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Demi Lovato abre o coração sobre casamento: “Trouxe paz para minha vida”

22 October 2026 at 18:19

A cantora e compositora Demi Lovato, 34, refletiu sobre toda a transformação e trajetória em restabelecer a paz e tranquilidade em sua vida, compartilhando que seu marido Jutes, 35, tem desempenhado um papel fundamental nessa caminhada.

Durante um bate-papo para o podcast “Street You Grew Up On”, publicado pela revista People na quarta-feira (21), ela abriu o coração e confirmou que seu marido trouxe paz e serenidade após anos marcados por muita luta e desafios pessoais que influenciaram sua saúde mental.

“Também encontrei meu parceiro”, disse Lovato sobre Jutes. “É uma dádiva. Ele trouxe muita alegria para a minha vida.”

A artista explicou que, durante todo o processo de autoconhecimento que tem vivido, precisou focar e acreditar em si mesma e que ter um relacionamento saudável, amigos e família por perto foi essencial para sua recuperação, devido a todas as questões relacionadas à sua saúde mental e dependência química.

“Eu não teria chegado a este ponto se não tivesse me esforçado primeiro”, continuou ela. “Eu não teria sido capaz de apreciar a dádiva de ter o amor da minha vida na minha vida se ainda estivesse presa a alguns dos problemas que tive no passado”, revelou a cantora.

Ela ainda completou: “Mas acho que ele trouxe tanta paz, alegria e serenidade para a minha vida. Eu simplesmente… sinto que encontrei meu lar nele. Valorizo ​​meus relacionamentos mais do que qualquer coisa”, disse ela.

A artista anda com uma agenda de compromissos bem cheia, com shows, eventos e gravações, mas afirmou o que realmente é importante para ela no momento. “Mas, no fim das contas, eu não volto para casa para ganhar um prêmio, sabe o que quero dizer? Eu volto para casa para os meus cachorros e meu marido, e é isso que me traz alegria”, finalizou ela.

Relembre como começou o relacionamento de Demi Lovato e Jutes

Demi Lovato e o marido, o músico Jutes
Demi Lovato e o marido, o músico Jutes • Instagram/ Demi Lovato

O relacionamento entre a artista Demi Lovato e o cantor canadense Jutes começou em 2022, quando os dois se aproximaram durante alguns trabalhos ligados à música, para o álbum “Holy F***”. Ambos passaram a compartilhar momentos juntos publicamente, oficializando o noivado em dezembro de 2023. O casamento aconteceu em maio de 2025, e os dois celebraram recentemente o primeiro aniversário de união.

Desde então, a cantora sempre compartilha em suas entrevistas o quão saudável tem sido o relacionamento com seu marido e, sempre que podem, ambos publicam fotos e vídeos compartilhando seus momentos e o quanto se apoiam na vida profissional e pessoal.

*Sob supervisão de Ana Beatriz Dias, da CNN Brasil

Vestido de noiva de Demi Lovato possui coincidência com Miley Cyrus; veja

 

Quarto acusado de matar Mãe Bernadete é condenado a 23 anos de prisão na BA

22 October 2026 at 17:15

A Justiça da Bahia condenou, nesta quarta-feira (21), o quarto acusado pelo assassinato da líder quilombola Maria Bernadete Pacífico, Sérgio Ferreira de Jesus, a 23 anos e 9 meses de prisão em regime inicial fechado.

A sessão de júri popular ocorreu no Fórum Ruy Barbosa, em Salvador. Durante a sessão, além do réu, foram ouvidas duas testemunhas de acusação e quatro de defesa.

O crime foi analisado como homicídio qualificado por motivo torpe, meio cruel, impossibilidade de defesa da vítima e uso proibido de arma de fogo.

Durante o julgamento, o MPBA (Ministério Público da Bahia) destacou a articulação criminosa e a motivação do assassinato, vinculada à atuação de Mãe Bernadete contra a expansão do tráfico de drogas no Quilombo Pitanga dos Palmares, em Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.

Participação no crime

As investigações do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas), apontam que Sérgio participou diretamente da organização do crime. O homem é padrasto de Arielson da Conceição Santos, um dos executores do homicídio que foi condenado abril deste ano.

Ele teria contribuído para fomentar a motivação do assassinato, em conjunto com “Maquinista”, homem apontado como líder do tráfico de drogas na localidade, além de auxiliar os executores a realizar o crime.

Na noite do crime, Sérgio orientou Arielson e Josevan, conhecido como “BZ” ou “Buzuin”, sobre como entrar na casa da vítima sem chamar a atenção e evitar as câmeras de segurança.

Não houve necessidade de execução da pena, já que Sérgio estava preso preventivamente enquanto aguardava seu julgamento.

Veja quem são os cinco acusados:

  • Arielson da Conceição dos Santos: apontado como executor, condenado em 14 de abril de 2026, recebeu pena de 40 anos, 5 meses e 22 dias de prisão em regime inicial fechado.
  • Marílio dos Santos: envolvido na organização do crime, condenado em 14 de abril de 2026, recebeu pena de 29 anos e 9 meses de prisão em regime inicial fechado.
  • Josevan Dionísio dos Santos: teria participado ativamente do crime, entrando na casa da vítima e rendendo familiaresa. Foi condenado em 13 de outubro de 2026, recebendo pena de 28 anos de reclusão em regime inicial fechado;
  • Sérgio Ferreira de Jesus: envolvido na organização do crime, condenado a 23 anos e 9 meses de prisão em regime inicial fechado;
  • Ydney Carlos Santos de Jesus: o quinto acusado do crime aguarda o trânsito em julgado, com data de julgamento a definir.

O caso de Mãe Bernadete

Mãe Bernadete era uma das principais lideranças quilombolas da Bahia e atuava na defesa do território e dos direitos da comunidade.

Segundo as investigações, ela vinha denunciando ameaças antes de ser morta, mesmo estando incluída em um programa de proteção.

A líder foi assassinada na noite de 17 de agosto de 2023, na sede do Quilombo Pitanga dos Palmares, no município de Simões Filho, na Região Metropolitana de Salvador.

Ela estava em casa quando o imóvel foi invadido por homens armados e foi atingida por 25 disparos de arma de fogo.

No momento do crime, três netos da ialorixá estavam na residência. Eles foram retirados da sala antes dos disparos e não sofreram agressões físicas.

A CNN Brasil tenta localizar as defesas. O espaço segue aberto.

Japan Faces Massive Energy Issues Due To US Wars, But Still Sends Troops Near Taiwan

22 October 2026 at 14:56

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Written by Drago Bosnic, independent geopolitical and military analyst

Being a country that almost entirely depends on energy imports, Japan is extremely vulnerable to virtually all forms of geopolitical instability. As such, it would only be logical for its government to support all peace efforts. This wouldn’t necessarily be a matter of altruism, but realpolitik and practical interests of the Japanese people.

Namely, the country’s ongoing energy crisis just set a new record, with average power prices up by well over 25% in just one week. The massive hike is caused by soaring LNG and higher coal prices. Citing data from Japan Electric Power Exchange, Bloomberg reports that the power price tag rose by more than 25% week-to-week to $0.19 per kWh (kilowatt-hour). Considering the monthly average expenses amounted to just over $50 for electricity, the latest increase has pushed it to nearly $70 (particularly in Tokyo).

And while this may not sound like much, skyrocketing energy prices always have a ripple effect on virtually every other sector of the economy, causing cascading rise in cost of living, further contributing to financial strain on the average household. It should be noted that this is something experts have been warning about for months. Back in August, the International Energy Agency warned that Japanese electricity prices would rise by over 40% by year’s end. This estimate is now considered conservative given the latest surge. Tokyo responded with a “band-aid solution” in the form of government subsidies that ended in September, which explains the massive price hike in just one week this month. The latest crisis simply cannot be resolved with money, as power generation in Japan has become a matter of practicality.

Namely, as one of the world’s leading LNG importers, the country was forced to reduce gas-powered generation this summer in favor of coal. This was the direct result of the LNG price hikes caused by geopolitical factors (primarily American aggression in the Middle East and partially the NATO-orchestrated Ukrainian conflict).

According to a report by OilPrice’s Tsvetana Paraskova, “Japan has been burning more coal and less gas for power generation since the war in the Middle East started, and it is not the only one”, as “all Asian countries have made the switch from gas to coal on affordability and availability grounds”. Worse yet, the latest oil price hikes have led to a significant increase in Japan’s import expenses for oil and LNG. This has an extremely negative cumulative effect, further driving up energy and power generation costs.

Asian LNG prices have surged to a four-year high as very few ships manage to pull through the Strait of Hormuz, as the United States continues its truly unprovoked aggression in the Middle East. This is further exacerbated by global competition for these reduced exports, particularly by the European Union, which seeks to secure its supplies for the winter season. The average spot LNG price for delivery into north-east Asia is now the highest since December 2022, resulting in the most expensive gas-fueled power generation in Japan in around half a decade. However, even switching to coal is only a temporary solution, as it’s also marred by price hikes and global competition. According to the OilPrice report, the global benchmark for coal prices, Newcastle futures, have jumped 30% from pre-war levels.

Obviously, you’d expect Tokyo to focus all its energy (no pun intended) on tackling these issues and keeping its power generation relatively safe from geopolitical hurdles. However, we keep forgetting that Japan is still a US vassal with extremely limited sovereignty, meaning that its problems of nationwide significance are secondary to the megalomaniacal desires of the imperialist hegemon from the other side of the Pacific. Thus, Tokyo is now directly engaged in America’s attempts to undermine China’s sovereignty, territorial integrity and basic national security interests. Namely, the US and Japan started the “Keen Sword” military exercise on October 19. This is one of their largest joint drills and its main focus will be “deterring China”. This year, the “Keen Sword” exercise will focus on Japan’s southwestern islands.

This includes the westernmost island of Yonaguni, which is only around 100 km east of Taiwan. Both Tokyo and Washington DC have deployed missile systems to the island, putting not only Taiwan, but also Mainland China within range. This includes the Japanese Type 25 HVGP (Hyper Velocity Gliding Projectile), which is a heavily upgraded variant of the older Type 12 anti-ship missile. Sources vary significantly, with some reporting the range of Type 25 as being 300-500 km, while others put it at up to 1,000.

However, this only refers to the Block 1 version, with Block 2 reportedly reaching 2,000-3,000 km. Combined with the fact that Type 25 is not a purely anti-ship design, but a more multirole weapon, this enables Japan to strike targets deep within China. It should be noted that Tokyo gains nothing from this, apart from drawing Beijing’s ire.

And who could possibly blame China? Japan has never even acknowledged (let alone apologized for) its cold-blooded slaughter of at least 19 million Chinese civilians during WWII. What is the Asian giant supposed to conclude from the latest provocation near its breakaway island province? Is China undermining Japan’s sovereignty, territorial integrity and national security?

Obviously, it’s a rhetorical question, as we all know who really does. Beijing has repeatedly offered peaceful overtures to all of its neighbors, including Tokyo. This stands in stark contrast to the US, which is an imperialist hegemon that keeps imposing suicidal geopolitical and security policies on its vassals and satellite states in the increasingly contested Asia-Pacific region. Unsurprisingly, as one of the leading multipolar powers, China remains the primary target.


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Donald Trump has sold out Ukraine. He makes appeaser Chamberlain look like a man of iron principle | Simon Tisdall

22 October 2026 at 12:00

Europe’s leaders can no longer trust a word that comes out of Washington. No more slaps on the wrist – we need concrete steps to punish Trump

Historical comparisons are always inexact. No one conflict precisely mirrors another. Yet Donald Trump’s shameless appeasement of Vladimir Putin carries more than a noxious whiff of Neville Chamberlain’s failed attempt in Munich in 1938 to head off war with Nazi Germany. To be fair to the former UK prime minister – and history largely hasn’t been – his peacemaking efforts had the enthusiastic backing of most people in Britain and France who, like him, were desperate to avoid a repeat of the horrors of the first world war. Trump enjoys no equivalent public support for his treachery. Nor does he face the prospect of a US war with Russia. His betrayal of Ukraine is cynically self-interested, globally dangerous and utterly contemptible.

US-Russian talks on agreeing the shoddy terms of a precedent-setting American sell-out of Ukraine are at an advanced stage, after meetings in St Petersburg this week. Trump has zigzagged over the war ever since returning to office. Now, panicked by record-low poll ratings, he seems determined to scapegoat Ukraine and force its de facto capitulation. Recent steps – his shocking decision to fund Putin’s war machine by buying Russian diesel, his waiving of tougher sanctions, his mysterious, lethal interruptions in US satellite and intelligence sharing with Kyiv, and his renewed attempt to oust Ukraine’s president, Volodymyr Zelenskyy – mark Trump out as the skulking Judas, the craven Brutus of the modern age. He makes Chamberlain look like a man of iron principle. All that’s lacking is an umbrella.

Simon Tisdall is a Guardian foreign affairs commentator

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© Photograph: Kevin Lamarque/Reuters

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PASOLINI NON ASSOLVEVA I POVERI

22 October 2026 at 11:46

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I rendimenti dei titoli decennali francesi ai massimi dal 2002: il differenziale con i Bund vola a 170 punti. Si allarga anche lo spread italiano

22 October 2026 at 10:50

La crisi del debito francese si aggrava e le tensioni si propagano di nuovo al mercato obbligazionario europeo. Il differenziale tra i titoli di Stato decennali francesi e tedeschi è arrivato giovedì a 170 punti base e il rendimento degli Oat a 10 anni ha superato il 5,1%, ai massimi dal 2002. Un nuovo campanello d’allarme per la seconda economia dell’Eurozona, alle prese con i conti pubblici in affanno, l’incertezza politica e le tensioni sociali a sei mesi dalle elezioni presidenziali. Anche i titoli italiani finiscono sotto pressione: lo spread tra Btp e Bund tedeschi sale a 124 punti base, sui livelli dell’aprile 2025, e il rendimento del decennale italiano si avvicina al 4,63%.

Quando lo spread si allarga, significa che gli investitori chiedono un premio maggiore per finanziare lo Stato percepito come più esposto a rischi politici e fiscali. Ieri, 20 ottobre, il differenziale tra Oat e Bund aveva già superato la soglia simbolica dei 150 punti base, attestandosi a 153 punti. Un livello che non si vedeva in chiusura di seduta dal 2012 ed è “associato alla crisi del debito nell’area euro”, ricordano gli analisti di Ubs Global Wealth Management. L’ulteriore allargamento a 170 punti segnala un nuovo deterioramento della fiducia del mercato. A pesare sul debito francese sono le preoccupazioni per la tenuta dei conti pubblici e la capacità del governo di trovare una maggioranza per le misure di bilancio. Il Parlamento sta discutendo la manovra finanziaria per il 2027 che prevede risparmi per 54 miliardi, ma visto il clima politico con le tensioni nelle piazze a margine delle manifestazioni contro il carovita e la prospettiva delle presidenziali della prossima primavera il timore dei mercati è che quei tagli necessari per contenere il disavanzo e stabilizzare il debito non si faranno.

In questo quadro anche l’Italia vede salire il costo del finanziamento: il rendimento del decennale italiano sale al 4,63%. Significa maggiori costi sulle nuove emissioni e sul debito da rifinanziare, con effetti che si trasferiscono progressivamente sulla spesa per interessi.

A rendere più complicato il quadro è la contemporanea fiammata dei prezzi energetici. Il Brent sale del 3,1% e supera i 112 dollari al barile, mentre il Wti guadagna il 2,9% e arriva a 99,9 dollari. Il gas resta sopra gli 89 euro al megawattora, sui massimi dal dicembre 2022. Il rincaro delle materie prime riaccende i timori sulle prospettive dell’inflazione e sulle conseguenze per la crescita. E un’inflazione più persistente preannuncia nuovi aumenti dei tassi da parte delle banche centrali contribuendo a tenere alta la pressione sui rendimenti obbligazionari.

Le vendite colpiscono anche i listini azionari, stretti tra il caro energia e la correzione del settore tecnologico. Gli investitori continuano a interrogarsi sulla redditività degli ingenti capitali investiti nell’intelligenza artificiale e sui tempi necessari perché la spesa delle grandi società tecnologiche si traduca in ricavi e profitti. Lo Stoxx 600, l’indice che riunisce le principali società europee, perde circa l’1%. Piazza Affari è tra le peggiori Borse del continente: il Ftse Mib cede l’1,87%.

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Stragi, Scarpinato risponde alle accuse della destra: “Non mi hanno intimidito Riina e Berlusconi, non mi farò intimidire da questa sporca politica”

22 October 2026 at 10:01

“Se pensano di potermi tappare la bocca con questi metodi non sanno con chi hanno a che fare. Non mi sono lasciato intimidire da Riina e Berlusconi, non mi lascerò intimidire da questa sporca politica”. In conferenza stampa con Giuseppe Conte e i capigruppo Luca Pirondini e Riccardo Ricciardi, il senatore M5s Roberto Scarpinato risponde alle accuse della destra e del procuratore di Caltanissetta Salvatore De Luca, che martedì in Commissione Antimafia ha indicato di nuovo l’ex procuratore generale di Palermo come “depistatore” delle indagini sulla strage di via D’Amelio. “Ci sono una decina di persone che, se domani potessero dire cos’è successo dietro le stragi del ’92-’93, questo Paese si fermerebbe, il governo cadrebbe”, afferma Scarpinato. “La campagna stragista del 92-93 ha portato al potere questa classe politica, i Berlusconi, i Dell’Utri. Questa commissione e la presidente” Chiara Colosimo, di Fratelli d’Italia, hanno impedito qualsiasi indagine conoscitiva sui mandanti e i concorrenti esterni” delle stragi: è stata chiusa una saracinesca sul passato, hanno militarizzato la commissione e vogliono strumentalizzare gli errori della procura di Caltanissetta”, ha attaccato.

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Romania shot down two drones it believes were Russia’s new Geran-4s. Europe isn’t ready for swarms of them, analyst warns

22 October 2026 at 08:18

ukraine spent three years learning catch russian drones—so russia made fly faster · post geran-3 jet-powered attack drone wild hornets c1c840787fca380485636007cf683d71 news ukrainian reports

In a direct confrontation with Russia, European NATO states would likely be even more vulnerable than Ukraine to swarms of Russia’s new jet-powered strike weapons, Fabian Hoffmann of the Norwegian Institute for Defence Studies (NIDS) argued in a 20 October op-ed for the Center for European Policy Analysis (CEPA). He calls them low-cost cruise missiles. Just three days earlier, Romania met what it believes were two of them over the Black Sea.

Romanian F-16 fighter jets shot down two jet-powered Geran-family drones over Romania’s territorial waters on 17 October, the Defense Ministry said. Interim Defense Minister Radu Miruță said they flew at about 450 km/h and were likely Geran-4s, the first of that type Romania had downed.

Faster drones for a faster war

Russia began using the Geran-4 in May in response to effective Ukrainian interceptor drones, Ukraine’s military intelligence (HUR) said, adding that it reaches up to 500 km/h. By June, those interceptors were downing about half of slower Shahed-type drones, defense adviser Serhii Beskrestnov estimated.

Hoffmann traces the shift to the Geran-3, a model Ukraine recovered intact in 2025. In his account, a Chinese JT80 turbojet roughly doubled its speed, from 185 to 350 km/h. However, he puts newer models, including the Geran-4, at 600 km/h or more, above HUR’s figure for that model.

By his estimate, each costs $150,000–$250,000, against about $50,000 for a long-range drone. Still, from Russia’s perspective, he wrote, that buys a significantly higher chance of getting through.

money engineering what stands between ukraine russia's fastest drones zelenskyy says · post russia’s new “geran-4 seeker” shahed variant geran-4 news ukrainian reports
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Ukraine is testing four new drone interceptors as Russia floods its skies with faster Gerans 

Engines are the bottleneck

Hoffmann argues defenses must match the threat’s speed, for example with jet-powered interceptor drones. Ukraine already fields some. On 4 October, President Zelenskyy said its Bars interceptors had shown the highest percentage among Ukrainian interceptors, about 30% of targets, according to Militarnyi. One unit destroyed five aerial targets with five Bars interceptors, Defense Minister Yevhenii Khmara later told journalists. He also called aviation one of the most effective tools against jet drones.

Hoffmann’s concern is scale. Jet engines are in short supply, he wrote, because too few European and US suppliers can meet demand. Ukraine’s Defense Industry Council flagged a shortage of such engines for its drones in April. In his view, gun systems and higher-end missile defenses are too scarce or too costly to fill the gap.

Partita Iva, puoi essere riconosciuto (e pagato) come dipendente: la sentenza

22 October 2026 at 06:00

Avere la partita Iva, essere iscritti all’albo e fatturare compensi non basta a dimostrare che un rapporto lavorativo sia autonomo. Anzi se il professionista è inserito stabilmente nell’organizzazione aziendale, si assume responsabilità e risponde ai vertici societari, la collaborazione può essere qualificata come lavoro dipendente, anche con inquadramento dirigenziale.

In questo modo la Cassazione con la sentenza 24668/2026 tutela tutti quei professionisti “esterni” che, in concreto, svolgono attività secondo i canoni della subordinazione. Questi stessi professionisti hanno bisogno delle tutele tipiche di chi è alle dipendenze.

Il caso, più di nove anni di consulenza con funzioni direttive

La controversia nasce dal ricorso presentato da un commercialista che aveva collaborato con una società, dopo aver firmato un contratto di consulenza.

Il professionista avrebbe però collaborato per quasi dieci anni con modalità ben diverse da quelle di una consulenza esterna. Egli infatti sosteneva di avere diretto l’area amministrativa e finanziaria, coordinato gli uffici e il personale, assunto responsabilità gestionali e mantenuto un rapporto costante con l’amministratore unico della società.

Di conseguenza chiedeva al giudice di accertare il vincolo di subordinazione nel rapporto, con riconoscimento della qualifica dirigenziale, delle differenze retributive, del Tfr, dell’indennità sostitutiva del preavviso e di ulteriori somme, compreso il risarcimento connesso all’illegittimità del recesso.

La società si opponeva indicando alcune “spie” di un rapporto autonomo: tipologia di contratto, iscrizione del professionista all’albo, partita Iva, fatturazione dei compensi e assenza di vincoli gerarchici. Contestava inoltre che le mansioni svolte giustificassero un inquadramento dirigenziale.

Nel percorso giudiziario la Cassazione chiede di verificare la natura effettiva del rapporto

Il Tribunale di Roma riconosceva la natura subordinata e dirigenziale del rapporto, condannando la società al pagamento del Tfr e dell’indennità sostitutiva del preavviso, ma respingendo le altre domande. Stesso esito presso la Corte d’Appello capitolina.

Insoddisfatta dell’esito del giudizio, la società ricorreva in Cassazione e, con sentenza 35687/2021, quest’ultima annullava la pronuncia d’appello per motivazione insufficiente sulla rilevanza e il ruolo del contratto di consulenza, predisposto dallo stesso professionista. Senza escludere la subordinazione, la Corte chiedeva cioè di verificare con maggior attenzione la corrispondenza tra accordo scritto e modalità concrete del rapporto.

Nel giudizio di rinvio, la Corte d’Appello capitolina ribadiva la natura dipendente e dirigenziale della collaborazione. La società proponeva quindi un nuovo ricorso in Cassazione.

Partita Iva e contratto non bastano: i cinque indici della subordinazione

Il principio centrale evidenziato dalla Cassazione è che la qualificazione formale del rapporto non è decisiva quando le modalità effettive di lavoro indicano una situazione diversa.

La distinzione tra lavoro autonomo e subordinato non dipende soltanto dal “nome” attribuito al contratto, ma dal modo in cui la prestazione viene concretamente organizzata e svolta.

Ecco perché la Suprema Corte ha ritenuto corretta la valutazione degli elementi raccolti nel corso del processo, tra cui:

  • continuità e presenza in azienda — il professionista frequentava quotidianamente la società da circa nove anni, utilizzandone locali, strutture e strumenti;
  • inserimento nell’organizzazione – dirigeva il settore amministrativo, contabile e finanziario, coordinando il personale e impartendo istruzioni ai dipendenti;
  • rapporto con i vertici — faceva riferimento direttamente all’amministratore unico, dal quale riceveva indicazioni e al quale riferiva regolarmente l’attività svolta. Partecipava inoltre alle riunioni;
  • responsabilità gestionali e rappresentative — gestiva rapporti con banche e finanziarie, disponeva di procure e deleghe e poteva impegnare la società nei confronti di soggetti esterni;
  • assenza di rischio d’impresa — non emergeva una reale assunzione del rischio economico tipica di un’attività professionale autonoma.

Non solo. Le testimonianze, le e-mail e gli atti societari raccolti confermavano il ruolo del professionista come direttore amministrativo e finanziario.

Parallelamente, la presenza di una partita Iva, l’iscrizione all’Albo, la titolarità di uno studio professionale e l’entità elevata dei compensi non sono stati considerati elementi sufficienti a escludere la subordinazione. Queste circostanze erano qui “secondarie” e, anzi, potevano ben coesistere con il lavoro dipendente. Era stata esclusa anche la collaborazione a progetto.

Subordinazione attenuata e differenze tra dirigente e quadro

Nel lavoro dirigenziale, la subordinazione può manifestarsi in forma attenuata perché il dirigente gode di ampia autonomia e non necessita di ordini continui o controlli puntuali. Come chiarito dalla sentenza 3640/2020 della Cassazione, occorre piuttosto verificare se la prestazione sia funzionalmente coordinata con gli obiettivi aziendali e soggetta alle direttive generali del datore di lavoro.

Nello specifico caso in oggetto, la subordinazione era emersa dagli indici già descritti mentre la qualifica dirigenziale è stata giustificata dalle responsabilità quotidianamente esercitate.

Le citate procure e le deleghe gli consentivano inoltre di rappresentare e impegnare la società nei confronti di terzi, distinguendo la sua posizione da quella del quadro. La Cassazione ha così confermato la correttezza della valutazione tecnico-giuridica fatta dalla Corte d’Appello.

Tfr e preavviso non sono compensabili con i compensi professionali

La società contestava anche il riconoscimento del Tfr (tema delicato come conferma un recente contributo giurisprudenziale) e dell’indennità sostitutiva del preavviso sostenendo che i compensi già elargiti al professionista, eventualmente superiori a quelli previsti dal contratto collettivo, dovessero essere considerati ai fini dell’assorbimento delle somme dovute.

La Cassazione ha però bocciato questo ragionamento ribadendo che — quando viene accertato un rapporto subordinato formalmente qualificato come autonomo — il principio dell’assorbimento non si applica né alle spettanze del Tfr né all’indennità sostitutiva del preavviso. La società è stata altresì condannata al pagamento delle spese del giudizio di Cassazione.

Che cosa cambia

Il principio giurisprudenziale che emerge dalla sentenza 24668/2026 dei giudici di piazza Cavour interessa i professionisti: partita Iva e contratto di consulenza non garantiscono, da soli, l’autonomia. Lo stesso principio potrebbe riguardare, per esempio, un avvocato che coordina stabilmente l’ufficio legale di un’azienda o un ingegnere che dirige un reparto tecnico, rispondendo direttamente ai vertici.

Inoltre le conseguenze della riqualificazione di un rapporto non riguardano soltanto le tutele del lavoratore, ma anche gli obblighi contributivi dell’impresa, come chiarito dalla Cassazione in un’altra vicenda relativa a collaborazioni trasformate in rapporti subordinati.

Per le imprese, la qualificazione contrattuale deve sempre trovare riscontro nell’organizzazione concreta del lavoro. Per i professionisti, invece, fatture, iscrizione all’albo, la presenza di fatture e uno studio proprio non impediscono di chiedere il riconoscimento della subordinazione – e delle relative tutele (contributi, ferie, permessi ecc.) – se ne ricorrono i presupposti concreti. Saperlo in anticipo potrà evitare lunghi e onerosi strascichi giudiziari.

In definitiva, la valutazione del rapporto resta legata alle circostanze del singolo caso: nessun singolo indizio è necessariamente decisivo. È l’insieme degli elementi — letto alla luce delle norme e dei principi giurisprudenziali — a consentire di distinguere una vera consulenza autonoma da un rapporto di lavoro subordinato, anche dirigenziale.

22 ottobre 1933 – Carnera conquista Piazza di Siena davanti a 70mila persone

22 October 2026 at 06:00

Il 22 ottobre 1933 Roma si sveglia con un appuntamento decisamente insolito. Piazza di Siena, nel cuore di Villa Borghese, si trasforma in un gigantesco ring a cielo aperto. Niente cavalli, carrozze o eleganti passeggiate: questa volta volano pugni. E non pugni qualsiasi, perché a distribuirli è Primo Carnera, il gigante friulano diventato pochi mesi prima campione del mondo dei pesi massimi.

22 ottobre 1933 – Carnera conquista Piazza di Siena davanti a 70mila persone
Il manifesto originale dell’incontro

Attorno al quadrato si accalcano, secondo le cronache, circa 70mila spettatori. Un evento dalle proporzioni straordinarie per l’epoca, con un ospite che non ha alcuna intenzione di passare inosservato: Benito Mussolini. Il regime ha organizzato una celebrazione della forza italica. E naturalmente pretende un trionfo.

Due metri di muscoli e un avversario che non vuole cadere

Carnera è un fenomeno anche fuori dal ring: oltre due metri d’altezza, circa 120 chili di peso e due mani che sembrano badili. Nato a Sequals, in Friuli, ha conosciuto la povertà, lavorato in un circo e attraversato l’Atlantico per diventare il primo italiano campione mondiale dei pesi massimi. Di fronte a lui c’è Paulino Uzcudun, pugile basco e campione europeo, un osso durissimo. Carnera lo supera di circa trenta chili e il pubblico pregusta una conclusione rapida. Anche Mussolini vorrebbe un successo per knock-out, possibilmente spettacolare e utile alla propaganda.

Ma lo spagnolo ha evidentemente dimenticato di leggere il copione.

Quindici riprese, una vittoria e qualche mugugno

Il combattimento dura tutte le quindici riprese previste. Carnera attacca, colpisce, domina gran parte dell’incontro, ma Uzcudun resiste ostinatamente. Non cade. Non si arrende. E soprattutto non concede al regime la fotografia tanto desiderata: quella dell’avversario steso al tappeto. Carnera vince nettamente ai punti, conserva il titolo mondiale e conquista anche quello europeo. Eppure, tra gli spettatori c’è chi manifesta delusione. Il gigante ha vinto, ma non nel modo in cui qualcuno aveva stabilito che dovesse vincere.

Una situazione quasi surreale: essere campione del mondo e rischiare di sentirsi rimproverare perché non si è picchiato abbastanza.

Quando lo sport diventava propaganda

L’incontro romano rimane uno dei momenti più significativi nella storia del pugilato italiano. Ma racconta anche un’altra storia: quella di un potere politico che trasforma gli atleti in manifesti viventi. Carnera, celebrato come simbolo di una nazione invincibile, è in realtà un uomo dalla vicenda assai più complessa, segnata da successi, sfruttamento economico e sconfitte.

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Mulher de 35 anos morre esfaqueada por homem em Mafra

21 October 2026 at 23:33
Homicídio ocorreu num contexto de violência doméstica, no concelho de Mafra, e já está a cargo da PJ. Suspeito é homem de 40 anos.

© Corbis via Getty Images

O alerta para a ocorrência foi dada pelas 18h25
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