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Campanha procurou reforçar apoio alimentar às famílias carenciadas

14 October 2026 at 20:47

VTM

A VTM esteve num dos locais onde a campanha decorreu, em Vila Real, e conversou com Alice Gonçalves, voluntária da CVP. A voluntária fez um balanço positivo da campanha de recolha de alimentos, destacando a generosidade da população e a importância da iniciativa para apoiar quem mais precisa. “Tem corrido muito bem. As pessoas já doaram bastante e isso, para nós, é uma satisfação, pois há sempre pessoas com muitas necessidades”.

Apesar das dificuldades financeiras enfrentadas por muitas famílias devido ao aumento do custo de vida, Alice Gonçalves considera que a população continua solidária, contribuindo de acordo com as suas possibilidades. “Cada um tem consciência do que pode fazer e dar”, afirma.

A voluntária salientou também que os portugueses são um povo que se ajuda mutuamente. “Mesmo que seja com pouco, tentam sempre ajudar”.

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Defesa quer inovação militar e Portugal nas redes da NATO

14 October 2026 at 18:22
Portugal atingiu em 2025 a meta de investimento de 2% do PIB na defesa. Mas Nuno Melo ressalva que "o investimento só por si significa pouco". "Quem não evolui, perde no campo de batalha", advertiu.

© PAULO NOVAIS/LUSA

"No ARTEX, aperfeiçoam-se protótipos, antecipam-se tendências, acelera-se a experimentação", afirmou Nuno Melo

NATO. Investigação de fraude leva a 5 detenções e buscas

14 October 2026 at 18:21
A Eurojust estima prejuízos de cerca de um milhão de euros para Estados-membros. Uma empresa suspeita terá subornado funcionários para obter tratamento privilegiado da NSPA.

© TOMS KALNINS/EPA

Na Alemanha, as diligências concentraram-se em duas empresas e uma residência, precisou a Eurojust

Seguro destaca tecnologias militares de duplo uso

14 October 2026 at 17:05
O Presidente salientou a importância de desenvolver tecnologias com aplicação tanto em operações militares como na proteção civil. Têm sido testadas soluções para sistemas aéreos e terrestres.

© PAULO NOVAIS/LUSA

A cerimónia de encerramento começou com intervenções do ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo

Ucrânia. UE desembolsa 2,86 mil milhões de euros em armas

14 October 2026 at 15:31
A verba do Empréstimo de Apoio à Ucrânia — no valor de 90 mil milhões de euros — divide-se numa vertente para a defesa, de 60 mil ME, e outra financeira, de 30 mil ME, este ano e em 2027.

© FILIP SINGER/EPA

Todas as decisões de financiamento respondem às necessidades em evolução da Ucrânia e estão sujeitas a condições acordadas e a monitorização

Lufthansa propõe investir 500 milhões na base de Tancos

14 October 2026 at 15:24
Proposta do grupo alemão que foi escolhida para a TAP prevê a instalação de escola de pilotos no aeródromo militar de Tancos que envolve o uso da pista também para voos civis. Estado será parceiro.

© TOMÁS SILVA/OBSERVADOR

Houthis reivindicaram ataques contra a Arábia Saudita

14 October 2026 at 11:38
Posição das forças xiitas que controlam o Iémen foi transmitida pelo porta-voz militar Yahya Sarea, num comunicado em que se referiu ao uso de "um grande número de mísseis balísticos e de drones".

© YAHYA ARHAB/EPA

As unidades houthis declararam que as operações contra o território saudita vão continuar nos próximos dias, visando aeroportos e instalações petrolíferas

Ukraine warns of “a new type of humanitarian crisis” as Russia aims at its biggest cities

14 October 2026 at 11:32

kyiv strike

Ukraine is drafting crisis scenarios for November to March as Russian strikes target the country’s biggest cities, Head of the Presidential Office Kyrylo Budanov said on 13 October after chairing a meeting with donor-country diplomats and humanitarian organizations. His deputy Iryna Vereshchuk warned the same day that this winter may bring a new type of humanitarian crisis. She asked donors to be ready with fast extra funding.

Russia has struck Ukraine’s grid deep into winter before: last February, it launched more than 500 missiles and drones as temperatures fell below −20°C. Strikes have continued despite a US-announced energy truce Moscow has not confirmed. Kyiv now wants donors ready to pay for the humanitarian fallout in advance.

Crisis scenarios for November to March

The core task is clear crisis scenarios and synchronized response plans for that period, Budanov wrote. The government is building a baseline threat scenario through the State Emergency Service, while the military and intelligence will provide a risk assessment.

“The available resource must be concentrated where people will have the hardest time,” Budanov wrote.

Ukraine, he added, must hold its rear as reliably as the Defense Forces hold the front line.

What officials mean by a new type of crisis

A war of rear areas is underway, Vereshchuk wrote. Russia is changing tactics in an attempt to deepen the humanitarian crisis, especially in Kyiv, Kharkiv, Odesa, and Dnipro, she added.

Vereshchuk did not define what makes the crisis new, but she tied her warning to the big cities.

“This winter, it is the big cities that may become the testing ground of our national resilience,” she wrote.

Humanitarian organizations must adapt their plans to protect and support civilians, Vereshchuk wrote. Donors, she said, must be ready to provide additional crisis-response funding quickly.

The capital lags behind

Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy wrote on 13 October that even border and frontline oblasts were ahead of Kyiv on resilience plans as of mid-October. Even single hits by Shahed attack drones can cut power and water across much of the capital, he noted. He also began consultations on urgent security and management steps to fix the situation in the city.

Aftermath of the Russian attack on Kyiv overnight into 14 October 2026
Explore further

Three days after Washington announced an energy ceasefire, Russia fires 39 ballistic missiles at Ukraine’s grid

Russia carried out more than 200 strikes on Ukraine’s power generation and transmission in the week to 11 October, Zelenskyy said. Overnight on 14 October, Russia fired 39 ballistic missiles and more than 120 drones at energy and critical infrastructure. The barrage left at least 600,000 people without power, Zelenskyy said.

Seguro diz que a cultura é motor de desenvolvimento do interior

14 October 2026 at 11:02

VTM

O Presidente da República, António José Seguro, esteve na Casa de Mateus, para presidir à cerimónia de entrega do Prémio D. Diniz 2026, que distinguiu a escritora Djaimilia Pereira de Almeida pela sua obra “Livro da Doença”.

Durante o seu discurso, o chefe de Estado salientou a importância de valorizar o interior como prioridade nacional e alertou para a necessidade de combater as desigualdades territoriais e de criar oportunidades fora dos grandes centros urbanos. “O interior de Portugal não pode ser visto apenas a partir das suas dificuldades”.

António José Seguro salientou a importância de garantir serviços públicos de qualidade, melhores acessibilidades e condições que permitam atrair investimento e fixar a população. Defendeu ainda que o interior deve ser valorizado não apenas pelas suas dificuldades demográficas, mas também pelo seu património, instituições e riqueza cultural.

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Seguro preside ao terceiro Conselho de Defesa

13 October 2026 at 22:53
O órgão presidido por António José Seguro analisou a segurança internacional e as forças destacadas. Foi a terceira reunião desde o início do mandato, em março de 2026.

© Paulo Cunha/LUSA

o Conselho Superior de Defesa Nacional é um órgão colegial específico, presidido pelo Presidente da República, de consulta para os assuntos relativos à defesa nacional

Energia e competitività. Quale menù per il prossimo Consiglio europeo

13 October 2026 at 16:42

Sono quattro gli argomenti che verranno trattati nel prossimo Consiglio europeo del 15 e 16 ottobre: competitività, energia, guerre, migranti. Giorgia Meloni, Friedrich Merz e Bart De Wever chiedono ad António Costa, in vista del Consiglio, di assumere una serie di iniziative concrete. Troppo forti le preoccupazioni dei singoli paesi sulla situazione internazionale che impatta sulle economie, oltre al fatto che esiste l’esigenza reale di tutta l’Ue di vedere un’accelerazione su comparti nevralgici come la competitività e su una crisi dagli esiti ancora incerti, come quella energetica legata alla situazione nel golfo.

Nella missiva rivolta al Presidente del Consiglio europeo, il Presidente del Consiglio, il Cancelliere tedesco e il Primo Ministro belga, dopo la riunione del gruppo informale degli “Amici della competitività” della scorsa settimana, invitano a approfondire tre strade. Ovvero: una corsia preferenziale per accelerare gli investimenti in settori prioritari, a partire da energia e digitalizzazione; un freno contro nuovi oneri burocratici; una riduzione generalizzata degli obblighi di ‘reporting’ Ue, soprattutto per le Pmi. Inoltre si fa specifico riferimento al collegamento tra semplificazione, caro energia e competitività industriale.

Il tema energetico è connesso alla cosiddetta tabella di marcia “One Europe, One Market” agli elevati prezzi dell’energia e agli squilibri macroeconomici globali, in particolare con la Cina. Si attendono a questo proposito “misure a breve termine”, come ad esempio la possibilità che il Consiglio europeo chieda alla Commissione di presentare ulteriori misure senza dimenticare la connessione con il macro tema dei rapporti con la Cina, visto e considerato che la scorsa settimana nella plenaria di Strasburgo è stata votata una risoluzione che inasprisce i meccanismi di difesa delle industrie europee rispetto all’invasività di super players esterni. Al secondo posto delle analisi ci sarà il cosiddetto dossier “difesa e sicurezza” legato a tre criticità: gli attacchi ibridi russi in Europa e la relativa risposta dell’Ue, la situazione in Medio Oriente con lo status quo in Libano, Iran, Gaza e Cisgiordania, e la criticità nello Yemen, dove la situazione “si è estesa e aggravata”.

Ma non è tutto, perché il consiglio analizzerà anche il dossier migranti e la gestione delle crisi migratorie nella consapevolezza che, come ammesso da un funzionario Ue, “il numero di ingressi irregolari nell’Ue è in costante calo da cinque anni cosa che dimostra che le misure adottate dall’Unione per contrastare tali ingressi sono efficaci e stanno funzionando”. Infine il tema dell’allargamento e delle riforme, con particolare attenzione al Montenegro, che è l’unico candidato che vede vicino il traguardo visto che il relativo trattato di adesione è in fase di elaborazione. Andranno quindi valutate le clausole di salvaguardia con le relative conseguenze.

A proposito di bilanci e prossimo Quadro finanziario pluriennale va segnalata la posizione della presidente del Parlamento europeo Roberta Metsola secondo cui “non possiamo fare di più con meno, se vogliamo che l’Europa ottenga risultati concreti, deve disporre del necessario sostegno finanziario”, per cui “dobbiamo garantire che le priorità che stiamo realizzando – quelle che i cittadini ci chiedono di portare avanti – siano accompagnate dai finanziamenti adeguati”.

Spazio, così il gruppo ceco Csg punta alle orbite

13 October 2026 at 16:35

Il gruppo ceco della difesa Csg ha acquisito una partecipazione del 9,5% in Mda Space, società canadese attiva nelle tecnologie spaziali, diventandone il maggiore azionista. L’operazione si inserisce nel percorso di espansione del gruppo industriale europeo nei comparti spaziale e aerospaziale, e affiancherà le attività preesistenti nel settore della difesa convenzionale. Mda Space, quotata alle Borse di Toronto e New York, sviluppa tecnologie e servizi nei sistemi satellitari, nella robotica spaziale e nell’intelligence geospaziale. La società opera sia sul mercato commerciale sia in quello governativo e conta oltre 4mila dipendenti.

La partecipazione sarà detenuta attraverso una società controllata dedicata e la stessa Csg ha dichiarato che intende valutare ulteriori possibili forme di collaborazione industriale con Mda Space, tra cui investimenti congiunti in impianti di produzione o assemblaggio in Europa, partnership in operazioni di acquisizione e iniziative per ampliare la presenza commerciale internazionale della società canadese attraverso la propria rete di clienti.L’investimento segue altre operazioni di venture capital realizzate da Csg attraverso il fondo Tech Horizons VC, che ha già investito nella britannica SatVu e nella tedesca Atmos Space Cargo.

Un team dedicato allo sviluppo delle attività spaziali

Contestualmente, il gruppo ha costituito un team dedicato allo sviluppo delle attività spaziali. La struttura sarà guidata da Ladislav Stahl, nominato Head of space strategy and technology, e Filip Kocián, che assumerà il ruolo di Space director for corporate development. Alla squadra si unirà anche Cameron McKenzie, dirigente canadese con oltre trent’anni di esperienza nei settori aerospaziale e della difesa, in qualità di senior advisor per il Canada.

Stahl ha già ricoperto incarichi nell’ambito dell’intelligence e della sicurezza spaziale presso la Nato e ha diretto in precedenza il Centro satellitare della Repubblica Ceca. Kocián ha maturato esperienza negli investimenti, nelle fusioni e acquisizioni e nello sviluppo aziendale nell’industria spaziale, mentre McKenzie ha lavorato in precedenza presso L3Harris Technologies, Cae e la Canadian commercial corporation.

Le prospettive dell’economia spaziale

L’iniziativa si colloca nella strategia di lungo periodo di Csg per ampliare le proprie competenze oltre i comparti tradizionali della difesa e dell’aerospazio. Secondo le stime elaborate dal gruppo, la space economy globale potrebbe raggiungere un valore di 1.800 miliardi di dollari entro il 2035. Nel 2025, la spesa pubblica globale per la sola difesa spaziale è stata pari a circa 74 miliardi di dollari.

“Vogliamo essere un azionista strategico di lungo periodo e vediamo un significativo potenziale di crescita congiunta per Mda Space e Csg”, ha dichiarato Michal Strnad, presidente del consiglio di amministrazione di Csg, che ha inoltre indicato che l’investimento potrà contribuire ad ampliare l’offerta di prodotti destinata ai clienti del gruppo.

Mike Greenley, amministratore delegato di Mda Space, ha accolto l’ingresso di Csg nella compagine azionaria, sottolineando il contributo che un investitore industriale europeo può offrire all’espansione della società. Greenley ha inoltre indicato il rafforzamento della rete di investitori e partner commerciali in Europa tra gli elementi legati all’operazione. Stanislav Kuba, direttore degli investimenti di Csg, ha spiegato che l’espansione nel settore spaziale si basa su una strategia industriale di lungo periodo e sulla disciplina finanziaria. La creazione del team dedicato e l’investimento in Mda Space, ha affermato, consentiranno al gruppo di sviluppare competenze interne e di acquisire una partecipazione diretta nel settore.

Nuno Melo vai rever critérios de acesso às Forças Armadas

13 October 2026 at 17:23
Ministro da Defesa anuncia nova portaria para substituir a de Helena Carreiras, suspensa há três anos, que baixava a altura mínima e flexibilizava doenças crónicas como critério de exclusão.

© JOSE SENA GOULAO/LUSA

Nuno Melo voltou a insistir que desde que a AD tomou posse os números do recrutamento estão a inverter a tendência de queda

Israel mata cinco membros do Hamas e da Jihad Islâmica

13 October 2026 at 10:29
Forças israelitas abateram no domingo três militantes da Jihad Islâmica e outros dois alegados militantes ligados ao Hamas, num ataque contra o sul da faixa de Gaza. Vários feridos foram reportados.

© MOHAMMED SABER/EPA

A operação de Israel começou após o ataque do Hamas contra território israelita a 7 de outubro de 2023 e que fez 1.250 mortos

Arábia Saudita intercepta três mísseis lançados por houthis

13 October 2026 at 08:26
Coligação militar anti-houthis refere que "um míssil balístico lançado pela milícia terrorista" contra a capital, Riade, foi intercetado e destruído assim como outros que tinham como alvo o sudoeste.

© YAHYA ARHAB/EPA

Os houthis, apoiados pelo Irão, denunciaram, por seu lado, na véspera, a morte de pelo menos nove civis — entre os quais cinco crianças — em ataques aéreos sauditas

Guerra nuclear e IA podem extinguir humanidade até 2100

12 October 2026 at 19:30
Estudo da The Lancet apresentado na Cimeira Mundial de Saúde, em Berlim, identifica 17 grandes riscos globais — dois deles com potencial de extinção.

© Getty Images/iStockphoto

"Estamos a partir da premissa de que, para um decisor político, seja no nível multilateral global ou a nível nacional, estas são as ameaças potenciais que podem ser enfrentadas, e esta é a magnitude pela qual [o decisor político] pode realmente fazer a diferença", afirmou Ibrahim Abubakar, membro da comissão.

CIP quer empresas portuguesas nos 10 mil milhões em defesa

12 October 2026 at 19:26
Confederação Empresarial de Portugal defende uma maior articulação entre Governo e empresas nacionais, garantindo a participação destas nos grandes investimentos do setor da defesa.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

A CIP lembrou que o setor da defesa representa atualmente em Portugal 40 mil postos de trabalho

Tecnologie, industria e nuove minacce. Come preparare la difesa del futuro

12 October 2026 at 16:13

La necessità di rafforzare le capacità militari europee, l’evoluzione della difesa aerea e missilistica e il ruolo dell’industria nello sviluppo dei sistemi di nuova generazione. Sono i temi affrontati nel primo panel della sessione dedicata al futuro del potere aerospaziale, nell’ambito del convegno “Facciamo Sistema”, promosso dall’Aeronautica militare a Palazzo Aeronautica, in cui sono intervenuti anche il ministro della Difesa Guido Crosetto e del capo di Stato maggiore Antonio Conserva. A moderare il confronto Alessandro Marrone, responsabile del programma Difesa, sicurezza e spazio dello Iai.

Una deterrenza europea più autonoma

Il possibile ridimensionamento del contributo americano alla Nato richiede agli alleati europei maggiori capacità e una pianificazione più coerente. Per Andrea Gilli, docente alla University of St Andrews, “se vengono meno gli enablers dobbiamo avere più massa”, ma costruire nuove capacità richiede risorse e tempo. Una difficoltà aggravata dalla lentezza dei processi decisionali e di acquisizione, che rischiano di vanificare gli sforzi dell’industria per accelerare lo sviluppo tecnologico.

Il tema delle capacità riguarda anche il rapporto tra difesa e offesa. Il generale Mauro Lunardi ha richiamato la necessità di costruire una difesa multilivello, capace di contrastare tanto i missili ipersonici quanto i droni a basso costo. “Oltre alla qualità è fondamentale la quantità”, soprattutto in termini di scorte e disponibilità operativa. Alla protezione dello spazio aereo devono però affiancarsi capacità offensive, proiezione logistica e strumenti per operare nei domini cyber e spaziale.

Dall’integrazione alla cooperazione industriale

Per rispondere a minacce differenti occorre collegare efficacemente piattaforme, sensori e sistemi decisionali. Una “superiorità sistemica”, secondo Lorenzo Mariani, amministratore delegato di Leonardo, che trova applicazione anche nel progetto Michelangelo Dome. Centrale il rapporto tra cooperazione e autonomia tecnologica. “Non possiamo pensare di avere uno scudo senza avere un minimo di sovranità sulla parte che riguarda la fusione dati, l’elaborazione e il decision making”, ha precisato.

Una prospettiva condivisa da Enzo Tosini, direttore generale di MBDA Italia, secondo cui la cooperazione industriale sarà “non solo auspicabile, ma probabilmente indispensabile”. L’azienda punta a rafforzare la produzione missilistica, sviluppare soluzioni economicamente sostenibili e contribuire alle architetture di difesa aerea integrata, combinando sistemi avanzati e nuove tecnologie.

Droni e tecnologie di nuova generazione

La rapidità con cui evolvono i droni impone di ripensare gli strumenti di contrasto, anche sul piano della sostenibilità economica. Alessandro Ercolani, ceo di Rheinmetall Italia, ha portato l’esempio ucraino, dove alcuni modelli hanno triplicato la velocità in poco più di un anno, riducendo i tempi di reazione delle difese. La risposta richiede sistemi mobili e l’integrazione di sensori radar, ottici e acustici con informazioni satellitari, capaci di individuare minacce sempre più difficili da intercettare.

Un’evoluzione che coinvolge anche lo spettro elettromagnetico, sempre più rilevante per la protezione delle piattaforme e la superiorità informativa. Domitilla Benigni, ceo di ELT Group, ha sottolineato la necessità di integrare guerra elettronica, cyber e intelligenza artificiale, superando una concezione della superiorità militare basata esclusivamente sulle prestazioni delle singole piattaforme. La capacità di raccogliere, proteggere ed elaborare le informazioni diventa così parte integrante della risposta alle minacce, comprese quelle asimmetriche e a basso costo.

L’innovazione riguarda anche i sistemi più avanzati, a partire dalla propulsione dei caccia di sesta generazione. Riccardo Procacci, ceo di Avio Aero, ha spiegato come i nuovi motori dovranno conciliare esigenze spesso contrastanti. Maggiore efficienza e autonomia richiedono temperature elevate e dimensioni più grandi, mentre la bassa osservabilità impone soluzioni compatte e una ridotta impronta termica. A questo si aggiunge la crescente richiesta di energia elettrica per i sistemi di bordo, che rende indispensabile progettare motore e velivolo come un unico sistema. Un percorso che richiede investimenti nella ricerca, coinvolgimento della filiera nazionale e partnership internazionali. Per Procacci, infatti, “la collaborazione internazionale non è in nessun modo antitesi alla sovranità”, purché ciascun partner contribuisca con tecnologie e competenze proprie.

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