Epstein. Advogado e contabilista acusados de ocultarem rede

© CRISTOBAL HERRERA-ULASHKEVICH/EPA

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Gus Garcia-Roberts follows Belfi Rivera, a Major League Baseball prospect from the Dominican Republic, through an unregulated recruitment system that exposes young athletes to a network of predatory figures (and at least one former World Series MVP and prominent Fox Sports analyst). It’s a system that operates in plain sight and has for years, but Garcia-Roberts’s superbly reported narrative, which centers on Rivera and his vulnerable family, make those operations positively harrowing.
As a child, Belfi never cared for baseball. He started playing at 7, he told me, because a local coach would drag him from his house and cuff him on the head if he tried to escape to a nearby river to be with his friends. But even as a young boy, he understood the sport likely represented his family’s one shot out of grinding poverty. During that video call in 2021, it seemed that he had clinched it.
But in two and a half years, the $1.8 million Belfi was promised would be almost all gone. Carmona received $630,000, which represented his 35% commission. But more than $950,000 went to someone who had no hand in teaching Belfi how to play baseball. His name is Santo Caraballo, one of the most notorious moneylenders profiting from Dominican baseball. His business partner is a national hero and, 10 years after his retirement, still a commanding figure within Major League Baseball: David Ortiz, known universally as “Big Papi.”
The US Commerce Department awarded $389 million in R&D funding to four companies working on semiconductor development, under the government’s CHIPS and Science Act.
In a statement, commerce secretary Howard Lutnick explained the funding “will accelerate American semiconductor innovation to enhance our domestic energy and power resources”.
As a condition of the close to $400 million outlay, the US government will receive minority, non-controlling and non-equity stakes in the four companies.
Washington-based Helion, which develops high-voltage power semiconductors and advanced energy power modules, will receive the biggest investment at $175 million.
Commonwealth Fusion Systems is in line for an $85 million investment, which it will use to develop semiconductor technologies for robotic maintenance.
Meanwhile, Vertical Semiconductors will get $73 million for its work across AI data centre racks and Sibelco North America will receive $56 million.
Bill Frauenhofer, executive director of Semiconductor Investment and Innovation at the Commerce Department added: “Accelerating domestic R&D across these technologies will strengthen America’s ability to convert and deliver power for the grid, advanced data centres, defence systems, and emerging fusion energy.”
Reuters reported the Commerce Department has awarded a total of 19 R&D grants to semiconductor companies, as part of the $10 billion fund under the CHIPS and Science Act approved by the government in 2022.
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Eleições no Brasil, EUA e UE: esquerda identitária e direita antissistema desviam o debate do essencial — soberania e redistribuição de riqueza.
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As eleições brasileiras têm sido férteis na expressão dos estereótipos eleitorais mais comuns que, na sua esmagadora maioria, são responsáveis pelo acentuado resvalamento para uma política superficial, estéril em debate de soluções efectivas para o futuro colectivo, mas profundamente rica em estética carnavaleira, mais liberal ou mais conservadora, em acesa maledicência e numa tendência exacerbada para o insulto fácil ou até para as mais vis ofensas pessoais.
Nada que não se conheça dos EUA e da forma conservadora, tacanha, acanhada e recuada como aí é discutida a política nacional, em que uma e outra barricada evitam debater os assuntos realmente fracturantes, classificados de «radicais»; nem nada que não se conheça da velha Europa, cuja perda de qualidade da classe política em nada difere, hoje, do que se passa no Brasil, na Argentina ou noutras paragens marcadas pela submissão dos principais dirigentes políticos ao imperialismo anglo-sionista, ao poder imenso da oligarquia ou, em última análise, à necessidade de conciliação das políticas caseiras para com a agenda internacional do imperialismo.
Enquanto olhamos para uma esquerda apanhada, não raras vezes, pelo identitarismo individualista e liberal, assim desviada dos locais de trabalho, do chão de fábrica, dos dramas da exploração, que estão na base dos problemas mais profundos com os quais se debate a maioria da população, constatamos também uma direita que funciona como o outro lado da moeda: ao liberalismo nos costumes de parte da esquerda (a liberal), a direita responde com o conservadorismo; às promessas de justiça social da esquerda (a liberal), a direita responde com mais liberalismo e até “ultraliberalismo”. Uma e outra acabam por falar muito pouco do que interessa realmente, centrando-se muitas vezes em assuntos acessórios, mais ligados à estética do que à essência.
Não obstante, com um olhar atento, podemos sempre desenterrar o que se esconde por trás de um e outro panfletarismo. Uma das mais importantes temáticas em confronto hoje nas sociedades ocidentais – ou ocidentalizadas, como é o caso do Brasil, da América Latina e da Europa Latina – consiste na tensão entre soberania e submissão ao imperialismo anglo-sionista. Se, na Europa – nos casos de Portugal, Espanha ou Itália –, essa tensão é mediada por uma UE já submetida, que tende a funcionar como uma camada protectora das tensões nacionais e uma vez levantada a questão da soberania, a tendência é, das duas uma, ou vê-la como uma extensão da soberania europeia, o que esconde o real problema, ou vê-la como uma tentativa de discussão da saída da UE, o que ainda é visto como um tabu em alargados círculos de um campo ou outro; no Brasil, essa tensão fica mais exposta, uma vez que não existe uma União Americana para mediar as relações externas do país para com os EUA e Israel, os grandes representantes do imperialismo anglo-sionista.
E, neste caso, é interessante verificar que, do lado bolsonarista, de onde se poderia esperar a proposta nacionalista, tal não sucede, ou sucede muito residualmente, pois, mesmo quando sucede, a tentativa é desmascarada pelo excessivo apoio que as redes sociais norte-americanas dão à candidatura de Bolsonaro, ou pelas constantes ingerências de Trump e dos seus apaniguados no processo eleitoral brasileiro. Por muito que a direita quisesse mostrar-se como defensora da nação e da sua independência, o efusivo apoio dos EUA à candidatura em causa faria cair a máscara, pois os EUA – e Israel – nunca apoiariam com tanta veemência e de forma tão expressa quem não lhes fosse dócil. A omissão de Lula nos comandos algorítmicos de Silicon Valey acaba por denunciar qual dos dois candidatos é mais dócil aos interesses dos EUA.
Já do lado de Lula da Silva, aí sim, têm surgido as propostas mais demarcadas em matéria de defesa da soberania, mesmo que alguma dessa intensidade possa depois colidir com os ditames pragmáticos da realpolitik, ditados pela necessidade de conciliar com um centrão marcadamente pró-imperialista. De qualquer das formas, esta linha demarcadora existe, e parece-me pouco crível que alguém, no pleno uso das suas faculdades mentais, possa escolher um protegido de Trump para a defesa dos interesses soberanos do Brasil, em vez de um experiente conciliador, mesmo que não revolucionário.
Sabendo da importância que esta questão tem, depois, para a gestão e utilização soberana dos recursos endógenos e a sua afectação a um plano de desenvolvimento independente, parece-me de difícil defesa a escolha de Bolsonaro, no caso de pesar, nessa escolha, a questão soberana. Tal como na UE, também não é na direita que os soberanistas têm encontrado as melhores práticas, talvez com excepção de Viktor Orbán — que governou a Hungria durante dezasseis anos, até às eleições de abril de 2026 —, mas mais por necessidade de alinhamento com a Rússia e a China, em consequência das escolhas da UE em matéria energética e industrial, do que por necessidade de construção de um projecto de nação realmente soberano. Aliás, se mais provas fossem necessárias, tivemos o total alinhamento de Orbán com o sionismo para percebermos que o desencontro para com a UE era apenas tático, e não uma questão de fundo ou de defesa da soberania nacional. Nem por um momento Orbán renunciou à NATO nem se afastou de Israel e do sionismo — factores que usou como plataformas de sustentação contra a burocracia de Bruxelas. A submissão a Trump, essa, também foi explícita e verbalizada com o fulgor de quem via nele “um enviado de deus”!
Já no caso de Meloni, Babis e outros, a questão é a mesma: muita conversa, mas, no final, o mesmo alinhamento, o que deixa antever para onde virão a virar os partidos como a AfD. Perante as questões fundamentais, também estas alinharão, ou pela submissão a Bruxelas, ou pela submissão directa ao sionismo e ao imperialismo dos EUA. Outros, como Meloni, conseguem fazer um meio-caminho que, no final, tem as mesmas consequências sociais. No que conta realmente, os jovens continuam a deparar-se com o desemprego, a não conseguir casa, as infraestruturas a degradar-se, os direitos laborais sob ataque cerrado e os salários em desvalorização acelerada face ao aumento brutal do custo de vida. Não existe um local onde esta «nova direita» esteja implantada e sentada nas cadeiras do poder, onde isto não se passe.
Daí que subsista um outro paralelo importante entre as eleições brasileiras e o que se passa na Europa e no Ocidente em geral: quer no Brasil, quer nos EUA, quer na Europa, esta «nova direita» utiliza também a agenda identitária como linha divisória em relação à esquerda. Supostamente, a «esquerda» – liberal, acrescento eu – seria responsável por uma decadência dos costumes e dos valores culturais e religiosos, pela decadência social e moral dos defensores desta deriva «wokista».
Ora, esta demarcação tem funcionado como justificação para muitos que, tendo-se apresentado como críticos do sionismo, defensores da multipolaridade, anti-imperialistas e defensores das soberanias do Sul Global, vêm agora usar este suposto «wokismo» da esquerda para justificar a eleição de um representante da submissão ao imperialismo como Bolsonaro. Esta demarcação tem um problema: mais «wokista» do que o «wokista» é aquele que faz do wokismo a coisa mais importante da política, seja quando se está a favor, seja quando se está contra.
À esquerda, muitos não são capazes de identificar nas pautas excessivamente identitárias uma agenda individualista, fraccionária e fragmentadora das classes trabalhadoras, com origem nos próprios EUA, cujos serviços de manipulação de massas transformaram o ser «woke» (alerta para as injustiças sociais) numa espécie de panfletarismo identitário que extraiu ao movimento «woke» a dimensão classista e de redistribuição justa da riqueza que possuía e lhe deu uma panóplia de identidades em troca, transformando a preocupação com a igualdade, a justiça social e a liberdade – uma preocupação materialista e universalista – numa preocupação tribalista, individualista e, acima de tudo, desconectada da dimensão material, ou seja, da dimensão da justa redistribuição da riqueza produzida pelo trabalho.
Mas, à direita, quando se utiliza essa deriva tribalista e individualista como linha divisora, nega-se também o que distingue, de facto, a esquerda da direita. É que na matriz histórica que distingue esquerda de direita está a riqueza: quem a domina e como é repartida. De um lado, quem defende que a propriedade e a riqueza não devem ser a medida da liberdade e da iniciativa política e que todos os seres humanos devem ter direito a uma vida digna (universalismo) e, do outro, à direita, a plutocracia fisiocrática, ou seja, a ideia de que a liberdade e a capacidade de intervenção política devem medir-se pela riqueza que se tem. Daí que os sufrágios liberais assentassem numa lógica censo-censitária – ou seja, identitária –, em que o que contava era a riqueza que se tinha, se era homem e se sabia ler e escrever, e não fosse a luta, nomeadamente a das mulheres sufragistas, a conseguir alcançar o que hoje designamos por «sufrágio universal» e ainda estaríamos assim. Julgo que também as terão acusado de «wokistas», nos termos em voga na altura!
Assim, de lá para cá, ou seja, desde o momento fundador da dicotomia «esquerda–direita» da Revolução Francesa, a direita se empenha mais do lado da conservação da propriedade nas mãos de quem a tem, e a esquerda mais do lado da democracia real, da democracia económica, social e cultural, negando a ideia de que os ricos tenham de permanecer ricos e que os pobres tenham de permanecer pobres — em jeito de tradução, o que chamamos de progressismo universalista, por oposição ao progressismo individualista, o qual tende sobretudo para as questões da identidade individual.
Assim, quando esta direita embarca na lógica antiwokista, fazendo desta agenda o aspecto mais importante da discussão política, como se o que importasse realmente não fossem as coisas que nos permitem viver, sustentar, alimentar e fruir o nosso corpo e espírito, esta direita fá-lo apenas com uma intenção: desviar a atenção para uma questão superficial, para que nas propostas em discussão não entre o que lhe é mais caro: a redistribuição justa da riqueza e a democracia económica, social e cultural. Assim, o que mais lhe importa permanece indiscutível e as eleições transformam-se num carnaval de bandeirinhas do contra e a favor. Quem escolhe onde vota por causa do wokismo de outro é tão wokista quanto ele.
Mas não se ficam por aqui as semelhanças. Outra é a questão da segurança e do combate ao crime: à direita, propaga-se a ideia de que o crime se combate com violência brutal; à esquerda, defende-se que, enquanto houver pobreza, não será possível erradicar o crime. Ora, não é preciso ser muito inteligente para perceber que a primeira proposta falha nos locais onde mais se dela fala: nos EUA. Nenhum país tem mais prisioneiros comuns — também poucos terão mais prisioneiros políticos —, nenhum país gasta tanto em suposto combate ao crime, nenhum país desenvolvido tem tanto crime. Porque, nos EUA, os viveiros do crime comum, os guetos negros e latinos, onde vivem populações desesperadas, desprovidas de condições básicas de emprego, de educação e de serviços públicos essenciais, continuam sobrelotados e cada vez mais empobrecidos. Ora, esse é apenas o crime do desesperado, o que surge na televisão.
Outra forma de crime e que também constitui um paralelo na agenda direita/esquerda, é a questão da corrupção. Se esta «nova direita» faz bandeira da corrupção e a esquerda pouco fala dela, também é verdade que, quando eleita, esta «nova direita» faz tudo menos acabar com a corrupção. Não é preciso ir mais longe do que Trump para constatarmos um caso de corrupção empedernida. E quem do bolsonarismo esperava o fim da corrupção também ficou a praguejar no deserto: o governo Bolsonaro foi, ele próprio, um antro de corrupção. Talvez se devesse começar por discutir que, para acabar com a corrupção, é preciso acabar com o que a origina: a imensa disparidade na distribuição da riqueza, que faz com que uns possam usar o seu imenso poder económico para obter do poder político o que lhes falta em legitimidade eleitoral. Este crime, o de colarinho branco, sendo até mais insidioso e originando as causas profundas do outro, não surge tão amiúde nas televisões.
Na imigração temos, talvez, a única das grandes diferenças entre as eleições na América Latina, no Brasil e nos países do capitalismo avançado. Mas a imigração surge também como uma forma de identitarismo superficial da direita. Quanto mais a «nova direita» fala de «excesso de imigração», mais esquece que quem emprega esses imigrantes são os mesmos que a financiam e apoiam, que os imigrantes vêm trabalhar nos sectores económicos com os salários mais baixos, explorados pelos patrões mais retrógrados e conservadores — base social da direita radical —, e que o patronato só recorre à imigração como último recurso, porque a sua agenda antilaboral fez com que os trabalhadores não tenham hoje condições para projectar um futuro com estabilidade, porque os jovens, vítimas da transformação da habitação em especulação imobiliária, deixaram de poder programar um futuro em família e porque os pais e as mães, vítimas dos horários desregulados impostos pelo patronato e consagrados em lei pela direita, não têm tempo para a sua família.
O mais grave é que, quanto mais negam as condições materiais necessárias, mais dizem defender a família e os respectivos valores. Uma clara mostra de hipocrisia e cinismo, que nega as causas profundas do problema — um problema que afecta todo o Ocidente. É mais fácil, como têm feito, negar que a crise da natalidade está intrinsecamente ligada ao sistema vigente. Sabem onde não havia crise da natalidade? Nos países socialistas do leste. Países industrializados, letrados e bem alimentados, que duplicaram as suas populações em 70 anos. Hoje, tomados pelo capitalismo, encontram-se na lenga-lenga dos países do capitalismo avançado. Daí não sairão até que mudem as características fundamentais de um sistema económico que não apenas não dá tempo à mulher para ter filhos, como destrói a coesão familiar com a desregulação do trabalho e, consequentemente, da vida.
Ora, o que é mais interessante deste debate político é que os que há uns anos, os que diziam não haver direita e esquerda, que os políticos eram todos iguais, são agora os que vêm dizer que a salvação está nesta «nova direita» e são os que se acirram quando lhes dizemos que esta «nova direita» nada tem de «nova» e que, ao invés, tresanda a fascismo clássico.
Nunca são fascistas, mas submetem-se ao sionismo e ao império anglo-sionista; não são fascistas, mas usam da demagogia e do discurso fácil usados pelo fascismo clássico; não são fascistas, mas usam das bandeiras de massas como o fez o fascismo clássico; não são fascistas, mas usam a religião e a suposta degradação dos costumes para desviar as atenções do essencial, como o fez o fascismo clássico; não são fascistas, mas chegados ao poder privatizam, atacam direitos laborais e fecham serviços públicos essenciais, como fez o fascismo clássico; não são fascistas, mas atacam o conhecimento, desvalorizam o estudo e o empenho individual, como fazia o fascismo clássico; não são fascistas, mas desconsideram a experiência política, o percurso individual e colectivo, como fazia o fascismo clássico, para desconsiderar as instituições; não são fascistas, mas assumem um discurso racialista, xenófobo, supremacista e ultra-individualista, como fazia o fascismo clássico; não são fascistas, mas são todos anticomunistas, antissocialistas e contrários ao progresso social, como era o fascismo clássico; não são fascistas, mas são apoiados pela oligarquia e pelo patronato mais retrógrado, bem como pelo imperialismo, como era o fascismo clássico.
Não são fascistas, mas cheiram, voam, cantam e vociferam como os fascistas…
Chamem-lhe o que quiserem, mas uns «anos 30» do século XXI, armados de IA e de redes sociais? Não, obrigado! Não podemos esperar diferente de quem tem os mesmos patrões e quer mandar nos mesmos empregados…
Espero que, depois, me poupem ao adágio repetitivo do «fomos enganados».
FONTES E NOTAS DE VERIFICAÇÃO
Encarceramento nos EUA — os EUA têm a maior população prisional do mundo (cerca de 2 milhões de pessoas) e a maior taxa de encarceramento de qualquer democracia; em taxa por habitante, apenas El Salvador, Cuba e Turquemenistão a superam (World Prison Brief / Prison Policy Initiative, 2026). https://eji.org/news/u-s-remains-world-leader-in-number-of-people-incarcerated/
Jair Bolsonaro — condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 27 anos e 3 meses de prisão (11 de setembro de 2025) por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa armada e abolição violenta do Estado democrático de direito; cumpre pena desde 25 de novembro de 2025. https://apublica.org/especial/o-julgamento-de-jair-bolsonaro/ ; https://checamos.afp.com/doc.afp.com.A2V88ZQ
Donald Trump — condenado em maio de 2024 por 34 crimes de falsificação de registos comerciais; em janeiro de 2025 foi-lhe aplicada uma liberdade incondicional (sem pena de prisão nem multa), com recursos ainda pendentes em 2026. https://www.bbc.co.uk/news/articles/c4g3m95ykzko ; https://www.axios.com/2026/08/28/trump-hush-money-conviction-appeal
Viktor Orbán — a Hungria é membro da NATO e Orbán foi aliado próximo de Netanyahu e de Israel; nas eleições de abril de 2026, Péter Magyar pôs fim a 16 anos de governo de Orbán. https://apnews.com/article/hungary-israel-euro-2024-soccer-1514e137b54b18a1fed8be8b6cd89b19 ; https://www.ynetnews.com/article/hjef3yqnbx
Sufrágio — em Portugal, o voto censitário só foi extinto em 1968; as mulheres obtiveram um direito de voto limitado em 1931 e a igualdade plena apenas com a Constituição de 1976. https://www.europeana.eu/pt/stories/votes-for-women ; https://arquivomunicipal.lisboa.pt/fileadmin/arquivo_municipal/difusao/publicacoes/cadernos/Cad04.pdf
Origem do termo «woke» — inglês afro-americano, com registos desde os anos 1920–1940, popularizado a partir de 2014 pelo movimento Black Lives Matter. https://www.merriam-webster.com/wordplay/woke-meaning-origin ; https://www.latimes.com/world-nation/story/2025-09-30/how-woke-went-from-an-expression-in-black-culture-to-a-conservative-criticism
Origem dos termos «esquerda» e «direita» — disposição dos deputados na Assembleia Nacional Constituinte francesa, em 1789. https://observador.pt/opiniao/a-grande-dicotomia-o-que-ainda-separa-a-esquerda-da-direita/
Criminalidade — a taxa de homicídios dos EUA (≈6,4 por 100 mil habitantes) é muito superior à dos restantes países desenvolvidos, mas inferior à do Brasil (≈22–23) ou do México (≈25); por essa razão, o texto original «nenhum país tem tanto crime» foi ajustado para «nenhum país desenvolvido tem tanto crime». https://www.unodc.org/documents/data-and-analysis/gsh/2023/GSH_2023_LAC_web.pdf


© MATTHEW KAMINSKY/EPA
Para Felipe Melo, o Fluminense merecia mais a classificação para a final da Copa Libertadores do que o Palmeiras.
O ex-volante e comentarista expressou sua opinião após o triunfo alviverde nas penalidades, na quarta-feira (21), no Nubank Parque, em São Paulo. Ele se disse orgulhoso da atuação do Tricolor.
“A verdade é que o Palmeiras venceu. Sofreu muito mais do que o que devia. E para ser bem sincero, penso de verdade que o Fluminense mereceu mais”, disse.
Apesar de reconhecer que o Fluminense merecia mais o resultado, Melo ponderou sobre as dinâmicas do futebol. Ele destacou que, no esporte, as variáveis são muitas e, por vezes, o placar final pode não refletir o desempenho das equipes em campo.
“Mereceu muito mais do que o Palmeiras. Mas futebol não tem merecimento. Todos trabalham, todos são profissionais e no final quem foi mais competente fica no gostinho de ‘podia ter ganho’. Foi o que levou. O Palmeiras está de parabéns por mais uma final”, acrescentou.
Felipe Melo estava atrás de um dos gols do Palmeiras na partida realizada no Nubank Parque. Ele participou da transmissão da getv.
“A classificação começa, obviamente, com o que o time fez na semifinal, mas eu não tenho dúvida de que o torcedor do Fluminense ele saiu orgulhoso daqui. O Fluminense propôs o jogo, o Fluminense tentou do início ao fim e, no final, com muito mérito, venceu o Palmeiras no tempo normal. Depois tudo pode acontecer”, concluiu.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Una jueza federal de California bloqueó parcialmente una ofensiva con la que la unidad principal de investigaciones del Departamento de Seguridad Nacional (DHS, por sus siglas en inglés) ha ido en busca de supuestos electores no ciudadanos en varios Estados del país, de cara a las elecciones de mitad de período en las que se pelea el control del Congreso.

© HSI Kansas City

Hulk concedeu declarações na zona mista após a eliminação do Fluminense no Nubank Parque e defendeu o desempenho da equipe durante a partida. Para ele, qualquer pessoa que entende de futebol reconheceria a superioridade do time em campo.
Em tom reflexivo, o jogador afirmou que o Fluminense jogou melhor e teve o controle do jogo, mas reconheceu a imprevisibilidade do esporte.
Na zona mista, Hulk foi direto ao avaliar o desempenho do Fluminense.
“Se você perguntar pra qualquer pessoa que entende de futebol, todos vão te responder a mesma coisa”, declarou o atleta, sugerindo que o time foi superior ao adversário durante o confronto.
Apesar da convicção sobre o desempenho coletivo, Hulk reconheceu que o bom futebol nem sempre é suficiente para garantir a vitória. “Infelizmente não adianta jogar bem, não adianta ter o controle do jogo”, lamentou.
O jogador ainda refletiu sobre a natureza imprevisível do esporte.
“O futebol é difícil de entender, ninguém vai entender o futebol, porque nem sempre quem joga melhor, nem sempre quem controla a partida vai sair vitorioso”, concluiu Hulk, resumindo a frustração do Fluminense com a eliminação.
Canobbio recusa ofertas para seguir no Fluminense: “Melhor decisão”
Thiago Silva usou as redes sociais e entrevistas para desabafar após a eliminação do Fluminense diante do Palmeiras na Copa Libertadores da América. Visivelmente emocionado, o zagueiro tricolor reconheceu ter falhado, mas garantiu que seguirá de cabeça erguida.
Em suas declarações, Thiago Silva destacou o sofrimento compartilhado com os torcedores que estiveram presentes nas arquibancadas. “A gente sente muito o que os nossos familiares passam na arquibancada”, afirmou.
Segundo ele, cerca de 4 mil torcedores acompanharam a partida, muitos deles tendo viajado longas horas para apoiar a equipe. “A gente queria muito levar essa classificação para o Rio, para eles, gente que veio não sei quanto tempo de ônibus, 28 horas de ônibus para poder estar aqui com a gente”, disse.
O jogador revelou que a demora para deixar o campo após o apito final foi motivada pela emoção compartilhada com os torcedores. “O nosso sentimento de tristeza é olhar para eles e ver, por mais que seja à distância, a lágrima nos olhos”, declarou Thiago Silva.
Ele também reconheceu a dificuldade financeira enfrentada por muitos dos presentes para comparecer ao jogo, reforçando o peso da derrota diante de tamanha dedicação da torcida.
Apesar do abatimento, Thiago Silva foi enfático ao afirmar que não deixará a cabeça baixa. “Falhei de novo. Já falhei muitas vezes na minha vida, na minha carreira, e hoje foi mais um dia, mas vou levantar sempre a cabeça”, disse.
O zagueiro completou ressaltando que, embora o futebol traga derrotas marcantes, a de hoje não o deixa com sentimento negativo: “Hoje saio de cabeça erguida e muito orgulhoso do meu time”.
Canobbio recusa ofertas para seguir no Fluminense: “Melhor decisão”
Flamengo e Estudiantes se enfrentam nesta quinta-feira (22), às 21h30, no Maracanã, Rio de Janeiro (RJ). A partida é válida pela segunda semifinal da Copa Libertadores da América e definirá o segundo finalista do torneio.
O duelo acontece após o empate de 0 a 0 no jogo de ida, disputado na Argentina, elevando a expectativa para o confronto decisivo no solo carioca.
O time de Leonardo Jardim chega embalado para a decisão. A equipe carioca ostenta uma invencibilidade de 11 jogos, sendo quatro deles após a última Data Fifa.
Mesmo com desfalques por problemas físicos em partidas anteriores, o ritmo da equipe não foi afetado. O treinador português terá praticamente todo o elenco à disposição, com o Maracanã prometendo uma atmosfera vibrante a favor do Rubro-Negro.
Pelo lado do Estudiantes, a grande novidade é a liberação de Marcos Rojo para a partida, que deverá ser titular. Tomás Palacios e Leandro González Pires também retornam após cumprirem suspensão e reforçam a equipe argentina.
No entanto, o Estudiantes ainda terá desfalques importantes para o confronto. Gabriel Neves, Jalil Eliás e Eric Meza devem seguir fora do time para a decisão no Maracanã.
Esse texto foi gerado por inteligência artificial com base no conteúdo produzido pela Itatiaia. Todas as informações são apuradas e checadas por jornalistas. O texto final também passa pela revisão da equipe de jornalismo da CNN Brasil.
Sonhando com classificação para a decisão da Libertadores, Estudiantes e Flamengo se enfrentam às 21h30 desta quinta-feira (22), pela rodada de volta das semifinais.
A partida será disputada no Maracanã, no Rio de Janeiro.
Na partida de ida, o Flamengo conseguiu segurar o Estudiantes e empatou em 0 a 0. Agora, o Rubro-Negro, atual campeão do torneio, vai decidir a classificação para a final no Maracanã, diante da sua torcida.
Quem vencer estará na final; um novo empate levaria a decisão para os pênaltis.
O confronto terá transmissão da ESPN e Disney+, além do tempo real do CNN Esportes.
Léo Pereira critica partida da Libertadores na altitude: “Horrível jogar”
La movilización de los estadounidenses en las elecciones de medio mandato ya está dejando huella cuando faltan menos de dos semanas para el 3 de noviembre, día de los comicios. La votación anticipada, que ha comenzado en más de una treintena de Estados, está batiendo récords en algunos de ellos. Más de 16 millones de electores han ejercido ya su derecho al voto, la mayoría enviando su boleta por correo.

© Jonathan Ernst (REUTERS)
Bell Canada flagged cybersecurity credentials as increasingly important in consumers’ choice of businesses after research found almost 40% would shun a company if its protections were doubtful.
A survey of 1,523 adults conducted by the telecoms player’s Cyber division found nearly 60% would stop using a business if personal data was exposed and just shy of 80% reported being the target of an attack in the past 12 months.
Bell Cyber conducted its survey across seven days, beginning on 29 July. The research revealed growing public concern over the role AI is playing in cyberattacks, with 76% believing the technology is contributing to an increase in the sophistication of swindles.
Canadians believe companies are struggling to keep pace with the cyber scams AI is contributing to.
Confidence in companies’ ability to fend off attacks is low: 31% believe businesses can protect personal information from incidents involving AI.
Bell’s research highlighted worries over workplace cybersecurity training, with many staff saying they have taken the initiative by seeking information themselves.
Localisation is one confidence-boosting method the company suggests businesses adopt, with the research indicating trust is greater when information is stored on domestic servers and security overseen by Canadian companies.
The former may be a welcome statistic given Bell is investing heavily in domestic data centre capacity.
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Meta Platforms plans to expand its Muse personal agent and charge businesses for transactions it handles, CEO Mark Zuckerberg (pictured) stated on the company’s Q3 earnings call.
He said more than 10 million people in the US and Canada have set up Muse in a month and a half, and about 25% use it on any given day
Zuckerberg stated Muse had a “clear product-market fit” and that Meta will focus on attracting more users, increasing revenue and optimising compute costs.
“We expect to grow Muse to serve billions of people,” he said, calling the goal as “both our mission and our strategy”.
The Muse line began in April with Muse Spark, the first model from Meta’s Superintelligence Labs. This month Meta followed with Muse Wonder and Muse Wonder Full.
Shopping is Muse’s most common use, with more than a quarter of users shopping through the agent.
Zuckerberg said Muse “should be free” for most people, with Meta taking a fee on transactions it facilitates for businesses. Subscriptions would cover access to the most advanced models or extra tokens, and business owners could also subscribe directly.
“We have been discussing our vision for personal superintelligence for more than a year now,” he said. “We want every person [to] have an extremely capable personal agent that understands your goals and can help you achieve them,” he said.
Meta Q3 metrics
Meta’s quarterly revenue rose 26% year over year to $64.6 billion.
Costs climbed 68% to $51.6 billion, including a $9.89 billion charge from an August agreement with 52 attorneys general over teen mental health claims.
Operating income fell 37% to $13 billion and the operating margin halved to 20%. Net income rose to $9.9 billion from $2.7 billion a year earlier, when a one-time $15.9 billion tax charge reduced profit.
Capital spending totalled $34.9 billion, with Meta forecasting $135 billion to $145 billion for 2026.
Its apps reach 3.64 billion people a day, up 3% from a year ago but just below the 3.65 billion analysts expected, according to StreetAccount. Zuckerberg said Threads has overtaken X in monthly users.
Reality Labs, which makes the Quest headsets and the Ray-Ban and Oakley AI glasses, lost $4.1 billion on $443 million of revenue, compared to a $4.4 billion loss a year ago.
Meta CFO Susan Li said the company expects Reality Labs to lose $18 billion to $19 billion in 2026, down slightly from $19.2 billion in 2025.
Also yesterday, Reuters reported a New Mexico judge ordered Meta to pay the state $25 billion after a jury found it misled consumers in a case tied to the Cambridge Analytica scandal. The tech giant said it will appeal.
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Intel heralded a construction milestone at a long-planned semiconductor manufacturing facility in the US state of Ohio after installing the first major structural truss years after it was announced.
“This represents another significant step toward expanded US leading-edge semiconductor capacity,” Intel Foundry head Naga Chandrasekaran wrote in a post on the company’s website.
Former Intel CEO Pat Gelsinger announced the factory in 2022 with a target production target date of 2025. CNBC reported Intel now expects to finish construction in 2030 while also building a second facility in Ohio with a completion date of 2031.
In 2021, Gelsinger revealed a plan to build two new factories in the state of Arizona boost the company’s foundry business.
Chandrasekaran also announced operations at its next fab in Arizona are expected to start by the end of 2028, but CNBC noted the company is yet to land a major external customer for the 18A chips being built in the state and noted it is using the chips to make its own processors for devices
In September, SK Hynix told Reuters it conducted talks with Intel about a deal to make memory chips in the US for the first time, an arrangement which could include leasing part of Intel’s Ohio facility.
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© SERGEY DOLZHENKO/EPA
Em busca de se firmar na liderança do grupo C da competição, Olimpia e Cruzeiro duelam nesta quinta-feira (22) às 21h em partida válida pela terceira rodada do Grupo C da Libertadores Feminina.
A partida será realizada no Estádio Banco Guayaquil, no Equador, e terá transmissão de UOL Esporte, Cazé TV, e SporTV (TV fechada).
Cabulosas e paraguaias estão no grupo C do torneio continental ao lado LDU-EQU e Bolívar-BOL.
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