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Seguro preside ao terceiro Conselho de Defesa

O órgão presidido por António José Seguro analisou a segurança internacional e as forças destacadas. Foi a terceira reunião desde o início do mandato, em março de 2026.

© Paulo Cunha/LUSA

o Conselho Superior de Defesa Nacional é um órgão colegial específico, presidido pelo Presidente da República, de consulta para os assuntos relativos à defesa nacional
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22h. Papa Leão XIV tem cancro do pulmão

A informação consta do boletim médico partilhado pelo Vaticano após a cirurgia desta tarde. E ainda, José Luís Carneiro afirma que Pedro Passos Coelho não trouxe nenhuma ideia nova para o país.

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AAC responde a invasão da RUC com queixa contra Chega

A associação académica convoca também concentração para quarta-feira e pede ao Chega que se retrate. André Ventura defendeu a ação das deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Face à invasão ocorrida na segunda-feira, José Machado afirmou que a segurança do edifício será reforçada, nomeadamente à hora do programa de debate da Rádio Universidade de Coimbra
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Após deboche de Maurício Mattar, Alexandre Frota expõe: ‘Estendi a mão várias vezes’

Com as discussões do segundo turno das eleições acaloradas, Maurício Mattar e Alexandre Frota causaram na web na última segunda-feira (12). Os dois protagonizaram um desentendimento após o ator supostamente debochar de um vídeo em que o político declara apoio a Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Tudo começou quando Mattar reagiu com risadas nos comentários de uma publicação sobre política. “Rindo até 2090”, escreveu ele, acompanhado de muitos emojis. Com isso, o vereador de Cotia, em São Paulo, entendeu como uma provocação ao seu lado na escolha do presidente do Brasil.

Com um print publicado em seus stories, Alexandre Frota lamentou: “Me preocupei com ele quando saiu de casa e não tinha onde morar, morou lá em casa, estendi as mãos pra ele várias vezes, foi um grande parceiro de teatro , juntos fizemos o maior sucesso da TV brasileira, Roque Santeiro, dividimos prato de comida”.

Na sequência, o politico ainda contou que foi o primeiro a chegar ao hospital quando Maurício Mattar sofreu um infarto. No entanto, mesmo com a mágoa, ele garantiu que o carinho permanece e que “nem o Bolsonaro” conseguirá apagar a importância da história entre eles. “A merda do bolsonarismo faz isso, um irmão rir e gargalhar da opção do outro irmão publicamente”, finalizou.

Esclarecimento

Após a repercussão da treta, Maurício Mattar usou suas redes sociais para esclarecer que a reação não se tratava de Frota. “Te amo, meu irmão, você me conhece pra caramba. Eu não estou falando de política, eu não estou rindo de você. Eu estou rindo da cara do Sandro”.

“Você sabe que eu não discuto futebol, religião, política. Respeito todo mundo, convivo bem com todas as tribos, adoro as diferenças, eu acho que é por isso que eu transito com a maior das dignidades em todas as tribos”, desabafou o ator.

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IL quer auditoria ao SIRESP após polémica no MAI

Partido propõe que IGF audite gestão financeira da empresa pública. Ricardo Carrilho acusou Luís Neves de "retaliação" após exoneração anunciada na segunda-feira.

© PAULO CUNHA/LUSA

Luís Neves acusou Ricardo Carrilho de ter nos últimos meses "uma permanente atitude de confronto, procurando, por todos os meios, prejudicar o funcionamento do SIRESP"
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SIRESP. Ventura quer incluir polémica no inquérito a Neves

Ventura preside ao inquérito parlamentar a Luís Neves e aponta-lhe um "histórico de saneamentos perturbador". Livre tentou impedi-lo, sem sucesso.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

Ventura apelou ainda para que "não seja o próprio parlamento a bloquear" esta investigação
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Parlamento aprova alargamento da licença parental

Proposta conjunta do PS e PSD para novas regras foi aprovada na íntegra. Chega quis que mudanças se aplicassem a licenças já atribuídas quando a lei entrar em vigor mas proposta foi chumbada.

© Christopher Furlong/Getty Images

Regime para vítimas de violência doméstica gerou controvérsia entre deputados. Bloco de Esquerda diz que obrigação de saída da morada de família prejudica vítimas
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Trumponaro: como um governo de Flávio pode imitar a presidência de Trump no Brasil?

Enquanto apoiadores do presidente Lula se mobilizam para reverter os resultados do primeiro turno da disputa presidencial e garantir um quarto mandato liderado pelo Partido dos Trabalhadores, acho importante considerar que tipo de presidência o Brasil teria caso Flávio Bolsonaro fosse eleito em 25 de outubro.

Obviamente, todo cenário político nacional é único. Um eventual futuro governo Bolsonaro poderia ser bem diferente da forma como Donald Trump tem governado desde que retornou à presidência em 2025. No entanto, dada a afinidade declarada da família Bolsonaro com o clã Trump — bem como com suas políticas e práticas —, vale a pena considerar em que medida um novo presidente, governando com uma forte base de extrema-direita no Congresso, poderia adotar elementos da cartilha política de Trump, caso suba a rampa em 1º de janeiro de 2027.

Observadores políticos vêm notando uma defasagem de dois anos entre os eventos políticos recentes nos Estados Unidos e no Brasil. Trump assumiu o poder em 2016; Jair foi eleito dois anos depois. Biden derrotou Trump em 2020; Lula venceu as eleições de 2022. Apoiadores de Trump invadiram o Capitólio em 2021; o exército de defensores de Bolsonaro invadiu Brasília dois anos depois, em 2023. Trump retornou ao poder em 2025; o Brasil poderá enfrentar uma nova presidência de Bolsonaro em 2027. Embora processos históricos distintos raramente apresentem uma relação de causa e efeito tão nítida, parece que os dois campos de extrema-direita mantêm um diálogo constante sobre a melhor forma de conquistar e consolidar o poder.

Trump rapidamente celebrou a vitória de Bolsonaro por uma margem de 1,9% em 4 de outubro, embora, na mensagem publicada nas redes sociais, tenha confundido o Brasil com a Índia: “125 milhões de pessoas votaram hoje no primeiro turno da eleição presidencial da Índia. Os resultados saíram logo após o encerramento da votação, no MESMO DIA!” Ele também aproveitou a ocasião para fazer comentários bombásticos sobre uma de suas principais obsessões: “Em Detroit, Filadélfia, Califórnia e em inúmeras outras cidades e estados dos EUA, os resultados — com números muito menores — frequentemente levam semanas para serem fraudados… digo, calculados. A votação na América é CORRUPTA!!!”

Enquanto Jair Bolsonaro baseou parte de sua campanha eleitoral de 2022 em críticas à confiabilidade do sistema brasileiro de votação eletrônica, o campo da direita manteve-se em silêncio sobre o processo de votação desta vez. Parece haver fraude eleitoral quando se perde, mas não quando se ganha. Ironicamente, Trump elogiou as eleições brasileiras por utilizarem procedimentos de votação que o próprio presidente dos EUA classificou como fraudulentos em seu próprio país.

Se os apoiadores de Lula reverterem o resultado do primeiro turno e vencerem por uma margem estreita no segundo turno, tanto Bolsonaro quanto Trump contestarão o resultado. A Casa Branca poderia insistir que o segundo turno das eleições brasileiras foi fraudulento e que Bolsonaro foi legitimamente eleito presidente, o que provocaria uma crise nacional e internacional sobre a legitimidade do novo governo de Lula.

Já se Flávio Bolsonaro derrotar o presidente Lula, provavelmente seguirá o exemplo de Trump, revertendo quase todas as políticas e programas do governo atual. A exemplo da ordem executiva de Trump emitida em 20 de janeiro de 2025 — seu primeiro dia no cargo —, concedendo perdão aos apoiadores que invadiram o Capitólio dos EUA na tentativa de anular os resultados da eleição presidencial americana de 2022, Flávio prometeu um perdão presidencial para seu pai (condenado por organizar uma insurreição contra o novo governo Lula) e para aqueles que invadiram a Praça dos Três Poderes em apoio ao plano de Bolsonaro.

Embora um perdão presidencial possa extinguir a pena de prisão restante de Jair Bolsonaro, ele não anularia a condenação do Supremo Tribunal Federal nem restauraria seus direitos políticos. Portanto, os aliados políticos de Bolsonaro poderiam buscar uma anistia legislativa que restaure plenamente a elegibilidade de Jair Bolsonaro.

Flávio pode governar pela vingança, assim como Trump 

Logo no primeiro dia de sua presidência, Trump anunciou uma campanha de vingança contra seus oponentes políticos, por meio de ações judiciais retaliatórias e de outras medidas administrativas. Flávio pode repetir essa estratégia.

Alvo 1: Moraes

No Brasil, sem dúvida, o primeiro alvo seria Alexandre de Moraes, que conduziu o julgamento e condenação de Jair Bolsonaro. Como o ministro — juntamente com outros membros do Supremo, incluindo dois indicados pelo pai de Flávio — está envolvido no escândalo do Banco Master, Flávio pode utilizar esse cenário para pressionar um movimento de impeachment contra Moraes. 

O ministro já é um alvo declarado da família. O irmão de Flávio Bolsonaro, Eduardo — atualmente foragido da Justiça brasileira e vivendo nos Estados Unidos —, juntamente com Paulo Figueiredo, pressionou com sucesso a Casa Branca de Trump para que impusesse tarifas de 50% ao Brasil, condicionadas à retirada das acusações contra Jair Bolsonaro. Eles também convenceram o governo dos EUA a aplicar a Lei Magnitsky ao ministro da Suprema Corte, impondo-lhe sanções financeiras severas por supostas violações de direitos humanos, embora Jim McGovern — o congressista americano autor da legislação — tenha declarado nas redes sociais que a lei não se aplica a este caso.

Alvo 2: movimentos sociais

Outro alvo da ofensiva direta de Trump tem sido as organizações da sociedade civil que criticam as políticas do presidente. Flávio pode repetir esse ataque aqui no Brasil.

Durante o mandato de Jair Bolsonaro, o presidente já atacou movimentos sociais ambientalistas, que chamou de organizações terroristas. Devemos esperar que essa investida se intensifique significativamente caso Flávio chegue ao poder.

Alvo 3: Constituição

Desde o seu retorno à Casa Branca, a estratégia política de Trump tem sido adotar medidas que parecem violar flagrantemente a Constituição dos EUA: tentativas de negar a cidadania a pessoas nascidas nos Estados Unidos, a imposição de tarifas de 50% em 2025 sem aprovação do Congresso e o congelamento de verbas autorizadas pelo Legislativo, entre outras medidas.

Flávio Bolsonaro declarou que pretende alterar a Constituição e mencionou algumas possíveis medidas legislativas, embora mantenha seus planos gerais em termos vagos. Diante da tentativa de insurreição de 2023, que violou os princípios fundamentais da Constituição de 1988, resta saber se ele respeitará o Estado de Direito, especialmente tendo um grande bloco de apoio de extrema-direita no Congresso. 

Alvo 4: Imprensa

A liberdade de imprensa também pode sofrer ataques, visto que Trump baniu veículos de comunicação cuja cobertura de seu governo lhe desagradava. Até o momento, a grande mídia brasileira não parece muito preocupada com essa ameaça à liberdade de expressão e à liberdade de imprensa, e vários grandes conglomerados de mídia demonstraram preferir Flávio a Lula.

Mas se o primeiro for eleito e decidir perseguir quem faz reportagens desfavoráveis, quem o impedirá? Com a maioria no Congresso e uma Suprema Corte em desordem, não há mecanismos de controle do sistema capazes de impedir que o possível futuro presidente desfira um ataque frontal à liberdade de imprensa ou aos críticos mais contundentes da extrema-direita no país. 

Alvo 5: Programas sociais

Quando Trump retornou ao poder nos Estados Unidos, trouxe consigo um plano detalhado, o Projeto 2025, concebido para reduzir o tamanho do governo federal e eliminar programas que os conservadores consideravam incompatíveis com sua agenda. Trump convocou Elon Musk para realizar o “trabalho sujo”, e o trilionário obteve grande êxito ao cortar drasticamente programas governamentais e os empregos das pessoas que garantiam o sucesso dessas iniciativas. O grupo político de Bolsonaro anunciou a intenção de cortar gastos públicos, mas apresentou poucos detalhes sobre seus planos. No entanto, dada a postura ideológica de que “menos Estado é melhor”, pode-se esperar cortes severos semelhantes no Brasil. 

Sem dúvida, um dos primeiros alvos serão as universidades públicas brasileiras. Os ataques de Trump a Columbia, Harvard e outras universidades de renome mundial — sob a alegação de que os administradores haviam falhado em conter o antissemitismo nos campi — serviram de pretexto para forçar essas instituições a eliminar todos os programas de diversidade, equidade e inclusão. Tais programas eram mecanismos importantes para garantir que o ensino superior de qualidade fosse verdadeiramente acessível a todos os segmentos sociais, e não apenas aos brancos de classe média.

Não há absolutamente nenhuma garantia de que um novo governo de extrema-direita em Brasília manteria os atuais programas de ação afirmativa, sob o argumento de que são discriminatórios, racistas e parte de uma conspiração de esquerda para controlar as mentes dos estudantes universitários. Nenhum programa estará imune a tentativas de desmantelamento. 

Alvo 6: Soberania

A soberania brasileira também estará em jogo. Em todo o mundo, observadores que acompanham os Estados Unidos consideram muitas das declarações de Trump meras fantasias delirantes de uma pessoa instável. Propor a anexação do Canadá e da Groenlândia, ou mudar o nome do Golfo do México para Golfo da América e do Lago Ontário para Lago América, parecem iniciativas nacionalistas absurdas para agradar à sua base.

No entanto, a ideia de Trump de invadir a Venezuela e a declaração de que organizações criminosas brasileiras são grupos terroristas — que o governo dos EUA teria o direito divino de destruir — refletem, na verdade, o desejo de consolidar a América Latina e o Caribe como um quintal neocolonial dos Estados Unidos. Um acordo sobre terras raras favorável aos EUA, mas com poucos benefícios para o Brasil, é claramente uma das primeiras prioridades na agenda de um presidente brasileiro que se considera 100% alinhado ao atual governo norte-americano. 

Mais alvos: Itamaraty, direitos LGBTQIAPN+ e meio ambiente

A lista é interminável: expurgos no Itamaraty, processos administrativos contra funcionários públicos, ataques aos direitos LGBT+, a continuidade das privatizações de empresas estatais, o desmantelamento da proteção às terras indígenas e o fim da preservação ambiental. Com uma vitória eleitoral — por menor que seja —, Bolsonaro, assim como Trump, declarará ter recebido um mandato popular para implementar seu programa, ignorando a vontade da outra metade do país que não apoia seus planos para o futuro do Brasil. 

As pesquisas mais recentes nos Estados Unidos indicam que os Democratas conquistarão o controle da Câmara dos Representantes e, possivelmente, até do Senado, formando uma frente para conter as piores intenções de Trump nos próximos dois anos. Enquanto o Congresso dos EUA se inclina à esquerda em repúdio às políticas do atual presidente, o Brasil pode enfrentar quatro anos piores que a gestão de Jair Bolsonaro. Embora uma rejeição generalizada a um possível novo governo Bolsonaro possa surgir após cerca de um ano de mandato, não há cenário plausível que preveja um freio semelhante ao que a extrema-direita pretende impor nos próximos quatro anos, caso os apoiadores de Lula não consigam reverter o resultado das urnas. 

O destino do país pode depender de algumas centenas de milhares de votos.

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Quale futuro per il centrodestra in Europa. Le riflessioni di Welle e Reho

La vera divisione non è tra popolari e conservatori, ma tra europeisti e nazionalisti di Klaus Welle

Il Ppe si è esteso simultaneamente in due direzioni, assorbendo parti sia della famiglia liberale sia di quella conservatrice in Europa. Lo sviluppo ha seguito il modello della democrazia cristiana tedesca, che dopo la Seconda Guerra Mondiale si era affermata come unione di cattolici e di protestanti e perciò aveva integrato la tradizione cristiano‑sociale cattolica con quelle conservatrici e liberali di matrice protestante. Questa espansione ha segnato anche l’abbandono di un criterio puramente nominale. Per essere ammessi non era più sufficiente avere le parole “cristiano” o “cattolico” nel nome del partito. Conseguentemente, un certo numero di richiedenti dell’Europa centrale e orientale che si erano denominati cristiani o cattolici, come l’Unione nazionale cattolica polacca (Zjednoczenie chrześcijańsko-narodowe), sono stati respinti a causa della loro ostilità verso l’integrazione europea. Questa scelta era dettata dalla necessità pratica. L’attività legislativa nel Parlamento europeo richiede la formulazione di posizioni comuni, specialmente sull’integrazione europea. Tutti i nuovi partner si sono integrati bene nel lavoro parlamentare quotidiano. Nella pratica quotidiana, liberali, democratici cristiani e conservatori non sono apparsi divisi da linee di faglia insuperabili, ma piuttosto si sono rivelati elementi complementi utili all’interno del Ppe allargato. Sulla base dei comportamenti di voto, Forza Italia è diventata persino la più leale delle delegazioni del gruppo.

La strategia di allargamento si è rivelata fondata, ma la questione dell’integrazione europea alla fine è emersa come una linea di demarcazione netta. Le leadership dei conservatori britannici e dell’ungherese Fidesz hanno entrambe assunto posizioni sempre più contrarie all’integrazione europea. È corretto affermare che erano, più che scettici, francamente ostili. I conservatori britannici hanno quindi lasciato il gruppo parlamentare nel 2009, con una svolta nazionalista che è stata il preludio all’uscita del paese dall’Ue dopo il referendum del 2016. La campagna di odio di Viktor Orbán contro Jean-Claude Juncker e il suo avvicinamento a Vladimir Putin e Marine Le Pen hanno reso il rapporto tra Fidesz e il Ppe non più sostenibile. L’indebolimento da parte di Orbán del sistema democratico dei pesi e contrappesi all’interno dell’Ungheria ha completato il quadro. La vera linea di demarcazione, dunque, è quella che passa non tra conservatori, liberali o democratici cristiani, ma tra europeisti e nazionalisti.

Nello spazio nazionalista, la vera linea di divisione è stata principalmente quella che corre tra posizioni filoamericane e filoputiniane sul piano esterno, largamente coincidente con la divisione tra un atteggiamento costruttivo all’interno dell’Ue e la sistematica opposizione ad essa sul piano interno. Il risultato è stata la creazione di due gruppi politici separati all’interno del Parlamento europeo. L’estrema destra all’interno dello spazio nazionalistico può essere perciò caratterizzata come un’opposizione sistemica a due livelli, volta a minare sia il partenariato atlantico sia l’integrazione europea. L’ordine politico istituito dopo il 1945, con componenti chiavi quali la democrazia, i diritti umani, lo stato di diritto, la libertà di stampa, il pluralismo, il partenariato atlantico e l’integrazione europea, ha ampiamente dimostrato il proprio valore. Dopo più di settant’anni, mettere in discussione questo ordine non può più essere qualificato come conservatore. Se l’estrema destra può avanzare una pretesa di conservatorismo, è solo nel senso che il concetto aveva nel periodo precedente la Seconda Guerra Mondiale, quando era sinonimo di autoritarismo e di illiberalismo. È un nazionalismo che promette protezione attraverso la chiusura e che è attrattivo per chi è rimasto indietro. È così che Donald Trump ha conquistato la maggioranza la prima volta, rivolgendosi ai lavoratori del carbone e dell’acciaio. È per questo che Marine Le Pen viene eletta nell’ex roccaforte comunista del distretto carbonifero nel nord della Francia. Ed è così che Boris Johnson ha abbattuto il “muro rosso” delle circoscrizioni precedentemente dominate dai laburisti nelle regioni industrializzate del nord dell’Inghilterra. È social-nazionalismo.

La secessione dei cattolici conservatori e il futuro dell’Europa di Federico Ottavio Reho

Nel pensiero e nell’esperienza dei cattolici conservatori, la convergenza tra democrazia cristiana e conservatorismo ha raggiunto la sua più armoniosa sintesi. L’importanza di questa componente per il successo della democrazia cristiana nel secondo dopoguerra non è sempre pienamente riconosciuta. Nei primi decenni del dopoguerra, l’ancoraggio al movimento democratico-cristiano dei cattolici conservatori, che, nel periodo tra le due guerre, avevano invece chiaramente mostrato inclinazioni autoritarie e talvolta erano stati determinanti per l’ascesa dei fascisti al potere, è stato un fattore importante della capacità della democrazia cristiana di coinvolgere gradualmente le élite religiose e gli elettorati più conservatori nei nuovi sistemi democratici. Per questo, la separazione dei cattolici conservatori dalla democrazia cristiana e la loro gravitazione verso forze più nazionaliste sono sempre uno sviluppo pericoloso e un segnale inquietante. Disgraziatamente, questa è precisamente la tendenza che abbiamo osservato negli ultimi decenni e che è diventata più rapida negli ultimi anni in un gran numero di Paesi dell’Ue, senza che i leader democratici cristiani siano pienamente consapevoli delle sue implicazioni o adottino delle contromisure.

Nonostante il suo declino elettorale, il cattolicesimo conservatore, quando abbandona la democrazia cristiana e si unisce alla costellazione emergente del “conservatorismo nazionale”, la rafforza enormemente, prestando a un movimento ambiguo, ancora in odore di radicalismo, la credibilità di figure e di idee che possono vantare una reputazione conservatrice impeccabile e una lunga storia di influenza nella componente più tradizionale del centrodestra. Questa circostanza è particolarmente infelice perché il conservatorismo cattolico (diversamente dal conservatorismo protestante ed evangelico) è tutt’altro che naturalmente nazionalista, e viene spinto tra le braccia del “conservatorismo nazionale” da ciò che percepisce come una crescente indifferenza, quando non un aperto imbarazzo, della democrazia cristiana per la difesa di un’antropologia cristiana tradizionale. Evitare la secessione del cattolicesimo conservatore e, più in generale, delle élite religiose conservatrici e della loro base elettorale dalla democrazia cristiana e dal conservatorismo tradizionale sarà importante per preservare la vitalità delle forze di centro-destra e per stabilizzare la politica democratica moderata nei nostri paesi.

L’altro compito importante, e collegato al primo, dei prossimi anni sarà riconciliare più in generale europeismo e conservatorismo. A differenza dei primi decenni dell’integrazione europea — quando essi erano spesso percepiti come sinergici —, oggi europeismo e conservatorismo vengono di solito considerati in tensione e in conflitto. Questo è il risultato di un graduale reciproco estraniarsi, cominciato decenni or sono ma intensificatosi in anni più recenti. Da un lato, il conservatorismo è diventato sempre più nazionalista ed euroscettico, essendo, per esempio, in prima linea negli sforzi per portare il Regno Unito fuori dell’Ue mezzo secolo dopo essere stato in prima linea negli sforzi per portarlo nella Comunità economica europea. Ideologicamente, come sopra accennato, il nuovo “conservatorismo nazionale” esalta “la virtù del nazionalismo”, ed è fondamentalmente liquidatorio nei confronti dell’integrazione sovranazionale europea, in modi che sembrano difficilmente riconciliabili con lo spirito originario del conservatorismo, che era patriottico ma anche cosmopolita. Dall’altro lato, l’europeismo e l’integrazione europea sono apparsi sempre più dominati da un ethos liberal-progressista che rifiuta di riconoscere i fondamenti culturali e storici dell’unità dell’Europa e appare programmaticamente ostile a forze e i valori conservatori.

Si tratta di una situazione infelice, perché l’Ue non scomparirà e l’unità europea è oggi anzi una necessità storica ineludibile per i popoli del continente. In un certo senso, potrebbe persino essere vista come l’ultima manifestazione storica di una ricerca di unità continentale che ha caratterizzato la storia europea per più di un millennio. La vera domanda, quindi, è se le forze e le concezioni politiche di orientamento conservatore e cristiano contribuiranno a definire i suoi prossimi passi o si condanneranno a essere un’opposizione priva di senso, aderendo a posizioni nazionaliste e anti-Ue. Per favorire una nuova convergenza tra europeismo e conservatorismo e ravvivare una tradizione, una visione e una pratica di conservatorismo europeista e sovranazionale, i conservatori e i democratici cristiani devono trovare di nuovo uno spazio per incontrarsi, confrontarsi e costruire una visione comune del futuro dell’Ue. Ciò che deve essere evitato è che il conservatorismo sia permanentemente colonizzato ed egemonizzato da idee nazionaliste e radicali in gran parte estranee alla sua tradizione e contrarie al suo ethos; e, all’inverso, che l’europeismo venga identificato con i valori e le politiche dei progressisti, che tendono a marginalizzare o a escludere totalmente le posizioni conservatrici e cristiane.

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Meloni presidia la scena. A sinistra? Potrebbe svoltare Calabresi. Parla Piepoli

Tutto tranquillo. Allineati e coperti: incassato il risultato della legge elettorale il governo prosegue senza scossoni. Nella fotografia scattata da Nicola Piepoli, fondatore di Piepoli Sondaggi, la politica italiana sembra procedere senza grossi traumi: la maggioranza conserva la propria solidità, Giorgia Meloni presidia il centro della scena e il centrosinistra continua a cercare una sintesi che, almeno per ora, resta soprattutto formale. È questa la prima impressione del sondaggista, che legge nel voto sulla legge elettorale un passaggio capace di rafforzare la percezione di continuità dell’esecutivo. Come se, sul piano politico, non fosse successo nulla di particolarmente rilevante. La premier, del resto, sa come trasformare la presenza in consenso. Lo ha dimostrato anche all’assemblea di Assolombarda, dove ha raccolto applausi e si è mossa con la sicurezza di chi sente di avere il controllo della scena. Sul fronte opposto, invece, Giuseppe Conte ed Elly Schlein devono fare i conti con rivalità che rischiano di indebolire qualsiasi tentativo di costruire un’alternativa. In mezzo c’è Roberto Vannacci, che ha sottratto consensi al centrodestra ma, secondo Piepoli, difficilmente potrà trasformare la propria presenza in un fenomeno politico paragonabile agli esordi del Movimento 5 Stelle. Anche perché l’elettore, oggi, sembra più interessato a difendere ciò che possiede che a inseguire nuove avventure. Eppure, tra gli equilibri ancora da definire, c’è una variabile che potrebbe sorprendere: Milano, dove Mario Calabresi potrebbe offrire al centrosinistra un’occasione inattesa.

Piepoli, partiamo dalla legge elettorale. L’impressione è che il governo consideri il passaggio parlamentare una conferma della propria forza. È così?

L’impressione è proprio questa: il governo pensa che non sia accaduto nulla, se non la normale amministrazione, che anzi lo ha rafforzato con l’approvazione della legge elettorale. C’è una rappresentazione di continuità, di un sistema che tiene e che non sembra attraversato da particolari scosse. Naturalmente, la situazione mondiale è un’altra cosa e presenta complessità evidenti. Ma nell’immagine che l’Italia offre di sé, al momento, sembra essere tutto in ordine.

Anche la recente uscita di Giorgia Meloni all’assemblea di Assolombarda ha restituito l’immagine di una premier in pieno controllo della scena. Lei che ha assistito direttamente, che impressione ha avuto?

Meloni ha fatto un bello show. Si è presentata come la padrona dell’Italia e, in quel contesto, aveva le condizioni per farlo. Era a proprio agio, ha raccolto applausi quasi in continuazione. È una grande comunicatrice, sa occupare lo spazio e trasmettere un senso di leadership. Questo, in politica, è un vantaggio competitivo considerevole.

Dunque il centrodestra è in salute?

Nel complesso sì. C’è una perdita di voti, in parte drenati da Vannacci, ma non vedo al momento le condizioni perché questo fenomeno possa crescere ulteriormente. La sua forza appare oscillante verso il basso. Potrebbe restare un partito laterale, capace di conservare uno spazio, ma senza diventare il protagonista di una nuova stagione politica.

Perché esclude che Vannacci possa replicare l’effetto dirompente del Movimento 5 Stelle agli esordi?

Perché manca l’elemento dell’incognito. Quando Beppe Grillo lanciò il Movimento 5 Stelle, c’era qualcosa di radicalmente nuovo, una proposta che intercettava una domanda politica ancora in larga parte inespressa. Oggi quell’effetto non c’è. Vannacci è già riconoscibile e non rappresenta una sorpresa per l’opinione pubblica. Inoltre, il clima sociale è cambiato.

In che senso?

La mentalità generale è difensiva. Le persone sono preoccupate dall’inflazione, dal valore dei propri beni, dalla necessità di proteggere ciò che hanno. In un’atmosfera di questo genere, chi propone una postura offensiva fatica a fare strada. L’elettore, in questa fase, sembra più interessato alla sicurezza delle proprie condizioni che alla prospettiva di una rottura.

Passiamo al centrosinistra. Il tentativo di costruire un’alternativa al governo procede tra incontri, aperture e discussioni sul programma. Quanto può essere competitivo?

Il centrosinistra sta cercando di unirsi con una certa esasperazione. Ma anche se dovesse riuscirci formalmente, qualche voto potrebbe comunque scappare. L’unità politica non produce automaticamente unità elettorale. E poi c’è una questione più generale: a sinistra è difficile fare previsioni perché tutti sembrano avere una storia passata, ma non ancora una storia futura.

È un giudizio che investe direttamente Elly Schlein e Giuseppe Conte?

Certamente. Se vogliono essere competitivi devono uscire dall’invidia reciproca. La competizione tra loro rischia di diventare un ostacolo alla costruzione di un’alternativa credibile. Il problema non è soltanto trovare un accordo, ma superare la rivalità per stabilire chi debba guidare il campo progressista. Finché questa questione rimarrà irrisolta, il centrodestra continuerà ad avere un vantaggio.

La presenza di una leadership riconoscibile come quella di Meloni rende ancora più evidente il problema?

Sì. A destra c’è un cervello pensante, Giorgia Meloni, che riesce a dare una direzione alla coalizione. A sinistra, invece, la ricerca di una sintesi rischia di trasformarsi in una competizione permanente. Per essere competitivi non basta avere i numeri: bisogna riuscire a trasformarli in una proposta politica riconoscibile.

Lei ha evocato la possibilità che Calabresi rappresenti una sorpresa a Milano. Perché proprio lì?

Potrebbe essere una buona sorpresa per il centrosinistra. È una variabile da considerare, perché potrebbe contribuire a modificare gli equilibri e, forse, aiutare anche a superare alcune rivalità interne. Non dico che risolverebbe automaticamente il problema del rapporto tra Conte e Schlein, ma potrebbe introdurre un elemento nuovo in una discussione che rischia di restare prigioniera dei suoi protagonisti abituali.

Resta il tema del centrodestra e della sua capacità di tenere insieme sensibilità differenti. L’accordo elettorale della coalizione è scontato?

Non lo si può dire oggi. Dipenderà anche da come andranno i sondaggi e da quale sarà la convenienza dei diversi partecipanti. La tipologia delle forze in campo rende la questione tutt’altro che automatica. Le alleanze si costruiscono anche sulla base dei rapporti di forza e delle prospettive di ciascuno.

Se dovesse indicare, in definitiva, il principale vantaggio del centrodestra e il limite più evidente del centrosinistra, quale sarebbe?

Il centrodestra dispone di una leadership forte e riconoscibile, capace di comunicare e di mantenere una direzione. Il centrosinistra, invece, deve ancora trovare una prospettiva comune. C’è una frase di Andreotti che rimane immortale: il potere logora chi non ce l’ha. È una battuta, ma contiene anche un’indicazione politica: stare all’opposizione non basta per diventare un’alternativa. Bisogna dimostrare di sapere dove si vuole andare.

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Casini, il passo indietro che vale dieci passi avanti. Scrive Rotondi

Senza Pier Ferdinando Casini, il prossimo parlamento sarebbe più povero. Uso il condizionale perché ancora non sappiamo se la rinuncia di Casini a candidarsi sarà controfirmata dal suo attuale partito di riferimento, il Pd, e da chi lo guida, Elly Schlein.

Difficilmente la leader del Pd farà feste per questa gloriosa bandiera centrista che si ammaina da sola, e indebolisce ancor più l’appeal moderato del Pd, dopo l’eclissi dei vecchi popolari.

Per la stima che porto all’intelligenza politica di Elly Schlein, prevedo che il nobile gesto di Casini sarà respinto al mittente: magari Franceschini suggerirà ad Elly di rispondere a Casini con la celebre frase di De Mita: “In certi momenti ci vuole più coraggio a restare che ad andarsene”.

Perché la scelta di Pier è politica, non tattica.

Io ci vedo una riflessione più profonda del calcolo che gli viene attribuito: scostarsi dalla pugna per disporsi a una più facile ascesa al Colle al posto di Mattarella.

Dissento da questa lettura, e non perché Casini manchi di tattica, bensì proprio perché egli ne è il re: candidato già due volte al Quirinale, nessuno può contendergli la ‘pole position’ in caso di vittoria della sinistra o di pareggio.

Che bisogno avrebbe Casini di richiamare su di sé i riflettori, con una rinuncia somigliante , più che a un passo indietro, a dieci passi avanti?

La verità è che Casini ci spiega la ragione del suo gesto, solo che il pregiudizio inclina a dubitare della spiegazione ufficiale, a favore di quella ufficiosa: non stiamo a sentire Pier, preferiamo decretare che fa mosse vista Quirinale.

E se invece ci stesse dicendo la verità, quando annuncia che ‘rinuncia a candidarsi per favorire personalità più rispondenti all’attuale offerta politica’?

A me pare che Casini sia stato fin troppo chiaro: nel suo campo, l’attuale offerta politica combina il radicalismo di massa del Pd formato Schelin, e il populismo dei cinque stelle.

Direbbe un altro evergreen: che ci azzecca Casini con quella roba lì? Forse poco o niente anche per lui, visto che fa un passo indietro.

E non si dica che dopo quarantaquattro anni questa scelta non fa male, perché fa male, il parlamento è l’ossigeno di chi ha passione politica. Ricordo lo smarrimento del mio maestro Gerardo Bianco, entrato alla Camera nel 1968, quando ne uscì, quaranta anni dopo, nel 2008 : “Riuscirò a vivere senza?”.

Ci riuscì ,ed anche a lungo, per fortuna sua e di Casini che moralmente è alla stessa altezza. Ma Pier recide un legame profondo, e lo fa sicuramente con una sofferenza che va rispettata, e gli fa onore.

Io lo conosco più o meno da quando è entrato in parlamento, abbiamo attraversato le stesse vite, lui ai vertici, io qualche piano più giù, siamo andati talvolta d’accordo, tal altra meno.

L’unica sicurezza è che gli voglio bene, e mi piace pensare che in questa scelta ci siano anche dolcezze nuove, il nipotino Camillo, la pratica sportiva in passato trascurata, una voglia di vita vera.

Il Quirinale può attendere.

E rimanendo nell’aneddotica democristiana, su come si va al Quirinale è definitivo il racconto che amava elargire Donat Cattin sulla candidatura di Moro.

Donat Cattin e De Mita bussarono a casa di Moro, che aprì la porta ma li lasciò sull’uscio ; dopo che i due leader ebbero spiegato l’opportunità della sua candidatura al Quirinale, Moro sibilò: “Al Quirinale non ci si candida, si viene candidati, buonasera De Mita, buonasera Donat Cattin”.

E chiuse la porta. Donat Cattin, che non se la teneva, tornò a bussare, e – quando Moro riaprì la porta – ribattè alla sua maniera : “Caro Aldo, hai ragione, ma per fare i figli bisogna fottere”.

Tutte queste cose Casini le ha sentite prima e più volte di me, quindi si terrà alla larga da tutti quelli che vogliono ingabbiarlo in una logica che non appartiene né alla sua storia, né al suo temperamento.

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Aguiar-Branco defende Passos e rejeita Ferro Rodrigues

O presidente da AR elogiou o ex-primeiro-ministro após este admitir regresso à política. Já sobre Ferro Rodrigues, que o acusa de normalizar o Chega, diz terem "formas diferentes" de ver o cargo.

© AMPE ROGÉRIO/LUSA

Aguiar-Branco reagiu ainda às declarações de um dos seus antecessores, o socialista Ferro Rodrigues, que o acusou de estar a normalizar a extrema-direita, afirmando que têm formas diferentes de ver o exercício do cargo
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