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Sinapol ameaça protestos nos aeroportos da PSP

19 October 2026 at 21:18
O sindicato da PSP avisa que, sem avanços na reunião de 28 de outubro com a secretária de Estado, avança para ações de protesto nos aeroportos e comandos.

© TIAGO PETINGA/LUSA

"Chegou o momento de passar das promessas às decisões. Os polícias não podem continuar à espera da valorização que lhes é devida e merecida", afirma o sindicato

Greve fechou 1.370 escolas

19 October 2026 at 14:31

O Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (Sinape) disse hoje que 1.370 escolas fecharam devido à greve de 24 horas dos funcionários não docentes.

“Nós temos uma taxa [de adesão] de aproximadamente 80%. Tínhamos 1.370 escolas fechadas”, disse Francisco Pinto, dirigente sindical do Sinape Francisco Pinto, contactado pela Lusa por telefone pelas 13:20.

O dirigente do sindicato que convocou a greve indicou que o número de escolas fechadas nos distritos de Lisboa, Setúbal, Coimbra e Leiria “é significativo”.

Além dos distritos mais afetados, Francisco Pinto adiantou que há escolas fechadas em Matosinhos, Viseu, Castro Daire e Aveiro.

Mais a sul no país, no distrito de Faro, também há “muitas escolas fechadas”, segundo o dirigente sindical.

“No Alentejo ainda estamos à espera de dados, porque as distâncias a percorrer são maiores e temos maior dificuldade em receber informação”, acrescentou Francisco Pinto.

Sobre os horários das escolas, o responsável indicou que a situação varia de escola para escola, dando o exemplo de alguns estabelecimentos que abriram às 08:00 mas fecharam às 09:00 e outros que indicaram estar fechados durante a manhã.

Segundo o sindicato, a greve visa os trabalhadores não docentes, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos especializados e superiores.

De acordo com um comunicado do Sinape, os trabalhadores não docentes reivindicam carreiras próprias, face à especificidade das funções.

O Sinape disse ainda que os trabalhadores “encontram-se em regime de precariedade consecutiva, sem carreira, sem progressão e sem reconhecimento funcional na administração pública”.

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Plataforma sindical de bombeiros sai insatisfeita de reunião com governo

19 October 2026 at 14:25

A plataforma sindical que representa uma parte dos bombeiros sapadores portugueses saiu hoje insatisfeita de uma reunião no Ministério da Administração Interna, em Lisboa, considerando que a proposta da tutela está aquém das reivindicações.

“Tivemos uma reunião às 08:30, que apenas serviu para nos apresentar uma proposta negocial, alterando a proposta anterior do Governo”, afirmou à Lusa António Pascoal, do Sindicato dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML), que integra a Plataforma Intersindical dos Bombeiros Sapadores da Administração Local.

“Neste momento estamos a analisar a proposta, parece-nos que há algumas melhorias, mas ainda não vai ao encontro daquilo que pretendemos”, disse o dirigente.

Na proposta, o governo remete para as Câmaras a fixação dos horários e de algumas reivindicações sobre a carreira de bombeiro sapador, dependendo da capacidade financeira e recursos de cada autarquia.

Os bombeiros têm insistido que as regras devem ser iguais para todos, independentemente da circunstância de cada autarquia.

Concentrados à porta do Ministério da Administração Interna estava esta manhã uma centena de bombeiros sapadores, afeta ao Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS), que não se revê na plataforma e entrou para uma reunião com o governo às 11:40 de hoje.

Com uma faixa “A Plataforma Sindical não nos representa. # sapadores em luta”, os bombeiros contestam a ação daquele grupo de sindicatos e prometem ações de protesto mais fortes, para forçar o governo a aceitar as reivindicações.

Os bombeiros sapadores mantêm a exigência de um subsídio de risco equiparado ao das forças de segurança, a fixação de um novo modelo de horários, com revisão da tabela remuneratória, entre outras matérias.

No início do mês, os bombeiros afetos ao SNBS concentraram-se junto à sede de governo em protesto contra a desmarcação pelo executivo de uma reunião negocial.

No dia 01 de outubro, bombeiros sapadores manifestaram-se junto à sede do Governo, em Lisboa, tendo lançado engenhos pirotécnicos e obrigado à presença reforçada da polícia.

Segundo o sindicato, é regulamentar o que já existe na lei relativamente aos horários dos sapadores.

Além disso, segundo a proposta inicial, o Governo retira também direitos a estes profissionais, já que quem pratica turnos tem direito a gozar um fim de semana por mês, mas o Governo quer que esse fim de semana seja gozado apenas de três em três meses.

Junto à concentração de bombeiros estava um forte dispositivo policial com sete veículos ligeiros e cinco carrinhas da Unidade Especial de Policia. 

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Fesap exige respostas sobre aumentos salariais em novembro e admite protestos

19 October 2026 at 14:22

O secretário-geral da Fesap manifestou hoje preocupação com o adiamento para novembro das respostas do Governo às propostas de aumentos salariais e do subsídio de refeição, admitindo protestos sindicais caso não haja avanços.

Em declarações aos jornalistas, no final da segunda reunião com o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, e com a secretária de Estado da Administração Pública, Marisa Garrido, no Ministério das Finanças, em Lisboa, no âmbito do processo negocial anual, José Abraão lamentou a ausência de respostas concretas às reivindicações dos trabalhadores da Administração Pública.

“Saímos daqui hoje […] muito preocupados”, afirmou o dirigente sindical, considerando que a reunião ficou marcada pelo adiamento das decisões sobre matérias de natureza pecuniária, nomeadamente salários e subsídio de refeição, numa altura em que o aumento do custo de vida pressiona os rendimentos dos trabalhadores.

Segundo José Abraão, o Governo indicou que estas questões poderão ter uma resposta na primeira ou segunda semana de novembro, quando as partes voltarem a reunir-se.

A Federação de Sindicatos da Administração Pública (Fesap) pretende que o executivo vá além do que está previsto no acordo em vigor, defendendo medidas que evitem a perda de poder de compra e respondam às dificuldades sentidas pelos trabalhadores.

“Esperamos que o Governo possa ir mais além”, afirmou José Abraão, referindo-se ao subsídio de refeição, cujo aumento previsto de 15 cêntimos considerou insuficiente para fazer face à subida dos preços.

O dirigente sindical salientou ainda que a proposta de aumento do salário mínimo na Administração Pública para 1.050 euros não é exagerada, defendendo que o Governo deve apresentar respostas concretas às reivindicações sindicais.

“Se não houver resposta, certamente teremos que reequacionar tudo aquilo que tem sido a nossa postura até agora”, avisou, acrescentando que os protestos nunca estiveram fora de hipótese e que a federação não deixará de dar voz aos trabalhadores caso estes decidam lutar pelas suas reivindicações.

O secretário-geral da Fesap criticou ainda o adiamento de decisões sobre questões que considera urgentes, sublinhando que os custos com a alimentação e os transportes aumentaram sem que tenha havido uma atualização das ajudas de custo.

Para a próxima reunião, José Abraão espera que o Governo apresente propostas concretas, e não apenas um calendário negocial, que permitam avaliar eventuais melhorias ao acordo existente e evitar a degradação dos salários e a perda de poder de compra dos trabalhadores da Administração Pública.

A Fesap, afeta à UGT, propõe que a base remuneratória na administração pública suba para 1.050 euros em 2027 e uma atualização mínima de 6,5% ou 95 euros para todos os trabalhadores.

A estrutura liderada por José Abraão, à semelhança do ano passado, volta a exigir que o subsídio de alimentação seja aumentado para 10 euros por dia, isento de impostos.

O novo acordo em vigor dita que o subsídio de refeição, cujo valor se situa atualmente nos 6,15 euros, seja aumentado em 15 cêntimos por ano até 2029.

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Los sindicatos registran el paro por la vivienda del 11-N: “Esta huelga general es de la calle”

19 October 2026 at 13:34

CC OO, UGT, CGT, CNT, la Unión de Actores y Actrices, CO.BAS, Intersindical y la Confederación de Sindicatos de Inquilinas han registrado este lunes por la mañana en el Ministerio de Trabajo la huelga general del 11 de noviembre. Sin los habituales reproches que los sindicatos pequeños suelen dedicar a los grandes, estas centrales han llamado de la mano a la ciudadanía a no acudir a sus puestos de trabajo ese día.

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© Chema Moya (EFE)

Líderes sindicales ante la puerta del Ministerio de Trabajo, este lunes.

Sistema do SNS em baixo impede médicos de passar receitas e consultar processos 

19 October 2026 at 12:53

O sistema informático do SNS está em baixo desde cerca das 10:00 de hoje em várias unidades locais de saúde, impedindo os médicos de passar receitas e de aceder aos processos eletrónicos dos doentes, alertou hoje a Fnam.

“Há cerca de 25 minutos que estamos sem sistema informático e isto provavelmente é mesmo nacional, porque já tenho relatos da ULS São João, da ULS de Matosinhos, da ULS de Médio Ave” e continuam a chegar mais relatos, disse à agência Lusa, às 10:30, a vice-presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fnam), Joana Bordalo e Sá.

Segundo a dirigente sindical, a Prescrição Eletrónica Médica (PEM) “está completamente em baixo” e os médicos não conseguem passar “uma única receita”. O Registo de Saúde Eletrónico (RSE) também está indisponível.

“Mais uma vez, isto é da responsabilidade inteira do Ministério da Saúde, de Ana Paula Martins, que não moderniza, não nos dá as ferramentas adequadas para conseguirmos completar um ato médico simples, como passar uma receita, como ter acesso ao processo eletrónico dos doentes”, afirmou Joana Bordalo e Sá, que é também presidente do Sindicato dos Médicos do Norte (SMN).

A dirigente sindical vincou que a indisponibilidade do Registo de Saúde Eletrónico impede os profissionais de saúde de consultar os dados clínicos dos doentes nos respetivos processos eletrónicos.

“Isto limita o nosso ato médico, é uma insegurança nas consultas que estamos a fazer, além de atrasar todo o nosso trabalho”, disse, dando o seu próprio exemplo: “Estou em consulta neste momento e tenho a consulta toda atrasada por não estar a conseguir passar as receitas que os meus doentes precisam”.

Para Joana Bordalo e Sá, esta falha no sistema informático do SNS é, “mais uma vez, uma prova de falta de competência e de um ‘modus operandi’ que continua a ser inaceitável no Serviço Nacional de Saúde”, onde os médicos não conseguem fazer “uma coisa tão básica como passar uma receita e consultar o processo eletrónico dos doentes”.

“No fim, quem é prejudicado são sempre os mesmos, são os utentes, os milhares ou milhões de utentes que têm hoje uma consulta num centro de saúde ou num hospital por este país fora”, lamentou.

Segundo a sindicalista, o problema repete-se com frequência e, apesar das notificações, “o Ministério da Saúde continua impávido e sereno, sem tomar qualquer atitude, quando é da sua responsabilidade que, de facto, milhões de utentes e doentes estejam a ser prejudicados”, considerando esta situação “absolutamente inaceitável”.

Ao tentar aceder à PEM, os médicos deparam-se com a mensagem “não é possível aceder a esta página”. Já no acesso ao RSE, surge a indicação “Não está ligado”, segundo imagens disponibilizadas pela FNAM.

A agência Lusa contactou os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, que gere este processo, às 10:45, aguardando resposta.

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Governo antecipa revisão carreiras gerais da função pública

19 October 2026 at 12:22
Presidente do STE fez balanço positivo da reunião com o Governo, onde foi acordada a antecipação de várias matérias previstas no acordo com o executivo. Aumentos adicionais ainda em cima da mesa.

© JOSÉ SENA GOULÃO/LUSA

A próxima reunião negocial deverá ocorrer nas duas primeiras semanas de novembro, embora a representante sindical espere que o encontro permita começar a trabalhar sobre as propostas do Governo

Greve de trabalhadores não docentes fecha várias escolas

19 October 2026 at 10:42
Dirigente sindical do SINAPE dá conta do encerramento de escolas dos distritos de Lisboa, Viseu, Aveiro, Coimbra, Vila real, Faro e Setúbal, prevendo uma adesão de 70% de trabalhadores não docentes.

De acordo com o Sinape, os trabalhadores não docentes reivindicam carreiras próprias face à especificidade das funções

Greve fecha várias escolas no Minho

19 October 2026 at 09:44

A greve de 24 horas dos trabalhadores não docentes, convocada pelo Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (Sinape), fechou esta manhã várias escolas secundárias e básicas nos distritos de Braga e Viana do Castelo, assim como em todo o território nacional.

Contactado pela Lusa por telefone, o dirigente do Sindicato Nacional dos Profissionais da Educação (SINAPE), Francisco Pinto disse, cerca das 08:45, ter já conhecimento de “muitas escolas fechadas por todo o país”.

“O panorama é idêntico por todo o país. Pensamos que se vai concretizar o que pensávamos: uma adesão de 70% de trabalhadores não docentes”, disse.

Segundo o sindicato, a greve visa os trabalhadores não docentes, como assistentes operacionais, assistentes técnicos e técnicos especializados e superiores.

De acordo com um comunicado do Sinape, os trabalhadores não docentes – técnicos superiores, assistentes técnicos e operacionais reivindicam carreiras próprias, face à especificidade das funções.

O Sinape disse ainda que os trabalhadores “encontram-se em regime de precariedade consecutiva, sem carreira, sem progressão e sem reconhecimento funcional na administração pública”.

Com Lusa

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Governo negoceia salários com sindicatos da função pública

19 October 2026 at 07:50
Acordo plurianual em vigor prevê aumentos salariais de 2,30%, com um mínimo de 60,52 euros em 2027. Base remuneratória poderá subir dos atuais 934,99 euros para 995,51 euros em 2027.

© CARLOS M. ALMEIDA/LUSA

O Governo estima gastar mais 1.231 milhões de euros com as despesas com pessoal na Administração Pública no próximo ano

CGTP. Milhares nas ruas do Porto com aplausos aos acampados

17 October 2026 at 20:09
"PS não pode querer dar-se bem com Deus e o diabo", aponta líder sindical. Além das críticas a vários partidos, marcha da CGTP com milhares de pessoas fica marcada pelo apoio aos jovens acampados.

© David Oliveira/Observador

17h. PCP, Livre e BE criticam Governo na manifestação da CGT

17 October 2026 at 17:15
Paulo Raimundo diz não se surpreender com declarações do PM sobre habitação, Isabel Mendes Lopes e José Manuel Pureza defendem os protestos. Ainda, em França, mais de 200 pessoas foram detidas.

16h. Manifestação Lisboa. CGTP critica políticas do Governo

17 October 2026 at 16:13
Tiago Oliveira, líder da CGTP, pede explicações ao primeiro-ministro e acusa o Governo de beneficiar as grandes empresas. Ainda, no Porto, centenas aguardam pela assembleia do movimento "Acampada".

15h. Lisboa. Manifestação contra o custo de vida já arrancou

17 October 2026 at 15:12
As manifestações no Porto e em Coimbra terminaram, com nova concentração marcada para 24 de novembro, dia da votação do OE. Ainda, no desporto, Iúri Leitão é campeão do mundo de omnium.

10h. Manifestações. CGTP espera grande mobilização

17 October 2026 at 10:16
Realizam-se se hoje manifestações em todo o país convocadas pela central sindical. Ainda, Flávio Bolsonaro promete respeitar o resultado da segunda volta das eleições presidenciais no Brasil.

Falhas na plataforma de vacinação preocupam enfermeiros

17 October 2026 at 00:16
Interrupções frequentes, erros de registo e impossibilidade de consultar históricos vacinais. A ASPE já enviou uma denúncia formal aos SPMS, que não respondeu.

© JOSÉ COELHO/LUSA

Entre os riscos identificados encontram-se a convocatória de utentes já vacinados e a possibilidade de administração duplicada, alertou a estrutura sindical

CGTP espera "grande momento de luta" na manifestação

16 October 2026 at 13:56
Líder da CGTP espera que jovens, trabalhadores e reformados que "sentem as dificuldades do dia a dia" se façam ouvir contra a política em curso. A manifestação ocorrerá em Lisboa, no Porto e Coimbra.

© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA

O secretário-geral da CGTP deixou ainda um aviso aos partidos "que têm nas suas mãos e com o seu voto a decisão de aprovação ou não deste Orçamento do Estado"

13h. Morreu o jornalista Joaquim Letria aos 82 anos

16 October 2026 at 13:16
Começou a carreira de jornalista em 1963, no Diário de Lisboa. Foi repórter internacional e comentador, e um dos moderadores do debate entre Álvaro Cunhal e Mário Soares a 6 de novembro de 1975.

300 agentes de segurança em protesto em Viseu

15 October 2026 at 23:24
Manifestantes percorreram as ruas de Viseu ao som "A gente vai continuar", de Jorge Palma. Exigem medidas efetivas e alteração dos estatutos. Negociações com o governo pararam há mais de dois anos.

© PAULO NOVAIS/LUSA

A marcha foi de poucos metros, entre a sede do comando da PSP e a praça da República, antes da concentração em frente da Câmara Municipal de Viseu
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