Dona das massas Milaneza em fusão de 1,8 mil milhões


O processo de mudança, com entrada de novas marcas e a mudança de localização de outras continua a decorrer no Centro Comercial Continente de Portimão.
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Num Conselho Europeu também marcado pela discussão sobre os preços elevados da energia, o primeiro-ministro português voltou a pressionar a Europa para que avance com as interligações elétricas entre a Península Ibérica e o resto do continente.
A Península Ibérica “está há demasiados anos à espera das interligações” elétricas que lhe permitam aproveitar plenamente as vantagens da produção de energia renovável e contribuir para reduzir os preços da eletricidade no conjunto da União Europeia (UE), sublinhou esta sexta-feira Luís Montenegro, numa conferência de imprensa após a cimeira de dois dias.
O líder do Governo português reiterou que a resposta europeia à pressão sobre os preços da energia deve assentar em três dimensões: diplomática, através dos esforços para encontrar uma solução para o conflito no Médio Oriente; económica, com a coordenação das políticas e das medidas de resposta entre os Estados-membros; e estratégica, para assegurar a continuidade da transição energética e ambiental.
Para Montenegro, a aposta nas energias renováveis deixou de ser apenas uma questão climática e passou também a representar uma vantagem económica, ao reduzir a dependência de combustíveis fósseis e a exposição das economias europeias a choques externos. “Esta não é uma altura para hesitações”, frisou, defendendo que a UE deve manter o rumo da transição energética e assegurar que as diferentes componentes da estratégia são concretizadas.
O reforço das interligações elétricas é um dos desafios estruturais do mercado energético europeu. Apesar dos investimentos realizados nos últimos anos, a Península Ibérica continua relativamente isolada do resto do mercado continental, sobretudo devido à limitada capacidade de ligação entre Espanha e França — o que reduz a possibilidade de transportar eletricidade entre regiões com diferentes condições de produção e procura.
No plano ibérico, foi inaugurada em julho deste ano uma nova interligação entre Portugal e Espanha, que acrescentou 1.000 megawatts de capacidade de intercâmbio. O investimento reforça as ligações entre os dois países, mas não elimina o problema mais amplo da insuficiente conectividade da Península Ibérica com o resto da Europa.
Ainda assim, Portugal parte de uma posição relativamente favorável na produção de eletricidade, que lhe tem permitido reduzir a exposição à volatilidade dos combustíveis fósseis. De acordo com a Comissão Europeia, as fontes renováveis representaram 83% do cabaz de produção elétrica português em 2025, ano em que o país registou o quinto preço grossista médio mais baixo da UE, de 67 euros por megawatt-hora, abaixo da média europeia de 85 euros.
Não obstante, Portugal não é imune à subida dos preços, já que continua exposto às variações dos custos do gás natural e aos períodos em que a produção solar diminui e a procura exige o recurso a outras fontes de geração de energia. A capacidade de armazenamento, a flexibilidade do sistema e o reforço das redes são, por isso, elementos complementares para garantir que a maior produção renovável se traduz numa vantagem económica consistente.
Além das interligações, Luís Montenegro destacou o consenso alcançado entre os 27 Estados-membros quanto à necessidade de encontrar respostas coletivas para a pressão sobre os preços da energia. Nesse sentido, afirmou, a Comissão Europeia “foi mandatada” para prosseguir esse trabalho, incluindo a “identificação de medidas que permitam aliviar os custos suportados pelas empresas e pelos consumidores”.
Entre as orientações referidas pelo primeiro-ministro português está o adiamento do regulamento relativo ao metano — uma medida que, segundo explicou, se insere no objetivo de reduzir obrigações suscetíveis de aumentar os custos da energia –, apontando ainda para a necessidade de encontrar “soluções dirigidas aos setores industriais mais afetados” pela atual conjuntura.
(Notícia atualizada pela última vez às 19h26)
Nos últimos dias tiveram início os trabalhos de preparação do terreno onde vão ser investidos milhões de euros na construção de uma nova unidade hoteleira de luxo.
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© ANTÓNIO PEDRO SANTOS/LUSA
Com base em informações históricas do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), a Agência Brasil fez um levantamento dos principais marcos da evolução da jornada de trabalho no país.
Durante 400 anos, a economia brasileira se apoiou no trabalho realizado por pessoas escravizadas. Já o período de trabalho livre e remunerado tem pouco mais de um século.
Essa herança ajuda a explicar por que a construção dos direitos trabalhistas ocorreu de forma gradual.
No início do século 20, trabalhadores passaram a se organizar para reivindicar direitos e limites para a jornada de trabalho. Naquele período, a ausência de regras gerais permitia jornadas extensas em diversos setores da economia.
Segundo o histórico do MTE, em 1912, a Confederação Brasileira do Trabalho (CBT), criada durante o 4º Congresso Operário Brasileiro, defendia uma pauta que incluía a jornada de oito horas diárias e a semana de seis dias de trabalho.
Também estavam entre as reivindicações a indenização por acidentes de trabalho, o salário mínimo, o seguro obrigatório para doenças e a pensão para velhice.
Poucos anos depois, em 1918, o governo federal criou o Departamento Nacional do Trabalho, uma das primeiras estruturas estatais voltadas à regulamentação das relações trabalhistas.
A institucionalização da proteção ao trabalho avançou em 1923, com a criação do Conselho Nacional do Trabalho. O órgão é apontado pelo TST como um dos marcos iniciais da estrutura que daria origem à Justiça do Trabalho brasileira.
Na década de 1930, com a criação do Ministério do Trabalho pelo governo de Getúlio Vargas, o direito do trabalho passou por um processo de ampliação, organização e regulamentação.
Segundo o TST, esse movimento culminou na instalação da Justiça do Trabalho, em 1941, e na consolidação da legislação trabalhista nos anos seguintes.
Um dos principais marcos desse processo foi a criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), em 1943, que reuniu e organizou a legislação trabalhista existente.
Durante grande parte do século 20, a jornada semanal máxima prevista na legislação brasileira era de 48 horas.
A Constituição Federal de 1988 promoveu uma das mudanças mais importantes nesse modelo ao reduzir o limite para 44 horas semanais, mantendo o teto de oito horas por dia.
A promulgação do fim da escala 6x1 representa agora mais uma alteração relevante nessa trajetória.
Ao assegurar dois dias de descanso por semana, a nova regra modifica uma forma de organização do trabalho que permaneceu por décadas em atividades como comércio e serviços.
A medida amplia o período de descanso dos trabalhadores e se soma a uma série de mudanças que, ao longo da história brasileira, buscaram limitar o tempo dedicado ao trabalho e ampliar direitos dos brasileiros.
Até 1888 – A economia brasileira se apoia majoritariamente no trabalho escravizado, sem direitos trabalhistas
1912 – A Confederação Brasileira do Trabalho passa a defender a jornada de oito horas diárias e a semana de seis dias de trabalho
1918 – Criação do Departamento Nacional do Trabalho
1923 – Criação do Conselho Nacional do Trabalho
1930 – Criação do Ministério do Trabalho, Indústria e Comércio
1941 – Instalação da Justiça do Trabalho
1943 – Criação da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT)
1988 – A Constituição Federal reduz de 48 para 44 horas o limite semanal de trabalho
2026 – Congresso Nacional promulga a emenda constitucional que extingue a escala 6x1 e garante dois dias de descanso semanal a todos os trabalhadores

© JOSÉ COELHO/LUSA
Um quarto dos países europeus terá de fazer uma consolidação orçamental média de 1% do PIB ao ano nos próximos cinco anos, próximo do que Portugal teve de fazer durante os anos de resgate da troika

A projeção faz parte do documento Perspectivas da Economia Mundial, divulgado nesta semana pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).
Em 2026, o país termina na décima posição do ranking, com PIB de US$ 2,655 trilhões.
Para 2027, a lista mantém os Estados Unidos como maior potência econômica, seguida pela China.
Confira o Top 10 das economias mundiais, segundo a projeção do FMI, instituição multilateral vinculada às Nações Unidas.
A última vez em que o Brasil ficou no oitavo lugar foi em 2017. De acordo com a estimativa do FMI, o país segue na oitava posição até 2031, último ano projetado.
A melhor posição já ocupada pelo Brasil no ranking global de PIB foi a sétima posição, alcançada em 1995 e de 2010 a 2014.
Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil
Um dos destaques da previsão do FMI é a Índia, que salta do sexto para o quarto lugar e ultrapassa Reino Unido e Japão. Em 2031, a Índia deve tomar o terceiro lugar, da Alemanha.
Estados Unidos e China devem ocupar os dois primeiros lugares do ranking, nesta ordem, até 2031.
O PIB é o conjunto de todos os bens e serviços produzidos em uma localidade em determinado período. Com o dado, é possível traçar o comportamento da economia do país, estado ou cidade, assim como fazer comparações internacionais.
O PIB é calculado com o auxílio de diversas pesquisas setoriais, como comércio, serviços e indústria.
Durante o cálculo, há cuidados para não haver dupla contagem. Um exemplo: se um país produz R$ 100 de trigo, R$ 200 de farinha de trigo e R$ 300 de pão, o PIB será de R$ 300, pois os valores da farinha e do trigo já estão embutidos no valor do pão.
Os bens e serviços finais que compõem o PIB são medidos no preço em que chegam ao consumidor. Dessa forma, levam em consideração também os impostos cobrados.
O PIB ajuda a compreender a realidade de um país, mas não expressa fatores como distribuição de renda e condição de vida. É possível, por exemplo, um país ter PIB alto e padrão de vida relativamente baixo, assim como pode haver nação com PIB baixo e altíssima qualidade de vida.

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Il compromesso c’è, anche se le posizioni restano abbastanza lontane. Però il segnale è arrivato. Nella notte del Consiglio europeo, dove le partite di Giorgia Meloni sull’energia erano più di una, è arrivata una prima vera convergenza sul meccanismo per la tassazione delle emissioni, che molti Paesi, Italia in testa, affiancata dalla Confindustria, vorrebbero rivedere in profondità. Nella convinzione che far pagare le imprese produttrici di energia in base all’inquinamento prodotto sia una delle concause dell’aumento del costo dell’elettricità.
Le posizioni, si diceva. Da una parte il gruppo dei Paesi del gruppo di Visegrad, Slovacchia, Ungheria, Repubblica Ceca e Polonia, che mira a rinviare l’Ets2 (il nuovo sistema dell’Unione europea per lo scambio di quote di emissione di CO2 creato per affiancare il vecchio sistema Ets1) al 2030, mentre i più convinti sostenitori delle energie rinnovabili puntano i piedi e ribadiscono l’indiscutibilità della transizione green e le sue tempistiche, anche a costo di affossare l’industria. Una posizione di mezzo, e qui viene il compromesso, è quella dell’Italia che, pur facendo asse con il Gruppo di Visegrad, non chiede uno slittamento dei termini, ma punta piuttosto a strappare una “eccezione temporanea nazionale”, sul modello di quella concessa a Spagna e Portogallo nel 2023, quando fu concessa la fissazione di un price cap sull’elettricità.
L’accordo del Consiglio sul capitolo Ets si è fatto attendere sino a tarda notte e il punto di caduta si è trovato su una formulazione delle conclusioni finali che “invita la Commissione europea ad aggiornare la valutazione di tutti gli impatti dell’ETS2, in particolare la sua concezione e le sue garanzie”. Il Consiglio europeo, si legge nelle conclusioni, “sottolinea che la transizione energetica rimane la strategia più efficace per conseguire l’autonomia strategica dell’Europa, rafforzare la resilienza, ridurre in modo strutturale i prezzi dell’energia e fornire l’energia pulita, abbondante e prodotta internamente necessaria per alimentare l’economia del futuro, accelerando l’elettrificazione e diffondendo le fonti energetiche rinnovabili e a basse emissioni di carbonio, le reti nonché lo stoccaggio di energia, come anche promuovendo l’efficienza energetica”.
Tuttavia, “nel contesto del riesame in corso del sistema Ets, e al fine di sostenere la competitività industriale europea, il Consiglio europeo ribadisce la necessità di garantire con urgenza un mercato del carbonio ben funzionante, trasparente e prevedibile, proteggere efficacemente dalla rilocalizzazione delle emissioni di CO2, ridurre la volatilità del prezzo del carbonio e attenuare il suo impatto sui prezzi dell’energia elettrica, preservando nel contempo il ruolo essenziale dell’Ets nella transizione climatica ed energetica attraverso un segnale di prezzo basato sul mercato per le emissioni di carbonio che stimoli gli investimenti e l’innovazione”. Tradotto, la transizione non si tocca, né tanto meno si discute, però il tema dei prezzi dell’energia non può essere ignorato.
Una questione, quella del costo dell’energia che si ripercuote sulla vita quotidiana, a cominciare dai generi alimentari, planata d’altronde sullo stesso tavolo del Consiglio, il quale “sottolinea l’importanza cruciale di affrontare il problema dei prezzi elevati dell’energia. Ha discusso l’impatto dell’attuale contesto geopolitico sulle catene di approvvigionamento globali, sulla sicurezza energetica e sui prezzi dell’energia e dei carburanti, nonché gli effetti sui cittadini , sull’industria e sull’economia nel suo complesso”. Eppure, per Davide Tabarelli, presidente di Nomisma Energia, non c’è troppo da gioire. “A me pare che quanto uscito dal Consiglio europeo sia solo un ributtare la palla in tribuna, un segno inequivocabile della grande contraddizione nella quale è imprigionata l’Europa”, spiega Tabarelli, raggiunto telefonicamente da Formiche.net.
“L’Europa si è data l’ambizioso, anzi direi ambiziosissimo, obiettivo di ridurre le emissioni del 55% entro il 2040: un obiettivo, diciamocelo, quasi impossibile considerando che oggi siamo a -37% di emissioni. Ora, se la tassazione del carbone, ovvero l’Ets, si alza ancora, allora forse una possibilità c’è, ma questo significherebbe stroncare quel poco di industria rimasta. E in questo momento per molti Paesi alzare le tasse della decarbonizzazione sulle imprese non sarebbe concepibile. Dall’altra, se invece l’Ets cominciamo a smontarlo, è inutile continuare a parlare di transizione anche solo per un altro minuto. Eccola la contraddizione, fermare l’Ets e chiudere il discorso decarbonizzazione o renderlo ancora più pesante ma chiudere imprese e industrie. Per questo, il compromesso uscito dal Consiglio non risolve molto la faccenda”.


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Em relação a agosto de 2025, o indicador registrou crescimento de 1,2%. Nos últimos 12 meses, a alta acumulada é de 1,6%.
Em agosto, a agropecuária recuou 1,8% em relação a julho. No mesmo período, a indústria avançou 0,9%, enquanto o setor de serviços variou 0,2%. Os impostos sobre produtos subiram 0,1%.
Excluindo a agropecuária, o IBC-Br variou 0,3% no mês.
Segundo os dados divulgados, os resultados de agosto, na comparação com julho, foram os seguintes:
Já na comparação com agosto de 2025, o indicador apresentou avanço de 1,2%. Nesse tipo de comparação, o resultado mostra que a atividade econômica ficou acima do nível registrado no mesmo mês do ano passado.
Entre os setores, na comparação com o mesmo período do ano anterior, a agropecuária teve alta de 5,8%; os serviços avançaram 1,3%; a indústria cresceu 0,4% e os impostos aumentaram 0,3%.
Sem a agropecuária, o IBC-Br registrou alta de 0,9%.
Veja a variação do índice na comparação com agosto de 2025:
No acumulado dos oito primeiros meses do ano, o indicador registra crescimento de 1,6%. Em 12 meses, a expansão também é de 1,6%. No trimestre encerrado em agosto, ante o trimestre terminado em maio, o IBC-Br apresentou variação negativa de 0,6%.
Considerado uma espécie de termômetro da economia, o IBC-Br reúne informações dos setores de indústria, serviços, agropecuária e impostos sobre produtos.
O indicador é complementar ao Produto Interno Bruto (PIB) e permite acompanhar a evolução da atividade econômica com maior frequência.
La Asociación Española de Consumidores ha elaborado, con motivo del Día Mundial del Pan, una guía para ayudar a los ciudadanos a reconocer un pan de calidad y tomar decisiones de compra con más información y menos prejuicios. El documento cuestiona algunas ideas extendidas, como que los productos más caros son necesariamente mejores o que el uso de la tecnología del frío implica una calidad inferior.
La asociación sostiene que la calidad de un pan no depende de un único factor, sino de la coherencia entre los ingredientes, la formulación, la fermentación, el proceso de elaboración, la cocción, la conservación y el resultado final. También advierte de que expresiones como “masa madre”, “integral”, “artesano”, “multicereal” o “recién horneado” pueden aportar información, pero no garantizan por sí solas una mayor calidad.
“El consumidor encuentra cada vez más variedades de pan, pero también numerosos términos que pueden generar confusión. Expresiones como masa madre, integral, artesano, multicereal o recién horneado pueden aportar información, pero ninguna de ellas garantiza por sí sola que estemos ante un pan de mayor calidad”, señaló Miguel Ángel Ruiz, presidente de la Asociación Española de Consumidores.
La guía concede especial importancia a la tecnología del frío, que engloba distintas técnicas basadas en el control de la temperatura y que pueden aplicarse durante la elaboración, la conservación, la distribución y la preparación final del pan. Su utilización no determina por sí misma la calidad del producto, sino que permite preservar las características desarrolladas durante su elaboración hasta el momento del horneado, la venta o el consumo.
La asociación subraya que esta tecnología no sustituye el empleo de buenos ingredientes, una fermentación adecuada o un proceso cuidado. La calidad se construye previamente, a partir de las harinas, la formulación, la hidratación, el amasado, los tiempos de reposo y fermentación y la cocción. Señala que cuando estas fases se han desarrollado correctamente, la tecnología del frío puede ayudar a conservar el resultado obtenido.
En el caso de los panes parcialmente cocidos, permite completar el horneado cerca del momento de la venta o el consumo y obtener la corteza, el aroma y la textura previstos, sin que sea necesario realizar todo el proceso de elaboración desde el inicio en el punto de venta, según explicó.
La tecnología del frío también facilita una producción más planificada, la distribución a distintos establecimientos y un horneado ajustado a la demanda. Los puntos de venta pueden preparar cantidades más precisas, reponer diferentes variedades durante la jornada y reducir las unidades que quedan sin vender. Estas eficiencias contribuyen a disminuir las mermas y a acercar una oferta más variada a establecimientos que no cuentan con obrador propio.
“La tecnología del frío no crea la calidad, pero puede ayudar a conservarla y hacerla más accesible. Aplicada a un producto bien formulado y elaborado, permite preservar el trabajo realizado previamente, ajustar el horneado a la demanda, reducir mermas y ofrecer una mayor variedad de panes en distintos puntos de venta”, explica Miguel Ángel Ruiz.
Para trasladar sus recomendaciones a situaciones concretas de compra, la Asociación Española de Consumidores ha seleccionado siete referencias disponibles en supermercados, pertenecientes a diferentes categorías y rangos de precio. La organización precisa que la selección no constituye un ranking ni una recomendación de compra, sino que pretende mostrar cómo pueden aplicarse los criterios de la guía a productos accesibles para los consumidores.
Entre las referencias figuran el Pan Cristallino Precortado de Europastry, elaborado con masa madre, aceite de oliva virgen extra y doble fermentación, y los panecillos 100% integrales de Lidl, fabricados por Panadería Milagros Díaz, que cuentan con harina integral de trigo como ingrediente principal.
La selección incluye también el pan 100% Integral Cristal de Mercadona, elaborado por Europastry, que combina las características del pan integral y de la alta hidratación; y la media hogaza de centeno 60% de Carrefour, fabricada por Ruipan con harina de centeno y trigo y masa madre de centeno.
La relación se completa con la hogaza 100% integral de Alcampo, elaborada por Panamar Bakery con harina integral de trigo y masa madre integral; la hogaza 100% trigo de espelta de Aldi, fabricada por Europastry; y la barra de cereales de Alcampo, elaborada por Panamar Bakery con diferentes cereales y semillas.
La guía propone siete preguntas que los consumidores pueden plantearse antes de comprar un pan. Entre ellas se encuentran comprobar si se identifica claramente el tipo de harina, si la lista de ingredientes es comprensible y coherente, si la denominación coincide con la composición y si se ofrece información sobre la fermentación o el proceso de elaboración.
También recomienda revisar las instrucciones de conservación y preparación, especialmente en aquellos panes elaborados mediante procesos que incorporan tecnología del frío o que requieren completar el horneado; comprobar si la corteza, la miga, el aroma y la textura responden al tipo de pan; y comparar el precio por kilogramo, en lugar de atender únicamente al importe de cada unidad.
“Para elegir un buen pan no debemos guiarnos únicamente por una etiqueta, un reclamo o una apariencia determinada. Tampoco debemos asumir que la alternativa más cara será siempre la mejor. Contar con información clara permite comparar y encontrar panes de calidad adaptados a diferentes gustos, necesidades y presupuestos”, concluye Miguel Ángel Ruiz.
La defensa del siglo XXI ha dejado de centrarse solo en la protección física de infraestructuras militares, más aun cuando España es el segundo país que más ataques de ciberseguridad recibe del mundo en campañas de secuestro de datos, según ha advertido el teniente general Miguel Ivorra, Director General de Estrategia e Innovación de la industria de Defensa del Ministerio de Defensa, en el noveno Congreso Internacional de Inteligencia Artificial organizado por El Independiente.
"Donde hay infraestructura crítica hay valor, y donde hay valor hay interés donde se quiere hacer daño", aseguró Ivorra, y es por eso que "la defensa debe centrarse en la protección de sus fronteras, pero también en blindar sus infraestructuras físicas y digitales", ya que "el entorno estratégico actual es más volátil más incierto, más complejo y más competitivo". Para ello, es exigible obtener "inversiones sostenidas y competitivas además de resilientes, contando con activos propios para mantenerlas y desarrollarlas". Más aun cuando el hecho de dominar la IA "ofrece una ventaja tanto en la defensa como en el ataque".
Pero es que Ivorra advierte, conocedor del papel que puede tener la IA en el plano militar, "todo lo que decidamos hacer con la inteligencia artificial va a ser amplificado por ella misma". De este modo, "una IA bien dirigida multiplica nuestra capacidad de proteger infraestructuras críticas, de anticipar riesgos, de generar empleo cualificado y de consolidar cohesión territorial. Ahora bien, una IA mal dirigida o ignorada, amplifica las brechas, la dependencia y la vulnerabilidad". Pero con una IA bien dirigida, como señala Ivorra, en el Ministerio de Defensa "está cambiando la manera en que anticipamos los riesgos, detectamos anomalías, mantenemos nuestros activos y protegemos sistemas".
Y para desarrollar la IA, "una pieza clave de los futuros sistemas de las que estarán compuestas nuestras fuerzas armadas", es imprescindible "cooperar y ser soberanos, ya que estos no son conceptos antónimos". El objetivo es tener "capacidad de fabricar, integrar y probarla", es decir, "para "ser soberanos tecnológicamente sin necesitar de terceros".
Para ello, el Teniente general asegura que "la autonomía estratégica de un país no comienza cuando se obtiene un producto final. Empieza mucho antes en los centros formativos donde cursan estudios nuestros jóvenes. En una laboratorio, en los centros de investigación y en los hubs, en nuestras pequeñas y medianas empresas y en las startups". La integración de la educación y la industria en el desarrollo de la tecnología es esencial porque "la inteligencia artificial representa un salto cualitativo en el mando y control, en la ciberdefensa y en la simulación de la defensa".
Por otra parte, el desarrollo tecnológico, asegura Ivorra, "no solo persigue únicamente la modernización de capacidades de nuestras Fuerzas Armadas. También persigue el fortalecimiento de una base industrial que es para a la vez, garantía de seguridad, de empleo cualificado, de cohesión territorial y de progreso económico".


