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Conferência da CCDR Algarve junta municípios e especialistas na gestão de resíduos em Faro

A iniciativa decorre a 13 de novembro, na Universidade do Algarve, em parceria com o município de Loulé. A participação é gratuita, mediante inscrição prévia.

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¿Sufrió Cataluña el primer ciclón tropical europeo? El Mediterráneo empieza a comportarse como el Caribe

Los meteorólogos no daban crédito a lo que veían sus ojos: lluvias torrenciales sin una perturbación atmosférica como fuente de inestabilidad que las causara. No había detonante. No había dana. No había vaguada. No había un culpable. Y, sin embargo, visto desde el satélite, en el torbellino de nubes se estaba formando un monstruo: un sistema que se asemejaba a una tormenta tropical en ciernes. Para más pruebas, el radar mostró un viento que podía corresponder a un giro ciclónico cerca de la costa. Si se le hubiera enseñado a un experto en huracanes de EE UU, habría jurado que era un ciclón tropical. El problema es que no estaba gestándose en el mar Caribe, sino en el Mediterráneo, frente a las costas de Cataluña, a 7.000 kilómetros del lugar donde suelen ocurrir.

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© Alejandro Garcia (EFE)

Un vehículo anegado en la ronda del Litoral, en Badalona, el 4 de octubre.
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Iniciativa promove limpeza de praia e ação de sensibilização ambiental em Lagoa

A iniciativa Patrulha do Recife, organizada pela Associação para a Investigação do Meio Marinho (AIMM), vai organizar uma ação de limpeza na Praia do Vale do Olival, em Lagoa, no dia 22 de outubro, das 9h30 às 11h30.

A atividade tem como objetivo contribuir para a remoção de resíduos da zona costeira e alertar a comunidade para “os impactos do lixo marinho nos ecossistemas e na biodiversidade”.

A iniciativa inclui ainda um momento de sensibilização e divulgação do Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado, sendo que a participação é gratuita, mediante inscrição prévia aqui.

A organização disponibiliza o material necessário para a realização da limpeza e recomenda o uso de roupa e calçado confortáveis, proteção solar e água.

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Variante aprovada com investimento de 55 milhões de euros

VTM

Com um custo de construção estimado em 55 milhões de euros, a variante ligará a Estrada de Acesso Norte do projeto mineiro, através da ER311, à A24, com ligações à EN103 e à EN312. A via ficará aberta ao público, apesar de financiada pela Savannah Resources.

A obra responde a uma reivindicação antiga do município, e por isso, a câmara emitiu parecer favorável à proposta durante o processo de avaliação ambiental.

Para Emanuel Proença, presidente executivo da Savannah, a decisão representa “uma excelente notícia para o desenvolvimento global do projeto, mas também para toda a região”.

Entre os traçados analisados, a APA selecionou a alternativa Norte, considerada pela Comissão de Avaliação a opção com menor impacte ambiental. A decisão surge na sequência da entrega dos projetos revistos e do Estudo de Impacte Ambiental, em fevereiro de 2026, e da consulta pública realizada entre 5 de junho e 17 de julho.

O processo avança agora para a elaboração do Relatório de Conformidade Ambiental do Projeto de Execução (RECAPE). A declaração favorável está sujeita ao cumprimento de condições ambientais e não autoriza, por si só, o início das obras.

A variante poderá ter um calendário de execução distinto do projeto da mina, afirma a empresa em comunicado, uma vez que este poderá entrar em funcionamento antes da conclusão da estrada.

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Emissão líquida de poluentes no país cai ao menor nível desde 2012

Logo Agência Brasil

O Brasil emitiu, em 2025, 1,41 bilhão de toneladas líquidas de CO2 equivalente (GtCO2e) em gases do efeito estufa. O valor significa uma redução de 9% em relação aos 1,489 bilhão de toneladas líquidos de gás carbônico equivalente emitidos em 2024, levando o país a atingir o menor valor líquido desde 2012.

Sem considerar a remoção de carbono pela vegetação secundária, que cresceu, e pelas áreas protegidas, o país emitiu 2,06 bilhões de toneladas de CO2 equivalente (GtCO2e) brutos em 2025. Isso representa uma queda de 6% em relação ao total bruto de 2,19 GtCO2e emitidos em 2024. Esse foi o menor volume bruto emitido desde 2018.

Notícias relacionadas:

Os dados são da 14ª edição do Sistema de Estimativas de Emissões de Gases de Efeito Estufa lançada nesta quarta-feira (21) pelo Observatório do Clima.

Na avaliação do coordenador do Seeg e pesquisador do Instituto de Energia e Meio Ambiente (Iema), David Tsai, os números mostram que nos últimos quatro anos o Brasil cortou em um quarto as suas emissões brutas.

“É um feito digno de nota, dado que nos 13 anos anteriores, desde que publicou sua Política Nacional do Clima em 2009, o país viu suas emissões crescerem em dois terços”, comemora.

Recorde

Em 2025, o valor total das emissões brutas foi novamente influenciado pela redução do desmatamento, classificado no Seeg como mudança de uso da terra. 

O setor respondeu por 814 MtCO2e, uma queda de 15% nas emissões brutas, em relação às emissões de 957 MtCO2e, no ano de 2024.

Quando considerados os valores líquidos do setor de mudança de uso da terra, a queda entre 2024 e 2025 foi de 48%, passando de 311 MtCO2e para 162 MtCO2e, o menor valor para o setor em toda a série histórica do Seeg.

Setores

As emissões brutas dos demais setores sofreram pouca variação para mais ou para menos em 2025. A agropecuária teve queda de 0,1%, tendo sido responsável por 626 MtCO2 do total de emissões britas.

O setor de energia cresceu 1,2% em emissões, passando de 422 MtCO2e, em 2024, para 427 MtCO2e, em 2025. Os processos industriais e uso de produtos variaram positivamente apenas 0,2%, ao manter as emissões em 94 MtCO2e.

O setor de resíduos foi o que registrou a maior alta entre 2024 e 2025, crescendo as emissões em 3,6%, de 92 MtCO2e para 96 MtCO2e.

A participação da mudança de uso da terra nas emissões brutas do país, em 2025, responde por 39% do total e as emissões diretas da agropecuária, respondem por mais 30%. Juntas, quando consideradas emissões diretas e indiretas do setor, elas tornam a agropecuária o maior emissor nacional.

O setor de energia aparece em seguida com 21%. 

Os processos industriais e a gestão de resíduos responderam, em 2025, por 5% do total de emissões, cada um.

Meta

Com essas reduções, o país ficou a apenas 85 milhões de toneladas de cumprir a meta climática estabelecida para 2025, em sua primeira Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC na sigla em inglês), apresentada em 2015.

A meta previa que o país limitaria as emissões líquidas de gases de efeito estufa a 1,32 GtCO2e, em 2025, valor que deverá ser alcançado este ano, após queda recorde de desmatamento na Amazônia e Cerrado.

“Infelizmente a gente ficou ainda um pouco acima, mas bem próximo da meta. Em 2030, tem uma meta mais baixa, mas em 2026 a gente vai estar entre a meta de 2025 e a de 2030 “, avalia David Tsai.

Dados prévios divulgados pelo Observatório do Clima apontam uma emissão líquida negativa por desmatamento para este ano, com um valor estimado em menos 24 milhões de toneladas de CO2 equivalente (MtCO2e).

Para 2030, a meta estabelecida pela segunda NDC do Brasil, apresentada em 2025, busca reduzir as emissões nacionais para uma faixa entre 850 milhões e 1,05 bilhão de toneladas de CO2e.

“É uma grande vitória a queda das emissões pelo desmatamento, mas se os outros setores, a partir de agora, não começarem a reduzir as suas emissões vai ficar difícil a gente conseguir cumprir as próximas metas da NDC”, alerta David Tsai.

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A iniciativa Patrulha do Recife, organizada pela AIMM, consiste numa ação de limpeza da Praia do Vale do Olival em Lagoa

A iniciativa Patrulha do Recife, organizada pela AIMM, consiste numa ação de limpeza da Praia do Vale do Olival, em Lagoa, que

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Huevos en el sujetador y pasaporte diplomático: así funcionaba el tráfico de loros de Brasil a Canarias

Es una de esas escenas de los sensacionalistas programas de televisión centrados en los equipos de seguridad de los aeropuertos: la policía revisa a una pasajera con unos bultos extraños en el pecho y descubre que escondía en el sujetador nada menos que 24 huevos. Ocurrió en octubre del año pasado en el aeropuerto internacional de Río de Janeiro, y el inesperado descubrimiento derivó en una operación policial que ha acabado con arrestos en las islas Canarias por tráfico ilegal de especies amenazadas.

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© Polícia Federal no Rio de Janeiro

Imágenes de los animales encontrados en uno de los registros policiales
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En busca del oro del Ártico: así trabajan las recolectoras del plumón con el que Occidente se abriga cada invierno

El escritor y granjero inglés James Rebanks publica en España 'El lugar de las mareas', el relato de la temporada que pasó en una isla noruega con dos recolectoras de esta valiosísima materia prima Leer

El escritor y granjero inglés James Rebanks publica en España 'El lugar de las mareas', el relato de la temporada que pasó en una isla noruega con dos recolectoras de esta valiosísima materia prima
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Seis municípios do Minho contestam aumento “excessivo” na recolha do lixo

Os municípios de Barcelos, Esposende, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo insurgiram-se hoje contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, considerando-o desproporcionado e excessivo.

Em comunicado, a Câmara de Barcelos refere que “os seis municípios acionistas da Resulima manifestam a sua preocupação e insurgem-se contra o anunciado aumento dos custos da gestão e tratamento de resíduos urbanos, que consideram desproporcionado e excessivo”.

A Resulima é a empresa responsável pela recolha seletiva, triagem e tratamento de resíduos urbanos no Vale do Lima e Baixo Cávado, abrangendo os concelhos de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, num total de cerca de 311.470 habitantes.

O município refere que, segundo informação da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), os custos com o tratamento e deposição dos resíduos urbanos “deverão registar um aumento muito significativo já no próximo ano, em resultado da subida da Taxa de Gestão de Resíduos (TGR) e da tarifa cobrada pela Resulima”.

“Com impacto direto nos encargos suportados pelos municípios de Arcos de Valdevez, Barcelos, Esposende, Ponte da Barca, Ponte de Lima e Viana do Castelo, e, consequentemente, nas tarifas de resíduos urbanos pagas pelos munícipes”, adverte o município.

De acordo com a Câmara de Barcelos, “prevê-se que a tarifa de tratamento dos resíduos por tonelada sofra, em 2027, um aumento de 72,33 euros para 95,88 euros, ao qual acresce um aumento de cinco euros por tonelada da TGR, passando de 40 euros para 45 euros”.

“Somados estes valores, isto significa que os custos totais da gestão e tratamento dos resíduos urbanos deverão subir, por tonelada, de 112,33 euros para 140,88 euros”, revela a autarquia de Barcelos, distrito de Braga.

No comunicado, lê-se que os seis municípios reconhecem que a recolha e o tratamento de resíduos têm sido uma preocupação constante e que existem metas ambientais exigentes a cumprir, assumindo esse compromisso sem reservas.

“Contudo, consideram imperativo afirmar com clareza que os custos atuais já são incomportáveis para as famílias, e que a sua escalada continuada não pode continuar a ser suportada, em silêncio, por quem paga a fatura no fim do mês”, alertam.

Face à dimensão dos aumentos e à necessidade de assegurar a sustentabilidade económico-financeira do serviço, “torna-se insustentável para os municípios continuarem a absorver integralmente estes custos”.

“Os municípios que integram a Resulima reafirmam, assim, que continuarão a acompanhar a evolução destes encargos e a desenvolver medidas que promovam a redução, reutilização e separação dos resíduos, procurando compatibilizar a sustentabilidade do serviço com a proteção das famílias e dos agentes económicos do concelho”, refere o comunicado.

Mas, os seis municípios dizem exigir, “com a mesma firmeza, que o aumento dos custos não continue a ser transferido, sem critério nem proporcionalidade, para quem já dá o seu contributo para uma gestão mais responsável dos resíduos”.

“Proteger as famílias e cumprir as metas ambientais não podem ser objetivos em conflito. E os municípios que integram a Resulima não aceitarão que o sejam!”, assumem.

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UE vai aumentar para 700 milhões limite de licenças de emissão de gases poluentes

A União Europeia (UE) vai aumentar de 400 para 700 milhões o número máximo de licenças de emissão de gases poluentes em reserva, após se ter chegado a um acordo provisório, foi hoje divulgado.

Segundo um comunicado, o Conselho da UE e o Parlamento Europeu (PE) chegaram a um acordo provisório na terça-feira que aumenta de 400 para 700 milhões o número máximo de direitos de emissão que podem ser acumulados na reserva europeia, um mecanismo que guarda as licenças excedentárias para as poder devolver ao mercado quando necessário e que, de acordo com as normas atuais, elimina definitivamente as que excedem o limite estabelecido.

De acordo com o comunicado, esta alteração pontual a este mecanismo de reserva “aumentará a liquidez e a previsibilidade do mercado a longo prazo, protegendo simultaneamente a competitividade industria”l.

O acordo provisório precisa ainda de ser confirmado por ambas as instituições antes da sua adoção formal.

A reserva retira do Sistema de Comércio de Licenças de Emissão (CELE) da União Europeia as licenças de emissão de gases com efeito de estufa em excesso, passando o limite de 400 milhões para 700 milhões.

Para os Estados-membros e o PE, o maior número de licenças reforçará a estabilidade a longo prazo do mercado de carbono da UE e proporcionará uma maior margem de proteção contra futuras flutuações do mercado, garantindo simultaneamente uma salvaguarda contra uma oferta excessiva de licenças.

Os colegisladores concordaram ainda com uma “redução gradual do limiar de invalidação no âmbito da revisão mais ampla do CELE, prevista para 2030, a fim de garantir uma abordagem global coerente”.

A Reserva de Estabilidade do Mercado, criada em 2019, regula o funcionamento do mercado do carbono, reduzindo a oferta de licenças no mercado quando há demasiadas em circulação e injetando licenças quando há escassez.

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Açores. Cerca de cem réplicas do sismo de terça-feira

Os tremores de terra ocorrem numa zona designada por Fossa Hirondelle, uma depressão submarina no Oceano Atlântico, localizada nos Açores entre as ilhas de São Miguel e Terceira, uma zona sísmica.

"A situação está a ter tendência para estabilizar, mas ainda poderá demorar até atingir o novo equilíbrio", sublinhou a investigadora Rita Carmo
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Emissioni e clima, per l’Onu se tutto va bene andrà male: rispettando ‘solo’ gli impegni attuali il riscaldamento salirà a 2,6°C (l’obiettivo era 1,5)

Anche se le nazioni dovessero rispettare i propri impegni di riduzione delle emissioni di gas serra, entro la fine del secolo le temperature globali risulterebbero superiori di 2,6°C rispetto ai livelli preindustriali. È l’ennesima tegola che arriva sul fronte del riscaldamento globale, forse una delle più dure da metabolizzare, ma è quanto si afferma nell’Emissions Gap Report 2026, il rapporto sul divario tra la riduzione delle emissioni e gli obiettivi da raggiungere, appena pubblicato dal Programma delle Nazioni Unite per l’ambiente (Unep). Il mondo è “pericolosamente lontano dall’obiettivo” e “non può più evitare di superare il limite di 1,5°C (non annuale, ma basato su medie decennali, ndr)” ha spiegato António Guterres, segretario generale dell’Onu (nella foto), in occasione della presentazione del rapporto, riferendosi al traguardo più ambizioso fissato dall’Accordo di Parigi del 2015. Dieci anni dopo quegli impegni, lo scorso anno, le emissioni globali di gas serra si sono mantenute su livelli record. “I piani climatici nazionali e le politiche attuali – aggiunge Guterres – sono pericolosamente insufficienti, lasciando presagire un riscaldamento compreso tra 2,6°C e 2,8°C” entro il 2100. Si tratta di proiezioni persino più cupe rispetto a quelle dello scorso anno, che indicavano un riscaldamento compreso tra 2,3°C e 2,5°C (Leggi l’articolo). E dovute, tra l’altro, al ritiro degli Stati Uniti (il secondo maggior inquinatore al mondo) dall’Accordo di Parigi e alla revisione delle stime sulle emissioni storiche.

Emissioni ancora su livelli record

Tra i sei maggiori emettitori, i dati preliminari per il 2025 indicano un aumento delle emissioni negli Stati Uniti, in Indonesia e in Cina, a fronte di una diminuzione in India, Russia e Unione Europea. Tuttavia, gli analisti dell’Unep si sono mostrati cauti nel definire i livelli attuali come un vero e proprio “picco”, date le grandi incertezze geopolitiche e la crescente dipendenza dai combustibili fossili, nonostante la forte crescita delle energie rinnovabili. L’Emissions Gap Report 2026, intitolato ‘The Point of Return’ (Il punto di ritorno), rileva che la possibilità di mantenere il riscaldamento globale al di sotto di 1,5°C rispetto ai livelli preindustriali, senza alcuno sforamento o con uno sforamento limitato, è ormai svanita dopo “decenni di un’azione climatica insufficiente”, in particolare da parte dei paesi ricchi del G20, responsabili di tre quarti delle emissioni. Dure, durissime le parole di Inger Andersen, direttrice esecutiva dell’Unep: “Per anni, i governi sono stati avvertiti che il tempo stava per scadere. Dicevamo che c’era ancora un’opportunità, se avessimo fatto questo sforzo erculeo per rimanere entro il limite di 1,5°C, ma ora è chiaro che lo sforzo non è stato fatto. Abbiamo temporeggiato e ora diciamo che questa finestra di opportunità si è chiusa”.

L’obiettivo attuale: il minimo sforamento possibile

Ma non bisogna gettare la spugna. Questo è il messaggio dell’Unep. Ogni ulteriore frazione di grado e ogni anno aggiuntivo di riscaldamento al di sopra di 1,5°C accrescono i rischi climatici, come cambiamenti irreversibili nelle calotte glaciali, nel carbonio contenuto nel permafrost, nella circolazione oceanica, nelle barriere coralline e altro ancora, con gravi ripercussioni per la salute e la prosperità umana. L’obiettivo attuale, ormai è noto, deve essere quello di ridurre al minimo la durata e l’entità dello sforamento, per poi tornare a 1,5°C entro la fine del secolo. A questo riguardo, il rapporto esamina uno scenario di sforamento del target di 1,5°C definito come il “più contenuto possibile”, in cui il picco di riscaldamento viene limitato a 1,7-1,8°C. Per intraprendere questo percorso, le emissioni globali di gas serra (GHG) dovrebbero essere ridotte, rispetto ai livelli del 2025, del 18% entro il 2030, del 45% entro il 2035 e del 69% entro il 2040. Per fare un confronto, secondo l’Onu, il rispetto degli attuali impegni climatici porterebbe a una riduzione di appena il 5-8% entro il 2030 e dell’11-15% entro il 2035. Si tratta quindi di un obiettivo difficilissimo da raggiungere, impossibile senza un cambio di rotta deciso e repentino. Implica tassi di riduzione medi annui del 5,7 per cento nel decennio 2025-2035, superiori al quelli indicati nel sesto rapporto di valutazione del Gruppo intergovernativo sul cambiamento climatico, che richiedeva tassi di riduzione annuali di circa il 5 per cento.

Tornare sotto l’1,5°C di riscaldamento

Per tornare a 1,5°C o scendere al di sotto di tale soglia, sarà necessaria la rimozione di CO2 dall’atmosfera su larga scala. Si parla della necessità di rimozione dall’atmosfera e di stoccaggio permanente di circa 320 gigatonnellate di CO2 (equivalente a circa otto anni di emissioni globali di CO2 del 2024) nel corso di questo secole, oltre all’avvio di rigorose misure di mitigazione. Solo in questo modo, si stima nel rapporto, si avrà una probabilità del 66% di non superare 1,8°C, riportando, con una probabilità del 50% invece, l’aumento della temperatura globale a 1,5°C o meno, entro il 2100. Sebbene la sfida sia imponente, esistono ampie opportunità per accelerare l’azione: “Dall’adozione dell’Accordo di Parigi, le energie rinnovabili hanno registrato un forte sviluppo, l’offerta complessiva di energia derivante da carbone e petrolio è cresciuta meno di quanto previsto e le politiche climatiche si sono dimostrate efficaci nel ridurre le emissioni”. Il report indica la strada: la capacità globale di produzione elettrica da fonti rinnovabili dovrebbe almeno triplicare entro il 2035 (rispetto al 2025) e al massimo cinque anni più tardo (entro il 2040) dovrebbe raggiungere almeno 4,5 volte il livello del 2025. Sempre entro il 2035 le quote di carbone, petrolio e gas nell’offerta energetica globale dovrebbero ridursi rispettivamente di almeno il 55%, il 1% e il 5%, raggiungendo nel 2040 riduzioni del 75%, del 30% e del 35%. La generazione elettrica da carbone, invece, dovrebbe diminuire di almeno il 75% entro il 2035, per arrivare all’eliminazione a livello globale cinque anni dopo.

Dove si arriva con le politiche attuali (o rispettando gli impegni). I vari scenari

Le traiettorie attuali sono ben lontane dal consentire il raggiungimento di questo obiettivo. Se le politiche che si stanno mettendo in campo oggi dovessero proseguire, senza quindi seguire gli impegni presi dai Paesi, il riscaldamento si attesterebbe a 2,8°C entro il 2100 per poi aumentare ulteriormente. Qualora venissero attuati tutti i contributi determinati a livello nazionale (Ndc, i Nationally Determined Contributions*) e proseguissero sforzi analoghi, il riscaldamento sarebbe limitato a 2,6°C. Questi piani, come si diceva, ridurrebbero le emissioni solo del 5-8% entro il 2030 e dell’11-15% entro il 2035, ma si tratta comunque di una risposta del tutto insufficiente per invertire la rotta in tempi utili. Si tratta di stime peggiori rispetto alle proiezioni dello scorso anno. I nuovi Ndc presentati dopo la pubblicazione del rapporto dell’anno scorso hanno avuto un impatto trascurabile sulle proiezioni. Anche nello scenario più ottimistico, in cui vengono raggiunti tutti gli Ndc più ulteriori obiettivi net-zero, il riscaldamento globale raggiungerebbe 2,1°C in questo secolo. Morale: “Senza un’azione urgente, la traiettoria che prevede il superamento più contenuto della soglia di 1,5°C diventerà rapidamente irraggiungibile”. Basta fare i conti: “Ogni cinque anni di emissioni di CO2 ai livelli attuali – avverte l’Unep – innalza il picco di riscaldamento di circa 0,1°C”.

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Chuvas voltam a ganhar força na maior parte do país

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A formação de uma área de baixa pressão entre o norte da Argentina, o oeste do Paraguai e o sul da Bolívia favorece o retorno das chuvas e tempestades ao Sul do Brasil, nesta quarta-feira (21).

No oeste da Amazônia, as chuvas persistem e deixam os dois extremos do país em alerta amarelo de perigo potencial para tempestades, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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Na Região Norte, o Acre, centro e norte de Rondônia, sudoeste do Pará e em grande parte do Amazonas chove de forma intensa com trovoadas. Também a possibilidade de chuvas nas demais áreas de Rondônia, em Roraima, no centro e sul do Pará, no oeste e sul de Tocantins e no norte e leste do Amapá.

 A temperatura mínima entre as capitais será de 23°C em Rio Branco e a máxima de 36°C em Palmas.

No Sul do país, há previsão de chuva e trovoadas no oeste do Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina e centro-oeste do Paraná, durante a maior parte do dia. Conforme anoitece, as pancadas de chuva com trovoadas avançam sobre as demais áreas do Paraná e persistem no oeste de Santa Catarina e no extremo noroeste do Rio Grande do Sul.

Nas capitais, a mínima será de 11°C em Curitiba, e a máxima chegará a 23°C em Porto Alegre.

Na Região Centro-Oeste, há previsão de pancadas de chuva com trovoadas no noroeste de Mato Grosso e de chuvas isoladas na região central e no leste de Mato Grosso, no norte de Goiás e no Distrito Federal.

A temperatura nas capitais varia entre a mínima de 19°C, em Brasília, e a máxima de 36°C, em Cuiabá.

No Sudeste brasileiro, deve chover de forma isolada no Rio de Janeiro, no Espírito Santo e no leste e norte de Minas Gerais. Conforme o dia passa, aumenta a possibilidade de chuva nas regiões central e leste de São Paulo.

Entre as capitais, a temperatura varia entre a mínima de 13°C, em São Paulo, e a máxima de 30°C, em Belo Horizonte.

Na Região Nordeste, há possibilidade de pancadas de chuva isoladas ocorrerem no leste de Alagoas, de Pernambuco e da Paraíba. Pode haver também chuva isolada no sul da Bahia. No restante da região, predomina o céu aberto com poucas nuvens.

A temperatura mínima nas capitais será de 23°C em Recife e a máxima de 39°C em Teresina.

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Andy Burnham se enfrenta a los grupos ecologistas al dar luz verde a una explotación de gas en el mar del Norte

Andy Burnham es partidario de tomar decisiones, en vez de aparcar los problemas, algo que muchos críticos achacaban a su antecesor, Keir Starmer. Aunque esas decisiones provoquen polémica y ruido. El Gobierno del Reino Unido ha anunciado este miércoles a las siete de la mañana (ocho, en horario peninsular español) que da luz verde al inicio de la actividad en la plataforma de gas de Jackdaw, situada en el mar del Norte, a unos 250 kilómetros de Aberdeen, en la costa escocesa.

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© Toby Melville (REUTERS)

Protestas en Londres, este miércoles, tras la decisión del Gobierno británico de dar luz verde al yacimiento de Jackdaw
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Sismo de 3,2 na escala de Richter sentido em São Miguel

Sismo registado às 00h12 locais no concelho de Ponta Delgada, a oeste de Ginetes, ocorre após o registo, horas antes, dos abalos de magnitude 5,2 e 3,4 na escala de Richter sentidos naquela ilha.

© EDUARDO COSTA/LUSA

O sismo não causou vítimas ou danos materiais, segundo o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores
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Quercus pede fim dos subsídios à queima de biomassa

Associação pede mais transparência sobre a origem da biomassa florestal e apela ao Governo para que divulgue as contrapartidas ambientais dos apoios à queima industrial de biomassa lenhosa.

© LUÍS FORRA/LUSA

O executivo deve ainda, acrescenta a Quercus, dar prioridade ao investimento na eficiência energética
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