Captação de água Mina Cortiças sujeita a medidas de proteção


El olor fétido es especialmente fuerte durante las mañanas y después de las lluvias. Hay días en los que el clima cálido y húmedo de la selva maya, en la península de Yucatán, se mezcla con el de las heces y otros desechos de las decenas de instalaciones de granjas de cerdos que se ubican a solo unos kilómetros de las comunidades que pueblan la región. Cifras oficiales del Gobierno mexicano registran al menos 500 granjas de este tipo en el Estado, pero organizaciones medioambientales elevan la cifra hasta 800. La organización Greenpeace México, junto con un laboratorio independiente, ha documentado la calidad del agua de cenotes y pozos en 17 puntos de las localidades Kinchil, Sitilpech, Motul, Chocholá, Molas, Celestún y San Antonio Tedzidz, comunidades asediadas por macrogranjas desde hace décadas, y ha encontrado contaminación fecal generalizada y concentraciones de nitrato superiores a los límites establecidos por las normativas nacionales e internacionales, lo que significa que la salud y el equilibrio ambiental están en un grave riesgo ante agua no apta para consumo humano.



© Emiliano Molina (EL PAÍS)

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Managua, 20 oct (Prensa Latina) La Comunidad Patriótica de Cubanos Residentes en Nicaragua “Antonio Maceo” condenó las nuevas maniobras de Estados Unidos contra la isla, y denunció lo que calificó de campaña difamatoria contra el líder histórico de la Revolución cubana, Raúl Castro.
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A captação de águas subterrâneas para consumo humano designada por Mina Cortiças, em Covas, Vila Nova de Cerveira, está a partir de quarta-feira delimitada e sujeita a medidas de proteção determinadas pelo ministério do Ambiente.
Publicada hoje no Diário da República, a portaria assinada pelo secretário de Estado do Ambiente aprova a “delimitação do perímetro de proteção e respetivos condicionamentos” da Mina Cortiças, tendo por base as propostas e os estudos do município de Vila Nova de Cerveira, “entidade gestora da referida captação de águas subterrâneas destinadas ao abastecimento público para consumo humano”.
A massa de água onde se insere a captação foi classificada “com bom estado químico, bom estado quantitativo e objetivo ambiental de manutenção do bom estado”, abastecendo “200 habitantes com um volume médio de 227,4 metros cúbicos por dia”.
Na “zona de proteção imediata” à captação é, a partir de quarta-feira, “interdita qualquer instalação ou atividade com exceção das que tenham por objetivo a conservação, manutenção e melhor exploração das captações”.
Para além disso, o terreno abrangido pelas zonas de proteção imediata “deve ser vedado e mantido limpo de quaisquer resíduos, produtos ou líquidos que possam provocar infiltração de substâncias indesejáveis para a qualidade da água da captação”.
Na zona de proteção intermédia ficam interditas atividades como “infraestruturas aeronáuticas; oficinas e estações de serviço de automóveis; depósitos de materiais radioativos, de hidrocarbonetos e de resíduos perigosos; ou postos de abastecimento e áreas de serviço de combustíveis”.
São ainda proibidas “lixeiras, aterros sanitários e aterros de resíduos perigosos, não perigosos ou inertes; fossas séticas com órgão de infiltração no solo, ou descarga na linha de água”, ou “lagos e quaisquer obras ou escavações não impermeabilizados, destinados à recolha e armazenamento de água ou quaisquer substâncias suscetíveis de se infiltrarem”, entre outras medidas.
Fica ainda vedada a instalação de cemitérios, “pedreiras e explorações mineiras, bem como quaisquer indústrias extrativas” ou depósitos de sucata.
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Poco después de que la Aemet lanzara el pasado viernes el primer aviso sobre la llegada de una dana a la que bautizó como Adam, la Generalitat Valenciana publicó un post en las redes para recordar a la población qué pasos tenía que seguir en caso de que en los siguientes días recibieran un ES-Alert en sus móviles: “Deja el coche en zonas seguras. No atravieses calles llenas de agua. Evita desplazamientos. Infórmate siempre por canales oficiales”. Eran las 14.27 del 16 de octubre y los primeros efectos del temporal en la región valenciana no llegarían hasta dos días después. En esas 48 horas, el Gobierno autonómico actualizó constantemente en sus redes el temporal e incluso envió un mensaje masivo a los teléfonos para anunciar con un día de antelación el riesgo de inundaciones en el litoral norte e interior sur de Valencia. El resto de publicaciones y Es-Alert han sido precisos, insistiendo a la población en que se subiera a plantas altas en zonas inundables.


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Estelle Brachlianoff (París, 54 años) es una de las pocas mujeres que dirige una multinacional de la entidad de Veolia, que opera en más de 50 países y emplea a alrededor de 215.000 personas. En su apretada agenda en Madrid, que incluye una reunión con la exministra de Economía, Elena Salgado, -ahora representante de CriteriaCaixa en el consejo de Veolia- y un encuentro al más alto nivel con los jefes del Estado de Francia (Emmanuel Macron) y España (Felipe VI), saca un hueco para conversar con EL PAÍS Negocios.
O Município de Vila Verde vai ampliar em 650 mil euros o investimento previsto para a modernização do sistema de abastecimento de água potável no concelho, assumindo a substituição da adutora entre a central elevatória do Monte-Barbudo e o reservatório R4 em Esqueiros, foi hoje anunciado.
A intervenção, que deve estar concluída até final do ano, vai permitir aumentar o caudal bombado de 75 metros cúbicos por hora para aproximadamente 130m3/h, por forma a “aumentar a capacidade de resposta em períodos de necessidade de maiores consumos”.
Em comunicado, a autarquia explica que este valor acresce aos mais de 10 milhões de euros das obras em curso na instalação de novas condutas nas bacias do Homem, Neiva e Vade.
Na visita às obras, a presidente da Câmara Municipal, Júlia Rodrigues Fernandes, deu conta do investimento “sem precedentes” em curso no concelho, especificamente ao nível das infraestruturas básicas, como são o abastecimento de água e a ampliação da rede de saneamento.
“Em dois anos, são à volta de 20 milhões de euros a concretizar, com recurso a fundos comunitários e diretamente através da capacidade financeira do Município. A isso há ainda a somar a continuidade do plano de requalificação da rede viária do concelho, com quatro a cinco milhões de euros por ano através de empreitadas, para além das intervenções diretas das equipas municipais”, explicitou Júlia Rodrigues Fernandes.
Acompanhada pelo vereador Carlos Tiago Alves, responsável pelo pelouro do Ambiente, a presidente da autarquia sublinhou a “determinação do Município em assegurar uma capacidade de resposta cada vez mais segura e eficiente por parte do sistema de abastecimento público de água às pessoas, correspondendo às crescentes necessidades, fruto também da evolução demográfica e do parque habitacional”.
Como referiu o vereador Carlos Tiago Alves, o reservatório em Esqueiros serve a rede nas zonas este e oeste do concelho, abarcando mais de 4.000 clientes dos atuais 19.000 que no total são abastecidos pelo sistema público.
O vereador acrescentou que o R4 atinge as freguesias de Barbudo, Turiz, Moure, Travassós, Pico de Regalados, Gondiães, Mós, Sande, Vilarinho, Atães, Pico S. Cristóvão, Prado S. Miguel, Carreiras, Portela das Cabras, Goães, Duas Igrejas, Pedregais, Azões e de Rio Mau, Marrancos, Arcozelo, Atiães, Freiriz, Escariz S. Mamede e Escariz S. Martinho, Parada de Gatim e Oleiros.
Atualmente, o Município de Vila Verde tem em curso a renovação e instalação da rede de abastecimento de água nas freguesias das bacias do Homem (parte mais a norte), Neiva e Vade, cujas obras representam um investimento global de 10,4 milhões de euros. No próximo ano, avançam as obras para a parte norte da freguesia de Valdreu e para as localidades de Penascais e Valões (Vade).
A Câmara refere que em breve vai também avançar um pacote de ligações em diferentes freguesias de todo o concelho, num investimento superior a 825 mil euros, cujo concurso público se encontra atualmente na avaliação preliminar das propostas apresentadas.
Estes investimentos ao nível das infraestruturas básicas são ainda reforçados pelas obras em curso ao nível do saneamento, com um conjunto de seis lotes de intervenção em diferentes pontos do concelho, ampliando as redes de águas residuais.
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O Município de Olhão deu início dia 14, a mais uma edição do projeto “Primeira Braçada”, dirigido às turmas do 4.º ano do 1.º Ciclo do ensino básico do concelho.
Após um período de interrupção, a iniciativa regressa ao Complexo das Piscinas Municipais de Olhão, proporcionando às crianças a oportunidade de desenvolver competências essenciais para uma relação mais segura, confiante e autónoma com o meio aquático.
As aulas têm como principal objetivo promover a adaptação à água, ajudando os alunos a superar eventuais receios, a ganhar confiança e autonomia e a adquirir competências básicas de segurança e sobrevivência no meio aquático.
Para além da aprendizagem de competências aquáticas, o projeto contribui para a aquisição de hábitos de higiene e de comportamentos adequados à utilização das piscinas, proporcionando às crianças experiências motoras diversificadas e momentos de aprendizagem num ambiente seguro.
A “Primeira Braçada” assume também uma importante dimensão socioeducativa, ao promover a igualdade de oportunidades, a inclusão e a participação de todas as crianças. Para alguns alunos, esta iniciativa representa o primeiro contacto com uma piscina, tornando-se uma oportunidade privilegiada para descobrir o meio aquático e desenvolver novas capacidades.
O entusiasmo e a alegria vividos no primeiro dia de atividades evidenciaram a importância do projeto, que permite às crianças explorar a água de forma progressiva, ultrapassar medos e reforçar a confiança nas suas próprias capacidades.
Com o regresso da «Primeira Braçada», o Município de Olhão reafirma o seu compromisso com a educação, o bem-estar e o desenvolvimento integral das crianças, promovendo aprendizagens fundamentais para a segurança, a autonomia e a prática de atividades aquáticas ao longo da vida.
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Cada vez que alguien abre un grifo de agua, la Organización Mundial de la Salud (OMS) está detrás de ese gesto: establece las normas que garantizan su calidad. “También está detrás de la definición de qué tiene que llevar una crema para protegerte de los rayos ultravioletas”, asegura María Neira (La Felguera, Asturias, 64 años), la española que aspira a dirigir la OMS, para explicar el impacto en la vida cotidiana de una institución que pasa por horas bajas después de la retirada de la financiación de Estados Unidos y el desplome de su autoridad.

Naquele que é o seu primeiro relatório de Sustentabilidade, a Infraquinta, E.M. começa por referir que é, desde há dez anos, a entidade em baixa com menor percentagem de água não faturada, um indicador que, em 2025, se situou nos 2,7 pontos percentuais.
Este é um dos dados que constam no 1.º Relatório de Sustentabilidade desta empresa municipal, que foi apresentado no passado dia 15 de outubro, durante a segunda parte do H2O & Sustainability Summit 2026, que decorreu no restaurante Dano’s, na Quinta do Lago.
Segundo a divulgação da empresa municipal, outro indicador assinalável tem que ver com o facto de, em 2025, 86% dos espaços públicos verdes terem sido regados com 25% de água residual tratada. De sublinhar igualmente a taxa de resíduos recolhidos seletivamente, que, no ano passado, chegou aos 50%, sendo que a meta a atingir até 2030 é de 60%.

Em nota chegada à nossa redação por interposta via, a Infraquinta salienta que este relatório, que compreende o quadriénio de 2022-2025, “constitui uma oportunidade para revisitar o percurso realizado, reconhecer o trabalho e o empenho de todos os trabalhadores, parceiros e entidades com quem temos colaborado ao longo dos anos, e refletir sobre os desafios que se colocam ao futuro”, explicou Pedro Pimpão, presidente do Conselho de Administração da Infraquinta.
Mais, a elaboração deste documento ganha um significado ainda mais especial, num ano em que a empresa assinala três décadas de atividade com um conjunto de iniciativas.
Ao usar da palavra, Telmo Pinto, presidente da Câmara Municipal de Loulé, enalteceu “os excelentes resultados” da Infraquinta, em particular no que diz respeito à gestão dos recursos hídricos e dos resíduos. No entender do autarca, o trabalho realizado é um reflexo da “aposta do município em ter, cada vez mais, um território de qualidade”.
Quem esteve na segunda parte do H2O & Sustainability Summit 2026 pôde, ainda, conhecer diversas soluções para uma gestão mais sustentável, assim como novos projetos relacionados com esta área.
Após a apresentação dos projetos, os presentes foram convidados a votar naquele que consideravam ser o mais inovador. O vencedor foi o ‘savearth’, cujos promotores foram reconhecidos pela Infraquinta com a entrega de um troféu.

O ‘savearth’ é um dispositivo para hotéis, que pode ser instalado em qualquer duche. Com recurso à inteligência artificial e ao reconhecimento de som, este aparelho permite medir, com precisão, o consumo de água e energia em tempo real, emitindo alertas aos hóspedes quando deteta um uso excessivo.
Resta sublinhar também que o evento H2O & Sustainability Summit 2026 integra o H2O & Innovation Hub, que foi organizado pela Premivalor – Consulting.
Para um dos seus managing partners, Telmo Vieira, esta parceria com a Infraquinta constitui-se como uma grande mais-valia para o que pretendem fazer no Hub, que é o de “aproximar um conjunto de entidades que se preocupam, estudam e trabalham os temas da água e da economia circular”.
A água da torneira de Braga, distribuída pela AGERE, foi distinguida com Selo de Qualidade Exemplar da Água para Consumo Humano 2026, pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR).
De acordo com a AGERE, esta é uma distinção que reconhece o “elevado desempenho na qualidade da água distribuída e o rigor dos procedimentos que garantem a sua segurança”.
“Esta distinção reflete um compromisso permanente com a saúde pública e com a qualidade do serviço prestado à população, sustentado no investimento contínuo em infraestruturas, na modernização dos sistemas de tratamento e na monitorização rigorosa de todas as etapas do abastecimento”, sublinha a empresa municipal.
E acrescenta:”Da captação ao tratamento e à distribuição, a qualidade da água é acompanhada através de processos de controlo e análises regulares, assegurando o cumprimento dos exigentes requisitos legais. Por detrás de cada torneira existe um trabalho técnico e operacional diário, desenvolvido por equipas especializadas, para garantir que a água chega aos consumidores com elevados padrões de qualidade e segurança”.
Para o presidente do Conselho de Administração da AGERE, João Granja, esta distinção representa muito mais do que um reconhecimento institucional: “A qualidade da água que fornecemos aos bracarenses é uma das nossas maiores responsabilidades e um compromisso do qual não abdicamos. Cada vez que alguém abre uma torneira em Braga, pode fazê-lo com a confiança de que está a consumir água de elevada qualidade, segura e permanentemente controlada. Esta distinção reconhece o investimento que temos vindo a realizar, mas também o rigor, a competência e a dedicação das nossas equipas. O nosso objetivo é claro: continuar a garantir aos bracarenses um serviço público de excelência, à altura da confiança que diariamente depositam em nós”.
A distinção foi entregue no dia 14 de outubro, durante o SENAG 2026, realizado em Guimarães, numa cerimónia em que a AGERE esteve representada pela diretora do Departamento de Tratamento de Água e Águas Residuais, Rita Araújo, e pela coordenadora do Tratamento de Água, Ângela Silva.
A empresa frisa que a renovação deste selo reforça também uma “mensagem essencial” para a população: “a água da rede pública de Braga é segura, de elevada qualidade e pode ser consumida diretamente da torneira, com toda a confiança”.
“Uma escolha económica, sustentável e ambientalmente responsável, que contribui para reduzir a utilização de embalagens descartáveis e promover hábitos de consumo mais conscientes”, diz.
Por isso, a empresa desafia os habitantes de Braga a beberem água da torneira. “É uma escolha de confiança, sustentada no rigor, no investimento e no trabalho diário de quem garante a qualidade da água que chega a cada casa”, conclui.
O conteúdo Água da torneira de Braga é de “qualidade exemplar” aparece primeiro em O MINHO.
Ana Moreno critica a continuidade da dessalinizadora do Algarve, que considera cara, ambientalmente danosa e penalizadora para os consumidores.
O conteúdo De erro em erro até à vitória final: dessalinizadora à vista aparece primeiro em Barlavento.
Ambientalistas exigem uma decisão ambiental desfavorável e sobretudo, a garantia de imparcialidade sobre eventuais conflitos de interesses.
O conteúdo ZERO opõe-se à Barragem da Foupana por risco para o saramugo aparece primeiro em Barlavento.

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O Município de Esposende e a Esposende Ambiente consignaram, esta quinta-feira, nos Paços do Concelho, a empreitada de reabilitação da rede de água e saneamento básico nas ruas de Pires e do Barrouco, em Forjães, num investimento de 583.000 euros.
A cerimónia contou com a presença do presidente da Câmara de Esposende, Carlos Silva, do presidente do Conselho de Administração da Esposende Ambiente, Manuel Miranda Losa, e do presidente da Junta de Freguesia de Forjães, Vitor Quintão.
A intervenção permitirá “aumentar a disponibilidade da rede de drenagem de águas residuais e melhorar as infraestruturas de abastecimento de água”.
Inclui ainda a requalificação da Rua do Barrouco, com o alargamento do arruamento, contribuindo para “melhores condições de circulação, maior segurança e valorização do espaço público”.
De acordo com a autarquia, com um prazo de execução de 360 dias, esta obra responde a necessidades “há muito identificadas nesta zona da freguesia, representando um avanço concreto na melhoria das infraestruturas básicas e das condições de vida da população”.
A Câmara quer garantir “gradualmente” uma cobertura cada vez mais abrangente, através de um trabalho “continuado de planeamento, execução e investimento, ajustado às necessidades identificadas em cada freguesia”.
“Apesar dos constrangimentos financeiros existentes, o Município mantém a aposta na concretização de investimentos essenciais, conciliando a melhoria dos serviços públicos com a valorização do território e a proteção ambiental”, nota.
A empreitada é promovida pelo agrupamento de entidades adjudicantes, constituído pelo Município de Esposende e pela Esposende Ambiente, sendo financiada a uma taxa de 68,59% no âmbito da candidatura ao programa Norte 2030, operação “Reabilitação da rede de água e ampliação do saneamento em Antas e Forjães – Esposende”. A intervenção enquadra-se também nos objetivos do Plano Estratégico para o Abastecimento de Água e Gestão de Águas Residuais e Pluviais 2030 (PENSAARP 2030).
Para o Presidente da Câmara Municipal de Esposende, Carlos Silva, “este é um investimento importante para Forjães e para a qualidade de vida da população. Estamos a avançar com obras que respondem a necessidades concretas, melhoram as infraestruturas públicas e preparam o concelho para o futuro”.
O autarca sublinha ainda que “o trabalho de expansão da rede de saneamento vai continuar, de forma progressiva, nas diferentes freguesias, para que possamos chegar às zonas onde esta infraestrutura ainda faz falta”.
“É um trabalho que exige investimento, planeamento e persistência, mas que é essencial para garantir melhores condições de vida, proteger o ambiente e assegurar um desenvolvimento mais equilibrado do concelho”, conclui.
O conteúdo Esposende vai investir mais de meio milhão em água e saneamento aparece primeiro em O MINHO.

Bárbara do Amaral Correia: «O que está a ser feito no Algarve não tem paralelo. Está-se a concretizar, e concretizar é o que muda a vida das pessoas.» As audições realizadas dia 13 de outubro, na Assembleia da República, sobre os investimentos destinados a reforçar a segurança hídrica do Algarve, permitiram fazer um ponto de […]
VTM
A água será captada da nascente de Gostei e embalada nesta fábrica, um investimento da empresa Maravilha Decimal, que é 50% do Grupo Outeirinho e 50% do jogador Cristiano Ronaldo, e que já vem a ser anunciado há vários anos.
Francisco Ferreira, um dos administradores do Grupo Outeirinho, adiantou que, neste momento, está a ser feita a terraplanagem e a ser construída a base do edificado, que deverá estar em pé “em março ou abril”.
O objetivo, garantiu, é a fábrica estar pronta no “final de 2027” e a operar “de certeza” no início de 2028, com capacidade para embalar “500/600 milhões de litros por ano”.
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