❌

Reading view

El hijo de 'Txapote' también milita en Jardun, el grupo de los nuevos etarras

El colectivo 'abertzale' violento cuenta entre sus 300 militantes con Aretx García, hijo del histórico jefe de la banda. Los dos detenidos tenían el contenido del móvil de un policía que fue reparado en una tienda Leer

El colectivo 'abertzale' violento cuenta entre sus 300 militantes con Aretx García, hijo del histórico jefe de la banda. Los dos detenidos tenían el contenido del móvil de un policía que fue reparado en una tienda
  •  

TSE dá 12h para Meta explicar alcance de perfis de Nikolas, Marçal e Flávio

A Justiça Eleitoral determinou nesta quinta-feira (22) que a Meta, empresa responsável por Instagram, Facebook e WhatsApp, explique em até 12 horas os motivos do alcance “privilegiado” dos perfis de Nikolas Ferreira (PL), Pablo Marçal (PRTB), Flávio Bolsonaro (PL) e o candidato a vice na sua chapa, Alfredo Gaspar (PL).

A decisão, assinada pelo ministro do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) Ricardo Villas Bôas Cuevas, exige que a empresa detalhe a origem das visualizações, a proporção de seguidores e não seguidores que viram as publicações e a quantidade de contas alcançadas. A ordem faz parte de uma ação movida pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“Os dados deverão ser acompanhados de explicação objetiva das métricas de distribuição do alcance utilizadas, com identificação da origem das visualizações, da proporção proveniente de seguidores e não seguidores e das principais superfícies de distribuição, esclarecendo-se, na medida tecnicamente possível, a distinção entre visualizações, contas efetivamente alcançadas e reproduções repetidas, bem como eventuais limitações das informações fornecidas“, diz o texto.

O descumprimento do prazo poderá resultar em multa de R$ 100 mil por hora de atraso, o equivalente a R$ 2,4 milhões por dia.

Para justificar a ordem à Meta, Cuevas citou na decisão números do perfil de Nikolas Ferreira no X (antigo Twitter) e disse que o alcance dos posts do deputado no Instagram exige esclarecimento técnico.

Segundo a decisão, o perfil @nikolas_dm esteve entre 25 de agosto e 14 de outubro num filtro que impede a recomendação do candidato. Com o filtro ativo, os seguidores respondiam por entre 80% e 91% das impressões do perfil em setembro. Depois da retirada do filtro, entre 14 e 18 de outubro, essa fatia caiu para entre 28% e 41%.

Ou seja, após o filtro sair, a maior parte das visualizações passou a vir de não seguidores, o que, para o ministro, mostra a influência dos mecanismos de recomendação na circulação do conteúdo, e “reforça a necessidade de esclarecimentos técnicos acerca das métricas de distribuição e alcance“.

Em posicionamento divulgado nesta quinta-feira, a Meta afirmou que “é o engajamento, e não o número de seguidores, que impulsiona o alcance e o desempenho de um conteúdo“.

Segundo a plataforma, vídeos que acumulam visualizações, curtidas, comentários e compartilhamentos em pouco tempo tendem a alcançar mais usuários.

“Uma conta com um número relativamente pequeno de seguidores pode alcançar mais pessoas se uma parcela maior de seu público estiver ativa e visualizar, interagir, republicar ou compartilhar seu conteúdo“, diz a empresa, acrescentando que isso não representaria “qualquer tratamento preferencial“.

A justificativa da Meta veio após reportagem da Folha de S.Paulo mostrando que um vídeo, sem som, de Nikolas Ferreira sobre o Nordeste alcançou 160 milhões de visualizações no Instagram nesta quinta-feira, número superior ao de publicações de nomes como Neymar, Messi e Cristiano Ronaldo. A reportagem explica que quando o vídeo não tem som, isso pode reduzir o engajamento do público, mas não foi o que aconteceu.

Segundo o levantamento do jornal, Cristiano Ronaldo, que tem aproximadamente 679 milhões de seguidores, publicou neste ano apenas um vídeo com mais visualizações do que o vídeo de Nikolas. Já Messi, com cerca de 517 milhões de seguidores, e Neymar, com 241 milhões, têm dois vídeos cada um acima dessa marca. Nikolas tem 25 milhões de seguidores no Instagram

A Meta já havia sido instada a prestar esclarecimentos. Na terça-feira (20), a empresa negou favorecer candidatos e disse que plataformas sob sua gestão (Facebook, Instagram e WhatsApp) aplicam as mesmas regras de distribuição de conteúdo para todos os candidatos e têm adotado uma série de medidas para evitar abusos.

Na última semana, o TSE havia determinado que a Meta não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral. A ordem vale até o fim do segundo turno, em 25 de outubro, sob pena de multa diária de R$ 500 mil.

  •  

Sharp drops for AI stocks overwhelm markets worldwide as oil prices jump

Datacenter and chip costs fueled sharp decrease in AI sector although non-AI stocks still had a strong showing

The latest shudder for stocks in the AI industry pulled markets lower worldwide on Thursday, while oil prices hit their highest levels since May on worries about the war with Iran.

The S&P 500 fell 1.2% for its worst day since July, while the Nasdaq composite tumbled 2.6%. The weakness for tech stocks was so overwhelming that it masked strength for the rest of the US market, in which the majority of stocks actually rose. The Dow Jones Industrial Average added 11 points, or less than 0.1%.

Continue reading...

© Photograph: Richard Drew/AP

© Photograph: Richard Drew/AP

© Photograph: Richard Drew/AP

  •  

EUA: Deputados democratas questionam Meta sobre tratamento a Flávio e Lula

Congressistas dos Estados Unidos enviaram uma carta direcionada a Mark Zuckerberg, CEO da Meta, com questionamentos sobre o tratamento dado a Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em meio à disputa presidencial brasileira. O documento foi assinado por 12 deputados democratas e pelo senador independente Bernie Sanders.

O texto pontua que os parlamentares estão preocupados com relatos de que plataformas da empresa estariam restringindo ou suprimindo conteúdo associado à campanha de Lula, enquanto amplificariam ou recomendariam conteúdo associado à campanha de Flávio. A Meta é dona do WhatsApp, do Instagram e do Facebook.

A campanha do petista alega ser alvo de restrição na entrega de anúncios e de desabilitação da conta de anúncios, além de apontar aprovação de anúncios pagos do exterior sem rótulo, conteúdo sintético em período vedado e perfis de inteligência artificial.

Especialistas independentes da ONU também questionaram a atuação da Meta nas eleições brasileiras de 2026, e o Ministério Público Eleitoral do Brasil apontou que a companhia americana não cumpriu todas as medidas de isonomia eleitoral definidas pelo Tribunal Superior Eleitoral.

A Meta, entretanto, tem negado qualquer interferência no processo eleitoral ou favorecimento político e atribuiu os problemas relatados a questões técnicas.

“Considerando o papel fundamental que as redes sociais desempenham na comunicação política, é inaceitável que qualquer plataforma de rede social favoreça um candidato ou partido político em detrimento de outro, seja de forma deliberada ou inadvertida”, destacaram os políticos dos EUA.

Os congressistas americanos pontuaram que têm responsabilidade de garantir que plataformas de redes sociais americanas não influenciem os resultados de eleições em outros países.

“Instamos vocês a tomarem medidas imediatas para assegurar que, daqui em diante, os candidatos e suas respectivas campanhas em eleições democráticas recebam tratamento e acesso equitativos em suas plataformas”, ressaltaram.

Pediram esclarecimentos adicionais sobre as medidas tomadas pela Meta, além da adoção de providências para garantir “condições de disputa equilibradas” nas redes sociais.

Por fim, os congressistas solicitaram uma reunião de esclarecimento com a Meta para esta sexta-feira (23) e que a empresa responda a seis questionamentos até o dia 4 de novembro.

As perguntas incluem como a empresa orientou seus funcionários para gerenciar a moderação de conteúdo em eleições estrangeiras, incluindo as eleições brasileiras de 2026, e quais iniciativas ela adotou para cumprir as determinações do Tribunal Superior Eleitoral.

Além disso, questionam se a Meta permitirá que um auditor independente tenha acesso aos dados internos sobre moderação e distribuição, “especificamente os dados relacionados a conteúdo político referente às eleições brasileiras” para confirmar se há tratamento igualitário aos candidatos em suas plataformas.

Questionamento é feito em meio a período eleitoral nos EUA

Os questionamentos dos congressistas americanos relacionados à eleição no Brasil são feitos em meio ao próprio período eleitoral: democratas e republicanos se preparam para a disputa das Midterms, as Eleições de Meio de Mandato, que renovarão a Câmara e o Senado em 3 de novembro.

Uma fonte ligada ao Congresso dos Estados Unidos afirmou à CNN Brasil que esse fator, assim como a agilidade com que os políticos se mobilizaram, demonstra preocupação genuína com o cenário no Brasil e a atuação da Meta.

“O que torna esta carta particularmente significativa é a rapidez com que os membros do Congresso se mobilizaram para elaborá-la e divulgá-la, especialmente na reta final das eleições de meio de mandato, momento em que, compreensivelmente, sua atenção está voltada para as campanhas eleitorais”, destacou a fonte.

“O fato de terem se disposto a agir com tamanha agilidade, apesar de suas agendas extremamente lotadas, demonstra o quanto levam a sério essas preocupações”, adicionou.

  •  

La UCO detecta la desaparición de facturas en la contabilidad del PSOE al rastrear la financiación ilegal

La Audiencia Nacional cruza la información contable aportada por el Tribunal de Cuentas y el partido y constata descuadres relevantes. Leer

La Audiencia Nacional cruza la información contable aportada por el Tribunal de Cuentas y el partido y constata descuadres relevantes.
  •  

Meta's massive deal for Zuckerberg proves execs aren't exempt from IRL work

Mark Zuckerberg sits in a black suit and red tie, looking to the side in an indoor formal setting.
Meta's board wants its CEO, Mark Zuckerberg, to stick around — and stay local.

Kent NISHIMURA / AFP via Getty Images

  • Meta is offering CEO Mark Zuckerberg a $20 billion stock deal to keep him close to its headquarters.
  • The move speaks to a common belief that the best work happens when everyone is together in person.
  • Research suggests companies with far-flung CEOs pay a price for that distance.

Meta wants more than rank-and-file employees at the office. It wants CEO Mark Zuckerberg there, too — even if that comes at a hefty price.

The tech giant's board said in a securities filing Wednesday that it would create a new class of non-voting stock in part to keep Zuckerberg in control and give him a financial incentive to continue living near its headquarters. It described his presence at the office as "critically important" to its future success. Meta has required employees to come in at least three days a week since 2023.

Zuckerberg previously told the board he was considering moving in response to a proposed California billionaire tax. The stock deal would give the CEO $20 billion in "immediate liquidity" to cover the tax by selling stock without losing control of Meta, the filing said.

That arrangement carries particular weight at Meta, where Zuckerberg is leading the company's AI push. It also speaks to a common belief that has driven return-to-office mandates: The best work happens when people — including senior leaders — are physically together.

Staying local

Cole Rubin, cofounder of sports technology company FanFeed, said CEOs and other execs are sending a message to employees by physically working alongside them.

"You're not going to question why you're working long hours if you actually can see the leader doing the same," Rubin told Business Insider.

Having bosses in the office can also help a company move faster when unexpected opportunities arise, he said. Employees can walk into a leader's office, get an immediate answer, and act before the moment passes.

"It's not the scheduled calls where the magic happens," Rubin said. "When you have the decision-maker there, it gives people a lot of freedom to be able to feel heard."

A leader's presence is especially important during crises, said Bill George, former chairman and CEO of Medtronic, a medical-technology company. Being together lets executives quickly assess what has happened, gauge employees' reactions, and decide on a course of action.

"We've got to really feel what's going on emotionally, and we actually physically have to discuss it," he said.

George also noted that RTO demands placed on workers can ring hollow if the CEO doesn't follow them. "You've got to be there if your employees are there," he said.

Long-distance tradeoffs

Meta wouldn't have been the first company with a long-distance CEO if Zuckerberg had opted to leave the Golden State.

Brian Niccol was living in California when he was named CEO of Seattle-based Starbucks in 2024. The coffee chain had agreed as part of his hiring package not to require him to relocate. Later, it built a 4,624-square-foot satellite office five minutes from his home so he could work alongside colleagues, Business Insider first reported. Niccol has since purchased a property in Seattle.

Companies with long-distance CEOs don't perform as well on average as those with leaders on-site, according to a 2025 study by Boston College and Arizona State. They also have lower valuations and worse insider reviews, the findings show.

Meta's decision to woo Zuckerberg to stay in California was made by a special committee on its board, which said it was informed by challenges the company faced when he couldn't be physically present with management during the pandemic.

The committee said it didn't want Meta "to face similar challenges going forward."

Read the original article on Business Insider

  •  

Meta derruba vídeo de MC Cabelinho sobre Flávio Bolsonaro

A Meta, dona do Instagram, removeu nesta quinta-feira (22) um vídeo postado na plataforma pelo cantor MC Cabelinho em parceria com o portal Revelando sobre o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).

O vídeo com o músico fala da acusação de o senador ter sido funcionário fantasma no gabinete do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aos 19 anos. O conteúdo postado convidava os seguidores também a assistirem a um vídeo de cerca de 23 minutos postado no YouTube do portal Revelando, que ainda continua no ar.

Nos últimos dias, o portal tem postado uma sequência de vídeos no mesmo estilo, com diversos artistas abordando tópicos no tom de denúncia contra o senador fluminense e pessoas próximas. Dentre os famosos, estão a cantora Juliette e os atores e atrizes Camila Pitanga, Wagner Moura, Luana Piovanni e Fábio Porchat.

Após a derrubada do conteúdo, MC Cabelinho fez uma postagem em que questionava a decisão: “Tropa, derrubaram meu reels (revelando) mas o episódio continua no youtube…. no link do story vocês consegue ver! ql foi @meta?”.

Segundo a empresa responsável pela rede social, a remoção ocorreu após uma sinalização de que o conteúdo teria sido feito por inteligência artificial, o que, conforme o comunicado, fere as diretrizes de uso da tecnologia 72 horas antes das eleições, no dia da eleição e no dia seguinte, determinadas pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O texto continua mencionando que a identificação com o selo de IA poderia ter ocorrido pelo aplicativo utilizado para a edição do vídeo, que poderia conter recursos da tecnologia no processo.

Com isso, as ferramentas de checagem automática da Meta poderiam identificar traços da IA e remover o conteúdo, que voltaria a ficar disponível após as datas da Justiça Eleitoral.

Print da publicação original mostra selo de que vídeo teria conteúdo de IA
Print da publicação original mostra selo de que vídeo teria conteúdo de IA • Reprodução/Instagram @mccabelinho

“Vale reforçar que muitos aplicativos de edição de imagem, vídeo e áudio usam recursos de IA e incorporam ao arquivo um sinal padrão da indústria indicando esse uso. A Meta lê esses sinais automaticamente e, para cumprir a determinação, indisponibiliza esses conteúdos no Brasil. Essas publicações voltam a ficar visíveis no país após o período definido pelo TSE”, diz a nota.

Após a remoção do conteúdo, tanto o artista, quanto o Portal Revelando e outros veículos que apoiam a iniciativa voltaram a publicar o vídeo, que não aparece com o selo de IA. “Jornalismo não é propaganda! Esse é o vídeo que Meta não quer que você veja!”, começa a legenda da postagem com o resto do texto que continha na publicação original.

A CNN Brasil procurou o Calma Urgente, responsável pelo portal Revelando, para questionar a decisão da Meta, mas ainda não obteve resposta. O espaço segue aberto para manifestações.

Comitê da Meta vê “falhas recorrentes” no controle de conteúdo eleitoral

O Comitê de Supervisão da Meta avaliou nesta terça-feira (20) haver “falhas recorrentes” no controle de conteúdo eleitoral nas redes administradas pela empresa.

No comunicado, os integrantes do Comitê apontam falhas na aplicação das regras da Meta durante períodos eleitorais e citam casos semelhantes para além da eleição brasileira. O texto menciona a remoção de contas de ativistas políticos durante protestos nos Estados Unidos, antes das eleições de meio de mandato.

“Está claro que a Meta precisa fazer mais para garantir que suas práticas de aplicação de regras durante as eleições sejam transparentes e consistentes e que a expressão política seja protegida, em vez de sufocada”, afirmaram.

No mesmo dia, o ministro Marco Aurélio Bellizze, do TSE, reuniu-se com a Meta e com as campanhas dos candidatos à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

A reunião foi solicitada pela Meta após a empresa prestar informações no âmbito da decisão da Corte eleitoral, que exigiu tratamento igualitário entre as candidaturas nas plataformas digitais.

Após questionamentos sobre possível favorecimento, a empresa que controla plataformas digitais foi intimada a apresentar, em 24 horas, informações sobre as medidas adotadas para garantir igualdade na distribuição e veiculação de conteúdos. A Meta negou qualquer interferência no processo eleitoral ou favorecimento político e atribuiu os problemas relatados a questões técnicas.

 

*Sob supervisão de Renata Souza

  •  

Los editores europeos reclaman "medidas urgentes" a la Comisión Europea para frenar las nuevas condiciones comerciales de Meta sobre el uso del contenido de los medios

Los nuevos términos de Meta permiten a la compañía recopilar y almacenar sin consentimiento todos los contenidos de periodísticos de las empresas que tengan un perfil en cualquiera de sus redes sociales Leer

Los nuevos términos de Meta permiten a la compañía recopilar y almacenar sin consentimiento todos los contenidos de periodísticos de las empresas que tengan un perfil en cualquiera de sus redes sociales
  •  

Ação da Meta recua com crescimento da Muse e aumento de custos por IA

As ações da Meta Platforms caíam mais de 5% nesta quinta-feira, com investidores contrabalançando os ​benefícios do negócio de agentes de IA (inteligência ​artificial), que cresce rapidamente, com os custos crescentes para financiar a ambiciosa expansão da companhia nessa área.

Até o fechamento de quarta-feira, o papel acumulava alta superior a 5% no ano. Se a queda dos primeiros negócios for mantida, a Meta poderá perder cerca de US$85 bilhões em valor de mercado.

A reação negativa ocorre apesar ⁠de a Meta ter divulgado ​na véspera uma receita trimestral acima do esperado, projetado vendas para ​o quarto trimestre acima das estimativas de Wall Street e destacado a ⁠rápida adoção de seu novo aplicativo de ⁠agente de IA, o Muse.

O balanço foi divulgado poucas horas ​depois ‌de um juiz do Novo México determinar que a empresa pague uma multa de ⁠US$ 5 bilhões em um caso relacionado à privacidade de dados envolvendo a Cambridge Analytica. A Meta informou que pretende recorrer da decisão.

A controladora do Instagram está gastando pesadamente para ‌sustentar ⁠seus planos de ‌IA, com uma previsão de investimentos (capex) anuais entre US$ 135 bilhões e US$ 145 bilhões.

A empresa também reportou um fluxo de caixa livre negativo de US$ 2,12 bilhões no ⁠terceiro trimestre, ante fluxo de caixa livre ⁠positivo um ano antes.

O analista Benjamin Black, do Deutsche Bank, afirmou que os investimentos da Meta em IA ‌estão gerando melhor desempenho publicitário e maior engajamento, criando uma visão cada vez mais favorável para a ação, à medida que investidores passam a enxergar a infraestrutura computacional como um ativo gerador de receita, e não apenas como ‌um centro de custos.

A Meta também anunciou planos para criar uma nova classe de ações Classe C sem direito a voto, dando à empresa maior flexibilidade ⁠para aquisições e remuneração de funcionários, ao mesmo tempo em que preserva o controle decisório do presidente-executivo, Mark Zuckerberg.

Pelo menos 13 corretoras elevaram seus preços-alvo para a ação ​após os resultados, segundo dados compilados pela LSEG.

As preocupações com a dimensão dos investimentos ​da Meta em IA também chegaram ao mercado de crédito, onde o custo para segurar a dívida da empresa contra inadimplência avançou para um nível recorde.

Veja empregos que ganham e perdem com a inteligência artificial

 

  •  

New Mexico Judge Orders Meta To Pay $25 Billion in Cambridge Analytica Case

A New Mexico judge has ordered Mark Zuckerberg's Meta to pay $25 billion in penalties over its handling of the Cambridge Analytica data scandal, according to a court filing issued Wednesday.

The post New Mexico Judge Orders Meta To Pay $25 Billion in Cambridge Analytica Case appeared first on Breitbart.

  •  

Meta acuerda con Mark Zuckerberg que permanezca en California pese a que amenazaba con trasladarse por el impuesto a la riqueza

Meta quiere que Mark Zuckerberg siga viviendo en California. La junta del grupo tecnológico ha alcanzado un acuerdo con el fundador de la compañía para que renuncie a trasladarse a otro estado, como había manifestado, ante el incremento de la factura tributaria que le supondría el nuevo impuesto sobre la riqueza que ultiman las autoridades demócratas en el Estado Dorado.

Seguir leyendo

© picture alliance (dpa/picture alliance via Getty Images)

El consejero delegado de Meta, Mark Zuckerberg, durante una conferencia en Menlo Park en California sobre las nuevas gafas inteligentes.
  •  

MPF amplia ofensiva contra Meta no período eleitoral

O MPF (Ministério Público Federal) intensificou suas ações contra a Meta Platforms, controladora do Facebook, Instagram e WhatsApp, diante de denúncias de bloqueios em massa e restrições arbitrárias de perfis durante o período eleitoral de 2026. A apuração é do analista de Política da CNN Teo Cury, ao Live CNN.

A ofensiva ocorre em paralelo à atuação do MPE (Ministério Público Eleitoral), que também apurou a conduta da empresa e concluiu que a Meta não cumpriu todas as determinações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

O parecer do MPE, apresentado por Alexandre Espinosa, vice-procurador-geral eleitoral que atua perante o TSE, avaliou as respostas fornecidas pela empresa e concluiu que elas não foram suficientes.

O documento, ao qual o âncora da CNN Gustavo Uribe teve acesso, sugere a aplicação de multa por descumprimento de decisão judicial, sem indicar valores específicos.

O que a Meta descumpriu segundo o MPE

De acordo com o MPE, a Meta não atendeu à exigência de disponibilização de estatísticas e filtros na ferramenta de inteligência artificial, nem garantiu o processamento igualitário das denúncias recebidas dentro das plataformas. O órgão também citou diferenças nas respostas da ferramenta de tradução utilizada nas plataformas da empresa.

O relatório aponta, porém, que a empresa cumpriu algumas determinações, como a reversão das restrições na conta de anúncios de campanha, a suspensão de anúncios eleitorais não contratados pelas candidaturas e a reposição da entrega de impulsionamento não servido.

Houve ainda cumprimento parcial da exigência de revisão humana prévia das restrições às contas de anúncio.

Origem da disputa no TSE

O caso teve início após questionamento do Partido dos Trabalhadores ao TSE, alegando que a campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) era alvo de restrições na entrega de anúncios e de desabilitação da conta de anúncios.

A campanha também apontou a aprovação de anúncios pagos do exterior sem rótulo, conteúdo sintético em período vedado e perfis de inteligência artificial.

Diante das alegações, o ministro do TSE Marco Aurélio Bellizze determinou que a Meta prestasse esclarecimentos sobre o equilíbrio no tratamento das campanhas de Lula e de Flávio Bolsonaro (PL).

A empresa afirmou ter cumprido todas as determinações, mas o ministro solicitou que o MPE avaliasse as respostas. A Meta atribuiu os problemas identificados a falhas algorítmicas, afirmando não ter controle total sobre elas e que estaria trabalhando para resolvê-las.

MPF atua em diversas frentes

Além da atuação do MPE perante o TSE, o MPF também intensificou sua ofensiva por outras vias. Por meio da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão, o órgão apresentou recomendações à Meta cobrando garantia de liberdade de expressão nas publicações realizadas no Facebook e no Instagram, bem como maior transparência na metodologia de distribuição de conteúdo nas plataformas.

A transparência na distribuição de conteúdo é apontada como um dos pontos centrais das críticas feitas pelas campanhas na reta final do período eleitoral.

Com o segundo turno a apenas três dias, o tempo para que novas decisões sejam tomadas e efetivamente cumpridas é considerado bastante restrito. A expectativa agora é pela decisão de Belizze com base no parecer do MPE e em todo o histórico do caso.

Os textos gerados por inteligência artificial na CNN Brasil são feitos com base nos cortes de vídeos dos jornais de sua programação. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN. Clique aqui para saber mais.
  •  

El Gobierno vasco quiere declarar el cuartel de Intxaurrondo 'lugar de memoria de la tortura'

Acceso al cuartel de Intxaurrondo de la Guardia Civil en San Sebastián.

Fue uno de los símbolos de la lucha contra ETA. En su entrada figura un panel con los cerca de un centenar de agentes de la Guardia Civil que murieron por atentados de la banda en Gipuzkoa. Su lista de detenciones y comandos de la banda desarticulados es larga. Es el lado brillante de su historia. Pero el cuartel de Intxaurrondo de San Sebastián también esconde un lado oscuro: la ‘guerra sucia’ contra ETA. En algunas de sus estancias se practicaron torturas y se vivieron algunos de los episodios de vulneración de la ley más graves de los duros años 80 y 90 de violencia terrorista.

Ahora, el Gobierno vasco quiere que el emblemático cuartel que el general Enrique Rodríguez Galindo lideró durante muchos años con mano de hierro se convierta en símbolo de tortura y de vulneración de derechos. Pero no solo Intxaurrondo. La Comisión de Valoración de Víctimas de Motivación Política, vinculada a la Consejería de Justicia del Ejecutivo, quiere que un cuartel más de la Guardia Civil y dos comisarías de la Policía Nacional también engrosen esa lista de ‘memoria’ de la tortura.

Se trata del cuartel de La Salve de Bilbao y de las comisarías de Indautxu, en la capital vizcaína, y la comisaría de Amara, en San Sebastián. La comisión que evalúa denuncias de posibles torturas y excesos policiales cometidos por los Cuerpos y Fuerzas de Seguridad del Estado y la Ertzaintza entre 1978 y 1999 quiere que los cuatro centros policiales se conviertan en símbolo de la lucha al margen de la ley que también se practicó durante años en la batalla contra el terrorismo. "Venimos constatando que hay determinados centros de detención que aparecen y reaparecen, una y otra vez, como lugares en que se practicó la tortura de una severa gravedad. Son torturas que responden en muchos casos a patrones que se repiten por cuerpo policial, momento histórico y lugar concreto de detención", señala el informe.

305 víctimas de tortura y abusos policiales reconocidas

La petición la lanzó la presidenta de la Comisión, Juana Balmaseda, durante la presentación del último informe de este organismo que ya ha reconocido a 305 personas como víctimas de torturas y excesos policiales. En este último informe se incluye el reconocimiento de 60 casos más. A todas ellas se sumarán más, ya que aún restan 284 expedientes por resolver. Además, los responsables de la comisión recordaron que existen otras 416 peticiones para ser analizadas que no se han incluido por presentarse fuera de plazo al inicio de los trabajos de este organismo. La Comisión de Valoración estima que para el año 2028 concluirá de manera definitiva el análisis de los expedientes pendientes.

Un reconocimiento de víctimas que incluye en muchos casos el pago de una indemnización económica. Los 60 nuevos casos conllevan unos pagos indemnizatorios por un montante total de 993.000 euros. Las víctimas a las que se ha dado por acreditado que sufrieron malos tratos por parte de agentes o funcionarios públicos recibirán en su conjunto algo más de 618.000 euros. Una de las víctimas acreditadas percibirá casi 35.000 euros por haber recibido el impacto de una pelota de goma y los casos de heridos o fallecidos por arma de fuego supondrán un desembolso de las arcas públicas de casi 334.000 euros.

Abusos sexuales y maltratos mortales

En la lista de víctimas reconocidas por la Comisión figuran algunas personas relacionadas con ETA que fueron maltratadas, así como miembros vinculados a la izquierda abertzale o del entorno de las familias de presos de ETA, el Partido Comunista o el sindicato LAB.

El informe destaca los numerosos casos de mujeres que sufrieron amenazas y violencia de carácter sexual. Uno de los casos más relevantes es el del médico de Oiartzun, Esteban Murutagoiena, quien fue detenido el 16 de marzo de 1982 en San Sebastián. Posteriormente fue trasladado a la Dirección General de la Policía en Madrid, donde permaneció incomunicado nueve días. El informe sostiene que durante su detención fue torturado y humillado, no le dieron de comer durante tres días ni le permitieron descansar, además de ser amenazado con la violación de su mujer y de su hija, entre otros malos tratos. Finalmente fue puesto en libertad, pero con claros signos de deterioro por el trato recibido; a los tres días falleció. Otro de los casos mortales está relacionado con un miembro de los Comandos Autónomos Anticapitalistas, que falleció por disparos de la Guardia Civil mientras su comando era perseguido por los agentes tras un atentado en Aretxabaleta (Gipuzkoa).

  •  
❌