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La visita de Milei incomoda a la derecha en plena polémica preelectoral sobre el futuro de las pensiones

20 October 2026 at 21:00

El presidente argentino, Javier Milei, aterrizó este martes en Madrid en la que constituye su séptima visita a España desde que se instaló en la Casa Rosada, en diciembre de 2023. Como todas las veces anteriores, no se reunirá con el Rey, ni con el presidente Pedro Sánchez ni ningún otro miembro del Gobierno. Será la primera vez, sin embargo, que tampoco se vea con el líder de Vox, Santiago Abascal, mientras que la Comunidad de Madrid ha evitado confirmar su cita Isabel Díaz Ayuso, anunciada en Argentina. “No lo tenemos en agenda”, aseguraba uno de los asesores más cercanos a la presidenta regional.

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© EPV

El presidente de Argentina, Javier Milei, habla durante un discurso ofrecido este jueves en la Cámara de Comercio de Estados Unidos en Washington (EE.UU.).

Milei lança plano para demitir 21 mil servidores na Argentina

Logo Agência Brasil

O governo da Argentina de Javier Milei publicou decreto, nesta segunda-feira (19), com plano de demissão voluntária que pode alcançar até 21 mil servidores públicos. Desde janeiro de 2023, o governo Milei fechou 77 mil vagas no serviço estatal argentino. 

A política faz parte da agenda de corte de gastos de Milei, que assumiu a Casa Rosada empunhando o símbolo da motosserra, instrumento que representaria o corte de despesas e a redução do Estado.

Notícias relacionadas:

A Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) da Argentina destaca que milhões de pessoas vão ficar sem serviço público com essa demissão em massa e acusa o governo de intimidação de funcionários para aderir à proposta. O governo, por sua vez, defende que a adesão é voluntária.

O Decreto 1.203 de 2026 prevê a demissão voluntária de três grupos distintos dentro do serviço público federal, com exceção dos militares e funcionários da segurança e inteligência. O decreto prevê que as vagas dos servidores que aderirem serão suprimidas de forma permanente. 

A norma abrange funcionários perto da idade de se aposentar, entre 58 e 64 anos, ou que já tenham alcançado os requisitos para aposentadoria. O plano prevê, entre outras modalidades de rescisão, o pagamento de um salário por ano trabalhado no Estado, além de um pagamento mensal de 60% do salário pelos próximos três anos.

O ministro da desregulação e transformação do Estado, Fede Sturzenegger, destacou que quem aderir ao plano de demissão não poderá voltar a ocupar emprego no Estado pelos próximos oito anos “para evitar uma porta giratória”.

Motosserra de Milei

Entre dezembro de 2023, logo após Milei assumir o governo, e agosto de 2026, foram 77,5 mil postos de trabalho suprimidos no setor público argentino.

Desse total, foram 44,7 mil vagas fechadas na Administração Pública direta e indireta; 11,1 mil vagas nas Forças Armadas e entre membros das forças de segurança, além de 21,6 mil funcionários das empresas públicas.

“Nesse período, a Administração Pública Nacional (APN) reduziu seu quadro de pessoal em 21,8%, enquanto, nas empresas estatais, a diminuição atingiu 23,7%. Por sua vez, o número de postos de trabalho na APN centralizada reduziu-se em 30%, ao passo que, na descentralizada, a redução foi de 18%”, diz informe do governo. 

O governo Milei apresenta esses cortes como uma “economia” para a Argentina da ordem de US$ 3,2 bilhões.

“Esta medida reflete o compromisso do governo com a redução do gasto público e sua determinação de cumprir as promessas de eficiência e austeridade na administração pública”, diz o governo.

Servidores públicos

Os servidores organizados na Associação dos Trabalhadores do Estado (ATE) publicaram nota contra a iniciativa do governo. O secretário-geral da ATE, Rodolfo Aguiar, denuncia que as chefias têm pressionado os empregados para aderir ao plano.

“Se é realmente voluntário, por que estão ameaçando os trabalhadores? Se há intimidação, então o consentimento não é livre. As declarações dos funcionários são como: ‘Ou você assina os papéis da aposentadoria ou eu te coloco em licença e depois te demito’”, destacou o líder sindical. 

Ainda segundo Aguiar, a ATE Nacional vai recomendar a não adesão ao plano considerando a experiência de demissão voluntária da década de 1990 na Argentina, que teria deixado milhares de servidores sem emprego e sem aposentadoria.

“Essa decisão deixará milhões de argentinos sem serviços públicos essenciais. Não podemos permitir que desmantelam o Estado e o deixem sem seu bem mais precioso: um valioso recurso humano com experiência e histórico comprovado”, concluiu o secretário-geral da ATE Nacional.

Desemprego

A taxa de desemprego na Argentina subiu 0,3 pontos percentuais (p.p.) no primeiro semestre de 2026, se comparado com o mesmo período de 2025, chegando a 7,9% da população economicamente ativa, segundo dados oficiais do Indec. 

Sob o comando do presidente Javier Milei, a Argentina fechou 31,3 mil empresas, 6,1% do total das companhias registradas no país. Além disso, 245 mil postos formais de emprego foram encerrados em 31 meses, queda de 3,9% do total, segundo levantamento do Centro de Economia Política Argentina (Cepa). 

Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

Museum for Argentine Jewish ranchers stays open despite leadership feud

20 October 2026 at 19:54
Convoluted hybrid arrangement between local government and Jewish community created tension when images of water damage to complex spread online, led to municipal director quitting

Paralizada casi 60 por ciento de la industria metalúrgica argentina

20 October 2026 at 18:19

Buenos Aires, 20 oct (Prensa Latina) Casi seis de cada 10 máquinas están hoy paradas en la industria metalúrgica argentina, luego que este importante sector volviera a desplomarse 3,3 por ciento en septiembre respecto a igual mes de 2025.

The post Paralizada casi 60 por ciento de la industria metalúrgica argentina first appeared on Noticias Prensa Latina.

Buenos Aires Subway Workers Halt Service After Union Leaders Arrested

20 October 2026 at 17:04

Three union leaders were arrested during a protest over a labor sanction and the hiring of workers outside the union agreement.

On Tuesday, workers on the Buenos Aires subway unexpectedly halted service on all six lines following the arrest of three union leaders during a protest against a labor sanction imposed on a worker and the hiring of personnel outside the union agreement.

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Argentina Rights Group Files Complaint Over Police Crackdown

The work stoppage began at around 10 a.m. local time and affected all lines, as well as the Premetro, according to the Subway and Premetro Workers Union (AGTSyP). The union denounced the workers’ arrests as “arbitrary” and announced that service would remain suspended until they were released.

The arrests took place while workers were opening the turnstiles at Juan Manuel de Rosas station on Line B, a protest measure that allows passengers to enter for free.

The action was in response to a sanction imposed on a fellow worker and the lack of dialogue with Emova, the company that operates the subway under a concession.

Urgente, nueva provocación de la policía de la Ciudad gracias a la cual no funcionan las líneas de subte. Se llevan detenidos a delegados porque estaban participando de una protesta. Es un escándalo.
Libertad ya a Claudio y a Facundo ya! pic.twitter.com/5DCsVdZ67x

— Vanina Biasi (@vaninabiasi) October 20, 2026

The text reads, “Urgent: a new provocation by the City police has caused the subway lines to stop running. Union representatives have been taken into custody for participating in a protest. It’s an outrage. Free Claudio and Facundo —now!”

The protest is part of a dispute over the presence of subcontracted companies performing tasks that fall within the responsibilities of maintenance staff.

On Monday, the union organization rejected this practice, considering it a violation of the collective bargaining agreement and a form of illegal hiring intended to address staff shortages.

Union leader Claudio Dellecarbonara denounced an “illegal and unconstitutional escalation of repression” on his social media account on X. Minutes later, he was arrested along with another union leader, Sebastian Carrizo.

Later, the union confirmed that Nestor Segovia, the organization’s general secretary, was the third union leader detained. The police intervention took place amid a large deployment of officers from the Buenos Aires City Police’s Subway Division.

teleSUR/ JF

Source: EFE

Ayuso retrasa su decisión sobre reunirse con Milei en Madrid: “No lo tenemos cerrado en agenda”

20 October 2026 at 11:52
Ayuso condecora  a Milei en la Comunidad de Madrid, en junio de 2024.

La comitiva presidencial argentina aterriza este martes en Madrid con una agenda cargada de actividades para Javier Milei. En la Casa Rosada dan por hecho que el presidente argentino se encontrará con Isabel Díaz Ayuso a las cinco de la tarde, en un lugar todavía sin especificar, pero en Sol no lo ven tan claro. “No lo tenemos cerrado en agenda”, dice uno de los asesores más cercanos a la líder del PP en Madrid.

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Argentina: riesgo país salta al máximo anual tras caída de bonos y acciones

19 October 2026 at 23:40
El índice alcanzó los 675 puntos básicos. La cifra alcanzada en el arranque de las operaciones marca el valor más elevado no solo en lo que va del año, sino también de los últimos doce meses.
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