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Bem-vindas, “mães beta”; dêem espaço aos filhos

Espécie de resposta ao método “helicóptero”. Porque a maternidade não tem de ser controladora – e não é perfeita. Primeiro, a distinção. O método “helicóptero” na educação lá em casa é quando os pais controlam muito os filhos, estão sempre “em cima” deles. Não dão autonomia. É um estilo de parentalidade e acompanhamento caracterizado pela superproteção e pelo controlo excessivo. Os pais estão sempre a “sobrevoar” a vida dos filhos, monitorizando cada passo. Agora, as “mães beta”. É uma resposta, em jeito de contraste, ao método anterior: defende que os filhos precisam de espaço para experimentar, cometer erros e ganhar

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EUA como Irão, Arábia Saudita, Coreia do Norte. O que ver uma execução faz a uma criança

Transmissão pública de execução nos EUA cancelada por Trump preocupou especialistas. O perigo vai além da transmissão em direto da execução de Nidal Hasan, marcada para 3 de dezembro. A possibilidade de transmissão em direto da execução de Nidal Malik Hasan, marcada para 3 de dezembro, em Fort Hood, nos Estados Unidos, suscitou preocupações quanto ao impacto psicológico que as imagens poderiam ter nas crianças e nos adolescentes. O secretário da Defesa Pete Hegseth tinha indicado que a execução militar, por fuzilamento, seria transmitida em direto, por iniciativa do Pentágono, após autorização do presidente Donald Trump. Hasan, antigo psiquiatra do

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Cantinas escolares cortam nos doces. E adeus nuggets, rissóis

Doces uma vez por mês, carnes vermelhas no máximo quatro. Adeus salgadinhos, nuggets e delícias do mar. E a sobremesa passa a ser fruta fresca. Eis as novas orientações do Ministério da Educação. Os refeitórios escolares devem proibir produtos ultraprocessados como nuggets ou delícias do mar e servir apenas uma sobremesa doce por mês, segundo as “Orientações para Refeições e Refeitórios Escolares de 2026” divulgadas esta sexta-feira. Os serviços do Ministério da Educação divulgaram as novas diretrizes para que as escolas ofereçam refeições mais próximas da dieta mediterrânica: menos carne vermelha e ultraprocessados por um lado e mais peixe, mais

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Caso raro: cancro passou de uma gémea para a outra durante a gravidez

O caso envolve duas irmãs, Amelia e Amaya, que nasceram prematuramente após os médicos detetarem uma massa na face de uma das bebés. Um novo estudo demonstrou que um tumor maligno pode passar de uma gémea para a outra ainda durante a gravidez. Esta análise permitiu reconstruir a origem e a propagação de um sarcoma raro em duas gémeas monozigóticas, através da análise genética de amostras de tumores, tecidos saudáveis e placenta. O caso envolve duas irmãs, Amelia e Amaya, que nasceram prematuramente após os médicos detetarem, através de uma ressonância magnética fetal realizada às 33 semanas de gravidez, uma

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Mais de 340 crianças mortas em Gaza desde cessar-fogo

A UNICEF denunciou que 800 mil crianças continuam deslocadas e que 60 mil perderam um ou ambos os pais no contexto de guerra. A organização pede que entre em Gaza toda a ajuda de forma contínua.

© MOHAMMED SABER/EPA

Mais de 560 mil crianças palestinianas voltaram a ter acesso à educação em Gaza, muitos apoiados por centros de aprendizagem mantidos pela UNICEF
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Mortes de crianças com menos de um ano aumentaram 7,7%

Nos primeiros nove meses do ano ocorreram 195 óbitos de crianças com menos de um ano. Neste período, ocorreram 89.781 óbitos no país, menos 1.023 do que no período homólogo de 2025.

© JOÃO PORFÍRIO/OBSERVADOR

Em agosto de 2026, registaram-se 7.267 nados-vivos (incluindo 39 de mães residentes no estrangeiro), correspondendo a um decréscimo de 4,8% (menos 367) em relação a julho de 2026
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“Mãe, não quero ser mãe. O mundo está horrível”

Revelação de Cláudia Semedo – que teve Carteira Profissional de Jornalista mas precisou de deixar de ver telejornais. Cláudia Semedo é uma das caras muito conhecidas no panorama da comunicação em Portugal. Apresentadora, actriz, radialista, uma comunicadora. Que também já foi jornalista. Aliás teve que ter a Carteira Profissional de Jornalista para apresentar o programa Nós, na RTP. Mais tarde, por motivos profissionais, por incompatibilidade, entregou a Carteira. E hoje até se afasta do jornalismo, pelo menos do jornalismo televisivo. Por opção: “Estou muito atenta ao mundo mas faço um filtro gigantesco”. Sem orgulho, deixou de ver telejornais. “Porque precisei”.

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Saúde aprova protocolo para tratar crianças com hemofilia A

Logo Agência Brasil

O Ministério da Saúde aprovou protocolo para uso do medicamento emicizumabe no tratamento de crianças até 6 anos com hemofilia A que não apresentam inibidores do fator VIII da coagulação sanguínea.

A medida consta de portaria publicada na edição desta quinta-feira (15) do Diário Oficial da União.

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O documento estabelece critérios de diagnóstico, inclusão e exclusão de pacientes, além das condições de tratamento e dos mecanismos de regulação, controle e avaliação.

O protocolo tem abrangência nacional e deverá ser usado pelas secretarias de Saúde dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para regular o acesso ao tratamento.

Benefícios

O tratamento é considerado menos invasivo. Ao contrário da terapia tradicional com fator VIII, que exige infusões nas veias, o emicizumabe é aplicado por via subcutânea, de forma menos invasiva.

O tratamento, de acordo com o ministério, diminuiria também a frequência dos sangramentos. 

Informação 

De acordo com a portaria, o paciente ou o responsável legal deverá ser informado sobre os potenciais riscos, efeitos colaterais e eventos adversos relacionados ao uso do emicizumabe.

O protocolo completo ficará disponível no site do Ministério da Saúde, na área destinada aos Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT).

Atendimento

Os gestores estaduais, distrital e municipais do Sistema Único de Saúde (SUS) deverão organizar a rede assistencial, definir os serviços de referência e estabelecer os fluxos necessários para o atendimento dos pacientes em todas as etapas previstas pelo protocolo.

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Psicólogo julgado por abusar de doente de 15 anos

Mais de 60 crimes de abuso sexual e 16 de pornografia de menores estão na base do julgamento de um psicólogo de Alenquer. O arguido de 46 anos planeou todo o processo para obter confiança da vítima.

© Getty Images

A vítima começou a ser acompanhada pelo arguido no final de 2021, quando tinha 15 anos e frequentava o 10.º ano de escolaridade
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Mais de 350 “casamentos infantis” em Baden-Württemberg; uma noiva tinha 11 anos

Estado na Alemanha registou 358 casamentos envolvendo menores desde 2012. Falta de dados dificulta avaliação do problema. Os resultados dizem respeito exclusivamente a Baden-Württemberg, um estado com cerca de 11,2 milhões de habitantes; não permitem determinar a dimensão nacional do problema na Alemanha. As autoridades do estado alemão registaram 358 casamentos envolvendo menores desde 2012, mas apenas oito foram anulados por decisão judicial definitiva. Os restantes 350 processos foram encerrados por outras razões, suscitando dúvidas sobre o destino das vítimas e a eficácia dos mecanismos de proteção existentes. Os dados foram divulgados numa resposta do Governo regional a um pedido

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4.400 mortes de crianças migrantes: número é maior, diz ONU

Organizações dizem que mortes de crianças nas rotas migratórias podem não estar a ser notificadas e ser registadas erradamente como mortes de adultos. Em onze anos morreram 4.400 menores.

© SHAHZAIB AKBER/EPA

As crianças são frequentemente negligenciadas nestas estatísticas, denunciam a OIM e outras organizações agrupadas na Aliança Internacional de Dados sobre Crianças em Movimento (IDAC)
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CPCJ de Albufeira promove peddy paper sobre direitos e segurança das crianças

A iniciativa reuniu 24 participantes, dos dois aos 52 anos, no Parque Lúdico. Oito equipas resolveram desafios sobre proteção das crianças e relações familiares.

O conteúdo CPCJ de Albufeira promove peddy paper sobre direitos e segurança das crianças aparece primeiro em Barlavento.

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Presidente moçambicano promete resposta a droga nas escolas

Chefe de Estado garante que Governo não vai tolerar tráfico de droga em ambiente escolar. "Que país seremos nós se à porta das nossas escolas se vende a morte embrulhada em papel de rebuçado?".

© JOSÉ JECO/LUSA

Daniel Chapo acrescentou que as autoridades têm registado um aumento do consumo de drogas, incluindo entre menores de idade
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“O que se passa na infância não fica na infância”: Obra de 52 autores apresentada em Loulé

É apresentado na próxima sexta-feira, pelas 18h30, no Polo Casimiro de Brito, em Almancil, da Biblioteca Municipal de Loulé, o livro “O que se passa na infância não fica na infância” Tomo III, por Catarina Silva Almeida. 

O momento, integrado na iniciativa “Livros Abertos”, contará com dois dos 52 autores, Ana Poeta, Rui Diniz Monteiro, bem como João Pedro Gaspar e Paulo Guerra, coordenadores da obra.

«Por considerarmos que a infância é um chão que percorremos durante a vida toda, só há que constatar que as vítimas precoces – as crianças que o sistema de promoção e proteção entende que devem ser retiradas às suas famílias biológicas, muitas vezes para delas serem protegidas – têm a vida toda para sofrerem as consequências dessas experiências adversas.

 “O que se passa na infância, não fica na infância”, obra editada pela Editora d’Ideias, recorre a 52 personalidades – ligadas pessoalmente ou profissionalmente à proteção das crianças e ao seu saudável desenvolvimento -, reunindo um conjunto de abordagens pessoais e multidisciplinares, remetendo para as consequências irreversíveis e duradouras das experiências adversas na infância – personifica uma campanha que visa prevenir os mau- tratos na infância, idealizada pela entidade que, em Portugal, se dedica a apoiar quem cresceu em acolhimento, a PAJE – Plataforma de Apoio a Jovens (Ex)acolhidos.

A obra e a campanha, qual manifesto, parte da premissa de que é fundamental contrariar a invisibilidade da adversidade e do trauma vivido na infância por cada um de nós, tornando-se, assim, imperioso que os vários contextos e os seus profissionais estejam imbuídos e capacitados de uma abordagem sensível ao trauma, que permita reconhecê-lo, bem como aos seus efeitos, e responder-lhe de forma hábil e reparadora. Para que a onda cresça! E para que cada um de nós faça o que lhe compete – estar atento, denunciar, integrar e tratar o trauma infantil antes que «o monstro tome conta de nós». (João Pedro Gaspar e Paulo Guerra)

Rui Diniz Monteiro é engenheiro, professor do ensino básico e secundário, e Hipno terapeuta com licenciatura em Psicologia. A fazer voluntariado desde há mais de 50 anos, apoiante ativo da campanha “Nem Mais Uma Palmada!”, palestrante e professor da disciplina “Sabedoria, Civilização e Felicidade” em universidades sénior.

Ana Poeta é cientista social, mestre em Educação de Adultos e Desenvolvimento Local, ativista há mais de 30 anos, atualmente trabalha na área do Bem-Estar Animal.

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Nikolas Ferreira usa vídeo com crianças para atacar governo Lula; veja vídeo

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) divulgou, no domingo (11/10), uma gravação com críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Publicado no Dia das Crianças, o material reúne falas de meninos e meninas sobre economia, criminalidade e escolhas eleitorais, com apelo direcionado aos eleitores para a disputa presidencial de 2026.

A produção apresenta situações fictícias para relacionar problemas cotidianos à gestão petista. Em uma das cenas, uma criança lamenta a impossibilidade de ganhar uma bicicleta prometida pela avó, sob a justificativa de que alguém roubou o dinheiro. Questionada sobre o responsável, outra responde: “Lula? Não, foi o Lulinha”. A fala faz referência a Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente.

A segurança pública também ocupa espaço na gravação. As crianças contrapõem as brincadeiras de rua de gerações anteriores à preocupação atual com roubos e afirmam que precisam esconder os celulares para evitar a ação de criminosos. A abordagem utiliza o universo infantil para apresentar críticas à violência e à sensação de insegurança.

O custo de vida aparece em outra sequência, na qual uma criança manifesta o desejo de ter um iPhone e outra conta que economiza para comprar o aparelho. O vídeo também reproduz uma crítica à frase atribuída ao presidente sobre produtos caros: “Se tá caro, não compra”. A passagem associa a dificuldade de consumo à situação econômica do país.

Na parte final, as crianças questionam a permanência do PT no poder e citam promessas que, segundo o roteiro, não foram cumpridas. A gravação termina com um apelo contrário à reeleição do partido em 2026. “Arrume outro jeito de estragar sua vida. Porque, voltando pro PT, você estraga a minha também”, declara uma delas. A mensagem encerra com a lembrança de que as decisões dos eleitores terão consequências para o futuro das novas gerações.

Foto e Vídeo: Redes Sociais

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“Baús da Brincadeira” chegam às escolas do concelho para tornar os recreios mais ativos e inclusivos

O Município de Olhão, em parceria com os Agrupamentos de Escolas do concelho e outras entidades parceiras, disponibiliza aos seus munícipes a oferta da Escola a Tempo Inteiro, procurando reforçar a articulação entre a escola, as famílias e a comunidade local e reconhecendo o papel fundamental desta resposta no desenvolvimento pessoal e social das crianças e dos alunos.

No âmbito desta parceria, a Associação Portuguesa para a Inovação e Empreendedorismo Social e Digital (AI9) disponibilizou os “Baús da Brincadeira” às escolas do Município de Olhão, tendo concluído, na passada sexta-feira, a sua entrega em todos os agrupamentos escolares do concelho. A última entrega decorreu na EB1 n.º 4, onde foram disponibilizados os baús destinados ao Agrupamento de Escolas Professor Paula Nogueira.

Cada escola tem agora quatro baús, que disponibilizam um conjunto diversificado de materiais para utilização pelas crianças durante os intervalos.

Os baús incluem materiais criteriosamente selecionados do ponto de vista pedagógico, como jogos de tabuleiro, bolas de diferentes tipos, cordas, arcos, jogos tradicionais e jogos de água, entre outros recursos que estimulam diferentes formas de brincadeira, movimento e interação.

Disponíveis durante os intervalos, estes materiais permitem que as crianças escolham livremente as atividades que querem realizar, explorando os recursos ao seu ritmo e de acordo com os seus interesses, num ambiente de brincadeira espontânea e com a necessária supervisão dos adultos.

Mais do que proporcionar atividades organizadas, a iniciativa pretende valorizar o brincar livre, dando espaço à imaginação, à criatividade, à autonomia e à interação entre pares. O recreio deve ser também um espaço de descoberta, onde as crianças possam experimentar, criar, partilhar e, acima de tudo, ser crianças.

Os “Baús da Brincadeira” constituem, assim, um importante contributo para a criação de recreios mais ativos, inclusivos e estimulantes, reforçando a importância do brincar no desenvolvimento e bem-estar das crianças.

A iniciativa evidencia ainda o valor da parceria entre o Município de Olhão e a AI9, contribuindo para a construção de ambientes educativos mais ricos, participativos e promotores do desenvolvimento integral das crianças.

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