Quando o filho parte para o estrangeiro


El príncipe Enrique continúa firme en su intento de redimirse de su pasado y de las decisiones que tomó, que le han llevado a la situación en la que se encuentra: alejado de los Windsor. Desde hace poco más de un año, el duque de Sussex mantiene un perfil discreto, sin entrar en polémicas y dejando que sea su trabajo el que hable por él. Centrado en su faceta filantrópica y de regreso al Reino Unido después de seis años viviendo con su familia en Montecito (California), el hijo pequeño del rey Carlos III se está mostrando en estos últimos meses más cercano con la prensa que antes. Si hace dos semanas se publicaba una masterclass en la que hablaba de salud mental y de cómo le afectó la muerte de su madre, Diana de Gales, este martes 20 de octubre la revista GQ ha compartido otra entrevista en la que, entre otros asuntos, habla de las rencillas familiares que protagoniza.

© Max Mumby/Indigo (Getty Images)

Por causa do aumento nos benefícios, o valor da folha de pagamentos subiu de R$ 13 bilhões em setembro para R$ 15 bilhões em outubro.
A lista dos municípios com pagamento unificado está disponível aqui.
No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. No entanto, por causa do fenômeno climático El Niño, o governo concentrou os dias de pagamento em três dias por mês até dezembro.
Os beneficiários com NIS terminado em 1 receberam os pagamentos nesta segunda-feira (19). Na terça-feira (20), é a vez de quem tem NIS terminado em 2. O calendário será unificado na quarta-feira (21), com o pagamento, na mesma data, aos beneficiários com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.
O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.
Com o reajuste anunciado em setembro, que entrou em vigor em outubro, o valor mínimo corresponde a R$ 691. Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 58 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 58 a famílias com gestantes e filhos de 7 a 18 anos e outro, de R$ 173, a famílias com crianças de até 6 anos.
Além do benefício integral, há o pagamento da regra de proteção. Em vigor desde junho de 2023, essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até meio salário mínimo.
Desde junho do ano passado, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, quem entrou na regra até maio de 2025 continua a receber metade do benefício por dois anos.
Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).
Confira o novo calendário de pagamentos do Bolsa Família até o fim do ano:
| Número do NIS | Outubro | Novembro | Dezembro |
| 1 | 19/10 | 16/11 | 10/12 |
| 2 | 20/10 | 17/11 | 11/12 |
| 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0 | 21/10 | 18/11 | 14/12 |
Fonte: Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social
Un niño construye una torre con piezas de colores. Coloca una pieza encima de otra hasta que, de repente, toda la estructura se viene abajo. Vuelve a empezar, cambia el orden, prueba con una base más ancha y descubre que esta vez resiste. Para él no ha sido más que un juego, pero durante esos minutos ha observado, experimentado y buscado soluciones. Es decir, ha puesto en práctica algunas de las habilidades sobre las que se construye el pensamiento científico, aunque el niño todavía no sepa qué significa la palabra ingeniería. La escena permite plantear una pregunta: ¿Hasta qué punto las experiencias infantiles pueden influir en las vocaciones profesionales? Y, sobre todo, ¿cómo preparar a los hijos para un mundo laboral que cambia a tal velocidad que muchas de las profesiones que ejercerán serán diferentes de las existentes hoy?

© SBenitez (Getty Images)
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) antecipou o calendário de pagamentos do Bolsa Família para que todos os beneficiários recebam os valores reajustados até quarta-feira (21), quatro dias antes do segundo turno das eleições presidenciais. A mudança foi anunciada nesta segunda-feira (19), na reta final da disputa entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL).
Pelo cronograma original, os depósitos seriam realizados entre os dias 19 e 30 de outubro, conforme o último dígito do Número de Identificação Social (NIS). Com a alteração, cinco grupos que receberiam o benefício somente depois da votação de domingo (25) terão acesso aos recursos antes do pleito.
A antecipação foi determinada por uma portaria do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). Segundo a pasta, a medida busca reduzir preventivamente os impactos de eventos climáticos associados ao fenômeno El Niño, que pode provocar estiagens no Nordeste e chuvas intensas em outras regiões do país.
O novo calendário também será aplicado em novembro e dezembro. A mudança ocorre no mesmo mês em que entra em vigor o reajuste de 15,04% do Bolsa Família, anunciado pelo governo federal em setembro.
Com o aumento, o valor mínimo garantido por família passou de R$ 600 para R$ 691. Já o benefício médio estimado subiu de R$ 675 para R$ 777, considerando os adicionais pagos de acordo com a composição familiar.
Os pagamentos começaram nesta segunda-feira (19) para os beneficiários com NIS terminado em 1. Na terça-feira (20), os recursos serão liberados para quem possui NIS final 2.
Na quarta-feira (21), o governo concentrará os depósitos destinados aos demais beneficiários, com NIS terminado em 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0.
Pelo calendário anterior, os beneficiários com NIS final 6, 7, 8, 9 e 0 receberiam os valores entre os dias 26 e 30 de outubro, após o segundo turno presidencial.
Em comunicado, o Ministério do Desenvolvimento Social afirmou que a antecipação pretende ampliar a capacidade de preparação das famílias de baixa renda diante de possíveis efeitos do El Niño, como secas, inundações e interrupções no abastecimento.
Para justificar a decisão, a pasta apresentou dados sobre o aumento de situações de emergência e calamidade pública reconhecidas pelo governo federal. Entre agosto e setembro deste ano, foram registrados 518 reconhecimentos, contra 253 no mesmo período de 2025.
O crescimento foi observado principalmente nos eventos relacionados a chuvas, granizo, vendavais e inundações no Sul do país, que passaram de 81 para 272 registros. No semiárido, os reconhecimentos por estiagem e seca aumentaram de 172 para 239.
O ministério também citou projeções de chuvas abaixo da média em áreas do Nordeste, Norte e Centro-Oeste nos últimos meses do ano.
A pasta ressaltou que a unificação de pagamentos já foi utilizada em situações emergenciais, como nas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul em maio de 2024, quando a medida alcançou os 497 municípios gaúchos.
Além da mudança nacional no calendário, o governo liberou nesta segunda-feira o pagamento antecipado para cerca de 733 mil famílias de 225 municípios em situação de emergência ou calamidade pública. Nessas localidades, os beneficiários podem movimentar os recursos independentemente do número final do NIS.


© Divulgação


De acordo com a Secretaria de Comunicação Social (Secom), os demais pagamentos do mês serão unificados a partir de quarta-feira (21) como medida preventiva para mitigar os efeitos do super El Niño sobre as famílias classificadas como mais vulneráveis.
Em nota, a pasta reforçou que o formato de pagamento unificado valerá também para os meses de novembro e dezembro, considerados períodos críticos do El Niño.
Dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome indicam que, nos meses de agosto e setembro de 2026, foram registrados 518 reconhecimentos federais de situação de emergência e estado de calamidade pública – mais que o dobro do registrado no mesmo período do ano passado (253).
A alta, segundo a Secom, foi causada, sobretudo, pelas tempestades no Sul: chuva, granizo, vendaval e inundações foram responsáveis por 272 reconhecimentos este ano, contra 81 em 2025. O aumento também foi percebido no semiárido, onde reconhecimentos por estiagem e seca saltaram de 172 para 239.
A unificação de pagamentos do Bolsa Família já ocorreu em outros momentos emergenciais, como nas enchentes registradas no Rio Grande do Sul em 2024. À época, o pagamento foi unificado para 497 municípios gaúchos, que puderam acessar o benefício no primeiro dia do calendário.
“A unificação do calendário amplia a capacidade das famílias beneficiárias de se prepararem para os efeitos da seca, da escassez hídrica, das inundações e das interrupções no abastecimento”, avaliou a Secom no comunicado, citando a medida como “instrumento de proteção social adaptativa”.
Beneficiários que vivem em municípios que já estão em situação de emergência ou em estado de calamidade pública reconhecidos pelo governo federal vão receber o pagamento de forma unificada já nesta segunda-feira, primeiro dia do calendário.
Para receber o benefício, as famílias devem manter o Cadastro Único (CadÚnico) atualizado, atender aos critérios do programa e cumprir condicionalidades de saúde e de educação, como frequência escolar de crianças e adolescentes, vacinação em dia e acompanhamento pré-natal das gestantes.


De los chocolates suizos de las granjas de la calle Petritxol a los vermuts artesanales de la plaza de la Concòrdia. De los gofres de la Rambla dels Caputxins a los exquisitos arroces de 7 Portes. De los grafitis de Banksy que se exponen en el Moco Museum a los frescos románicos que custodia el Museu Nacional d’Art de Catalunya. Del caos fértil de la Sagrada Familia al elegante minimalismo del pabellón alemán de Mies Van der Rohe. Del ajetreo mestizo y canalla de El Raval a la placidez de Sarrià. De las excursiones en Golondrina por el Rompeolas a la ruta del Tramvia Blau. De la Barceloneta pesquera a la Gràcia menestral. Todas esas Barcelonas posibles caben en la única que existe, la estrecha franja litoral a los pies de la sierra de Collserola y orillas del Mediterráneo que se extiende, de sur a norte, entre los deltas de los ríos Llobregat y Besòs.
Dónde comer:
■ En el Eixample, Casa Amàlia (Passatge Mercat, 14), cocina de mercado abierta a la innovación y respetuosa con la tradición.
■ En Ciutat Vella, El Quim de la Boqueria (La Rambla, 91), un alto en el camino para disfrutar de una buena experiencia gastronómica en uno de los mercados más genuinos de Barcelona.
■ En Montjuïc, La Font del Gat (Passeig de Santa Madrona, 28), el local que recoge la tradición de los merenderos populares de la montaña mágica.
Dónde dormir:
■ Mandarin Oriental (Passeig de Gràcia, 38-40), nuevo buque insignia del lujo barcelonés, con interiorismo contemporáneo a cargo de Patricia Urquiola.
■ METT Barcelona (carretera de Vallvidrera, 83-93), para disfrutar la ciudad desde un observatorio exquisito, en la cima de su otra montaña icónica, el Tibidabo.
■ Casa Luz (Ronda de la Universitat,1), un hotel boutique en el corazón de Barcelona que, además, esconde un muy recomendable restaurante de autor en su ático.
Dónde comprar:
■ Santa Eulalia (Passeig de Gràcia, 93), la mítica sastrería y tienda de moda y complementos en la milla modernista.
■ Fusta’m (Joaquim Costa, 62), una excursión por la cara oculta (y más auténtica) del diseño barcelonés.
■ Pastisseria La Colmena (Plaça de l’Àngel, 12), el local modernista de la familia Roig que nos acerca a las mejores tradiciones de la repostería catalana.
Tres museos a visitar:
■ Museu Picasso (Montcada, 15-23), hasta cinco palacios góticos que albergan una muestra exhaustiva de la obra del artista malagueño.
■ MOCO (Montcada, 25), un recién llegado que está haciendo mucho ruido con su apuesta por lo más disruptivo del arte moderno y contemporáneo.
■ Museu Nacional d’Art de Catalunya (MNAC) (Mirador del Palau Nacional, 6-10), una cita con Velázquez, Rubens, Gaudí y el mítico ábside de la iglesia pirenaica de Sant Climent de Taüll.
© CARLES RIBAS (EL PAÍS)

Segundo o estudo, as aposentadorias, o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) têm peso significativo na economia dessas cidades e chegam a representar quase metade do orçamento das famílias mais pobres.
De acordo com o levantamento, dos 5.569 municípios brasileiros, cerca de 4 mil estão fora das regiões metropolitanas. Nessas cidades, segundo o estudo, o peso das transferências públicas chega a ser o dobro em relação aos dos grandes centros urbanos. No Ceará, por exemplo, os benefícios sociais e previdenciários respondem por 22% da renda agregada da capital e região metropolitana. Já nas cidades do interior, esse número é de 40%.
Corte amplo de gastos públicos afetaria área social, dizem economistas
O estudo do Made/USP projetou os efeitos econômicos da evolução da renda dos benefícios sociais e previdenciários nas cidades do interior para os próximos três anos. O estudo tomou como base os anos de 2022 a 2025, em que houve um crescimento real para BPC e aposentadorias, e comparou esse cenário ao contexto de reajustes utilizados entre 2019 e 2022, sem ganhos reais do salário mínimo e congelamento total.
O levantamento mostra que, sem os reajustes, a renda agregada do interior do país sofreria uma retração severa, ficando entre 6,8% e 10,8% abaixo do patamar com a valorização real dos benefícios sociais e previdenciários.
“Isso geraria uma reação em cadeia na atividade econômica que atinge inclusive as famílias que não dependem do socorro público”, avalia Nassif.
O estudo mostra que os cenários mais críticos ocorreriam no interior do Rio Grande do Norte, Amapá e Piauí, em que a renda total cairia entre 17% a 18%, sem o ritmo atual de aumento dos benefícios sociais. No Amazonas, Sergipe e Pernambuco, a perda seria na casa dos 15%. No Ceará, Maranhão, em Alagoas e Bahia, a queda ficaria entre 10% e 13%, enquanto no Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Espírito Santo, São Paulo, Mato Grosso, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, o prejuízo chegaria a 6,5%.
O levantamento destaca que, além dos efeitos sobre a renda e a atividade econômica dos municípios do interior, os benefícios desempenham um papel decisivo no combate à pobreza.
“Para quem vive no limite, qualquer reajuste abaixo da inflação empurra a família diretamente para a pobreza”, afirma Nassif. Segundo ela, para famílias com rendimento de até 1,5 salário mínimo per capita, os benefícios podem chegar a 50% do rendimento.
Simulações realizadas pelo levantamento indicam que a ausência de ganhos reais nos benefícios, entre 2022 e 2025, teria empurrado aproximadamente 2,7 milhões de pessoas para a pobreza nos municípios fora das regiões metropolitanas, 2,4 milhões delas para extrema pobreza.
Em números absolutos, as maiores altas na pobreza ocorreriam na Bahia (até 336 mil pessoas a mais), São Paulo (até 263 mil) e Minas Gerais (até 251 mil), seguidos por Maranhão, Pará e Ceará (com mais de 200 mil pessoas cada).
“Olhando para o impacto que a queda de renda provoca, fica nítido o estrago que uma trava no crescimento dos benefícios pode fazer nas economias locais”, observa Nassif. “Manter a valorização real da previdência, do BPC e dos programas de transferência de renda é a garantia mínima de dignidade para as famílias e de sobrevivência para o comércio local no Brasil profundo", acrescenta.
Ajuste de Milei reduz número de novos aposentados em 53% na Argentina

Uma reflexão sobre a crise da habitação, a natalidade e o futuro económico de Portugal.
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Bruna Biancardi divertiu os seguidores ao mostrar como ficaram as filhas Mavie, de 3 anos, e Mel, de 1, depois de uma noite de brincadeiras com Neymar. A influenciadora, de 32 anos, publicou nas redes sociais imagens das meninas com maquiagem espalhada pelo rosto e fez uma comparação bem-humorada entre os momentos com o pai e com a mãe.
“Quando elas ficam com o papai…”, escreveu Bruna ao compartilhar o registro das irmãs. Em seguida, mostrou as duas arrumadas e acrescentou: “Quando ficam com a mamãe”.
Neymar, de 34 anos, também registrou a diversão com as filhas. Em um vídeo, o jogador flagrou as meninas cochichando e brincou ao tentar descobrir o que elas estavam tramando.
“Peguei as duas de segredinho, fizeram ou vão fazer alguma coisa, eu não sei. Estão de segredinho vocês duas então? Beleza! Na minha frente? Que cara é essa, Mel? Aprontou, né?”, comentou o atleta.
Bruna e Neymar estão à espera da terceira filha juntos, que receberá o nome de Mariah. O anúncio da gravidez aconteceu em junho deste ano, durante a Copa do Mundo de 2026, em um vídeo publicado no YouTube que também revelou o sexo do bebê.
A previsão é que a menina nasça entre o fim de 2026 e o início de 2027. Além de Mavie e Mel, Neymar também é pai de Davi Lucca, de 15 anos, com Carol Dantas, e de Helena, de 2, com Amanda Kimberlly.
Na semana passada, a família celebrou os 3 anos de Mavie com uma festa em um buffet de São Paulo. A comemoração teve como tema “Show de Talentos”, com uma proposta que permitiu às crianças convidadas demonstrarem suas habilidades e comparecerem fantasiadas.

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