Bombay HC orders compensation over arrest, directs action against police and Magistrate


Quando um vendedor influencia de tal modo o consumidor na sua decisão de compra de um bem que o impede de agir livre e esclarecidamente, estamos perante uma prática comercial desleal, proibida por lei e que prejudica os direitos e interesses de qualquer consumidor.
Preparámos 10 dicas para alertar e esclarecer o consumidor sobre estas práticas, procurando evitar que caia nestas armadilhas do consumo:
Se for vítima de assédio através de chamadas telefónicas constantes (e irritantes), coagido ou ameaçado com várias técnicas, incluindo o uso de uma posição de poder na qual o consumidor não é livre de decidir, ou premiado com um brinde, uma viagem ou um exame médico gratuito, desconfie! São formas de o levar a comprar ou contratar até aquilo de que não precisa.
Seja à sua porta, ao telefone, na via pública ou num local especialmente preparado para demonstrações comercial, recuse sempre essas vendas. Não compre o que não quer, nem solicitou. Não assine nenhum documento sem ler primeiro e sem compreender claramente o seu conteúdo.
Tem 14 dias seguidos para resolver o contrato, devendo fazê-lo por escrito (carta registada com aviso de receção) sem quaisquer custos, e sem necessidade de indicar o motivo. O prazo dos 14 dias conta a partir da receção dos produtos, que terão de ser devolvidos também neste período, ou da data da celebração do contrato de prestação de serviços.
O vendedor tem de reembolsar o consumidor de todos os pagamentos efetuados também no prazo de 14 dias. Se não o fizer, fornecedor deverá pagar em dobro, no prazo de 15 dias úteis, os montantes desembolsados pelo consumidor.
Se, além do contrato de compra do bem ou de prestação de serviços, o consumidor assinou também um contrato de crédito (“compras a prestações”), este fica igualmente cancelado se agir – por escrito – no prazo dos 14 dias seguidos.
Exija toda a informação necessária, que deve ser verdadeira e atual, para fazer uma compra esclarecida. Nunca permita que exerçam pressão desproporcionada sobre a sua decisão de compra.
A rotulagem e a publicidade também têm de corresponder à verdade e não induzir o consumidor em erro. Ambas devem informar sobre as características essenciais do produto ou serviço, sobre a sua natureza, preço, origem, entre outras. Guarde sempre todas as faturas e outros documentos sobre os produtos adquiridos.
O vendedor não pode omitir informação substancial sobre o produto ou serviço. As omissões enganosas são formas de práticas comerciais desleais, pois condicionam a tomada de decisão do consumidor. Informação relevante, como por exemplo a existência de período de fidelização no serviço de telecomunicações não pode suprimida.
Alguns contratos possuem cláusulas que impõem ao consumidor uma penalização pelo exercício do direito de livre resolução (14 dias para resolver o contrato) ou estabelecem a renúncia a esse mesmo direito. Essas cláusulas são nulas. As cláusulas dos contratos devem ser redigidas de forma simples e entendível pelo consumidor. Em caso de serem pouco claras, prevalece a interpretação que favorece o consumidor.
Se for vítima de uma venda agressiva ou se o contrato de compra de um bem ou prestação de um serviço não respeitar os direitos e interesses do consumidor, procure ajuda junto da DECO.
Informe-se connosco.
Conte com o apoio da DECO MADEIRA através do número de telefone 968 800 489/291 146 520, do endereço electrónico deco.madeira@deco.pt. Pode também marcar atendimento via Skype. Siga-nos nas redes sociais Facebook, Bluesky, Instagram, Linkedin e Youtube!
Managua, 23 oct (Prensa Latina) El diseñador cubano Alain Marzan participará aquí en el XV Nicaragua Diseña, importante evento de arte y moda que iniciará hoy y se extenderá hasta el próximo domingo.
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Autoridades iranianas destacaram a capacidade de Teerã de operar drones e os planos de retaliação do país, incluindo possíveis ataques a instalações de inteligência artificial. A ameaça do Irã acontece depois que o presidente americano, Donald Trump, deu a entender que os Estados Unidos poderiam retomar os bombardeios após as eleições de meio de mandato, em 3 de novembro.
Trump afirmou repetidamente que o fim decisivo da guerra no Irã está próximo, e assessores elaboraram planos para novos ataques em conjunto com Israel, assim que ele der sinal verde.
Uma das opções em análise envolve o uso da “mãe de todas as bombas” para atingir a infraestrutura energética e instalações nucleares iranianas, disseram à CNN várias autoridades americanas.
O comandante-chefe do Exército iraniano, major-general Amir Hatami, afirmou que o Irã “alcançou um nível significativo de maturidade na tecnologia de drones e em sistemas não tripulados” e agora está “em uma posição melhor” para combater os Estados Unidos, segundo a emissora estatal iraniana Press TV.
“Avaliamos o inimigo e estamos cientes de suas consideráveis capacidades, mas, levando todos esses fatores em conta, nos preparamos para uma guerra assimétrica e adquirimos os equipamentos necessários para isso”, acrescentou Hatami.
O principal responsável pela segurança do Irã, general Mohsen Rezaei, afirmou que o país está preparado para realizar ataques retaliatórios contra um conjunto mais amplo de alvos na região.
“Se a questão é se o Irã ainda tem capacidade para continuar as operações com mísseis e drones, a resposta é sim”, disse Rezaei em uma entrevista por escrito ao veículo de notícias Drop Site, publicada na quinta-feira (22).
“Os Estados Unidos têm ativos valiosos na região. Em caso de guerra, cabos, centros de dados e instalações de inteligência artificial também poderiam ficar ao alcance. Se o conflito recomeçar, teremos um plano mais abrangente.”
Como é a “mãe de todas as bombas”, arma que EUA querem usar no Irã

La battaglia culturale del presidente colombiano Abelardo de la Espriella arriva anche nei musei. Il governo ha ritirato dal Museo nazionale della Colombia a Bogotá, una delle istituzioni culturali più importanti del Paese, circa 30 opere legate alla storia dei movimenti femministi e studenteschi, alla comunità LGBTQ+ e agli Accordi di pace. Le opere sono state rimosse il 14 ottobre, poche ore dopo la visita di de la Espriella al Ministero delle Culture, delle Arti e dei Saperi: il presidente aveva dichiarato che avrebbe preso misure “contro il wokismo” nella sua “controrivoluzione culturale“. Il provvedimento è stato criticato dall’opposizione, ma anche dagli abitanti della capitale che hanno manifestato denunciando un atto di “censura“.
Come ricostruito dai media locali, le opere d’arte in questione si trovavano in tre sale del museo e comprendono almeno dieci oggetti legati alla storia dei femminismi, tra cui una copia di Nuestras Mujeres, una pubblicazione degli anni Cinquanta che sosteneva i diritti civili delle donne, e un manifesto sulle prime lotte contro la violenza di genere. Inoltre sono stati rimossi la bandiera dell’orgoglio appartenente all’attivista Elizabeth Castillo e un manifesto della campagna presidenziale di Bernardo Jaramillo Ossa, il candidato del partito Unión Patriótica assassinato nel 1990. Nella sezione del museo intitolata Memoria y Nación non si può più vedere il Balígrafo, la penna ricavata da un proiettile utilizzata per siglare gli Accordi di pace firmati con le Forze Armate Rivoluzionarie (FARC). Non ci sono più i riferimenti a Carlos Pizarro, ex comandante dell’M-19 assassinato mentre era candidato alla presidenza. Manca anche una scheda elettorale della Séptima Papeleta, l’iniziativa della società civile che aveva contribuito al processo politico culminato nella convocazione dell’Assemblea costituente e nella Costituzione del 1991.
La ministra della Cultura Paola Holguín ha difeso la misura dell’esecutivo affermando che i musei pubblici “non devono servire come strumenti di indottrinamento politico né devono diffondere versioni faziose della storia“. Oltre alle critiche dell’opposizione al governo, il provvedimento ha suscitato le reazioni dei professionisti della cultura che denunciano la mancanza di trasparenza nei criteri che sarebbero stati applicati per scegliere le opere da ritirare dal museo.
Come riportato da El Pais, l’attuale configurazione del Museo nazionale della Colombia è stata ideata per rappresentare la diversità culturale ed etnica del Paese. Dopo la Costituzione del 1991, un gruppo di curatori d’arte, storici e antropologi aveva progettato e organizzato gli spazi in modo da assegnare il giusto riconoscimento alle voci afrodiscendenti, appartenenti alle comunità indigene e meticce, così come per ricordare i momenti complessi e dolorosi della storia colombiana. Rimuovere senza apparenti criteri le opere d’arte, secondo chi sta criticando questa misura, rischia di compromettere la memoria storica e la sua complessità, mutilandola. Inoltre, qualsiasi modifica alla disposizione di una sala museale implica procedure tecniche che non sono state eseguite.
A seguito delle polemiche, il 19 ottobre il giudice César Osorio Ortiz di Bogotá è intervenuto accogliendo un ricorso contro il Ministero delle Culture. In via preliminare, ha ordinato al museo di preservare le sue opere e di astenersi dal “distruggerle, spostarle fuori dalle proprie strutture, restituirle a terzi o alterarle in qualsiasi modo”. Inoltre, ha imposto al ministero di non “rimuovere, smantellare o alterare altre opere dalle mostre in base al loro contenuto senza un precedente atto amministrativo che giustifichi tali decisioni”.
Seguendo il copione di altri presidenti della regione e dell’estrema destra globale, Abelardo de la Espriella ha definito il cosiddetto wokismo come “uno dei più grandi mali che minacciano l’unità nazionale”. Ha annunciato di volere cambiare il nome del Ministero delle Culture, delle Arti e dei Saperi in Ministero della cultura e del patrimonio: per potere modificare la denominazione, voluta dall’ex presidente Gustavo Petro per riconoscere il multiculturalismo del popolo colombiano, avrebbe bisogno dell’approvazione del Parlamento. In Argentina è successo qualcosa di simile. Milei ha ribattezzato il Centro Cultural Kirchner a Buenos Aires in Palacio Libertad. La decisione era stata motivata con la volontà di sottrarre gli spazi pubblici alle appartenenze politiche e si inserisce nella battaglia di Milei contro l’eredità del kirchnerismo, la corrente peronista legata agli ex presidenti Néstor e Cristina Kirchner.
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Pierfrancesco Majorino rompe gli indugi e ufficializza la propria candidatura a sindaco di Milano. L’annuncio è arrivato giovedì sera dal palco del Teatro della Quattordicesima, nel quartiere Corvetto, scelto non casualmente come punto di partenza della sua corsa verso Palazzo Marino. “È una grande emozione annunciare che mi candido a sindaco”, ha dichiarato il capogruppo del Partito democratico in Consiglio regionale, confermando una decisione attesa ormai da mesi. Majorino chiede ora che il centrosinistra definisca rapidamente il percorso per individuare il candidato della coalizione. La sua preferenza resta quella delle primarie: “Io ho sempre fatto il tifo per le primarie”, ha ribadito, precisando che dovranno svolgersi “in tempi certi”.
La sua discesa in campo rende ancora più affollata la competizione nel centrosinistra milanese. Tra gli aspiranti alla candidatura figurano già il giornalista Mario Calabresi, la vicesindaca Anna Scavuzzo, gli attivisti Tommaso Goisis e Carlotta Cossutta e l’assessore del Municipio 1 Lorenzo Pacini. Una pluralità di nomi e sensibilità politiche che rende sempre più urgente una decisione sulle modalità della selezione.
Uno dei passaggi politicamente più significativi dell’intervento riguarda il rapporto con l’amministrazione uscente di Giuseppe Sala. Majorino rivendica la necessità di aprire una fase nuova per il centrosinistra milanese, ma senza rinnegare l’esperienza di governo degli ultimi quindici anni. “Non sono ossessionato dal termine discontinuità, il tema non è guardare al passato, è guardare al futuro”, ha spiegato. L’obiettivo è affrontare alcune delle questioni più delicate della città con maggiore decisione, senza cancellare quanto realizzato dalle amministrazioni precedenti.
La scelta del Corvetto restituisce anche una prima indicazione sulle priorità politiche del candidato: periferie, disuguaglianze, costo della vita e diritto alla casa. Majorino ha annunciato che, se eletto, uno dei suoi primi provvedimenti sarà l’apertura di un ufficio del sindaco in un quartiere popolare, per mantenere un rapporto diretto con i cittadini che vivono maggiori situazioni di fragilità. Un altro impegno riguarda la convocazione, entro i primi quindici giorni di mandato, delle parti sociali, delle rappresentanze del mondo produttivo, delle università e della ricerca, per avviare un grande piano di sviluppo della città.
Tra i punti più netti del programma emerge la volontà di cambiare gli equilibri delle politiche urbanistiche milanesi. Majorino immagina un nuovo Piano di governo del territorio che metta al centro le esigenze di chi vuole continuare a vivere a Milano pur disponendo di redditi relativamente contenuti, come i lavoratori che guadagnano 1.500 euro al mese. Il candidato dem propone un aumento generalizzato degli oneri di urbanizzazione di almeno il 20%, per ricavare maggiori risorse dalle trasformazioni immobiliari. E ribadisce che le scelte sul futuro della città non devono essere determinate dagli interessi dei fondi immobiliari.
Sul fronte delle disuguaglianze, Majorino punta inoltre a chiedere un maggiore contributo economico alle persone più facoltose che risiedono a Milano, con particolare riferimento ai beneficiari del regime fiscale agevolato della flat tax. Una proposta che, riconosce lo stesso esponente Pd, richiederebbe anche un intervento legislativo nazionale.
Un altro capitolo centrale è quello ambientale. Majorino propone un piano per ridurre di due gradi, nell’arco del mandato, la temperatura dei quartieri più caldi dell’area metropolitana. Tra gli strumenti indicati ci sono il fotovoltaico sugli edifici pubblici e il potenziamento delle comunità energetiche, per redistribuire ai cittadini i benefici dell’energia prodotta. Non manca una presa di posizione sulla situazione delle piscine comunali, dopo le chiusure e le polemiche sulle tariffe dell’ultima estate. Per Majorino il settore deve essere riorganizzato, assicurando una maggiore accessibilità degli impianti. Sul versante della mobilità, invece, rilancia l’idea di una sesta linea metropolitana a sviluppo circolare, criticando Regione Lombardia per non aver dato sufficiente attenzione al progetto.
Nel programma trova spazio anche il tema della sicurezza, tornato prepotentemente al centro del confronto politico dopo le violenze e i saccheggi che hanno attraversato Milano nel fine settimana del 17 e 18 ottobre. La proposta di Majorino è quella di un approccio progressista che tenga insieme il presidio del territorio, il sostegno all’attività delle forze dell’ordine, la prevenzione e la coesione sociale. Sul piano politico, infine, il candidato guarda anche agli equilibri nazionali, auspicando che, quando sarà sindaco, a Roma possa esserci un governo di centrosinistra con cui costruire un rapporto istituzionale più stretto.
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A Banda Filarmónica de São Brás de Alportel regressa ao palco do São Brás Cineteatro Jaime Pinto no próximo sábado, 24 de outubro, às 17h30, para apresentar a II edição do “Outubro Filarmónico”. O concerto, inserido nas comemorações do Dia Mundial da Música, tem entrada livre e pretende juntar a comunidade são-brasense numa celebração do património cultural e musical do concelho.
A edição deste ano reveste-se de particular simbolismo ao assinalar o 20.º aniversário da decisão da ACREMS (Associação Cultural e Recreativa Escola de Música Sambrazense) de avançar para a constituição da Banda Filarmónica, um marco histórico que deu início a duas décadas de trabalho contínuo ao serviço da cultura, da Filarmonia, da formação e do associativismo local.
Com o propósito de divulgar a missão artística e pedagógica da instituição, o espetáculo conta ainda com a participação especial da Banda Escolar, no âmbito do projeto “A Banda Vai à Escola”. O público terá assim oportunidade de assistir a um momento de partilha intergeracional, que junta em palco os músicos da Banda Filarmónica e os jovens alunos que representam o futuro da música no concelho.
O regresso ao São Brás Cineteatro Jaime Pinto integra-se no compromisso da Filarmónica e da ACREMS, associação que a acolhe e promove o ensino da música, em aproximar a música de todos os cidadãos, proporcionando uma oferta cultural descentralizada e acessível.
A iniciativa conta com o apoio do Município de São Brás de Alportel no âmbito de uma profícua parceria em prol do desenvolvimento cultural do concelho.
O conteúdo II Outubro Filarmónico em São Brás de Alportel aparece primeiro em Sempre à Mão.
Studio Ghibli recibirá hoy, viernes 23 de octubre, el Premio Princesa de Asturias de Comunicación y Humanidades 2026 en la ceremonia que presiden los Reyes junto a la princesa Leonor, que se celebrará en el Teatro Campoamor de Oviedo.
El fallo se conoció el 6 de mayo, tras competir con 48 candidaturas procedentes de 20 países. Es el séptimo galardonado japonés en la historia de unos premios que cumplen en esta edición su 46.º aniversario y que dotan a los ganadores con 50.000 euros y una escultura de Joan Miró.
El viaje de Chihiro (2001) nació sin un guion cerrado. Hayao Miyazaki, cofundador de Studio Ghibli junto con Isao Takahata y Toshio Suzuki, es el creador de la historia de una niña de diez años atrapada en un mundo de dioses y espíritus que nació a partir de storyboards que el director dibujaba sobre la marcha, a medida que avanzaba y aún sin conocer el final.
Una metodología de trabajo que en cualquier otra industria sería una temeridad culminó con una de las películas más aclamadas del cine reciente. El Oso de Oro de Berlín en 2002 y el Oscar a la mejor película de animación en 2003 son algunas de las estatuillas que avalan su éxito.
Ghibli nació en 1985, un año después del éxito de Nausicaä del Valle del Viento, de la mano de Miyazaki, Takahata y el productor Toshio Suzuki. Desde entonces, ha firmado más de una veintena de largometrajes, desde Mi vecino Totoro hasta La princesa Mononoke, con un proceso artesanal que el propio jurado pone en valor. Aunque Isao Takahata falleció en 2018, Miyazaki, de 85 años, ha seguido cosechando premios como el Oscar que recibió en 2024 por El chico y la garza.
El acta del jurado subraya que el estudio ensalza la belleza de lo cotidiano y concede un papel esencial a los instantes de silencio y contemplación, junto a valores como la empatía, la amistad y el respeto por las personas y la naturaleza. Es lo que transmite El viaje de Chihiro, con su memorable viaje en tren en el que casi nadie habla y aparentemente no pasa nada, aunque ocurre todo a la vez.
Este 23 de octubre, Studio Ghibli sumará a su trayectoria un Premio Princesa de Asturias que el actual director de los estudios, Kenichi Yoda, recogerá en una ceremonia que tendrá lugar en el Teatro Campoamor a las 18:30 horas, con la retransmisión televisiva en directo prevista desde las 18:15 horas.


© Alex Piña


© © 2001 Hayao Miyazaki/Studio Ghibli, NDDTM


© ©FPA
La vulgata secondo cui i pesci rossi avrebbero una memoria di soli tre secondi è ovviamente falsa. Studi scientifici dimostrano infatti che i pesci rossi possiedono una ragguardevole memoria a lungo termine, potendo ricordare cibi, suoni, colori e percorsi anche per mesi. Quindi piantatela di fargli le boccacce davanti alla boccia per divertirvi a spaventarli: se ne ricorderanno; e pochi animali possono diventare feroci, se gli rompete i coglioni, come i pesci rossi.
Da piccolo ne avevamo uno cicciottello che mio babbo perculava chiamandolo Ollio. Una notte tutta la casa venne svegliata da un urlo disumano. Ci precipitiamo nella camera dei miei: indovinate chi aveva morso lo scroto di papà. Sono dei ninja! Per staccarlo non ci restò che farlo ridere leggendogli le conclusioni della prima Commissione parlamentare d’inchiesta sul caso Moro.
La verità è che dimenticano solo ciò che vogliono dimenticare, per esempio quando vi masturbate con una fettina di fegato kasher, alla Portnoy, e poi la mangiate cucinata alla veneziana da mammà: l’oblio è un meccanismo di difesa psicologica potente quasi quanto l’onanismo. Quando la realtà diventa troppo dolorosa e traumatica, e quella contemporanea non è certo un musical di Rodgers & Hart, la memoria labile è un’ottima difesa contro il burnout emotivo. E’ un fenomeno talmente diffuso che non ce ne rendiamo neppure conto. Ricordate, per esempio, quando…
… un gigantesco asteroide precipitò sulla Terra minacciando l’estinzione di ogni forma di vita, ma rimbalzò su Pavarotti e tornò indietro?
… alcuni scienziati americani scoprirono nello spazio una nuova forma di vita che poi però risultò essere una forma di vita già conosciuta, solo con un cappello più buffo?
… papa Ratzinger si suicidò dopo aver cambiato sesso?
… Lady Diana annunciò il suo divorzio da Mike Tyson?
… nel tentativo di aggiornare la propria immagine, la Walt Disney realizzò il suo primo film porno sadomaso gay e, in seguito a un incidente sul set, Topolino morì per soffocamento dentro il culo di Dick Van Dyke?
… alcuni scienziati scoprirono che in realtà la Sindone è una Polaroid?
… la Ferrari vinse finalmente il Campionato Mondiale Costruttori mettendo al posto dei pistoni Pantani?
… Leonardo Pieraccioni, reduce dal successo de Il ciclone, diresse una commedia scanzonata sull’omicidio del giudice Falcone?
…Eugenio Scalfari viveva con una creatura extraterrestre a 3 zampe lunga 8 cm che Scalfari chiamava Bebè? Che Bebè comunicava con Scalfari tramite segnali luminosi tipo lucciola in alfabeto Morse? E che, quando era in calore, Bebè emetteva un suono indistinguibile dalla sirena di mezzogiorno dell’Italsider?
E ricordate quando uscì l’autobiografia di papa Wojtyla che ripercorreva tutte le tappe salienti della sua vita intensa: operaio, attore dilettante, seminarista, spalla di Totò, sacerdote? No? Che vi avevo detto?
L'articolo La memoria prodigiosa dei pesci rossi ci batte: qualche esempio che sicuramente non ricordate proviene da Il Fatto Quotidiano.
Hanoi, 23 oct (Prensa Latina) Diversas instituciones en Hanoi aceleran hoy los preparativos ante la cercanía del Primer Festival Mundial para la Preservación y el Desarrollo de las Aldeas Artesanales Tradicionales.
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Los acampados por la vivienda de Barcelona llevan tres semanas en plaza Catalunya y aseguran que no tienen intención de marcharse. Pasados los temporales de lluvia, han retirado los toldos de la parte central del campamento, que ya ocupa toda la plaza en círculos concéntricos, y está vallada en todo el perímetro salvo en dos puntos de entrada y salida. Hay quien ha interpretado el movimiento como el inicio de una retirada, pero Kiara Monroy, portavoz de la acampada, lo aclara: “La gente nos ha visto mover los plásticos y cree que nos vamos. No nos vamos, estamos mejorando el espacio”. En realidad, planean ampliar el recinto: la organización calcula que hay más de 600 tiendas, una cifra que el Ayuntamiento rebaja a 360. El Sindicato de Inquilinas, que no estuvo presente de origen en la acampada, se sumó posteriormente, pero se retiró de nuevo para, dijeron, dedicarse al 100% a preparar la huelga general del 11 de noviembre. Fuentes policiales expresan sus dudas sobre la “naturaleza actual” de la acampada, sin la presencia del sindicato provivienda, pero insisten en que es potestad del Ayuntamiento decidir cómo proceder.



No fue hasta 1978 cuando nuestro país regularizó el cambio de hora dos veces al año. Una medida que, hasta que el Parlamento Europeo llegue a un acuerdo, seguirá vigente en los estados miembros.
Este 25 de octubre de 2026 tiene una singularidad, y es que el Gobierno propuso a Bruselas en octubre del año pasado que este fuese el último año con cambios estacionales, y cuestionó, además, que España siga en el huso de Europa Central (UTC+1), cuando buena parte de su territorio queda más cerca del meridiano de Greenwich.
Sin embargo, la propuesta lleva años bloqueada en la Unión Europea pese a que los expertos advierten de que el cambio de hora acarrea más perjuicios que beneficios en cuanto a salud se refiere.
Por norma general, las agujas se ajustan de un sábado a un domingo, aunque históricamente no siempre ha sido así. En los inicios, el primer cambio al horario de verano ocurrió en 1918, concretamente un lunes 15 de abril a las 23:00 horas, para transicionar meses más tarde al horario de invierno de nuevo, en un domingo 6 de octubre.
La razón: el ahorro energético. La escasez de carbón provocada por la Primera Guerra Mundial obligó a intensificar la producción y a reducir el consumo y, a la vez, a sintonizar el horario con los países vecinos.
Los cambios de hora discontinuos hasta 1978 se deben a causas contextuales, principalmente ligadas al ahorro de consumo de energía eléctrica. Es el caso de 1949, cuando se recuperó el cambio de hora tras dos años sin alteraciones bajo el argumento de ahorro energético.
Sin embargo, de 1950 a 1974, España vivió un período estancada en el horario oficial de invierno. Pero, aunque legalmente España estaba en su "horario de invierno", los españoles vivían con el horario solar que por geografía correspondería a verano. No fue hasta 1974 cuando se introdujo el verdadero horario de verano actual (GMT+2), obligándonos a cambiar la hora dos veces al año otra vez.
El intervalo de 24 años de pausa se debe a que, en 1940, el régimen de Franco adelantó los relojes una hora para sintonizar a España con el huso de la Alemania nazi (GMT+1), facilitando así la logística europea en plena Segunda Guerra Mundial. Tras adelantarse los relojes de forma permanente en 1940 (GMT+1), el gobierno consideró que las tardes ya tenían suficiente luz optimizada y, añadido al posterior crecimiento industrial durante las décadas de los 50 y 60, se consideró innecesario aplicar parches de racionamiento energético. De este modo, se priorizó la comodidad y estabilidad de mantener una hora fija que se rompería en 1974 a causa dela asfixiante escasez provocada por la crisis mundial de petróleo.


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Hildegard Löwenstein (Colonia 1909- Heidelberg 2006), ancor prima di diventare Hilde Domin, si era trasferita a Roma nel 1932 a seguito del suo futuro marito, Erwin Walter Palm, studioso di archeologia. Entrambi di cultura ebraica, vi sono rimasti fino al 1939, termine ultimo per non evitare la deportazione. L’esperienza romana, proprio perché volontaria e positiva per entrambi, contribuisce a fare loro affrontare l’esilio nella Repubblica Dominicana diversamente dalle attese e dagli intenti più diffusi tra gli esiliati di lingua tedesca. Senza voler negare le esperienze dolorose e stranianti che comporta ogni forma di esilio, Hildegard Löwenstein lo vive anche come incontro positivo con una cultura sconosciuta, alla quale nel corso degli anni si sentirà legata così profondamente da ricavarne il suo pseudonimo: Hilde Domin.
Nelle poesie di Hilde Domin non sono rari i riferimenti ai temi fondanti della letteratura dell’esilio del Novecento. Ma allo stesso tempo, come per esempio nelle poesie Slegata e Con le nuvole a garanzia, alla poetessa interessa cogliere i mutamenti esistenziali causati da una vita esule. Nella poesia Slegata, dove “la parola fluttua sull’acqua del tempo”, l’esclusione forzata dell’esiliato dallo spazio natale genera il sopravvento del tempo e di conseguenza la rottura del paradigma spazio-temporale; nella poesia Con le nuvole a garanzia, invece, viene esaltata la certezza che l’esiliato prima o poi riuscirà a ricomporre “in un angolo della terra” l’equilibrio salvifico tra spazio e tempo.
Abele, alzati! sottolinea l’appartenenza laica di Hilde Domin alla cultura ebraica europea, che a sua volta costituisce una fonte altrettanto determinane per la sua produzione poetica.
G. C.
***
Losgelöst
Losgelöst
treibt ein Wort
auf dem Wasser der Zeit
und dreht sich
und wird getragen
oder geht unter.
Du hast mich lange vergessen.
Ich erinnre schon niemand,
dich nicht
und niemand.
Dies Wort von mir zu dir,
dies treibende Blatt,
es könnte von jedem
Baum
auf das Wasser gefallen sein.S. 161
*
Slegata
Slegata
fluttua una parola
sull’acqua del tempo
e si volta
e viene tenuta a galla
o affonda.
Da tempo mi hai dimenticato.
Non ricordo nessuno,
non te
e nessuno.
Questa parola da me a te,
questa foglia fluttuante,
caduta forse da un qualsiasi
albero
sull’acqua.
***
Auf Wolkenbürgschaft
Ich habe Heimweh nach einem Land
in dem ich niemals war,
wo alle Bäume und Blumen
mich kennen,
in das ich niemals geh,
doch wo sich die Wolken
meiner
genau erinnern,
ein Fremder, der sich
in keinem Zuhause
ausweinen kann.
Ich fahre
nach Inseln ohne Hafen,
ich werfe die Schlüssel ins Meer
gleich bei der Ausfahrt.
Ich komme nirgends an.
Mein Segel ist wie ein Spinnweb im Wind,
aber es reißt nicht.
Und jenseits des Horizonts,
wo die großen Vögel
am Ende ihres Flugs
die Schwingen in der Sonne trocknen,
liegt ein Erdteil
wo sie mich aufnehmen müssen,
ohne Pass,
auf Wolkenbürgschaft. S.131
***
Con le nuvole a garanzia
per Sabka
Mi struggo di nostalgia per una terra
dove non sono mai stata,
dove alberi e fiori tutti
mi conoscono,
dove non vado mai,
ma dove le nuvole
si ricordano esattamente
di me,
uno straniero, che non
può liberarsi in lacrime
dentro casa sua.
Navigo
per isole senza porto,
getto in mare le chiavi
subito alla partenza.
Non arrivo da nessuna parte.
La mia vela è come una ragnatela nel vento,
ma non si strappa.
E aldilà dell’orizzonte,
dove i grandi uccelli
alla fine del loro volo
asciugano le grandi ali nel sole,
c’è un angolo di terra
dove dovranno accogliermi,
senza passaporto,
con le nuvole a garanzia.
***
Abel steh auf
Abel steh auf
es muss neu gespielt werden
täglich muss es neu gespielt werden
täglich muss die Antwort noch vor uns sein
die Antwort muss ja sein können
wenn du nicht aufstehst Abel
wie soll die Antwort
diese einzig wichtige Antwort
sich je verändern
wir können alle Kirchen schließen
und alle Gesetzbücher abschaffen
in allen Sprachen der Erde
wenn du nur aufstehst
und es rückgängig machst
die erste falsche Antwort
auf die einzige Frage
auf die es ankommt
steh auf
damit Kain sagt
damit er es sagen kann
Ich bin dein Hüter
Bruder
wie sollte ich nicht dein Hüter sein
Täglich steh auf
damit wir es vor uns haben
dies Ja ich bin hier
ich
dein Bruder
Damit die Kinder Abels
sich nicht mehr fürchten
weil Kain nicht Kain wird
Ich schreibe dies
ich ein Kind Abels
und fürchte mich täglich
vor der Antwort
die Luft in meiner Lunge wird weniger
wie ich auf die Antwort warte
Abel steh auf
damit es anders anfängt
zwischen uns allen
Die Feuer die brennen
das Feuer das brennt auf der Erde
soll das Feuer von Abel sein
Und am Schwanz der Raketen
sollen die Feuer von Abel sein S. 364-365
*
Abele, alzati!
Abele, alzati!
bisogna rappresentarlo di nuovo
ogni giorno bisogna rappresentarlo di nuovo
ogni giorno la risposta deve essere ancora davanti a noi
la risposta deve in ogni caso esistere
se tu non ti alzi Abele
come potrà la risposta
quest’unica risposta giusta
finalmente cambiare
possiamo chiudere tutte le chiese
abolire tutti i codici
in tutte le lingue del mondo
solo se tu ti alzi
e la ritiri
la prima risposta falsa
all’unica domanda
che veramente conta
alzati
affinché Caino dica
affinché possa dirlo
Io sono il tuo custode
fratello
come non potrei essere il tuo custode
Alzati ogni giorno
affinché si presenti a noi
questo Sì io sono qui
io
tuo fratello
Affinché di figli di Abele
non abbiano più paura
perché Caino non sia Caino
Lo scrivo io
un figlio di Abele
e ogni giorno ho paura
della risposta
l’aria nei miei polmoni diminuisce
mentre aspetto la risposta
Abele, alzati!
affinché si ricominci diversamente
tra tutti noi
I fuochi che ardono
il fuoco che arde sulla terra
sia il fuoco di Abele
E in coda ai razzi
ci siano i fuochi di Abele.
L'articolo Hilde Domin, lo spazio-tempo dell’esilio (Traduzione di Gino Chiellino) proviene da Il Fatto Quotidiano.
La costa de la Antártida conserva miles de icebergs que han dejado de desplazarse por el océano y permanecen inmóviles sobre el fondo marino. Hasta la fecha, su distribución, tamaño y abundancia habían sido difíciles de determinar a escala continental. Ahora, un equipo internacional ha desarrollado un sistema de inteligencia artificial capaz de identificarlos mediante observaciones por satélite y ha elaborado el primer inventario automatizado de alta resolución de estos bloques en todo el litoral antártico.

Singular en su belleza, variado en las formas y escurridizo en la clasificación, el modernisme desembarca en Munich con la primera exposición exhaustiva en Alemania sobre este movimiento artístico y cultural catalán. Barcelona moderna. De Gaudí a Picasso abre sus puertas este viernes en el Kunsthalle de Munich con 160 obras de museos catalanes y españoles –y algunos internacionales–, e invita a descubrir a la Barcelona del cambio de siglo como uno de los grandes laboratorios culturales de Europa.


No resulta fácil hacerse mayor cuando eres una banda juvenil que se hizo famosa a finales de los 90 mostrándose como amiguetes de instituto que dan saltos sin parar mientras cantan que son sólo unos chicos. Pero ahí están los canadienses Simple Plan manteniendo el tipo a golpe de pop punk en una segunda juventud propiciada por la edad dorada de los directos y el éxito del reto tiktokero I’m just a kid, que les abrió las puertas a nuevas generaciones.
