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FGM destaca habilitação dos 246 municípios goianos ao VAAT 2027

Os 246 municípios de Goiás estão habilitados a participar do cálculo do Valor Anual Total por Aluno (VAAT) para 2027. O resultado foi divulgado pela Portaria Conjunta nº 7, de 14 de outubro de 2026, publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (16), e coloca em evidência o trabalho de acompanhamento e orientação técnica desenvolvido pela Federação Goiana de Municípios (FGM) junto às administrações municipais.

A habilitação é uma etapa necessária para que as cidades participem da apuração da complementação da União ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). A FGM ressalta, porém, que estar habilitado não garante o recebimento dos recursos. O repasse dependerá do valor do VAAT apurado para cada município e dos critérios nacionais de distribuição.

O procedimento exige regularidade e consistência das informações contábeis, orçamentárias e fiscais referentes a 2025. Entre os dados considerados estão a Matriz de Saldos Contábeis (MSC), transmitida pelo Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), e as informações do Relatório Resumido da Execução Orçamentária (RREO), encaminhadas ao Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação (Siope).

Essas exigências demandam atuação integrada de diferentes setores das prefeituras, incluindo as Secretarias de Educação e Fazenda, as áreas de Finanças e Contabilidade e os órgãos de Controle Interno. Segundo a FGM, a regularidade dos registros permite à União calcular os indicadores utilizados na distribuição dos recursos destinados à educação básica.

A Federação acompanha as regras de financiamento da educação, orienta tecnicamente os gestores e divulga informações para auxiliar as administrações municipais no cumprimento das exigências legais. O objetivo é contribuir para que as prefeituras mantenham os dados atualizados e adotem procedimentos adequados à gestão dos recursos educacionais.

Habilitação não garante repasse

Para receber a complementação-VAAT, o município precisa, além de estar habilitado, apresentar valor apurado abaixo do mínimo nacional estabelecido para o exercício, conforme as regras do Fundeb.

A relação das cidades que efetivamente receberão os recursos em 2027 deverá ser divulgada em portaria até 31 de dezembro de 2026, de acordo com as informações fornecidas pela FGM. Até lá, os gestores municipais devem acompanhar as próximas etapas e verificar os dados específicos de suas administrações.

Para a Federação, a habilitação de todos os municípios goianos demonstra atenção às obrigações que influenciam o financiamento da educação básica. A entidade informou que continuará acompanhando as etapas do Fundeb e orientando as prefeituras sobre a regularidade das informações e o planejamento dos recursos destinados à educação pública municipal.

Goiás tem previsão de R$ 322,6 milhões em 2026

Na estimativa atualizada para 2026, 42 municípios goianos estão contemplados com previsão de aproximadamente R$ 322,6 milhões em recursos da complementação-VAAT. Os valores constam da Portaria Interministerial MEC/MF nº 11/2026.

O número de municípios beneficiados e os montantes destinados a Goiás em 2027 dependerão da apuração do VAAT e da divulgação dos parâmetros oficiais para o próximo exercício.

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Bragança candidata-se a Cidade Europeia do Cereal em 2027


 

Bragança quer afirmar-se como referência na produção e valorização dos cereais e vai candidatar-se a Cidade Europeia do Cereal em 2027. O anúncio foi feito esta sexta-feira, Dia Mundial do Pão, com a autarquia a querer dar visibilidade à tradição cerealista de Trás-os-Montes e ao trabalho desenvolvido por agricultores, empresas e investigadores.

“É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio“, assinala a presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira. A autarca destaca, por isso, a importância dos cereais e do pão para a identidade e a economia da região.

A candidatura será apresentada à Rede de Cidades do Cereal (REDCCER), entidade responsável pela atribuição anual do título, que distingue projetos dedicados à cultura cerealista. A Câmara de Bragança chama a participar na candidatura a Universidade Politécnica de Bragança, através dos centros de investigação CIMO e SusTEC, o MORE CoLAB, produtores agrícolas, padarias, empresas, restaurantes, escolas e associações locais.

No âmbito da candidatura, a autarquia tem programadas diversas atividades, que vão desde a criação de um “Pavilhão Vivo do Cereal”, integrado na Feira de Agricultura, onde os visitantes poderão acompanhar as várias fases do processo do fabrico, desde as sementes e variedades de cereais até à moagem, panificação e utilização na gastronomia.

É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio.

Isabel Ferreira

Presidente da Câmara Municipal de Bragança

O município tenciona ainda criar a “Rota do Cereal e do Pão”, que ligará padarias, moinhos, produtores, restaurantes e espaços patrimoniais, além da iniciativa “Doze Meses, Doze Sabores”, que desafiará estabelecimentos de restauração, padarias e pastelarias a apresentar mensalmente criações à base de cereais.

Será ainda lançado o desafio “Bragança Cereal Lab” a estudantes, investigadores e empresas para desenvolverem novos produtos alimentares e soluções relacionadas com os cereais e os seus subprodutos.

Está prevista também a recolha de memórias e testemunhos relacionados com a atividade cerealista, a celebração do “Dia Mundial do Cereal”, a 7 de março, e a realização do Festival “Bragança, Pão e Futuro”, no outono.

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Congresso promulga emenda de aposentadoria especial de agente de saúde

Logo Agência Brasil

O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 140 de 2026, que cria regras específicas para aposentadoria diferenciada dos agentes comunitários de saúde (ACS) e dos agentes de combate às endemias (ACE).

A emenda fixa requisitos diferenciados para esses trabalhadores no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, condicionada a 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.

Notícias relacionadas:

Atualmente, o regime geral prevê 62 anos de idade mínima para mulheres e 65 para homens. Aprovada em julho no Senado, a nova emenda foi promulgada hoje em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, lembrou que a proposta começou a tramitar em 2021 e destacou que a promulgação traz “dignidade para o trabalhador”.

“Esses profissionais levam o Estado brasileiro aonde ele, em muitas das vezes, não chega. Hoje, o Estado brasileiro reconhece o valor de cada um de vocês. A aposentadoria especial é o reconhecimento de uma vida inteira de trabalho e de cuidado”, ressaltou Alcolumbre.

O presidente Lula disse que “a gente não tem noção do trabalho” que esses agentes de saúde fazem, ao ir às casas das pessoas acompanhar doentes e prevenir doenças transmissíveis.

“Se eles reivindicam uma aposentadoria especial, em vez de a gente simplesmente negar, [temos que questionar se] é necessário? É importante? É justo? Ora, se é importante, necessário e justo, a gente não tem outra coisa a fazer que promulgar o direito de eles se aposentarem”, comentou o presidente.

Presente na galeria do plenário do Senado, um grupo de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias comemorava a promulgação na nova emenda constitucional.

Emenda 140

O texto promulgado hoje também estabelece regras permanentes e transitórias de aposentadoria, disciplina a forma de contratação dos profissionais, prevê assistência financeira complementar da União e estende as novas regras aos agentes indígenas de saúde e aos agentes indígenas de saneamento.

A proposta prevê assistência financeira complementar da União aos estados, ao Distrito Federal e aos municípios para compensar o aumento das despesas dos regimes próprios de previdência. Também determina repasses ao RGPS para compensar o impacto das aposentadorias concedidas com base nas novas regras.

As mudanças valerão tanto para os profissionais vinculados ao RPPS quanto para os segurados do RGPS, administrado pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Atualmente, essas categorias seguem as regras gerais de aposentadoria, que preveem idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens.

Além disso, o texto assegura o cômputo, para fins previdenciários, de período de mandato classista e de tempo em readaptação funcional quando decorrente de acidente de trabalho, doença profissional ou doença do trabalho, e estabelece regras transitórias específicas para agentes vinculados ao RPPS e ao RGPS, com escalonamento de idades, regra de pontos e disciplina de integralidade e paridade em hipóteses definidas no texto.

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Hemorragias pós-menopausa: quando procurar ajuda?

A menopausa é uma fase natural da vida da mulher, mas nem todas as alterações devem ser encaradas como normais. Uma hemorragia após a menopausa merece atenção: pode ter causas benignas, mas também ser um sinal de cancro do endométrio, pelo que deve ser avaliada.

É com agrado que tenho visto que a menopausa é cada vez mais um tema discutido abertamente, contribuindo para desmistificar um processo natural da vida da mulher e dar a conhecer o que a ele diz respeito, o que é normal e o que deve ser entendido como um sinal de alarme.

Esta fase traz consigo alterações que podem impactar o dia-a-dia das mulheres, com ciclos menstruais que terminam e níveis hormonais que se alteram, além dos sintomas como afrontamentos, alterações de sono ou secura vaginal. Tudo isto faz parte desta nova etapa. Porém, há uma mudança que não deve ser atribuída à menopausa: o aparecimento de uma hemorragia vaginal depois de um período prolongado sem menstruação, ou seja, qualquer sangramento vaginal que ocorra depois de 12 meses sem menstruar. 

Esta hemorragia pode ser semelhante à menstruação, mas também pode manifestar-se através de pequenas perdas de sangue ou um corrimento rosado ou acastanhado. O importante é saber que, mesmo quando é pouco intenso ou acontece apenas uma vez, a mulher deve procurar um profissional de saúde para uma avaliação. A razão é simples: este pode ser um dos primeiros sinais de cancro do endométrio, um tumor que se desenvolve no revestimento interno do útero.

Embora a maioria das mulheres com hemorragia pós-menopausa não tenha cancro, este é um sinal que pode, literalmente, salvar vidas, já que é muito evidente e pode significar um prognóstico muito favorável quando o tumor é diagnosticado numa fase precoce. Este é, desde logo, o sintoma mais frequente deste tipo de cancro e contribui, quando não é desvalorizado, para 80% dos diagnósticos precoces.

A avaliação médica irá permitir perceber a origem do sangramento e determinar se serão necessários exames complementares, segundo cada situação clínica. O processo envolve a  realização de uma observação ginecológica e uma ecografia transvaginal, para avaliar a espessura do endométrio e identificar alterações que justifiquem uma investigação mais aprofundada, que pode envolver uma histeroscopia e/ou biópsia do endométrio.

Durante a consulta, a mulher deve referir não apenas o episódio de sangramento, mas também outros aspetos da sua história clínica, medicamentos que toma e eventuais antecedentes familiares. Isto porque existem outros fatores que podem aumentar o risco de alterações do endométrio, como obesidade (um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento deste tipo de tumor), diabetes, determinadas terapêuticas hormonais ou fatores hereditários.

Contudo, é importante não transformar isto numa situação de alarme, mas encará-la como uma oportunidade para cuidar da saúde. Perante sinais do corpo, as mulheres tendem a desvalorizá-los, atribuindo-os ao cansaço e ao ritmo exigente do dia-a-dia, adiando, por vezes, a procura de uma avaliação médica. Existem várias causas benignas para a hemorragia pós-menopausa. Por exemplo, a redução dos estrogénios associados à menopausa pode provocar uma redução na espessura do endométrio e uma fragilidade dos tecidos da vagina.

A existência de pólipos também pode provocar um sangramento após a menopausa. A utilização de terapêutica hormonal da menopausa pode, igualmente, contribuir para hemorragias ou perdas irregulares de sangue durante determinados períodos do tratamento, sobretudo no início ou após as alterações da terapêutica.

Ainda assim, a mensagem é clara: perante uma hemorragia inesperada após a menopausa, esta deve ser motivo para procurar uma avaliação médica. Mais do que falar de medo, devemos falar de atenção. O cancro do endométrio pode ser tratado de forma eficaz quando detetado numa fase inicial, e reconhecer os possíveis sinais e procurar ajuda é uma parte fundamental para um diagnóstico precoce.

Na maioria dos casos, felizmente, a causa não será cancro, mas só uma avaliação médica poderá esclarecer a origem de um sangramento e, quando necessário, permitir atuar atempadamente. Fazê-lo não é alarmismo, é prevenção.

* Médica de Medicina Geral e Familiar da USF Vale do Arunca, ULS Região de Leiria

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Nolotil injetável sai do mercado em fevereiro de 2027

A Boehringer Ingelheim cessa a comercialização do analgésico. Hospitais são os mais afetados e devem rever protocolos com brevidade.

© NUNO VEIGA/LUSA

Os medicamentos contendo metamizol magnésico estão indicados no tratamento da dor aguda intensa, incluindo dor espasmódica e dor tumoral, e da febre alta, que não responde a outras terapêuticas antipiréticas
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Porto junta 14 instituições de ensino superior em projeto UNIK


O município do Porto e 14 instituições do ensino superior com presença na cidade assinaram um acordo de cooperação que oficializa a criação do UNIK Porto – University Network for Innovation and Knowledge.

Afirmar o Porto como um território de excelência no conhecimento, na inovação e na retenção de talento, envolvendo os mais de 60 mil estudantes e investigadores no desenvolvimento local. É este o mote para a constituição do UNIK Porto – University Network for Innovation and Knowledge por parte do município e 14 instituições de ensino superior, além da Federação Académica do Porto (FAP).

O projeto UNIK Porto surge da vontade de “aproximar estas instituições, articular competências e construir uma visão partilhada, capaz de valorizar o talento que existe na cidade“, salientou o presidente da Câmara, Pedro Duarte, após a assinatura do acordo.

Nesse sentido, o autarca social-democrata coloca as universidades como protagonistas pelo contributo “decisivo para a formação de gerações, produção de conhecimento, e desenvolvimento económico, social e cultural da cidade”.

O Porto tem a felicidade de reunir uma comunidade científica de enorme valor, cujo contributo queremos valorizar cada vez mais na definição das políticas públicas e na procura de soluções para os problemas concretos das pessoas.

Pedro Duarte

Presidente da Câmara Municipal do Porto

É este conhecimento das universidades que poderá alavancar o talento e inovação na cidade, assim como ajudar a enfrentar desafios da atualidade em áreas tão diversas como a habitação, mobilidade, sustentabilidade ambiental ou transformação digital e qualidade dos serviços públicos.

O projeto prevê, como assinala a autarquia, “um novo paradigma de governação urbana e académica, orientado para a afirmação do Porto como um território de excelência no conhecimento, na inovação e na retenção de talento”.

Matilde Gouveia Rocha, vereadora da Educação e do Talento e Conhecimento na Câmara Municipal do Porto

“O Porto tem a felicidade de reunir uma comunidade científica de enorme valor, cujo contributo queremos valorizar cada vez mais na definição das políticas públicas e na procura de soluções para os problemas concretos das pessoas”, sustentou o presidente da Câmara.

Já a vereadora da Educação e do Talento e Conhecimento, Matilde Gouveia Rocha, citada na mesma nota de imprensa, vê o UNIK Porto como um “motor de competitividade económica, de atração de investimento e de reforço da estratégia municipal TERA”, ao contribuir para a “atração, fixação e retenção de talento”.

Os cinco eixos de intervenção do projeto:

  • Afirmar o Porto como cidade universitária de referência, com uma marca territorial forte e uma identidade comum para a academia portuense;
  • Construir uma estratégia integrada para atrair e reter pessoas qualificadas, promover o empreendedorismo jovem e aproximar estudantes e investigadores das empresas e dos empregadores da região;
  • Trabalhar para criar condições de habitação dignas e acessíveis, nomeadamente através da identificação e cedência de edifícios municipais para residências universitárias, com espaços de estudo e de convívio;
  • Qualificar o espaço público e as áreas envolventes aos polos universitários, com mais zonas verdes, espaços de lazer, equipamentos desportivos e culturais e soluções de mobilidade sustentável;
  • Desenvolver uma plataforma digital comum que reúna informação da comunidade académica, dê visibilidade aos recursos existentes e disponibilize uma agenda cultural e científica partilhada.

Como atrair e manter o talento e o conhecimento na cidade foi precisamente o que esteve em discussão numa mesa-redonda realizada na quinta-feira nos Paços do Concelho, que contou com os contributos da secretária de Estado do Ensino Superior, Cláudia Sarrico; do presidente do INESC TEC, João Claro; de Frederico Carpinteiro, CEO da Amparo; e da investigadora Francisca Albuquerque.

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Nutricionistas propõem apoios diretos às famílias e benefícios fiscais para alimentação saudável

A Ordem dos Nutricionistas enviou hoje, 16 de outubro, quando se assinala o Dia Mundial da Alimentação, ao Governo e aos grupos parlamentares um documento com medidas alternativas e complementares à aplicação da taxa de IVA zero aos alimentos essenciais. A iniciativa surge na sequência da rejeição, a 24 de setembro, das propostas discutidas na […]
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El hijo de los Beckham que debuta en la pantalla grande con el drama romántico gay 'Forty Love'

Romeo Beckham cambia las pasarelas y el fútbol por la pantalla grande con 'Forty Love'.

Romeo Beckham, hijo de David y Victoria Beckham, da un nuevo giro a su carrera profesional y se adentra en el mundo de la interpretación. Después de trabajar como modelo para algunas de las grandes firmas de moda, el joven debuta en la gran pantalla con Forty Love, una película francesa ambientada en el universo del tenis cuyo primer tráiler se ha presentado hoy.

El largometraje, dirigido por el fotógrafo de moda Pierre-Ange Carlotti, llegará a los cines franceses el próximo 25 de noviembre. Romeo comparte protagonismo con Paul Kircher, Guillaume Canet y Benjamin Voisin, además de contar con una aparición especial de Catherine Deneuve.

De los campos de fútbol y las pasarelas a su primer papel protagonista

Aunque ha crecido bajo la atención mediática que acompaña a su familia, el joven ha explorado diferentes caminos profesionales. Antes de centrarse en el modelaje, también probó suerte en el fútbol, siguiendo inicialmente los pasos de su padre. Jugó en las categorías inferiores del Arsenal y, años después, se incorporó al equipo reserva del Inter Miami, club del que su padre, es copropietario. En 2023 fichó por el Brentford B inglés, pero finalmente decidió abandonar el fútbol para centrarse en su carrera en el mundo de la moda.

El hijo del medio de David y Victoria Beckham ha trabajado como modelo para marcas de lujo como Yves Saint Laurent y Balenciaga con las que ha participado en campañas publicitarias y proyectos vinculados al sector. Su relación con la moda comenzó siendo muy joven, cuando apareció con solo diez años en una campaña de Burberry junto a las modelos Cara Delevingne y Edie Campbell.

En los últimos años también ha desfilado para firmas como Versace y Willy Chavarria y se ha convertido en un rostro habitual de los eventos de moda. Ahora, su incorporación a Forty Love supone un nuevo giro profesional con el que busca abrirse camino en el mundo del cine.

El drama romántico gay con el que debuta Romeo Beckham

La trama gira alrededor de Sacha Gallo, una superestrella del tenis abiertamente gay e interpretado por Paul Kircher. Su vida está organizada en torno a la competición y al objetivo de conquistar un título importante en París, bajo la influencia de un entorno deportivo exigente. Sin embargo, la aparición de un nuevo contrincante amenaza con alterar el equilibrio sobre el que ha construido su carrera.

Romeo Beckham debuta interpretando a ese rival, cuya llegada desencadena una relación marcada por la atracción y la competencia. Lo que comienza como un enfrentamiento entre dos deportistas evoluciona hacia una historia sentimental que obliga a Sacha a replantearse sus prioridades, tanto dentro como fuera de la pista. La película explora así el choque entre las aspiraciones profesionales y unos sentimientos que ninguno de los personajes parece controlar por completo.

El tráiler presentado este viernes muestra diferentes momentos de esa relación de amor-odio entre Kircher y Beckham tanto en los encuentros deportivos cómo en clubes nocturnos que ambos frecuentan. Romeo, es el único actor de la película que no habla francés, por lo que sus escenas aparecen subtituladas.

Un reparto de estrellas del cine francés

Además de Romeo Beckham y Paul Kircher, la película cuenta con Guillaume Canet y Benjamin Voisin, dos intérpretes conocidos por sus trabajos en el cine francés. A ellos se suma Catherine Deneuve, que participa con una aparición especial. La combinación de estos reconocidos actores sitúa el debut de Romeo dentro de una producción con un reparto destacado.

La dirección corre a cargo de Pierre-Ange Carlotti, fotógrafo de moda que da el salto al largometraje con este proyecto. El cineasta también ha participado en la escritura del guion junto a Gaëlle Macé, guionista vinculada a otros trabajos cinematográficos franceses. La película supone, por tanto, una nueva incursión creativa para Carlotti, que traslada su experiencia visual al lenguaje narrativo del cine.

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Renfe regala viajes en AVE a los jóvenes que cumplan estos requisitos

Estación de Madrid Puerta de Atocha - Almudena Grandes, a 31 de julio de 2026

Los jóvenes que aprovecharon los descuentos del programa Verano Joven 2026 ya pueden beneficiarse de una nueva ventaja de Renfe: hasta dos billetes gratuitos para viajar en trenes AVE y de Larga Distancia. La compañía ferroviaria ofrece esta posibilidad a los usuarios que hayan realizado varios trayectos durante la campaña estival y cumplan las condiciones de su programa de fidelización.

Esta iniciativa busca premiar a los jóvenes que más utilizaron el transporte ferroviario durante el verano y ofrecerles nuevas oportunidades para viajar sin coste. No obstante, para beneficiarse de los billetes gratuitos es necesario tener en cuenta los plazos fijados para utilizar la promoción.

Hasta dos billetes gratuitos antes de que termine 2026

La promoción de Renfe está dirigida para los jóvenes nacidos entre 1996 y 2008 que hayan disfrutado de los descuento del Verano Joven y quieran conseguir hasta dos billetes gratuitos para viajar en trenes AVE y de Larga Distancia antes de que termine el año.

Uno de los requisitos que deben cumplir para canjear esta oferta es que los trayectos realizados durante el verano estén asociados a la cuenta del viajero. De esta manera, Renfe puede contabilizar los desplazamientos que cumplen las condiciones de la promoción y determinar cuántos códigos gratuitos corresponden a cada usuario.

Para ello, los usuarios deben haber realizado al menos dos viajes con el descuento del Verano Joven 2026 y cumplir las condiciones del programa de fidelización de la compañía.

Cómo canjeo los descuentos

El funcionamiento de la oferta es sencillo: por cada dos viajes realizados durante la campaña estival que cumplan los requisitos, Renfe concede un código promocional con un descuento del 100 % para otro billete. De esta forma, quienes hayan efectuado cuatro desplazamientos válidos podrán conseguir hasta un máximo de dos códigos y utilizarlos para viajar sin pagar el importe del billete.

Los usuarios que cumplan las condiciones de la promoción recibirán un correo electrónico de Renfe con los códigos de descuento correspondientes. La compañía comprobará los viajes realizados durante el Verano y enviará las comunicaciones a los beneficiarios.

Para beneficiarse de la oferta, será necesario introducir el código promocional en el proceso de compra del billete, en el apartado habilitado para descuentos. Una vez aplicado, el precio del trayecto incluido en la promoción quedará reducido a cero euros, siempre que se cumplan las condiciones establecidas por Renfe.

La promoción no es válida para todos los servicios ferroviarios, sino que está limitada a trenes y horarios seleccionados por Renfe. El descuento del 100 % se aplica exclusivamente a la opción Estándar y no incluye los complementos adicionales. Además, quedan excluidos los servicios Avlo, los billetes combinados y los trenes internacionales.

Los códigos promocionales se pueden utilizar entre el 1 de octubre y el 31 de diciembre de 2026, siempre que el trayecto elegido esté incluido en las condiciones de la oferta . Así los beneficiarios podrán planificar sus escapadas y desplazamientos durante el otoño y las fiestas navideñas

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Precio de la luz hoy, 16 de octubre de 2026: por qué el precio mayorista y el PVPC no siempre evolucionan igual

Precio de la luz hoy, 16 de octubre de 2026

El mercado mayorista de la electricidad, cuya operativa se encuentra bajo la supervisión del Operador del Mercado Ibérico de Energía (OMIE), ha registrado este viernes un precio medio de 191,64 €/MWh. Esta cifra representa una bajada casi mínima respecto al valor alcanzado en la jornada anterior.

Por su parte, los consumidores acogidos al Precio Voluntario para el Pequeño Consumidor (PVPC) afrontan un precio medio de la electricidad de 215,35 €/MWh. Esta cifra ya refleja la actualización aplicada a la tarifa regulada, aunque podría experimentar incrementos adicionales en los próximos días una vez se incorporen los peajes de acceso y otros cargos regulados.

Por qué el precio mayorista y el PVPC no siempre evolucionan igual

El precio mayorista de la electricidad y el Precio Voluntario para el Pequeño Consumidor (PVPC) están relacionados, pero no son exactamente lo mismo. El primero refleja el resultado del mercado diario, donde se establece el precio de la energía para cada hora. El PVPC, en cambio, es la tarifa regulada que pagan los consumidores acogidos a ella y cuyo cálculo incorpora, además del mercado diario, otros componentes relacionados con los mercados a plazo y los costes del sistema eléctrico.

La diferencia se explica también por la evolución de los mercados a plazo. Desde enero de 2024, la metodología del PVPC incorpora progresivamente una mayor ponderación de los precios de futuros para reducir su exposición a las oscilaciones del mercado diario. En 2026, este componente ya alcanza el peso previsto en la reforma, por lo que las variaciones del mercado diario no se trasladan necesariamente de forma idéntica al precio regulado.

También influyen los servicios de ajuste y otros costes asociados al funcionamiento del sistema eléctrico, además de los peajes y cargos regulados. Por eso, aunque el precio mayorista baje en una jornada, el PVPC puede descender en menor medida o seguir una evolución diferente. Para entender cuánto paga un consumidor, conviene distinguir entre el precio del mercado diario y el precio horario de la tarifa regulada, que es el que se aplica al consumo de los hogares acogidos al PVPC.

Cuándo es más barato y más caro el precio de la luz

Hora más barata: Una de las franjas con menor precio es entre las 15:00 y las 16:00, aproximadamente 73,61 €/MWh para PVPC.

Hora más cara: La franja más elevada del día se encuentra entre las 19:00 y las 20:00, alcanzando hasta 365,87 €/MWh para la tarifación PVPC.

Precio de la luz (PVPC) por horas

  • 00:00 - 01:00 - 196,93 €/MWh
  • 01:00 - 02:00 - 182,79 €/MWh
  • 02:00 - 03:00 - 174,69 €/MWh
  • 03:00 - 04:00 - 170,61 €/MWh
  • 04:00 - 05:00 - 171,33 €/MWh
  • 05:00 - 06:00 - 180,53 €/MWh
  • 06:00 - 07:00 - 231,71 €/MWh
  • 07:00 - 08:00 - 265,81 €/MWh
  • 08:00 - 09:00 - 311,47 €/MWh
  • 09:00 - 10:00 - 268,12 €/MWh
  • 10:00 - 11:00 - 272,98 €/MWh
  • 11:00 - 12:00 - 192,96 €/MWh
  • 12:00 - 13:00 - 153,38 €/MWh
  • 13:00 - 14:00 - 150,85 €/MWh
  • 14:00 - 15:00 - 82,98 €/MWh
  • 15:00 - 16:00 - 73,61 €/MWh
  • 16:00 - 17:00 - 109,01 €/MWh
  • 17:00 - 18:00 - 173,44 €/MWh
  • 18:00 - 19:00 - 319,64 €/MWh
  • 19:00 - 20:00 - 365,87 €/MWh
  • 20:00 - 21:00 - 353,99 €/MWh
  • 21:00 - 22:00 - 328,02 €/MWh
  • 22:00 - 23:00 - 228,45 €/MWh
  • 23:00 - 24:00 - 209,20 €/MWh
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Amancio Ortega se hace con un rascacielos de oficinas en Chicago por casi 500 millones

Amancio Ortega, fundador de Zara

Nueva operación inmobiliaria de primer nivel por parte del fundador de Inditex, Amancio Ortega. El empresario se ha hecho con un rascacielos en Chicago por más de 490 millones de euros (550 millones de dólares) a través de su vehículo inversor Pontegadea.

Ortega ha adquirido el rascacielos One North Wacker de 51 plantas situado en el distrito financiero de la ciudad, según ha avanzado el medio CoStar y han confirmado a Efe fuentes conocedoras. Algunas de las oficinas del inmueble están alquiladas a empresas como PwC, UBS o Fitch Ratings.

Esta operación se suma a la creciente presencial de Ortega en Chicago, donde ya es propietario a través de Pontegadea de una torre residencial de 492 viviendas adquirida en 2023, el antiguo edificio del Esquire Theatre, un hotel y otras propiedades.

El brazo inversor de Ortega adquirió en agosto un complejo de apartamentos en Londres por 150 millones de libras (unos 175,4 millones de euros), lo que se complementó otras inversiones realizadas en los últimos meses en París o Canadá, enfocadas en el sector logístico o de alquiler de oficinas.

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Vila Nova da Barquinha recebe conferência sobre Templários

VII Conferência Internacional "Ordem do Templo, Cavalaria Espiritual e Templarismo" começa esta sexta-feira e prolonga-se durante três dias, em Vila Nova da Barquinha.

© PAULO CUNHA/LUSA

A iniciativa, promovida no concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém, arranca esta sexta-feira às 21h00
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Turismo do Algarve promove nova edição do Incentivo Algarve com 11 agentes de viagens

TnewsO Turismo do Algarve promove, entre 14 e 17 de outubro, mais uma edição do Incentivo Algarve, iniciativa que reconhece o desempenho dos profissionais das agências de viagens que "mais se destacam na comercialização do destino". Este ano, o programa reúne 11 agentes de viagens nacionais, sete da região Norte e quatro da região Centro, indicados pelos principais operadores turísticos como alguns dos profissionais com melhores resultados de vendas do Algarve.
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Habitação. Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”

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By: Lusa

O ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou esta sexta-feira que o problema da habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina”, nem com tumultos e avisou que o Governo “não vai ceder aos gritos que vêm da rua”.

As declarações foram feitas durante uma interpelação ao Governo agendada pelo PCP sobre a subida do custo de vida, na qual o deputado do CDS-PP Paulo Núncio trouxe ao debate a intervenção policial no protesto pela habitação no Porto, na madrugada desta quinta-feira.

O líder da bancada centrista apelou ao executivo, à Câmara do Porto e às forças de segurança que tenham “determinação e coragem” para “pôr na ordem” o que caracterizou como uma “minoria de arruaceiros que ocupou ilegalmente o espaço público, enchendo a Praça D. João I de tendas, graffiti e de toda a espécie de lixeira”.

Na réplica, o ministro dos Assuntos Parlamentares, Carlos Abreu Amorim, afirmou que o Governo defende o direito à manifestação, mas que todos os direitos devem obedecer a regras.

"Encaramos o problema da habitação como um problema muito sério, […] mas que se desenganem todos aqueles que julgam que as soluções para esse tipo de problemas nascem do tumulto, da turbulência e da desorganização, da falta de ordem pública.”

Ao longo do debate, em resposta às críticas da esquerda, o ministro acusou ainda o líder do BE, José Manuel Pureza, de ter apelado à insurreição e deixou um aviso: “O Governo não vai ceder aos gritos que vêm da rua”.

“Este Governo resolve problemas com políticas públicas, com soluções sérias, com soluções construídas (…). Nós resolvemos os problemas com os ingredientes da realidade e tentando sempre e conseguindo resolvê-los dentro do espírito da moderação, do humanismo e da defesa do Estado de Direito”, acrescentou.

Abreu Amorim defendeu que este problema “resolver-se-á com políticas públicas sérias, calibradas e que é isso que o Governo está a fazer”, acrescentando que a crise na habitação “não se resolve com bandeiras da Palestina, que não têm o condão de construir casas”.

“O problema da habitação não se resolve com ‘slogans’, não se resolve com a alteração da ordem pública e por isso este Governo estará sempre na primeira linha da defesa da ordem pública, da segurança e da tranquilidade dos cidadãos”, insistiu.

PS quer saber se “uso da força foi adequado e proporcional”

Já o líder do PS pediu que se assumam “todas as responsabilidades” e se apure se o uso da força policial “foi adequado e proporcional” na manifestação da habitação do Porto, acusando o Governo de “só trabalhar empurrado”.

“Este primeiro-ministro e este Governo só trabalham empurrados. Foi precisa a indignação dos cidadãos para que o Governo só agora tenha decidido abrir o inquérito por parte da IGAI aos acontecimentos vividos no Porto”, disse José Luís Carneiro numa posição enviada à agência Lusa.

Para o secretário-geral do PS, “é fundamental apurar com rigor se o uso da força [policial] foi adequado e proporcional e assumir todas as responsabilidades”.

"A defesa da segurança e da ordem públicas tem de ser compatível com o exercício das liberdades cívicas, entre elas o direito de manifestação.”

De acordo com o jornal Público, a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) informou esta sexta-feira que “abriu um processo administrativo” à intervenção policial ocorrida na madrugada desta quinta-feira, num protesto pela habitação, no Porto.

Na quinta-feira, José Luís Carneiro já tinha pedido “explicações urgentes” do ministro da Administração Interna sobre a intervenção policial nas manifestações pela habitação no Porto, que considerou comprovarem “o falhanço” do Governo nesta área.

O movimento pela habitação que tem protestado no Porto denunciou uma carga policial, na madrugada de quinta-feira, que causou ferimentos em 39 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave. De acordo com o movimento, entre os feridos está uma pessoa com deficiência e vários participantes na concentração foram hospitalizados.

A PSP confirmou entretanto um polícia ferido e a existência de feridos entre os manifestantes, sem precisar quantos, atribuindo a razão da intervenção a “comportamentos de resistência”. Já o presidente da Câmara do Porto disse que a PSP se viu “forçada” a atuar, perante a atitude dos manifestantes, tendo lamentado o incidente.

Na quinta-feira à noite, os manifestantes que desde sábado protestam a crise da habitação na Praça D. João I, no Porto, regressaram a este local após terem levado o protesto à porta da Câmara do Porto, durante a concentração após a carga policial registada na madrugada anterior.

 

 

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Segurança alimentar exige esforço coletivo e articulação

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Produtores da agricultura familiar e líderes de cozinhas solidárias comemoram o Dia Mundial da Alimentação, nesta sexta-feira (16), com a certeza de que é possível manter o Brasil fora do Mapa da Fome por meio do esforço coletivo.

Em julho deste ano, a Organização das Nações Unidas reafirmou que o país manteve abaixo de 2,5% o percentual da população subnutrida nos últimos três anos.

Notícias relacionadas:

Isso foi possível graças ao trabalho de pessoas como dona Maria do Cerrado, liderança comunitária à frente da Cozinha Solidária Cantinho da Vovó, em Brasília, que alimenta mais de 800 pessoas em situação de vulnerabilidade.
Brasília (DF) 15/10/2026 Entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, região administrativa de Brasília. Na foto, a coordenadora do local, Vovó do Cerrado. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF) 15/10/2026 Entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, região administrativa de Brasília. Na foto, a coordenadora do local, Vovó do Cerrado. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
 Dona Maria, da cozinha solidária Comidinhas da Vovó, em Brasília, entrega cestas básicas a famílias vulneráveis. Foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Três vezes por semana, dona Maria e outros 37 voluntários se revezam na separação, no armazenamento e no preparo dos alimentos, na arrumação das mesas e na recepção daqueles que chegam em busca não só de alimento, mas também de acolhimento.

Dona Maria diz que muitos problemas familiares e até mesmo casos de violência são solucionados em volta da mesa.

“É o momento em que a gente se aproxima para conversar aqui dentro desse espaço que alimenta, onde a gente cultua o alimento como sagrado, como cura. Por isso, é feito com muito zelo”, diz.

O lugar também entrega 200 cestas básicas às famílias mais vulneráveis cadastradas. Tudo isso só foi possível depois que a Cozinha Solidária Cantinho da Vovó passou a receber frutas, verduras, legumes e hortaliças diretamente de produtores como Hosana Alves do Nascimento.

Filha de agricultores familiares, ela conseguiu transformar uma área urbana em São Sebastião, cidade-satélite do Distrito Federal, em um sistema agroflorestal que produz culturas de curto prazo, como hortaliças, verduras e raízes, junto com árvores frutíferas e oleaginosas.

“Como é uma área pequena, então a gente otimizou para dar muita coisa. A nossa produção é considerada agroecológica, porque não usa veneno”, diz.

A articulação entre a produtora e a cozinha que oferece o alimento final ocorreu por meio do Programa de Aquisição de Alimentos, política pública do Ministério do Desenvolvimento Agrário que compra os alimentos e os fornece às cozinhas solidárias. Estas, por sua vez, integram outra política pública, do Ministério do Desenvolvimento Social, voltada ao atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade alimentar.

Segundo Lilian Rahal, secretária de Segurança Alimentar e Nutricional do Ministério do Desenvolvimento Social, a criação desse elo entre diferentes pessoas permite que o alimento chegue a quem precisa.

“Essa parceria faz com que nós consigamos entregar comida de verdade, alimentos produzidos pela agricultura familiar, alimentos saudáveis, em regiões onde nem sempre o Estado consegue estar presente por meio da sua institucionalidade”, diz.

Além de garantir alimentos saudáveis, a articulação entre diferentes atores sociais também permite oferecer uma maior variedade de alimentos a quem precisa.

Hosana, que sempre conheceu diferentes alimentos por causa de sua experiência com o cultivo, nem imaginava que muitas pessoas não tinham acesso sequer aos mais comuns.

Brasília (DF) 15/10/2026 A produtora rural Rosana do Nascimento, durante entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, região administrativa de Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF) 15/10/2026 A produtora rural Rosana do Nascimento, durante entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, região administrativa de Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
A produtora rural Hosana do Nascimento entrega alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó - Foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

“Em uma das entregas, um menininho perguntou à mãe: ‘Nós vamos comer melancia?’ Aquilo me doeu por dentro, de a criança não ter acesso a uma simples melancia”, conta a produtora.

A ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, lembra que esse trabalho de enfrentamento à insegurança alimentar começou quando o Brasil ainda estava no Mapa da Fome e partiu da própria sociedade civil, “que se organizou durante a pandemia e criou esses espaços da cozinha solidária”.

Brasília (DF) 15/10/2026  A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA),  Fernanda Machiaveli durante entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, região administrativa de Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil Brasília (DF) 15/10/2026  A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA),  Fernanda Machiaveli durante entrega de alimentos do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, região administrativa de Brasília. Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
A ministra do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, Fernanda Machiavel, durante entrega de produtos do Programa de Aquisição de Alimentos à cozinha solidária Comidinhas da Vovó, na Vila Planalto, em Brasília - Foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
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IC19 vai estar cortado na manhã de domingo

RAP GRANDE LISBOA – EXERCÍCIO DE PROTEÇÃO E SOCORRO NO IC19 (“IC-QUELUZ’26”)

IC19 ao km 5+900 – Condicionamento de trânsito

No próximo dia 18 de outubro, terá lugar no IC19, ao km 5+900, no sentido Lisboa–Sintra, o exercício de Proteção e Socorro “IC-QUELUZ’26”. A iniciativa destina-se a testar a resposta operacional dos diferentes Agentes de Proteção Civil perante um acidente rodoviário complexo, segundo as autoridades.

A realização do exercício implicará a interdição da circulação no troço entre as 09h00 e as 13h00. O trânsito será desviado pelo ramo de saída para o Palácio Nacional de Queluz, com reentrada junto à Escola Prática da GNR.

Solicita-se a melhor compreensão pelos incómodos e inconvenientes que esta situação possa causar, na certeza de que a iniciativa contribui para a melhoria das condições de segurança da infraestrutura e dos seus utilizadores.

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16/10/2026
Por: Dino Frazão

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Convenção da BRAZTOA reúne operadores turísticos brasileiros no Alentejo de 19 a 23 de outubro

TnewsA Convenção da Associação Brasileira das Operadoras de Turismo (BRAZTOA) vai realizar-se no Alentejo, de 19 a 23 de outubro, com 76 participantes confirmados. O programa inclui duas sessões de trabalho, um debate com a APAVT, a ETOA e o Turismo de Portugal e contactos com empresas da região.
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Alzheimer: Doença “não tem cura”, mas pode ser gerida

VTM

A perda de memória é uma característica natural do envelhecimento, mas quando começa a perturbar a vida quotidiana da pessoa, já não estamos a falar de algo natural, mas sim daquilo que poderá ser um sintoma de demência.

A VTM foi tentar compreender melhor esta doença, que é, cada vez mais, frequente em todo o mundo.

Ana João Marques, neurologista na Unidade Local de Saúde de Trás-os-Montes e Alto Douro (ULSTMAD), revela que a Alzheimer é uma doença que não tem cura, mas, hoje em dia, pode ser gerida. “Se até há 20 anos era uma doença com uma sentença quase de uma debilidade muito precoce e de uma mortalidade muito elevada, hoje em dia é possível viver-se com Alzheimer até mais tarde e com mais qualidade”.

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