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Nesta quarta-feira (21), os fãs de cinema e cultura automotiva celebram o dia de “De Volta para o Futuro“, data em que os personagens Marty McFly e o cientista Doc Brown desembarcam no futuro no segundo filme da franquia.
No centro da narrativa, um modelo automotivo de trajetória singular na indústria global permanece como protagonista: o DMC DeLorean (originalmente designado DMC-12).
Idealizado por John DeLorean, ex-executivo da General Motors, o cupê foi lançado no início da década de 1980 com a promessa de revolucionar o mercado. Projeto do designer italiano Giorgetto Giugiaro (Lotus Esprit; BMW M1), o veículo trazia como marcas registradas a carroceria em aço inoxidável escovado, sem pintura tradicional, e as portas com abertura em estilo “asa de gaivota“.

Apesar do apelo visual futurista, a trajetória comercial do veículo foi curta e conturbada. Produzido entre 1981 e 1983 na Irlanda do Norte, o modelo enfrentou problemas de controle de qualidade, alto custo de produção e desempenho considerado modesto para um esportivo. Sob o capô, trazia um motor V6 de 2.8 L, desenvolvido por Peugeot, Renault e Volvo, que entregava cerca de 130 cv de potência.
Com vendas abaixo do esperado e a subsequente falência da marca, estima-se que apenas 9.000 unidades tenham deixado a linha de montagem antes do encerramento das operações.
A reviravolta na imagem pública do carro ocorreu em 1985, com o lançamento do primeiro filme da trilogia dirigida por Robert Zemeckis. A escolha do modelo para abrigar a máquina do tempo baseou-se justamente em seu design incomum, que serviu para criar cenas cômicas em que a estrutura metálica e as portas verticais eram confundidas com uma nave espacial por moradores da década de 1950.

A inclusão do recurso do “capacitor de fluxo” e a exigência de atingir as 88 milhas por hora (cerca de 141 km/h) para realizar as viagens temporais transformaram o visual do carro em um dos elementos mais marcantes do cinema de ficção científica. Para as crianças e jovens dos anos 1980, o veículo deixou de ser apenas um automóvel para se tornar um objeto de desejo lúdico, representado em miniaturas, brinquedos e pôsteres da época.
O apelo gerado pela franquia alterou a percepção de mercado do modelo. Unidades remanescentes do DMC DeLorean tornaram-se itens valiosos em coleções privadas globais, com diversos proprietários convertendo seus veículos em réplicas funcionais da versão vista nas telas, consolidando o legado do automóvel como um símbolo de intersecção entre a indústria automotiva e o entretenimento.
Até hoje o modelo permanece como um dos mais icônicos automóveis da história do cinema, junto do Aston Martin DB5 de James Bond (1964), Cadillac Miller-Meteor de “Os Caça-Fantasmas” (1984), Dodge Charger R/T de Dom Toretto (2001) e o Fusca “Herbie” (1968).
“De Volta Para o Futuro”: carro do filme, DeLorean DMC ganha versão elétrica; veja

Quito, 21 oct (Prensa Latina) La Fiscalía y la Policía de Ecuador allanaron hoy tres inmuebles vinculados al Municipio de Quito por una investigación sobre la presunta adjudicación irregular de dos contratos de obras públicas por más de cuatro millones de dólares.
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© FOTOILUSTRAÇÃO INÊS CORREIA / OBSERVADOR

“Hoje é um dia de referência porque sabemos que demos mais um passo importante para fazer com que o marco cultural esteja presente na terra”, afirmou o presidente da Câmara Municipal de Olhão, Ricardo Veia Calé, esta segunda-feira, 19 de outubro, na inauguração do novo museu Casa do Colecionador, em Moncarapacho. Entre coleções de Arte Sacra, […]






Quito, 21 oct (Prensa Latina) Las lluvias asociadas al fenómeno de El Niño dejaron desde finales de agosto hasta tres personas fallecidas en Ecuador, donde cinco ríos permanecen hoy desbordados.
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