegada do imunizante. A CNN Brasil entrou em contato com as farmacêuticas e com a Anvisa, mas não obteve retorno até a publicação desta matéria.

*Sob supervisão de Manuella Dal Mas

Novo tratamento contra câncer é alvo de estudo de cientista brasileiro

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Quando os jovens saem à rua, o que é que nós ouvimos?

Jovens saem à rua por causa da habitação, como antes saíram por outras razões. Serão apenas casas ou um sinal de algo mais fundo? Falamos de esperança, de pais que se calam e de um futuro que se adia

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Padres de Córdoba y Málaga comen con sus hijos en los colegios en protesta por los menús

Padres y madres de distintos colegios de Córdoba y Málaga han almorzado este viernes con sus hijos en la puerta de los centros escolares como medida de protesta por la calidad del menú que se ofrece en los comedores.

La Federación de Asociaciones de Padres y Madres de Alumnos (FAMPA) de Córdoba ha mostrado su apoyo a esta reivindicación y ha exigido un cambio de la empresa que ofrece el servicio de comedor en todos los centros afectados, así como el aumento de las raciones.

De igual manera, padres de alumnos del centro de Educación Infantil y Primaria (CEIP) Parque Clavero, en Málaga, han almorzado con sus hijos en un pícnic que han organizado en la puerta del colegio como protesta por lo que califican como "pésima calidad y cantidad" del menú del comedor escolar.

Desde la 'Plataforma de Familias por un Comedor Digno CEIP Parque Clavero' han informado a EFE de que inspeccionaron la comida durante las dos últimas semanas y que la comprobación efectuada ha motivado la convocatoria de esta manifestación reivindicativa en la hora habitual del comedor.

Han explicado que el centro posee una cocina propia y que activarla sería una solución frente a la fórmula actual de cáterin, consistente en traer la comida elaborada desde fuera y calentarla y servirla en el centro.

En el caso concreto de Córdoba, más de una treintena de asociaciones de padres y madres de alumnos se han sumado a esta protesta "por la mala calidad de la comida" que la empresa Mediterránea, a la que la Junta de Andalucía ha abierto un expediente sancionador, ofrece en los menús escolares.

Los padres reclaman además "una alimentación saludable segura y de calidad" para los escolares.

El delegado territorial de Educación en Córdoba, Diego Copé, explicó el pasado miércoles que están manteniendo reuniones con la empresa que tiene que presentar un plan de actuación para que estas incidencias no vuelvan a ocurrir.

Además, según Copé, la empresa está "muy interesada en que efectivamente esto no vuelva a ocurrir y ofrecer un servicio de comedor de calidad".

Por su parte, el delegado territorial de Educación de la Junta de Andalucía en Málaga, Miguel Briones, ha explicado que recibieron quejas formalmente de seis centros de la provincia, en las que se refiere más el "temor" de los padres que "el hecho fehaciente, objetivo, ponderable" de que "la calidad no es la correcta".

La Consejería de Educación de la Junta ha exigido a la empresa encargada de comedores escolares donde se han producido incidencias un plan para reforzar controles de calidad, que ya se ha presentado y que incluye un aumento en las cantidades de las raciones y la revisión de las plantillas de menús.

El plan comprende también más supervisión y personal de control, así como la organización de catas con las familias, según anunció este jueves la consejera, María del Carmen Castillo, en el Parlamento de Andalucía.

Explicó que las incidencias detectadas responden a un incumplimiento del contrato respecto a las cantidades o elaboración de platos, aspectos que cuantifican para calificar la infracción conforme al pliego de condiciones de la adjudicación de este servicio.

© EFE

Padres y madres de distintos colegios de Córdoba y Málaga han almorzado este viernes con sus hijos en la puerta de los centros escolares
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Revelan incongruencias en hoja de vida de canciller de Colombia

Bogotá, 23 oct (Prensa Latina) Las denuncias sobre las incongruencias en las hojas de vida de algunos de los funcionarios del gobierno de Abelardo de la Espriella aumentan y la más reciente es la conocida hoy sobre el canciller, Omar Bula.

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El Ayuntamiento de Sevilla dice que indemnizará a las víctimas de Magrudis si el juez decide que la veterinaria es culpable

El Ayuntamiento de Sevilla ha asegurado este viernes que "pagará" las indemnizaciones correspondientes a las víctimas del brote de listeriosis de 2019 provocado por la carne mechada contaminada distribuida por la empresa Magrudis si el juez decide la "culpabilidad" de la inspectora veterinaria municipal contra la que, entre otros, se dirige esta causa.

Esta respuesta se enmarca en las reclamaciones realizadas durante la jornada por dos de los letrados que representan a algunos de los afectados en la causa y lamentaban el "silencio" del Consistorio en las negociaciones.

Fuentes municipales han incidido en que si no se alcanza un acuerdo con las partes es debido a que, de lo contrario, se estaría reconociendo de forma implícita la culpabilidad de la profesional.

Es más, se ha mostrado incluso dispuesto a renunciar a los 100.000 euros de reclamación en la causa, si bien inciden en que no pueden llegar "a un pacto extrajudicial reconociendo culpabilidades" que aún no han sido decididas por la Audiencia Provincial.

En contexto, el inicio del proceso ha quedado aplazado una semana más, esto es hasta el 3 de noviembre, para buscar un acuerdo entre las partes que evite la celebración de este macrojuicio, que contempla unas 40 sesiones para esclarecer un incidente que dejó cientos de afectados.

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Por Andalucía pide a la Junta que "impida las monterías" en las zonas afectadas por el incendio de Niebla

"No es aceptable que los animales que lograron escapar de las llamas tengan ahora que enfrentarse a las escopetas ante la pasividad de la Administración autonómica", ha manifestado el parlamentario andaluz de la formación, Rafael Sánchez Rufo

Ciervo famélico en una zona afectada por el incendio de Niebla.
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Hospital é investigado pela morte de 36 bebês; entenda o caso

O Hospital Salvalus, da rede HapVida, se tornou alvo da Polícia Civil de São Paulo após abertura de um inquérito para apurar uma série de bebês mortos ao longo deste ano. A investigação aponta que as crianças contraíram infecções e morreram em decorrência de complicações, entre elas, sepse e choque séptico.São seis casos em apuração pelo 8º Distrito Policial (Brás), mas foram identificados 36, de acordo com a advogada que representa os pais das vítimas. No total, o número de certidões de óbito registradas no hospital, localizado na Mooca, zona leste da capital paulista, pode ser ainda maior.“Pra todos os efeitos, na rede [HapVida] o Salvalus é o hospital referência. Então, todos os casos vão para lá. Por isso, a gente não tem noção da profundidade da quantidade de óbitos”, relatou a advogada Eduarda Fragnan Gomes, em entrevista a Metrópoles.Os casos ocorridos nos últimos meses só foram comunicados na última quarta-feira, 21, segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP) à reportagem. “A autoridade policial realiza diligências, inclusive com as oitivas de profissionais de saúde e testemunhas, análise integral dos prontuários médicos, visando esclarecer as causas das mortes”, disse.Bebê de 4 meses foi internado com infecção e teve pé necrosadoEm abril deste ano, um bebê de 4 meses foi levado ao hospital com inflamação na garganta. Segundo o relato da mãe à Polícia Civil, registrado em boletim de ocorrência, a criança recebeu prescrição de amoxicilina e dipirona em gotas, sem passar por exames naquele primeiro atendimento.No dia seguinte, Gael França da Silva apresentou palidez e redução da temperatura corporal e ao avaliar o bebê, o médico suspeitou de uma possível infecção pulmonar e solicitou exames, incluindo análise de sangue. Os resultados confirmaram um processo infeccioso.Com o agravamento do quadro, Gael foi encaminhado à unidade de terapia intensiva (UTI). Durante a internação, precisou receber medicamentos pela veia, mas, diante da dificuldade para encontrar um acesso venoso, a equipe administrou a medicação pelo pé da criança. Nesse período o bebê também foi intubado.Alguns dias depois, o pé do bebê apresentou necrose. Um especialista em cirurgia vascular avaliou o pé, mas não conseguiu reverter o quadro.Durante o período no hospital, a mãe também notou o ressecamento dos olhos do filho, seguido de comprometimento da visão. No fim de maio, após mais de um mês na UTI sob coma induzido, Gael foi transferido para a enfermaria, ainda inconsciente. De acordo com a justificativa apresentada pela equipe médica, a mudança ocorreu devido à alta concentração de bactérias na unidade intensiva.Diante da preocupação com o estado de saúde do bebê, a mãe comprou um oxímetro para acompanhar os níveis de oxigênio, identificou uma queda na saturação e solicitou que o filho fosse levado novamente à UTI.Dois meses depois, Gael morreu aos 7 meses de idade. A certidão de óbito apontou como causas choque séptico, encefalopatia hipóxico-isquêmica, sepse e pneumonia.Bebê de 1 mês sofreu duas paradas cardiorrespiratórias Em março deste ano, Guilherme Ferreira Miranda, um bebê de apenas um mês de vida e com histórico de icterícia, foi levado ao hospital Salvalus. Na unidade, ele passou por uma cirurgia e recebeu medicamentos.Depois da administração dos remédios, o recém-nascido começou a apresentar movimentos repetitivos nas pernas, que persistiram por períodos prolongados. Em seguida, o corpo da criança ficou inchado. Segundo o relato da mãe, a equipe médica afirmou que os sintomas poderiam ser uma reação comum do pós-operatório. Ela, no entanto, suspeitou que o filho estivesse com uma infecção bacteriana.A situação se agravou durante uma troca de fraldas, antes do banho, quando a mãe encontrou uma quantidade expressiva de sangue seco no corpo do bebê. Pouco depois, os equipamentos de monitoramento emitiram alertas de que Guilherme estava sofrendo uma parada cardiorrespiratória.A equipe prestou socorro, intubou a criança e suspendeu sua alimentação diante da suspeita de intoxicação. Durante a internação, que se estendeu por cerca de um mês, o bebê também precisou receber transfusões de sangue e perdeu peso de forma significativa.No início de maio, pouco antes de morrer, Guilherme sofreu outra parada cardiorrespiratória. Enquanto os profissionais tentavam reanimá-lo, o pai, conforme consta no boletim de ocorrência, teria ouvido dois enfermeiros conversarem sobre a medicação utilizada. Um deles teria dito: “Não era para usar o ambu [bolsa de reanimação manual]”. O outro teria respondido: “Ixi, mas eu já usei”.A morte foi comunicada aos pais pela chefe da equipe médica. No momento da despedida, a mãe colocou o filho no colo e percebeu sangramento intenso nos ouvidos, nas narinas e na parte inferior do corpo. Em seguida, colocou o bebê de volta no berço e se despediu dele.Ao procurar a Polícia Civil para registrar a ocorrência, a mãe afirmou conhecer “relatos envolvendo aproximadamente 20 outras mães que teriam passado por situações semelhantes”.O documento de óbito apontou choque, coagulação intravascular disseminada e atresia das vias biliares como causas da morte. O boletim de ocorrência, porém, só foi registrado pelos pais cinco meses depois, devido ao período de luto que enfrentaram.Os episódios envolvendo Gael e Guilherme estão entre os casos relatados em uma reportagem do Metrópoles. Conforme as informações divulgadas, há suspeitas de que o número de famílias que relatam experiências semelhantes seja ainda maior.O que diz o hospital?Em nota, a rede HapVida, à frente do Salvalus, afirmou que “os pacientes mencionados apresentaram condições clínicas distintas e de elevada gravidade, tendo cada um deles recebido assistência contínua e multidisciplinar, com suporte de uma estrutura hospitalar de alta complexidade e atuação integrada de profissionais de diversas especialidades”. De acordo com a rede, “as condutas terapêuticas foram individualizadas, considerando as necessidades de cada paciente e a evolução de seus quadros clínicos”.“Por meio de sua diretoria de acolhimento, a unidade mantém um canal aberto de diálogo, colocando-se à disposição para ouvir e prestar os esclarecimentos necessários, com respeito à privacidade e ao sigilo médico”, finalizou a nota.

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Freshuelva selecciona en Guatemala y Honduras a 878 nuevos trabajadores para la próxima campaña de frutos rojos

Con esta iniciativa se busca planificar las necesidades de mano de obra trasmitidas por sus empresas asociadas, "garantizar una incorporación ordenada" y "avanzar en la diversificación" de los países de procedencia

Selección de trabajadores en Honduras para la campaña de los frutos rojos de Huelva.
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Lluvias desbordaron río Salinas con afectaciones en Petén, Guatemala

Ciudad de Guatemala, 23 oct (Prensa Latina) Las lluvias de las últimas horas desbordaron el río Salinas, con afectaciones en viviendas en el caserío Mollejón, municipio Sayaxché, norteño departamento guatemalteco de Petén, informó hoy una fuente oficial.

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El alcalde de la provincia de Sevilla que ejercerá también como auxiliar administrativo

El alcalde de Huévar del Aljarafe (Sevilla) podrá compatibilizar su actividad al frente del consistorio con su labor como auxiliar administrativo de atención al público en una empresa privada, por la que recibirá una cantidad económica en función de la misma.

Ello, tras la aprobación de esta medida en el Pleno del Ayuntamiento celebrado este viernes, 23 de octubre, según ha informado el Consistorio en un comunicado.

De hecho, el Pleno tan solo ha oficializado "una situación en la que el alcalde lleva desde que accedió al cargo el pasado julio", dado que ya realizaba esta actividad por cuenta ajena antes de acceder a la alcaldía.

El Pleno atiende así a la norma principal que regula la compatibilidad entre ser alcalde y tener una actividad privada (Ley 7/1985, de 2 de abril, Reguladora de las Bases del Régimen Local (LRBRL).

Por otro lado, el Pleno ha dado cuenta de la dimisión de la concejala del Partido Popular Fabiola Serrano, que hasta el pasado julio, cuando una moción de censura desbancó a María Eugenia Moreno de la alcaldía, tenía las competencias de Turismo, entre otras, en el Ayuntamiento.

La ahora exconcejala deja el cargo al segundo intento, ya que el pasado enero presentó su dimisión a la entonces alcaldesa, pero unos días después volvió a su puesto.

Al hilo de esta dimisión, el alcalde ha deseado a la concejala dimitida "toda la suerte del mundo en su nueva ocupación", al tiempo que ha destacado que ha sido "una buena servidora pública".

© EUROPAPRESS

Pleno del Ayuntamiento de Huévar
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El superordenador Aurora usa 50.000 GPU para simular 13,4 billones de partículas de materia oscura en una región de 28.600 millones de años luz

Aurora ha necesitado unos cuatro días para simular miles de millones de años de evolución del universo. Este superordenador estadounidense ha empleado unas 50.000 GPU, procesadores que permiten hacer numerosos cálculos a la vez, para recrear cómo se distribuye la materia oscura en una región de 28.600 millones de años luz de extensión. Lo ha hecho mediante dos simulaciones con 13,4 billones de partículas cada una.

Pero ¿para qué sirve calcular el movimiento de tantas partículas? Los investigadores quieren averiguar qué ocurrió al principio, cuando el universo comenzó a expandirse a una velocidad extraordinaria. Las galaxias que vemos hoy pueden conservar pistas de aquel proceso. El problema es saber reconocerlas entre todos los datos que recogen los instrumentos astronómicos. Ahí es donde entra Aurora.

Todo lo que debes saber

  1. Las pistas del principio siguen repartidas por el universo
  2. Un cielo simulado para entender mejor el real

Las pistas del principio siguen repartidas por el universo

Visualización de las simulaciones cósmicas | J. D. Emberson / Argonne National Laboratory Visualización de las simulaciones cósmicas | J. D. Emberson / Argonne National Laboratory

Según explica el Laboratorio Nacional Argonne, responsable del trabajo y dependiente del Departamento de Energía de Estados Unidos, estas simulaciones permitirán poner a prueba los análisis que se aplican a las observaciones del cielo. El equipo dirigido por Nicholas Frontiere busca comprobar si esos métodos recuperan la información que deberían encontrar y detectar errores que podrían distorsionar las conclusiones.

Para entenderlo hay que volver a la inflación cósmica. Esta teoría plantea que el universo experimentó una expansión extremadamente rápida durante una fracción de segundo. En ese proceso, unas diferencias de densidad que existían a escala microscópica habrían aumentado hasta alcanzar dimensiones cósmicas. Esas pequeñas irregularidades resultarían decisivas para todo lo que vino después.

La materia no estaba repartida por igual. La gravedad fue atrayéndola hacia las zonas donde ya había una mayor concentración y, con el tiempo, aparecieron estrellas y galaxias. Por eso, su distribución importa: estudiar dónde se acumula la materia permite investigar cómo evolucionó el cosmos. La incógnita sigue estando en el origen de aquella expansión inicial, cuyo mecanismo todavía no conocemos.

Interior del superordenador Aurora | Argonne National Laboratory Interior del superordenador Aurora | Argonne National Laboratory

En esta investigación resulta fundamental la materia oscura. Aunque no podemos verla directamente con telescopios, su gravedad influye en cómo se forman y agrupan las galaxias.

Un cielo simulado para entender mejor el real

Los superordenadores también permiten recrear fenómenos como los agujeros negros. En este caso, los investigadores se centraron solo en la gravedad para abarcar una región mayor. Después, los resultados servirán para generar observaciones artificiales con las que ensayar el análisis de proyectos como DESI y SPHEREx, este último de la NASA.

La utilidad está en poder comprobar los métodos antes de sacar conclusiones sobre el universo real. Si un procedimiento falla al analizar unos datos simulados, los científicos pueden investigar el motivo y corregirlo. Aurora proporciona así un terreno de pruebas para distinguir mejor las pistas del cosmos de los errores que podemos cometer al interpretarlas.

© Difoosion

El superordenador Aurora | Argonne National Laboratory
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