❌

Reading view

Governo antecipa revisão carreiras gerais da função pública

Presidente do STE fez balanço positivo da reunião com o Governo, onde foi acordada a antecipação de várias matérias previstas no acordo com o executivo. Aumentos adicionais ainda em cima da mesa.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

A próxima reunião negocial deverá ocorrer nas duas primeiras semanas de novembro, embora a representante sindical espere que o encontro permita começar a trabalhar sobre as propostas do Governo
  •  

Só me saem dupes e cenas tristes…


Há uma palavra nova para um expediente antigo: dupe. Vem de duplicate e apresenta um produto como alternativa mais barata a outro, conhecido e desejado. Nas redes sociais, a descoberta chega em êxtase: ‘parece o original, mas custa apenas uma fração do respetivo preço’. Pode ajudar a escolher. Também pode ser uma maneira bastante económica de pôr uma marca alheia a trabalhar para nós. Sem contrato e, aparentemente, sem sequer um obrigado.

Convém distinguir o dupe da cópia parasitária, ou copycat, ou lookalike. Nesta última, não se copia o nome: vão-se buscar as cores, as formas, as letras e a arrumação da embalagem. Tudo coisas perfeitamente banais, dirá o imitador. Curiosamente, depois de juntas, lembram sempre uma marca que já vende bem. Não é preciso convencer o consumidor de que está a comprar o original. Às vezes, basta aquele segundo de familiaridade. O resto faz-se na prateleira.

O dupe anunciado sem rodeios poupa esse trabalho. Em vez de esperar que alguém pense ‘isto lembra-me aquela marca’, diz logo qual é a marca que deve ser lembrada. A boleia deixa de ser discreta: vem no título, aparece na pesquisa e circula nas partilhas. A identidade é de uns, a promoção rende a outros. Há quem lhe chame esperteza comercial. Visto do banco de quem paga a viagem, tem menos graça.

Nem tudo o que se vende ‘ao estilo’ de uma marca constitui uma infração, ou sequer se parece com ela. Cada caso exige olhar para o produto e para o contexto. Mas, antes de abrir o link, podemos fazer uma pergunta simples: estamos a comparar para esclarecer ou a chamar uma marca conhecida para vender o produto de outra pessoa?

Apenas entre 20 e 30 de Setembro, retirei do meu clipping os títulos abaixo. Deixo-os aqui porque a sequência vale mais do que uma explicação. Estes operadores não são os únicos, nem estas publicações têm o exclusivo da fórmula. Há, pelos vistos, muita gente a descobrir a mesma ‘genialidade’:

  • Aldi lança calças de trabalho estilo Carhartt ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Aldi lança coluna portátil (estilo JBL Clip) com funcionalidade genial ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Conjunto de caixas estilo Tupperware do Aldi vai voar das prateleiras (Versa)
  • Lidl proibido de vender sandálias de estilo Birkenstock. Arrisca pagar 5 mil euros por dia (News in Cascais)
  • Lidl lança cardigan de malha (estilo Ralph Lauren) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança blazer (estilo Sacoor) ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Só falam dos tachos estilo Le Creuset da Ikea porque não viram estes mais baratos (e mais bonitos?) (Versa)
  • Lidl lança gabardine (estilo Ralph Lauren) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança pincéis de maquilhagem estilo Real Techniques ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Lidl lança ténis de corrida (estilo Adidas) ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Lidl lança liquidificadora portátil com bateria (estilo Nutribullet) ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Aldi lança calças estilo Sacoor ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança potente berbequim (estilo Bosch) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança saco estilo Longchamp ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Lidl lança relógio (estilo Audemars Piguet Royal Oak) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança mochila estilo Eastpak ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Aldi lança botas estilo Dr. Martens ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Lidl lança aparafusadora premium com bateria (estilo Black+Decker) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança balança com funcionalidade premium (estilo Withings) ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Aldi lança casaco premium estilo Carhartt ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Mercadona lança popular chocolate estilo Kinder Bueno ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Aldi lança galochas estilo Hunter ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança máquina para barba e cabelo (estilo Philips) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança mini bomba de ar portátil genial (estilo Xiaomi) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança alisador de cabelo (estilo Rowenta) com funcionalidade genial ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Action lança estendal em torre (estilo Vileda) ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Lidl vende caixas para frigorífico (estilo Tupperware) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Aldi lança calças de ganga (estilo Levi’s) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Aldi lança camisola polar (estilo Columbia) ao preço mais baixo de sempre (MSN Portugal)
  • Aldi lança mochila estilo Kanken ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)
  • Lidl lança calças chino (estilo Ralph Lauren) ao preço mais baixo de sempre (Magazine HD)

Mais de trinta títulos num intervalo de dez dias. Dezenas de produtos e marcas, quase uma única frase. Troca-se o produto, muda-se a marca entre parênteses e mantém-se a notícia bombástica: ‘ao preço mais baixo de sempre’. A criatividade, essa, está em promoção permanente.

Mais baixo de sempre em relação a quê? Desde quando? Com que histórico? Perguntas aborrecidas, reconheço. O título tem espaço para o entusiasmo; para a explicação, já não costuma sobrar. ‘Premium’ certifica tudo. ‘Genial’ tanto serve para uma coluna como para uma bomba de ar ou um alisador. As caixas ‘vão voar das prateleiras’ e o chocolate é ‘popular’ porque alguém decidiu escrevê-lo. Não faltam adjetivos. Faltam, por vezes, as razões para os usar. O leitor recebe entusiasmo comercial em formato de notícia e quem construiu a marca entra na festa como patrocinador involuntário.

Uma marca conhecida não apareceu ontem entre dois parênteses. Houve desenvolvimento de produto, qualidade, design, distribuição, comunicação e anos de experiências dos consumidores. O nome traz expectativas. Usá-lo como chamariz para um produto de terceiro permite ir buscar atenção e credibilidade sem pagar o trabalho que as criou. É eticamente questionável e concorrencialmente desleal, ainda que a qualificação jurídica de cada caso dependa dos factos. O ‘estilo’ pode ser barato. A reputação que lhe dá jeito custou dinheiro.

‘Mas o consumidor sabe o que está a comprar!’ Muitas vezes, sabe. E então? O benefício pode ter sido recolhido muito antes de chegar à caixa registadora: quando a marca conhecida o fez abrir o artigo, pesquisar o produto ou olhar para uma alternativa que, pelo seu próprio nome, talvez passasse despercebida. Uns fornecem o atalho mental, outros recebem os cliques. Se a alternativa desiludir, nem todas as associações feitas pelo caminho desaparecem por magia.

No grande consumo, as cópias parasitárias aproveitam uma compra rápida e rotineira, entre milhares de referências. Antes de ler, reconhecemos cores, formas e grafismos. Isoladamente, cada elemento pode ser vulgar; em conjunto, pode ser uma identidade construída durante anos. O imitador hábil fica suficientemente perto para ganhar a atenção e suficientemente longe para deixar uma discussão jurídica sobre cada pormenor. Ele ganha segundos na prateleira. O titular da marca ganha anos de processo. Uma distribuição de tarefas verdadeiramente ‘genial’.

O dupe promovido por comparação explícita nem precisa de tanta ginástica visual: o título faz o serviço. Se a aparência também ajudar, melhor ainda. Mas não vale meter tudo no mesmo saco. Há concorrentes que oferecem qualidade e preço inferior por mérito próprio. Há comparações honestas que ajudam a escolher. O que merece escrutínio é fazer da identidade de outro a principal razão para olhar, clicar ou comprar. Ter uma proposta própria também devia fazer parte do negócio.

Precisamos de instrumentos que avaliem a impressão global no contexto real da compra e o aproveitamento da reputação alheia. E de respostas que cheguem antes de a gama desaparecer e dar lugar à seguinte. Com proporcionalidade, claro: ninguém deve ser dono de uma cor vulgar, de uma forma funcional ou do direito a vender mais barato. A concorrência deve afirmar-se pela qualidade, inovação, serviço e preço. Construir uma identidade própria não é uma extravagância que se possa exigir apenas aos originais.

Também há uma responsabilidade editorial básica. Quem usa uma marca para promover outra oferta deve explicar a comparação, verificar o que afirma sobre preço e desempenho e distinguir informação de publicidade. Escrever ‘estilo’ não transforma uma associação comercial em análise independente. E repetir ‘genial’ até à exaustão prova sobretudo que se encontrou uma maneira descansada de encher títulos.

Defender as marcas não é pedir ao consumidor que pague mais nem fechar a porta às alternativas. É reconhecer que notoriedade e inovação têm autores e custos. O consumidor merece escolhas verdadeiras; as empresas merecem competir sem financiar, à força, a promoção de quem as imita. Quanto ao ‘preço mais baixo de sempre’, talvez haja finalmente uma resposta segura: é aquele a que se está a vender a imaginação de quem escreve estes títulos.

  •  

21h. Macron promete punição para manifestantes violentos

Emmanuel Macron fez um discurso à nação sobre as manifestações violentas que ocorreram este fim de semana por toda a França. Ainda, em Lisboa, manifestantes decidiram que vão pernoitar no Rossio.

  •  

“Descalabro”: andamos a colocar resíduos elétricos no sítio errado

Ou colocamos no lixo comum, ou guardamos em casa aparelhos fora de uso, ou descartamos um aparelho que nunca foi utilizado. Um em cada seis compradores de tecnologia de consumo rápido que participaram num estudo em Portugal admitiu já ter colocado no lixo comum ou em contentores errados pequenos equipamentos elétricos desse tipo. Os dados foram hoje divulgados pela associação Electrão, no Dia Internacional dos Resíduos Elétricos, este ano dedicado ao tema da tecnologia de consumo rápido, ou ‘fast tech’, e fazem parte de uma análise ao comportamento dos consumidores de 12 países, numa iniciativa da organização WEEE Forum. Segundo

  •  

Serviço da Disney+ piorou, mas preço manteve-se

Limitações também afetaram Portugal e originaram uma notificação formal de incumprimento. Empresa tem 14 dias para agir. A Disney retirou o Dolby Vision e suspendeu temporariamente as funcionalidades 4K UHD e HDR do Disney+. Entre os mercados afetados estão Portugal. Foi uma consequência das medidas judiciais relativas a patentes obtidas pela InterDigital, aplicáveis em 11 países europeus. Os dispositivos abrangidos ficaram limitados à reprodução de conteúdos em Full HD. Mesmo assim, a mensalidade não baixou durante esse período. A Disney continuou a cobrar o preço integral do plano Premium: 15,99 euros por mês. A Euroconsumers apresentou uma notificação formal. A

  •  

Os preços dos combustíveis subiram no Verão – mas o consumo também

Subida de 6 cêntimos por litro na gasolina e 9 cêntimos no gasóleo. Mesmo assim, a procura pelos combustíveis não abrandou. O aumento dos preços dos combustíveis durante os meses de Verão não impediu os portugueses de continuarem a consumir gasolina e gasóleo. Apesar do agravamento dos custos de abastecimento, as vendas subiram entre Junho e Setembro, de acordo com os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), citados pelo Expresso. Ao longo do Verão, o litro na gasolina subiu 6 cêntimos, o litro do gasóleo aumentou 9 cêntimos. Olhando para as contas de outra forma, no caso da

  •  

7h. Manifestações. Centenas pernoitaram nas ruas

Os manifestantes recusaram-se a abandonar e pernoitaram em tendas na Estação do Rossio, Lisboa, e na Praça Dom João I, Porto. Ainda, milhares de pessoas protestaram também em toda a Europa.

  •  

5h Milhares em protesto em França, Itália, Bélgica e Albânia

Onda de manifestações na Europa contra aumento do custo de vida. Em França, houve confrontos, incêndios e pilhagens. Ainda, centenas continuam nas ruas em Lisboa e no Porto em protesto pela habitação.

  •  

3h. "Acampada" no Rossio. PSP não tenciona intervir

No local permanecem centenas de manifestantes, com tendas instaladas em pleno centro da capital. Ainda, Milhares em protesto em França, Itália, Bélgica e Albânia contra o aumento do custo de vida.

  •  

15h. Lisboa. Manifestação contra o custo de vida já arrancou

As manifestações no Porto e em Coimbra terminaram, com nova concentração marcada para 24 de novembro, dia da votação do OE. Ainda, no desporto, Iúri Leitão é campeão do mundo de omnium.

  •  

11h. Já arrancaram as manifestações em Coimbra e no Porto.

A manifestação em Lisboa tem inicio marcado apenas para as 14h30, com início no Cais do Sodré e fim na praça do Rossio. Ainda, PR defende que ninguém deve viver sem habitação,

  •  

10h. Manifestações. CGTP espera grande mobilização

Realizam-se se hoje manifestações em todo o país convocadas pela central sindical. Ainda, Flávio Bolsonaro promete respeitar o resultado da segunda volta das eleições presidenciais no Brasil.

  •  

Preços dos combustíveis: gasóleo sobe quase 5 cêntimos

Litro da gasolina deve descer 1,5 cêntimos na próxima segunda-feira. É uma reversão em relação ao que aconteceu há uma semana. O preço por litro de gasóleo deverá subir 4,5 cêntimos e o da gasolina recuar 1,5 cêntimos na próxima semana, segundo estimativas hoje divulgadas pelo Automóvel Club de Portugal (ACP). Com base nos atuais valores da Direção-Geral de Energia e Geologia (DGEG), referentes a quinta-feira, e tendo em conta as previsões do ACP, o preço médio do gasóleo simples deverá atingir 2,189 euros por litro (subida de 4,5 cêntimos), enquanto o da gasolina simples 95 deverá atingir os 2,10

  •  

DECO apresentou estudo sobre comportamento dos consumidores no retalho

A DECO INFORMA…

Estas são algumas das questões analisadas no estudo “O Novo Consumidor do Retalho”, realizado pela Behavioral Insights Unit da Católica Lisbon School of Business & Economics, que a DECO, com o apoio da Mercadona, apresentou no Dia Mundial da Alimentação, na Sala Fernando Pessoa do Centro Cultural de Belém, em Lisboa.

O estudo analisou os hábitos de compra dos consumidores em Portugal, os critérios que orientam as suas decisões e a influência das estratégias comerciais. O inquérito a 2.000 consumidores adultos revelou que 93% fazem mais de metade das suas compras alimentares nas grandes superfícies, embora recorram também a outros estabelecimentos, sobretudo para adquirir produtos frescos.

O planeamento é essencial: 82% planeiam regularmente as compras, recorrendo a promoções, comparação de preços, marcas próprias e redução de produtos não essenciais. Além disso, 69% consultam frequentemente o preço por unidade e 67% comparam várias opções antes de decidir.

A relação qualidade-preço é importante ou muito importante para 93,7% dos inquiridos. Na escolha da loja, destacam-se também a qualidade, a proximidade, os preços, as promoções e a variedade.

As estratégias comerciais influenciam as decisões: 83% utilizam frequentemente cartões ou aplicações de fidelização e 66% escolhem lojas devido aos descontos acumulados. Os descontos imediatos e as ofertas limitadas no tempo são os principais estímulos às compras por impulso.

Apesar de a loja física continuar a ser a opção preferida, o comércio online ganha espaço pela conveniência, embora suscite preocupações com os custos de envio e a correspondência entre os produtos esperados e recebidos.

A transparência também preocupa: 68% já detetaram reduções na quantidade ou no peso dos produtos sem uma diminuição proporcional do preço. Na consulta dos rótulos, procuram sobretudo informação sobre validade, composição e quantidade. Na sustentabilidade, revelam maior consciência, mas condicionada por orçamentos limitados. Os resultados mostram consumidores que procuram equilibrar qualidade, preço e conveniência, mas continuam expostos a estímulos promocionais e práticas comerciais que podem influenciar as suas escolhas.

A DECO Algarve, sugere que para ler o artigo anteriormente publicado clique aqui.

  •  

Esquerda acusa Governo de estar alheado da realidade

O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, na primeira intervenção de um debate que acabou por se centrar no problema da habitação, criticou uma política egoísta e violenta".

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

"O rigor orçamental é, para nós, essencial porque constitui um elemento indissociável da possibilidade de poder existir a justiça social", disse Paulo Raimundo
  •  

UE. Líderes querem manter repostas comuns a preço da energia

Líderes dos 27 sublinharam que a situação atual "exige urgentemente uma resposta europeia coordenada, baseada em medidas direcionadas e temporárias", tendo em conta as circunstâncias dos Estados.

© OLIVIER HOSLET/EPA

Os líderes da UE terminam esta sexta-feira, em Bruxelas, uma cimeira onde se debateram novas medidas para conter os preços da energia e avançar nas negociações do próximo orçamento comunitário
  •  

FMI insiste na dívida excessiva de "demasiados países"

"Os países ricos são os principais infratores", sublinhou a diretora do FMI, salientando que "nenhum crescimento económico" pode reverter a pressão inflacionista "sem esforço fiscal".

© RUNGROJ YONGRIT/EPA

Kristalina Georgieva referiu ainda que "a IA também aumenta a inflação a curto prazo", sendo que "ainda falta saber em que medida o fará no futuro e com que rapidez"
  •  

“Onde está a carne?” é a pergunta que reina nas eleições nos EUA

E “quanto custa?”, já agora. Preço da carne de vaca torna-se arma política inesperada na campanha para as eleições de novembro. “Onde está a carne? E quanto custa?”. Estas perguntas estão na cabeça dos eleitores, resume a Associated Press. O preço da carne de vaca está a assumir um papel central na campanha para as eleições intercalares de novembro nos EUA, com democratas e republicanos a utilizarem os hábitos alimentares e o custo dos alimentos para conquistar eleitores. A discussão sobre a carne tornou-se mais um ponto de confronto político, num contexto marcado pela inflação e pelo aumento do custo

💾

E "quanto custa?", já agora. Preço da carne de vaca torna-se arma política inesperada na campanha para as eleições de novembro.
  •  

Serpa. Agricultores refutam rendimentos triplicados no setor

Numa carta aberta dirigida ao ministro da Agriculta e Mar, os Agricultores de Serpa reiteram o aumento do preço do gasóleo, dos adubos, das rações e dos restantes fatores de produção.

© JOSÉ COELHO/LUSA

"Os preços pagos aos produtores não acompanharam esses aumentos", disse a Associação de Produtores do Concelho de Serpa
  •  

Mais de 50% dos portugueses perderam poder de compra

Inquérito a 2.000 adultos residentes nos 18 distritos de Portugal continental conclui que "aumento do custo de vida tem vindo a influenciar o poder de compra e o bem-estar económico das famílias".

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

Estudo foi desenvolvido pela Deco, Universidade Católica e Mercadona
  •  
❌