❌

Normal view

Encontro promoveu ciência e saúde mais próximas da comunidade

14 October 2026 at 15:34

VTM

Numa parceria entre o município de Chaves e a Universidade do Minho, Nuno Vaz, presidente da câmara municipal, destacou a importância deste encontro como espaço de aproximação entre ciência, comunidade e território.

“O objetivo passa por valorizar os nossos recursos humanos e qualificar os nossos ativos, sejam empresas, sejam pessoas ou instituições, através do conhecimento”, num evento que de uma forma próxima e informal “permite colocar em diálogo investigadores, professores, jornalistas e outros profissionais”.

O autarca sublinhou que esta partilha é importante para criar novas formas de pensar e encontrar soluções para os desafios atuais. “Conhecimento é errar, mas errar é acrescentar e evoluir naquilo que possam ser novas soluções e novas formas”, sustentou, adiantando que a presença de personalidades reconhecidas do mundo científico e académico representa “qualidade, valor e diversidade” para transmitir conhecimento à comunidade.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Encontro promoveu ciência e saúde mais próximas da comunidade appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

Brincar “deveria ser elevado a património imaterial da humanidade”

14 October 2026 at 12:38

VTM

A frase é do psicanalista Eduardo Sá, que defendeu que brincar deveria ser elevado a património imaterial da humanidade para proteger a infância da sobrecarga de tarefas e da extinção do tempo livre. Isto porque brincar “é um bem essencial e tão importante quanto aprender”, criticando a forma como a escola atual, muitas vezes, “rouba a infância” e funciona como um “trabalho infantil do século XXI”.

O especialista foi um dos convidados do seminário “Saúde Mental na Era Digital”, promovido pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) de Vila Real.

Para Eduardo Sá, a brincadeira é o principal meio de aprendizagem, desenvolvimento emocional e social da criança, lamentando que a escola atual tenha uma exigência excessiva de horários e as aulas prolongadas que esgotam as crianças, sacrificando a criatividade e o tempo de recreio. “Nós hoje produzimos as crianças mais sofisticadas que a humanidade já conheceu e temos crianças que nos permitem concluir que a sua infância está à beira da extinção”, afirma, adiantando que acha “desconcertante” que se passe a vida a falar de saúde mental quando se permite que os “nossos filhos trabalhem das 8h00 da manhã às 8h00 da noite todos os dias. Se isso é saúde mental, tenho imensa dificuldade em perceber isso”.

Artigo exclusivo PREMIUM

Tenha acesso ilimitado a todos os conteúdos do site e à edição semanal em formato digital.

ou compre apenas este artigo:

Comprar este artigo — 1,00€
Se já é PREMIUM, Aceda à sua conta em Entrar

The post Brincar “deveria ser elevado a património imaterial da humanidade” appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

UC desenvolve app contra burnout médico com IA

13 October 2026 at 19:01
A aplicação ZENU usa inteligência artificial para identificar perfis de risco e oferece conteúdos personalizados de mindfulness. Médicos internos já podem participar.

Através da recolha de informação acerca do modo como a pessoa se sente, pensa e comporta a aplicação consegue identificar perfis individuais de risco e disponibilizar conteúdos personalizados de promoção da saúde mental

Guerra nuclear e IA podem extinguir humanidade até 2100

12 October 2026 at 19:30
Estudo da The Lancet apresentado na Cimeira Mundial de Saúde, em Berlim, identifica 17 grandes riscos globais — dois deles com potencial de extinção.

© Getty Images/iStockphoto

"Estamos a partir da premissa de que, para um decisor político, seja no nível multilateral global ou a nível nacional, estas são as ameaças potenciais que podem ser enfrentadas, e esta é a magnitude pela qual [o decisor político] pode realmente fazer a diferença", afirmou Ibrahim Abubakar, membro da comissão.

Pesquisa aponta queda no interesse pela escola e alta da violência

Entre o 4º e o 7º ano do ensino fundamental, a escola perde parte do encanto que tem para os estudantes, indica a 3ª edição do relatório anual de Saúde Mental & Bem-Estar Escolar, da Great Place to Study Brasil. A parcela de alunos entrevistados que afirma se sentir feliz e empolgada ao ir para a escola cai de 79,9% para 50,8%. No mesmo período, a parcela que relata exposição à violência mais que dobra, de 16,6% para 39%.

O levantamento ouviu 89.744 pessoas, entre 41.958 estudantes, 9.347 educadores e 38.439 familiares no país por meio de questionários digitais específicos para cada público. As respostas foram coletadas de agosto de 2025 a agosto de 2026, e a base de famílias foi acompanhada de março de 2025 a outubro de 2026. Segundo a organização, a análise adotou nível de confiança de 95%, além de testes de correlação e consistência dos índices.

Vínculo com a escola diminui ao longo dos anos

Foi identificada uma mudança no vínculo com a escola ao longo da trajetória. Entre os alunos do 8º ano e do 3º ano do ensino médio, 57% citam bullying frequente ou violência física normalizada no dia a dia.

Outros dados mostram a diminuição do vínculo: 40,6% não se sentem valorizados pela escola, 40,1% dizem que professores não se importam com seus sentimentos e 44% das vítimas de bullying não creem em ação da escola.

Em ambientes de baixa violência, 27% dos estudantes dizem frequentar a escola apenas por obrigação. Em locais de violência muito alta, o índice chega a 60%.

João Hoeppner, diretor da Great Place to Study Brasil, afirma que a relação com a escola tende a diminuir à medida que o estudante avança e o foco no conteúdo e no vestibular ganha espaço. “O coletivo e a convivência tendem a ficar mais frios e a escola se envolver cada vez menos.”

Segundo o diretor, quem estuda apenas para evitar consequências negativas relata mais sobrecarga. “Mesmo no melhor cenário, 1 a cada 4 estuda ali por medo. Quando a gente está falando do fundamental, é mais ou menos 1 a cada 3”, afirma.

Violência e bullying afetam a convivência

Violência e bullying dentro da escola | Foto: Freepik

A violência é um dos fatores que atravessam esse processo, segundo indicam as respostas. Dos 57% que relatam bullying frequente ou violência física normalizada, 1 em cada 5 se declara alvo direto de agressões.

Hoeppner chama atenção para o papel dos colegas que presenciam os episódios e afirma que a escola precisa trabalhar também a consciência de quem assiste. “O principal trabalho que as escolas precisam fazer é um despertar, uma provocação em relação à consciência da plateia. Se não tem plateia, não tem show.”

Para ele, campanhas contra o bullying também podem partir dos próprios estudantes. “As campanhas de bullying mais efetivas que a gente vêpartem dos estudantes mais do que somente da escola.”

Marina Ribeiro, diretora de comunidade da Great Place to Study Brasil, afirma que a participação dos pares pode favorecer essa reflexão. “É um processo de entender como esse adolescente funciona e ir buscando essas estratégias mesmo para fomentar a consciência.”

Foco em avaliações pode reduzir o sentido da escola

Para Maria Amélia Santoro Franco, doutora em educação pela USP e organizadora do livro “Pedagogias Emergentes: Princípios e Práticas”, a queda no entusiasmo ao longo da escolarização, não pode ser explicada apenas pela idade. Na passagem para os anos finais do fundamental, aumenta o número de professores e disciplinas, enquanto a convivência com os colegas ganha importância.

Segundo Maria Amélia, quando o conhecimento fica restrito ao que será cobrado nas avaliações, o aluno pode cumprir tarefas, mas deixa de se reconhecer nelas. “À medida que a transmissão de conteúdos, as metas e os rankings de desempenho passam a organizar a vida escolar, a escola pode perder sentido para os estudantes.”

A professora afirma que a violência compromete a aprendizagem. Um estudante que teme ser ridicularizado pode deixar de perguntar ou participar das atividades. “O sentimento de pertencimento se rompe quando o aluno passa a pensar: como me percebem aqui?”.

Professores também enfrentam desgaste emocional

Uma professora com sinais de desgaste emocional severo | Foto: Shutterstock

No entanto, o sofrimento não se restringe aos alunos, segundo o relatório. Um em cada sete professores ouvidos relata sofrimento constante, com sinais de desgaste emocional severo, falta de alegria e incapacidade de descansar. Entre eles, 66,3% dizem que gostariam de ter escolhido outra profissão.

Além disso, 24,4% apontam cobranças excessivas e questionamentos à autoridade como principal desgaste mental. Para Hoeppner, o conflito pesa na rotina, mesmo envolvendo poucas famílias.

Famílias confiam na escola, mas diálogo é limitado

As famílias, por sua vez, demonstram confiança na escola. Mais de 95% dizem confiar na proposta pedagógica, considerar o ambiente seguro e avaliar que os filhos recebem uma boa educação. Porém, o vínculo não se traduz na mesma proporção em diálogo: são 54,6% os que dizem concordar plenamente que se comunicam com a escola para pensar em conjunto sobre a educação dos filhos.

Maria Amélia afirma que reconstruir esse vínculo passa por criar relações de confiança e não apenas por reforçar regras. Segundo a professora, o estudante precisa saber que situações de violência serão levadas a sério e que haverá adultos responsáveis por cuidar delas.

“Temos um costume de falar muito que a escola tem três funções: ser a vida de um estudante, preparar esse estudante para o futuro e para o mundo que ele vai encontrar, mas também trazer competências para que ele de fato consiga construir um mundo diferente, um futuro diferente.” (Lucas Leite/FOLHAPRESS)

The post Pesquisa aponta queda no interesse pela escola e alta da violência appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Provedora de Justiça alerta para falta de respostas

12 October 2026 at 13:40
Provedora de justiça lembra que as pessoas que estão institucionalizadas ou privadas da liberdade têm menos possibilidades de procurar ajuda e dependem particularmente das respostas do Estado.

© TIAGO PETINGA/LUSA

Na nota disponibilizada no 'site' da Provedoria de Justiça, Luísa Neto sublinha ainda as situações em que a falta de respostas sociais apropriadas para crianças e jovens conduz ao recurso a medidas judiciais de internamento

Preciso de Dormir. 7 Estratégias para uma Rotina de Sono

11 October 2026 at 19:05
Vamos para a cama tarde e pomos quase tudo à frente do tempo de sono. Ou temos filhos pequenos e nunca mais dormimos igual. O que explica isto? E porque é que uma sesta ou um comprimido não ajudam?

O meu filho já experimentou álcool. E agora?

11 October 2026 at 10:40
Primeiras noitadas, primeiras cervejas, primeiros shots. E as primeiras bebedeiras. O contacto com o álcool pode começar na adolescência, por curiosidade ou pressão de grupo. Como reagir a isto?

Preciso de Dormir. 7 Estratégias para uma Rotina de Sono

11 October 2026 at 09:02
Vamos para a cama tarde e pomos quase tudo à frente do tempo de sono. Ou temos filhos pequenos e nunca mais dormimos igual. O que explica isto? E porque é que uma sesta ou um comprimido não ajudam?

Racismo afeta saúde mental de pessoas negras, alerta psicólogo

Quando uma pessoa sofre um acidente de carro, o trauma pode ser tão forte que ela desenvolve um transtorno de estresse pós-traumático. Mas, com a ajuda de um psicólogo, ela poderá, algum tempo depois, voltar a circular de carro sem crises de ansiedade.

Devido ao racismo, uma pessoa negra sofre o equivalente psíquico a um acidente de carro toda semana, diz o psicólogo e psicanalista Lucas Veiga, escritor do livro “Clínica do impossível: como pessoas negras podem cuidar da saúde mental em um mundo racista” (Paidós, 2026), uma reedição ampliada de “Clínica do Impossível: Linhas de Fuga e de Cura”, lançado em 2021.

“Como uma pessoa que é vítima de um caso de racismo toda semana se cura do estresse pós-traumático se aquilo que causa o trauma continua se repetindo?”, pergunta Veiga.

As pessoas negras vivenciam microviolências cotidianas, como serem seguidas por seguranças e verem alguém apertar a bolsa junto ao corpo quando passam. Somado a isso, há a injúria racial e ainda as estruturas econômicas, políticas e sociológicas do racismo.

Uma pesquisa do Datafolha de 2024 mostrou que 56% dos brasileiros pretos relatam sofrer discriminação. O índice cai para 17% entre pardos e, no caso de brancos, para 7%.

Racismo e saúde mental

Cuidado com a saúde mental de uma pessoa negra é fundamental para reconhecer o racismo como um problema social | Foto: Reprodução

No livro, Veiga afirma que o cuidado com a saúde mental das pessoas negras passa fundamentalmente por reconhecer o racismo como um problema social que impacta suas subjetividades. Mas explica também que não será possível eliminar o racismo nesta geração para resolver o problema.

O que fazer nesse meio-termo é o que ele chama de “clínica do impossível”.

O primeiro passo seria “tornar-se negro”, uma expressão cunhada pela psiquiatra e psicanalista brasileira Neusa Santos Souza nos anos 1980. Ela descreve esse processo como uma tomada de consciência política, afirmação do próprio corpo e reconstrução da identidade e da autoimagem.

O racismo é movido pelo ódio racial, que é constantemente projetado sobre o corpo negro, explica o psicólogo com base em estudos tanto de Neusa Souza quanto de Frantz Fanon, psiquiatra e filósofo político que escreveu “Pele Negra, Máscaras Brancas” (Ubu).

A violência racial recai sobre a cor da pele e os traços físicos, explica Veiga. Por isso, a pessoa pode concluir que é o próprio corpo que a coloca em risco.

“Nosso corpo é nossa primeira casa. É com esse corpo que a gente vive e exercita a nossa humanidade”, diz o psicólogo. “A pessoa pode, de alguma forma, desenvolver uma relação de negação do próprio corpo. Então, esse ódio que é projetado sobre o corpo negro pode ser introjetado e a pessoa passa a se odiar.”

De forma semelhante ao que ocorre com vítimas de abuso, a pessoa que sofre a violência do racismo pode passar a se sentir culpada pelo ocorrido, em vez de atribuir a culpa ao agressor ou à estrutura racista, explica o psicólogo.

Para interromper esse processo, é preciso tornar-se negro: reconhecer o racismo como problema social, reestruturar a autoimagem e valorizar corpo, pele e ancestralidade.

Psicólogos precisam estudar o racismo

Veiga defende que psicólogos estudem racismo, pois a produção hegemônica da área foi construída por teóricos brancos para subjetividades e sofrimentos da população branca.

A experiência cotidiana do racismo produz impactos específicos na subjetividade negra como baixa autoestima, insegurança, dúvidas sobre as próprias capacidades e desconforto com o próprio corpo.

Na clínica do impossível, os psicólogos podem ajudar as pessoas negras como um “quilombo”, diz Veiga, um território de proteção, fortalecimento e restauração da autoimagem.

A terapia atua para retirar o sentimento de culpa e inferioridade do paciente e devolver à branquitude a responsabilidade pelas violências raciais.

O paciente também trabalha a subjetividade para além da negritude. “É tornar-se negro, que tem a ver com a criação de uma identidade negra fortalecida e um senso de valor, para que eu possa ser eu mesmo.”

Afirmação da vida como caminho de cura

Após tornar-se negro e entender que enfrenta o impossível o fim do racismo , o livro propõe afirmar a vida.

Isso seria fugir da tentativa do racismo de impor uma tristeza compulsória, reivindicando o direito de habitar a cidade, o próprio corpo e os espaços conquistados com altivez e alegria. “A nossa maior vingança ao racismo é viver bem”, diz Veiga.

Para esse processo, uma ajuda é reconhecer um paradoxo de impossíveis, aponta a obra. Se, por um lado, o fim imediato do racismo é impossível, por outro é igualmente impossível que a subjetividade negra seja totalmente capturada ou destruída por ele.

A afirmação da vida se concretiza na capacidade ancestral de criar “rotas de fuga”, reinventar o cotidiano e produzir modos de existência livres e criativos, diz Veiga.

História do avô inspira reflexão sobre a vida

O exemplo máximo disso é apresentado logo no início do livro. O autor conta a história do seu avô, Antônio da Veiga, que tinha um diagnóstico de bipolaridade e alternava entre episódios de depressão profunda e de mania.

Antônio chegou a ser internado em uma clínica psiquiátrica e, após muitas tentativas, conseguiu fugir. Foi quando conheceu a avó do autor e deu início a toda a família.

“Meu avô pôde ter uma vida boa. Ele foi muito amado e respeitado, e a casa dos meus avós tinha muita festa. Ele tinha que lidar com a bipolaridade e com o racismo, mas isso não impediu que ele tivesse uma relação de criação e invenção com a vida, a natureza, as pessoas”, diz Veiga.

Em um dos episódios de mania, seu Antônio trocou o aparelho de som da família por um cavalo que criou no quintal, para alegria dos netos. Segundo Veiga, cuidar do animal e ensinar os netos a andar nele funcionava como uma terapia ocupacional espontânea.

A criação do cavalo, a constituição da família e o cuidado com os netos revelaram-se uma forma de criar rotas de fuga daquilo de que não se pode fugir.

“Aqui condenso o pensamento que venho desenvolvendo sobre a saúde mental de pessoas negras, e é um convite para que você possa criar o próprio cavalo no quintal, construir para si suas rotas de fuga e de cura. Que se abram os caminhos”, escreve o autor nas primeiras páginas. (Geovana Oliveira/FOLHAPRESS)

The post Racismo afeta saúde mental de pessoas negras, alerta psicólogo appeared first on Diário da Manhã - O Jornal do leitor Inteligente.

Forum Algarve e PSIFaro assinalam este fim de semana Dia Mundial da Saúde Mental

9 October 2026 at 20:00

O Forum Algarve, em Faro, centro comercial gerido pela Multi Portugal, acolhe este fim de semana, 10 e 11 de outubro, a 3.ª edição do evento dedicado ao Dia Mundial da Saúde Mental, promovido pela PSIFARO, clínica que presta serviços especializados de Psicologia, cuja iniciativa sob o mote ‘Cuidar da mente é cuidar de si’, decorre no Piso 0 (na zona coberta, em frente à Nata Lisboa), entre as 10h00 e as 20h00, com entrada livre.

Ao longo dos dois dias, os visitantes terão acesso a rastreios de saúde mental e momentos de psicoeducação, bem como a uma experiência imersiva de realidade virtual dedicada ao relaxamento e à regulação do stress (destinada a participantes a partir dos 10 anos).

Para os mais novos, a iniciativa conta com a atividade “Mar Emotivo”, pensada especialmente para que as crianças descubram que cuidar das suas emoções também pode ser uma brincadeira.

Como incentivo à adoção de práticas de autocuidado, os primeiros 50 adultos a participar no evento, em cada um dos dias, vão receber um kit de primeiros socorros psicológicos. Este kit reúne ferramentas práticas e recursos fáceis de aplicar em momentos de ansiedade, stress ou sobrecarga emocional, ajudando também a capacitar a comunidade a apoiar quem está a passar por uma fase difícil. 

“Promover a saúde mental e o bem-estar da nossa comunidade é um compromisso ao qual nos associamos com muito orgulho, pelo terceiro ano consecutivo. Acolher esta iniciativa no Forum Algarve permite-nos oferecer aos nossos visitantes um espaço próximo, informal e acessível para aprenderem a cuidar da mente e levarem ferramentas úteis para o seu quotidiano”, afirma Sérgio Santos, Diretor do Forum Algarve.

Sobre o Forum Algarve

O Forum Algarve é um centro comercial gerido pela Multi Portugal. Com uma área bruta locável de 45.438,90 metros quadrados, é atualmente um ponto de encontro e de paragem obrigatório para milhares de pessoas, quer locais, quer turistas. Projetado e inspirado na arquitetura, história e tradição do Algarve, o Forum Algarve conta com 117 lojas, 2.250 lugares de estacionamento e 20 espaços de restauração.

Sobre a Multi Iberia

A Multi Iberia faz parte da Multi Corporation, uma empresa pan-europeia, presente em 15 países, líder em serviços integrados para centros comerciais, com uma história de mais de 40 anos de mercado. Na Península Ibérica, a Multi gere atualmente uma carteira de 16 ativos, que inclui 11 centros comerciais (Portugal: Armazéns do Chiado, BPlanet, Forum Algarve, Forum Coimbra, Forum Viseu, LX Factory, PLAZA Madeira e Sintra Retail Park; Espanha: Espai Gironès, Espacio León e Centro Comercial Torrecárdenas), dois edifícios de escritórios e três hotéis. Os centros comerciais e retail parks geridos pela Multi em Portugal recebem anualmente cerca de 95 milhões de pessoas e totalizam uma área bruta locável (ABL) de 212.000 metros quadrados e 551 lojas.

Forum Algarve e a PsiFaro unem-se para assinalar o Dia Mundial da Saúde Mental

9 October 2026 at 17:40

Nos dias 10 e 11 de outubro, o Forum Algarve, centro comercial gerido pela Multi Portugal, acolhe a 3.ª edição do evento dedicado ao Dia Mundial da Saúde Mental, promovido pela PSIFARO, clínica que presta serviços especializados de Psicologia. Sob o mote ”Cuidar da mente é cuidar de si.” a iniciativa decorre no Piso 0 […]

❌