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UK to relax post-2008 rules that hold City bosses accountable for wrongdoing

Regulators say removing ‘unnecessary burdens’ will save businesses about £2bn over 10 years

The UK is watering down rules introduced in the aftermath of the financial crisis that were designed to hold City bosses accountable for wrongdoing.

The plans, put forward by the financial industry’s two top regulators, the Bank of England and the Financial Conduct Authority (FCA), include a reduction in reporting for “lower-level misconduct” and would also free 140,000 managers from extra checks.

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© Photograph: Gary Yeowell/Getty Images

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Lucros da Navigator emagrecem quase 45% no final do 3º trimestre

A The Navigator Company registou um lucro de 65,4 milhões de euros no final dos nove primeiros meses do ano, menos 44,8% que os 118,3 milhões verificados no mesmo período do ano passado. No período em referência, a Navigator registou um EBITDA de 212 milhões de euros, com uma margem EBITDA de 16%. O volume de negócios totalizou 1.333 milhões de euros, menos 10,5% que os 1.489,3 milhões atingidos ao cabo dos primeiros nove meses do ano passado.

Em comunicado enviado à CMVM, o grupo indica que “estes resultados refletiram um contexto macroeconómico e de mercado extremamente exigente, a par do aumento significativo dos custos de energia (eletricidade e gás natural) e logística, que estão a condicionar a procura em todos os mercados da Europa”.

A 30 de setembro de 2026, o endividamento líquido da Navigator situava-se em 765 milhões de euros, “refletindo o elevado nível de investimento realizado ao longo do período e a manutenção de uma estrutura financeira sólida e equilibrada”. O rácio Dívida Líquida Remunerada/EBITDA situou-se em 2,66, com o aumento face ao período homólogo a resultar da redução do EBITDA. A dívida líquida remunerada diminuiu cerca de 5 milhões de euros em termos homólogos, mantendo o Grupo uma maturidade média da dívida de cinco anos.

“As linhas de longo prazo, disponíveis e não utilizadas da Navigator, ascendem a 323 milhões de euros. A maturidade média da dívida mantém-se assim adequada, com um perfil de reembolsos bem escalonado, com 95% do total de endividamento contratado e utilizado com cariz sustentável e 57% da dívida total emitida a taxa fixa, diretamente ou através de instrumentos financeiros de cobertura de taxa de juro”.

O aumento dos custos da energia “continua a pesar sobre a competitividade da indústria exportadora portuguesa. Entre dezembro de 2025 e setembro de 2026, os preços de mercado do gás natural mais do que triplicaram e os da eletricidade mais do que duplicaram. A persistência destes níveis de preços acentua as diferenças face a mercados com condições energéticas mais favoráveis, condicionando o investimento e a capacidade das empresas nacionais para competir no exterior”.

As medidas adotadas durante a crise energética de 2022 e 2023 “oferecem referências para responder aos desafios atuais. Também os mecanismos de apoio utilizados noutros países europeus evidenciam o papel que estes instrumentos podem desempenhar na preservação da atividade industrial. A sua aplicação em condições comparáveis no espaço europeu poderá contribuir para atenuar os diferenciais de custos e salvaguardar o contributo da indústria para as exportações e para a economia nacional”, refere ainda o documento.

Na Europa, “a procura aparente de UWF diminuiu 2% em termos homólogos até setembro, confirmando uma desaceleração do ritmo de contração do mercado. Num contexto de aumento das importações, as entregas dos produtores europeus ao mercado interno reduziram-se 4,7%, refletindo uma maior orientação para os mercados de exportação”.

Nos primeiros nove meses de 2026, “a Navigator manteve um desempenho superior ao da indústria. A taxa operativa de produção (OR) da indústria europeia de UWF (medida como a produção em proporção da capacidade instalada) situou-se em 84% – 2pp acima do período homólogo – enquanto a Navigator registou uma taxa operativa de 89%, 5pp acima da média da indústria”.

“Num mercado europeu marcado por elevada intensidade competitiva e maior pressão das importações de origem asiática, a diferenciação do portefólio assume particular relevância. As marcas de fábrica representam mais de 70% das vendas do ano, enquanto a percentagem de produtos premium no mix se mantém elevada, aproximadamente 50%”.

O mercado europeu de Tissue “continua a demonstrar resiliência, mesmo num contexto mais competitivo e exigente. As vendas do negócio Tissue fora de Portugal representaram 79% do volume total nos primeiros nove meses de 2026 (vs. 54% em 2022, antes da integração da Tissue Ejea e Tissue UK), sendo os mercados mais representativos, o mercado espanhol, com 33% do total de vendas, o britânico, com 28% do total de vendas, e o francês, com peso de 16% das vendas”. O desempenho refletiu um contexto de maior intensidade competitiva, sobretudo no Reino Unido, e de gestão disciplinada de margens, em paralelo com a implementação de um programa de transformação industrial destinado a reforçar estruturalmente a eficiência da operação naquele país.

Esse programa contempla a otimização da estrutura produtiva e de custos, bem como uma maior disciplina comercial na alocação de volumes, encontrando-se atualmente na fase mais exigente da sua implementação e prevendo-se a sua conclusão no final do primeiro semestre do próximo ano. Em paralelo, refere o grupo, avançaram os trabalhos preparatórios para a instalação da nova máquina de Tissue no complexo industrial de Aveiro, um investimento estratégico que permitirá reforçar a integração industrial do negócio e apoiar o crescimento futuro da operação internacional, em particular no Reino Unido.

No que diz respeito à estratificação por segmento de clientes, o At Home ou Consumer (retalho) tem registado um peso crescente, representando atualmente cerca de 84% das vendas, sendo que o segmento Away from Home (grossistas – canal Horeca e escritórios) representa os restantes 16%.

O negócio de Tissue da Navigator dispõe agora de dez tecnologias proprietárias incorporadas nos seus produtos e marcas , mais três face ao período homólogo, potenciando a estratégia de diferenciação da gama. As marcas próprias, as marcas sob licenciamento da P&G e as marcas que incorporam tecnologias inovadoras representam, em conjunto, mais de 20% do valor das vendas de produto acabado.

“A Navigator reforçou, nos primeiros nove meses de 2026, o seu compromisso com a modernização e a descarbonização das operações, com um volume de investimento que ascendeu a 174 milhões de euros, dos quais uma parte significativa (48% do total) diz respeito a investimentos em matérias ambientais ou de cariz sustentável criadores de valor. Além de investimentos direcionados à descarbonização, ao desempenho ambiental, à manutenção da capacidade produtiva e à modernização de equipamentos para melhoria da eficiência, o montante contempla projetos estruturais e de segurança com impacto relevante na redução futura dos custos variáveis. Neste âmbito, a execução de todos os projetos associados ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) encontra-se substancialmente concluída, em estrita conformidade com os compromissos assumidos com as autoridades nacionais”.

Enquadrada na estratégia de transformação industrial da empresa, a reconversão da PM3, já em funcionamento, resultou de um investimento de cerca de 30 milhões de euros. Vai permitir produzir até cerca de 100 mil toneladas anuais de papéis kraft de baixas gramagens, numa gama entre 30 e 90 g/m², destinados a aplicações de embalagem flexível. A intervenção dotou a máquina de tecnologia de última geração, aumentando a flexibilidade operacional, a eficiência energética e a qualidade do produto final.

 

Perspetivas até ao final do ano

“Apesar da incerteza geopolítica, da volatilidade dos mercados energéticos e de um contexto económico exigente, os indicadores do 3.º trimestre reforçam as perspetivas favoráveis para os próximos meses. Na Pasta, a recuperação dos preços em setembro e a melhoria da disponibilidade operacional favorecem a atividade e o aumento dos volumes destinados ao mercado”.

No Packaging, “a procura crescente por soluções sustentáveis, o alargamento da base de clientes e o arranque da PM3 reforçam o potencial de crescimento. No Tissue, o Grupo beneficia da expansão internacional e prossegue o programa de eficiência operacional no Reino Unido. No Papel de Impressão e Escrita, os aumentos de preços ao longo do ano e a ausência de novas paragens industriais relevantes sustentam uma perspetiva positiva para os próximos trimestres”.

“A Navigator manterá o foco na execução dos programas de eficiência, na otimização da base industrial, na inovação e na diversificação do portefólio. A gestão integrada da cadeia de valor e a solidez financeira mantêm a Empresa bem posicionada para reforçar a competitividade e criar valor de forma sustentável no longo prazo”, conclui o comunicado.

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Morre Tom Skerritt, ator de “Top Gun” e “Picket Fences”, aos 93 anos

O ator Tom Skerritt, astro de “Top Gun” (1986), morreu aos 93 anos. A notícia foi confirmada à CNN pela assessora de imprensa de Skerritt, Susan Madore, que enviou um comunicado da família detalhando que ele faleceu na quarta-feira (21), de causas naturais.

Skerritt era mais conhecido por suas participações nos filmes “Alien” e “Flores de Aço”, além de seu papel principal na série da CBS criada por David E. Kelley, “Picket Fences”, que foi ao ar de 1992 a 1996 e lhe rendeu um Emmy do Primetime de melhor ator em série dramática.

Na série de humor negro, Skerritt interpretava um xerife veterano que lutava para manter a calma em sua pequena cidade, consolidando sua marca registrada: uma mistura de autoridade inabalável e simpatia cativante.

Com créditos em filmes que remontam ao início da década de 1960, Skerritt se firmou principalmente em faroestes antes de alcançar o estrelato no megassucesso de 1970, “M*A*S*H”, de Robert Altman, no papel do cirurgião Duke Forrest.

Ele participou de vários programas de TV na década de 1970, incluindo “Bonanza” e “Gunsmoke”. Também conseguiu papéis de maior destaque no cinema, incluindo no filme indicado ao Oscar de 1977, “Momento de Decisão” (The Turning Point), estrelado por Anne Bancroft e Shirley MacLaine.

Mas foi seu papel em “Alien”, de 1979, dirigido por Ridley Scott, que realmente expandiu o leque de talentos de Skerritt. No filme de ficção científica/terror, Skerritt interpretou o Capitão Dallas, um dos poucos que se alia a Ripley, personagem de Sigourney Weaver, enquanto sua tripulação intergaláctica enfrenta uma terrível ameaça.

A partir daí, ele conquistou papéis em filmes dos anos 80, como “A Zona Morta” e “Top Gun”, este último servindo como mais um exemplo da grande habilidade de Skerritt em incorporar personagens com uma postura reservada e um coração de ouro. Em “Top Gun”, ele interpretou Viper, um personagem inicialmente indiferente à bravata de Maverick, personagem de Tom Cruise, mas que logo o acolheu sob sua proteção.

Após uma participação em vários episódios de “Cheers”, Skerritt apareceu como o patriarca em “Flores de Aço”, filme estrelado por Sally Field, Julia Roberts e Dolly Parton. Skerritt interpreta o marido da personagem de Field e pai de Shelby, personagem de Roberts, que adoece perto do final do filme.

M’Lynn, personagem de Field, comenta como seu marido nem sequer pôde estar presente quando a filha faleceu, enquanto ela apenas ficou sentada. “Os homens deveriam ser feitos de aço ou algo assim”, diz ela, em uma fala que faz alusão ao título do filme.

Na década de 1990, Skerritt continuou a interpretar papéis paternos em projetos tão variados quanto “Nada é Para Sempre” (A River Runs Through It), dirigido por Robert Redford e estrelado por Brad Pitt, e o thriller “Poison Ivy”, ao lado de Drew Barrymore.

Foi em seu papel como reverendo em “Nada é Para Sempre” que Skerritt ofereceu conselhos paternos em falas como: “Pois é verdade, raramente conseguimos ajudar aqueles que nos são mais próximos. Ou não sabemos que parte de nós mesmos dar, ou, na maioria das vezes, a parte que temos para dar não é desejada. E assim, são aqueles com quem convivemos e que deveríamos conhecer que nos escapam. Mas ainda podemos amá-los – podemos amar completamente sem compreendê-los completamente.”

Ele continuou trabalhando, tanto na TV quanto no cinema, até o novo milênio, em séries como “Brothers & Sisters” e “Will & Grace” e filmes como “Ted” e “A Hologram for the King”. Seu último trabalho foi no filme “Broke”, de 2025.

Tom Skerritt casou-se três vezes ao longo de sua vida. O último casamento durou 30 anos, com Julie Tokashiki. Além da viúva, ele deixa 5 filhos, 5 netos e 2 bisnetos.

De Rob Reiner a Sharon Tate: 10 assassinatos que abalaram Hollywood

*Publicado por Mariana Valbão, da CNN Brasil

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Race to rearm: Telford gun hall brings tank barrel production back to the UK

Defence secretary says Britain must manufacture at scale as Germany’s Rheinmetall opens Midlands factory

For the last 20 years, Britain was unable to put a barrel on its tanks without buying from abroad. Relying on foreign allies seemed like a reasonable choice during years of relative security (for wealthy countries at least) after the end of the cold war.

But Russia’s full-scale invasion of Ukraine in 2022 has changed the calculation – and prompted a scramble to rearm among European countries, including the UK.

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© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

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In war between Russia and Ukraine, United States is first to surrender, but Americans still stand with Ukraine

Got an opinion on anything you've read in the Kyiv Independent? Send it to letters@kyivindependent.com — your letter may appear in our Letters section.

Mark Cary, United States member

I vividly remember when the Soviet Union collapsed. I was in my second year in college studying

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Omoda X: el futuro de la marca con capacidad todoterreno y visión nocturna

Uno de los grandes protagonistas del mercado español en los últimos meses, Omoda, celebró ayer su “keynote” al estilo Apple para presentar algunas de las ideas y novedades que llegarán al mercado en los próximos meses y años. Lo hizo en Wuhu, China, en la sede de la compañía, que pertenece al grupo Cheri, que en España también tiene marcas como Ebro, Jaecoo y Lepas. Y una de las revelaciones fue el Omoda X, un Cross Off-Road Vehicle (COV) de diseño futurista que tendrá versiones híbridas y eléctricas, aunque sus formas definitivas todavía no son definitivas, al igual que su comercialización, que no está confirmada aún ni en Europa ni en España.

Es un vehículo que anticipa la evolución estética y tecnológica de la marca y que pretende combinar las cualidades de un SUV familiar con algunas capacidades propias de un todoterreno (con 200 mm de altura libre al suelo, capacidad para vadear hasta 70 centímetros y una cámara térmica capaz de detectar obstáculos a 90 metros), sin renunciar a una imagen deportiva y a las últimas soluciones digitales. Lo primero que llama la atención es su diseño, inspirado en la denominada cultura mecha (rollo “Mazinger Z”), vinculada a los robots y vehículos futuristas de la ciencia ficción japonesa, con una carrocería de superficies angulosas, hombros muy marcados y una silueta que transmite robustez. Sus dimensiones tampoco pasan inadvertidas con 4,95 metros de longitud, 1,92 de anchura y 1,70 de altura, mientras que la distancia entre ejes alcanza los 2,70 metros.

Especialmente llamativa resulta la incorporación de una cámara térmica capaz de detectar personas, animales y posibles obstáculos a distancias de hasta 90 metros, dependiendo de las condiciones, una tecnología poco habitual en automóviles de este tipo y que puede aportar información adicional durante la conducción nocturna o con visibilidad reducida. En el habitáculo encontramos una instrumentación digital de 10,25 pulgadas y una pantalla multimedia central de 13,2 pulgadas, aunque Omoda mantiene mandos físicos para funciones habituales como la climatización y la selección de los programas de conducción. También incorpora el sistema SIAS, basado en inteligencia artificial, que pretende facilitar la comunicación mediante lenguaje natural, además del programa personalizable X-MODE y una curiosa función de karaoke integrada.

En el apartado mecánico, la marca confirma que el proyecto contempla versiones híbridas, híbridas enchufables y completamente eléctricas, incluidas variantes con tracción total, aunque todavía no ha comunicado potencias, baterías, autonomías ni prestaciones. Por ahora, el Omoda X es un adelanto de las intenciones de la compañía, que busca ampliar su presencia más allá de los SUV urbanos y compactos con un modelo de mayor tamaño, diseño diferenciador y capacidades para circular fuera del asfalto.

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Omoda X: el futuro de la marca con capacidad todoterreno y visión nocturna

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Omoda X

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Omoda X

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Omoda X
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Defensoria Pública pede ao STF transporte gratuito no 2º turno

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A Defensoria Pública da União (DPU) acionou o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar assegurar o direito das eleitoras e eleitores de todo o Brasil ao transporte público gratuito no segundo turno das eleições para presidente da República e governadores, onde houver..

Instituição responsável por promover e defender, perante a Justiça, os direitos individuais e coletivos, sobretudo dos menos privilegiados, a DPU pediu à Corte uma liminar de abrangência nacional que obrigue o poder público a, no próximo domingo (25), assegurar o transporte público municipal e intermunicipal gratuitamente.

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A DPU também solicitou ao STF que determine aos entes públicos responsáveis por prestar ou conceder a terceiros a prestação do serviço de transporte que adotem as providências necessárias para que não haja redução de frota ou de viagens no dia da votação.

No pedido, a instituição solicita inclusive que, nas localidades onde não houver sistema de transporte público regular, os órgãos públicos responsáveis sejam compelidos a usar veículos públicos a fim de assegurar o deslocamento sem custos dos eleitores até os locais de votação. E que os horários e itinerários sejam divulgados em até 24 horas.

Em nota, a DPU informou que decidiu recorrer ao STF após analisar os resultados de uma consulta que fez a 3.518 dos 5.570 municípios brasileiros, dos quais 78 declararam que ou não ofereceram transporte público gratuito no primeiro turno ou que o sistema operou com frequência inferior à dos dias úteis.

Ainda segundo a DPU, algumas prefeituras alegaram não ter prestado o serviço atendendo a determinações da própria Justiça Eleitoral. Isso apesar da obrigatoriedade do poder público, em dias de eleição, garantir o passe livre em viagens municipais e intermunicipais já ter sido validada pelo STF e detalhada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), por meio da Resolução nº 23.751, de fevereiro deste ano.

Para a DPU, a falta de transporte gratuito ameaça transformar o voto em um direito condicionado à renda e ao local de moradia. A instituição sustenta que garantir o deslocamento dos eleitores é uma condição material para assegurar a igualdade de participação política, principalmente para indígenas, comunidades tradicionais e moradores de áreas rurais, “onde as longas distâncias e a ausência de linhas regulares podem impedir o acesso às urnas”.

Na quarta-feira (21), a ministra Cármen Lúcia, do STF, cobrou do TSE uma resposta sobre as normas de gratuidade no transporte público em linhas interestaduais, que conectam cidades vizinhas, embora de estados diferentes. 

Cármen Lúcia estabeleceu um prazo de 48 horas para o TSE dar as informações.

A provocação da ministra foi motivada por uma ação da coligação Brasil Pronto Para Mais, de apoio ao candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silva. Na ação, a coligação pede ao STF que determine a oferta gratuita de transporte interestadual já neste segundo turno.

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El PP apoya el veto ideológico de Vox en las ayudas al cine de Castilla y León y defiende que busca proteger la “libertad”

El portavoz de la Junta de Castilla y León, Carlos Fernández Carriedo (PP), ha respaldado al proyecto de su socio, Vox, de supeditar las ayudas a la creación audiovisual a que no haya contenido “ideológico”. Carriedo ha aludido a la “libertad y la calidad” para que los fondos autonómicos lleguen a los proyectos que lo soliciten y no ha explicado exactamente en qué criterios se apoyará el “comité” de funcionarios que según el consejero de Cultura, Alberto Díaz Pico, de Vox, evaluará si procede o no asignarles subvenciones. Este alto cargo también criticó al festival de cine Seminci de Valladolid, que este viernes inicia su 72 edición, porque “tiene mucho que mejorar en neutralidad ideológica”. El alcalde vallisoletano, Jesús Julio Carnero (PP), ha respondido con que el certamen “es un espacio de libertad” y ha negado que haya “cine ideologizado”, como proclama su socio en la Junta y en el Consistorio.

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© NACHO GALLEGO (EFE)

El portavoz de la Junta de Castilla y León, Carlos Fernández Carriedo, en una rueda de prensa este jueves.
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Morre cantor de country John Anderson, aos 71 anos

O cantor americano John Anderson, considerado um dos nomes mais marcantes da música country dos anos 1980 e 19990, morreu na última quarta-feira (21), aos 71 anos. A informação foi divulgada por sua equipe nas redes sociais. Até o momento, a causa não foi confirmada.

“Para o mundo, ele era um talentoso cantor de música country cuja voz e canções tocaram inúmeras vidas. Para nós, ele era muito mais. Ele era o coração da nossa família, aquele que nos fazia rir, nos amou ferozmente e fez com que cada momento comum se sentisse especial”, diz trecho do comunicado.

Ainda na nota oficial, a equipe do artista, dono de sucessos como “Swingin”, “Straight Tequila Night” e “Seminole Wind”, afirmou que sua música continuará viva. “Mas, para nós, o seu maior legado será sempre o amor que deu à sua família e as memórias que levaremos conosco para sempre”.

“Por favor, mantenham a nossa família nos vossos pensamentos e orações enquanto lamentamos esta perda inimaginável”, concluíram.

Veja o comunicado na íntegra:

John Anderson foi homenageado no Country Music Hall of Fame

A morte do músico aconteceu dias após sua participação na cerimônia de consagração de novos integrantes do Country Music Hall of Fame, em Nashville, no Tennessee. Na cerimônia, artistas como Tim McGraw foram homenageados. O artista, inclusive, compartilhou uma foto ao lado do amigo nos bastidores, relatando que eles conversaram, riram e cantaram juntos.

Novo álbum de Beyoncé faz “mergulho profundo” na história do country

 

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Every Briton should stockpile water and food supplies, government advises

Be Ready campaign aims to prepare UK for impact of climate crisis, technological dependency and threats by hostile state

Every Briton is being urged to stock up to nine litres of bottled water and three days’ worth of food in new government guidance designed to ensure that households can survive a weather, cyber or other serious emergency.

The Be Ready campaign is aimed at persuading people to stock up with supplies to last 72 hours, amid growing official concern about the impact of the climate crisis, technological dependency and hostile state threats.

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© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

© Photograph: Christopher Thomond/The Guardian

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André Lamoglia consolida carreira internacional e conecta atuação e moda

Nos últimos anos, o ator André Lamoglia, 29, deixou de ser apenas uma promessa no audiovisual brasileiro e passou a se destacar em produções que circulam globalmente.

Em setembro, o artista concluiu as filmagens da segunda temporada de “Os Donos do Jogo”, da Netflix, que estreou no topo do ranking mundial entre os títulos de língua não inglesa, e anunciou que protagonizará um novo filme na plataforma.

 

Antes, Lamoglia viveu um dos papéis mais marcantes da reta final da série espanhola “Elite”. Como Iván Carvalho, tornou-se um dos protagonistas da franquia, fenômeno distribuído para mais de 190 países e responsável por transformar uma geração de atores em nomes amplamente conhecidos.

Uma iminente expansão já despontava também na diversidade de projetos que vieram antes e depois. Em espanhol, integrou o elenco de “BIA”, trama argentina da Disney voltada a todo público latino-americano. Em inglês, gravou “Blood & Water”, série sul-africana da Netflix que ganhou repercussão internacional.

André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual
André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual • Hudson Rennan

Transitar entre português, espanhol e inglês, segundo o ator, acabou se tornando parte da sua própria formação artística. “Quando comecei a atuar em outros países, passei a perceber como cada cultura tem seu próprio humor, ritmo de conversa, referências e até maneiras de expressar o que não é dito”, diz à CNN Brasil.

“Trabalhar em produções em diferentes partes do mundo e, agora, voltar ao Brasil ampliou meu olhar e trouxe novas perspectivas para a minha atuação. Hoje, me sinto mais preparado para lidar com as particularidades de cada projeto e com tudo o que surge de inesperado nesse processo”, acrescenta.

A visibilidade conquistada nas telas também abriu espaço para projetos fora do audiovisual. Recentemente, o ator foi o único brasileiro escalado para a campanha global We All Wear M·A·C, dirigida por Nicola Formichetti, ao lado de artistas como Doja Cat e Tini Stoessel.

Nos últimos anos, o carioca passou a marcar presença em eventos de grifes como Prada, Dior, Giorgio Armani, Fendi, Dolce & Gabbana e Bvlgari, estreitando sua relação com o universo da moda sem abandonar o eixo principal da carreira.

André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual
André Lamoglia é um dos destaques da nova geração do audiovisual • Hudson Rennan

Para Lamoglia, esse movimento aconteceu de forma natural. “É muito gratificante perceber que me procuram justamente por quem eu sou e pelo trabalho que construí. Tenho uma conexão especial com marcas que sempre admirei sem precisar me transformar em outra coisa e, ainda por cima, através de uma relação que começou apenas por eu fazer aquilo que amo: atuar”, garante.

“Em um momento em que número de seguidores, quantidade de postagens e presença nas redes também podem ser critérios para possíveis escolhas do mercado, admiro ainda mais quando percebo que a conexão não parte apenas de uma expectativa de performance ou entrega. Quando chega um briefing que mostra por que entenderam que aquilo tem a ver com o que enxergam em mim. No fim, até no que pode soar burocrático, gosto de enxergar alguma poesia, porque, se fuçar, tem”, brinca.

As redes sociais, segundo ele, fazem parte dessa construção, mas não definem seus próximos passos. “Elas também são uma forma de me aproximar das pessoas, mas não são o centro do que faço. Minha prioridade continua sendo a atuação, e é a partir dela que sigo construindo outras possibilidades”, comenta.

“Sigo estreitando uma relação especial com a moda e com as marcas com as quais me identifico mas isso de nenhuma maneira diminui ou anula o foco no ofício, minha ideia é estar sempre conectado as artes cênicas antes de tudo, estudando, me aprimorando, quem sabe até um dia dirigindo ou produzindo algo, enquanto não deixo de perceber o entorno e tanta coisa legal que a vida tem a oferecer. Enquanto for possível, conciliar tudo, unir mundos, mas não perder foco, estamos dentro do que foi, não apenas sonhado, mas planejado”, conclui.

Cinco séries nacionais para quem gostou de “Os Donos do Jogo”

 

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Apocalypse Now and Then

Leave it to Arundhati Roy to deliver a scorching, dizzying essay on the perils of artificial intelligence that references Greek mythology, Francis Ford Coppola, the Bible, India’s industrial history, and Tie Me Up! Tie Me Down! Plus, Emily Dickinson features in the lede:

The auguries are raining down hard. Think or Sink. Comply or Die. Look Up or be Left Out. And so, with these not-so-gentle threats, it has come to pass that the Age of AI—Actual Idiocy, Actual Super Idiocy, Recursive Snowballing-Idiocy—is upon us. Heck, I’ve already used two dashes in this opening paragraph. That, as they say, is a tell. So, perhaps I haven’t written this essay at all. You’d have to use an AI app to check if it’s actually AI, and whether I’m really, or not really, or only partially me. You can no longer use your instincts. You have to use the App. Now that AI owns the em dash, what will future generations make of Emily Dickinson and her love of them? Has she been fed to the machine, too? Will they love her less? Are we being gradually locked out of language? Does it matter anymore?

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Public Sector Pensions Bill to Hit Record £60 Billion

Britain’s gold-plated public sector pensions bill is on course to hit a record £60bn next year, yet is almost entirely ignored in favour of calls to cut the state pension on which many low income retired people depend.

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¿Comprarías un coche sin volante ni pedales? Tesla lo está peleando con las autoridades de Estados Unidos para hacerlo en 2026

Tesla llegó al mercado como una marca rompedora y anticipándose muchísimo a los fabricantes de coches tradicionales. La propulsión eléctrica todavía era muy incipiente cuando la compañía puso en el mercado sus vehículos cien por cien eléctricos y fue la primera en establecer una red de cargadores que, hay que decirlo, funciona bien, aunque con unos precios altos para quienes no forman parte de su comunidad. Pero la empresa quiere ir más allá y ahora anda a la gresca con las autoridades americanas para homologar la conducción autónoma para clientes particulares. Hasta ahora conocíamos la intención de Tesla para comercializar el Cybercab como VTC o Taxi autónomo, sin conductor, pero el objetivo va más allá.

La compañía de Elon Musk mantiene su intención de comenzar a comercializar el Cybercab antes de que termine 2026, un vehículo que rompe con todo lo que conocemos hasta ahora: no tiene volante, no tiene pedales, ni espejos y tampoco necesita conductor. Una auténtica revolución que abre muchas dudas. Sobre todo, en Europa, donde este tipo de tecnología presenta muchas incógnitas y sus plazos de establecimiento han ido siempre muy lentos. Entonces, si esto se convirtiera en realidad ¿ya no sería necesario tener el carnet de conducir? ¿A qué edad se podría viajar solo en el Tesla? En caso de accidente ¿cómo se dirime la responsabilidad de unos y otros?

El anuncio lo hizo Lars Moravy, vicepresidente de ingeniería de Tesla, durante la presentación de resultados del tercer trimestre. Y lo dijo tal cual: el fabricante estadounidense trabaja para iniciar las entregas este mismo año. El Cybercab es un pequeño vehículo eléctrico de dos plazas, con una carrocería de aspecto futurista y unas puertas tipo alas de gaviota o mariposa con apertura hacia arriba. Pero su verdadera particularidad no está en el diseño, sino en lo que le falta porque prescinde de volante y pedales. Solo hay que meter la dirección donde quieres ir y ya. El problema es conseguir que circule legalmente por nuestras carreteras y todo lo que eso supone en cuanto a normativa, seguros, responsabilidades, posibles problemas, etc.

La NHTSA todavía investiga el cumplimiento de las normas federales de seguridad por parte del Cybercab, un obstáculo nada menor para un automóvil que, por su propia concepción, desafía todo lo conocido hasta ahora para los vehículos convencionales. Mientras tanto, Tesla continúa avanzando en sus servicios de robotaxis, ya establecidos en Austin, y planes de expansión a otras ciudades estadounidenses. Sin embargo, desarrollar la conducción autónoma para clientes particulares y poner miles de vehículos sin conductor en circulación son desafíos muy diferentes.

Ahora la compañía se enfrenta a una prueba decisiva: demostrar que el Cybercab no es únicamente un espectacular ejercicio de marketing, sino un producto viable, seguro y capaz de transformar el transporte. Porque, si Tesla consigue su objetivo, las consecuencias podrían ser enormes. Desde el negocio del taxi hasta los propios fabricantes tradicionales, pasando por las aseguradoras y la movilidad en general.

© Tesla

Tesla Cybercab
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X Factor 2026, al via i Live Show: Giorgia ripesca due eliminati, Marco Mengoni apre la serata. Ecco i nuovi concorrenti (non c’è un vincitore annunciato) – Scaletta

Tutto pronto per la fase più attesa: i Live Show di X Factor 2026 partono stasera giovedì 22 ottobre alle 21:15 su Sky Uno e in streaming su Now, in diretta dall’X Factor Arena (Teatro Repower, Assago). Al timone Giorgia, mentre al tavolo dei giudici siedono Francesco Gabbani, Jake La Furia, Paola Iezzi e la new entry Irama. Ad aprire la serata sarà il superospite Marco Mengoni, con un set inedito realizzato in esclusiva per il programma, oltre naturalmente a presentare il nuovo singolo “Giornate perse”.

Nella prima puntata i 12 concorrenti si sfideranno in due manche di cover; nel corso della serata Giorgia svelerà inoltre i due artisti scelti con i suoi “Skoda X Pass”: si tratta di due eliminati delle Last Call che proporranno un proprio cavallo di battaglia e saranno giudicati dal pubblico con un televoto flash. Il vincitore tornerà in gara nella squadra rimasta senza concorrenti al termine delle due manche.

Il meccanismo del primo Live e cosa accadrà nelle prossime settimane

Al termine di ciascuna manche, i meno votati vanno al ballottaggio, dove decidono i giudici: se almeno tre di loro votano lo stesso concorrente, questo viene eliminato; se i voti si dividono a metà, scatta il Tilt. Chi si aggiudica il ballottaggio degli X Pass entra direttamente nella squadra rimasta orfana di un concorrente.

Il percorso comprenderà sette serate. Torneranno le puntate a tema, la celebre giostra e la serata degli inediti, primo traguardo stagionale per i cantanti. Le quattro squadre in gara contano 12 concorrenti ufficiali, più altri due in panchina pronti a subentrare. La finale è in programma giovedì 3 dicembre all’Unipol Forum di Assago.

Alla vigilia della partenza dello show abbiamo incontrato alcuni dei dodici concorrenti Manu, Camilla, Giacomo, Patrizia, Le Distanze, Alex e Lenanie. Per ora non c’è alcun vincitore annunciato, ma c’è chi sussurra che quest’anno a vincere sarà un cantante uomo. Occhi puntati sulla squadra di Irama.

L'articolo X Factor 2026, al via i Live Show: Giorgia ripesca due eliminati, Marco Mengoni apre la serata. Ecco i nuovi concorrenti (non c’è un vincitore annunciato) – Scaletta proviene da Il Fatto Quotidiano.

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Almodôvar reforça meios de prevenção de incêndios rurais

O Município de Almodôvar recebeu um novo trator destinado a reforçar a capacidade de intervenção nos trabalhos de gestão de combustível e prevenção de incêndios rurais.

O equipamento, segundo a autarquia almodovarense, foi atribuído ao abrigo do Programa de Mecanização para a Gestão de Combustível, financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), através de um protocolo de cedência celebrado com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF).

Trata-se de um reforço de meios que se enquadra na estratégia do Executivo Municipal de procurar oportunidades de financiamento e investir em equipamentos que permitam aumentar a capacidade operacional e melhorar a eficácia dos trabalhos de prevenção no concelho.

Importa salientar, segundo a autarquia de Almodôvar, que a gestão de combustível assume um papel fundamental na prevenção de incêndios rurais, através da manutenção de faixas e áreas estratégicas, contribuindo para reduzir a carga de vegetação combustível e a sua continuidade.

Estas intervenções são essenciais para reforçar a proteção de pessoas, habitações, atividades económicas e espaços naturais, num concelho marcado pela extensa área rural e pela dispersão das povoações. Assim, a disponibilidade de meios mecânicos adequados constitui uma mais-valia para a execução regular dos trabalhos no terreno e para responder às necessidades de gestão de combustível.

Na comunicação dirigida à imprensa, o Município de Almodôvar sublinha que a prevenção exige planeamento, capacidade operacional e continuidade, assumindo o investimento em equipamentos como uma componente importante da segurança do território e das populações.

A autarquia garante que continuará a procurar soluções de financiamento e a reforçar os meios disponíveis, de modo a assegurar uma intervenção preventiva regular e contribuir para um concelho mais preparado e resiliente face ao risco de incêndio rural.

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El nuevo Mazda CX-6e, la expresión más artística y humana de la movilidad eléctrica

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Mazda, uno de los mayores fabricantes de Japón, avanza en su estrategia de electrificación con el lanzamiento del Mazda CX-6e, un SUV de tamaño mediano que forma parte de su estrategia multisolución, donde los vehículos eléctricos conviven con otras tecnologías para responder a las necesidades reales de movilidad. Con un enfoque centrado en el ser humano, el nuevo Mazda CX-6e supone una combinación extraordinaria de diseño, placer de conducir y tecnologías avanzadas, ofreciendo las prestaciones, autonomía y capacidad de carga exigidas por los clientes europeos.

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Paco Rabal, la memoria de una leyenda a través de su propia voz

Paco Rabal (Águilas, Murcia, 1926-Burdeos, Francia, 2001) podía llenar una pantalla con la voz y la presencia física. Fue uno de los grandes actores españoles del siglo XX, capaz de trabajar con algunos de los cineastas más importantes de su tiempo sin olvidar sus orígenes. Detrás de aquella figura rotunda había un hombre que entendía la interpretación como un oficio y mantuvo hasta el final la curiosidad de quien todavía tiene algo que aprender. Esa es la imagen que reconstruye 200 vidas. Paco Rabal, el documental dirigido por Vanesa Benítez (Osuna, Sevilla, 46 años), que llega a los cines este viernes, en el año del centenario de su nacimiento.

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La directora Vanesa Benítez y Benito Rabal, hijo de Paco Rabal, en el centro de Madrid este miércoles.

© RTVE / ACN (ACN)

Paco Rabal, en ‘Belle de jour’, de Buñuel.
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