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BCP anuncia reembolso antecipado de 300 milhões de euros em obrigações subordinadas

O Banco Comercial Português (Millennium BCP) anunciou nesta terça-feira que decidiu exercer a opção de reembolso antecipado da totalidade das suas obrigações subordinadas de 300 milhões de euros com vencimento em 17 de maio de 2032.

Em comunicado ao mercado, o banco liderado por Miguel Maya diz que “as 300.000.000 euros Subordinated Fixed Rate Reset Notes due 17 May 2032”, emitidas em 17 de novembro de 2021 no âmbito do programa de notas de 25 mil milhões de euros, serão reembolsadas a 17 de novembro de 2026 pelo montante de capital em dívida acrescido dos juros vencidos, “de acordo com a condição 6(d) dos termos e condições das notas”.

 

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Jefferies eleva preço-alvo do BCP para 1,30 euros e mantém recomendação de compra

O Jefferies manteve a recomendação de “comprar” (‘Buy’) para o Banco Comercial Português (BCP) e aumentou o preço-alvo da ação em 5%, de 1,24 para 1,30 euros, num research em antecipação dos resultados do terceiro trimestre, previstos para 28 de outubro. Com as ações do banco a cotar perto de 1,11 euros, a nova meta implica uma valorização potencial de cerca de 18%.

Na nota, os analistas projetam um lucro de 293 milhões de euros no terceiro trimestre, 2% abaixo do consenso de mercado, de 301 milhões de euros. Ainda assim, o Jefferies considera que o foco dos investidores estará na evolução da margem de juros, sobretudo em Portugal, onde antecipa desempenho acima das estimativas no trimestre e maior potencial de subida nos anos seguintes.

A casa de investimento prevê que a margem financeira do BCP em Portugal cresça 14% em 2026, 12% em 2027 e 8% em 2028, em termos homólogos, num cenário que assume uma taxa de depósito do Banco Central Europeu de 2,75% no final de 2026. Estas projeções colocam o banco de investimento norte americano em 1%, 3% e 5% acima do consenso para a margem em Portugal em cada um desses anos e 1%, 2% e 3% acima ao nível do grupo (nas contas consolidadas).

Quanto ao capital, o banco de investimento estima um rácio CET1 de 14,8% no terceiro trimestre, uma descida de 30 pontos-base face ao trimestre anterior, excluindo eventuais benefícios de operações de transferência de risco significativo (SRT), ou seja, titularização de crédito.

A Transferência Significativa de Risco (Significant Risk Transfer ou SRT) é um conceito regulatório bancário estabelecido nos acordos de Basileia III (e refletido na União Europeia através do Regulamento de Requisitos de Capital – CRR) que permite a um banco reduzir os seus requisitos de capital regulatório ao transferir uma parte substancial do risco de crédito de uma carteira de ativos para investidores terceiros, sem a necessidade de vender os empréstimos originais ou retirar os ativos do seu balanço.

O Jefferies estima cerca de 40 pontos-base de alívio de capital com esta atividade no quarto trimestre, o que permitiria uma recuperação de 30 pontos-base até ao final do ano.

No terceiro trimestre, antecipa ainda um impacto de cerca de 10 pontos-base associado ao mark-to-market da carteira ALCO.

O Jefferies vê ainda espaço para o BCP atualizar as metas estratégicas para 2028, apresentadas no quarto trimestre de 2024. Os analistas esperam lucros acumulados entre 2025 e 2028 20% acima da orientação da empresa e um retorno sobre capital próprio de cerca de 19% em 2028, face a uma meta superior a 13,5%, apoiado numa melhor margem financeira, maior eficiência e menor custo do risco.

Segundo a análise, a recente correção das ações do BCP — cerca de 10% nas últimas três semanas, em linha com a desvalorização do setor bancário europeu — constitui uma oportunidade de compra.

O Jefferies destaca que o banco negocia a 9,6 vezes o lucro estimado para 2028 e a 1,8 vezes o valor contabilístico ajustado, com um prémio de 10% face ao setor que considera justificado pelo crescimento mais forte dos lucros, pela maior rentabilidade e pela exposição a Portugal, um dos mercados com menor custo de capital próprio na Europa.

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PCP recusa reunião da IL e acusa liberais de "cinismo"

Paula Santos diz não haver "ponto de encontro possível" com a IL. PAN aceita reunir, mas avisa: medidas têm de passar pelo Orçamento do Estado.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Paula Santos diz que o convite da IL "só pode ser lido como uma falsidade e um cinismo" relativamente a este problema da habitação
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PCP quer passe único de 20 euros no distrito de Braga

O PCP de Braga quer “assegurar o preço de 20 euros para os passes a criar nas Comunidades Intermunicipais com o respetivo financiamento do Orçamento do Estado 2027, visando a sua implementação até ao final de 2027″.

O seu dirigente, João Casais Baptista, lembrou, hoje, em conferência de imprensa, que o partido entregou na Assembleia da República o projeto de resolução “Redução dos preços dos passes, alargamento da oferta e reforço da intermodalidade nos transportes públicos”, no qual propõe a adoção de medidas de articulação e decisão por parte das diferentes entidades, de modo a garantir que, até 01 de janeiro de 2028, todos os passes intermodais – envolvendo todos os meios de transporte – correspondentes às áreas metropolitanas e comunidades intermunicipais tenham um valor não superior a 20 euros”.

A aprovação e concretização desta proposta – sublinhou – terá tradução concreta nos territórios da CIM do Cávado e CIM do Ave, através da criação de um único passe para todos os transportes públicos. À semelhança do que há anos acontece nas Áreas Metropolitanas do Porto e de Lisboa, também passaria a existir no distrito de Braga uma solução de bilhética mais barata e simples.

Viajar em todos os operadores

A título de exemplo, assinala que os utentes da CP, TUB (Braga), TUG (Guimarães), TUBA (Barcelos), MobiAve (Famalicão), Ave Mobilidade ou Cávado Mobilidade, entre outros, poderiam, assim, viajar entre todos os operadores com o mesmo título de transporte.

Os comunistas querem, ainda, que se invista no alargamento da oferta em geral, dando prioridade ao reforço da manutenção ferroviária, à contratação e valorização de trabalhadores, e ao aluguer de composições no mercado.

Este projeto de resolução – assinala, também, João Baptista – “é coerente com outras propostas que o PCP tem vindo a apresentar, como a construção da ligação ferroviária direta entre Braga e Guimarães e a linha de concordância de Braga a Barcelos, entre outras”.

E, a concluir, afirma: “A política de mobilidade no concelho e no distrito é impulsionadora do uso de transporte pessoal, assente na utilização de viatura própria. No distrito de Braga vivem mais de 850 mil pessoas, é um dos mais populosos do país. Olhar para o uso de transportes públicos como uma prioridade regional e nacional exige outro nível de investimento e vontade política para o concretizar”.

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PCP: Moedas foi "complacente" com trotinetes

Após anúncio de suspensão das trotinetes partilhadas, comunistas exigem regulamento prometido em 2022 e propõem estudo para integrar serviço na rede municipal Gira.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

"Apesar de ter prometido, o processo de elaboração de um Regulamento de Mobilidade Suave Partilhada, esse regulamento nunca foi apresentado por Carlos Moedas", afirmou João Ferreira
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Kamala Harris, NAACP to host midterm town halls to drive voters to polls

Former Vice President Kamala Harris and the NAACP are set to host midterm town halls to drive voters in swing states to the polls amid speculation about a 2028 presidential bid from Harris. “Our work doesn’t begin or end on Election Day. From voter education to grassroots organizing, we remain committed to building informed, engaged…

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Kamala Harris, NAACP to host midterm town halls to drive voters to polls

Former Vice President Kamala Harris and the NAACP are set to host midterm town halls to drive voters in swing states to the polls amid speculation about a 2028 presidential bid from Harris. “Our work doesn’t begin or end on Election Day. From voter education to grassroots organizing, we remain committed to building informed, engaged…

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O partido de cambalhotas e a lei violenta que pode ser travada

Crise na habitação: Paulo Raimundo deixa acusação ao Chega e também não acredita nos outros principais partidos. A crise na habitação em Portugal pode ser resolvida. Mas não é com a nova lei do arrendamento, que é “injusta” e “violenta”. Paulo Raimundo aponta um caminho: “É possível ser travada se ativarmos a pressão, se ativarmos a luta, se elevarmos esse patamar de exigência”. O líder do PCP, solidário com os protestos no Porto e agora em Lisboa, lembra que “a luta pela habitação não começou agora”, enaltecendo os esforços dos comunistas. Em relação à violência, o deputado destacou que manifestantes

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PCP acusa Chega de "cambalhotas" na habitação

O secretário-geral do PCP diz que pouco se pode "confiar" em Ventura, mas defende que a pressão nas ruas pode travar a revisão do regime do arrendamento urbano.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

"Quem se manifesta já enfrenta diariamente a violência dos baixos salários, da precariedade e da falta de habitação", declarou Paulo Raimundo
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Ordens de bolsa recebidas pelos intermediários financeiros sobem 55,4% em setembro para 45,7 mil milhões

O valor das ordens sobre instrumentos financeiros recebidas pelos intermediários financeiros registados na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) totalizou 45.725,7 milhões de euros em setembro, o que representa uma subida de 55,4% face a agosto e de 24,5% em termos acumulados desde o início do ano, em comparação com o mesmo período de 2025.

Segundo dados divulgados pela CMVM, a evolução mensal foi impulsionada sobretudo pelas ordens sobre instrumentos de dívida pública, cujo valor aumentou 70% para 28.988,4 milhões de euros. Já as ordens sobre dívida privada cresceram 15,7%, para 3.210,4 milhões de euros.

Nas ações, o valor das ordens recebidas avançou 39,5% face ao mês anterior, atingindo 4.117,8 milhões de euros.

No segmento acionista, o BCP liderou a quota de mercado das transações sobre ações, com 31,2%, seguido da Caixa – Banco de Investimento, com 13%, e do BPI, com 12%.

Já nas transações sobre dívida pública e privada, a maior quota de mercado pertenceu ao BNP Paribas – Sucursal em Portugal, com 84%, seguindo-se o Banco L.J. Carregosa, com 13,3%, e o ABANCA Portugal, com 0,5%.

Por seu lado, o valor das ordens sobre instrumentos financeiros derivados aumentou 14,8% em setembro, para 205.594,3 milhões de euros. Os contratos forward continuaram a ser o instrumento mais negociado neste mercado, representando 70,4% do total, após um crescimento mensal de 6,8%.

As transações sobre contratos de futuros registaram, por sua vez, um aumento de 91% face a agosto.

De acordo com a CMVM, o valor das ordens emitidas por residentes cresceu 30,5% em setembro, enquanto as provenientes de não residentes aumentaram 60,1%.

Quanto ao local de execução, 60,3% das ordens recebidas foram executadas em mercados regulamentados internacionais, 5,2% em mercados nacionais, 2,1% fora de mercado, enquanto 32,3% foram internalizadas pelos próprios intermediários financeiros.

Os Estados Unidos, a Alemanha e a França foram os principais destinos das ordens executadas durante o mês de setembro.

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ACP satisfeito com suspensão de trotinetes em Lisboa

O presidente do ACP diz que a proibição é a "única medida possível" e que o referendo seguirá os trâmites normais — mas poderá ser cancelado se Moedas banir definitivamente as trotinetes.

© DIOGO FARIA REIS/OBSERVADOR

O presidente do Automóvel Club de Portugal assinalou ainda que "ninguém pede para acabar com as bicicletas, por exemplo, porque as bicicletas andam no meio do ambiente rodoviário e não prejudicam ninguém"
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PCP quer acabar com portagens nas ex-SCUT do Porto

Comunistas dizem que a cobrança nas autoestradas A4, A28, A29, A41 e A42 é uma "injustiça" para a região e apontam crescente consenso entre autarcas e partidos.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

O PCP assinala ainda um intensificar de oposição "ao longo dos últimos meses", por parte de autarcas e vários partidos, pelo que o "crescente consenso na recusa desta injustiça na região"
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Morreu antigo deputado do PCP/Madeira Leonel Nunes

Partido destaca "capacidade de militância político-sindical" e lembra caso judicial em torno do seu despedimento do Hotel Reid's, "uma referência na história do sindicalismo e do direito laboral".

© Rui Silva / ASpress / Global Imagens

Partido destaca "capacidade de militância político-sindical em favor da edificação de uma sociedade mais justa".
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Recuperámos os 3.200 milhões de euros da TAP? — Ouvintes

Na semana em que o Governo escolheu a Lufthansa para comprar até 49,9% do capital da TAP por 1,2 mil milhões de euros, Aguiar-Conraria responde a perguntas sobre o negócio e as contas de "merceeiro".

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17h. PCP, Livre e BE criticam Governo na manifestação da CGT

Paulo Raimundo diz não se surpreender com declarações do PM sobre habitação, Isabel Mendes Lopes e José Manuel Pureza defendem os protestos. Ainda, em França, mais de 200 pessoas foram detidas.

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Algarvio Micael Simão e leiriense João Ferreira lideram bp Ultimate Baja Portalegre 500

Carros de quatro classes diferentes nos cinco primeiros lugares
Duas motos mais rápidas separadas por 17,1 segundos

Sob temperaturas anormalmente altas para a época, os concorrentes da 40.ª edição da bp Ultimate Baja Portalegre 500 enfrentaram as desafiantes pistas do Alto Alentejo no primeiro dia de competição. João Ferreira e Filipe Palmeiro, em Toyota Hilux EVO, foram os mais rápidos entre os participantes nos automóveis. Micael Simão, em KTM 500 EXC, ditou as leis entre os pilotos de moto, enquanto Tomás Paulo, em Yamaha YFZ450R, impôs um ritmo inalcançável pelos adversários dos quads. Já nos SSV, Roberto “Beto” Borrego é o melhor na categoria mais equilibrada até ao momento.

O dia começou com o habitual prólogo, nas imediações de Portalegre. Nos cerca de cinco quilómetros do percurso, João Ferreira e Filipe Palmeiro registaram o melhor tempo e garantiram a prioridade de escolher a posição em pista para o setor da tarde. Contudo, com a pista muito seca, Ferreira sentiu que “o troço parecia ainda mais sinuoso”. Ainda assim, garantiu o melhor tempo.

Viria a perder o estatuto de líder quando Sean Haran e Martin Hales, em Polaris RZR Pro R, passaram pela tomada de tempos com um tempo mais baixo e assumiram o comando da classificação. Esta situação não durou muito. Os ingleses não respeitaram uma neutralização que tinham de cumprir no decorrer do setor seletivo e foram penalizados em 3m24s. Com isso, foram relegados para fora do top-10. 

João Ferreira

“Na primeira parte do setor, só queríamos sobreviver e passar sem bater. Correu tudo bem, sem erros e a verdadeira prova só começa amanhã”, acrescentou João Ferreira.

Concluída a primeira etapa, Luís Cidade e Valter Cardoso colocam o BRP Can-Am Maverick R no segundo lugar, a 25,3s da liderança. Isso permite-lhes entrar na segunda etapa na discussão pela vitória. À procura do quinto triunfo em Portalegre, Ricardo Porém (Taurus EVO Max) termina o primeiro dia no terceiro lugar, mas já mais longe dos da frente. No total, são 54,6 os segundos que o separa do topo da classificação. 

Nas contas reservadas aos concorrentes do evento nacional, Lino e Fábio Carapeta, em Ford Ranger, estão na frente da tabela classificativa com quase dois minutos de vantagem sobre Sérgio Matos e Sebastião Dominguez, em Toyota Hilux. 

Simão lançado à procura do “bis”

Nas motos, Micael Simão está à procura do segundo triunfo na carismática prova de TT e, para já, destaca-se dos restantes. Como resultado, Simão foi o mais rápido no prólogo e voltou a obter a melhor marca no primeiro setor seletivo.

Gustavo Gaudêncio, em Honda CRF 250RX, foi quem melhor réplica deu ao líder e parte para o segundo dia de competição a 17,1 segundos de Simão. Bernardo Megre, em KTM 450 EXC, ocupa a terceira posição, a 41,9 segundos do primeiro classificado. 
“Correu bem. Vim muito cauteloso. Falhei imensas curvas e tive algumas saídas em frente porque o percurso seguia de frente para o sol ainda um pouco baixo. Isso dificultou-me a visão. Também não terei feito a melhor escolha (de óculos). Acabei por vir com cautelas, também para guardar alguma energia para amanhã. São quase 300 quilómetros e o objetivo é atacar para lutar pela vitória”, afirmou Micael Simão. 

Tomás Paulo não dá hipóteses a ninguém

Tomás Paulo foi o grande protagonista entre os quads. Depois de ter vencido o prólogo por 4,7 segundos sobre Luís Fernandes (Yamaha YFZ450R), voltou a ser superior no primeiro setor seletivo e termina o primeiro dia de competição da bp Ultimate Baja Portalegre 500 na frente, com 1m51,6s de vantagem sobre Fernandes que ocupa a segunda posição. 

O seu andamento foi de tal forma vivo que seria o primeiro classificado numa hipotética classificação conjunta entre motos e quads. 

“Foi uma etapa boa. Uma etapa gira, apesar do pó. Nós, os quads mais rápidos, apanhamos algumas motos. Torna-se um bocado mais difícil de passar nas zonas encadeadas. Mas nada é impossível. Basta ter um bocadinho de paciência porque a prova é para todos. A etapa foi muito boa. Gostei bastante. Que venha mais, amanhã”, disse Tomás Paulo. 

“Beto” Borrego quer continuar a fazer história

O prólogo na categoria dos SSV foi o mais renhido de todas as incluídas na bp Ultimate Baja Portalegre 500. Roberto “Beto” Borrego e Domingos Cunha, em Polaris RZR Pro R, venceram por apenas 0,3 segundos. O resultado neste primeiro desafio terá servido de tónico e o piloto de Ponte de Sor voltou a ser o mais forte no setor da tarde. Chegou ao final do dia com 53,9 segundos de vantagem sobre Tiago Guerreiro e Carlos Paulino, que competem com um carro igual. 

“O balanço do primeiro dia é positivo. Não arriscámos muito. Adotámos um ritmo forte e constante. Não queríamos abusar nesta etapa. Amanhã é que é o dia principal. O carro está excelente. A equipa fez um ótimo trabalho. Estamos todos de parabéns. Não acho que estivesse muito duro. Nós e a máquina sofremos mais quando há lama. Eu sou um fã de piso seco e, por isso, para mim estava excelente. O nosso objetivo é vencer e atingir um resultado ainda melhor em Portalegre que são as dez vitórias”, afirmou Roberto “Beto” Borrego. 

Ainda nesta categoria, os líderes do campeonato, Pedro Antunes e Nuno Batalha (Polaris RZR Pro R) ocupam a terceira posição, a 1m04,2s dos líderes. 

Muitas competições em simultâneo

No primeiro dia de corrida na 40.ª edição da bp Ultimate Baja Portalegre 500, houve inúmeros motivos de interesse para os adeptos do todo-o-terreno seguirem. Além das categorias já referidas, na zona do prólogo realizaram-se diversas corridas da Mini Baja. Mais de meia centena de jovens pilotos, com idades compreendidas entre os 8 e os 16 anos, discutiram os melhores lugares, sempre com o respeito pelo próximo e o desportivismo como princípios orientadores da participação na competição. 

Nos automóveis, para comemorar as 40 edições da clássica alentejana, vários clássicos e carros do Troféu UMM apresentaram-se à partida. Entre os primeiros, Pedro Correia da Silva e Luís Resende, em Toyota Land Cruiser, terminaram na frente da classificação, enquanto na prova exclusiva do modelo português, João Couto e João Santos são os melhores. 

Amanhã, o dia volta a ser preenchido. A competição começa bem cedo, logo às 7h50, com as primeiras motos a arrancarem para o setor seletivo do dia. As categorias Promoção e Hobby serão as primeiras em ação e abrem caminho para os concorrentes que fazem a distância completa. No total, serão mais de 270 quilómetros contra o cronómetro. Nos automóveis, haverá dois setores seletivos para percorrer. O vencedor será conhecido ao cabo de praticamente 360 quilómetros. 

Com colaboração do Ganinete de Impressa da Baja Portalegre 500
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BE e PCP estão a alimentar a violência em Portugal?

Sugestão de Mariana Leitão. “Catarina Martins deveria estar aqui em Bruxelas e foi para o Porto”. As muitas reacções no mesmo dia. As horas seguintes às cenas de violência no Porto, durante um protesto contra os preços da habitação, foram repletas de reacções políticas. Luís Montenegro falou logo ao início da manhã de quinta-feira: “Espero que os partidos políticos, movimentos associativos, organizações portuguesas, não caiam na tentação, por razões meramente egoísticas da sua própria acção, importarem para Portugal climas de instabilidade, de contestação, que não têm de facto respaldo na sociedade portuguesa”. O primeiro-ministro garantiu que Portugal não é um

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