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Os primeiros “deepfakes” apareceram quase ao mesmo tempo que a Fotografia

William H. Mumler vendia fotografias de “fantasmas”. Foi julgado por fraude, mas ilibado: não se provou que existiam fantasmas, mas também ninguém sabia como o norte-americano punha mortos ao lado dos vivos nas imagens. Recuemos, durante cerca de três minutos, a 1862. Estamos com William H. Mumler no seu estúdio em Boston, EUA, onde o gravador de joias e fotógrafo amador revela um autorretrato quando repara numa figura inesperada atrás de si. Na fotografia aparecia uma jovem de vestido comprido, com o rosto desfocado, como um fantasma. Mumler corre para mostrar a imagem a um amigo. Até porque a mulher

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Encuentran en una cueva de Navarra una mano de neandertal de hace 46.000 años que aún conserva su ADN

Durante décadas, Navarra ha sido un hueco en el mapa neandertal. El Pirineo occidental guarda numerosas evidencias arqueológicas del paso de esta especie, pero nunca se había identificado un solo hueso humano atribuido directamente a ella. Eso ha cambiado este lunes con la presentación de seis fósiles de la cueva de Abauntz, en Arraitz-Orkin (valle […]

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Los casi 50 kilómetros de misteriosos surcos en la roca de Malta podrían no ser prehistóricos: un estudio sugiere que fueron hechos por carros romanos

En la zona de Misraħ Għar il-Kbir, al oeste de Malta, hay un tramo de roca desnuda de solo 80 por 100 metros donde decenas de surcos paralelos se cruzan, se solapan y se funden unos con otros. El lugar es tan enrevesado que se le conoce popularmente como Clapham Junction, por la gigantesca estación […]

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Caminhos da Reportagem exibe edição sobre Serra da Capivara, no Piauí

No Dia do Piauí, celebrado nesta segunda-feira (19), o programa Caminhos da Reportagem, da TV Brasil, exibe, às 23h30, uma produção da TV Antares que revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Em meio a paredões que guardam as marcas do tempo, as pinturas rupestres resistem há milhares de anos e revelam vestígios da presença dos primeiros habitantes do continente americano.

Reconhecido como Patrimônio Mundial pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), o parque tem cerca de 129 mil hectares, área equivalente a quase 80 mil campos de futebol, e mais de mil sítios arqueológicos catalogados. No local, ciência, natureza e cultura conduzem os visitantes a um capítulo da história marcado por pinturas rupestres, formações geológicas e sítios arqueológicos. As pinturas preservadas no parque têm idades que variam de cerca de 12 mil a 3,5 mil anos, revelando registros da presença humana ao longo do tempo.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. O parque é repleto de inscrições rupestres . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. O parque é repleto de inscrições rupestres . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Inscrições rupestres do parque datam de 3 mil a 12 mil anos Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Em sua primeira visita à Serra da Capivara, o dentista Rodrigo Camazan se encantou com os vestígios do passado.

“A gente gosta de viajar e conhecer a história dos lugares, a gente já viajou em outros lugares, outros sítios arqueológicos, e a gente sempre procura entender e compreender como isso tudo pode estar interligado lá atrás”, conta.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A arqueóloga Gisele Felice se dedica à preservação do Parque.  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A arqueóloga Gisele Felice se dedica à preservação do Parque.  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
A arqueóloga Gisela Felice se dedica à preservação do Parque. Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Muito da preservação da Serra da Capivara se deve à arqueóloga Niède Guidon, que, por mais de cinco décadas, pesquisou e protegeu esse patrimônio. Ela morreu em junho de 2025, mas deixou um legado que continua sendo preservado por pessoas como Gisele Felice, amiga e parceira de trabalho da pesquisadora.

“Eu aprendi muito sobre arqueologia com a Niède e aprendi muito sobre arqueologia com os técnicos, as pessoas da região que sempre escavaram com ela e com todos os outros pesquisadores que passaram por aqui. Niède sempre foi muito generosa em relação a repassar o conhecimento e dar oportunidades”, afirma Gisele.

O Parque Nacional Serra da Capivara abrange vários municípios, entre eles São Raimundo Nonato e Coronel José Dias. A região também oferece atrações aos visitantes, como o Museu do Homem Americano, que preserva peças encontradas em pesquisas arqueológicas, fósseis, esqueletos e réplicas de povos antigos que viveram na região. Recursos audiovisuais e projeções ampliam a experiência dos turistas.

Já em Coronel José Dias fica o Museu da Natureza, que conta com elementos interativos capazes de simular até um voo panorâmico sobre as formações rochosas do parque.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Museu do Homem Americano preserva a pré-história do PI .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Museu do Homem Americano preserva a pré-história do PI .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Museu do Homem Americano preserva a pré-história do Piauí . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

A aposentada Luciana Moreira descreve a experiência no museu.

“Eu achei fantástico, eu realmente me senti sobrevoando de asa delta e ver todos os ambientes que a gente visitou, eu me senti muito emocionada”, relata.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A aposentada Luciana Moreira se encantou com o Museu da Natureza . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A aposentada Luciana Moreira se encantou com o Museu da Natureza . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Aposentada Luciana Moreira se encantou com Museu da Natureza . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Além da riqueza histórica, os turistas que visitam a região podem desfrutar de um espetáculo cultural que reúne música, dança, teatro, circo e artes visuais em meio às paisagens da Caatinga.

Em sua sétima edição, a Ópera da Serra da Capivara apresentou neste ano o espetáculo Cleópatra Rainha Caatingueira, que uniu referências do Egito Antigo à paisagem sertaneja. Luzes e projeções gráficas transformam a noite e criam uma atmosfera que envolve o público em um grande palco a céu aberto.

“O corpo do Brasil está aqui na América, mas a nossa alma, nossa história, nossa cultura, ela começa pela África também”, explica a organizadora do espetáculo, Sádia Castro.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Escadaria que faz parte da trilha do Parque Nacional . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Escadaria que faz parte da trilha do Parque Nacional . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Escadaria que faz parte da trilha do Parque Nacional. Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Ela lembra que as pesquisas de Niède Guidon também apontam a África como origem dos primeiros habitantes das Américas e explica que essa relação inspirou a escolha do tema do espetáculo.

“A gente tentou contar essa história por uma mulher, uma mulher grande, poderosa, que renasce, morre e renasce aqui no sertão”, completa.

Durante quatro noites, cerca de 50 artistas de vários estados brasileiros, entre músicos, cantores e bailarinos, encantaram o público na Serra da Capivara.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Luzes transformam a noite num espetáculo a céu aberto .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. Luzes transformam a noite num espetáculo a céu aberto .  Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
Artistas de várias parte do Brasil integram a Ópera Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Entre os espectadores estava a cirurgiã-dentista Rose Braga, que nunca havia assistido a uma ópera.

“Eu estou simplesmente encantada. Enquanto eu assistia, eu falava para meu esposo que não perco mais nenhum ano. Foi um espetáculo lindo”, afirma.

14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A dentista Rose Braga pretende voltar mais vezes para assistir a ópera . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem 14/10/2026 - Caminhos da Reportagem- Serra da Capivara. No Dia do Piauí, o Caminhos da Reportagem exibe uma produção da TV Antares e revela a história e as belezas do Parque Nacional Serra da Capivara. A dentista Rose Braga pretende voltar mais vezes para assistir a ópera . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem
A dentista Rose Braga deseja voltar mais vezes para assistir à ópera . Foto: Frame/Caminhos da Reportagem - Frame/Caminhos da Reportagem

Para o empresário Bernando Boljean, a combinação de músicas compostas especialmente para a ópera, cenário natural, história e efeitos visuais tornou a experiência ainda mais especial.

“Eu já fui em muitos espetáculos fora do Brasil, mas igual a esse, eu nunca fui. Isso aqui é um negócio para a gente se orgulhar, toca o coração, em todo sentido. Me emocionei várias vezes. Nunca senti tanto orgulho de ser brasileiro e de vir aqui, porque a gente tem mania de prestigiar a cultura lá de fora. Essa cultura aqui, ela tem que ser vista pelo Brasil e pelo mundo”, conclui.

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Palácio feito em África há 3 mil anos aguentaria 19 pisos

Edifício ficava na Etiópia, construído há cerca de 2.800 anos. Estudo recorreu a simulações informáticas para avaliar a resistência das suas paredes. Um palácio construído há cerca de 2.800 anos no norte da Etiópia poderá ter tido capacidade estrutural para suportar até 19 andares, segundo um estudo que recorreu a simulações informáticas para avaliar a resistência das suas paredes. O edifício, conhecido como Grat Be’al Gibri, fica na antiga cidade de Yeha, nas terras altas do norte da Etiópia. Com uma área aproximada de 60 por 60 metros, é considerado o maior complexo palaciano conhecido da sua época na África

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Oleg Gordievski, el espía que escapó de la URSS gracias al pañal sucio de un bebé

En noviembre de 1983 el mundo estuvo al borde de una guerra nuclear. La OTAN estaba llevando a cabo un ejercicio de simulación bélica, bautizado con el nombre de Able Archer 83 y que incluía el uso teórico de armas atómicas tras una escalada de tensión internacional, cuando el programa soviético de detección de ataques […]

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Os candelabros da baixela Germain que regressam a Portugal

Parte do conjunto de mais de mil peças encomendado por D. José I ao ourives de Luís XV, as peças foram adquiridas recentemente por colecionadores portugueses, por 3,4 milhões de euros.

Os candelabros foram adquiridos em setembro pelo casal de colecionadores Maria e João Cortez de Lobão
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A cidade portuguesa que ficou com Espanha e que Marrocos ainda reclama

Quando, em 1640, Portugal recuperou a independência, Ceuta permaneceu fiel ao rei espanhol. Mas, quase quatro séculos depois, ainda tem uma bandeira portuguesa, com o padrão preto e branco de Lisboa, e o escudo português ao centro. A crise migratória que varreu Ceuta, no final de julho, voltou a acender as tensões entre Madrid e Rabat. Mas a história desta pequena cidade, situada na costa africana do estreito de Gibraltar, tem também um capítulo português. E foi decisivo para o seu destino. Para os marroquinos, chama-se Sebta, do nome árabe Sabta, nota a Al Jazeera. Esteve durante 700 anos nas

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Ferida de 75 mil anos pode ser o mais antigo ataque conhecido com lança de madeira

Um dente incisivo inferior de um neandertal que viveu há cerca de 75 mil anos no atual Curdistão iraquiano apresentava uma fratura longitudinal que lhe tinha destruído aproximadamente metade da coroa. O indivíduo continuou a utilizar o dente depois da fratura. O tártaro dentário acumulou-se sobre a superfície fraturada e o desgaste foi arredondando a margem de corte do dente, indícios de que sobreviveu à lesão durante algum tempo. Os restos mortais deste neandertal, identificado como Shanidar A, fornecem pistas sobre as condições em que viveu e sobre a forma como poderá ter sido tratado pelos seus companheiros, tanto em

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Claro para la voz, poco apto para la música: así suena el mayor anfiteatro romano de Hispania

Treinta y cinco mil espectadores. Esa es la capacidad que los autores de un nuevo estudio atribuyen al anfiteatro romano de Itálica, en Santiponce (Sevilla), y en aquellas gradas no había ni un altavoz. Lo que ocurría en la arena tenía que llegar al público sin ayuda de aparatos, y hasta ahora había pocos estudios […]

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Benjamin Moser e os judeus que se opuseram ao sionismo

Como é que a memória judaica se constrói através daqueles que criticaram a criação de um estado soberano? O Observador faz a pré-publicação de um excerto do livro "Antissionismo", a publicar dia 19.

© Universal Images Group via Getty

Theodor Herzl (à frente, ao centro), o austro-húngaro tido como o pai do sionismo moderno, numa viagem a caminho da Palestina, em 1898
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Corsés, encajes y satén: todos los ‘looks’ de Daisy Edgar-Jones para llevar el estilo Regencia de ‘Sentido y sensibilidad’ a la actualidad

© Don Arnold (Getty Images)

“Nos decían que la serie era un éxito increíble, pero yo seguía encerrada en mi dormitorio. Leía algunos artículos y miraba los memes, pero todo era un poco demasiado para procesar, así que me protegía a mí misma. Si quería, podía desconectar. Y eso me hizo pensar en lo inverosímil que era todo lo que me estaba pasando", contaba Daisy Edgar-Jones (Londres, 28 años) a 'S Moda' en 2022, cuando protagonizó una portada. Se había hecho famosa de la noche a la mañana y eso aún la sorprendía. “De repente, ya no eres Daisy, eres Daisy Edgar-Jones”, comentaba sobre cómo la hizo sentir y la transformó el éxito de la serie 'Normal People', basada en la novela de la escritora irlandesa Sally Rooney, que en 2020 catapultó su carrera y la de su coprotagonista, Paul Mescal (que tras 'Gladiator 2' ahora será Paul McCartney en las películas sobre The Beatles que prepara el director Sam Mendes). Ahora, la actriz vuelve a meterse en la piel de un personaje literario, en esta ocasión de época: encarna a Elinor Dashwood, la hermana mayor de 'Sentido y sensibilidad', novela de Jane Austen publicada en 1811 y que ahora ha vuelto a ser llevada a la gran pantalla por la directora Georgia Oakley. En el filme, que llega a los cines españoles el 23 de octubre, Edgar-Jones es Elinor y Esmé Creed-Miles es su hermana Marianne. Durante el mes que llevan de gira, Edgar-Jones se ha volcado en reinterpretar los estilismos de la época de la Regencia, en la que se desarrolla la novela: en la imagen, luciendo un vestido transparente, creado a medida por Miu Miu, con corsé en tul bordado durante la presentación en Sídney, Australia, a principios de octubre.

© Michael Buckner (Variety via Getty Images)

En la presentación de la cinta en Los Ángeles, el 7 de octubre, las tres protagonistas posaron juntas: Esmé Creed-Miles (Marianne Dashwood), Caitriona Balfe (la inolvidable Claire Randall de 'Outlander', que en la película interpreta a la madre de las hermanas, Mrs. Dashwood) y Daisy Edgar-Jones (Elinor Dashwood). Bodhi Rae Breathnach encarna a la tercera hermana, la joven Margaret Dashwood. Durante la presentación, Edgar-Jones eligió un conjunto de falda satinada y corsé con pequeños bordados, una pieza 'vintage' de Chloé, parte de la colección primavera-verano 1999 de la firma, cuando su directora creativa era Stella McCartney. Esmé Creed-Miles llevó un vestido de la recién presentada colección primavera-verano 2027 de Simone Rocha y Caitriona Balfe un conjunto a medida de Prada.

© Chloe Kern (WireImage)

Nada ha sido casual en los estilismos elegidos para la gira de presentación de la película, según confesó Dani Michelle, estilista de Edgar-Jones (y de otras famosas, como Hailey Bieber o Kendall Jenner), en la edición estadounidense de 'Vogue': "Mi equipo y yo pasamos meses investigando, solicitando prendas y explorando todos los diseñadores y piezas de archivo que pudieran reflejar el mensaje que queríamos transmitir, para crear una gira coherente y simbólica para Daisy".

© Karwai Tang (WireImage)

Esas prendas seleccionadas por Dani Michelle y su equipo tenían una intención clara: mostrar cómo vestiría Elinor Dashwood en la actualidad. La gira de presentación ha sido una lección de 'method dressing' (vestir durante la promoción con estilismos inspirados en el personaje de ficción al que se interpreta), en la línea de las que suelen realizar actrices como Zendaya (con sus posados en 'Spider-Man: un nuevo día' o 'Challengers'), Margot Robbie (en 'Cumbres borrascosas') o Anya Taylor-Joy (en 'Dune' o 'Furiosa'). 'Sentido y sensibilidad' se desarrolla durante la época de la Regencia (situada normalmente entre 1795 y 1837) en el Reino Unido. Corsés, acabados satinados, encajes y colgantes con cintas de raso han sido una constante durante toda la gira de presentación. La 'premiere' mundial, celebrada en Londres el 15 de septiembre, sentó las bases de lo que vendría después con este vestido de satén con lazos en los hombros, cola y cintura marcada, un diseño a medida de Andreas Kronthaler para Vivienne Westwood (firma de la que es director creativo desde el fallecimiento de su esposa en 2022) que completó con un colgante con cinta negra, una pieza de archivo de Boucheron datada en 1877.

© Kate Green (Getty Images for Universal Pictu)

Los detalles, del peinado con ondas románticas y el característico flequillo abierto de Edgar-Jones, y los acabados de las prendas, como los lazos, los botones o las cintas de los corsés, han marcado los estilismos elegidos por la actriz. “Creo que Elinor, por encima de todos los personajes que he interpretado, me ha marcado por el proceso hasta llegar a ella. De algún modo tiene una buena cantidad de cualidades con las que me puedo sentir identificada. Como las luchas que tiene con los sentimientos que empieza a experimentar; la incapacidad para expresar sus deseos o la necesidad de mantenerlos dominados. Es algo que me parece muy interesante porque disfruto enormemente al trabajar en personajes que están pasando por mucho, pero no lo pueden exteriorizar”, explicaba la actriz en una entrevista concedida en septiembre a la edición española de 'Vogue'.

© Charles McQuillan (Getty Images for Universal Pictu)

Stella McCartney firmó el vestido blanco con detalle de flores en los hombros y la espalda que eligió para la presentación en Dublín de la película. 'Sentido y sensibilidad' narra la vida de las hermanas Dashwood, que al morir su padre pierden su estatus porque hereda el hijo mayor, fruto de otro matrimonio, y se mudan a Devonshire, donde se enfrentan a la incertidumbre de su futuro, a sus sentimientos y a lo que la sociedad dicta que se debe esperar de ellas.

© Eric Charbonneau (Focus Features via Getty Images)

Esmé Creed-Miles y Daisy Edgar-Jones, ambas con conjuntos de falda cuerpo de Prada, juntas en Los Ángeles. Marianne representa la sensibilidad y Elinor el sentido que dan título a la novela, que ya había sido llevada a la gran pantalla en 1995, en una versión dirigida por Ang Lee (con guion de Emma Thompson, que mereció el Oscar al mejor guion adaptado) y en la que Emma Thompson interpretó a Elinor mientras que Kate Winslet fue Marianne. La nueva versión cinematográfica cuenta con la dirección de la británica Georgia Oakley, de 38 años, que en 2022 mereció el reconocimiento de la crítica con su filme 'Blue Jean', la historia de una profesora lesbiana que lleva una doble vida por miedo a perder su trabajo, ambientada en los años ochenta, durante el gobierno de Margaret Thatcher. Oakley explicó en una entrevista a 'The New York Times' que su versión de 'Sentido y sensibilidad' pretende ser "más relajada, contenida, terrenal y cruda".

© Michael Buckner (Variety via Getty Images)

Los corsés han sido la gran apuesta de Daisy Edgar-Jones para reinterpretar el estilo de la Regencia. Durante uno de los eventos alrededor de la película celebrados en Los Ángeles, la actriz lució esta creación de la diseñadora turcobritánica Dilara Findikoglu, cuyas prendas se caracterizan siempre por el aire lencero, las cinturas marcadas y el empleo de los corsés. Lo combinó con unas medias de cristal negras.

© TheStewartofNY (GC Images)

El despliegue de corsés, en distintos acabados, ha sido clave en la gira promocional de la película. En Nueva York, el 13 de octubre, Daisy Edgar-Jones combinó este de encaje y totalmente estructurado, casi escultórico, con unos vaqueros desgastados, demostrando que las piezas con inspiración de época funcionan a la perfección con prendas totalmente contemporáneas.

© TheStewartofNY (GC Images)

La estilista Dani Michelle ha contado que partió de un 'moodboard' de inspiración para construir los 'looks' de la gira promocional de Daisy Edgar-Jones: "Había desde campañas y desfiles de Galliano, Chloé, McQueen y Westwood hasta pinturas y simbolismos que nos conectaban con el mundo de Jane Austen. Volantes, motivos florales, encajes, corsetería, cintas, bordados, sedas abullonadas, borlas y tonos pastel". Este conjunto de Chloé sintetiza esas búsquedas: la vaporosa falda de gasa, con sus transparencias, contrasta con el cuerpo de brocado con encaje en el cuello y el cinturón de grandes hebillas.

© Aeon (GC Images)

De nuevo con vaqueros, en esta ocasión con un cuerpo 'vintage' de John Galliano y otra gargantilla de época, un diseño de 1873 de Boucheron. En la película, el diseño del vestuario ha recaído sobre Grace Snell ('Pillion', 'La hija eterna'), que ha sido meticulosa con la investigación de la época y ha empleado técnicas manuales para conseguir colores como los utilizados durante la Regencia, según ha explicado en su Instagram: "Para obtener el color lavanda de uno de los vestidos —un tono aceptable para el luto entonces— se utilizó un tinte extraído del palo de campeche. Esta planta es originaria de Centroamérica y las Antillas; a partir del siglo XVI, los españoles comenzaron a exportarla a Europa, donde se convirtió en una materia prima clave para la próspera industria de los tintes. El tejido 'jacquard' se contrajo durante el proceso de tintado, lo que le otorgó una textura maravillosa; me gustó tanto el resultado que pedí que esta prenda solo se planchara de forma muy ligera".

© XNY/Star Max (GC Images)

No todo han sido cuerpos historicistas en los estilismos de Daisy Edgar-Jones. También ha habido hueco para camisetas, como esta con un dibujo de un águila, combinada con un 'short' lencero rematado en puntilla. Ambas prendas son de Chloé: la camiseta de 1999 y el pantaloncito de este mismo año.

© Gerome Defrance (Getty Images)

En Berlín, la actriz apostó por los detalles de pedrería con un vestido de corte sirena de Armani Privé que llamaba su atención por las borlas que remataban sus hombros. La prenda es de archivo y pertenece a la colección primavera-verano 2005 de la línea de alta costura de la casa italiana.

© Brendon Thorne (Getty Images for Universal Pictu)

En Sídney, una de las primeras paradas de la gira promocional, la actriz apostó por una pulida silueta vanguardista de Alaïa con cuerpo ajustado y volantes en la falda que aun así remitía al vestuario de época.

© TheStewartofNY (GC Images)

En su última aparición pública de la gira, el 14 de octubre, Daisy Edgar-Jones caminó por las calles de Nueva York con este diseño de encaje con bordados, ribetes de puntilla y escote de corazón de Rodarte. Se trata de una pieza de archivo de la firma angelina que, según ha explicado en su Instagram Dani Michelle, resume todo lo que ha perseguido con sus estilismos para la presentación de 'Sentido y sensibilidad': "Esta película explora con enorme calidez la experiencia emocional del amor, desde el amor propio hasta el amor verdadero, pasando por la compañía y los desafíos que surgen dentro de las relaciones, que en aquella época a menudo estaban condicionadas por la tradición y la cercanía más que por los sentimientos o la razón. Ese anhelo que recorre la historia es una exploración tan atemporal del corazón humano que sentimos que era muy significativo que este fuera su último 'look'. Laura Mulleavy [una de las diseñadoras de Rodarte] y yo pasamos meses planificando este vestido de Rodarte, perteneciente a su colección primavera-verano 2017, que ella ha recuperado de la colección de su museo personal".
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O naufrágio mais antigo do mundo terá sido encontrado

Investigadores estimam que embarcação comercial tenha entre 4.400 e 4.700 anos e que remonte ao início da Idade do Bronze. Artefactos foram encontrados próximo à ilha de Kekova, na costa sul da Turquia. Arqueólogos anunciaram a descoberta daquele que poderá ser o naufrágio mais antigo alguma vez identificado, nas proximidades da ilha de Kekova, na costa sul da Turquia. Os investigadores estimam que a embarcação tenha entre 4 400 e 4 700 anos, remontando ao início da Idade do Bronze. Embora a estrutura de madeira do navio não tenha sobrevivido, os mergulhadores encontraram mais de 30 ânforas de cerâmica e

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Vila Nova da Barquinha recebe conferência sobre Templários

VII Conferência Internacional "Ordem do Templo, Cavalaria Espiritual e Templarismo" começa esta sexta-feira e prolonga-se durante três dias, em Vila Nova da Barquinha.

© PAULO CUNHA/LUSA

A iniciativa, promovida no concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém, arranca esta sexta-feira às 21h00
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