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Los gobernadores de los bancos centrales de España y Francia y el exvicepresidente del BCE debatirán en el World In Progress 2026

19 October 2026 at 19:46

World In Progress (WIP), el foro internacional de reflexión y diálogo sobre los motores del progreso, convertirá Barcelona en un punto de encuentro para líderes, expertos y responsables de la toma de decisiones los próximos 2 y 3 de noviembre. Esta tercera edición reunirá a más de 60 ponentes, entre ellos, tres destacados referentes de la política monetaria europea. El gobernador del Banco de España, José Luis Escrivá Belmonte, el gobernador del Banco de Francia, Emmanuel Moulin; y el exvicepresidente del Banco Central Europeo, Luis de Guindos, debatirán sobre el presente y futuro de la economía mundial.

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© Massimiliano Minocri

World in Progress 2025 en el Palau de Congresos de Cataluña.

Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anuncia finalistas à revelação

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A organização do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas anunciou, nesta segunda-feira (19), as finalistas da categoria Jogadora Revelação da temporada 2026. As candidatas são a meio-campista Kaylane, do Flamengo; e as atacantes Evelin Bonifácio, do Santos, e Isa, do São Paulo.

Os nomes foram escolhidos por representantes de cada clube que integra a elite do futebol feminino nacional: a capitã, o(a) treinador(a) e a(o) dirigente responsável pela modalidade. Conforme o regulamento, eles não poderiam votar em atletas da própria agremiação.

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Revelada nas categorias de base do Flamengo, Kaylane tem 17 anos, chegou em 2026 à equipe profissional rubro-negra. Em menos de uma temporada, chamou atenção de Arthur Elias, que a levou à seleção brasileira principal. A meia já acumula três jogos com a Amarelinha, sendo titular no empate por 2 a 2 com a Argentina, na última terça-feira (13), em amistoso disputado na Arena de Pernambuco, em Recife.

Evelin, de 18 anos, subiu no ano passado ao time profissional do Santos, participando da campanha do acesso à elite do Campeonato Brasileiro. Em 2026, a atacante se firmou como titular das Sereias da Vila e ganhou oportunidade na seleção verde e amarela, integrando o time campeão do Fifa Series, torneio amistoso realizado na Arena Pantanal, em Cuiabá, organizado pela Federação Internacional de Futebol (Fifa).

"Veterana" das finalistas, Isa fez 23 anos nesta segunda (19). A atacante integra o elenco profissional do São Paulo desde 2021, mas foi nesta temporada que ganhou mais projeção. Campeã do Brasileirão e vice-artilheira das Soberanas na campanha, com seis gols, a jovem balançou as redes para decretar o triunfo por 2 a 1 sobre o Corinthians, no jogo de ida da decisão, disputado na Neo Química Arena, na capital paulista.

O prêmio de Jogadora Revelação reconhece novos talentos que se destacaram na temporada, demonstrando o potencial de renovação do futebol feminino brasileiro. As vencedoras desta e das demais categorias - cujos finalistas serão anunciados nos próximos dias, gradualmente - serão conhecidas em cerimônia marcada para 15 de novembro, no Museu do Futebol, em São Paulo.

Também serão escolhidos os ganhadores dos seguintes prêmios: Melhor Jogadora, Artilheira, Melhor Treinadora ou Treinador, Gol Mais Bonito, Melhor Departamento de Futebol Feminino e Seleção da Temporada (formada por 11 atletas, escolhidas por posição). Há, ainda, uma categoria especial, chamada Futebol Feminino Contra o Feminicídio, para reconhecer o clube que melhor promoveu ações de enfrentamento à violência contra a mulher.

Anvisa proíbe lotes de medicamento para tratar câncer

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A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão dos lotes Z005197 e Z012354 do medicamento Keytruda (pembrolizumabe) 100 mg/4 mL, indicado para o tratamento de diversos tipos de câncer.

A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União. 

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Em nota, a Anvisa informou que a própria empresa detentora do registro do produto, Merck Sharp & Dohme Farmacêutica Ltda., identificou no mercado unidades dos lotes com características divergentes das constantes no medicamento original.

A suspeita é que sejam produtos falsificados.

Anvisa determina apreensão de lote falsificado de toxina botulínica

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A Agência Nacional de Vigilância (Anvisa) determinou a apreensão do lote 025155 do medicamento Dysport, um neuromodulador à base de toxina botulínica. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (19) no Diário Oficial da União.

Em nota, a Anvisa informou que a própria detentora do registro do produto, Beaufour Ipsen Farmacêutica Ltda., identificou unidades do lote com características divergentes das do medicamento original.

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Segundo a empresa, além da data de validade incorreta, o frasco possui formato diferente do genuíno e o código de barras corresponde ao lote nº W26232. Foram identificados ainda problemas relativos ao rótulo da caixa de embalagem secundária.

De acordo com a agência, os produtos não podem ser vendidos, distribuídos nem utilizados.

10 people on weathering 12 months of immigration turmoil

A carousel of portraits
10 people tell all about the uncertainty, risk, and reward of navigating the US immigration system.

Sean Marc Lee, Angela Ponce, Chinky Shukla, Ian Tuttle for BI

The H-1B visa system is one of high stakes, shifting rules, and little certainty.

Over the past year, Business Insider has spoken to more than 20 H-1B visa holders and hopefuls about their decisions to opt in, push through, and sometimes give up on the H-1B American Dream as the Trump administration has become increasingly hostile to foreign workers.

As part of our H-1B Fallout series, published one year after the Trump administration introduced a $100,000 payment for some new H-1B petitions, we are telling the stories of people navigating the visa system. Some left the US and returned to their home countries, while others rebuilt elsewhere or are still trying to build a career in the US.

In a statement, a White House spokesperson said the goal of the $100,000 H-1B fee is to focus on sponsoring "truly highly specialized temporary labor." A Department of State spokesperson said the US is unapologetic about its "America first visa policies" and that the administration is working with partners to facilitate necessary visas. A Department of Labor spokesperson said the administration is protecting American jobs and increasing wages.

Keep reading to see what life has been like for people affected by the US's immigration policy changes.

H-1B by the numbers (Table)
Soumi Chanda, 35
Person stands in a narrow urban street lined with buildings, parked scooter, overhead wires, and streetlights.

Paromita Chatterjee for BI

Soumi Chanda had spent 13 years building a life in the US when a 2025 layoff put her H-1B status at risk.

Chanda moved from Kolkata to Spokane, Washington, in 2013 for graduate school. She was selected for an H-1B on her first attempt in 2021 — "pure luck," she said — and Amazon later took over her sponsorship, prompting her move to Seattle.

When Amazon laid her off, Chanda had 60 days to find a new sponsor or leave the country. "Sixty days sounded impossible from the start," she said. Her search came as debate intensified over the proposed fee. "Even with Amazon on my résumé, I didn't get a single interview the following month," she said.

When preparing to leave the US, Chanda made her two cats her priority. She spent weeks arranging their international travel and paid roughly $5,000 for paperwork, along with thousands more to break her lease, dispose of her belongings, and secure last-minute travel. In total, she estimates the move cost her $18,000.

Now back in Kolkata, she's still working out whether India will be her long-term home. "There's plenty here I value, and other things, as a feminist, I find harder to reconcile."

Person holds a fluffy black-and-white cat in a softly lit indoor room.

Paromita Chatterjee for BI

Even with Amazon on my résumé, I didn't get a single interview the following month.

Read: She was picked for an H-1B visa on her first try, but got laid off

Luciana Pereyra, 26
Luciana Pereya

Angela Ponce for BI

Luciana Pereyra moved from Peru to the US at 17 on a tennis scholarship. After graduating, she landed a marketing role at Ohio State. Her H-1B was approved in April 2024. She described that time as living in "survival mode," knowing that losing a job could also mean losing her home.

In December 2025, Pereyra said HR contacted her to say that her position would end the following month. She had 60 days to find another employer to sponsor her visa or leave the country. "I treated the job search like the last match of my career," she said.

She focused on university jobs, but the timing worked against her: Many campuses closed for winter break as her grace period began. She said two promising opportunities fell through after prospective employers raised concerns about securing a visa amid the proposed H-1B fees.

Pereyra returned to Peru in March. In Lima, she freelances for a US marketing client, coaches tennis, and is building a small business. She said she would consider moving to the US again, but only if it came with "a real path to permanent residency."

Luciana Pereyra

Angela Ponce for BI

I treated the job search like the last match of my career.

Read: She played college tennis, earned 2 degrees, then lost her H-1B job

Mohamed Zeeshan, 33
Mohamed Zeeshar

Jared Soares for BI

Recent changes to US immigration policy have made Mohamed Zeeshan, a green card holder, more concerned about whether immigrants like him can build stable lives in the country.

He's seen relatives and friends consider countries such as Germany and Australia, rather than the US, because of the difficulty of securing jobs and visas after graduation. The instability surrounding H-1B visas — including the proposed $100,000 fee for new applicants — has reinforced his concerns.

Zeeshan self-petitioned for a green card and received it in 2023, enabling him to live in the US without needing employer sponsorship.

In 2025, he started his own consulting firm. Over the past year, Zeeshan said he has watched the immigration landscape become more uncertain.

He still plans to become a US citizen but says that if he had to rely on an H-1B visa today, he doesn't think he'd do it: "When you're on an H-1B here in the US, you're kind of always on tenterhooks."

"You don't know if you're going to be here next month or two months or three months down the line. That's a very difficult position to be in."

His wife is still waiting for her green card, and the couple is holding off on having children until they have more clarity about her status.

Mohamed Zeeshar

Jared Soares for BI

When you're on an H-1B here in the US, you're kind of always on tenterhooks.

Read: He moved to the US on a green card and wouldn't do the same on an H-1B

Vivienne Yang, 31
Vivienne Yang

Sean Marc Lee for BI

Vivienne Yang found out she was being laid off from her H-1B-sponsored job while she was on vacation in Japan in October 2024.

She spent the rest of the trip speaking with immigration and labor lawyers, emailing her employer, and trying to enjoy sightseeing with her partner.

Yang, who is from Taiwan, managed to get her employment extended for a few weeks, allowing her to fly back to New York. She then switched to a B-2 tourist visa so she could stay in the US longer and search for another job. She went through over 20 job interviews in the next year, all of them unsuccessful.

So, she decided to pivot.

Yang was accepted into a New York acting program, but her application for a US student visa was denied after she returned to Taiwan to apply for it in December 2025. Her American partner now looks after her two cats in Brooklyn while she remains in Taiwan, living with her family and working as a content creator, business English coach, and freelance consultant.

She has put her US plans on hold. "I don't want to deal with visa issues anytime soon," she said.

"Now I can move on with my life without any regrets because I know I have tried," she said. "I have a better understanding of what living abroad looks like and what American dream looks like in reality."

Vivienne Yang

Sean Marc Lee for BI

I have a better understanding of what living abroad looks like and what American Dream looks like in reality.

Read: She lost her job and left behind her American dream — and her cats

Watch: Vivienne Yang on letting go of her American dream

Ananya Joshi, 26
Ananya Joshi

Natalia Kepesz for BI

Ananya Joshi's plans to build a career in the US came apart in 2025, when a visa setback and a sudden layoff pushed her to look for a future elsewhere.

Joshi had moved from India to Illinois to pursue a master's degree. After graduating in 2024, she joined a Chicago startup developing cultivated meat as a scientist, working on an F-1 Optional Practical Training, or OPT visa.

She was enjoying the work until she learned that her employer could not complete E-Verify, which employers must use to sponsor an extension of STEM graduates' OPT.

From May through July 2025, Joshi interviewed for jobs around the world. She received offers in Canada and Germany and ultimately chose Germany. "Having gone through so much, I realized I needed that stability," she said.

In January, she moved to Rostock, about three hours north of Berlin, to join another lab-grown-meat startup. These days, Joshi is taking German classes and adjusting to what she describes as a slower work culture. She's also learning to navigate a long-distance relationship with her boyfriend, who remains in the US.

Joshi said she would still like to return to the US, but said, "I can't forget what I went through."

Gu Yichen, 31
Yichen Gu

Ian Tuttle for BI

Gu Yichen's path to working in the US began in high school, when he spent a year as an exchange student in Yacolt, a small town in Washington State. He later attended college in the US, interning at Amazon before joining the company full-time after graduation.

With a STEM degree, Gu had three chances to enter the H-1B lottery. He was selected on his third try.

In late 2022, Gu left Amazon for a job at Google, despite his manager's warning that the market was becoming unstable. He was laid off the following month, before he had done "a single day of real work."

Gu faced pressure to find a new employer within the 60-day grace period. Rather than take a stopgap role, he returned to China for a break before ultimately rejoining his former Amazon team in the US on an I-140, an immigration petition that can support a green-card application.

He has since applied for a green card, hoping it will give him "more freedom in both my personal life and my career."

Over the past year, he said the biggest challenge has remained the same: His ability to stay in the US is tied to his job. "I've been thinking what kind of life I really want to live and what is my real interest in life."

Yichen Gu

Ian Tuttle for BI

I've been thinking what kind of life I really want to live and what is my real interest in life.

Read: Google laid him off a month after hiring him; he was on an H-1B visa

Disha Lamba, 28
Disha Lamba

Chinky Shukla for BI

Leaving a six-figure data-scientist job in New York and returning to India in May was not an easy decision for Disha Lamba, but she says being closer to her family — and free from the limits of an employment visa — made it worthwhile.

Lamba moved to the US in 2021 to pursue a master's degree. She later joined CVS Health as a data scientist and learned that she had been selected in the H-1B lottery in March 2026.

By then, however, Lamba had already decided to move home. Though she had a fulfilling job and social life in New York, she struggled with the distance from her parents.

The prospect of managing an H-1B long-term reinforced her decision. Lamba was concerned about the difficulty of obtaining visa stamps to travel, as well as the limits the visa can place on changing employers, taking a career break, or pursuing additional income.

"Anything comes with its pros and cons. H-1B has its pros but also has its cons. I wasn't OK with the cons of being in these restrictions," she said.

After resigning, Lamba moved back to live with her parents and brother. She took a two-month career break and secured a short-term contract role, but she's still looking for a permanent job. Nonetheless, she's still happy about her decision.

"Every moment when I get to hug my parents, that's when I realize, no, this was all worth it," she said.

Disha Lamba

Chinky Shukla for BI

Sunjana Ramana, 27
Sunjana Ramana

Ayesha Kazim for BI

After three failed attempts to obtain an H-1B visa, Sunjana Ramana is reinventing her "American Dream."

Ramana moved from Hyderabad, India, to New York in 2021 for her master's degree. After graduating in 2023, she joined a global insurance company. Her employer entered her in the H-1B lottery in 2023, 2024, and 2025. She was not selected.

When her work authorization ended in early 2026, Ramana had to leave the US.

"When I didn't get the visa, I was really, really clueless. I thought that was the end of everything that I had built for three years," she said, adding, "but I realized just a couple of months later that there are so many additional options that I didn't know existed."

Instead of returning to India, Ramana secured a 2-year UK visa that is not tied to one employer. She chose London as her base, where she could pursue the entrepreneurship she had wanted to explore in the US.

Ramana was accepted into Antler's founder-in-residence program and spent two months building Flax, a two-person tech company that helps AI founders and builders. In May, she moved into a product-management role in fintech.

"I want to go back and tell my younger self not to associate the 'dream' with America or a country for that matter, because it doesn't matter where you are. The dream should be aligned to you and your goals."

Sunjana Ramana

Ayesha Kazim for BI

When I didn't get the visa, I was really, really clueless. I thought that was the end of everything that I had built for three years

Read: She left the US when she didn't get an H-1B visa. Now, she's living a new dream.

Madhur Mehta, 36
Madhur Mehta

Chona Kasinger for BI

An H-1B selection brought immediate relief for Madhur Mehta this year, but it has not resolved the uncertainty that shapes his and his fiancée's plans in the US.

Mehta moved to the US in 2021, earned a master's degree in 2023, and was eligible for three years of student work authorization. Amazon offered him both a job and sponsorship.

He joined the company in 2025 as a program manager.

But over the past year, while the company was trying to get him an H-1B, Mehta grew concerned about changes to the lottery. He began exploring backup plans for his US life, including an EB-1A visa and opportunities in Canada and Australia.

He learned he was selected for an H-1B in March, potentially giving him the chance to work and remain in the US for another three years.

"It was a big relief," he said, adding, "It's like someone has taken a 100-pound load off your mind," he said.

Mehta's fiancée, who is also from India, has one remaining chance in the H-1B lottery before her work authorization expires.

"It's hard, you know, obviously you can't plan," Mehta said, adding, "unless we are both very clear on what our visa status is."

Madhur Mehta

Chona Kasinger for BI

It's like someone has taken a 100-pound load off your mind.

Read: He got an H-1B visa, but uncertainty makes it hard to plan his future

Shreya Mishra Reddy, 34
Shreya Mishra

Cassandra Rudolph for BI

Shreya Mishra Reddy left the US in January after not being selected for an H-1B visa. Her plan was to leave the country and keep applying for US jobs from abroad.

That plan, however, started to feel unrealistic after the Trump administration proposed the $100,000 fee on some H-1B applicants.

Though the fee has been challenged in court and is not being enforced, she said the uncertainty changed her mind: "I've decided not to pursue H-1B or any role in the US right now."

Reddy had moved to the US in 2021 for a master's degree in engineering management at Duke University. After graduating, she was hired by Visa, but her student work authorization expired before she could secure an H-1B visa.

She's now in Toronto with her husband on a tourist visa and weighing whether to base herself in Canada or India. During a career break, Reddy has been writing a fiction book and building a handloom brand while exploring fintech roles.

In March, Reddy was accepted into a master's program in psychology at the University of Pennsylvania. She decided not to attend, citing uncertainty around student visas and the US job market.

She said she's optimistic about her future and wishes she'd been more open to opportunities in other countries earlier, rather than banking everything on the US.

"I was thinking that H-1B would pan out for me, it didn't, and it's something that I definitely regret."

I was thinking that H-1B would pan out for me, it didn't, and it's something that I definitely regret.

Read: She gave up on H-1B amid $100K fee; now she's weighing Canada or India

Watch: Why an H-1B visa hopeful decided to give up on work in the US

Shreya Mishra

Cassandra Rudolph for BI

Read the original article on Business Insider

La juventud europea se planta ante un futuro sin salidas

19 October 2026 at 04:30

Decenas de miles de jóvenes han tomado las calles en Francia, Bélgica, España, Portugal, Italia y Albania. Se suman así a la llamada revolución de la generación Z (nacidos entre 1997 y 2012), que impulsó en los dos últimos años la caída del Gobierno de Bangladés, la dimisión del primer ministro de Nepal y la disolución del Gobierno de Madagascar. Ahora, en Europa, a las puertas de un superciclo electoral, en el que se decidirán los gobiernos de cuatro de los cinco países más poblados de la UE (Francia, Italia, España y Polonia), los jóvenes comparten un descontento generacional marcado por la sensación de que su futuro se vuelve cada vez más estrecho y precario.

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© EPV

Varios agentes italianos se enfrentaban el sábado en Milán a los manifestantes de 'Italia in Piazza'.

Mélenchon responsabiliza a presidente de Francia de intentar desgastar al movimiento estudiantil

18 October 2026 at 20:12
El líder de La Francia Insumisa denunció que el mandatario Emmanuel Macron no ha dado respuesta a las justas reivindicaciones de los jóvenes ante la situación económica y el desfinanciamiento de la educación

Participação do Brasil em pesquisas clínicas cresce após marco legal

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O marco legal para a realização de pesquisas clínicas no Brasil está impulsionando a participação do país em estudos globais. Esta é a avaliação de pesquisadores e representantes da indústria farmacêutica reunidos no fórum para jornalistas Saúde como Investimento, realizado em San Jose, capital da Costa Rica, entre os dias 6 e 8 de outubro. 

Dados da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa (Interfarma) mostram que a posição brasileira no ranking de países que mais fazem esses testes subiu da 18ª para 12ª, de 2025 até o primeiro semestre de 2026. A associação também projeta que a 10ª posição possa ser alcançada em pouco tempo, com os novos investimentos previstos, superiores a R$ 2 bilhões anuais. 

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A Lei 14.874, ou Lei de Pesquisa Clínica, tramitou no Congresso por quase 10 anos, sendo finalmente sancionada em maio de 2024 e regulamentada pelo governo federal em outubro de 2025. Este é o primeiro marco legal sobre pesquisas clínicas instituído no Brasil, atividade que antes era regulada apenas por normas do Conselho Nacional de Saúde e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

As pesquisas clínicas são uma etapa fundamental para o desenvolvimento de novos medicamentos, tecnologias e procedimentos de saúde. Geralmente contemplam três fases em que essas inovações são testadas em um número crescente de pessoas, para comprovar se são seguras e eficazes. Isso só acontece depois de testes bem sucedidos em laboratório e animais. 

No Brasil, as pesquisas clínicas só são permitidas após aprovação de um comitê de ética, responsável por resguardar os direitos dos participantes, e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que verifica se os procedimentos pretendidos atendem aos requisitos de boas práticas. 

Novos prazos

A nova lei criou o Sistema Nacional de Ética em Pesquisa com Seres Humanos, reorganizando os fluxos de trabalho dos comitês, e encurtou os prazos de análise. Agora, o parecer ético deve ser emitido em até 30 dias úteis, e a avaliação da Anvisa, em até 90 dias úteis, excluindo prazos de recurso e esclarecimentos. 

A presidente da Roche Brasil, Lorice Scalise, lembra que nos casos de pesquisas multicêntricas, que recrutam voluntários em diversas cidades, somente o prazo de análise ética poderia se estender por um ano, e só depois a análise sanitária era iniciada. Hoje, os dois processos podem ocorrem em paralelo. 

"Vamos supor que tem dez centros participando de um estudo. Antes a gente precisava da aprovação do comitê de ética local de cada centro de pesquisa. Agora um comitê acreditado é responsável por fazer a comunicação com os demais e dar o parecer final", explica. 

Scalise avalia que a lei simplificou a análise regulatória sem perder o rigor. "A Anvisa é uma das agências mais renomadas, é referência no mundo inteiro. A gente ainda tem alguns gargalos de fila (de processos para análise), mas todas as questões estão sendo trabalhadas. Hoje, a gente tem um excelente processo", acrescenta. 

De acordo com a presidente da Roche Brasil, a redução dos prazos aumentou a atratividade do Brasil, que já é um destino valorizado para pesquisas clínicas por causa da diversidade genética dos voluntários, o que produz resultados confiáveis para populações variadas. 

A nova legislação também possibilita que o país receba mais ensaios de Fase 1 e Fase 2, que envolvem uma quantidade menor de pessoas, mas têm exigências mais rígidas, já que a segurança do medicamento em humanos ainda está sendo avaliada. 

Somente a Roche pretende investir cerca de R$590 milhões por ano em pesquisas clínicas no país. Entre os estudos já em andamento, há novas medicações sendo testadas no Brasil para Alzheimer, Parkinson, câncer de mama, lúpus, e uma nova opção de caneta emagrecedora.

A diretora de investigação clínica da farmacêutica, Danielle Galbiatti, destaca que essas cifras também promovem o desenvolvimento do setor científico do país:

"É um movimento de união com centros de pesquisa, laboratórios. Com essa projeção e a vinda de novos estudos, existe a necessidade de capacitar os profissionais e as unidades" 

Com isso, a indústria também vem investindo na capacitação de centros das regiões Norte e Nordeste, para diminuir a concentração do Sul e Sudeste e garantir mais diversidade genética, social e cultural. "Um estudo é um ambiente controlado. O centro de pesquisa tem que ter uma equipe muito bem estruturada, porque esse paciente precisa de uma assistência diferente", complementa Galbiatti.

Ela acredita que essa capacitação também será impulsionada pelo Programa Nacional de Inovação em Saúde, lançado em julho pelo governo federal. Entre os princípios do programa constam o fortalecimento da base científica nacional, a integração com o setor produtivo, e o incentivo ao desenvolvimento de tecnologias "emergentes e disruptivas", que sejam de interesse do Sistema Único de Saúde. 

América Latina

Os esforços do Brasil estão alinhados com uma agenda de toda a América Latina. O diretor estratégico do Conselho Administrativo da Fundação de Pesquisa e Inovação da Costa Rica, Mario Urcuyo, declarou no evento que a profissionalização dos centros de pesquisa da região é "a parte mais importante" para enfrentar a grande concentração de investigações clínicas nos Estados Unidos e na Europa. 

"Temos um desafio muito importante, porque nem sempre contamos com coordenadores e monitores de pesquisa. Não existem carreiras profissionais específicas para essas funções e precisamos desenvolver essa estrutura ao longo do tempo", acrescentou. 

De acordo com ele, proporcionar que mais profissionais atuem em pesquisa clínica também gera benefícios para os pacientes em geral:

"Proporciona ferramentas para melhorar a qualidade da assistência, porque os profissionais passam a ter acesso aos mais elevados padrões de qualidade, exigidos para a realização das pesquisas"

Urcuyo defendeu ainda que as pesquisas clínicas oferecem uma grande oportunidade para pessoas com doenças graves acessarem medicamentos promissores de forma antecipada, ao participar dos testes. 

Benefício

A pesquisadora do Centro Médico Nacional 20 de Novembro, referência em pesquisa e tratamentos de alta complexidade do México, Fedra Irazoque, acrescentou que mesmo os participantes incluídos no grupo de comparação, e que portanto não recebem a substância pesquisada, são beneficiados: 

"Estar no grupo placebo não significa ficar sem receber nenhum medicamento, mas sim receber o melhor tratamento já existente. E após algumas semanas, esse paciente também passa a receber a molécula ativa e pode se beneficiar da mesma forma"

Fedra defende que marcos regulatórios, como o que foi aprovado no Brasil, sejam estabelecidos a nível regional. "Não é possível que o Brasil tenha uma regulamentação, a Costa Rica outra, o México outra, sem que cheguemos a um acordo para agilizar esse processo. Assim, poderíamos alcançar uma representatividade muito mais significativa"

*O evento foi realizado pela farmacêutica Roche e a repórter participou a convite da empresa

Celebrations in Somaliland after Trump calls it ‘totally different country’ from Somalia

15 October 2026 at 12:36
Hundreds rally in breakaway capital Hargeisa after offhand comments made by US president at Monday event; US does not recognize country, which has formal relations only with Israel

Anvisa proíbe canetas emagrecedoras sem registro vendidas na internet

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quarta-feira (14) a apreensão de produtos sujeitos à vigilância sanitária à venda no site https://zyntrashop.site – incluindo a retatrutida, a tirzepatida, popularmente conhecidas como canetas emagrecedoras.

A decisão também se aplica aos produtos Retatrutude 120 mg, Caneta Retatrutide 60 mg, Tirzepatide 150mg e Caneta Tirzepatide 75 mg, comercializados na página https://www.zphcstore.com.br/, sob responsabilidade da ZPH Contabilidade.

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A medida atinge ainda produtos com tirzepatida e retatrutida, sem o devido registro, comercializados por meio do endereço eletrônico https://peptideosdobrasil.com.br/, além de itens vendidos por meio do site oxygenkwpharmabrasil, incluindo Retagen 40 mg (retatrutida).

Em nota, a Anvisa informou que os produtos não podem ser fabricados, importados, distribuídos, divulgados nem utilizados.

“A medida visa a prevenir a utilização pela população, com fundamento no risco sanitário decorrente da disponibilização ao consumo de produtos sem comprovação de regularidade, qualidade, segurança e eficácia.”

Sem autorização

A resolução da Anvisa também proíbe os seguintes produtos, anunciados e vendidos por empresa de origem desconhecida:

  • NAD+ Liberty Pharma
  • Retatrutida Liberty Pharma
  • Glow GHK-Cu Liberty Pharma
  • Tirzepatida Liberty Pharma
  • GHK-Cu Liberty Pharma

“Vale destacar a retatrutida, à venda na internet, é uma substância que ainda não possui registro em nenhum país do mundo. Isso porque a empresa que desenvolve os estudos a respeito do medicamento sequer solicitou o registro à Anvisa ou em qualquer agência reguladora internacional.”

Alegações terapêuticas

Por fim, a publicação atinge ainda diversos produtos fabricados pela empresa Cris Barden Naturopatia Ltda. que, segundo a Anvisa, não têm registro, notificação ou cadastro.

“Os itens são divulgados com alegações relacionadas, entre outras, a ações antifúngica, antimicrobiana, anti-inflamatória, ao alívio de dores, à desparasitação, à desintoxicação e ao fortalecimento da imunidade, ou seja, finalidade compatível com medicamento.” 

Veja a lista de itens:

  • Kit Detox – Desparasitar – Desinflamar – Desintoxicar – Infantil de 1 a 5 Anos;
  • Kit Detox Desparasitação – Desparasitar – Desinflamar – Desintoxicar;
  • Kit Carvão Pulverizado da Casca do Coco;
  • Carvão Ativado Vegetal da Casca do Coco Premium 120 g;
  • Kit Detox com Quelação;
  • Kit Detox Prevenção | Prata e Ouro Coloidal + Carvão Pulverizado;
  • Kit Composto Emagrecedor para 3 Meses;
  • Ouro Coloidal;
  • Prata Coloidal.

Anvisa proíbe suplementos alimentares de origem desconhecida

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou a apreensão de todos os produtos fabricados pela empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais, incluindo suplementos alimentares.

>> Clique aqui e leia a publicação da Resolução no Diário Oficial da União.

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Em nota, a Anvisa informou que uma ação da vigilância sanitária de Marataízes (ES) constatou que o endereço constante no cadastro da empresa é um endereço residencial, “não sendo identificada nenhuma empresa ou estabelecimento comercial em funcionamento no espaço”.

“Os produtos não podem ser fabricados, importados, distribuídos, divulgados nem utilizados”, informou a agência no comunicado. 

A Agência Brasil não conseguiu contato com a PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. O espaço segue aberto para manifestação.

 

Anvisa aprova novo medicamento para tratar lúpus

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O medicamento Gazyva (obinutuzumabe), indicado para alguns casos de câncer, pode ser usado a partir de agora no tratamento do lúpus. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a recomendar a substância para pacientes adultos com lúpus ativo moderado a grave, positivos para autoanticorpos, em uso de tratamento padrão.

Em nota, a Anvisa informou que o obinutuzumabe é um anticorpo monoclonal humanizado que promove eliminação massiva e prolongada dos linfócitos B, células que desempenham papel central nos processos fisiológicos anormais que levam ao desenvolvimento do lúpus.

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A doença, segundo a agência, figura como uma condição autoimune, crônica e potencialmente grave, caracterizada pela produção desregulada de autoanticorpos que provocam inflamações em múltiplos órgãos e sistemas. Entre as áreas mais afetadas estão pele, articulações, rins, sistema sanguíneo e sistema nervoso central.

“Os benefícios demonstrados da nova indicação incluem redução da atividade da doença, menor ocorrência de exacerbações e redução sustentada da exposição a corticosteroides.”

A agência ressaltou ainda que, apesar da disponibilidade de terapias convencionais e biológicas para o tratamento da doença, existe uma parcela significativa de pacientes que permanece em estágio ativo constante.

“Essas pessoas sofrem com surtos recorrentes ou se tornam dependente do uso contínuo de corticosteroides – medicamentos que carregam efeitos colaterais importantes a longo prazo.”

Riscos

O Ministério da Saúde alerta que, se não tratado corretamente, o lúpus pode levar a complicações graves em diversos órgãos e tecidos do corpo humano, podendo provocar a morte do paciente. As principais complicações costumam ocorrer nos seguintes órgãos:

  • rins: a falência dos rins está entre as principais causas de morte por complicações do lúpus nos primeiros cinco anos após o diagnóstico. Alguns sintomas são comuns nessa fase são irritação, coceira generalizada, dores no peito, falta de ar, náuseas, vômito e edemas.
  • cérebro: se a doença tiver chegado ao cérebro, o paciente pode apresentar sintomas específicos como dor de cabeça, confusão, tontura, mudanças de comportamento, alucinações, acidentes vasculares cerebrais (AVC) e convulsões.
  • vasos sanguíneos: anemia, aumento no risco de sangramentos e inflamação dos vasos (vasculite) estão entre as principais complicações possíveis decorrentes do lúpus.
  • pulmões: o lúpus também pode levar à pleurisia, uma inflamação dos tecidos que revestem os pulmões e a caixa torácica. O quadro pode provocar muita dor durante a respiração.
  • coração: em alguns casos, pode ocorrer também a inflamação dos músculos do coração e das artérias, aumentando significativamente as chances de infarto.

Cultura gratuita é uma das principais demandas para novos governantes 

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Aumentar o acesso gratuito a atividades culturais, como shows, filmes, espetáculos e exposições, é a principal expectativa dos brasileiros em relação às políticas públicas de cultura, segundo a pesquisa Hábitos Culturais, divulgada nesta quarta-feira (14). Para 42% dos entrevistados, esta deve ser a prioridade dos próximos governantes.

O levantamento mostra ainda que apesar de ser direito garantido na Constituição Federal, nem todas as pessoas têm acesso igual à cultura. Enquanto 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses, apenas 18% das classes D e E fizeram isso. 

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Os dados revelam que o custo, tanto do deslocamento, quanto de ingressos, é o principal fator que desmotiva as pessoas a participarem de atividades culturais presencialmente. Cerca de metade das que frequentam esses eventos gasta, por mês, R$ 100 com cultura. Outro fator é o medo da violência. 

"Como é possível observar por meio dos dados, o acesso à cultura realmente ainda é bastante desigual, sobretudo quando observamos pela perspectiva socioeconômica ou até mesmo de níveis de escolaridade entre os brasileiros", diz a coordenadora do Observatório da Fundação Itaú, Ana Maria Cardoso. 

"Apesar das disparidades, tais dados não significam que pessoas das classes sociais mais baixas ou com menor escolaridade deem menor valor à cultura; ao contrário, o que a pesquisa mostra é que existem barreiras que vão além da subjetividade individual ou mesmo do gosto pessoal que interferem diretamente nesse acesso", acrescenta. 

Demandas 

Nesse cenário, a demanda por mais acesso gratuito aparece como a principal. A pesquisa revela que um terço da população (32%) quer a criação de mais equipamentos ou instituições públicas de cultura, como museus, teatros e cinemas.

São citados ainda, por 28% dos entrevistados, a melhoria, reforma, ampliação ou modernização dos equipamentos existentes, além do financiamento e incentivo à produção cultural independente, por 26%.

Pouco mais de um a cada cinco participantes (22%) pedem o apoio a iniciativas culturais em favelas, periferias e comunidades tradicionais e a valorização e formação de artistas e profissionais da cultura (21%).

"Os dados indicam que existem caminhos para avançar, tanto no que se refere à importância de fortalecer e ampliar a oferta de atividades culturais gratuitas, quanto na própria expectativa e entendimento da população sobre o direito cultural, uma vez que 32% da população dizem não saber que o acesso à cultura está garantido na Constituição e 27% afirmam não saber o que significa ter direito à cultura", ressalta Cardoso. 

Acesso à cultura

O acesso à cultura é direito de toda a população brasileira, garantido na Constituição Federal. Os resultados da pesquisa mostram que a maioria das pessoas (68%) sabe disso.

Apesar de garantido, esse acesso é desigual - 97% dos entrevistados das classes A e B participaram de alguma atividade cultural presencial nos últimos 12 meses, como ir a shows, a museus, teatros, cinema, entre outros.

Já entre as pessoas das classes D e E, esse percentual caiu para 82%.

Em algumas das atividades pesquisadas, essa diferença cai ainda mais. Segundo o levantamento, por exemplo, 63% dos brasileiros das classes A e B foram ao cinema nos últimos 12 meses e apenas 18% das classes D e E fizeram isso, uma diferença de 45 pontos percentuais.

Um terço dos entrevistados (33%) disse que sequer há a opção de equipamentos culturais na região onde moram.

Cultura é cara

O preço, tanto com deslocamento, quanto com ingresso, é o principal fator que desmotiva as pessoas a participarem de atividades culturais presencialmente. Esse fator foi apontado por 35% dos entrevistados.

Entre os que declararam ter gastos com atividades culturais presenciais, 46% dizem gastar mensalmente até R$ 100 com cultura.

Outros 14% gastam entre R$ 101 e R$ 150; 15% desembolsam entre R$ 151 e R$ 200; e 8% declaram desembolso superior a R$ 400.

Falta de segurança

De acordo com o levantamento, a insegurança e a violência aparecem em segundo lugar (30%) como fatores que desmotivam ou desanimam os entrevistados a realizar atividades culturais presenciais, seguida por disponibilidade de horário (23%), cansaço e desânimo (21%), distância dos eventos (19%), lotação (19%) e falta de transporte (16%).

O medo de assaltos ou furtos na região dos eventos culturais é apontado por 47% dos entrevistados. Falta de policiamento nas proximidades dos espaços culturais é mencionada por 43%. Riscos de furtos ou assaltos no trajeto foram mencionados por 29%.

A violência contra as mulheres ou assédio nos espaços culturais é outro fator relevante. A questão foi apontada por 27%. O índice avançou 6 pontos percentuais frente aos 21% verificados no levantamento anterior. A preocupação é manifestada por 38% das mulheres e por 14% dos homens. 

Sobre a pesquisa

A 7ª edição da Pesquisa Hábitos Culturais foi feita pelo Observatório Fundação Itaú, com apoio técnico do Datafolha.  Participaram homens e mulheres de 16 a 65 anos, das classes A, B, C e D/E, residentes em todas as regiões brasileiras. Foram realizadas 2.448 entrevistas presenciais e individuais em 137 municípios, entre 7 e 20 de julho de 2026.

Brisa convida jovens a melhorarem o ensino da condução

14 October 2026 at 10:43
Brisa lança o desafio "Reinventa o Código", que decorre até 27 de outubro e pretende incentivar os jovens a refletir, partilhar e apresentar ideias para transformar o ensino de condução mais prático.

© Tiago Petinga/LUSA

Segundo o comunicado, podem participar os jovens que tenham entre 17 anos e seis meses e 22 anos, residentes em Portugal Continental

Ten casualties to one, by a NATO official’s count: Russia’s September in Ukraine’s kill zones

12 October 2026 at 13:08

A masked Russian soldier in camouflage and body armor wears a helmet bearing Russian flag and “Z” patches.

Russia suffered vastly more casualties than Ukraine in September, a senior NATO military official told Bloomberg. Ukraine’s General Staff put the month’s Russian toll only slightly lower.

September’s toll lands on a recruitment system that was already falling short. Ukraine’s military intelligence (HUR) estimated that Russian losses outran new contracts in June and July, when monthly losses ran lower. In August, Ukrainian President Volodymyr Zelenskyy, citing military intelligence, warned that Russia is preparing a mass call-up after its parliamentary elections. That vote ended on 20 September.

Where the numbers come from

Russian casualties passed 50,000 in September, up to 28,000 of them killed, the official said. Ukraine’s losses over the same month came to about 5,000, according to the official, who spoke on condition of anonymity. Russia does not release casualty figures, Bloomberg noted. In late August, Pavlo Palisa, deputy head of Ukraine’s Presidential Office, put Russia’s July losses at 43,000 killed and wounded. Bloomberg could not confirm his figures.

To push forward, Russia keeps feeding troops into “kill zones,” the official said. These are stretches of ground saturated with armed drones, mines, and artillery fire. Maksym, call sign Rumyn, is a deputy company commander in the 46th Airmobile Brigade’s drone battalion. In April, he said the zone once ran 3–5 km deep and is now several times larger.

Ukraine's Third Army Corps commander Brigadier General Andrii Biletskyi announcing "Operation Vivaldi," 15 September 2026. Screenshot from video: Ukraine's Third Army Corps
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Ukraine suffered 10 times fewer casualties than Russia in Vivaldi counteroffensive, veteran says. Ukraine’s innovations in drone and ground robot tactics are changing frontline warfare

Rising stakes for Moscow

Russia’s defense spending is expected to near $199 billion this year, Bloomberg reported, citing two sources close to the government. That is about 40% above the plan the government set in late 2025.

Russian President Vladimir Putin would struggle to wind down the invasion without a political cost, Martin Jäger said last week. He heads Germany’s Federal Intelligence Service (BND).

Quem é Ana Elisa, jovem de 21 anos que saiu das redes para Câmara dos Deputados

8 October 2026 at 19:39

Aos 21 anos, Ana Elisa Santos Silva deixou o ambiente das redes sociais para conquistar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Natural de Divinópolis, no Centro-Oeste de Minas Gerais, a estudante de Direito foi eleita deputada federal pelo PT com 524.219 votos e se tornou a mulher mais votada da história de Minas Gerais para o cargo. Ela também será a deputada federal mais jovem eleita pelo estado.

A votação consolidou nas urnas uma trajetória que começou antes da política institucional. Ana Elisa ganhou projeção na internet produzindo conteúdo sobre temas como racismo, feminismo, direitos sociais, educação e política. Sua presença digital cresceu durante a campanha e ultrapassou a marca de 2 milhões de seguidores no Instagram.

O desempenho nas redes chamou a atenção da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Após o primeiro turno, Ana Elisa foi chamada para participar das discussões sobre a comunicação digital do candidato no segundo turno, em um momento em que a campanha petista passou a ampliar a aposta nas plataformas digitais.

Da internet para a política

A eleição de 2026 foi a primeira disputa eleitoral de Ana Elisa. Antes de entrar na corrida por uma vaga na Câmara, ela já utilizava as redes para tratar de questões políticas e sociais, estabelecendo uma comunicação voltada principalmente ao público jovem.

A estudante chegou a deixar um estágio no Tribunal Regional do Trabalho de Minas Gerais para disputar a eleição. Entre as pautas que defende estão a redução da jornada de trabalho, a defesa da educação pública, direitos trabalhistas e políticas de igualdade racial e de gênero.

Com 524.219 votos, Ana Elisa terminou a disputa como a segunda candidata mais votada para deputado federal em Minas Gerais, atrás apenas de Nikolas Ferreira (PL). O resultado também garantiu sua eleição pelo sistema proporcional.

Quem é Ana Elisa, jovem de 21 anos que saiu das redes para Câmara dos Deputados
Deputada eleita pelo PT mineiro, Ana Elisa Santos Silva, é uma das apostas da campanha presidencial para 2º turno | Foto: Ricardo Stuckert

Filha de professora

A história familiar também aparece na trajetória da jovem parlamentar. Ana Elisa é filha de uma professora de português da rede pública e foi criada por uma mãe solo.

A educação ocupa espaço importante em sua história. Antes de chegar à Câmara, ela cursou Direito e chegou a obter nota 9,1 na redação do vestibular, resultado que costuma mencionar ao falar de sua trajetória acadêmica.

Fora da política, a mineira também compartilha aspectos pessoais nas redes sociais. Entre eles estão referências ao signo de Leão, a festa de 15 anos e registros de viagens com o namorado.

Reinado e Santa Efigênia

A ligação com a cultura e a religiosidade mineira também faz parte da identidade de Ana Elisa. Em Divinópolis, ela participa do Reinado, manifestação cultural e religiosa de forte presença em Minas Gerais e marcada por elementos de matriz afro-brasileira.

Em uma publicação nas redes sociais, a deputada eleita relacionou o Reinado à sua formação e destacou a importância da comunidade e da fé em sua história.

A devoção a Santa Efigênia também aparece em seus relatos. Para Ana Elisa, a relação com a santa está ligada à história familiar e à comunidade em que cresceu.

A combinação entre atuação política, presença digital e elementos da vida pessoal ajudou a construir a imagem pública da jovem que, aos 21 anos, se prepara para chegar à Câmara dos Deputados em fevereiro de 2027.

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Otto grafici dal Report Pisa

17 September 2026 at 09:44

I dati Pisa mostrano un calo diffuso nelle competenze di base dei giovani. Tra divari socioeconomici, ritardi nel pensiero computazionale e uso dell’IA, emerge l’urgenza di ripensare la scuola per dar loro gli strumenti necessari nel mondo di oggi. Ne parliamo in otto grafici.

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