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Las abejas llevan un siglo desapareciendo de Europa (y Galicia está entre las zonas más afectadas)

Las extinciones de abejas en Europa en los últimos 100 años se pueden contar con los dedos de las manos. Pero ese buen dato, uno de los resultados de un gran trabajo recién publicado en la revista científica PNAS (Historical trends show more declining than increasing species among European pollinators; Entre los polinizadores europeos hay más especies en declive que especies en aumento), se ve oscurecido por una drástica reducción: su ocupación ha venido encogiéndose desde 1921. Su retirada ha sido más acusada en la fachada atlántica y en Centroeuropa. En la región mediterránea, el descenso sería incipiente. Solo las áreas montañosas, con un clima cada vez más cálido por el cambio climático, han visto aumentar su presencia. Para los autores del estudio, liderado por científicos españoles, se está a tiempo de revertir la pérdida de una de las bases de los ecosistemas tanto agrarios como naturales: la polinización.

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© Picasa (Curro Molina)

Entre las especies en declive están las especialistas. Es el caso de la 'Flavipanurgus venustus', una abeja solitaria endémica de la península ibérica.
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Agricultura confirma foco de doença de Newcastle em Santa Catarina

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou o registro de um foco da doença de Newcastle em um estabelecimento de avicultura comercial de corte de perus no município de Nova Itaberaba, em Santa Catarina. A existência do foco foi confirmada no domingo (18).

O ministério informou que o estabelecimento foi interditado pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina, com a suspensão da movimentação de aves. Além disso, a pasta esclareceu que medidas de controle, contenção e erradicação do foco serão executadas conforme as diretrizes do Plano de Contingência para Influenza Aviária e Doença de Newcastle.

A doença de Newcastle afeta aves domésticas e silvestres e é causada por vírus virulento do paramixovírus aviário do sorotipo 1 (APMV-1), conforme os critérios estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA).

A ocorrência foi identificada durante investigação epidemiológica conduzida pelo Serviço Veterinário Oficial de Santa Catarina e confirmada por análise realizada no Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de São Paulo (LFDA-SP). 

O laboratório é reconhecido pela OMSA como de referência internacional para o diagnóstico da doença.

“O Mapa ressalta que, apesar da necessidade de adoção de medidas sanitárias para controlar a ocorrência, o consumo de produtos avícolas submetidos à inspeção oficial permanece seguro, sem contraindicações”, disse o ministério.

O governo informou que notificou a OMSA e aos parceiros comerciais do Brasil, em cumprimento aos compromissos internacionais de transparência sanitária. 

O secretário-substituto de Comércio e Relações Internacionais do ministério, Rafael Requião, disse que não recebeu qualquer informação sobre a suspensão das exportações brasileiras por conta do foco da doença.

"Ainda não temos nada objetivo a informar [sobre suspensão de exportações]", afirmou.

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Confira o que muda no licenciamento ambiental da aquicultura

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Os aquicultores que cultivam peixe, crustáceos, moluscos, algas e outros seres vivos em ambientes controlados – como tanques e áreas delimitadas em rios e no mar –, terão novas regras de licenciamento ambiental a partir de abril de 2027.

Uma resolução aprovada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) e publicada na última sexta-feira (16) modifica a forma como os empreendimentos são classificados e as regras para o licenciamento ambiental por porte de empreendimento e potencial poluidor.

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Atualmente, os empreendimentos são classificados por área que ocupam e se produzem espécies nativas ou exóticas. Com as mudanças, o volume de produção vai determinar se o empreendimento é de pequeno, médio ou grande porte, variando conforme a espécie cultivada.

A forma como será o processo de licenciamento vai depender do porte associado ao potencial poluidor do sistema de cultivo adotado pelo empreendimento.

Modalidades

Na prática, poderão realizar o processo de Licença por Adesão e Compromisso (LAC) autodeclaratório, os pequenos empreendimentos. Caracterizados como baixo potencial poluidor, englobam tanto os que produzem em sistema aberto – que lança a água utilizada em rios e no mar – quanto os sistemas fechados.

Já os empreendimentos de médio porte poderão emitir a licença por LAC apenas se fizerem uso de sistema fechado de cultivo, com baixo potencial poluidor. Os empreendimentos de médio porte com médio potencial poluidor, que fazem uso de sistema aberto de cultivo, terão que emitir o Licenciamento Ambiental Único (LAU).

Para esse grupo, os documentos exigidos são semelhantes aos do processo completo de licenciamento, mas a decisão sobre a análise se dá em uma única etapa.

Empreendimentos de grande porte com uso de sistema fechado com médio potencial poluidor, também poderão emitir o LAU.

Já os empreendimentos de grande porte com sistema aberto, e grande potencial poluidor, terão que passar pelo processo ordinário de licenciamento em três fases: licença prévia, de instalação e de operação.

Duas etapas do licenciamento podem ser aglutinadas em um processo bifásico, conforme o potencial poluidor da espécie cultivada. Por exemplo, o cultivo de algas em sistemas abertos tem menor risco de poluição do que de outras espécies como peixes, crustáceos e moluscos.

Casos específicos

O cultivo de espécies exóticas, alóctones (de outro habitat) ou híbridas não será considerado mais um fator que condiciona o procedimento do licenciamento, considerando que continuam obrigatórias as medidas específicas de prevenção e mitigação de potenciais impactos ambientais por escapes dessas espécies ao meio ambiente natural em que são cultivadas.

As novas regras não valerão para empreendimentos relativos à cultura de camarão em zona costeira, que são normatizados por instrumentos legais específicos.

 

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'La caída de la ballena' y 'Pacífico': dos filmes de supervivencia entre realidad y ficción

En esta crónica de Cultura miramos al estreno de 'Calle Málaga', la luminosa y sensual nueva cinta de Maryam Touzani; pero también a 'La caída de la ballena' y a 'Pacífico': dos películas con personajes cuyas luchas para sobrevivir en medio del ocèano se mueven en la frontera entre lo real y lo imaginario. Comentamos también la polémica generada por la operación del Gobierno colombiano en el Museo Nacional de Bogotá, y les presentamos nuestra selección musical de la semana.

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Morreu a atriz Clara Joana. Tinha 85 anos

A atriz lisboeta participou em filmes como "Pão, Amor e... Totobola!" e "A ilha dos Amores", na década de 1960. "O Caminho Perdido" foi a sua última curta-metragem, em 2005.

© Facebook/Clara Joana

Clara Joana numa família de tradições teatrais, sendo filha do ator António Vitorino
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Deem um piano a Cameron Winter, ele dar-vos-á História

Podia ser só o registo de um concerto nascido de uma moda passageira no mundo alternativo. Mas não: é uma oportunidade para sermos esmagados em conjunto, com direito a filme de Paul Thomas Anderson.

© LEWIS EVANS

Na impossibilidade de reproduzir num só instrumento os 7 ou 8 usados em "Heavy Metal", Cameron Winter dedica-se a descobrir qual a melhor combinação de mão esquerda (ritmo) e direita (melodia) para cada canção
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Miguel Ángel del Arco, premio de historia por su obra sobre la hambruna durante la posguerra

El historiador y catedrático de la Universidad de Granada Miguel Ángel del Arco (Granada, 1978) ha sido galardonado con el Premio Nacional de Historia de España 2026 por su obra La hambruna española: victoria y muerte en la posguerra (Editorial Crítica).

El jurado del premio, concedido por el Ministerio de Cultura y dotado con 30.000 euros, ha distinguido el trabajo por "ser un notable ejercicio de investigación histórica que, desde el rigor y el profundo conocimiento del tema, aporta una visión renovada y reveladora sobre la hambruna durante los primeros años del franquismo".

Asimismo, el jurado ha destacado la "vocación crítica impecable" del historiador que "da solidez al estudio y desmitifica los argumentos de un régimen que intentó justificar los llamados 'años del hambre' (entre 1939 y 1952) apelando a los desastres de la guerra, al aislamiento internacional y a la supuesta pertinaz sequía".

Además, ha considerado que el autor se sirve en la obra "de una prosa analítica que transmite una enorme firmeza y profundiza en la hambruna devastadora que sufrió España y que provocó la muerte de cientos de miles de personas en los primeros años de la posguerra".

"Una catástrofe motivada por un modelo económico estancado y por las dinámicas de un régimen dictatorial", ha afirmado el jurado en una nota de prensa remitida por el Ministerio de Cultura.

La hambruna española: victoria y muerte en la posguerra ha sido calificado por el jurado como "una obra histórica fundamental para comprender los efectos de la autarquía, así como las consecuencias de la utilización del hambre como mecanismo de dominación y castigo a la España de los vencidos".

El premio reconoció en su pasada edición a Juan Francisco Fuentes Aragonés, uniéndose a una lista de galardonados entre quienes se encuentran Encarnación Lemus, Ofelia Rey Castelao, Antonio José Díaz Rodríguez, Fernando del Rey Reguillo, Anna Caballé, Santiago Muñoz Machado o Carmen Sanz Ayán.

El catedrático Miguel Ángel del Arco ha centrado sus investigaciones en el estudio de la guerra civil, la posguerra y el fascismo, abordando temas como las actitudes políticas, la represión, la memoria o la hambruna franquista.

Ha publicado obras en inglés y en español entre las que se encuentran Los años del hambre. Historia y memoria de la posguerra franquista (2020) y Cruces de memoria y olvido (2022).

Sus trabajos han aparecido en revistas científicas nacionales e internacionales como Journal of Contemporary History, European History Quarterly, Contemporary European History, International Journal of Iberian Studies, Ayer, Historia Agraria o Historia Social.

El jurado ha estado presidido por el subdirector general de Promoción del Libro, la Lectura y las Letras Españolas del Ministerio de Cultura, Jesús González.

Como vocales han actuado Fernando Marías Franco, propuesto por la Real Academia de la Historia; Pedro Moleón, por la Real Academia de Bellas Artes de San Fernando; José María Serrano, por la Real Academia de Ciencias Morales y Políticas; María Dolores Álamo, por la Real Academia de Jurisprudencia y Legislación y Vicente Liern, por la Real Academia de Ciencias Económicas y Financieras.

También ha participado Araceli López, por la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE); María Dolores Elizalde, por el Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC) y Carmen Molinero, por la Asociación de Historia Contemporánea (AHC), y el premiado en la edición 2025, Juan Francisco Fuentes, por su obra 'Bienvenido, Míster Chaplin', entre otros.

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El controvertido Ricky Gervais actuará el 27 de febrero en Badalona, única fecha en España

El cómico británico Ricky Gervais actuará el 27 de febrero de 2027 en el Olimpic Arena de Badalona (Barcelona) con su nuevo espectáculo Legend, la única fecha de su gira europea en España, informa la promotora Live Nation en un comunicado este lunes.

"Este es mi espectáculo más personal hasta la fecha y, como tanto la cultura de la cancelación como la mayoría de las personas que conocí mientras crecía están muertas, ahora realmente puedo decir lo que me dé la gana", afirma Gervais.

Además de Badalona, Gervais actuará en otras ciudades europeas como Amberes, Lisboa, Viena, París, Zagreb, Ámsterdam, Zúrich y Estocolmo.

Las entradas irán de las más caras, las de sillas en pista, por 113,50 euros a las más baratas, las de la grada en la planta 4, a 56,50 euros.

Ricky Gervais es un cómico, actor, guionista y director británico, conocido por su humor negro, satírico y provocador. Su estilo se caracteriza por ridiculizar la hipocresía social, las celebridades, la religión y las convenciones culturales, sin evitar temas sensibles.

Alcanzó la fama internacional con The Office (versión británica), que creó y protagonizó junto a Stephen Merchant, y consolidó su carrera con Extras y After Life. Durante su carrera ha recibido premios como el BAFTA, Emmy y Globo de Oro.

Gervais ha sido siempre un cómico irreverente y sin censura, lo que le ha metido de lleno en varias polémicas. Durante la gala de los Globos de Oro de 2016, que él presentó, Ricky Gervais hizo bromas sobre la transición de género de Caitlyn Jenner y un accidente de tráfico mortal en el que se había visto involucrada. Algunos comentarios fueron criticados por considerarse insensibles y ofensivos hacia las personas trans.

SuperNature (2022) en Netflix provocó fuertes críticas por sus chistes sobre las personas trans, al igual que pasó con Armageddon (2023) con bromas sobre niños enfermos y con discapacidad.

En su última presentación como anfitrión de la gala de los Globos de Oro, en 2020, criticó la hipocresía de Hollywood, ironizó sobre las relaciones de algunas celebridades con Jeffrey Epstein y cuestionó que actores y actrices utilizaran sus discursos para dar lecciones políticas al público.

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Aún quedan cosas por descubrir de Dalí en el Thyssen, pero no se olvide de pedir cita con el psiquiatra a la salida

El universo freudiano de Dalí es el título de la nueva exposición temporal del Museo Thyssen de Madrid que, a priori, puede sonar a antológica ya vista o a otra exposición que redunda sobre una influencia ya conocida en el argumento pictórico del gran artista del surrealismo. Pero que, sin embargo, tiene la habilidad del descubrimiento de nuevos aspectos de un creador del que a veces parece que ya se ha descifrado hasta la entraña todo su universo paranoico. Jaime Brihuega, comisario de la muestra y ojo experto en las vanguardias, define esta retrospectiva de más de 130 piezas como “una colección de obras maestras a las que te asomas como a una ventana, las abres y te absorben hasta tal punto que no encuentras el final”. Por eso, recomienda una cita con el psiquiatra a la salida. Aviso para visitantes.

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© ORIOL TARRIDAS (© The Dalí Museum, St. Petersburg, FL (USA) / / © Salvador Dalí, Fundació Gala-Salvador Dalí / Vegap, Madrid, 2026)

'Los primeros días de la primavera', 1929.
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