❌

Reading view

Muere de forma repentina en Jaén el profesor de la Escuela Taurina de Albacete, Gonzalo González

El sector taurino de Albacete se encuentra profundamente conmocionado tras el repentino fallecimiento de Gonzalo González, profesor de la Escuela Taurina de la provincia y figura muy querida en los mentideros del toro. El suceso se produjo durante la mañana de este sábado en la finca Pedro Tito, perteneciente a la ganadería de Roque Jiménez y situada en la localidad jienense de Santisteban del Puerto, mientras el docente asistía a una jornada de tentadero.

Gonzalo González se encontraba en el recinto ganadero respaldando de cerca a su hijo, el joven novillero Alejandro González, en sus labores de preparación campera. En pleno desarrollo del tentadero, el profesor sufrió una indisposición sobrevenida que provocó su desplome instantáneo en el piso de la plaza de tientas, sin que los servicios médicos pudieran hacer nada por salvar su vida.

Toda la trayectoria vital de Gonzalo González estuvo consagrada al universo del toreo. Tras una etapa inicial como novillero con caballos, decidió enfocar su carrera profesional en las filas de plata como banderillero, prestando sus servicios a las órdenes de espadas tan destacados como Manuel Caballero, Juan Bautista, Serafín Marín, Miguel Tendero, Filiberto o Mario Sotos, además de colaborar con diversos toreros locales.

Desde el año 2018, compendiaba esa inmensa experiencia acumulada en los ruedos con su labor pedagógica en el equipo docente de la Escuela Taurina de Albacete, bajo la dirección del matador Sergio Martínez. Desde ese puesto de responsabilidad, se convirtió en el guía y maestro de las últimas hornadas de aspirantes a torero en la provincia, inculcando los valores y secretos de la profesión con absoluta entrega.

Su pérdida deja un vacío irreparable en el ámbito familiar y profesional, especialmente junto a su hijo Alejandro, una de las grandes promesas de la cantera albaceteña que recientemente debutó con picadores en la feria de septiembre. Numerosas entidades, compañeros y aficionados han querido trasladar su pésame, destacando la calidad humana de un hombre que entregó su vida a la enseñanza de la tauromaquia y que se marchó haciendo aquello que más amaba.

Detalle del crespón negro que se han colocado esta tarde los diestros
  •  

Base de Dados dos Bombeiros Portugueses foi alvo de ciberataque – ANEPC

O Comando Regional do Algarve da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) informa em nota enviada às redações que a base de dados do Recenseamento Nacional dos Bombeiros Portugueses (RNBP) foi alvo de um ciberataque, no âmbito do qual terá sido possível copiar dados pessoais dos bombeiros nela registados.

Na sequência da deteção do incidente, a ANEPC, em articulação com o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e a Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI), do Ministério da Administração Interna, procedeu de imediato à suspensão da aplicação RNBP, estando em em curso trabalhos destinados a reforçar os mecanismos de segurança da aplicação e a assegurar a proteção dos dados pessoais nela constantes.

A ANEPC enviou uma comunicação interna às Entidades Detentoras dos Corpos de Bombeiros e aos Corpos de Bombeiros a informar a situação e a alertar para possíveis tentativas de fraude. Na comunicação seguiram um conjunto de procedimentos a adotar.

Neste contexto, a ANEPC apelou a todos os bombeiros para que mantenham uma atenção redobrada perante chamadas, mensagens ou outras comunicações inesperadas que solicitem o acesso a ligações ou páginas eletrónicas, a divulgação de dados pessoais ou o preenchimento de formulários.

A ANEPC esclarece que as comunicações dirigidas aos bombeiros, designadamente para atualização de dados ou transmissão de informações, privilegiam sempre os canais institucionais, através da estrutura de comando dos respetivos corpos de bombeiros.

Assim, recomenda-se que não sejam abertas ligações suspeitas, não sejam fornecidos dados pessoais nem sejam preenchidos inquéritos ou formulários na sequência de contactos não confirmados. Em caso de dúvida, os bombeiros deverão confirmar a autenticidade da comunicação junto da estrutura de comando do respetivo corpo de bombeiros, através dos canais habituais.

Os titulares dos dados que pretendam obter esclarecimentos adicionais sobre o incidente e sobre os seus dados pessoais poderão contactar o Encarregado da Proteção de Dados da ANEPC através do endereço de correio eletrónico: incidentes.dados@prociv.pt.

A ANEPC continuará a desenvolver as diligências necessárias ao reforço da segurança dos seus sistemas e à proteção dos dados pessoais, mantendo como prioridade a segurança da informação e a confiança dos bombeiros nos canais institucionais de comunicação.

  •  

“Não há perigo de contágio para as pessoas”, tranquiliza ministro da Agricultura sobre vírus Shamonda

VTM

José Manuel Fernandes afirmou que o vírus Shamonda, transmitido por insetos do género Culicoides, “não leva a mortalidade dos animais” e garantiu que “não há nenhum perigo de contágio para as pessoas”.

O governante sublinhou que “não vamos é entrar num alarme, que neste momento não se justifica”, referindo que o impacto na saúde animal não é grave. O ministro destacou um caso isolado em França, onde uma pessoa com estado de saúde muito debilitado contraiu o vírus, mas enfatizou que não se pode afirmar que a morte tenha sido causada pelo vírus.

Atualmente, ainda não existe um plano específico para lidar com o vírus Shamonda. A solução proposta pelo ministro é a monitorização e a melhoria das condições sanitárias nas explorações pecuárias. Fernandes defendeu a necessidade de “avançar rapidamente numa investigação” à escala da União Europeia para desenvolver vacinas eficazes e acessíveis.

O veterinário do Agrupamento de Defesa Sanitário (ADS) de Palaçoulo, no concelho de Miranda do Douro, alertou na quinta-feira, em declarações à Lusa, para o preço elevado das análises a bovinos para a deteção do vírus Shamonda que afetou uma exploração em Vimioso.

Luís Fernandes explicou ter obtido a informação de que o preço das análises ronda mais de 30 euros, o que numa vacada, por exemplo com 50 animais, já requer algum investimento por parte dos produtores pecuários onde existam sintomas.

Questionado sobre a possibilidade de comparticipação nas análises devido às dificuldades financeiras dos produtores, o ministro não se comprometeu. “Não vamos fazer análises que não sejam necessárias; nós avaliaremos e se for necessário apoio, fazemos”, disse.

A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) confirmou a deteção do vírus em vários países da União Europeia, incluindo Portugal e Espanha. O último relatório indicava casos nos concelhos de Odemira, Vimioso, Évora, Loures, Crato e Montijo.

Os bovinos são os mais afetados pela infeção, embora ovinos e caprinos também possam ser suscetíveis sem manifestações clínicas evidentes. Os bovinos com infeções agudas podem apresentar febre, diarreia e redução na produção leiteira entre 10% e 20%.

The post “Não há perigo de contágio para as pessoas”, tranquiliza ministro da Agricultura sobre vírus Shamonda appeared first on A Voz de Trás-os-Montes.

  •  

Piratas informáticos atacam base de dados dos bombeiros e acedem a dados pessoais

A base de dados do Recenseamento Nacional de Bombeiros Portugueses (RNBP) foi alvo de um ciberataque e os piratas acederam a dados pessoais, o que levou a um alerta da proteção civil aos comandos e à suspensão da aplicação.

Na comunicação a todos os comandos regionais e responsáveis das regiões autónomas dos Açores e da Madeira, a que a Lusa teve acesso, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que gere a plataforma do RNBP, admite o ataque e diz que foi efetuada uma cópia dos dados.

Entre os dados pessoais estão o nome completo dos bombeiros inscritos, números de cartão de cidadão, identificação fiscal, segurança social, utente de saúde (e subsistemas de saúde), carta de condução, estado civil, data de nascimento, contactos, moradas, imagem e grupo sanguíneo, refere o documento.

Contactada pela Lusa, a Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) confirmou a situação, admitindo que a informação deveria ter seguido individualmente para cada um dos elementos registados no RNBP.

António Nunes, presidente da LPB, explicou que a aplicação do RNBP tem dados pessoais, mas não tem dados bancários e disse ainda não ter informação sobre se efetivamente houve capacidade de retirar dados.

Mas na informação que a ANEPC enviou aos comandos regionais, a que a Lusa teve acesso, o acesso e cópia dos dados é clara, assim como a suspensão da aplicação do RNBP.

“A base de dados do Recenseamento Nacional de Bombeiros (RNBP), foi alvo de um ciberataque, tendo sido possível efetuar uma cópia dos dados pessoas”, refere a informação, acrescentando que a ANEPC, o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) e a Rede Nacional de Segurança Interna (RNSI) procederam “de imediato à suspensão da aplicação”.

Diz ainda que estão a ser desenvolvidos sistemas de segurança adicionais, para assegurar a proteção dos dados pessoais que constam da aplicação.

No mesmo alerta, a Proteção Civil explica que, como consequência desta violação de dados pessoais, os titulares dos dados podem ser alvo de ações de phishing (mensagens que simulam comunicações legitimas para atrair a clicar e links e anexos maliciosos), smishing (tentativas de fraude por SMS ou MMS) ou vishing (fraudes por chamada telefónica).

Podem ainda ser alvo de ações de quishing, um esquema de fraude que usa códigos QR maliciosos para redirecionar as vítimas para sites falsos.

Como medidas de segurança, a ANEPC pede “atenção redobrada” para chamadas e/ou mensagens que solicitem aberturas de links ou sites.

O RNBP é o sistema de informação e gestão do registo dos bombeiros portugueses, dos quadros de comando, ativo, de reserva e de honra.

Segundo António Nunes, a aplicação tem cerca de 60 mil registos.

A Lusa contactou a ANEPC e o CNCS para tentar esclarecer as medidas que estão a ser desenvolvidas, mas não obteve resposta até ao momento.

  •  

Verlo todo

El libro es fabuloso, se titula En palabras sencillas, y en él Richard Ford habla de sus influencias, de la forma en que se hizo escritor, de sus dudas. En un momento, escribe: “Una parábola de cómo funcionan mi cerebro y mi vida. Al principio no veo nada. Y luego veo todo”. Es una obra astuta, insolente y optimista. Terminé de leerla en un estado extraño, sintiendo incapacidad para poner en marcha el dispositivo del ensueño, que es como conviene vivir —siempre en otra parte—, así que salí a correr en torno al cementerio de mi barrio. Alrededor hay puestos de flores. Rezuman un aroma alegre que contrasta con la naturaleza a la que responden. Son raras las flores para los muertos. No hay nardos ni jazmines, demasiado lúbricos quizás. Predominan los gladiolos rígidos como soldados, los crisantemos anodinos, los claveles arcaicos, las rosas, siempre rojas. Todo es envarado y serio, el equivalente floral a un empleado de casa funeraria. También hay flores de plástico de colores deformes: margaritas de color azul, gladiolos verde radioactivo. Quizás porque son de plástico, y están muertas, el color se les tolera. Casi nunca se ve gente comprando, pero la mercadería parece lozana. Ese día, en uno de los puestos, vi una pizarra en la que se leía: “¡Hay urnas!”, como quien anuncia: “¡Llegaron los tomates!”. Parecía una invitación a morirse. Alguien podía pasar por allí y, al descubrir que habían llegado las urnas, entender que no debía desaprovechar la oportunidad. Miré alrededor: el suelo estaba humedecido por el sol, el cielo parecía a punto de estallar de tensión azul y fría, y yo, que hasta entonces no veía nada, vi todo: la divina ignorancia del amor reinaba en todas partes, la muerte pisaba el mundo pero no podía aniquilarlo, si se prestaba atención se podía escuchar el coro de lo que apenas se escucha. Y seguí corriendo como seguimos todos: repleta de sentido para después perderlo, corriendo hacia adelante para llegar a ninguna parte.

© Martin Zwick (Universal Images Group/Getty Images)

Flores en las tumbas del cementerio de Cachi, en la provincia de Salta en Argentina.
  •  

David Foster Wallace e uma sufocante solidão

O centro de "Breves Entrevistas a Homens Hediondos" está então no retrato meticulosamente perfeito e tão ternamente vulnerável, de uma insuperável falta de capacidade para a comunicação.

Ler David Foster Wallace, sobretudo para quem tenha ambições literárias ou queira simplesmente compreender melhor o estranho impulso que conduz à escrita, é invariavelmente luminoso e esclarecedor
  •  

La plaza de Las Ventas supera el millón de espectadores por segundo año consecutivo

Román y Antonio Ferrera, los dos únicos matadores que han salido dos veces por la Puerta Grande de Las Ventas en 2026.

La plaza de toros de Las Ventas cerró el pasado 12 de octubre la temporada 2026 con una creciente tendencia al alza en la asistencia de público. A lo largo de los 60 festejos celebrados (41 corridas de toros, 16 novilladas y 3 festejos de rejones) el coso madrileño reunió a un total de 1.018.696 espectadores, con una media de 16.978 asistentes por festejo. De esta forma, Las Ventas supera el millón de espectadores por segundo año consecutivo, según un comunicado de Plaza1, la empresa gestora del coso madrileño.

Seguir leyendo

  •  

El cambio de hora también puede descolocar a los animales domésticos: cómo ayudarles a adaptarse

La madrugada del próximo domingo 25 de octubre, España volverá al horario de invierno. A las tres de la mañana, los relojes de la península y Baleares marcarán las dos, mientras que en Canarias, a las dos serán la una. Ganaremos una hora en el reloj, pero también cambiaremos bruscamente la referencia temporal que organiza buena parte de nuestra vida cotidiana. Para los animales domésticos que conviven con nosotros, esta modificación puede resultar menos sencilla de lo que parece. No necesitan saber qué hora es para anticipar cuándo llega el desayuno, cuándo toca salir a pasear o a qué hora vamos regresando a casa. Perros, gatos, hurones, conejos y otros animales destinados al mascotismo aprenden a reconocer patrones y señales del entorno, desde la luz que entra por la ventana hasta los movimientos y las costumbres de las personas con las que viven.

Pero ese pequeño universo doméstico cambia de repente cuando adelantamos o retrasamos el reloj y, aunque la evidencia científica específica sobre los efectos del cambio horario en animales de compañía todavía es limitada, sí sabemos que la luz y los ciclos diarios influyen en su actividad y en distintos procesos biológicos. La clave está en distinguir entre lo que se ha demostrado y lo que resulta razonable hacer para facilitarles la transición.

Un reloj biológico que no entiende de horarios humanos

Los ritmos circadianos son ciclos biológicos de aproximadamente 24 horas que regulan, entre otras funciones, los periodos de actividad y descanso. La luz ambiental es una de las señales más importantes para sincronizarlos, aunque también influyen otros estímulos, como la alimentación y las rutinas diarias.

En el grupo de los animales domésticos no todos responden de la misma manera. Los perros suelen ajustar buena parte de su actividad a la convivencia con las personas, mientras que los gatos presentan patrones individuales y pueden mantenerse activos durante la noche o al amanecer. Los hurones, por su parte, alternan periodos de actividad y descanso y también responden a los ciclos de luz y oscuridad. En las aves, la duración del día puede influir, además, en procesos fisiológicos y reproductivos. Por eso, el cambio de hora no tiene por qué producir la misma respuesta en todas las especies ni en todos los individuos. Un animal que vive principalmente en interiores y sigue los horarios de su familia puede reaccionar de manera distinta a otro cuyo día está más condicionado por la luz natural.

Los perros y el cambio de hora

Una investigación publicada en 2025 analizó la actividad matutina de 54 perros en Ontario, Canadá. El equipo estudió a 25 perros de trineo y a 29 perros de compañía, mediante dispositivos que registraban su movimiento durante el cambio al horario de invierno. Los perros de trineo mostraron más actividad antes de la llegada de sus cuidadores la mañana del cambio, pero sus patrones volvieron a los niveles previos durante los dos días siguientes, mientras que en los perros de compañía no se detectaron cambios significativos en la actividad matutina vinculados a la hora a la que se levantaban sus cuidadores.

La edad también fue un factor importante y los perros de compañía de más edad fueron menos activos durante la primera mañana tras el cambio. Los investigadores recomendaron prestar especial atención a los animales mayores cuando se modifican bruscamente sus rutinas. El estudio es una de las primeras investigaciones que han medido directamente este fenómeno en perros, pero con importantes limitaciones, ya que se centra en la actividad matutina y analiza una transición concreta.

Señales que pueden descolocarlos

Aunque no se haya demostrado que el cambio de hora provoque problemas generalizados en los animales domésticos, sí puede alterar temporalmente las expectativas de aquellos que asocian determinadas actividades con un horario estable. Un perro acostumbrado a desayunar a las ocho puede empezar a pedir comida cuando su reloj biológico le indica que es la rutina, aunque el reloj de la cocina indique el nuevo horario. Algo parecido puede ocurrir con los paseos o el momento de acostarse. En el caso de los gatos, pueden reclamar su comida antes de lo habitual o mostrarse más activos cuando la familia todavía está durmiendo.

Es necesario aclarar que estos cambios de comportamiento no demuestran por sí mismo que el animal esté sufriendo estrés ni que su ritmo circadiano se haya desajustado. Puede ser, sencillamente, una respuesta aprendida a la modificación de las rutinas humanas.

Mención aparte merecen los animales que necesitan horarios especialmente regulares por su edad, su estado de salud o la administración de determinados medicamentos. Si el tratamiento debe darse a intervalos precisos, es recomendable consultar con el veterinario cómo adaptar las tomas, en lugar de modificar los horarios por cuenta propia.

Cómo ayudarles durante la transición

La recomendación más sencilla es evitar, cuando sea posible, que todas las rutinas cambien de golpe. Durante los días anteriores al cambio horario, se pueden desplazar progresivamente las comidas, los paseos y el momento de acostarse unos diez o quince minutos cada día, hasta aproximarse al nuevo horario.

También ayuda mantener las señales cotidianas que aportan previsibilidad, como son los paseos, las sesiones de juego compartido, los momentos de descanso y la interacción con la familia. En los perros y gatos, ofrecer actividad y oportunidades de exploración adecuadas a sus necesidades contribuye a que la jornada siga teniendo una estructura reconocible. En el caso de las aves, roedores, reptiles y otros animales que viven en recintos interiores, conviene mantener ciclos de luz y oscuridad apropiados para la especie y evitar cambios bruscos e innecesarios en la iluminación artificial. No se trata de mantenerlos siempre expuestos a la misma cantidad de luz, pero sí de proporcionarles condiciones estables y adecuadas a sus necesidades biológicas.

Por último, los animales mayores o con problemas de salud merecen una atención especial. Si tras el cambio de horario aparecen alteraciones persistentes del sueño, el apetito, la actividad o si el comportamiento cambia de manera llamativa, lo adecuado es consultar con nuestro veterinario en lugar de atribuir automáticamente esos síntomas al cambio de horario en el reloj.

Por lo tanto, la evidencia disponible no justifica alarmarse cada vez que se cambia la hora, pero sí invita a recordar que, para facilitar la convivencia, conviene adaptar nuestras rutinas teniendo en cuenta las necesidades de los animales que dependen de nosotros.

Referencia:

  •  

Rejoin the EU, Says Think Tank Funded by Soros and the European Climate Foundation

This week a self-described "influential think tank", the IPPR, advised that the "UK must seek EU membership”. Charlotte Gill was not surprised to find it was funded by George Soros and the European Climate Foundation.

The post Rejoin the EU, Says Think Tank Funded by Soros and the European Climate Foundation appeared first on The Daily Sceptic.

  •  

La era de la ira: no esperen un final feliz a las revueltas en Francia

Llevamos unas semanas muy conflictivas. Sobre todo en las calles de Francia, pero no solo allí. Lo que empezó como una protesta estudiantil por los recortes en la educación pública ha derivado en una revuelta con múltiples focos, a la que se han sumado grupos antisistema, los temidos chalecos amarillos y aficionados a los saqueos. El incendio del Ayuntamiento de Limoges, un monumento del siglo XIX, da una idea del nihilismo que se apodera de las masas enfurecidas. Se ha impuesto el toque de queda en distintos puntos del país, en un momento crítico que representa la agonía del macronismo. Podríamos apelar a la pulsión revolucionaria que ha marcado la identidad francesa, pero es que el malestar por las estrecheces y por el coste de la vida está cruzando fronteras. El fenómeno ha contagiado a Italia, con noches de destrozos y saqueos en Milán, donde Giorgia Meloni ha desplegado soldados, y otras ciudades. También en Bélgica se sublevan los estudiantes, también en Albania. En España y en Portugal, los jóvenes se levantan por la vivienda inaccesible: la acampada de la Puerta del Sol va camino de cumplir su primer mes; las de Lisboa y Oporto han sido desalojadas, como le gustaría a Isabel Díaz Ayuso que se hiciera en Madrid. Muy lejos de aquí, en la India, la última protesta del movimiento de las “cucarachas” se ha saldado con un millar de detenidos.‌

Seguir leyendo

© Abdul Saboor (REUTERS)

Un manifestante arrojaba una botella a los policías durante los disturbios en París el pasado día 17.
  •  

Leer a Pedro Almodóvar: “El escritor es egoísta por naturaleza”

Libros que los personajes escriben, leen, regalan. Libros que saltan de una película a otra, que inspiran tramas, que se adaptan. La filmografía de Pedro Almodóvar está plagada de referencias literarias. Ha publicado numerosos relatos a lo largo de las décadas, algunos de ellos reunidos en El último sueño (2023). Pero ha esperado hasta los 77 años para publicar su primera novela: El hombre que solo escribía en los aviones (Reservoir Books), que llega a las librerías el 29 de octubre. Un libro frenético y libre, como su cine, atravesado por la pasión lectora. Lo protagoniza Flavio Guijarro, nueva incorporación al fecundo plantel de personajes almodovarianos. Un coach de autores obsesionado con escribir. Como tantos protagonistas del manchego, Flavio tiene mucho de él. Es sabido que la obra de Almodóvar es un ente poroso por el que circulan la ficción, la realidad, lo vivido, lo escuchado, lo leído. Esta entrevista discurre por esos poros y se centra en el Almodóvar lector y escritor. Recibe a Babelia en las oficinas madrileñas de El Deseo, su productora, con las paredes llenas de recuerdos y carteles de sus películas llegados de todos los rincones del mundo. Preside su despacho una gran estantería llena de libros que, advierte, son sobre todo novedades que le llegan. Su biblioteca más personal, admite, está en su casa. Sobre la mesa, eso sí, el último libro que le ha fascinado, Cosamala, de Alana S. Portero, autora hacia la que se deshace en elogios. Se enciende la grabadora y aparece un Almodóvar sereno, amable, cómodo con una conversación ajena a la clásica promoción del cine, alejado de la ansiedad que, dice, ha sido un motor de su novela.

Seguir leyendo

El hombre que solo escribía en los aviones

Pedro Almodóvar Reservoir Books, 2026 256 páginas. 20,90 euros A la venta el 29 de octubre

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

Libros de Abdelá Taia y Raymond Carver, en el piso en Madrid del cineasta y escritor Pedro Almodóvar.

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

Detalle de la biblioteca particular del cineasta y escritor Pedro Almodóvar.

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

Libros de Roth, Didion, Carver o Capote, entre otros, ordenados por autores en la biblioteca de Pedro Almodóvar.

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

El libro 'Cosamala', de Alana S. Portero, amiga de Pedro Almodóvar, junto a unas gafas en el escritorio del cineasta.

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

Detalle de una estantería llena de libros en la vivienda de Pedro Almodóvar.

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

Detalle de una máquina de escribir antigua en el domicilio en Madrid del cineasta Pedro Almodóvar.

© OSAMA CHAMI (EL PAÍS)

Los autores Jonathan Franzen, Irène Némirovsky o Eduardo Mendoza figuran entre los cientos de libros de Pedro Almodóvar.

© SAMUEL SÁNCHEZ (EL PAÍS)

Pedro Almodóvar, retratado en la sede de la productora El Deseo, en Madrid, el 19 de octubre.
  •  

Perder las formas

.

Manuel Fernández-Montesinos apenas se acordaba de su padre ni de su tío Federico, asesinados los dos, con un día de diferencia, cuando él tenía cuatro años. Las fotos le concedían un espejismo de memoria. En la vida de un niño las personas desaparecen y nadie se ocupa de darle explicaciones, por un deseo de protección que a Fernández-Montesinos le pareció siempre equivocado. El padre y el tío tan querido unas veces están y otras ya no están, y ni siquiera vuelven a aparecer en ese porvenir indeterminado de la conciencia infantil, regresados de un viaje, trayendo ese regalo que quizás el niño no olvide nunca, aunque no pueda recordar al que fue su porrtador. El espacio en blanco de los muertos lo ocuparon en la niñez y la juventud de Manuel Fernández-Montesinos dos hombres mayores que a él se lo parecerían más aún, físicamente bien sólidos, a diferencia de los queridos fantasmas fotográficos, con un aspecto formal de señores de otro tiempo, casi de otro siglo: su abuelo Federico y quien él llamó siempre el tío Fernando, Fernando de los Ríos. En las fotos don Federico García Rodríguez tiene una gran cabeza cuadrada sobre un torso cuadrado y fornido, más rotundo aún por los hombros rectos y las anchas solapas de la chaqueta de un traje negro que durante los últimos nueve años de su vida fue un traje invariable de luto. En el paraíso de la Huerta de San Vicente, en la que el niño conoció y perdió muy pronto la eternidad feliz del verano, el abuelo era el gigante bondadoso que velaba por el nieto y le regalaba caramelillos y herramientas de hortelano hechas a la medida de las manos y las fuerzas infantiles por un herrero amigo. La silueta de encina del abuelo se recorta con la misma nitidez en la huerta familiar, en la cubierta del barco donde lo que queda de la familia va a exiliarse en Estados Unidos, en la orilla del río Hudson y entre los robles y los arces de Riverside Park, donde el antiguo niño hortelano ahora juega al beisbol y habla inglés sin ningún rastro de acento.

Seguir leyendo

  •  

Un lector que no existía

Escribió Chesterton que por cada niño que llega al mundo nacen de nuevo la Luna y el Sol, porque hay un nuevo par de ojos dispuestos a mirarlos. Con los libros pasa igual: con cada niño que aprende a leer, Odiseo vuelve a salir de Ítaca, Quijote y Sancho vuelan de nuevo a lomos del caballo Clavileño y la pobre Alicia cae otra vez por la madriguera. Me di cuenta ayer, mientras silabeabas la-ma-má-o-sa. No sé si me sorprendió más verte leer por primera vez o el vértigo que sentí.

Seguir leyendo

© Quim Llenas (Cover/Getty Images)

Un alumno lee un libro en el colegio El Espinillo, en Madrid, en septiembre de 2025.
  •  

La vida precaria de los bomberos de Ávila: alguien se olvidó de contratar la luz en la nueva estación

Los bomberos de Ávila miran por el cristal. Detrás del vidrio hay una cocina, un frigorífico, sillas y mesas. Todo nuevecito, envuelto en plástico, en un módulo prefabricado junto a unas duchas y vestuarios. Todo está listo dentro de la nueva estación, pero no pueden usar nada de eso. Así ha sido desde hace un año, porque la Junta de Castilla y León (PP y Vox) pagó la infraestructura, pero no los contratos de la luz ni del agua. “¡Es increíble!”, exclaman los brigadistas que coinciden en que es “un garaje de 420.000 euros”. Tampoco hay un hidrante donde cargar los vehículos y tiran de los de El Tiemblo, donde se encuentran perdiendo el tiempo. Estos ejemplos ilustran las quejas del gremio, que se siente desatendido y mal dirigido después de vivir el peor verano de su historia.

Seguir leyendo

Estado de las ruedas de un camión de los bomberos forestales de El Tiemblo, en Ávila.
Base de los bomberos en El Tiemblo, en Ávila.

© Emilio Fraile

Un grupo de bomberos y voluntarios lucha contra las llamas en las partes altas del pueblo de Casavieja, en Ávila.
  •  

Los nueve libros de la semana: de un amor sáfico entre pescados al origen judío de la nobleza española

Qué hacemos con los domingos por la tarde

Seguir leyendo

© Jehad Alshrafi (AP / LAPRESSE) (EL PAÍS)

Dos niñas palestinas se dirigen a clase en la ciudad de Gaza entre escombros y basura, el 28 de septiembre de 2026.
  •  

Clémentine Beauvais, escritora: “El pacto democrático se cumpliría mejor si se permitiera votar a los niños”

Clémentine Beauvais reconoce que la primera vez que escuchó hablar sobre la posibilidad de ampliar el derecho al voto a los niños se echó a reír.

La escritora, traductora y profesora francesa Clémentine Beauvais (París, 37 años) reconoce que la primera vez que escuchó hablar sobre la posibilidad de ampliar el derecho al voto a los niños desde su nacimiento se echó a reír. Así que comprende que esa sea la misma reacción de quienes se encuentren en librerías y bibliotecas con el pequeño ensayo que acaba de publicar en España sobre ese asunto. “Es una reacción que me interesa: ¿por qué la risa? Nos reímos de lo que es ridículo, imposible, impensable, de lo que sorprende. Pero, ¿por qué sorprende? ¿Y es realmente imposible e impensable? Cuestionarse la propia risa plantea preguntas importantes”, sostiene. Por el derecho al voto desde el nacimiento (Wonder Ponder, traducción de Silvia Moreno Parrado, 2026) llega a España en una preciosa y llamativa edición tras el éxito obtenido en Francia, donde el debate generado alrededor del ensayo incluso ha llevado a Beauvais a exponer su tesis en la Asamblea Nacional del país.

Seguir leyendo

  •  

La receta del caldillo de perros y el salpicón de huevas de Aponiente (tres estrellas Michelin)

Aponiente, el restaurante tres estrellas Michelin capitaneado por el cocinero Ángel León, ha logrado que el universo gastronómico mire hacia el gaditano Puerto de Santa María. En este año, además ha salido del molino de mareas del siglo XIX donde se ubica y la experiencia que supone comer en él se expande hacia las marismas que lo rodean, ubicadas en el parque natural de la Bahía de Cádiz, el mismo lugar que sirve de inspiración desde hace años para este chef.

Seguir leyendo

💾

©

La receta de Aponiente
  •  
❌