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Irão recusa ceder urânio e repete condições aos EUA

Teerão mantém posição: urânio enriquecido fica no país e os EUA têm de cumprir as sete condições iranianas para a paz e reabertura do estreito de Ormuz.

© ABEDIN TAHERKENAREH/EPA

"Nem sequer uma quantidade ínfima de materiais nucleares enriquecidos sairá do Irão", afirmou o secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional, Mohsen Rezaei
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Zelensky reúne-se na Noruega com o enviado norte-americano

O presidente ucraniano reuniu-se na Noruega com Steve Witkoff, enviado de Donald Trump, para debater a paz, perante preocupações com atrasos no fornecimento de defesa antiaérea.

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Moscovo confirma chegada de Steve Witkoff a São Petersburgo

O enviado norte-americano Steve Witkoff reúne-se em São Petersburgo com altos responsáveis do Kremlin. Moscovo está recetivo a ouvir Washington mas sem fazer concessões territoriais.

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"A reunião sem Kiev dá mais força à Rússia"

Martinho Lucas Pires afirma que um encontro sem Zelensky beneficia Moscovo. O professor alerta ainda para a interferência russa nas eleições e a estratégia do Irão contra Trump.

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"Trump sabe que Putin nunca irá abandonar a guerra"

Ana Cavalieri considera que os EUA tentam forçar Kiev a ceder o Donbas por ser impossível travar a Rússia. Defende que a Europa não tem capacidade militar para substituir os EUA no apoio à Ucrânia.

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Gás na Europa supera os 90 euros, sobe mais de 200% este ano

Cotação ascendeu ao nível mais alto registado desde dezembro de 2022, agravando a pressão sobre as economias europeias às portas do inverno.

© NurPhoto via Getty Images

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Zelensky falou com Rubio sobre misseis antibalísticos e Starlink

Zelensky

O presidente ucraniano anunciou hoje que conversou por telefone com o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, sobre o fornecimento de mísseis antibalísticos à Ucrânia e as interrupções na partilha de informações de inteligência.

“Conversei com Marco Rubio. Foi uma conversa substancial, focada em questões importantes. Sou grato pela sua disposição em ajudar e pela sua posição clara”, escreveu Volodymyr Zelensky, na rede social X.

O contacto entre Zelensky e Rubio marca a primeira interação pública de alto nível entre Kiev e Washington desde que a Ucrânia começou a relatar, há mais de uma semana, interrupções na receção de informações de inteligência sobre certos lançamentos de mísseis balísticos russos.

Desde então, Zelensky trocou críticas públicas com o presidente Donald Trump.

O Presidente ucraniano também reclamou do facto de os terminais da Starlink — parte do pacote de apoio militar que fornece acesso à internet ao Exército ucraniano — pararem de funcionar quando os drones que os utilizam atingem velocidades entre 130 e 161 quilómetros por hora.

Já na segunda-feira, Zelensky tinha acusado os EUA de estarem a atrasar a entrega de mísseis intercetores para os sistemas Patriot — armamentos de que o exército ucraniano necessita urgentemente para proteger a sua infraestrutura contra os mísseis balísticos russos.

Zelensky atribuiu essas limitações na assistência dos EUA a uma suposta intenção, por parte da administração do Presidente Donald Trump, de levar a Ucrânia a capitular diante da Rússia.

Na mensagem sobre a conversa com Rubio, o Presidente ucraniano sublinhou que o diálogo ocorre num momento em que prosseguem os contactos diplomáticos entre Kiev e Washington, na busca por uma solução negociada para a guerra.

O governo norueguês anunciou hoje que Zelensky irá a Oslo para uma reunião sobre o assunto com o mediador americano Steve Witkoff, o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb.

O outro mediador dos EUA para a guerra entre a Rússia e a Ucrânia, Jared Kushner, participará por videoconferência.

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Zelensky acusa EUA de pressionar Ucrânia a capitular

Presidente ucraniano diz que Washington reduziu para um quarto os mísseis Patriot fornecidos e cortou informações. Entretanto, Putin propõe cimeira com Trump e Xi Jinping sem Kiev.

© OLIVIER MATTHYS/EPA

As declarações coincidiram com um novo ataque russo em larga escala contra a Ucrânia, que teve como alvos empresas da indústria militar
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"Putin sente que Trump está do seu lado"

Orlando Samões admite que Putin está a ser hábil na forma como tem vindo a "enrolar" Trump. Assume que encontro EUA, China e Rússia sobre a guerra não faz sentido sem a presença da Ucrânia.

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Detidos suspeitos de ataque a jornalista na Cisjordânia

Autoridades israelitas detiveram 10 suspeitos numa operação na Cisjordânia relacionada com a agressão à fotojornalista norte-americana Heidi Levine e o ataque a diplomatas estrangeiros.

© ATEF SAFADI/EPA

Durante a operação foram apreendidos veículos e objetos que, alegadamente, vinculam os suspeitos aos factos que lhes são imputados
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Zelensky fica em desvantagem se aceitar imposições dos EUA?

Miguel Baumgartner, especialista em relações internacionais, admite que pressão atual dos EUA sobre Zelensky procura impor um cessar-fogo com a Rússia, deixando a Ucrânia numa posição de desvantagem.

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Trump reforça apoio à reeleição de Netanyahu e ameaça ampliar ações contra o Irã

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reforçou apoio à reeleição do primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e ameaçou intensificar as ações contra o Irã caso Teerã não mude de postura. Em publicação na Truth Social, dirigida ao povo israelense, o republicano afirmou que Netanyahu é o único líder capaz de manter a parceria com Washington no enfrentamento à República Islâmica.

"Peço que esta carta seja considerada uma expressão do meu apoio completo e irrestrito a Bibi Netanyahu em sua próxima campanha pela reeleição como primeiro-ministro de Israel", escreveu Trump, acrescentando que o premiê "nunca decepcionará" os israelenses.

Os israelenses irão às urnas em 27 de outubro, nas primeiras eleições nacionais desde o ataque do Hamas contra Israel, em 2023.

O presidente americano elogiou Netanyahu como um líder "forte, corajoso e brilhante" e afirmou que ele resistiu à oposição, inclusive dentro de Israel. Segundo Trump, o premiê demonstrou capacidade de enfrentar momentos difíceis e se tornou ainda mais forte diante das pressões políticas.

Na frente geopolítica, Trump acusou o Irã de ameaçar Israel e os Estados Unidos há décadas e afirmou que o país foi "sistematicamente destruído, tanto militar quanto financeiramente". O republicano advertiu que, caso Teerã não altere rapidamente seu comportamento, Washington poderá ampliar as operações. "Em breve concluiremos o trabalho", ameaçou.

Trump também vinculou a continuidade da cooperação americana à permanência de Netanyahu no poder. "Se Israel tiver o líder errado, o que significa qualquer pessoa que não seja Bibi, os Estados Unidos terão de fazer esse trabalho sozinhos, e não estou disposto a isso", declarou.

O presidente afirmou ainda que Netanyahu tem sido um importante parceiro na busca pela paz e no combate ao Irã, ressaltando que esse é o tipo de liderança que Washington espera de Israel.

 

© Isac Nóbrega/PR

Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, compartilhou links de site suspeito
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Reino Unido: Chefe do Exército diz que governo deve preparar população para tempos de guerra

O chefe do Estado-Maior do Exército britânico, general Roly Walker, afirmou que a população do Reino Unido terá de encarar em breve um debate sobre os sacrifícios exigidos pela prioridade à defesa. Para ele, o período em que o país podia evitar pensar na possibilidade de uma guerra ficou para trás.

As declarações foram publicadas na quinta-feira, 15, pelo Forces News, portal de notícias público da organização britânica de radiodifusão voltada às Forças Armadas. Walker falou em Catterick Garrison diante de cerca de 700 militares da 1ª Divisão do Reino Unido.

Segundo Walker, quem acompanha a evolução do cenário internacional percebe que o mundo vive hoje um nível de perigo extremo, e a atividade militar voltou a ocupar espaço na mente dos britânicos. Ele disse esperar que os líderes políticos expliquem ao público, nos próximos tempos, onde estão os riscos e o que a nação precisará estar disposta a fazer. O general classificou o momento atual como muito perigoso.

Ele disse que os cidadãos, que nem sempre têm as Forças Armadas entre suas preocupações cotidianas, precisam entender o papel dos militares e consentir com os sacrifícios que isso implica. Em última instância, afirmou, será necessário que a sociedade apoie os soldados naquilo que só eles fazem: levar o combate ao inimigo.

Walker também lembrou aos militares que, nas forças terrestres, o peso do combate recai sobre os soldados mais jovens e menos experientes. Ele afirmou que, se o país for chamado à guerra, a defesa da nação dependerá deles, e que a nação poderá precisar de cada um, mesmo que não saibam disso.

O discurso ocorre em meio a temores de que o conflito na Ucrânia atinja outros países da Europa. Autoridades do continente afirmam que a Rússia estaria planejando ataques, o que Moscou nega.

A fala do comandante ocorre num momento em que uma nova pesquisa do Instituto Ipsos indica que metade dos britânicos não pegaria em armas pelo país em nenhuma circunstância. O mesmo levantamento mostra, porém, que mais da metade apoia o aumento dos gastos militares.

Entre os que defendem mais dinheiro para a defesa, 37% acham que os recursos devem vir do remanejamento de outras áreas do orçamento, enquanto 36% preferem a elevação de impostos em geral.

O financiamento das Forças Armadas se tornou um dos principais dilemas do governo. Em setembro, durante a conferência do Partido Trabalhista em Liverpool, o ministro da Defesa, Wes Streeting, reconheceu que investir mais em defesa exige escolhas e concessões. Ele rebateu críticos da direita ao dizer que um país não se fortalece empobrecendo seu povo.

O antecessor de Streeting na pasta, John Healey, hoje ministro das Finanças, deve detalhar os planos de gastos no orçamento previsto para 28 de outubro.

Walker não é o único alto oficial a falar do assunto. Líderes militares de primeiro escalão, entre eles o chefe do Estado-Maior da Defesa, marechal do ar Sir Rich Knighton, têm sido cada vez mais enfáticos ao tratar do papel da sociedade na resistência a ameaças externas.

 

© Reprodução das redes sociais

Ex-ministra do Reino Unido foi morta em ataque premeditado, diz polícia britânica
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13h. Número de detidos nas manifestações em França aumenta

O Ministro do Interior divulgou que são mais de mil e oitocentos, e ainda é um número provisório. Ainda, um drone despenhou-se numa cidade no norte da Lituânia, junto da fronteira com a Letónia.

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