Os municípios de Barcelos, Esposende, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo insurgiram-se hoje contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, considerando-o desproporcionado e excessivo.
Em comunicado, a Câmara de Barcelos refere que “os seis municípios acionistas da Resulima manifestam a sua preocupação e insurgem-se contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, que consideram desproporcionado e excessivo”.
A Resulima é a empresa responsável pela recolha seletiva, triagem e tratamento de resíduos urbanos no Vale do Lima e Baixo Cávado, abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, num total de cerca de 311.470 habitantes.
O município refere que, segundo informação da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), os custos com o tratamento e deposição dos resíduos urbanos “deverão registar um aumento muito significativo já no próximo ano, em resultado da subida da Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) e da tarifa cobrada pela Resulima”.
“Com impacto direto nos encargos suportados pelos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, e, consequentemente, nas tarifas de resíduos urbanos pagas pelos munícipes”, adverte o município.
De acordo com a Câmara de Barcelos, “prevê-se que a tarifa de tratamento dos resíduos por tonelada sofra, em 2027, um aumento de 72,33 euros para 95,88 euros, ao qual acresce um aumento de cinco euros por tonelada da TGR, passando de 40 euros para 45 euros”.
“Somados estes valores, isto significa que os custos totais da gestão e tratamento dos resíduos urbanos deverão subir, por tonelada, de 112,33 euros para 140,88 euros”, revela a autarquia de Barcelos, distrito de Braga.
No comunicado, lê-se que os seis municípios reconhecem que a recolha e o tratamento de resíduos têm sido uma preocupação constante e que existem metas ambientais exigentes a cumprir, assumindo esse compromisso sem reservas.
“Contudo, consideram imperativo afirmar com clareza que os custos atuais já são incomportáveis para as famílias, e que a sua escalada continuada não pode continuar a ser suportada, em silêncio, por quem paga a fatura no fim do mês”, alertam.
Face à dimensão dos aumentos e à necessidade de assegurar a sustentabilidade económico-financeira do serviço, “torna-se insustentável para os municípios continuarem a absorver integralmente estes custos”.
“Os municípios que integram a Resulima reafirmam, assim, que continuarão a acompanhar a evolução destes encargos e a desenvolver medidas que promovam a redução, reutilização e separação dos resíduos, procurando compatibilizar a sustentabilidade do serviço com a proteção das famílias e dos agentes económicos do concelho”, refere o comunicado.
Mas, os seis municípios dizem exigir, “com a mesma firmeza, que o aumento dos custos não continue a ser transferido, sem critério nem proporcionalidade, para quem já dá o seu contributo para uma gestão mais responsável dos resíduos”.
“Proteger as famílias e cumprir as metas ambientais não podem ser objetivos em conflito. E os municípios que integram a Resulima não aceitarão que o sejam!”, assumem.
A Carne Minhota vai estar em destaque em 18 restaurantes de Ponte de Lima entre sexta-feira e domingo, numa iniciativa que pretende valorizar os produtos locais e a gastronomia tradicional do concelho.
O Fim de Semana Gastronómico da Carne Minhota integra o projeto “Em Época Baixa, Ponte de Lima em Alta”, promovido pelo município em parceria com a APACRA – Associação Portuguesa de Criadores de Bovinos da Raça Minhota.
Durante os três dias, os visitantes são convidados a provar esta carne nos restaurantes aderentes, numa iniciativa que procura também dinamizar a restauração e atrair visitantes ao concelho.
Bombos, teatro e descontos no alojamento
Além da componente gastronómica, o programa inclui animação cultural ao longo do fim de semana.
No sábado, 24 de outubro, o Centro Histórico recebe uma arruada do Grupo de Bombos e Fanfarra do Bárrio, entre as 10:00 e as 13:00. No mesmo dia, o Teatro Diogo Bernardes apresenta o espetáculo infantil e familiar “Quem vai ao Mar”, com sessões às 11:00 e às 15:30.
No domingo, 25 de outubro, o Grupo de Cultura Musical de Ponte de Lima percorre o Centro Histórico, num momento de animação previsto entre as 15:00 e as 16:30.
A iniciativa inclui ainda condições especiais para quem visitar o concelho. As unidades hoteleiras aderentes oferecem um desconto de 10% no alojamento nas noites de sexta-feira e sábado.
Já os restaurantes participantes oferecem leite-creme por dose nas refeições de sábado e domingo.
O fim de semana gastronómico prevê também o envolvimento da comunidade escolar, com a confeção de refeições que incluem 7.325 hambúrgueres de Carne Minhota nos estabelecimentos de ensino aderentes.
Restaurantes aderentes
Açude
Lugar de São Gonçalo, Arcozelo, 4990-150 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 944 158 | (+351) 965 740 022
Beco das Selas
Beco das Selas, nº 5, 4990-033 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 943 576
Brasão *
Rua Formosa, nº 1, 4990-117 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 941 890
Carvalheira *
Rua do Eido Velho, nº 73, Fornelos, 4990-620 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 742 316 | (+351) 931 100 062
Casa do Provedor
Rua da Porta Nova, n.º 22, Arca e Ponte de Lima, 4990-092 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 944 087
Cozinha Velha *
Lugar de Faldejães, Arcozelo, 4990-240 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 749 664 | (+351) 961 136 653
O Lagar de Valinhas *
Rua da Ponte Nova, nº 140, 4990-832 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 966 505 605
Mercado *
Rua do Mercado, Mercado Municipal, Loja 13, 4990-102 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 753 700
A Montanha *
Rua da Igreja, nº 5, Rendufe, 4990-725 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 963 517 983 | (+351) 968 910 435
Monte da Madalena *
Rua de Santa Maria Madalena, nº 860, Fornelos, 4990-620 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 102 951
Morgado’s Tavern *
Rua da Feitosa, nº 1644, Feitosa, 4990-348 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 742 003
O Porão Limiano *
Rua de Souto, nº 37, 4990-107 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 941 183 | (+351) 966 135 453
O Prego *
Rua General Norton de Matos, 4990-118 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 743 472
Sabores do Lima *
Largo Doutor António Magalhães, nº 78, 4990-057 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 931 121
Solar da Picota *
Largo da Picota, 13-15, 4990-090 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 072 587
Sonho do Capitão *
Rua da Vila Corneliana, nº 360, Correlhã, 4990-280 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 741 138
Taberna Cadeia Velha *
Passeio 25 de Abril, nº 30-32, 4990-058 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 753 291
Taverna Vaca das Cordas *
Rua Beato Francisco Pacheco, nº 39-41, 4990-075 Ponte de Lima (ver no mapa) Tel.: (+351) 258 741 167
Um homem, de 63 anos, foi detido por conduzir alcoolizado, na terça-feira passada, ao início da tarde, na via Foral Velho de Dona Teresa, em Ponte de Lima, informou hoje a PSP.
Em comunicado, o Comando Distrital de Viana do Castelo acrescenta que o condutor, residente em Ponte de Lima, acusou uma taxa de 2,10 g/l de álcool no sangue.
O detido foi notificado para comparecer em tribunal para aplicação das medidas de coação.
Militares do Posto Territorial de Ponte de Lima resgataram uma cobra que se encontrava presa numa rede de proteção, divulgou este sábado o Comando Territorial de Viana do Castelo.
Segundo informa a mesma fonte, o “animal foi libertado em segurança, regressando ao seu meio natural”.
Foto: GNRFoto: GNRFoto: GNR
“Proteger a fauna selvagem é contribuir para o equilíbrio da natureza”, realçou o comando, partilhando fotos do sucedido e da ação dos militares.
Quatro dos 16 arguidos que, quinta-feira, começaram a ser julgados no Tribunal de Braga por tráfico de estupefacientes, praticado em Barcelos, Ponte de Lima, e Vila Verde, confessaram ao coletivo de juízes, a prática dos crimes, embora não assumindo a totalidade dos que constam na acusação.
Além de negarem parte dos crimes, dizendo “nesse caso não fui eu, nem estava lá”, os arguidos tentaram demonstrar aos juízes que, em julgamento, estão, não uma mas duas redes de tráfico, uma de Barcelos e a outra de Ponte de Lima, e que não havia nenhum, ou quase, contacto entre eles. Contrariando, assim, a acusação e a pronúncia do Tribunal de Instrução.
O grupo, 12 homens e quatro mulheres (a maioria de Barcelos), que ia comprar droga a Espanha e atuava também em Braga, em Serzedelo, Guimarães e em Ermesinde, foi pronunciado em novembro de 2024 pelo Tribunal de Instrução local que concordou com a acusação do Ministério Público de 2023.
A pronúncia diz que o arguido Roberto P., desde 2018, se dedica à venda a terceiros, – tendo 60 clientes habituais – mediante contrapartida monetária (ou outros bens/objetos de valor) -, para consumo direto e/ou revenda, de canábis, cocaína e MDMA, o que fazia em Ponte de Lima e áreas limítrofes.
Nessa atividade é coadjuvado pela companheira, Maria da P..
Já o arguido Gilberto C. desde 2019, vende drogas para consumo direto e/ou revenda, também em Ponte de Lima. E coadjuvava o Roberto.
O magistrado elenca, ainda, outro arguido, o qual, desde 2019, vende a partir de Ponte de Lima, Vila Verde e Braga. É ajudado por uma irmã.
Aponta, também, o arguido Vítor F., que desde 2019, vendia droga, a partir de quatro residências em Remelhe, Barcelos, era ajudado pela mulher, Marina B.
Quatro dos arguidos são defendidos pelo advogado João Ferreira Araújo, de Braga.
Droga armazenada num café
Já o arguido Nuno R., que explora um café – onde guarda produto estupefaciente – em Barcelos é auxiliado pela companheira, Andreia.
Diz que o Nuno R. e o Vítor F. exerciam em conjunto a atividade de tráfico sendo ajudados por Rogério A. e Marta R.
Por sua vez, os arguidos Torcato M. e Arcélio R. desde 2019, atuavam em Barcelos, em Serzedelo, Guimarães, em Lijó e em Ermesinde.
Além do crime de tráfico, que abrange, ainda, dois outros homens, o MP acusou um deles de um crime de resistência e coação sobre funcionário, por ter tentado albarroar uma viatura da GNR. Dois outros estão, ainda, pronunciados por condução sem carta.
A acusação, que detalha a atuação dos 16 envolvidos, foi feita pela GNR e baseia-se em interceções telefónicas; relatórios periciais; autos de notícia; autos de apreensão; autos de busca e apreensão; relatórios de vigilância; suportes fotográficos; informações do registo automóvel, de portagens, da Via Verde, das autoridades de controlo de fronteiras) e depoimentos recolhidos.
As buscas domiciliárias permitiram apreender várias dezenas de drogas e mais de 30 mil euros em dinheiro.
Com 780 metros quadrados, mais de 160 anos de história e uma localização privilegiada entre o Oceano Atlântico e o Caminho Português da Costa de Santiago, um edifício no centro de Vila Praia de Âncora desperta interesse pelo seu potencial para hotelaria, turismo e habitação. Fábio Neves, CEO do Grupo NBT, analisa as possibilidades de investimento nesta propriedade histórica.
Há edifícios que contam a história de uma localidade e outros que parecem reunir as condições para escrever um novo capítulo dessa mesma história.
Em pleno centro de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, encontra-se um prédio construído em 1865, com 780 metros quadrados, cuja localização e características arquitetónicas abrem diferentes possibilidades de aproveitamento.
A poucos passos do mar e próximo do percurso do Caminho Português da Costa de Santiago, o imóvel beneficia de uma envolvente marcada pelo turismo balnear, pela gastronomia, pelo comércio tradicional e pela passagem de peregrinos que percorrem o litoral Norte de Portugal.
Atualmente comercializado pela Fábio Neves Imobiliária, através da marca FNAI Quintas & Luxo, o edifício apresenta potencial para projetos de reabilitação ligados à hotelaria, ao alojamento turístico ou à habitação.
Mas o que torna esta propriedade particularmente interessante para quem procura investir no mercado imobiliário do Alto Minho?
Investir em Vila Praia de Âncora: entre o Atlântico e os Caminhos de Santiago
Vila Praia de Âncora beneficia de uma localização que reúne diferentes motivos de visita. À sua tradição balnear juntam-se a proximidade a Caminha, as paisagens naturais do litoral minhoto e a ligação ao Caminho Português da Costa, uma das rotas utilizadas pelos peregrinos que se dirigem a Santiago de Compostela.
Esta conjugação de fatores é particularmente interessante para projetos turísticos que pretendam chegar a diferentes públicos.
Para Fábio Neves, fundador da Fábio Neves Imobiliária e CEO do Grupo NBT, a localização constitui um dos principais argumentos deste edifício.
O que distingue este prédio de outras oportunidades de investimento imobiliário na região?Fábio Neves:“Estamos a falar de um edifício com mais de 160 anos, no centro de uma vila costeira, a poucos passos da praia e muito próximo de uma rota de peregrinação internacional. É uma combinação interessante. Temos a história do imóvel, a dimensão, o mar e uma localização que pode servir diferentes projetos. Não é uma propriedade que se encontre todos os dias.”
Caminho de Santiago e turismo: uma oportunidade para a hotelaria?
O Caminho Português da Costa tem vindo a afirmar-se como uma rota de peregrinação procurada por viajantes de diferentes nacionalidades.
Ao contrário do turismo exclusivamente balnear, associado sobretudo aos meses de verão, os percursos de peregrinação podem contribuir para a procura de alojamento noutras épocas do ano.
Para investidores interessados em hotelaria, esta diversidade de públicos pode ser um fator relevante na definição de um projeto.
Um hotel de charme, uma unidade de alojamento turístico ou um conceito de hospitalidade associado à história e à cultura local são algumas das possibilidades que poderão ser estudadas para o edifício de 1865.
A proximidade ao Caminho de Santiago pode representar uma vantagem para um futuro projeto hoteleiro?Fábio Neves:“Sem dúvida que é um fator a considerar. Vila Praia de Âncora não recebe apenas visitantes que procuram praia e férias. Está também ligada a um percurso internacional de peregrinação, que atrai pessoas com diferentes motivações e em diferentes alturas do ano. Um projeto hoteleiro bem pensado poderá explorar essa diversidade, oferecendo uma experiência ligada à identidade da região e à história do próprio edifício.”
A eventual transformação do imóvel numa unidade hoteleira dependerá, naturalmente, da avaliação das condições técnicas, urbanísticas e legais necessárias à sua concretização.
Um prédio histórico com potencial para habitação e investimento imobiliário
Embora a hotelaria seja uma das utilizações possíveis, o edifício apresenta igualmente características que justificam uma análise para fins habitacionais.
Com uma área de 780 metros quadrados e espaços atualmente destinados a comércio e habitação, a propriedade poderá permitir estudar soluções de reabilitação residencial, incluindo a criação de apartamentos ou a combinação de diferentes utilizações.
A localização central, a proximidade à praia e a facilidade de acesso ao comércio e aos serviços constituem características relevantes para quem procura habitação permanente, segunda residência ou imóveis destinados ao arrendamento.
Para além do turismo, considera que existe potencial para um projeto habitacional?Fábio Neves:“A habitação é uma possibilidade que merece ser estudada. O edifício tem dimensão e uma localização muito interessante. Podemos imaginar um projeto residencial que preserve a identidade arquitetónica da construção e, ao mesmo tempo, responda às necessidades atuais. O importante é encontrar a solução que melhor valorize o imóvel, respeitando sempre as condições técnicas e legais.”
Reabilitar um edifício de 1865: os cuidados antes de investir
A recuperação de imóveis históricos exige uma abordagem diferente da aquisição de uma propriedade recente.
Antes de avançar, importa avaliar o estado estrutural do edifício, os custos de intervenção, as condicionantes urbanísticas e a viabilidade da utilização pretendida.
A preservação dos elementos arquitetónicos originais pode também assumir um papel importante na valorização de um projeto, sobretudo quando se pretende criar uma unidade turística diferenciadora.
Que aconselhamento daria a um investidor interessado em recuperar um prédio com estas características?Fábio Neves:“O primeiro passo é conhecer bem o imóvel e perceber o que é possível fazer. É essencial estudar os custos, as condições estruturais e o enquadramento legal. Uma boa localização e um edifício com história são excelentes pontos de partida, mas um investimento deve ser sustentado por um projeto realista e tecnicamente bem fundamentado.”
Com uma carreira iniciada aos 22 anos e experiência na liderança de equipas responsáveis por mais de 400 milhões de euros em vendas, Fábio Neves tem vindo a desenvolver a atividade imobiliária no mercado nacional e internacional.
Através da FNAI Quintas & Luxo, a empresa aposta na comercialização de propriedades diferenciadoras, incluindo quintas, imóveis históricos e edifícios com potencial de valorização.
O acompanhamento aos investidores pode ir além da aquisição. A integração da imobiliária no Grupo NBT, do qual faz parte a Brigitte Works, permite articular serviços de arquitetura, engenharia e acompanhamento de obras, particularmente importantes em projetos de reabilitação.
Um novo futuro para um edifício histórico em Vila Praia de Âncora
Entre o mar, a história e os Caminhos de Santiago, Vila Praia de Âncora reúne características que permitem equacionar diferentes projetos imobiliários.
O prédio de 1865 é um exemplo de como o património existente pode ganhar uma nova utilização, contribuindo simultaneamente para preservar a identidade arquitetónica da vila.
Que mensagem deixaria a quem esteja a considerar investir nesta propriedade?Fábio Neves:“Acredito que há imóveis cujo verdadeiro potencial só se percebe quando olhamos para além da sua utilização atual. Este edifício tem história, dimensão e uma localização que merece atenção. Seja para hotelaria, turismo ou habitação, o essencial é desenvolver um projeto que respeite o seu passado e lhe dê uma nova vida.”
Com 780 metros quadrados e localização central em Vila Praia de Âncora, o imóvel encontra-se disponível em exclusividade através da Fábio Neves Imobiliária, na sua marca FNAI Quintas & Luxo.
Para quem procura investir no litoral Norte de Portugal, esta propriedade representa uma possibilidade de conciliar património histórico, turismo e novas soluções habitacionais.
A falsa arquiteta conhecida por “burlas de amor” lesando dois homens idosos, no Alto Minho, em 200 mil euros, foi esta quinta-feira condenada em três anos e dez meses, mas suspensa, tendo sido já imediatamente libertada.
No Palácio da Justiça de Viana do Castelo, o Tribunal Coletivo teve principalmente em conta a confissão integral dos factos que era acusada e o arrependimento que se traduziu também na indemnização parcial aos dois homens lesados, um de Ponte de Lima e um de Ponte da Barca.
A pena suspensa será acompanhada, durante todo o período de três anos e dez meses, por um plano a executar pela Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais, porque o Tribunal foi da opinião que há juízo de prognose positivo e a pena não podia ultrapassar a medida da culpa.
A arguida, de 58 anos, solteira, natural de Amarante, que residia em Matosinhos, estava presa preventivamente desde há oito meses, no Estabelecimento Prisional Central Feminino de Santa Cruz do Bispo, igualmente em Matosinhos, até esta quinta-feira, voltando já assim à liberdade.
Detida pela Polícia Judiciária de Braga, já com problemas relacionados com burlas, há 25 anos, num processo do Tribunal de Santo Tirso, foi julgada em Viana do Castelo, sob a acusação de dois crimes de burla qualificada, com um cúmulo jurídico de três anos e dez de pena suspensa.
O estratagema terá sido o mesmo: fez-se passar inicialmente por arquiteta e simulando grandes capacidades financeiras, conquistando a confiança dos dois homens, ambos com mais de 70 anos, convencendo-os a grandes investimentos imobiliários, mas ficando com o dinheiro.
Conheceu-os através de redes sociais dedicadas a encontros amorosos, fazendo-se apaixonada, evidenciando até falsos sinais exteriores de riqueza, a ponto de afirmar a ambos “ter ainda mais dinheiro do que tu”, pagando jantares aos dois idosos, convencendo-os que “os amava mesmo”.
Defesa satisfeita com o acórdão
À saída da leitura do acórdão condenatório, o seu advogado, João Ferreira Araújo, revelou que não irá “recorrer desta douta decisão”. “Desde logo porque quem me conhece sabe muito bem que nunca recorri só por recorrer, nem utilizo os expedientes para protelar processos judiciais”, referiu.
“Mas principalmente no caso de hoje, entendo que se tratou de um douto acórdão que dignifica o sistema judicial, já que penalizou devidamente a arguida, de uma forma proporcional, sendo que saiu daqui mesmo em liberdade”, acrescentou o advogado bracarense João Ferreira Araújo.
Ainda segundo o mesmo causídico penalista, “a arguida, que é, acima de tudo e antes de mais uma cidadã, percecionou que se tratou apenas e só de um ato isolado da sua vida, até por não ter sido provado que fizesse deste tipo de situações seu modo de vida, nós estamos satisfeitos”.
Septuagenário de Ponte de Lima ficou sem 150 mil euros
O primeiro idoso a ser enganado pela falsa arquiteta, de 73 anos, com baixa instrução escolar, anteriormente emigrado em França, onde foi empresário da construção civil, conheceu a mulher, em setembro de 2025, usando a plataforma “Badoo”.
A mulher disse chamar-se Helena, uma arquiteta de sucesso e residente no Porto. Foi naquela cidade que se encontrou com a vítima pela primeira vez em 15 de setembro de 2025, na Avenida dos Aliados, após se aperceber que o ex-emigrante deixou a empresa aos filhos, em França, tendo bons rendimentos.
Já “enamorados”, dirigiram-se nessa mesma noite ao Cais de Gaia, onde a “arquiteta Helena”, para impressionar o “namorado”, consumiu imediatamente um copo de Vinho do Porto por 21 euros, convencendo o septuagenário de Ponte de Lima que tinha muito dinheiro.
Passados poucos dias, a falsa arquiteta passou a frequentar a casa do antigo emigrante, em Ponte de Lima, acabando por passar a residir com o “namorado”, com quem manteve até relações sexuais, segundo a queixa apresentada depois pelo septuagenário.
O relacionamento chegou ao ponto de a “arquiteta Helena”, ao ter mudado com “armas e bagagens”, passado a limpar a casa do “companheiro”, entre outras lides domésticas, como lavar e engomar roupa, cozinhar e fazendo refeições com o “namorado”.
A falsa arquiteta “pretendeu e conseguiu fortalecer a relação entre ambos”, alegadamente “tendo convencido” o septuagenário que estariam a viver já “uma relação amorosa séria e com futuro”.
O antigo emigrante em França, a dada ocasião, fez questão de oferecer um anel, que comprou por 3.250 euros, numa ourivesaria da cidade do Porto, à “arquiteta Helena”, tendo passado ambos cinco dias em Quarteira, sempre a expensas da própria suspeita.
Nessa mesma ocasião, em meados de outubro de 2025, a mulher terá começado a confidenciar ao “amigo” que por causa da sua profissão de arquiteta, fazia a cada passo transações de imóveis, lucrando com investimentos imobiliários.
Até que, sempre segundo a versão do queixoso, em certo dia, propôs ao “companheiro” comparticipar na compra de um imóvel, em Lisboa, por 300 mil euros, pois ambos “lucrariam algum dinheiro de forma fácil”, ao que o antigo emigrante logo anuiu.
A ideia seria revenderem pouco tempo depois o alegado imóvel, investindo a meias, isto é, 150 mil euros cada um, pelo que a seguir iriam “obter lucros”, igualmente para repartirem a meias, mas investindo-se com numerário, quer dizer, “dinheiro vivo”.
Na agência de Ponte de Lima do BPI, o “investidor” levantou então da sua conta bancária 150 mil euros, através de 750 notas, todas de 200 euros, entregando-lhe o avultado “dinheiro vivo”, na sua própria casa, em Ponte de Lima, para fazer o “negócio”.
Enquanto o proprietário da casa lavava o automóvel, no exterior da residência, a “arquiteta Helena” foi para dentro “guardar o dinheiro”, enquanto se preparavam para no dia seguinte irem a Lisboa, onde a falsa arquiteta faria o “negócio” diretamente.
No dia 16 de outubro de 2025, ambos saíram de Ponte de Lima, rumo à capital portuguesa, mas a pedido da suspeita, pararam no centro da cidade do Porto, onde a mulher levantaria a sua parte do investimento, isto é, 150 mil euros, para tudo correr bem.
De súbito, a “namorada” do antigo emigrante “apercebeu-se” que se teria “esquecido” dos 150 mil euros do “companheiro”, em Ponte de Lima, pedindo-lhe que fosse buscar o dinheiro, enquanto iria a sua casa, no Porto, buscar os outros 150 mil euros.
Ao chegar a Ponte de Lima, o homem constatou que afinal os seus 150 mil euros não estavam em casa, tendo contactado de imediato a “namorada”, mas a “arquiteta Helena” já não atendeu a chamada do telemóvel e nunca mais daria sinais de vida.
Sexagenário de Ponte da Barca espoliado de 50 mil euros
O segundo caso envolveu um sexagenário, de Ponte da Barca, que através do site de encontros “Felizes”, conheceu a mesma mulher, fazendo-se passar novamente por arquiteta, só que com um outro nome falso, o de Ana Carolina Martins.
Depois dos contactos iniciais nessa mesma plataforma digital, a falsa arquiteta passou a dialogar por telemóvel com o homem, residente no concelho de Ponte da Barca, utilizando sempre a aplicação WhatsApp.
A mulher dizia residir em Lisboa, mas encontrar-se temporariamente no Porto, em casa de uma tia, “criando uma personagem fictícia para conquistar a confiança” do antigo emigrante e que está atualmente reformado.
Um mês após iniciado o “namoro”, já a falsa arquiteta estava a viver com o “companheiro”, mantendo-se três meses na casa daquele aposentado, “a viver em economia comum”, em Ponte da Barca.
“Durante esse mesmo período, a suspeita cultivou uma relação de proximidade e confiança com o queixoso, apresentando-se como pessoa economicamente abastada, afirmando possuir elevadas disponibilidades financeiras”, segundo ficou provado durante o julgamento.
A falsa arquiteta “manifestava a intenção de adquirir um imóvel de elevado valor”, sendo que “com o intuito de reforçar a aparência de solvabilidade, a arguida usava frequentemente joias em ouro, oferecia ao homem roupa de marca e perfumes, falava em língua inglesa ao telefone, alegando tratar-se de contactos com um filho, residente nos Estados Unidos da América, dizendo ter outro filho na Suíça, sendo viúva”, segundo ficou provado durante esta quinta-feira.
Ao fim de dois meses de coabitação, a mesma mulher terá confidenciado ao “companheiro”, a intenção de comprar uma moradia bem próxima do Santuário de Nossa Senhora do Socorro (“Santoinho”), em Viana do Castelo, por 800 mil euros.
Ambos tiveram uma reunião com o proprietário e dois representantes de uma agência imobiliária do Alto Minho, confirmando a falsa arquiteta o interesse em comprar tal moradia, mas também um terreno contíguo, que estava para venda por 50 mil euros.
No dia seguinte, a “namorada” do antigo emigrante em França, disse que iria concretizar o negócio, por 800 mil euros, só que para comprar o referido terreno, por 50 mil euros, teria de mobilizar fundos de outra conta bancária, pagando avultados juros.
“Imbuído na relação afetiva que mantinha com a suspeita, convicto da veracidade das afirmações proferidas pela mulher, então anuiu ao pedido”, transferindo dinheiro desde França e levantando os 50 mil euros na agência de Arcos de Valdevez do BCP.
Logo a seguir foram ambos para o Porto, onde supostamente o “casal” iria pernoitar em casa da tia da falsa arquiteta, a fim de no dia seguinte irem a Lisboa, conhecer a casa de “Ana Carolina Martins”, só que afinal novamente as coisas precipitaram-se.
Novamente houve “problemas de falta de lugar de estacionamento”, pelo que a mulher pediu ao homem que fosse procurando sítio para aparcar o automóvel, enquanto a própria levaria a mala, com o dinheiro, seguindo então por uma passagem pedonal.
Ao fim de dez minutos, o homem, com o carro devidamente estacionado, não via a “namorada”, pelo que tentou chegar à fala, por telemóvel, com a mulher, que nunca mais lhe atendeu o telefone, desaparecendo logo sem deixar rasto.
O homem permaneceu várias horas pelas imediações, na cidade do Porto, desesperado, convencendo-se cada vez mais que não havia “amor” algum, sim “um esquema ilícito, no qual foi enganado, nunca mais conseguindo falar, nem localizar a suspeita”.
Desde 2022, a Câmara de Ponte de Lima plantou 2.326 árvore na zona urbana da vila e 5.000 nas freguesias.
Em comunicado, a autarquia revela que “está a preparar a campanha de arborização 2026/2027, dando continuidade ao trabalho de criação e qualificação de espaços verdes, parques e zonas de estacionamento, bem como a valorização das principais vias de acesso à Vila de Ponte de Lima e de diferentes espaços do centro urbano”.
Segundo a autarquia, este trabalho, iniciado em 2022, já permitiu plantar 2.326 árvores na área urbana da vila de Ponte de Lima, nos seus acessos e espaços envolventes.
Ainda ao abrigo do Projeto Ponte de Lima – Pulmão do Alto Minho, em áreas florestais de várias freguesias do concelho foram plantadas, igualmente desde 2022, cerca de 5.000 árvores e arbustos, distribuídas por 12 bosques com uma área total próxima dos 25ha.
No que respeita à área urbana da vila de Ponte de Lima, aos seus acessos e espaços envolventes, as 2.326 árvores plantadas permitiram aumentar a área arborizada em cerca de 9ha; reforçar a arborização em vários parques e zonas de estacionamento, ruas, alamedas, avenidas e largos e; criar estruturas lineares de arvoredo ao longo das estradas nacionais 201 e 203 e da estrada regional 203.
“O resultado deste trabalho começa a ser visível na paisagem urbana, mas, para o Município de Ponte de Lima, os impactes mais importantes deste investimento serão progressivamente alcançados à medida que as árvores vão crescendo e que vão prestando, com maior relevância, o conjunto de funções ambientais e sociais que lhes estão associadas”, salienta o comunicado.
A Câmara de Ponte de Lima destaca que, a médio e longo prazo, este arvoredo irá contribuir para a captura e armazenamento de carbono, para a melhoria da qualidade do ar, regulação da temperatura, criação de sombra, retenção e infiltração das águas da chuva, proteção dos solos e para a promoção da biodiversidade.
“Em simultâneo, contribuirá para criar espaços públicos mais confortáveis e agradáveis, favorecendo a permanência e o convívio, a utilização dos espaços exteriores e a prática de atividade física, com reflexos positivos no bem-estar físico e psicológico e na qualidade de vida da população, bem como na perceção e experiência de todos os que visitam o território”, subçinha.
“A intervenção integra-se na visão de construção de um território mais verde, resiliente, sustentável e solidário com as gerações vindouras, contribuindo decisivamente para a construção de melhores lugares para viver, trabalhar, visitar e usufruir”, conclui a autarquia limiana.
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
A Plenergy, gasolineira ‘low-cost’ espanhola que inaugurou, recentemente, postos em Ponte de Lima, Braga e Guimarães, já abriu um novo espaço no Norte, desta vez na cidade do Porto.
“A chegada à segunda maior cidade do país sublinha o compromisso da empresa em alargar a sua rede de abastecimento, proporcionando o acesso a combustível de alta qualidade a cada vez mais consumidores”, salienta a Plenergy em comunicado enviado a O MINHO.
A mais recente estação da marca está localizada na Avenida da Cidade de León, próxima do Nó das Areias da A43, na área envolvente ao Parque Oriental da cidade do Porto. “Tendo em vista a garantia de um serviço ágil e adaptado à elevada mobilidade que caracteriza os grandes centros urbanos, o posto está dotado de duas ilhas de abastecimento, concebidas para assegurar a fluidez e a eficiência no momento do abastecimento”, sublinha o comunicado.
Em total alinhamento com a identidade da operação, a estação do Porto adotará um modelo de funcionamento híbrido. O espaço encontra-se operacional para abastecimentos de forma automática durante 24 horas por dia, dispondo de uma equipa presencial de colaboradores durante o período diurno para prestar apoio direto aos clientes.
A operadora salienta que “mantém a sua premissa de negócio intacta: aliar a excelência do produto a uma clara vantagem financeira, assegurando aos clientes poupanças que rondam os 10% face à média de preços praticados a nível regional”.
“A abertura desta primeira estação na cidade do Porto representa um momento decisivo para a consolidação da nossa operação a nível nacional. Estamos focados em executar o nosso plano de crescimento, assegurando que as famílias dispõem de uma alternativa que oferece os mais elevados padrões de qualidade, conjugados com uma poupança diária efetiva”, afirma Tiago Preguiça, responsável da Plenergy em Portugal, citado no comuniciado.
Atualmente, a Plenergy conta com 23 estações em funcionamento em Portugal e prevê continuar a reforçar a presença no país até final de 2026, com novas aberturas em Palmela, Moita, Coimbra, Vale de Cambra e Almada.
A Câmara de Ponte de Lima abriu dois concursos públicos, pelo valor total de 15 milhões de euros, para a construção de uma ETAR e para a execução da drenagem de águas residuais e rede pública de saneamento.
Segundo o anúncio hoje consultado pela agência Lusa no Diário da República, o primeiro concurso público, com o preço base de 4.627.046,15, mais IVA, diz respeito à conceção do projeto de execução e construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) na freguesia de Poiares e das infraestruturas e interfaces necessárias ao seu funcionamento, incluindo instalação, ensaios e entrada em serviço.
O segundo concurso público, no valor de 10.170.009,06 euros, mais IVA prevê a execução das infraestruturas de drenagem de águas residuais domésticas, incluindo a instalação da respetiva rede pública de saneamento.
A intervenção vai decorrer nas freguesias de Poiares, Navió e Vitorino dos Piães, Cabaços e Fojo Lobal, Ardegão, Freixo e Mato, no concelho de Ponte de Lima.
O prazo de execução das duas empreitadas é de 720 dias e a apresentação de propostas termina às 23:59 do próximo dia 30.
Os concorrentes são obrigados a manter as propostas durante 90 dias a contar do termo daquela data.
A Câmara de Ponte de Lima lançou hoje um concurso público para o projeto de execução e construção da Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) de Poiares pelo preço base de 4,6 milhões de euros.
O anúncio publicado no Diário da República (DR) fixa em cerca de dois anos (720 dias) o prazo para a execução do contrato na freguesia de Poiares, concelho de Ponte de Lima.
Em causa está a “conceção do projeto de execução e construção da ETAR de Poiares e das infraestruturas e interfaces necessárias ao seu funcionamento, incluindo instalação, ensaios e entrada em serviço”.
O prazo para a apresentação das propostas termina no dia 30 pelas 23:59, de acordo com o DR.