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Mega Moda Shopping antecipa Black Friday para atacadistas com peças a partir de R$ 10 e planeja crescimento de 20% nas vendas

14 October 2026 at 20:55

Campanha “Esquenta Black Friday” foca na preparação de estoque para o fim do ano, oferecendo isenção de estacionamento e promoções exclusivas em todas as sextas-feiras de outubro.

Goiânia, outubro de 2026 – Enquanto o varejo tradicional concentra suas promoções apenas em novembro, o calendário do mercado atacadista exige antecipação. Focado em lojistas e revendedores que precisam abastecer seus estoques de forma estratégica para as vendas de fim de ano, o Mega Moda Shopping, localizado em um dos maiores e mais importantes polos de moda atacadista do país, na Região da 44, anuncia a campanha “Esquenta Black Friday”. Durante todo o mês de outubro, o shopping oferecerá oportunidades comerciais para que empreendedores tenham acesso a novidades e condições especiais direto da fábrica, muito antes que as peças cheguem às vitrines do consumidor final.

A ação foi desenhada para destacar um dos maiores diferenciais do polo: a conexão direta com quem produz. Ao longo de outubro, diversas lojas do shopping promoverão bazares de fábrica em seus próprios espaços. Essa dinâmica permite que os revendedores encontrem preços competitivos e negociem condições diferenciadas diretamente com as marcas e fabricantes, garantindo margem de lucro e um mix de produtos atualizado para a própria Black Friday, Natal e festas de fim de ano.

Para atrair atacadistas e revendedores, todo o Mega Moda Shopping está com descontos que chegam a 70%. A grande oportunidade da campanha está nos bazares de fábrica promovidos dentro das próprias lojas, com produtos selecionados a partir de R$ 10,00. A variedade de ofertas contempla um mix completo para as lojas de varejo, incluindo t-shirts, regatas, jeans, além de coleções completas de moda feminina, masculina, infantil e calçados.

Com essa mobilização de preços e a qualidade de ponta da moda autoral goiana, a expectativa do grupo é de que a campanha impulsione significativamente os negócios, gerando um aumento de 20% nas vendas em comparação a períodos convencionais.

“Para o lojista, outubro é o mês decisivo. Quem compra no atacado precisa de tempo para escolher, receber, precificar e preparar suas próprias campanhas para novembro e dezembro. O Esquenta Black Friday foi estruturado para oferecer exatamente essa vantagem competitiva ao revendedor, unindo acesso rápido às novidades, preços de fábrica e facilidades para quem vem ao shopping abastecer o seu negócio”, destaca Paula Sepulveda, Gerente de Marketing do Grupo Mega Moda.

Comodidade e isenção de estacionamento

Para incentivar o fluxo e facilitar a logística dos compradores que vêm abastecer os estoques, a campanha também preparou um benefício exclusivo de estacionamento. Nos dias 16 e 17 de outubro (sexta e sábado), os clientes terão isenção de estacionamento nos pisos G2 e G3 do prédio do Mega Moda Shopping. Para garantir a gratuidade, com liberação de até 3 horas, basta apresentar comprovantes que somem a partir de R$ 50,00 em compras nas lojas do complexo.

Além dessa facilidade relacionada ao estacionamento, o shopping promoverá a ação “Estoura Balão” no espaço do Clube Mega, também nos dias 16 e 17 de outubro. Os clientes que realizarem compras a partir de R$ 200,00 poderão participar da dinâmica e ganhar brindes instantâneos, que incluem desde utensílios até eletrodomésticos. A ativação é válida exclusivamente durante esses dois dias, ou enquanto durarem os estoques.

A mobilização do shopping vai além das araras. O “Esquenta Black Friday” contará com uma programação de eventos e ativações e terá a presença especial da influenciadora Thaís Jubé, além de outros convidados do segmento de moda, que farão a cobertura das principais oportunidades e pechinchas diretamente dos corredores do Mega Moda Shopping.

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Líder de assalto a fazenda de desembargador do TRE-DF morre em confronto com a PMGO

14 October 2026 at 20:19

Rafael dos Santos Mendes, conhecido como Cocá, foi baleado após trocar tiros com policiais militares da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) Entorno Oeste, na terça-feira (13/10), em Águas Lindas de Goiás. Procurado desde 2023 por participação em diversos crimes, ele recebeu socorro ainda com vida, mas morreu na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, conforme apuração do Metrópoles.

Após o confronto, as equipes apreenderam duas armas de fogo, três porções de drogas e o veículo utilizado pelo suspeito. A operação também contou com o apoio de outras unidades da Polícia Militar de Goiás e do Distrito Federal, entre elas a Agência Regional de Inteligência do 17º Comando Regional da Polícia Militar (CRPM), a CPE 20, a CPE de Uruaçu, o Programa de Policiamento de Goiás (PPGO) e o 16º Batalhão da PM, de Brazlândia.

Rafael possuía registros policiais em Goiás e no Distrito Federal por ocorrências relacionadas a tráfico de drogas, ameaça, porte ilegal de arma de fogo, furto qualificado e homicídio. Também havia registros ligados à localização de veículos furtados ou roubados e a atos infracionais.

A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) procurava Rafael desde setembro de 2023 por envolvimento no assalto a uma propriedade rural às margens da DF-206, em Brazlândia. A fazenda pertencia a um desembargador do Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal (TRE-DF), e o suspeito foi apontado como responsável pela liderança do grupo criminoso.

Conforme a investigação da 18ª Delegacia de Polícia, pelo menos cinco pessoas participaram da invasão. Os criminosos renderam os caseiros, levaram os funcionários para dentro da sede da propriedade, amarraram as vítimas e fizeram ameaças com armas de fogo. Na ação, o grupo levou eletrodomésticos, ferramentas e o carro de um dos trabalhadores.

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Kalamata, manifestazione al porto contro l'arrivo della nave israeliana Crown Iris (VIDEO)

Martedì, il porto di Kalamata, nel sud della Grecia, si è trasformato in un luogo di resistenza. All'arrivo della nave da crociera Crown Iris - con a bordo israeliani - manifestanti pro-palestinesi si sono riuniti per gridare il loro no all'ennesima complicità.

Bandiere palestinesi al vento, cori per la libertà, e un messaggio che non ammette ambiguità: fermare la mattanza di Israele a Gaza, fermare quello che i manifestanti definiscono senza mezzi termini un genocidio.

L'organizzazione è stata capillare: attivisti antifascisti locali, il gruppo Rouvikonas, e membri dell'Associazione Insegnanti di Educazione Primaria della Messenia. Una coalizione civica che dimostra come la solidarietà con la Palestina attraversi la società greca, ben oltre i confini della politica istituzionale.

La polizia ha bloccato il corteo prima che potesse raggiungere l'area portuale riservata. La Guardia Costiera ha monitorato la zona. Ma il messaggio dei manifestanti è arrivato forte e chiaro.

Non è un episodio isolato. La Crown Iris è ormai un simbolo: ogni suo scalo in un porto greco diventa l'occasione per denunciare il sostegno di Atene a Israele e la complicità occidentale nella strage in corso.

I cittadini di Kalamata hanno scelto da che parte stare. Dalla parte giusta della storia. Dalla parte della Palestina.

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Lo scudo che fa tremare Tel Aviv: il vero obiettivo geopolitico del "Patto della Mecca"

 

Il 5 ottobre, il Comitato strategico politico e di difesa del Patto della Mecca si è riunito d'emergenza a Riyadh, a poche settimane dalla seduta inaugurale. I tre governi firmatari hanno avviato l'attuazione dell'impegno di difesa collettiva siglato al Palazzo Safa della Mecca.

Il ministro della Difesa saudita, il principe Khalid bin Salman, ha confermato su X l'attivazione della deterrenza congiunta per proteggere il regno. La dichiarazione del Ministero degli Esteri pakistano ribadisce la volontà di procedere con il rapido dispiegamento di forze e capacità militari concordate. Pur senza menzionare un avversario specifico, la misura risponde alle settimane di attacchi di rappresaglia condotti dalle forze armate yemenite allineate con Ansarallah (YAF) contro le infrastrutture strategiche saudite.

Secondo quanto scritto dall'analista di The Cradle Malek al-Khoury, il Patto della Mecca è scaturito dall'accordo di mutua difesa tra Arabia Saudita e Pakistan del settembre 2025, sfociato nell'intesa trilaterale del 7 agosto 2026 tra Mohammed bin Salman, Recep Tayyip Erdogan e Shehbaz Sharif.

L'attivazione e i paletti dei partner

Il patto si è dotato di una segreteria guidata dal generale pakistano a riposo Nauman Mahmood. Tuttavia, come evidenziano le valutazioni dell'osservatore di The Cradle, sia Islamabad che Ankara mantengono paletti ben definiti:

Pakistan: Il ministro della Difesa Khawaja Asif ha chiarito che le truppe di Islamabad e Ankara svolgeranno compiti di supporto e ricognizione, lasciando le operazioni d'attacco ai sauditi. L'esercito ha confermato la presenza di truppe nel regno, smentendo seccamente le ricostruzioni del New York Times su presunti raid aerei pakistani in Yemen.

Turchia: L'articolo 92 della Costituzione turca richiede l'approvazione parlamentare per l'invio di forze all'estero. Il ministro degli Esteri Hakan Fidan ha escluso qualsiasi impiego di truppe contro lo Yemen.

Riyadh ottiene così una copertura difensiva sulle proprie città e installazioni industriali senza costringere i partner a entrare direttamente nel conflitto.

Le reazioni di Teheran e il nodo yemenita

Nelle ricostruzioni firmate da Malek al-Khoury per The Cradle, la decisione di Riyadh rientra in una gestione della crisi regionale avviata con l'escalation tra USA, Israele e Iran a inizio anno. L'attivazione del patto serve a resistere a una guerra di logoramento senza aprire un fronte diretto con Teheran.

L'Iran ha accolto la notizia con freddezza: la stampa vicina al regime (come Tasnim e Nour News) ha criticato l'intesa, ma la vera linea rossa di Teheran si concentrerebbe sulla partecipazione attiva ad azioni offensive contro le YAF, mentre tollererebbe un posizionamento meramente difensivo.

Nel frattempo, la pressione da sud resta altissima. Gli attacchi condotti dalle YAF su impianti energetici e sugli aeroporti di Jazan, Najran e Riyadh (quest'ultimo colpito con vittime il 10 e 11 ottobre) mantengono la regione sotto forte tensione.

Il quadro diplomatico: Tel Aviv, Abu Dhabi e la rotta siriana

L'analisi dell'esperto di The Cradle mette in luce come il Patto della Mecca muova gli equilibri regionali isolando le ambizioni di Tel Aviv:

Rapporti con Israele: Nonostante la cooperazione tecnica registrata a seguito dell'atterraggio di emergenza a Tabuk del volo flydubai FZ1073 dirottato, Riyadh ribadisce che la nascita di uno Stato palestinese indipendente entro i confini del 1967 resta una condizione non negoziabile.

Disgelo con gli UAE: La visita a Riyadh del vicepresidente emiratino Mansour bin Zayed Al Nahyan testimonia il tentativo di coordinamento sullo Yemen, nonostante la diffidenza di Abu Dhabi verso un patto che compete con gli Accordi di Abramo.

Corridoi commerciali attraverso la Siria: In parallelo, Riyadh investe in progetti infrastrutturali e di connettività in Siria (come la rete ferroviaria e il progetto Silk Link), costruendo rotte alternative attorno ai blocchi regionali.

In conclusione, come rimarcato nella disamina pubblicata su The Cradle, il Patto della Mecca non costituisce una "NATO islamica" integrata, ma rappresenta un solido scudo di deterrenza con cui qualsiasi nuovo governo israeliano dovrà fare i conti dopo le elezioni del 27 ottobre.

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Altro che solidarietà a Kiev: la grande truffa tedesca degli "aiuti" militari all'Ucraina

 

di Fabrizio Poggi per l'AntiDiplomatico

 

14 ottobre. Inni alla guerra e proclami di attacco. I media di regime italici pullulano di incitamenti ad armarsi e passare all'offensiva. Questa l'atmosfera che circola nelle redazioni romane, torinesi, milanesi che, fiutata l'aria delle cancellerie europee, ardiscono prendere le distanze dai padroni d'oltreoceano, specialmente dopo il cosiddetto “Diesel deal”. Non sia mai che, seppur sommessamente e senza delinearne tempi e termini, qualcuno osi parlare di accordi per mettere almeno un freno al conflitto in Ucraina. Nemmeno le più che evidenti e sonore smentite ai fantomatici “attacchi russi” in giro per l'Europa, “certificati” dalle più indicibili fonti europeiste, riescono a frenare il grido di guerra delle redazioni a libro-paga dell'industria militare. Dunque, se si ventila un accordo Trump-Putin sul diesel, dall'Europa ci si attende che reagisca prontamente, sbraita il signor Jacopo Iacoboni su La Stampa e lo deve fare «agendo su due leve: petroliere ombra russe, e terminal di Primorsk... I Paesi Ue o il Regno Unito da un anno hanno stretto controlli, e potrebbero farlo ancora di più: sequestrare le navi della flotta ombra sotto sanzioni, e per quelle non sanzionate trovare motivi specifici come assicurazione mancante, falsa bandiera, rischi ambientali»; in casi estremi, si potrebbero anche minare le rotte di quelle navi, o mandare U-Boat d'attacco, pare frenarsi controvoglia dall'aggiungere il signor Iacoboni. E la sua collega di redazione, la signora Anna Zafesova plaude ai «nuovi bersagli della guerra» del nazigolpista-capo Vladimir Zelenskij, che prende di mira «Agenzie statali, trasporti e servizi di pagamento bloccati». Più forte! Più in alto!

Arriva poi il signor Giuseppe Sarcina che, sul Corriere della Sera, cade estasiato dalle labbra del “martire” par excellence del Cremlino, il sempreverde “esule” Mikhail Khodorkovskij, presente al cosiddetto “Forum sulla sicurezza” a Varsavia, secondo il quale, dopo il “deal” russo-americano, il pericolo è che si incrini il «fronte unito dei Paesi occidentali contro il Cremlino». E questo non sia mai. Anzi: bisogna aggravare ancora di più le sanzioni, perché «le misure prese finora non spingeranno Putin a fermarsi, perché non mettono fuori uso la macchina della sua guerra. Sono troppo deboli». E, in Europa, presto «si terranno le elezioni in Paesi importanti, come Spagna, Francia e Italia. Se anche uno solo dei grandi Stati europei dovesse decidere di interrompere il sostegno all’Ucraina, si aprirebbe una crisi politica molto grave in Europa». Dunque, si sottintende, Bruxelles, come sua abitudine, deve farsi garante che gli elettori facciano le scelte “giuste” e sostengano le cancellerie più solerti con gli aiuti militari a Kiev, tanto più che, assicura l'evangelico “proscritto”, Putin «vuole piegare la resistenza ucraina e fomentare discordia tra gli europei».

Si respinga l'accordo voluto da quello sconsiderato di Trump con l'autocrate zarista e ci si prepari alla guerra, dunque, anche se, per ora, dietro la maschera del compromesso sul Donbass. Dmitrij Popov, su Moskovskij Komsomolets, osserva che, in qualche modo, l'accordo sul diesel ha messo in secondo piano la preparazione di una nuova proposta congiunta USA-UE alla Russia per la risoluzione del conflitto in Ucraina. Una proposta composta di quattro elementi: ricostruzione dell'Ucraina, che vede impegnate Banca Mondiale e BlackRock le quali, si sottintende, fiutano profitti ultra-miliardari; garanzie di sicurezza per entrambe le parti: USA e UE si impegnano a fornire assistenza militare a Kiev, sul modello dell'art. 5 della NATO, mentre Moskva tende ad accordi con l'Europa sulla propria sicurezza. C'è poi l'integrazione economica di Russia, Ucraina e Europa attraverso un accordo energetico, con la ripartizione dei profitti tra Ucraina e Russia e la revoca di alcune sanzioni alla Russia. Viene quindi la soluzione territoriale, con il cessate il fuoco lungo la linea del fronte; e poi l'azione diplomatica. In altre parole, dice Popov, vengono offerti bonus in cambio di compromessi territoriali, e nessuna delle due parti raggiungerà i propri obiettivi iniziali. Dunque? Ci risiamo: cessazione delle ostilità in Donbass, dopo di che si discuterà sul da farsi: un'altra “carota” prospettata dal Dipartimento di stato. Pare logico che l'accordo sul gasolio, a parte la “soluzione” dei problemi interni americani, abbia l'obiettivo di "ammorbidire" la posizione di Moskva. Se Reuters dice il vero, questo è proprio ciò che Whitkoff e Kushner avrebbero detto agli ucraini. Il risultato non cambia: guerra a oltranza alla “autocrazia russa”.

Perché, tanto per ripeterci, l'obiettivo vero è quello dei profitti dell'industria di guerra; dunque, di che accordo di parla? Forse  di quelli tra imprese militari europee e statunitensi per spartirsi rispettive quote d'affari?

Al Forum sulla sicurezza di Varsavia citato sopra, il vicepresidente dell'americana Northrop Grumman, Frank Morley, ha detto che creando proprie infrastrutture, gli europei non contribuiscono alla "torta comune" dell'industria della difesa della NATO, ma si contendono invece fette diverse. I bilanci della difesa crescono in Europa, ha detto Morley; «c'è un riconoscimento che si chiede da tempo: l'Europa deve sviluppare una propria base industriale della difesa, perché, ripeto, gli Stati Uniti sono coinvolti in molti di questi conflitti... Gli stessi Stati Uniti hanno molti problemi di capacità produttiva; abbiamo bisogno di più risorse. Dobbiamo lavorare tutti insieme per far crescere la torta complessiva, non litigare per le singole fette... il dilemma in Europa è quello di sviluppare la propria industria... Volete essere indipendenti. Volete un certo livello di sovranità e così via, ma allo stesso tempo non potete ignorare l'industria, la tecnologia e il potenziale americani. Dobbiamo assicurarci di lavorare insieme per garantire l'interoperabilità, in modo che i prodotti che introduciamo, funzionino in sinergia».

Al che, l'ex ministro della guerra polacco, Pawel Zalewski ha replicato che nonostante gli ingenti investimenti finanziari polacchi in armamenti americani, gli USA sono lenti nella consegna di tecnologie militari cruciali: «Abbiamo letteralmente inondato le nostre forze armate di sistemi americani. Abbiamo speso 65 miliardi di dollari. Ora ci troviamo ad affrontare carenze e ritardi nella consegna dei prodotti ordinati. Questo è un nostro problema... E quando i nostri amici americani ci chiedono di acquistare prodotti americani, rispondo: "Consegnate con puntualità"... c'è una soluzione: l'integrazione. E sebbene osserviamo una straordinaria apertura da parte americana alla produzione congiunta e allo scambio di tecnologie... riscontriamo tuttavia problemi nel prendere una serie di decisioni cruciali».

In ogni caso, che il conflitto in Ucraina vada avanti, costituisce un “dogma” per il profitti del capitale euro-atlantico. E i miliardi che il principale sponsor europeo dell'Ucraina, la Germania, investe nel finanziamento del regime nazigolpista, rappresentano un grossissimo affare proprio per quello sponsor. Dunque, il ministro delle finanze ucraino Serghej Marcenko ha ammesso che Kiev ha grossi problemi nel reperimento dei 27 miliardi di dollari aggiuntivi necessari per la difesa. E la situazione, osserva Mikhail Pavliv su Ukraina.ru, è resa ancor più complicata dal rapido accrescersi del conflitto di Zelenskij con Trump, il quale non nasconde il fatto che gli interessi americani e i suoi accordi con Mosca non coincidano coi desideri di Kiev; gli “alleati” europei sono così costretti non solo a cercare ulteriori finanziamenti, ma anche a compensare le conseguenze politiche del deterioramento delle relazioni tra Zelenskyj e Washington. In questo quadro, lo scorso 4 ottobre è arrivato a Kiev Friedrich Merz, volendo dimostrare che Berlino è pronta a sostituire Washington nel sostegno alla junta. Quale sostegno? Merz è ripartito da Kiev con un pacchetto di 14-15 accordi con aziende tedesche della difesa - Diehl Defence, Hensoldt, Quantum Systems, Helsing e ARX Robotics - il cui valore è stimato tra i 6,6 e gli 8,5 miliardi di euro.

Pare dunque lecito chiedersi chi stia davvero sostenendo chi. Lo scorso 8 ottobre, ricorda Pavliv, l'Istituto di Economia Mondiale di Kiel ha pubblicato uno studio sulla sbandierata “generosità” tedesca verso l'Ucraina, da cui risulta che dei quasi 100 miliardi di euro che il governo tedesco dichiara come aiuti a Kiev, solo 41,7 miliardi possono essere attribuiti direttamente al sostegno all'Ucraina, mentre il resto è già stato speso in Germania o esiste come impegno futuro. Inoltre, dei 43,3 miliardi di euro di aiuti civili dichiarati, 35,9 rappresentano in realtà spese interne tedesche, tra cui 27,45 miliardi in sussidi sociali ai rifugiati ucraini, altri 7,15 miliardi in spese da parte di Länder e comuni e 1,3 miliardi in garanzie per le imprese tedesche. Solo 7,4 miliardi rappresenterebbero reale sostegno all'Ucraina, di cui 1 miliardo è dato da un contributo tramite FMI, e altri 100 milioni sono costituiti da alleggerimento del debito piuttosto che da un trasferimento di denaro.

Ancor più curiosa la situazione relativa alla componente militare: dei 57,6 miliardi di euro annunciati, 22 miliardi sono impegni futuri, 11,6 miliardi sono stanziamenti per il 2026 e solo 22,7 miliardi si riferiscono agli aiuti militari per il periodo 2022-2025. Ma nemmeno quest'ultima cifra significa che l'Ucraina abbia ricevuto armi per 22,7 miliardi di euro, poiché vi sono incluse varie forme di supporto militare, approvvigionamento, manutenzione, costo stimato delle attrezzature trasferite, addestramento delle truppe ucraine. Vien fuori, a detta dei ricercatori di Kiel, che una parte significativa degli aiuti militari consiste in ordini per i produttori di armi tedeschi, il che significa che i fondi del bilancio tedesco si trasformano in entrate per le aziende tedesche, maggiore utilizzo della capacità produttiva, posti di lavoro e gettito fiscale all'interno della Germania stessa. Ed è logico supporre che, tenendo conto dei contratti militari, vengano convogliati nell'economia tedesca fondi significativamente maggiori rispetto alla stima dell'Istituto di 35,9 miliardi di euro e che il volume potenziale effettivo possa raggiungere i 75 miliardi di euro.

Berlino non cerca più nemmeno di nascondere la componente affaristica della politica nei confronti dell'Ucraina. Già all'inizio di settembre, il ministro degli Esteri tedesco Johann Wadephul aveva espresso pubblicamente indignazione per il fatto che l'Ucraina stesse effettuando troppi pochi ordinativi di materiale bellico alle aziende tedesche e aveva chiesto a Zelenskij di porre rimedio alla situazione. In un'intervista poi citata da Der Spiegel, Wadephul ha dichiarato apertamente che la Germania è il principale sostenitore dell'Ucraina e che, di conseguenza, l'industria della difesa tedesca dovrebbe trarne vantaggio. Il giorno successivo, il governo tedesco ha confermato che Merz aveva personalmente avanzato richieste simili a Zelenskij in numerose occasioni, mentre il ministero degli esteri tedesco ha collegato direttamente l'aumento degli ordini per l'industria della difesa tedesca all'utilizzo di un prestito europeo di 90 miliardi di euro. Letteralmente negli stessi giorni, durante una riunione ordinaria del Gruppo di contatto di Ramstein, il ministro della guerra Boris Pistorius ha annunciato l'acquisto da parte dell'Ucraina di diverse migliaia di missili IRIS-T, prodotti dalla tedesca Diehl Defence e del costo di 400.000 euro, che saranno finanziati con tale prestito europeo.

In breve, conclude lo stesso Pavliv, le cancellerie europee, per la maggior parte, sono consapevoli del proprio orientamento russofobo e il loro obiettivo evidente è quello di prolungare la guerra dell'Ucraina contro la Russia. Ma «un altro obiettivo è salvare le loro economie, che stanno perdendo competitività sui mercati globali, attraverso la "lotta per l'Ucraina". E se ciò che resta dell'Ucraina verrà bruciato lungo il cammino, beh, che così sia... Sono solo affari, niente di personale».

Mãe é presa suspeita de agredir filho após ele tirar foto dela dormindo em Águas Lindas de Goiás

14 October 2026 at 15:53

Uma mulher foi presa em flagrante na última terça-feira (13), suspeita de agredir o filho de 8 anos em Águas Lindas de Goiás, no Entorno do Distrito Federal. Segundo a Polícia Civil, a mãe teria se irritado depois que o menino tirou uma foto dela enquanto dormia. Ela foi autuada por maus-tratos e desacato.

De acordo com a investigação, a mulher teria dado socos no rosto, nas costas e em uma das pernas da criança. Após as agressões, ela deixou o menino na casa da avó, que percebeu os ferimentos no rosto do neto e um sangramento na região do nariz.

Ao notar os machucados, a avó procurou a delegacia para denunciar o caso. A partir da denúncia, a Polícia Civil realizou diligências para localizar a suspeita, que acabou encontrada e presa em flagrante.

Segundo a corporação, além da suspeita de maus-tratos contra o filho, a mulher também teria desacatado os policiais durante a abordagem. O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) de Águas Lindas de Goiás.

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Il patto della Mecca ridisegna gli equilibri della regione senza Israele

 

Il 5 ottobre, il Comitato strategico politico e di difesa del Patto della Mecca si è riunito d'emergenza a Riyadh, a poche settimane dalla seduta inaugurale. I tre governi firmatari hanno avviato l'attuazione dell'impegno di difesa collettiva siglato al Palazzo Safa della Mecca.

Il ministro della Difesa saudita, il principe Khalid bin Salman, ha confermato su X l'attivazione della deterrenza congiunta per proteggere il regno. La dichiarazione del Ministero degli Esteri pakistano ribadisce la volontà di procedere con il rapido dispiegamento di forze e capacità militari concordate. Pur senza menzionare un avversario specifico, la misura risponde alle settimane di attacchi di rappresaglia condotti dalle forze armate yemenite allineate con Ansarallah (YAF) contro le infrastrutture strategiche saudite.

Secondo quanto scritto dall'analista di The Cradle Malek al-Khoury, il Patto della Mecca è scaturito dall'accordo di mutua difesa tra Arabia Saudita e Pakistan del settembre 2025, sfociato nell'intesa trilaterale del 7 agosto 2026 tra Mohammed bin Salman, Recep Tayyip Erdogan e Shehbaz Sharif.

L'attivazione e i paletti dei partner

Il patto si è dotato di una segreteria guidata dal generale pakistano a riposo Nauman Mahmood. Tuttavia, come evidenziano le valutazioni dell'osservatore di The Cradle, sia Islamabad che Ankara mantengono paletti ben definiti:

Pakistan: Il ministro della Difesa Khawaja Asif ha chiarito che le truppe di Islamabad e Ankara svolgeranno compiti di supporto e ricognizione, lasciando le operazioni d'attacco ai sauditi. L'esercito ha confermato la presenza di truppe nel regno, smentendo seccamente le ricostruzioni del New York Times su presunti raid aerei pakistani in Yemen.

Turchia: L'articolo 92 della Costituzione turca richiede l'approvazione parlamentare per l'invio di forze all'estero. Il ministro degli Esteri Hakan Fidan ha escluso qualsiasi impiego di truppe contro lo Yemen.

Riyadh ottiene così una copertura difensiva sulle proprie città e installazioni industriali senza costringere i partner a entrare direttamente nel conflitto.

Le reazioni di Teheran e il nodo yemenita

Nelle ricostruzioni firmate da Malek al-Khoury per The Cradle, la decisione di Riyadh rientra in una gestione della crisi regionale avviata con l'escalation tra USA, Israele e Iran a inizio anno. L'attivazione del patto serve a resistere a una guerra di logoramento senza aprire un fronte diretto con Teheran.

L'Iran ha accolto la notizia con freddezza: la stampa vicina al regime (come Tasnim e Nour News) ha criticato l'intesa, ma la vera linea rossa di Teheran si concentrerebbe sulla partecipazione attiva ad azioni offensive contro le YAF, mentre tollererebbe un posizionamento meramente difensivo.

Nel frattempo, la pressione da sud resta altissima. Gli attacchi condotti dalle YAF su impianti energetici e sugli aeroporti di Jazan, Najran e Riyadh (quest'ultimo colpito con vittime il 10 e 11 ottobre) mantengono la regione sotto forte tensione.

Il quadro diplomatico: Tel Aviv, Abu Dhabi e la rotta siriana

L'analisi dell'esperto di The Cradle mette in luce come il Patto della Mecca muova gli equilibri regionali isolando le ambizioni di Tel Aviv:

Rapporti con Israele: Nonostante la cooperazione tecnica registrata a seguito dell'atterraggio di emergenza a Tabuk del volo flydubai FZ1073 dirottato, Riyadh ribadisce che la nascita di uno Stato palestinese indipendente entro i confini del 1967 resta una condizione non negoziabile.

Disgelo con gli UAE: La visita a Riyadh del vicepresidente emiratino Mansour bin Zayed Al Nahyan testimonia il tentativo di coordinamento sullo Yemen, nonostante la diffidenza di Abu Dhabi verso un patto che compete con gli Accordi di Abramo.

Corridoi commerciali attraverso la Siria: In parallelo, Riyadh investe in progetti infrastrutturali e di connettività in Siria (come la rete ferroviaria e il progetto Silk Link), costruendo rotte alternative attorno ai blocchi regionali.

In conclusione, come rimarcato nella disamina pubblicata su The Cradle, il Patto della Mecca non costituisce una "NATO islamica" integrata, ma rappresenta un solido scudo di deterrenza con cui qualsiasi nuovo governo israeliano dovrà fare i conti dopo le elezioni del 27 ottobre.

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Prove generale di guerra NATO contro la Russia

By: A A
14 October 2026 at 10:30

Il Comitato militare della NATO al completo si è appena recato a Kiev. Sta analizzando la guerra in Ucraina come se fosse il proprio banco di prova.

Segue nostro Telegram.

Il 6 ottobre l’ammiraglio Giuseppe Cavo Dragone, presidente del Comitato Militare della NATO, è arrivato a Kiev con i rappresentanti militari di tutti e trentadue gli Alleati. Lo ha scritto lui stesso su X: la delegazione era lì per ribadire un «sostegno incondizionato» all’Ucraina. ANSA ha registrato la notizia come visita ufficiale. Un segnale strategico rivolto anche a Mosca.

I fatti, anzitutto. Il Comitato Militare assiste e consiglia il Consiglio Atlantico, il Comitato di pianificazione della difesa e il Gruppo di pianificazione nucleare; il suo compito è l’indirizzo di politica e strategia militare. È stato invitato dal nuovo comandante supremo delle forze armate ucraine, Mykhailo Drapatyi. Il Comitato tornava a Kiev al completo dopo otto anni e che gli incontri con Drapatyi e con lo Stato Maggiore ucraino servivano a ricevere la valutazione diretta del campo di battaglia, a discutere le priorità militari di Kiev e a portare nell’Alleanza le lezioni di oltre quattro anni di guerra ad alta intensità. Dragone parla di priorità militari e di insegnamenti utili alla prontezza operativa degli Alleati davanti alle minacce di oggi e di domani.

Ora l’interpretazione, che va tenuta distinta dai fatti. Un organo che consiglia il Gruppo di pianificazione nucleare non attraversa un paese in guerra per fare gesti di solidarietà. Va a raccogliere informazioni e a tararci sopra la propria preparazione. Il flusso descritto dalle fonti corre nei due sensi: dall’Ucraina all’Alleanza come esperienza operativa, dall’Alleanza all’Ucraina come indirizzo di priorità. Quando i vertici militari di trentadue Stati si siedono con lo Stato Maggiore di uno dei belligeranti per misurare la propria prontezza sulla guerra in corso, quella guerra ha smesso di essere un fatto esterno. È diventata il banco di prova dell’Alleanza.

La sequenza conferma la direzione. Il 3 giugno il Consiglio Nord Atlantico si era riunito a Kiev, e lì si era tenuto per la prima volta il Consiglio NATO-Ucraina. A ottobre tocca al livello militare. Prima la cornice politica, poi la struttura che la riempie di contenuto operativo, non è una cortesia di passaggio,  è una presenza istituzionale che si ispessisce a ogni tappa.

C’è poi la frase che sposta il discorso fuori dall’Ucraina. A chi ritiene che sabotaggi, attacchi informatici e violazioni dello spazio aereo possano incrinare il sostegno occidentale, Dragone risponde: «State fallendo». Attribuisce alla Russia la piena responsabilità di quei comportamenti e dice che l’unità alleata non è mai stata così salda. Il fronte ucraino e la pressione sotto soglia sul territorio degli Alleati finiscono nello stesso quadro, pronunciati dallo stesso uomo e dalla stessa sede. La distinzione su cui poggia la formula «Ucraina contro Russia», quella tra una guerra là e una tensione qui, viene cancellata dal presidente del Comitato Militare in persona.

Immagini, simboli e significati

Resta l’immagine. Nel video-messaggio registrato a Kiev l’ammiraglio parla con due bandiere alle spalle e lo sfondo, nella comunicazione istituzionale, non si improvvisa, dice chi parla e a nome di chi. Chi si presenta sotto quei simboli non è un mediatore né un osservatore. Le bandiere raccontano la stessa storia delle parole, parole che sono quelle di una scelta precisa e consapevole, ovvero la guerra-per-Kiev, la dedicazione totale ad una causa che con l’Europa non dovrebbe averci niente a che fare.

L’obiezione seria è un’altra, e va accolta. Nessuna delle tre fonti documenta truppe alleate in combattimento, e nessuno Stato membro ha dichiarato guerra alla Russia. La delegazione è venuta a consultarsi e a rendere omaggio al Muro della Memoria dedicato ai caduti ucraini. Il diritto dei conflitti armati distingue tra il sostegno a una parte e la partecipazione diretta alle ostilità, e su quel terreno la differenza esiste, ma la qualificazione giuridica non esaurisce l’analisi geopolitica. Gli Alleati non descrivono più il proprio ruolo come aiuto a un terzo: parlano di prontezza propria, di minacce proprie, di unità propria. Quando un’alleanza commisura la propria preparazione alla guerra di un altro e imputa allo stesso avversario i sabotaggi sul proprio suolo, il confronto ha due parti, e una non è l’Ucraina.

La valutazione, quindi. Sul piano politico-strategico il confronto tra NATO e Russia è diretto, e le fonti lo mostrano con sufficiente chiarezza. Sul piano cinetico le fonti non registrano un coinvolgimento alleato diretto, che viene però costantemente invocato e auspicato, quasi fosse il più grande desiderio della NATO. Il margine tra i due piani, però, si assottiglia a ogni visita di questo tipo. Gli indicatori da seguire sono due: l’eventuale insediamento stabile di strutture alleate sul territorio ucraino e il modo in cui verranno trattati i sabotaggi che l’Alleanza attribuisce a Mosca, mentre Zelensky ordina di bombardare altre raffinerie di petrolio russe e nuovi droni volano su Mosca, nonostante Donald Trump avesse detto di smetterla.

Tutto è fuori controllo, la NATO agisce indipendentemente dalla sfera americana perché ha sposato la causa ucraina come l’ultima guerra mondiale, quella in cui l’Alleanza o vincerà, o non vi sarà più niente da fare.

La formula «Ucraina contro Russia» serviva a contenere la guerra in una cornice rassicurante per le opinioni pubbliche europee. Con 32 rappresentanti militari nella capitale ucraina, e un ammiraglio italiano a guidarli, quella cornice regge sempre meno.

Sia ben chiaro che questa scelta non è casuale, non è una trappola politica e non è nemmeno un errore di valutazione, ma è una dichiarazione di guerra, l’ennesima, ibrida e stilisticamente pietosa dichiarazione contro la Russia. Ce lo stanno dicendo a viso scoperto, mentre siamo distratti a pensare ad altro.

Resta da vedere se i governi lo diranno ai propri elettori. E resta da vedere anche se i coraggiosi generali a quattro stelle si renderanno conto di una saggia verità che il generale prussiano Carl von Clausewitz scriveva nei suoi manuali: “L’errore non consiste nel fare un passo falso, ma nel non saperlo riconoscere e nel volerlo difendere a tutti i costi”.

Non vi è però ragione per rompere l’incantesimo di Kiev, che in questo momento ammalia l’Europa intera, perché come diceva Napoleone – per fare una seconda citazione – “Non bisogna mai interrompere il nemico mentre sta facendo un errore”.

Missili sulla sede di Aramco: lo Yemen lancia l'ultimatum a Riad

 

L'Arabia Saudita ha confermato che alcuni attacchi sferrati dallo Yemen hanno colpito la sede centrale del gigante petrolifero Aramco, nella parte orientale del Regno.

????Yemen ataca una concentración de fuerzas y vehículos vinculados a Arabia Saudí ???? Las Fuerzas Armadas de Yemen atacaron una concentración de efectivos y vehículos vinculados a Arabia Saudí, según muestran imágenes difundidas del operativo. https://t.co/dCPysDdh55

— HispanTV (@Nexo_Latino) October 13, 2026


Secondo le prime ricostruzioni, nelle prime ore di mercoledì mattina un incendio è divampato presso l'headquarter di Aramco a Dhahran, facend scattare immediatamente l'ordine di evacuazione. Poco dopo, il Ministero dell'Energia saudita ha confermato che un edificio amministrativo di una società controllata da Aramco è stato colpito da missili yemeniti, precisando tuttavia che le fiamme sono state di "portata limitata".

Parallelamente, la Protezione Civile saudita ha riferito che quattro persone (due donne, un uomo e un bambino) sono rimaste ferite dai detriti di due missili da crociera lanciati dalle forze Ansar Allah contro la capitale, con un bilancio di almeno 15 abitazioni danneggiate.

Ritorsione ed escalation nel conflitto

Il raid contro la compagnia petrolifera nazionale segue l'avviso perentorio diffuso dallo Yemen, che aveva intimato a dipendenti e civili di evacuare le aree vicine agli impianti petroliferi sauditi, definiti "obiettivi militari legittimi". Il portavoce delle Forze Armate yemenite, Yahya Sari, ha spiegato che l'azione rappresenta una risposta diretta all'attacco saudita contro la stazione centrale Al-Sabah della compagnia petrolifera yemenita a Sana'a. Sari ha inoltre rinnovato l'allerta per compagnie aeree, aeroporti e viaggiatori nelle zone già individuate come potenziali bersagli. 

???? Yemen declara a Aramco objetivo legítimo y pide evacuar sus instalaciones ???? Las FFAA yemeníes han pedido la evacuación inmediata de todas las personas que se encuentren cerca de instalaciones vinculadas a Aramco, a la que han declarado un objetivo legítimo. https://t.co/0lQN91UxFx

— HispanTV (@Nexo_Latino) October 13, 2026

Questi ultimi sviluppi prefigurano una grave escalation del conflitto. L'esercito yemenita, sostenuto dal movimento Ansar Allah, ha registrato significativi avanzamenti nell'ultimo mese: osservatori indipendenti segnalano che gli Houthi sono ormai sul punto di entrare a Taiz, roccaforte delle forze fedeli a Riyadh.

La tensione resta altissima fin dallo scorso luglio, quando il bombardamento saudita dell'aeroporto di Sana'a ha scatenato la reazione yemenita contro basi, porti, aeroporti e petroliere nel Mar Rosso. Il 20 luglio, Sana'a ha annunciato un inasprimento delle operazioni contro il sostegno saudita al governo di Aden, imponendo a Riyadh un blocco navale in risposta a quello subìto dallo Yemen dal marzo 2015.

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Netanyahu garante ocupação permanente da Cisjordânia

14 October 2026 at 00:18
Em campanha eleitoral, o primeiro-ministro israelita filmou-se em Tulkarem, de onde Israel expulsou 21.000 palestinianos, e avisou a ANP contra qualquer confronto com tropas israelitas.

© ATEF SAFADI/EPA

Benjamin Netanyahu avisou que o Exército israelita apresentou-lhe e ao seu ministro da Defesa, um "plano sólido e eficaz" caso as forças de segurança da Autoridade Nacional se confrontem com os israelitas
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