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Nobody Wants To Be the Pro-Tech Candidate in This New York Race That Could Flip the House
The Democratic Socialists of America (DSA) candidates running for the House of Representatives and endorsed by NYC Mayor Zohran Mamdani are all but guaranteed to win their general elections this November, but that does not mean the midterm drama is over in New York. In the state's 17th congressional district, which includes the lower Hudson Valley, Democratic challenger Cait Conley, a combat veteran who served on the Biden administration's National Security Council, could unseat incumbent Republican congressman Mike Lawler in one of the most consequential races of the midterms.
The highly contested purple district voted for former Vice President Kamala Harris in the 2024 election while reelecting Lawler for his second term. Now, Lawler is attempting to win a third term as support for President Donald Trump wanes ahead of the midterms. As of Friday, The Cook Political Report lists the race, which could determine control of the House, as a toss-up.
If elected, Conley would have far more in common with the "Badass Women" coalition of security state and military veterans than with DSA types (think more Sen. Elissa Slotkin from Michigan than Darializa Avila Chevalier). As Judge Street Journal's Timmy Facciola notes, "Conley's candidacy is testing the viability of a tactful centrism that rebukes left-wing positions like abolishing ICE or restricting weapon shipments to Israel." Lawler is also vying for moderates, pitching himself as "one of the most bipartisan members of Congress" and emphasizing his willingness to break with Trump occasionally while still welcoming Trump's support.
While Lawler and Conley certainly are not pure MAGA acolytes or DSA members, both have leaned into a tech-critical position, much like that of more radical populists like Lina Khan or Steve Bannon, revealing how pervasive anti-tech sentiment has become in mainstream politics.
This tech skepticism was on full display during an October 14 debate, when each candidate made the case for why they were the most equipped to regulate AI, insisting that the industry needs guardrails.
Conley said members of Congress do not want to regulate AI because "they want to look out for their billionaire and trillionaire backers like Elon Musk, who is pouring over $260 million into this midterm election." She then added that Musk backed Lawler in his 2024 race.
Lawler then accused Conley, who previously consulted for Primer AI, of being "the AI candidate for the AI industry."
While Lawler and Conley disagree on specific data center regulations (Conley supports Democratic Gov. Kathy Hochul's data center moratorium while Lawler supports local zoning control over data centers), neither wants to pitch themselves as an explicitly pro-data center candidate. During the debate, Conley claimed that, "On Mike Lawler's watch there have been five data centers built in Rockland County." Lawler has said that he had no say in the decision to build the data centers, and during the debate, he pointed out that the facilities were built for financial services. Lawler also attempted to attack Conley over data centers, slamming her in an ad for saying "we need data centers." Regardless of the candidates' specific policies on data centers, their attacks on one another demonstrate that cheerleading hyperscale data center development is a political liability. In their district, data center has presumably become a dirty term.
The candidates' tech-skeptical rhetoric did not end with unchecked data center development. After the debate, Reason asked both candidates about their positions on age-verification laws for social media and AI, since such regulations raise significant privacy and censorship concerns by age-gating the internet. Unsurprisingly, both Lawler, who voted for the controversial KIDS Act, and Conley, who has proposed stricter age verification for AI tools, parroted platitudes about why such online safety regulations are necessary to protect children.
"We have watched how social media is literally hurting the mental health of children," Conley told Reason. "And when you talk about the power of AI and what that power could do, we have to regulate this."
Lawler gave a similar response, telling Reason that he respects free speech but that protecting children "is paramount."
This bipartisan consensus over social media regulation has long been brewing in Congress. The mainstream political conversations about AI and data centers, however, are relatively new this midterm election cycle. And it appears both Lawler and Conley have figured out which way Americans' sentiment toward AI is leaning, and they have waged their campaigns accordingly.
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Flávio Bolsonaro almoça com cúpula da Globo antes de sabatina no Jornal Nacional
O senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato à Presidência da República, almoçou nesta sexta-feira (16) com dirigentes do Grupo Globo, no Rio de Janeiro, poucas horas antes de participar de uma sabatina no Jornal Nacional. O encontro ocorreu na sede da emissora, no Bairro Jardim Botânico, e reuniu o presidente do grupo, João Roberto Marinho, e o vice-presidente de Relações Institucionais, Paulo Tonet.
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Flávio esteve acompanhado do senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador-geral de sua campanha, e de um assessor de imprensa. A reunião foi confirmada pela Globo, que classificou a visita como institucional e informou que não houve participação de integrantes da equipe de Jornalismo.
Em nota, a emissora afirmou que encontros desse tipo fazem parte da rotina dos executivos e que candidatos a cargos eletivos costumam solicitar visitas institucionais. Segundo a Globo, o almoço foi realizado a pedido de Flávio Bolsonaro.
Lula não teve encontro com executivos
A reunião gerou questionamentos porque ocorreu no mesmo dia da entrevista de Flávio ao Jornal Nacional. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), adversário do senador no segundo turno, participou da sabatina na quinta-feira (15), mas não almoçou com a direção da emissora.
Integrantes da campanha petista manifestaram desconforto com a diferença de tratamento. O ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência, Sidônio Palmeira, questionou a conveniência de receber um dos candidatos para um encontro reservado no dia da entrevista eleitoral.
A Globo argumentou que Lula não solicitou uma visita institucional semelhante. A emissora sustentou que esse tipo de reunião depende de pedidos feitos pelos próprios candidatos.
Segundo encontro antes da eleição
O almoço desta sexta-feira foi o segundo encontro de Flávio com a cúpula da Globo. A reunião anterior ocorreu antes do início oficial da campanha, durante uma rodada de visitas do senador a grandes veículos de comunicação.
O compromisso antecedeu a sabatina conduzida pela jornalista Renata Lo Prete, prevista para depois do Jornal Nacional. A entrevista integra a programação da emissora para o segundo turno da eleição presidencial, disputado entre Flávio Bolsonaro e Lula.
A Globo também prevê um debate entre os dois candidatos em 23 de outubro, dois dias antes da votação. A participação de Flávio ainda depende da confirmação formal da campanha.
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TSE define regras para canais de WhatsApp durante a campanha

A decisão foi tomada após a guerra de liminares sobre o funcionamento do canal Exército do Lula, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) para apoiar a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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Conforme a decisão, canais que receberem apoio técnico ou financeiro das campanhas deverão ser registrados na Justiça Eleitoral.
O vínculo deverá ser estabelecido a partir do recebimento de recursos, ajuda técnica, além do direcionamento para página oficial do candidato.
O apoio espontâneo ou compartilhamento de materiais de campanha não poderão ser caracterizados como vínculo direto com a campanha.
Se as regras não forem cumpridas, os canais poderão ser desativados até que a regularização seja providenciada.
Na terça-feira (13), o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, determinou a reativação do canal Exército do Lula, após a campanha de Lula registrar o canal no tribunal, conforme determinação do ministro.
A reativação ocorreu após decisões conflitantes de Kassio e do ministro corregedor-geral do TSE, Villas Bôas Cueva, que havia liberado o canal.
TSE nega pedido da campanha de Flávio para barrar posts de sindicatos

A campanha alegou que há uso da estrutura física das entidades e dos perfis nas redes socais para favorecer a candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
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“A presente decisão limita-se a reconhecer que os elementos disponíveis não são suficientes para justificar, neste momento, a medida inibitória postulada”, afirmou o ministro.
Cueva também ressaltou que a rejeição da liminar para barrar as postagens não constitui autorização para uso de bens, serviços e recursos financeiros dos sindicatos em benefício de candidaturas.
“O custeio de despesas de campanha, a produção ou distribuição de materiais que configurem contribuição econômica à candidatura e o fornecimento de bens ou serviços com essa finalidade sujeitam-se à vedação legal, independentemente da transferência direta de valores”, completou.
O caso ainda será julgado definitivamente pelo ministro. Não há prazo para a análise do caso.
CNT/MDA: Flávio tem 50,5% e Lula, 49,5% dos votos válidos no 2º turno
A primeira pesquisa CNT/MDA sobre o segundo turno da eleição presidencial de 2026 aponta uma disputa acirrada entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Divulgado nesta sexta-feira (16), o levantamento mostra Flávio com 50,5% das intenções de voto válidas, enquanto Lula aparece com 49,5%. Os dois estão tecnicamente empatados.
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No cálculo dos votos válidos, são desconsideradas as respostas de eleitores que pretendem votar em branco ou nulo, além dos que ainda estão indecisos. Esse é o critério utilizado pela Justiça Eleitoral para definir o resultado das eleições.
No cenário estimulado, quando os entrevistados recebem os nomes dos candidatos, Flávio registra 46,8% das intenções de voto, ante 45,9% de Lula. Outros 4,9% afirmam que votarão em branco ou nulo, enquanto 2,4% não souberam responder.
A pesquisa espontânea, na qual os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, também mostra vantagem numérica do senador. Flávio tem 45,6%, contra 44,1% do presidente.
O levantamento também mediu a disposição dos eleitores em votar nos dois candidatos. Flávio Bolsonaro soma 43,9% de eleitores que afirmam votar nele com certeza e outros 7,3% que admitem essa possibilidade. No total, seu potencial de voto chega a 51,2%. Já 46,6% dizem que não votariam no senador.
Lula tem 43,3% de eleitores que declaram voto certo e 6,6% que poderiam votar nele. O potencial de voto do presidente chega a 49,9%, enquanto 48,8% afirmam que não votariam no petista.
Segundo a pesquisa, 93% dos entrevistados estão convictos de sua escolha, enquanto 7% ainda admitem a possibilidade de mudar o voto.
Avaliação do governo
O levantamento também avaliou a gestão federal. A avaliação positiva do governo Lula, que reúne as respostas ótimo e bom, chegou a 38%. Na pesquisa anterior, divulgada em 3 de outubro, o índice era de 35%.
A avaliação negativa, que reúne ruim e péssimo, passou de 41% para 40%. Já a parcela que considera a administração regular caiu de 23% para 21,8%.
Em relação à aprovação pessoal do presidente, 47,7% dos entrevistados aprovam sua atuação, enquanto 49,3% desaprovam. Outros 3% não souberam ou não responderam.
A pesquisa CNT/MDA ouviu 2.014 eleitores em todo o país entre os dias 13 e 15 de outubro, por meio de entrevistas presenciais. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
O levantamento foi contratado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-00652/2026.
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Welcome to Israel, Trump’s country

TEL AVIV — There is one country on earth where Donald Trump could plausibly win a national election, and he knows it. “I could run for Prime Minister,” he joked in May, claiming 99% approval here. No poll has ever shown that. But the joke landed because it is only half a joke. Thirteen days before […]
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Meta bloqueia conteúdos políticos pró-Lula e contra Flávio acusando terrorismo e nudez

Investigamos o que importa para os brasileiros além do que passa na campanha eleitoral. Leia mais reportagens como essa clicando aqui.
Imagine de uma noite para a outra você ficar sem o seu WhatsApp, Instagram e sem seu número de telefone? Foi o que aconteceu com a arquiteta e urbanista Carolina Martins, 43 anos, moradora de Brasília. Ela coordena uma comunidade no WhatsApp de mobilização para “virar voto” em prol da candidatura de Lula. A comunidade tem um grupo de bate-papo e ambos foram suspensos pela Meta (dona do WhatsApp, Instagram e Facebook) sob a alegação de “atividade relacionada a organizações terroristas”.
A suspensão ocorreu no último dia 8 de outubro e o grupo ficou paralisado por pelo menos três dias. Martins adoeceu. Teve uma crise de fibromialgia e ficou acamada boa parte do tempo. Até agora ela conta que está sem seu número, que foi bloqueado, e só está conseguindo voltar aos aplicativos e à gestão do grupo pois adquiriu outro chip de telefone.
“Eu tenho fibromialgia, então assim, fiquei tão estressada, sem andar. Para além das outras coisas, dos atentados à soberania, nossa liberdade de reunião e de expressão, teve toda essa parte da minha saúde emocional”, contou a arquiteta à Agência Pùblica.

Martins já está com o Instagram ativo novamente e com a comunidade, que tem agora 895 participantes. Antes do bloqueio, a comunidade tinha atingido o limite de mil membros. Por intermédio de uma amiga ela conseguiu contato com a Meta e apurou que o bloqueio teria se dado por uma suposta “falha de tradução” de um monitoramento da comunidade que apontou “disruptive behaviour” (comportamento perturbador), o que teria sido interpretado como terrorismo.

Meta bloqueia vídeo crítico a Flávio por “nudez infantil”
Já o professor e artesão Karl Hadzic Júnior, 47 anos, morador de São Paulo, republicou em sua timeline o vídeo viral “como mãe de menina, meu voto jamais será dessa família”, postado originalmente pela professora paraense Vanessa Silva, no dia 7 de outubro, e que teve quase 45 mil compartilhamentos e 115 mil curtidas. O vídeo foi bloqueado pela Meta também no dia 8 de outubro, sob a acusação de ter ferido padrões de comunidade sobre nudez infantil.
O vídeo começa com uma foto de Silva abraçada com a filha, sem expor nenhuma região sensível da garota. A publicação utiliza um vídeo de Flávio Bolsonaro que ficou conhecido em 2023 no qual ele aparece sem camisa, supostamente imitando o irmão Jair Renan, dizendo: “sou filho do presidente, quer me dar?”.
O vídeo de Silva segue no ar, mas foi sinalizado com um filtro do Instagram que aparece antes da reprodução, informando sobre “conteúdo sensível”. A professora contou à Pública que várias pessoas que publicaram o vídeo nos stories disseram a ela que a publicação foi suspensa ou até mesmo tiveram as contas bloqueadas.
A Pública procurou a Meta para ouvir a companhia sobre casos relatados nessa reportagem, mas não houve resposta.


MPF pede esclarecimentos à Meta após levantamento indicar parcialidade nos bloqueios
Tanto o caso de Marins, quanto de Júnior foram compilados pela organização social brasileira Ctrl+Z, voltada ao enfrentamento dos abusos e do modelo de operação das grandes empresas de tecnologia, que reuniu mais de mil denúncias de usuários de produtos da Meta e do X que relatam casos de bloqueio ou suspensão de contas e postagens relacionados às eleições.
A Pública mostrou como esse levantamento indica que a Meta tem barrado mais conteúdos pró-Lula e progressistas que pró-Flávio. Reportagem da Folha mostrou que funcionários da Meta admitiram em mensagens internas que a “conta de Lula estava ‘limitada’ em comparação à de Flávio, e que isso seria negativo pela “alta chance” de haver ação jurídica”.
O levantamento da Ctrl+Z ganhou apoio das organizações de direitos humanos Conectas, Artigo 19 e Sleeping Giants Brasil e transformou-se em uma representação à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal (MPF) que abriu uma investigação no último dia 13 e pediu, no dia seguinte, uma série de esclarecimentos à Meta.
A reportagem da Pública teve acesso ao ofício do MPF, à representação e a um anexo contendo 74 relatos de casos envolvendo suspensões e bloqueios de posts e perfis de usuários do Instagram e do WhatsApp. Dos 74 relatos, recolhidos entre 25 de setembro e 9 de outubro, 33 (44,5%) aconteceram no dia 8 de outubro.
O levantamento foi iniciado pela CTRL+Z em 25 de setembro, dois dias após a Meta ter suspendido o perfil no Instagram do projeto Revelando Brasil, que postou no YouTube o vídeo viral sobre as ligações entre a igreja Batista da Lagoinha e o escândalo do Banco Master. Devido à repercussão do caso, a Meta liberou o perfil novamente.

Meta é investigada por violação da liberdade de expressão
A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) apura na investigação a regularidade e a legalidade das práticas de moderação de conteúdo adotadas pelo X e pela Meta, e verifica se a companhia está violando a liberdade de expressão dos usuários.
Segundo as organizações, os atingidos formam um conjunto heterogêneo de perfis orgânicos, sem vínculo direto com candidaturas, partidos, federações ou coligações. A denúncia narra que a maioria dos afetados são cidadãos comuns, mas há dezenas de influenciadores, comunicadores, pesquisadores e movimentos estudantis e sociais.
“Ao que tudo indica, há falhas graves na moderação e aplicação irregular da lei, com conteúdos políticos classificados erroneamente como exploração sexual infantil ou terrorismo”, afirmam os autores da denúncia ao MPF.
O procedimento da PFDC apura como se dá a moderação automatizada de conteúdo e restrições desproporcionais ou injustificadas aplicadas a perfis, publicações e funcionalidades de cidadãos, jornalistas, veículos independentes de imprensa, entidades estudantis e movimentos sociais nas plataformas controladas pela Meta.
A PFDC remeteu cópia integral do procedimento ao coordenador-Geral de fiscalização da ANPD, Fabrício Madruga, pois as organizações autoras da denúncia relatam a aplicação de sanções recorrentes por sistemas automatizados/algorítmicos sem notificação adequada, a ausência de motivação individualizada e a falta de canais efetivos de revisão aos donos dos perfis, o que fere deveres de transparência das plataformas digitais e a forma como tratam os dados dos clientes.
À Meta e ao X, o MPF indaga se as medidas de moderação noticiadas foram promovidas, indicando a conta ou publicação atingida, as plataformas em que foram aplicadas, a data e o horário de sua adoção e sua duração; a natureza exata da medida adotada e seus fundamentos fáticos e jurídicos; se a medida permanece em vigor ou foi revertida, indicando, neste último caso, a data da reversão e as suas razões; os procedimentos adotados para garantir a notificação prévia, a motivação individualizada e o canal de recurso ao usuário e se há mecanismos internos de auditoria e correção de erros de moderação em massa.
O MPF deu cinco dias para a Meta e para o X responderem ao ofício e quer uma explicação para cada medida de moderação tomada contra cada perfil listado na representação feita pelas ONGs. Esse prazo vence no início da última semana antes da votação do segundo turno.
Ainda em relação a cada uma dessas medidas, devem ser esclarecidos seus fundamentos jurídicos ou contratuais. Deve ser informado, para cada caso, se a medida de moderação foi adotada espontaneamente pela empresa, se foi a Meta quem identificou a irregularidade ou se houve denúncia, notificação ou reclamação apresentada por terceiros ou se a Meta cumpria ordem judicial.
A reportagem questionou a Meta sobre as denúncias e o procedimento do MPF, que ainda não respondeu.


Bloqueios em série de perfis progressistas
Em conjunto, os casos compilados pela CTRL+Z descrevem restrições à liberdade de expressão no ambiente digital em diferentes níveis: perda do perfil inteiro, retirada de uma publicação, bloqueio apenas para quem acessa do Brasil, restrição de mensagens e dificuldade de publicar ou republicar conteúdo. Em alguns relatos, houve recuperação posterior; em outros, o acesso continuava indisponível na data da manifestação. Vários denunciantes relataram não ter recebido explicação individualizada ou não ter conseguido recorrer.
Uma categoria importante de contas que sofreram restrições são aquelas vinculadas a coletivos ou organizações. Por exemplo, a União Paranaense dos Estudantes — UPE Paraná (@upeparana) relatou a derrubada de seu antigo perfil quando este se aproximava de 600 mil visualizações.
O coordenador do Diretório Acadêmico Alfredo Balena, da UFMG, informou que a conta da entidade foi apagada um dia depois de uma postagem de apoio a um dos candidatos à Presidência da República e a candidaturas em Minas Gerais. Houve restrição também ao perfil do DCE da UFMG, cuja suspensão ocorreu durante uma mobilização estudantil.
O perfil do Movimento Sem Terra no Pará teria sido desativado desde a noite de 2 de outubro, mesmo após o setor de comunicação ter realizado os procedimentos de autenticação solicitados pela plataforma.
A representação também relata o bloqueio de perfis de jornalistas como Eduardo Moreira, dono do ICL, de postagens da Mídia Ninja, Folha de S. Paulo e Amado Mundo.

Trump wants the midterms to be all about him. Based on Democrats' ads, they are happy to oblige

Elon Musk Is Almost Single-Handedly Funding the Republican Midterms Push
Trump will rally Georgia Republicans despite party divisions in battleground state

Talarico compares his campaign to David and Goliath after GOP invests over $158M against him

Lotería de Navidad 2026: cuánto dinero puedes ganar con cada premio
El Sorteo Extraordinario de la Lotería de Navidad 2026 repartirá como cada año millones de euros el próximo 22 de diciembre. El premio más esperado, el Gordo, está dotado con 400.000 euros por décimo.
El sorteo mantendrá la estructura habitual de premios, con el segundo y el tercer premio, los cuartos y quintos, además de las aproximaciones, las centenas, las terminaciones y la tradicional pedrea. Conocer las cantidades correspondientes a cada categoría permite calcular cuánto dinero puede recibir cada ganador.
Cuánto dinero toca con cada premio
El Sorteo Extraordinario de la Lotería de Navidad repartirá diferentes premios entre los participantes, con el Gordo como el más esperado. El primer premio está dotado con 400.000 euros por décimo, mientras que el segundo entregará 125.000 euros y el tercero, 50.000 euros. Estas cantidades corresponden a décimos de 20 euros, el precio habitual para participar en el sorteo que se celebra cada 22 de diciembre.
Además de los tres principales galardones, habrá dos cuartos premios, que repartirán 20.000 euros por décimo cada uno, y ocho quintos premios, dotados con 6.000 euros por décimo. No obstante, las cantidades anunciadas son importes brutos, por lo que los premios superiores a 40.000 euros están sujetos a la retención correspondiente de Hacienda.
Para quien no sea tan afortunado, la Lotería de Navidad 2026 repartirá dinero mediante las aproximaciones, que premian a los números inmediatamente anterior y posterior a los tres primeros premios. En el caso del Gordo, estas aproximaciones conceden 2.000 euros por décimo; las del segundo premio, 1.250 euros, y las del tercero, 960 euros.
La pedrea cuenta con 1.794 premios de 1.000 euros por serie, lo que equivale a 100 euros por décimo. Por su parte, el reintegro permite recuperar los 20 euros jugados cuando la última cifra del décimo coincide con la del Gordo. De esta forma, aunque no se consiga uno de los principales galardones, existen otras posibilidades de obtener un premio o recuperar el importe invertido
Cómo se cobran los premios de la Lotería de Navidad 2026
Los premios inferiores a 2.000 euros por décimo pueden cobrarse en los puntos de venta autorizados de Loterías y Apuestas del Estado. Para los importes iguales o superiores a esa cantidad, los ganadores deben acudir a una de las entidades financieras autorizadas para gestionar el pago, presentando el décimo premiado y la documentación identificativa necesaria.
En el caso de los décimos compartidos, es importante identificar a todos los participantes y la cantidad que corresponde a cada uno antes de cobrar el premio. Así, el mínimo exento y la retención fiscal se aplican proporcionalmente a la participación de cada ganador, evitando posibles problemas posteriores con el reparto del dinero.
Los ganadores de la Lotería de Navidad 2026 tendrán un plazo limitado para reclamar el dinero de sus décimos premiados. Según las normas de Loterías y Apuestas del Estado, los premios pueden cobrarse durante los tres meses siguientes a la celebración del sorteo, contados desde el día posterior al mismo.
Frente Amplio y Podemos se acercan a una 'lucha fratricida' de alto coste electoral en Madrid entre Delgado y Montero
La izquierda alternativa vuelve a apurar los plazos para el registro de coaliciones de cara a otra carrera electoral. A menos de 24 horas de que finalice el vigente para las generales del 29 de noviembre, a las 23.59 horas de este viernes, tanto Frente Amplio como Podemos han confirmado un bloqueo prácticamente definitivo que salvo sorpresa no podrá resolverse. La máxima es que los morados se ven suficientemente reforzados como para que Irene Montero, tras su pacto de colaboración en campaña electoral con ERC y Gabriel Rufián, se reafirme para ser candidata por la circunscripción de Madrid, y eso solo le deja un camino posible: ir en solitario. Frente Amplio confirmó ya el martes a Emilio Delgado, de Más Madrid, como número uno en la lista. Y no se prevé una renuncia por ninguna de las dos partes que aune los intereses de dos formaciones que a nivel ideológico casi no difieren.
La refundación de Sumar se hizo sobre la base de construir una alianza duradera sobre un programa y unos objetivos que diesen lugar a una selección de equipos y candidatos a través de los que implementarlos. Podemos estuvo invitado desde el primer momento a sumarse como un partido más, sin conseguirlo, a la vez que los morados reivindicaban su espacio y su legado. Los retrasos para confirmar la marca y el acelerón por el adelanto electoral han trastocado los planes. Por un lado, Frente Amplio se ha encontrado con la dificultad de promocionar nombres, teniendo que tirar de banquillo, primero de Mónica García, la ministra de Sanidad, y, posteriormente, de Ada Colau, la exalcaldesa de Madrid. Por el otro, Podemos ha tenido que cambiar rápido de estrategia, mostrando una actitud amable, integradora, pero a la vez exigiendo mecanismos que revolucionaban el itinerario fijado durante meses por sus exsocios.
Se ha pasado de exigir primarias abiertas a todos los españoles, para que se determine el candidato y el peso de cada formación, a considerar que ese pacto con ERC da autoridad suficiente a Montero para ser la líder de una lista de izquierdas por Madrid. La consideración de que las candidaturas "tienen que caer por su propio peso" ha sido algo recurrente para Podemos hasta hace no mucho. Y este mismo jueves, en RNE, Ione Belarra, secretaria general de la formación, se situó en esa senda tras decir un día antes que el "tándem Montero-Rufián" es el liderazgo que pide "la gente". Belarra cerró la puerta a una lista única en Madrid y en Barcelona –Podemos prometió a ERC no concurrir por Cataluña– y propuso una alternativa de urgencia tras haber sondeado a IU: listas en otros territorios de la mano de los de Antonio Maíllo. Fue rechazado inmediatamente. Se niengan a acuerdos "troceados" al margen de Frente Amplio.
Maíllo dejó clara su posición en TVE tras escuchar a Belarra. Defiendió la "fraternidad" con la que se viene colaborando entre su partido, Más Madrid, Movimiento Sumar y Catalunya en Comú, y dejó una decisión a Podemos que tendrá que tomarse en estas horas críticas. "Podemos tendrá que decidir si quiere venir o no. La disposición es muy fácil, tienen que saber qué es lo que quieren hacer y desde luego son bienvenidos si se incorporan a un proyecto amplio de las izquierdas. Le va mejor al país y a la gente trabajadora que nos necesita".
Al cierre de esta edición, y tras consultas de El Independiente a ambos sectores de la izquierda, el bloqueo parece consolidarse en Madrid, pero voces autorizadas del Frente Amplio creen que puede haber capacidad de entendimiento generalizado en las provincias. Las conversaciones, dicen, siguen en marcha más allá del relato que aseguran quieren "imponer" desde Madrid figuras como Belarra. Añaden que la idea de primarias posterior "no va a funcionar". Se remiten al marco de las andaluzas de este año, con la dirección de Podemos en Madrid negando el pacto y su aparato autonómico tirando para llegar a él. Esperan que el desenlace sea el mismo, con una adhesión de última hora y que no decidan seguir el rumbo de las últimas elecciones de Aragón, donde tiraron de IU para una alianza particular y estos lo rechazaron como ahora hace Maíllo.
En Canarias se logró por la tarde, este jueves, con una alianza entre Nueva Canarias, Podemos, IU y Movimiento Sumar bajo la marca Unidad del Pueblo Canario. Desde Madrid esperaban que se despejase el mismo camino en Aragón con la Chunta, en Baleares con Ahora Més y en la Comunidad Valenciana con Compromís. Se logró a primera hora de la mañana salvo con los nacionalistas valencianos. En esas dos, de momento, habrá listas de Frente Amplio con esos dos partidos autonómicos como prioritarios. Pero Podemos debe decidir su sumarse o no. No ha gustado en la confluencia que Montero oculte el nombre de Movimiento Sumar al celebrar pactos como el canario.
La falta de acuerdo en Madrid compromete escaños
Delgado se pronunció poco después de que Belarra lanzase el último órdago. Siguió tendiendo la mano para la unidad, pero asentó la idea de que conseguir un pacto ya es muy complicado: "Es más fácil hablar de la unidad que llevarla a cabo". Defendió que tras los trabajos del espacio y la implantación madrileña de Más Madrid, el movimiento lógico es que si Podemos quiere colaborar, se integre en las lístas. Más Madrid viene ofreciendo una segunda plaza a Podemos que no ha servido para unificar intereses. "El país entero ha visto cómo todos los esfuerzos que están en nuestra mano se han puesto encima de la mesa para acomodar a todas las fuerzas políticas en esa lista (...). Si quieren aprovechar tienen toda la posibilidad", remató Delgado.
Desde Podemos, Belarra atenuó el impacto electoral de ir divididos, reafirmándose con ello en la idea. Aludió a la proporcionalidad de la circunscripción para asegurar que no se perderían votos de izquierdas. En esas quedó se situó también Delgado, reduciendo los posibles efectos electorales, pero llamando a la unidad con todo. Si se mira a las autonómicas de 2023, Más Madrid consiguió 27 escaños y el 18,35% de los votos. Podemos quedó sin representación con el 4,73%. De ir en coalición (incluido IU, Alianza Verde y Verdes Equo) habrían alcanzado los 33 escaños quitando 3 al PP, 2 al PSOE y uno a Vox. En ese rechazo a aliarse influyen las malas relaciones de ambos partidos. Los madrileños no dejan de ser una escisión de los morados.
Más Madrid empieza a asentar la idea de que se ha hecho todo lo posible para lograr la unidad
La cuestión es que Madrid otorgó el mayor número de escaños a Sumar en 2023, seis con Podemos, por delante de los cinco logrados de Barcelona. En la principar circunscripción, de los casi 16 puntos de voto logrados en el 23-J, solo esos 4,73 puntos menos ya suponen entre uno o dos escaños menos según reflejan los resultados tras hacer una simulación. Y eso en el mejor de los escenarios posibles, dado que las encuestas reducen casi a un tercio los escaños que han tenido en esta legislatura. Si Podemos no supera el 3% no logrará nada y dejará a Frente Amplio sin opción a revalidar esos seis diputados, por ejemplo. Figuras como Maíllo defienden que no hay evidencias de que ir separados sea rentable. Pidió unidad el líder de IU basada en el diálogo y no en "tuits". Internamente, dirigentes de la izquierda plural determinan que la imagen que se está dejando es de lucha de egos y de puestos cuando se comparte el mismo ADN ideológico entre partidos hermanos.
Pese al escenario, los discursos entre referentes del espacio durante las últimas horas han sido en positivo. Por un lado, defendiendo que "da tiempo" a cerrar bien este proceso, como abogan desde IU o una de sus principales referentes, la ministra de Juventud e Infancia, Sira Rego. Pero desde Madrid también se allana el relato de haberlo intentado todo. "Hay que salir del bucle", señaló García al mismo que recalcó que su partido ha hecho todo lo posible por garantizar la unión de siglas madrileñas. No quieren que triunfe un relato contrario si no se llega a nada.
En añadido, el ministro de Derechos Sociales, Pablo Bustinduy, declaró desde el Foro CREO tras su intervención que tanto Delgado como Colau "están haciendo todo lo posible, de forma sincera, por cumplir con ese mandato ciudadano, por presentar una única papeleta". "No es el momento de anteponer un interés partidario ni personal", lanzó.
Colau rebaja las dudas de su candidatura
Después de dejar en el aire su candidatura si no había unidad con Podemos, este jueves Colau matizó que solo daría ese paso atrás si sirve para unir con Podemos y si se lo piden los compañeros de Frente Amplio, por lo que se reafirma en sus intenciones de competir como candidata al Gobierno por Barcelona, con una especie de tándem con Ernest Urtasun, el ministro de Cultura, y haciendo ticket con Delgado. Esa disposición a cesiones para integrar han sido bien acogidas por líderes como Maíllo, aunque en otros sectores no gustó nada la imagen de ambigüedad que se dejó. Hay que recordar que minutos después de incluso abrirse a un cambio de siglas en lugar de Frente Amplio para concurrir, los cuatro partidos que lo integran lanzaron la iconografía, las redes sociales y la página web de la confluencia. Este viernes, la decisión de las izquierdas puede tener efectos en la movilización social y en la capacidad o no para dar un vuelco a las encuestas.
No solo 11 ministros: Sánchez acomoda en sus listas a delegados y subdelegados del Gobierno ante la incertidumbre del 29-N
A las candidaturas socialistas del 29-N les quedan ya únicamente dos filtros para poder ser registradas ante las juntas electorales. Este viernes se reúne por la tarde la comisión federal de listas para hacer los últimos ajustes —Ferraz tiene la última palabra— y el sábado las ratificará el máximo órgano de dirección, el comité federal, que se celebrará en Fuenlabrada, en el cinturón rojo de Madrid. Pero todo ya está bastante perfilado. Serán 11 los ministros en puestos de salida —entre ellos, la titular de Defensa, Margarita Robles, como la número dos por Madrid, justo detrás de Pedro Sánchez—, y ellos son, obviamente, los puestos más vistosos, junto con los miembros de la ejecutiva federal. Pero también las listas están preñadas de delegados y subdelegados del Gobierno (hasta al menos 12), que para ingresar en ellas tendrán que dimitir de sus actuales cargos. A cambio, se asegurarían una legislatura en Congreso o Senado, un cálido refugio por lo que pueda suceder. "Por si las moscas", reconocen en Ferraz. Por si no pudiera reeditarse la coalición gubernamental, aunque el presidente está convencido de que sí será posible, por muchas encuestas que, ahora mismo, dibujen un escenario muy adverso.
De los 17 ministros socialistas, 11 estarán en las papeletas del 29-N y seis quedarán fuera (los vicepresidentes Carlos Cuerpo y Sara Aagesen; los que son candidatos autonómicos, Óscar López, Diana Morant y Ángel Víctor Torres, y Luis Planas). Y de esos 11 que competirán en las generales, tres ocupan posiciones de salida en la candidatura de mayor peso simbólico, la de Madrid: Margarita Robles (Defensa), como dos; Félix Bolaños (Presidencia, Justicia y Relaciones con las Cortes), de tres, y Fernando Grande-Marlaska (Interior), de cinco. Dos más lo hacen por Valladolid: Óscar Puente (Transportes) y Ana Redondo (Igualdad), como uno y dos por la provincia. Jordi Hereu (Industria) encabeza Barcelona; Elma Saiz (Inclusión, Seguridad Social y Migraciones), Navarra; José Manuel Albares (Exteriores), Cádiz; Milagros Tolón (Educación), Toledo, e Isabel Rodríguez (Vivienda), Ciudad Real. Y Arcadi España (Hacienda) concurre como dos por Valencia, por detrás de Pilar Bernabé, secretaria de Igualdad de la cúpula federal —número cuatro en el escalafón—, candidata socialista a la alcaldía de la capital autonómica y todavía delegada del Gobierno en la Comunidad Valenciana.

Y ahí está uno de los rasgos de estas candidaturas socialistas de las elecciones generales del 29 de noviembre. Entran en listas, en puestos de salida, al menos 12 delegados y subdelegados del Gobierno, que son los representantes del Ejecutivo central en las comunidades autónomas y en las provincias. Todos ellos, para poder incorporarse a las candidaturas, deben renunciar a sus cargos, como exige el artículo 6.1 de la ley electoral, de tal manera que el Gabinete de Sánchez ha de nombrar a sus sustitutos.
Concurre una mezcla de un "sálvese quien pueda" o, como admiten en Ferraz, un "por si las moscas". Otros apuntan que en las Cámaras hace falta "materia gris", quienes conozcan la Administración, y los subdelegados son funcionarios
Congreso y Senado se convertirán, por tanto, en el acomodo de dirigentes que han representado la voz del Gobierno en los últimos años. Un lugar seguro por lo que pueda pasar. Las circunstancias no son las mismas en todos los casos, y hay perfiles muy distintos, pero responsables territoriales consultados reconocen que concurren una mezcla de "sálvese quien pueda" —resume un mando regional—, por lo que pueda ocurrir el 29-N, de retribución por su trabajo en años muy duros para el Ejecutivo, y de proyección política. Es un "por si las moscas", admiten desde Ferraz. "También se trata de que en las Cámaras tengamos materia gris, gente que controle y conozca las administraciones, porque además los subdelegados son funcionarios de carrera, caso distinto son los delegados", indica un miembro de un aparato territorial.
Cambio de última hora ordenado por Montero
La delegada del Gobierno en la Comunidad Valenciana, Pilar Bernabé, es el ejemplo más destacado, aunque también el que cuenta con rasgos propios. Ella es la candidata a la alcaldía y en el PSPV subrayan que liderar la lista al Congreso proyectará su perfil para las municipales y tirará también de las autonómicas. Además, "incorpora la variable dana en la campaña" —el próximo 29 de octubre, a un mes de las urnas, se cumplirán dos años de la tragedia—, y "tiene el perfil y la disponibilidad para la batalla cultural" que será el camino hacia los comicios. Y es "una propuesta del PSPV y de la secretaria general, Diana Morant", ministra de Ciencia y candidata a la Presidencia de la Generalitat. "Y vamos a ser primera fuerza en Valencia provincia", subrayan desde la ejecutiva autonómica. La presencia de Bernabé también se justifica porque es la secretaria de Igualdad de la cúpula federal, un puesto de mucho peso. A ella le seguirá el ministro España; de tres, la secretaria de Organización del PSOE, Rebeca Torró, y de cuatro, el actual portavoz socialista en Les Corts, José Muñoz. En Alicante, el uno es Toni Francés, alcalde de Alcoi, y en Castellón, María Jiménez, secretaria de Organización provincial y exregidora de Oropesa.
La delegada en Valencia, Pilar Bernabé, lidera la lista al Congreso. En Andalucía, el delegado, Pedro Fernández, es uno al Senado, y son cinco los subdelegados que van en las candidaturas
En Andalucía, la primera federación en número de militantes, la secretaria general, la exvicepresidenta y exministra María Jesús Montero impuso que el delegado del Gobierno, Pedro Fernández, y los barones provinciales fueran en las listas del Senado. Fernández encabeza así la plancha por Granada en la Cámara alta. Y tiene como número tres —puesto de muy difícil salida— a su subdelegado en la provincia, José Antonio Montilla, secretario de Estado de Relaciones con las Cortes cuando Carmen Calvo era vicepresidenta del Gobierno. Para el Congreso, la uno es la alcaldesa de Albuñol, María José Sánchez, y como dos repite José Antonio Rodríguez Salas, exregidor de Jun.
El futur d'Espanya es decideix des de la Comunitat Valenciana i les socialistes valencianes anem a ser protagonistes.
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Amb #LaForçaDeLaGent eixim a guanyar🌹❤️ pic.twitter.com/hbqEa7XYBT
En las candidaturas andaluzas también entran otros cuatro subdelegados: los de Sevilla, Almería, Málaga y Córdoba. Son Francisco Curri Toscano (tres al Congreso por Sevilla), José María Martín (uno al Senado por Almería, de cuya agrupación provincial es líder), Javier Salas (tres por Málaga en la Cámara baja), todos ellos en puestos de salida, y Ana López Losilla (tres al Senado por Córdoba), en este caso de más complicada elección.
Serrano pasa de uno al dos al Congreso por razones de "paridad". Pero, en cambio, en Cádiz y en Málaga dos hombres capitanean las planchas en las dos Cámaras. En la primera, el ministro Albares
La ejecutiva de Montero aprobó ayer jueves todas las listas e introdujo un cambio muy significativo: tocó la candidatura de Jaén, la provincia orgánicamente más fuerte, junto con Sevilla, en el PSOE-A. Desplazó al propuesto como número uno, el diputado Juanfran Serrano, al dos, y pasó la dos, Isabel Uceda, al primer puesto. Para la Cámara alta, mantuvo al actual senador electo, José Latorre, hermano (gemelo) del barón provincial, Juan Latorre. Montero ya había advertido a sus líderes en las provincias que debían componer candidaturas paritarias: si una era encabezada por un hombre, la otra tenía que capitanearla una mujer. Por eso hizo la permuta en Jaén, por razones de "paridad", aunque en la dirección autonómica no niegan que puedan haber concurrido otras razones: Serrano era la mano derecha de Santos Cerdán en Ferraz pero, tras la caída de este hace un año, fue salvado por Sánchez y se le asignó Política Municipal, pero el pasado mayo el juez Santiago Pedraz deslizó que podría caber su imputación por el caso Leire. "Para mí que María Jesús ha dicho que bastante que vaya a ser diputado", manifiesta un alto mando de las alturas del PSOE-A. "Que Jaén contribuya a que más mujeres encabecen siempre es una buena noticia", responden en la ejecutiva provincial.
Montero critica que la Junta recurra al TC los decretos de vivienda https://t.co/m2Kizldij9 pic.twitter.com/qpdzRhrHOF
— Europa Press TV (@europapress_tv) October 15, 2026
La jefa de la federación no hizo cambios, sin embargo, ni en Cádiz ni en Málaga, donde las dos planchas estarán capitaneadas por hombres. En el primer caso, porque Ferraz había enviado allí al ministro Albares, y eso desplazaba al líder provincial, Juan Carlos Ruiz Boix, como uno al Senado. Montero prefirió abrir otra guerra con él después del pulso perdido en la confección de las candidaturas autonómicas del pasado mayo. En Málaga, se mantuvo de cabeza al Congreso al secretario de Organización provincial, Pepe Bernal, exalcalde de Marbella, y a Javier García León, excandidato en Fuengirola, del gusto de Ferraz.
En Sevilla, la vacante dejada por Montero la ocupa Gómez de Celis, vicepresidente primero del Congreso y miembro de la cúpula federal. En Almería, la dirigente de Ferraz Anabel Mateos
Sevilla la encabezará, en sustitución de Montero, Alfonso Rodríguez Gómez de Celis, vicepresidente primero del Congreso y miembro de la cúpula de Sánchez (su dos será Carmen Castilla, ex secretaria general de UGT Andalucía). Almería la liderará en el Congreso la dirigente federal Anabel Mateos; en Córdoba, lo hará el actual diputado Alberto Mayoral (y al Senado pasa la secretaria provincial, Rafi Crespín). En Huelva, el uno es para el exalcalde de la capital Gabriel Cruz (y en la Cámara alta repite la baronesa provincial Maru Limón). Y Cádiz la pilotará el ministro Albares, seguido de la diputada Mamen Sánchez, exalcaldesa de Jerez.
Lastra, de vuelta como cabeza por Asturias
Asturias proporciona otro nombre de mucho peso en el PSOE: Adriana Lastra. La ex vicesecretaria general del partido —lo fue entre 2017 y 2022, cuando renunció presionada y acosada por Santos Cerdán, estando ella además con un embarazo de riesgo—, asumió el mando de la Delegación del Gobierno en el Principado en julio de 2024. Lastra es la mano derecha en el partido del presidente autonómico, Adrián Barbón, y ahora vuelve al Congreso como cabeza de lista por Asturias.
Zaragoza estará liderada por el delegado del Gobierno, Fernando Beltrán, y en Extremadura el representante del Ejecutivo, José Luis Quintana, es el tres al Senado, de más complicada elección
Entrará asimismo en la Cámara baja, como número uno por Zaragoza, el delegado del Gobierno en Aragón, Fernando Beltrán, "un hombre del mundo académico, con experiencia en política y gestión pública", destacan en la dirección de la exministra Pilar Alegría. Beltrán es doctor ingeniero industrial y profesor titular de Universidad en la Escuela de Ingeniería y Arquitectura. Los cabezas de cartel de Huesca y Teruel a la Cámara baja repiten: los diputados Begoña Nasarre —también alcaldesa de la localidad oscense de Alcolea de Cinca— y Herminio Sancho.
En Extremadura, competirá como tres al Senado (de difícil salida) el delegado del Gobierno, José Luis Quintana. De uno continúa el exbarón provincial Rafa Lemus. En la Cámara baja, la plancha la arranca Yolanda García Seco. Cáceres queda encabezada por Irene Pozas para el Congreso y Joaquín Cuello para la Cámara alta.

En Galicia, son dos los subdelegados que estarán presentes el 29-N y que irán al Congreso. La de A Coruña, que tomó posesión de ese cargo el mes pasado, Obdulia Taboadela (tendrá que dimitir por tanto habiendo cumplido un mes en el puesto), y el de Pontevedra, Abel Losada.
Hay otros, en cambio, que querían estar en las planchas de las generales y finalmente quedan fuera, como el delegado del Gobierno en Madrid, Fran Martín Aguirre. Él, salvo que fuera repescado este viernes en la comisión federal de listas por Ferraz, no formará parte del 29-N. Martín, en el cargo desde marzo de 2023, es uno de los dirigentes que siempre ha estado al lado de Sánchez —presidió la asociación Bancal de Rosas, la entidad que canalizó las microdonaciones que recibió el hoy jefe del Ejecutivo en su carrera de primarias de 2017—, ex secretario general de la Presidencia del Gobierno en la Moncloa y hombre de la total confianza del ministro Bolaños.
Quien sí queda fuera es el delegado en Madrid, Fran Martín Aguirre, que quería integrarse en la lista, con lo que habría tenido una salida política. En el PSOE-M creen que le penalizó apoyar discretamente a Enma López frente a Reyes Maroto
El delegado esperaba, según aseguran fuentes de su entorno y también del PSOE-M, poder ser integrado en la candidatura por Madrid, lo que le habría proporcionado una salida política en caso de que los socialistas salgan del Ejecutivo. Y también le habría permitido la cobertura del aforamiento ante el Tribunal Supremo ahora que Vox ha presentado una querella contra él por permitir la acampada por la vivienda en Sol —autorizada por el Tribunal Superior de Justicia de Madrid—. También el PP estudia acciones legales contra el delegado. Martín ha intentado que se tuviera en cuenta su petición, pero ha sido en balde, y en el PSOE-M creen que ha podido pesar en su contra que en las primarias al Ayuntamiento de Madrid del pasado verano apoyara discretamente a la concejala Enma López y no a la candidata de Ferraz, de la Moncloa y de la cúpula regional del partido que dirige el ministro Óscar López, Reyes Maroto.
Conflicto con Castilla y León
En el resto de federaciones, tampoco hay delegados o subdelegados que compitan en las generales. Por ejemplo, en Castilla y León. Como es costumbre, en la mayor parte de los casos encabezan las listas los secretarios provinciales: Javier Alfonso Cendón en León; Antidio Fagúndez en Zamora; David Serrada en Salamanca; Óscar Puente en Valladolid; Esther Peña en Burgos, José Luis Aceves en Segovia y Luis Rey en Soria. Las excepciones son dos: Manuel Arribas volverá a liderar Ávila y Álvaro Bilbao es la apuesta de la alcaldesa de Palencia y baronesa provincial, Miriam Andrés. Y aquí seguramente Ferraz pueda introducir cambios a la fuerza en la reunión de la comisión federal de listas de este viernes. Es probable que la cúpula de Sánchez imponga a la ya diputada Luz Martínez Seijo, una mujer totalmente alineada con el presidente. Andrés está muy enfrentada a Ferraz —ella defendió a Edu Madina en las primarias de 2014 y a Susana Díaz en las de 2017— y Bilbao es su concejal de Urbanismo, pero este cuenta con un gran apoyo en la provincia, a diferencia de Martínez Seijo.
Dos focos de tensión de cara a la comisión federal de listas de este viernes son Burgos (porque eligió a Luis Tudanca, muy enfrentado a Ferraz) y Palencia (porque apostó por el concejal Álvaro Bilbao)
Otro problema añadido es la candidatura de Burgos al Senado. El comité provincial elevó la propuesta de Luis Tudanca, secretario general del PSOE de Castilla y León entre 2014 y 2025. Tudanca era sanchista pata negra, pero sus relaciones con Ferraz se agrietaron con Cerdán como jefe del aparato y ya no se enderezaron. Tudanca tuvo que ceder su puesto al actual barón regional, Carlos Martínez, exalcalde de Soria. Este ha preferido mantener la propuesta hecha por Burgos, pero Ferraz probablemente levante a Tudanca de la plancha a la Cámara alta. Duda es también lo que ocurrirá en Ávila, agrupación siempre muy conflictiva. Para el Senado se postula el nuevo barón provincial, Carlos Montesino, alcalde de Candeleda, aunque puja por ese puesto el exlíder abulense Jesús Caro. En León hay nueva número dos: Andrea Fernández, exsecretaria de Igualdad federal y dirigente alineada con Adriana Lastra, ha preferido no competir esta vez y salir de listas, y su plaza será ocupada por Lorena Valle. Y en Soria, los críticos, los tudanquistas, aspiran que Ferraz imponga a la secretaria general de Protección Civil, Virginia Barcones, muy valorada en el Ejecutivo por la gestión de las emergencias.

No se atisba conflicto con la federación más distante de Ferraz, Castilla-La Mancha. La cúpula de Sánchez cerró un pacto primero en Toledo —de uno, la ministra Milagros Tolón, y de dos, el secretario de Organización de Emiliano García-Page, Sergio Gutiérrez, un orden inverso al de 2023—; en Ciudad Real (con Isabel Rodríguez) y en Cuenca (con el diputado Luis Carlos Sahuquillo). Sobre Guadalajara se alcanzó un acuerdo ayer por la noche —María Jesús Merino como uno al Congreso y Rafael Esteban como uno al Congreso, justo al contrario de lo que aprobó el comité provincial— y quedaba Albacete por atar.
En el resto de federaciones, no se atisban choques con Ferraz, por lo que previsiblemente se confirmarán las listas elevadas. En Galicia, además de Obdulia Taboadela, Abel Losada por A Coruña y Pontevedra, encabezan candidaturas Patricia Otero por Lugo y Carmen Rodríguez por Ourense. Son nombres propios dos aspirantes al Senado: Carmela Silva por Pontevedra (fue presidenta de la Diputación provincial y es mano derecha del alcalde de Vigo, Abel Caballero, además de presidenta del PSdeG) y César Mogo, miembro de la cúpula de Sánchez, por Lugo. En la federación, siempre convulsa, hay fricciones sobre todo en esta última provincia y en Ourense. José López Orozco, exalcalde lucense, quería ser candidato al Senado, impulsado por las bases, y la dirección le ofreció ser dos al Congreso, pero él lo rechazó y planteó ser el dos de Mogo a la Cámara alta, pero no recibió contestación. En Ourense, el exsecretario provincial y senador Rafael Rodríguez Villarino fue situado como dos al Senado y él, disconforme, ha exigido conocer el escrutinio de las asambleas locales, aunque los comités provinciales, la ejecutiva regional y Ferraz son los que van decidiendo en cascada.
En Cantabria, lidera la plancha por el Congreso Susana Herrán, alcaldesa de Castro Urdiales, y Paz de la Cuesta, concejala en Santander, para el Senado. En Euskadi, solo hay cambio en la cabecera por Álava —se estrena Javier Hurtado, consejero de Turismo—, porque siguen Patxi López por Bizkaia y Rafaela Romero por Gipuzkoa.
A última hora del jueves, Castilla-La Mancha y Ferraz llegaron a un acuerdo en Guadalajara. Hay tensiones internas en Lugo y en Ourense. En el PSC, se estrenan Jordi Hereu (Barcelona) y la gerente del hospital Juan XXIII, Ione Montalvo (Tarragona)
Por Navarra, entra la ministra Elma Saiz como relevo de Santos Cerdán y la diputada Adriana Maldonado para ahora al Senado. En Cataluña, son nuevos los candidatos por Barcelona —el ministro Jordi Hereu, en lugar de Meritxell Batet—, y Tarragona —Ione Montalvo, gerente del hospital Joan XXIII, como relevo de Valle Mellado—. Montse Mínguez, portavoz de la dirección del PSOE, repite en Lleida, y Marc Lamuà en Girona. En Baleares, continúa Francina Armengol, presidenta del Congreso. Las islas sí estrenarán delegado del Gobierno, Pere Joan Pons, pero porque el actual responsable, Alfonso Rodríguez, va a dejar el cargo para centrarse en su candidatura a la alcaldía de Calvià.
⭕️ El @PSOECanarias decide sus candidaturas para las elecciones del #29N@ValbuenaAlonso y @martaarocha72 encabezarán la lista al Congreso por Santa Cruz de Tenerife y @loli_mcorujo y @DioufLuc, por Las Palmas
— PSOE Canarias ❤️🇮🇨 (@PSOECanarias) October 15, 2026
➕ INFO: https://t.co/83n4UkM2OC
📍 Comité Regional, LPGC pic.twitter.com/2UCfFvcVIp
En Murcia, la uno será la secretaria de Estado de Digitalización e Inteligencia Artificial, María González Veracruz, que ya fue diputada en el Congreso y miembro de las ejecutivas del José Luis Rodríguez Zapatero, Alfredo Pérez Rubalcaba y Pedro Sánchez. En La Rioja, repite la diputada Elisa Garrido, primera adjunta de Organización de Rebeca Torró. En Canarias, la lista al Congreso por Santa Cruz de Tenerife la encabezan los actuales senadores José Antonio Valbuena y Marta Arocha, y por Las Palmas repiten Dolores Corujo y Luc André Diouf, miembro este de la dirección federal.
Por Murcia, vuelve a ser candidata la hoy secretaria de Estado de Inteligencia Artificial, María González Veracruz. En Canarias y La Rioja son candidatos los miembros de la cúpula federal Diouf y Garrido
Ahora, le toca hablar a Ferraz. Y comprobar si introduce cambios significativos o altera mínimamente las listas. Todo debe quedar listo en las próximas horas. A falta, por cierto, de que se tejan acuerdos para el Senado con Frente Amplio, con el objetivo de optimizar resultados. Las coaliciones deben cerrarse este viernes antes de la medianoche, pero para registrar las listas, con sus integrantes, hay de plazo hasta el 26 de octubre. Esa será la siguiente pantalla, cuando la izquierda del PSOE despeje su futuro.
Musk's Meddling
Musk is the big Paxton funder: According to campaign filings released yesterday, Elon Musk sent $158 million in September to a super PAC that immediately gave that amount of money to a group backing Texas Republican Ken Paxton's Senate bid against Democrat James Talarico.
"On Sept. 9, the first day of the GOP midterm convention in Dallas, Musk gave $75 million to SLF," reports The Texas Tribune. "The next day, SLF put $75 million into a new entity called Texas PAC. By the weekend after the convention, the new super PAC was up on the air with a positive spot about Paxton's work on sex trafficking and a negative ad attacking Talarico as being for 'they/them, not you.'"
Then, two weeks later, "Musk gave an additional $83 million to SLF, according to the group's filing. Sure enough, SLF deposited $83 million into Texas PAC's coffers the following day."
It would be wild if Paxton still loses. Paxton has been embroiled in rolling scandals for years, and some current polls have him underwater by 13 points. A New York Times/Siena survey found only 38 percent of likely Texas voters believe he has "good character," versus 56 percent for Talarico.
Paxton was indicted on securities fraud charges in 2015, and that case dragged on for most of a decade before ending in a pretrial agreement. Then the Texas House, led by Republicans, accused him of bribery and abuse of public trust and successfully impeached him in 2023. The charges centered on allegations that he used his office to help donor Nate Paul—so you can imagine why Musk might want to curry favor with Paxton. Though Paxton was later acquitted by the state Senate, scandal keeps chasing him: Last year, his wife, state Sen. Angela Paxton, filed for divorce on "biblical" grounds, citing adultery as one of the reasons.
Of course, many Republican voters at the state level saw the impeachment as nothing more than a political hit job, one echoing what's happened to President Donald Trump at the national level. But what far-right, already-convinced Republicans believe about Paxton is sort of beside the point: He needs turnout, and he needs to win over more moderate Republicans and maybe even some fence-sitters if he hopes to beat Talarico. It's possible Musk's cash infusion will help, but it's also possible a cash infusion of many millions of dollars won't be enough to rehabilitate Paxton's shitty image.
A poll from the University of Texas and Texas Politics Project conducted in August "contained four major warning signs for Paxton: a drop in his support from June, lagging GOP motivation to vote, worse favorability numbers than Talarico and Trump's approval being underwater in the state."
Scenes from New York: "When Gov. Kathy Hochul first ran for re-election, Republicans in New York tried to prey on fears over crime, rising inflation and illegal immigration to boost the chances of their ticket statewide in the critical 2022 midterms," reports The New York Times. "The strategy seemed to work. Republicans flipped four House seats in New York, while putting a scare into Ms. Hochul, who eked out a six-point victory over Lee Zeldin, then a Long Island congressman who now leads the E.P.A." This year, Republicans have picked Bruce Blakeman, the Nassau County executive, as the guy with the best odds of beating Hochul, and they're running on crime fears again. But it's not working so well.
The crime and public disorder is, to my mind, still a problem, but it's not as rampant as it once was during the peak pandemic years. And it's certainly not perceived as very bad right now.
QUICK HITS
- "Three children and a teacher were killed, and two others were critically wounded, in a shooting Thursday at Silver Rail Elementary School in Bend, Oregon, authorities said," reports CBS News. "The suspect, a 16-year-old male, was shot and killed by a bystander, Bend police said.…Officials would not say exactly what type of weapon was used in the attack or how many rounds were fired. Multiple law enforcement sources told CBS News the suspect used a shotgun, and The Associated Press cited a law enforcement official briefed on the incident as saying it was a pump-action shotgun purchased by his mother."
- "A climate of radical paranoia around AI seems like it will be a feature of our world for the foreseeable future," writes Ross Douthat in The Free Press, "because human beings are really good at being paranoid about mysterious new things. With, of course, the AI doomers themselves being a prime example: As Mike Solana of Pirate Wires notes in his own recent reading of the doom canon, the prophecies of Yudkowsky and Co. are already moderately less credible insofar as they don't account for their own cultural success."
- "Taiwan is preparing to tighten export controls on AI chips to further align with US restrictions, according to a senior official in Taipei, joining a Trump administration clampdown on the smuggling of cutting-edge semiconductors to China," reports Bloomberg. "Taipei plans to add artificial intelligence servers and cutting-edge semiconductors to a list of controlled items, Taiwan's Minister of Economic Affairs Kung Ming-hsin told Bloomberg News. After the measures take effect, he said, shipping restricted AI hardware to China will become a criminal offense under the Foreign Trade Act."
- I'll leave you with a quote from Kennedy (not John or Robert) to start your weekend off right: "Kimberly [Guilfoyle] talked about sex so cavalierly that she made Samantha from Sex and the City seem like Greta Thunberg."
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Confira a agenda dos presidenciáveis nesta sexta-feira (16)

Luiz Inácio Lula da Silva (PT)
Participa de caminhada em Juiz de Fora (MG), ao meio dia. Em seguida, às 17h, haverá ato de campanha em Ipatinga (MG).
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Flávio Bolsonaro (PL)À noite, após o Jornal Nacional, o candidato participa de sabatina da TV Globo, nos estúdios da emissora, no Rio de Janeiro.
A ordem de apresentação da agenda dos candidatos a presidente segue alternância diária.
26% of Americans say influencers have swayed their vote. Political campaigns are racing to win them over.
Aaron Schwartz/Stringer/Getty; BI
- The battle for voters in the 2026 midterm elections is playing out on the TikTok For You Page.
- One in four Americans say creator content has influenced who they voted for.
- Political candidates are scrambling to connect with more creators in order to reach voters.
Content creators are influencing much more than our coffee orders and skincare routines.
About one in four Americans (26%) say influencer content has affected who they've voted for, according to a survey of around 2,000 US adults conducted by Morning Consult in September, commissioned by Business Insider.
Creator content is an "underestimated avenue" for political campaigns, said Nicole Dunger, a founding partner at the marketing firm People First, which works with candidates and advocacy groups on their creator strategies. "It is a real player and a big player in this space now."
If 2024 was the podcast election, 2026 is shaping up to be the influencer one. Instagram and TikTok creators have joined Fox News hosts and personalities like Joe Rogan as go-to sources of information for voters.

Influencers like Jake Paul and Hasan Piker have emerged as main characters in politics this year.
Paul recently joined President Donald Trump in Ohio for a midterm rally, posting TikTok clips of his Air Force One flight. Piker, meanwhile, has become a campaign ally for progressives like Michigan's Abdul El-Sayed and a negative talking point for Fox News commentators.
As online attention has become a key asset in politics, influencers are helping candidates break through the noise.
A little over half of US adults (56%) told Morning Consult that creator content had affected their views on political or social issues to some degree. That figure jumped among Gen Z respondents, where close to three in four respondents said their views had been swayed by influencer posts.
For campaigns, the challenge is identifying the right creators to work with, particularly when many influencers don't regularly talk about politics.
"You have to have your base of people, your core supporters, and then you have to have a broader cultural space of people who don't always talk about politics," said Parker Butler, a managing partner at the digital strategy firm Luminary Strategies, which works on social strategy with Democratic candidates like James Talarico. "It's worth having different pockets of creators for different purposes."
Reaching creators with smaller followings than Piker (about 3 million Twitch followers), or Paul (around 21 million YouTube subscribers) is a focus in 2026, Butler said.
He said the goal is to shift the creator outreach strategy from "this person has a million followers" to identifying influencers who work in a particular niche a campaign is trying to reach.

Political chatter is moving from TV to YouTube
More and more, political discussions are playing out on digital platforms, whether that's podcasts, YouTube videos, or Twitch streams.
YouTube was the top source for political and election news among US adults in September, narrowly beating out TV, print, and X (formerly Twitter), according to a survey from Syracuse University.
About one in five Democrats and Republicans said podcast appearances could make them "more likely to support a candidate," according to a July through August survey of likely midterm voters from the podcast industry group Sounds Profitable. A smaller share of Independents (11%) said podcasts could make them more likely to back a candidate.
While campaigns see attention moving online, they're still spending the bulk of their ad budgets on TV.
Part of that may be because they're accustomed to buying TV spots. They're also reckoning with the fact that influencer marketing is harder to predict and measure, particularly as social-media feeds become more personalized and algorithmically driven.
"It can be very challenging, but you see the results in the end," Dunger said. "It's the same with door knocking. We know door knocking somehow works and has worked for so long, but it's not like we have those direct measurements."
Economia: Lula e Flávio divergem sobre ajuste fiscal e papel do Estado

Enquanto Lula aposta na continuidade do modelo atual, com investimentos públicos, programas sociais e valorização da renda, Flávio defende a redução da estrutura estatal, cortes de despesas e diminuição de impostos e encargos.
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Apesar das divergências, as duas campanhas reconhecem a necessidade de enfrentar o crescimento da dívida pública. O principal contraste está nos instrumentos previstos para equilibrar as contas e estimular a atividade econômica.Resumo das propostas econômicas
Lula
- Continuidade com ampliação de investimentos e políticas sociais
- Contas públicas: manter o arcabouço fiscal, controlar o crescimento das despesas e buscar resultados fiscais melhores com crescimento econômico.
- Impostos: aprofundar a tributação progressiva, com maior contribuição proporcional das rendas mais altas.
- Trabalho e renda: manter a valorização real do salário mínimo e defender a redução da jornada semanal para 40 horas, sem corte salarial.
- Investimentos: ampliar infraestrutura, reindustrialização, inovação e energia renovável.
- Programas sociais: manter o Bolsa Família e expandir políticas habitacionais e de combate à fome.
Flávio Bolsonaro
- Redução do Estado e contenção mais forte das despesas
- Contas públicas: criar uma nova regra fiscal, com limites para despesas associados à trajetória da dívida.
- Gastos públicos: reduzir ministérios, cargos comissionados e despesas administrativas.
- Impostos: propor reduções tributárias e simplificação regulatória.
- Trabalho e emprego: criar modalidades de contratação com menor custo para empregadores em determinados grupos etários.
- Produção: estimular o agronegócio, melhorar a logística, ampliar o armazenamento de safras e apoiar a produção nacional de fertilizantes.
Ajuste fiscal
Lula pretende manter o arcabouço fiscal, mecanismo que estabelece limites para o crescimento das despesas públicas. A estratégia combina controle de gastos, busca por maior arrecadação e crescimento econômico para melhorar os resultados das contas públicas.
A política econômica também prevê investimentos em infraestrutura, reindustrialização, inovação e energia renovável. A avaliação da equipe é que a expansão da atividade econômica pode contribuir para elevar a arrecadação e sustentar políticas públicas.
Flávio Bolsonaro propõe uma nova regra fiscal vinculada à trajetória da dívida e medidas para reduzir despesas administrativas, incluindo a estrutura ministerial e os cargos comissionados. A campanha também defende a simplificação regulatória e a redução de tributos.
Em agosto deste ano, em entrevista à Globo News, a coordenadora da equipe econômica de Flávio Bolsonaro, Daniella Marques, afirmou que o plano do candidato prevê mudanças nas regras fiscais para controlar a dívida pública, o que inclui um ajuste de 1,5% do Produto Interno Bruto, algo em torno de R$ 190 bilhões, considerado o PIB de 2025.
O detalhamento dos cortes e seus efeitos sobre os serviços públicos permanecem entre os pontos que exigem esclarecimento. No último dia 9, o candidato negou que acabará com programas sociais, como o Bolsa Família e o Farmácia Popular.
Impostos e investimentos
Na área tributária, Lula defende maior progressividade, com participação proporcionalmente maior das rendas mais altas no financiamento do Estado. O governo também pretende dar continuidade a investimentos do Novo PAC e a políticas de incentivo à indústria nacional.
Flávio, por sua vez, prioriza a redução de impostos, a diminuição dos custos para empresas e a desburocratização. Entre as propostas para o agronegócio estão melhorias na logística, ampliação da capacidade de armazenamento de safras, seguro rural e estímulo à produção nacional de fertilizantes.
A execução dessas medidas dependerá da compatibilidade entre as reduções tributárias e as metas fiscais. No caso de Flávio, cortes de despesas teriam de compensar, ao menos em parte, eventuais perdas de arrecadação. Na proposta de Lula, os resultados dependeriam do crescimento econômico, da arrecadação e do controle dos gastos.
Valorização do salário mínimo e custos de contratação são debatidos nos planos dos candidatos à Presidência Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Trabalho e renda
Lula defende a valorização real do salário mínimo e a redução da jornada semanal para 40 horas, sem diminuição salarial. A agenda também prioriza a manutenção de direitos trabalhistas e a ampliação da proteção social.
Flávio enfatiza a redução dos custos de contratação e a flexibilização de modalidades específicas de trabalho. As propostas partem de perspectivas diferentes sobre como estimular o emprego, com possíveis efeitos sobre salários, formalização e custos das empresas que dependerão da implementação das medidas.
Programas sociais
Lula pretende manter e aperfeiçoar programas como Bolsa Família e Minha Casa, Minha Vida, além de preservar políticas de combate à fome.
A equipe de Flávio também declarou intenção de manter programas sociais, entre eles Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida e Farmácia Popular. A questão central é como financiar essas iniciativas diante das respectivas metas de ajuste fiscal.
Governos anteriores
De 2019 a 2022, o governo Jair Bolsonaro enfrentou a pandemia de covid-19 e os efeitos da guerra na Ucrânia, que pressionaram a atividade econômica e os preços. O Produto Interno Bruto (PIB) cresceu, em média, cerca de 1,4% ao ano. A gestão adotou medidas emergenciais de auxílio, promoveu privatizações e concessões e encerrou 2022 com a dívida bruta em torno de 72% do PIB, com o adiamento do pagamento de precatórios.
No terceiro mandato de Lula, entre 2023 e 2025, o PIB cresceu, em média, aproximadamente 2,9% ao ano, considerando os dados revisados do período. O governo ampliou investimentos em infraestrutura, retomou políticas sociais, valorizou o salário mínimo e aprovou a reforma tributária sobre o consumo. O desemprego também caiu, atingindo 5,6% em 2025, segundo o IBGE.
Na área fiscal, a dívida pública diminuiu em proporção do PIB ao final do governo Bolsonaro, mas voltou a crescer durante o terceiro mandato de Lula, atingindo 82,9% do PIB em agosto deste ano. A comparação, porém, exige considerar a pandemia, o cenário internacional, os juros e as medidas adotadas em cada período. Os indicadores mostram trajetórias diferentes de crescimento, emprego e endividamento, sem permitir atribuir todos os resultados exclusivamente às decisões de cada presidente.
I left my 13-year career at Google to work in sustainability. It wasn't an easy choice, but my values had changed.
Bruno Bianchini
- Bruno Bianchini quit his job at Google to focus on sustainability in Cambodia and green finance.
- While still at Google, he pursued a degree at Harvard in sustainable studies.
- He says leaving Google was a hard decision, but his career shift aligns with his values.
This as-told-to essay is based on an interview with Bruno Bianchini, the 40-year-old former Head of Global Partnerships for the Middle East, Africa, and Turkey for Google, who is based in the Netherlands. It has been edited for length and clarity.
Growing up in the Italian countryside, sustainability was simply part of everyday life. At 18, I left my small village near Milan to study at Bocconi University in Milan.
In 2005, I started my degree in accounting, corporate finance, and law. Then I did a master's in business administration. When I was about to graduate, a friend at the university said a group of professors had opened a boutique consulting firm. I interviewed for the role and landed it.
That path led me first to consulting and then to Google, where I spent more than 13 years before leaving to pursue work in sustainability.
I started work as a business analyst at the consulting firm in January 2011
At 25, I was working on three projects — a hotel, a food company, and a company that made pressure gauges. My experience was very much about seeing problems through an analytical lens.
In 2012, I was invited to a friend's birthday dinner, where I was seated opposite a guy working at Google. Although Google was already a huge company, I had little sense of its scale. I thought of it mainly as a search engine.
We stayed in touch, and they eventually asked if I'd be interested in an interview
I remember wearing a jacket and tie, and I thought, I can't show up at Google like this; they're never going to hire me. I roughed up my hair, removed my jacket and my tie, and went to the interview.
I had three interviews at Google on the same day. One interviewer asked me about role-related knowledge, the next about more general knowledge, and the third was Googleyness — whether I was a culture fit. I remember thinking in the interview that I wanted to work with these people.
About a week later, I had a fourth interview. The process moved quickly because it was for a temp job. In July 2012, I joined Google.
The Google office in Milan was colorful and playful
I remember there was a game area. In consulting, I'd start work at 8:30 a.m. and leave at 10:30 p.m. every day. At Google, people were coming and going whenever they wanted. The culture was a huge change for me. It was fantastic.
A year later, I applied for a full-time role working with DoubleClick for Publishers, now part of Google Ad Manager. I did lots of prep for the interview, and I got the job.
In 2016, my boss asked me to give a presentation at the Google office in Dubai
After the presentation, a guy who became my new boss asked if I'd consider moving to Dubai because they were expanding the team. Two months later, they opened the role; I applied, got the job, and moved to Dubai.
That same year, I got to see the San Francisco campus for the first time. When I saw the scale of the buildings, the number of meeting rooms, micro kitchens, and the bicycles employees rode around campus, I was mesmerized. Working for one of the most innovative companies on the planet, I felt like I was always at the forefront of tech innovation. I definitely got a kick out of that.
By 2024, I had become the Head of Global Partnerships for the Middle East, Africa, and Turkey at Google
As I was managing a large region, there was a lot of travel.
On office days, I generally worked 9-to-5, depending on projects and deadlines. I might have calls with people in the US, but travel was more hectic. From the moment I arrived, I was having breakfast with colleagues, attending an event, or meeting with clients.
Throughout my time at Google, my value system changed
I'd been thinking about sustainability for some time. When I was in Milan, I met someone from LA who told me they were vegan. They told me about the damage the dairy and meat industries are causing to the planet. I started reading more, and I went down the rabbit hole. I remember feeling that I wanted to be part of the movement for the solution.
While still at Google, I looked into which universities offered degrees in sustainability and came across a program at Harvard.
In December 2025, I resigned from Google
I pursued my master's degree in sustainable studies at Harvard online while working at Google. The last part of my studies involved a thesis. I took a sabbatical from Google and traveled to Cambodia to work on an ambitious project that plans to reforest 100,000 hectares of flooded forest. I worked on the feasibility study.
Google was kind enough to say, "Go pursue your dreams, and if something doesn't work, you're welcome to come back." Eventually, I decided it was time. After four months in Cambodia, I felt the umbilical cord was stretched enough. When I returned from my sabbatical, I handed in my notice.
I feel now that I have a big purpose in my heart, confidence in the abilities Harvard gave me, and, at the same time, I feel financially secure. I could leave a high-paying role where I was making more than $300,000 in annual total compensation for the unknown.
I'm now working as an independent consultant for this project in Cambodia.
Leaving Google was not an easy choice
Google nurtured me in so many ways, but as I was learning more about sustainability, my value system was changing. I was encouraging people to sell more stuff, and on my dark days, I remember thinking that staying at home on the couch was better for the environment.
I want to capitalize on my background in business and finance. I'm currently working on publishing a research paper about the project in Cambodia. I'm doing this long-distance while we're securing funds for the pilot. This month, I moved to the Netherlands, as it is one of the best places for green finance.