Mosquito-tigre detetado em Braga e Amares



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O distrito de Faro está entre os 15 abrangidos pelo novo projeto-piloto do Ministério da Agricultura para reforçar o controlo das populações de javalis, dotado de 500.000 euros e destinado a premiar zonas de caça que obtenham “resultados superiores à respetiva média histórica”.
“O Ministério da Agricultura e Mar, através do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF, I.P.), lançou um projeto-piloto destinado ao controlo da densidade populacional de javalis, abrangendo mais de 1.300 zonas de caça, distribuídas por 65 concelhos de 15 distritos de Portugal continental”, anunciou o ministério em comunicado.
A dotação global de 500.000 euros será distribuída pelas zonas de caça que consigam “resultados de controlo superiores à respetiva média histórica”, procurando incentivar uma maior redução da densidade destes animais.
O Ministério da Agricultura e Mar, tutelado por José Manuel Fernandes, justifica a criação do projeto com o crescimento das populações de javalis e com os impactos associados à sua presença.
O apoio previsto é de 50 euros por macho e de 70 euros por fêmea para os animais abatidos acima da média.
Está também previsto um apoio adicional de 10 euros por animal enviado para um estabelecimento de manuseamento de caça, de modo a aproveitar a carne.
O limite é de 2.000 euros por zona de caça.
O Governo justificou a escolha dos concelhos abrangidos com critérios técnicos e científicos.
Segundo um explicador divulgado pelo Governo, os distritos abrangidos são Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu.
O projeto-piloto não substitui os apoios e indemnizações para os produtores que registaram prejuízos causados pelos javalis.
A atribuição dos apoios previstos no projeto depende da verificação individual de cada animal abatido, que deve ter um selo de série e ser registado na plataforma RUBUS do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, no prazo de 15 dias após a morte.
Para isso é necessária uma amostra de pelo identificada com o número de série e três fotografias com data e georreferenciação, que permitam identificar o género, o selo e o animal completo.
Em 2024, os prejuízos causados pelos javalis no milho e nas pastagens foram de cerca de oito milhões de euros.
O projeto-piloto estará em vigor até ao final de maio de 2027.
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O Governo lançou hoje um projeto-piloto de 500 mil euros para incentivar o abate adicional de javalis em mais de 1.300 zonas de caça, distribuídas por 65 concelhos de 15 distritos de Portugal continental.
Segundo um aviso hoje publicado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), os apoios destinam-se às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça, com incentivos de 50 euros por macho e 70 euros por fêmea abatidos acima da média histórica, até ao limite de 2.000 euros por zona de caça.
No distrito de Braga, o projeto abrange os concelhos de Barcelos, Amares e Vila Verde.


Denominado “Controlo de Densidades Excessivas de Javali em Áreas Críticas”, o projeto abriu hoje as pré-inscrições e decorrerá até 31 de maio de 2027, procurando reduzir os prejuízos agrícolas e florestais, os acidentes rodoviários e os riscos sanitários associados à espécie.
O programa prevê ainda um incentivo adicional de 10 euros por exemplar encaminhado para um estabelecimento aprovado de manuseamento de caça, promovendo o aproveitamento da carne em condições de segurança alimentar, valor igualmente sujeito ao limite máximo de apoio.
Podem beneficiar destes incentivos as entidades titulares de zonas de caça associativas ou turísticas e as gestoras de zonas de caça municipais ou nacionais, desde que cumpram os requisitos legais e administrativos estabelecidos pelo ICNF.
Os apoios serão calculados com base nos abates adicionais comprovados relativamente à média das épocas venatórias de 2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025, sendo estabelecido um limiar mínimo de 10 animais por zona de caça, mesmo quando não exista histórico validado.
A seleção dos 65 concelhos assentou em sete critérios técnicos, científicos e territoriais, incluindo os danos agrícolas e florestais, a pressão populacional da espécie, as características dos habitats, a proximidade de áreas urbanas, a sinistralidade rodoviária, o risco sanitário e a expansão territorial do javali.
O ICNF considerou igualmente um estudo da Universidade de Aveiro sobre a evolução da presença e expansão de javalis no território nacional.
Os exemplares abatidos terão de ser identificados com selos específicos, registados individualmente na plataforma RUBUS e acompanhados de fotografias georreferenciadas e amostras de pelo, para permitir a verificação dos resultados e prevenir irregularidades.
As montarias abrangidas pelo projeto devem ser comunicadas ao ICNF com uma antecedência mínima de oito dias, estando previstas ações de acompanhamento, verificação e fiscalização.
O aviso estabelece ainda que, caso os pedidos de pagamento ultrapassem a dotação global de 500 mil euros, os montantes elegíveis serão reduzidos proporcionalmente, podendo o programa terminar antecipadamente se as verbas forem esgotadas.
A adesão é efetuada através da plataforma eletrónica https://javalicontrol.icnf.pt/, podendo as entidades interessadas consultar as condições de participação, os critérios de elegibilidade e a lista dos 65 concelhos abrangidos no aviso publicado pelo ICNF, disponível aqui.
Após a conclusão do projeto-piloto, será avaliada a eficácia deste modelo de incentivos enquanto instrumento de gestão sustentável das populações de javali.
No Médio Tejo, os municípios de Mação e Sardoal promoveram recentemente reuniões com associações de caçadores para discutir medidas de controlo da espécie, perante os prejuízos na agricultura e os riscos para a segurança rodoviária.
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo tinha manifestado disponibilidade para os seus 11 municípios integrarem este projeto-piloto, mas apenas Abrantes, Mação e Sardoal constam da lista agora publicada.
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Entre fantasmas, criaturas misteriosas e experiências imersivas, o Halloween regressa ao Zoomarine Algarve entre 20 e 31 de outubro, com uma programação especial dirigida a famílias e visitantes de diferentes idades.

Durante este período, vários espaços do parque vão assumir uma decoração e ambiente inspirados na época, com propostas que vão desde percursos de sustos a atividades destinadas ao público infantil.
Um dos principais destaques é a Passagem dos Sustos, destinada exclusivamente a maiores de 14 anos e concebida como um percurso com diferentes surpresas ao longo do trajeto.
Para os visitantes mais novos, o Túnel Fantasma apresenta uma experiência adaptada às crianças, permitindo-lhes participar também nas atividades temáticas do parque.
A programação inclui ainda o regresso de “Spooky Spark” ao Cine 4D do Zoomarine, numa experiência que combina imagem, som e efeitos especiais.

A proposta pretende reforçar o ambiente associado ao Halloween através de uma sessão imersiva integrada na programação especial prevista para estes dias.
Nos dias 28 e 31 de outubro realiza-se também o Concurso de Máscaras Infantil, dirigido aos visitantes mais novos.
As crianças são desafiadas a entrar no parque com disfarces originais e alusivos ao Halloween, estando previstos prémios para as participações que mais se destacarem.

Durante este período estará ainda em vigor a campanha “Dobro da Diversão”, que permite adquirir um bilhete de dois dias pelo preço de um dia, válida para visitas ao parque entre 16 e 31 de outubro.
Entre 20 e 31 de outubro, período em que decorre a programação especial de Halloween, o Zoomarine Algarve estará aberto de terça-feira a sábado.
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Cerca de uma dezena de criadores de gado da região Norte estão hoje concentrados em Arcos de Valdevez para exigir ao Governo medidas que travem os ataques do lobo e indemnizações “justas” pelos animais mortos por aquela espécie protegida.
“Estamos fartos de canções, queremos ações. O senhor ministro da Agricultura tem-se esforçado na conversa, mas nós não queremos conversa, nós queremos ações”, afirmou à Lusa o porta-voz da União de Produtores de Gado Lesados pelos Lobos (UPGALL).
O responsável falava à porta da Casa das Arcos, em Arcos de Valdevez, onde decorre um fórum sobre pastorícia extensiva com presença de mais de 200 pessoas. A iniciativa, organizada pelo Ministério da Agricultura, vai ser encerrada, cerca das 13:30, por José Manuel Fernandes.
O protesto dos criadores de gado começou cedo com a montagem de cartazes com palavras de ordem como “senhor ministro, não queremos canção. Exigimos ação”, “Não estamos disponíveis para viver de indemnizações”, “O lobo é um parasita psicopata, sanguinário que não tem lugar no nosso território”, “Combater a selvajaria é preservar a soberania” e “Se o lobo prevalecer, o que vamos comer? Deixem de perseguir quem está a produzir”.
Orlando Gonçalves sublinhou que “o gado autóctone é um património genético importantíssimo que está a ser pura e simplesmente devorado”.
“A alimentação humana está a ser desviada para um parasita que não tem qualquer utilidade, é um desestabilizador do ambiente, não é um equilibrador como os tontinhos que o defendem dizem que é. O lobo é o autor do desequilíbrio em que vivemos. Existe um desequilíbrio, um autêntico terrorismo na pecuária aqui na região”, sustentou.
À chegada ao fórum sobre pastorícia extensiva, o secretário de Estado do Ambiente lembrou que “o lobo é uma espécie protegida, o que não significa que os criadores sejam abandonados”.
“Temos tomado variadíssimas medidas no sentido de criar condições para a conservação do lobo e, ao mesmo tempo, compatibilizar com o pastoreio, quer ele seja de modo extensivo ou não”, referiu João Manuel Esteves.
O governante adiantou que “há cerca de um ano foi lançado o programa Alcateia, dedicado exatamente às questões da conservação do lobo e às questões da compatibilização e da mitigação dos prejuízos causados pelo lobo, que é para 10 anos com um valor anual de cerca de um milhão de euros”.
João Manuel Esteves frisou que o “programa contempla um conjunto de medidas, medidas extras que têm a ver com as indemnizações”, e que “este Governo atualizou os valores a pagar pelo quilo de carne, assim como também diversas tipologias dos animais”.
“As indemnizações no mínimo duplicaram e outros até triplicaram. Compreendemos [que] é possível que ainda não seja aquilo que as pessoas todas querem, mas foi dado este salto num espaço de menos de um ano, isso é o facto”, referiu o governante.
Relativamente às vedações, acrescentou, “elas já existem agora, [mas] também temos de arranjar a maneira para serem mais eficazes”.
Adiantou ainda que, em agosto, o Ministério do Ambiente “decidiu agilizar os procedimentos de verificação, da competência do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)”.
“Havia uma redução sistemática do valor a pagar se fosse mais do que um ataque à mesma pessoa, portanto, isso foi eliminado, os ataques são o que são. Também foi eliminada uma outra questão relacionada com desaparecimento do cadáver. Desde que haja a verificação que foi um ataque do lobo, que aconteceu naquelas imediações, então também se paga, agora de forma reduzida”, disse.
O secretário de Estado recordou que “na semana passada foi publicado um despacho que tem a ver com a reabilitação do ecossistema do lobo, com aquilo que é o aumento das presas selvagens e, portanto, são tudo medidas para mitigar estes efeitos”.
“É um passo gigante relativamente àquilo que se passava”, garantiu.
O Programa Alcateia 2025-2035 tem este ano um orçamento de 3,3 milhões de euros para proteger o lobo e indemnizar produtores. Identificou no país quatro núcleos populacionais: Peneda/Gerês, Alvão/Padrela, Bragança e Sul do Douro, num total de 58 alcateias (56 confirmadas, 2 prováveis) e cerca de 300 animais.
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Inês Sousa Real faltou ao debate quinzenal com o primeiro-ministro na passada sexta-feira, 9 de outubro, devido a uma emergência de saúde do seu gato Mikas, que terá sofrido um AVC. A líder do PAN explicou posteriormente a ausência nas redes sociais, sublinhando que nunca tinha faltado a um debate deste género.
Segundo uma publicação feita pela deputada no Instagram, o animal está a recuperar e já regressou a casa. Mikas acompanha Inês Sousa Real há quase 17 anos e, perante o agravamento do seu estado de saúde, a parlamentar decidiu permanecer junto dele em vez de participar no debate.
A líder do PAN contou que o episódio aconteceu na sexta-feira e que foi difícil assistir à degradação do estado de saúde do animal. Segundo escreveu, a médica veterinária considera que a hipótese mais provável é a de Mikas ter sofrido um acidente vascular cerebral.
Apesar do susto, a evolução tem sido positiva. Inês Sousa Real adiantou que o gato está consciente, continua a comer e mantém o comportamento habitual, embora a componente motora pareça ter sido a mais afetada. No domingo, Mikas já tinha regressado a casa.
Foi esta emergência que levou a deputada única do PAN a não marcar presença no debate quinzenal. “Quem acompanha o meu trabalho sabe que nunca faltei a um debate com o Primeiro-Ministro”, escreveu, acrescentando que exerce o mandato com sentido de responsabilidade e compromisso.
Desta vez, porém, diz ter-se visto “forçada a faltar pela primeira vez”. A deputada rejeitou que a ausência tivesse resultado de desconsideração pelo debate ou de falta de compromisso político, explicando a decisão através da relação que mantém com o animal.
Na publicação, Inês Sousa Real defendeu que quem vive ou viveu com um animal de companhia compreenderá a decisão, uma vez que estes acabam por fazer parte da família. A dirigente recordou ainda que Mikas está ao seu lado desde que tinha apenas dois meses.
A deputada resumiu a posição afirmando que “a política exige responsabilidade, mas também humanidade”. O debate dessa sexta-feira terminou sem a intervenção do PAN, depois de os restantes partidos com representação parlamentar terem participado no confronto com o primeiro-ministro.
A ligação entre os dois é antiga. Inês Sousa Real recordou que, ao longo de quase 17 anos, Mikas esteve presente nos momentos mais difíceis da sua vida e que frequentemente percebia quando alguma coisa não estava bem.
A dirigente agradeceu ainda ao hospital veterinário onde o animal é acompanhado e, em particular, à médica que o recebeu durante a emergência. Para a deputada, a rapidez da resposta assumiu especial importância num momento que descreveu como particularmente sensível.
Inês Sousa Real reconheceu que existirão outros debates e mais trabalho parlamentar, mas considerou que, naquele momento, não existia ninguém que pudesse substituí-la junto de Mikas. Foi essa circunstância que, segundo explicou, determinou a escolha de permanecer com o animal.
“Estive, e estarei sempre, onde ninguém me poderia substituir e onde o meu coração estava: com o Mikas”, escreveu no final da publicação. A ausência de sexta-feira tornou-se, assim, a primeira vez em que a líder do PAN faltou a um debate com o primeiro-ministro, segundo a própria.
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Os Bombeiros de Fafe resgataram este domingo um gato bebé que miava insistentemente desde a manhã numa sarjeta, em Moreira de Rei, concelho de Fafe.
O gato, que estava muito assustado, foi retirado sem ferimentos, depois de elementos dos bombeiros terem entrado no labirinto de tubos subterrâneos.



No local estiveram cinco operacionais dos Bombeiros de Fafe.
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A inauguração da exposição de fotografia ‘Amigos (Im)perfeitos’, da autoria de Carlos Filipe, terá lugar esta segunda-feira, 12 de outubro, pelas 17h00 na Biblioteca da Universidade do Algarve (UALg) no Campus de Gambelas.
O projeto do fotógrafo algarvio Carlos Filipe, retrata animais de rua e de abrigo com deficiências ou necessidades especiais, cuja mostra, patente até 30 de outubro, pode ser vista de segunda a sexta-feira, das 08h30 às 20h00 e ao sábado das 09h30 às 15h30, promove a inclusão e a adoção, provando que o amor supera qualquer limitação física ou estética.
A Expo Animal regressa este domingo ao Forum Braga para o segundo e último dia de uma edição que reúne criadores, profissionais, expositores, famílias e apaixonados pelo mundo animal.
Depois de um primeiro dia com programação diversificada, a feira promovida pela InvestBraga volta a abrir portas com novas oportunidades de descoberta e contacto com diferentes espécies.
Os visitantes poderão acompanhar concursos e exposições, conhecer de perto várias raças e explorar os espaços dos 58 expositores presentes, que apresentam produtos, serviços e soluções dedicados ao universo animal.
Com uma programação pensada para diferentes idades, o último dia constitui “uma oportunidade para descobrir a diversidade do mundo animal, assistir a momentos de competição e participar numa experiência que valoriza a relação entre pessoas e animais”, refere a organização.
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Escolher uma cama confortável para o cão pode não ser suficiente para garantir que descansa bem. O local onde é colocada também faz diferença e há zonas da casa que os veterinários recomendam evitar.
Corredores movimentados, entradas, locais com correntes de ar ou zonas demasiado próximas de fontes de calor são alguns dos exemplos apontados por especialistas ouvidos pela revista Good Housekeeping.
Curiosamente, também não é necessariamente o dono que sabe qual é o melhor lugar. O comportamento do próprio animal pode dar uma pista importante.
Carly Fox, veterinária do Schwarzman Animal Medical Center, em Nova Iorque, explica que os cães têm preferências diferentes relativamente ao local onde dormem, tal como acontece com as pessoas.
Idealmente, a cama deve ficar numa zona onde o animal se sinta protegido, mas continue integrado no quotidiano da família.
Um canto da sala ou do quarto onde a família passa bastante tempo pode ser uma opção. É também importante que o cão consiga entrar e sair facilmente da cama e não se sinta encurralado.
Quem utiliza uma transportadora ou crate pode colocar uma cama no interior, desde que a porta permaneça aberta. Desta forma, o animal dispõe de um espaço previsível e mais reservado para descansar.
Karen Halligan, veterinária e cirurgiã veterinária no Marina Veterinary Center, na Califórnia, chama a atenção para uma situação frequente: os donos compram uma cama cara, escolhem onde a querem colocar e depois não percebem por que motivo o cão prefere dormir no chão.
Nesse caso, a solução pode ser bastante simples.
Se o animal se deita repetidamente ao lado da cama, em vez de se deitar nela, experimente deslocá-la para o local que o cão escolhe naturalmente para dormir.
Há, contudo, locais que devem ser evitados independentemente das preferências do animal.
As zonas com muita passagem, como corredores, entradas da casa ou caminhos utilizados frequentemente pelas pessoas, podem manter o cão constantemente atento devido ao movimento, ao ruído e às interrupções.
Colocar a cama junto às escadas também pode não ser uma boa ideia. Além da movimentação, deve evitar-se qualquer lugar elevado do qual o animal possa cair ou tenha de saltar para sair.
Este cuidado é particularmente importante no caso de cães mais velhos ou com problemas nas articulações, uma vez que saltar pode aumentar desnecessariamente a pressão exercida sobre estas zonas.
Janelas com correntes de ar e saídas de ventilação são outros locais pouco aconselhados para a cama do animal.
O mesmo acontece no extremo oposto. Radiadores, lareiras ou locais sujeitos durante muito tempo a luz solar direta podem tornar-se demasiado quentes e comprometer a qualidade do descanso.
Em casas com vários animais existe ainda outro fator a considerar. Se um gato, por exemplo, costuma ocupar a cama do cão e isso provoca comportamentos territoriais, os especialistas aconselham a separar os respetivos espaços de descanso.
No final, observar onde o cão escolhe espontaneamente deitar-se pode ser uma das formas mais simples de encontrar o lugar certo, desde que seja uma zona segura, tranquila e com uma temperatura confortável.
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