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​"Política Trump para a paz falhou"

Bernardo Valente afirma que Donald Trump não conseguiu coordenar a paz no Médio Oriente e que tem vindo a falhar cada vez mais. Sublinha ainda que Trump está a tentar fazer Ucrânia capitular.

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Habitação: sindicato espanhol diz que lutas são as mesmas

Porta-voz do Sindicato de Inquilinas e Inquilinos de Madrid está em Portugal a estabelecer contactos com associações de moradores e centrais sindicais.

© DIOGO VENTURA/OBSERVADOR

Pablo García Bachiller afirmou que o Sindicato de Inquilinas e Inquilinos de Madrid considera-se "um movimento irmão das acampadas que estão a decorrer em Portugal"
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Italia: barcos pesqueros paralizan actividades por el vertiginoso aumento del combustible

​El presidente de la asociación profesional de pescadores "Mimo Grosso" de Pescara, Doriano Camplone, advirtió sobre el impacto destructivo que esta escalada energética tiene para la economía costera.
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Bruno Zarra e Sylva Drums levam o nome do Algarve ao Amsterdam Dance Event 2026

Dois DJs portugueses ligados ao Algarve, Bruno Zarra e Sylva Drums, vão atuar no próximo sábado, 24 de outubro, no Amsterdam Dance Event (ADE), um dos principais encontros internacionais de música eletrónica, realizado em Amesterdão, nos Países Baixos.

Os artistas integram o Xpressive Showcase, que decorrerá no 50:HERTZ House & Techno Cafe, entre as 22:00 e as 04:00, num programa que reúne diferentes sonoridades e participantes internacionais.

A presença dos dois artistas portugueses acontece numa edição particularmente simbólica do Amsterdam Dance Event, que assinala este ano três décadas de existência.

O evento reúne anualmente DJs, produtores, editoras, promotores e outros profissionais da indústria musical, constituindo um espaço de divulgação artística e de contacto entre diferentes intervenientes do setor.

Bruno Zarra e Sylva Drums representam diferentes sonoridades da música eletrónica

Bruno Zarra e Sylva Drums apresentam percursos distintos dentro da música eletrónica, embora ambos desenvolvam a sua atividade para além das fronteiras portuguesas.

DJ e produtor, Bruno Zarra tem construído uma identidade musical centrada na house e na tech house, dois géneros que fazem parte do seu trabalho enquanto artista.

Sylva Drums, por sua vez, está associado às sonoridades afro house, explorando uma abordagem musical marcada por influências rítmicas características deste estilo.

A participação de ambos no Xpressive Showcase integra um alinhamento internacional dedicado à diversidade da música eletrónica, proporcionando-lhes uma oportunidade de apresentar o seu trabalho num dos principais eventos do setor.

A presença dos dois DJs representa também uma forma de dar visibilidade à produção musical portuguesa associada ao Algarve e de reforçar as ligações dos artistas da região aos circuitos internacionais.

Amsterdam Dance Event celebra 30 anos de existência

O Amsterdam Dance Event assinala, em 2026, o seu 30.º aniversário, mantendo-se como um ponto de encontro para artistas, profissionais e organizações ligadas à música eletrónica.

Ao longo das últimas três décadas, o evento tem reunido participantes de diferentes países, promovendo o contacto entre criadores, editoras, agentes e promotores musicais.

É neste contexto que Bruno Zarra e Sylva Drums vão participar no Xpressive Showcase, marcado para sábado, 24 de outubro, no 50:HERTZ House & Techno Cafe, em Amesterdão.

Leia também: GNR realiza operações de norte a sul do país e apreende droga, armas de guerra e combustível

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França. Protesto vai reduzir (ainda mais) a margem do Estado

Protestos violentos em várias cidades francesas agravaram a desconfiança dos investidores em relação às contas públicas. Possível corte de "rating" pela Moody's pode atirar mais achas para a fogueira.

© Getty Images

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Costa condena ataques no mar Negro e apela ao fim dos mesmos

Presidente do Conselho Europeu exige que ataques "parem". Em três semanas, drones russos atingiram vários navios ao largo da Roménia e da Bulgária.

© Robert Hegedus/EPA

Costa reiterou ainda que a UE "está unida na sua oposição à guerra de agressão ilegal da Rússia contra a Ucrânia"
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Bolsas da Europa fecham mistas com foco em petróleo, IA e balanços

As bolsas europeias fecharam sem direção única nesta sexta-feira (23) pressionadas por balanços corporativos e pelo avanço do petróleo, em meio ao temor de nova escalada das tensões no Oriente Médio.

Indicadores mistos de atividade, a crise política na França e preocupações com investimentos em inteligência artificial (IA) também pesaram no sentimento dos investidores.

Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,32%, a 10.690,36 pontos. Em Frankfurt, o DAX caiu 0,86%, a 25.152,31 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,36%, a 7.782,82 pontos.

Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,36%, a 48.558,86 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,23%, a 18.957,30 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 ganhou 0,07%, a 9.244,62 pontos. As cotações são preliminares.

O PMI (índice de gerentes de compras, na sigla em inglês) composto da zona do euro caiu a 51,9 em outubro, menor nível em quatro meses. Para a Capital Economics, o dado ainda aponta crescimento resiliente, embora a energia mais cara pressione a indústria.

Já o ING vê a França como principal foco de fraqueza na região, após o PMI francês recuar a 48,4, nível que indica contração.

Em Paris, a Kering tombou 16%, após a dona da Gucci registrar queda nas vendas da marca no terceiro trimestre. A Safran recuou 10,3%, apesar de divulgar crescimento de quase 15% na receita e manter suas projeções anuais.

Em Estocolmo, a Volvo Car despencou 23,6%, após reportar retração de quase 50% nas vendas na China e ampliar seu plano de cortes de empregos. Em Frankfurt, SAP (-0,5%) e Mercedes-Benz (-1,6%) foram pressionadas, enquanto, em Londres, a Rolls-Royce caiu 7,2%.

No setor de semicondutores, ASML (-1,1%), ASM International (-2,3%) e Infineon (-2,8%) cederam. O subíndice tech no Stoxx 600 caiu 0,9%

Na contramão, petroleiras se beneficiaram do Brent acima de US$ 110 por barril. Eni subiu 6,1% em Milão, enquanto Repsol avançou 4,7% em Madri e Galp ganhou 3,6% em Lisboa, ajudando a sustentar os índices.

Veja empregos que ganham e perdem com a inteligência artificial

*Com informações da Dow Jones Newswires

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Onda de calor brutal matou mais de 50 mil pessoas na Europa, indica análise

Estima-se que mais de 50 mil pessoas tenham morrido em cidades europeias durante as ondas de calor brutais que assolaram o continente no verão, tornando o calor deste ano o mais letal já registrado na região, segundo uma nova análise.

Mais de 32.600 dessas mortes são atribuídas diretamente às mudanças climáticas, impulsionadas pela poluição proveniente de combustíveis fósseis, de acordo com as conclusões apresentadas em dois artigos revisados​ publicados na revista Nature Health.

“Acredito que podemos afirmar, com bastante segurança, que o verão de 2026 provavelmente foi o pior já registrado em termos de mortalidade relacionada ao calor em grande parte da Europa”, afirmou Clair Barnes, uma das autoras dos relatórios e pesquisadora de eventos climáticos extremos e mudanças climáticas no Imperial College London.

Esse número alarmante de mortes foi revelado poucas semanas antes de líderes internacionais se reunirem na Turquia para as negociações anuais da ONU sobre o clima.

Além disso, a informação é divulgada poucos dias depois de um relatório da ONU alertar que a possibilidade de limitar o aquecimento global a 1,5 °C acima dos níveis pré-industriais desapareceu.

“Estamos muito longe de conseguir limitar as piores consequências das mudanças climáticas, e os governos precisam se dar conta de que, sem uma ação mais rápida e coordenação, a situação só vai piorar”, advertiu Barnes.

Para calcular o número de mortes, os cientistas compararam as temperaturas registradas neste verão europeu em 854 cidades de 30 países do continente com aquelas que seriam esperadas em um mundo sem mudanças climáticas.

Em seguida, utilizaram pesquisas revisadas por outros especialistas sobre a relação entre altas temperaturas e o número diário de óbitos para estimar a quantidade provável de mortes associadas ao calor entre o início de junho e o final de agosto.

Segundo os cientistas, esse método gera estimativas de mortalidade que, de modo geral, alinham-se aos dados posteriormente divulgados pelas autoridades nacionais de saúde.

Eles estimaram um total de 50.391 mortes relacionadas ao calor nas cidades analisadas, as quais concentram cerca de 40% da população dos países estudados.

Segundo os pesquisadores, esse número de óbitos é o mais alto dos últimos 26 anos e substancialmente superior ao registrado em grandes ondas de calor anteriores na Europa, ocorridas em 2022 e 2003.

O sul e o oeste da Europa foram as regiões mais afetadas, mas áreas do norte — tipicamente mais frias, incluindo o Reino Unido — também registraram milhares de mortes.

As taxas de mortalidade mais elevadas ocorreram entre pessoas com 85 anos ou mais; no entanto, o calor pode afetar qualquer um, e mais de 800 pessoas com idades entre 20 e 44 anos morreram por causas relacionadas ao calor, segundo os resultados.

Continente que aquece mais rápido e calor insuportável

A Europa é o continente que aquece mais rapidamente atualmente, e o calor extremo — a forma mais letal de evento climático extremo — já está se tornando insuportável.

Temperaturas elevadas sem precedentes castigaram o continente do final de maio até o final de agosto deste ano.

Foi o verão mais quente já registrado na Europa Ocidental, com temperaturas cerca de 2,9 °C acima da média do período de 1991 a 2020.

Em dias específicos, no entanto, foram observadas anomalias muito maiores, com temperaturas mais de 12 °C acima do habitual em alguns países.

Verão mais perigoso já registrado na Europa

O relatório conclui que este verão “provavelmente foi o mais perigosamente quente que a Europa já vivenciou até hoje”.

Os cientistas também constataram que o papel das mudanças climáticas nas mortes causadas pelo calor está se tornando cada vez mais evidente.

No início deste século, a poluição proveniente de combustíveis fósseis era responsável por cerca de 40% das mortes relacionadas ao calor, em comparação com cerca de dois terços atualmente.

Raquel Nunes, professora associada na área de saúde e meio ambiente na Universidade de Warwick, que não participou da pesquisa, afirmou que os resultados contribuem para as “evidências crescentes de quão letal o calor extremo pode ser, embora ele seja frequentemente descrito como um ‘assassino silencioso’, já que seus impactos nem sempre são visíveis de imediato”.

Um dos aspectos mais preocupantes é que o número de mortes também foi elevado entre pessoas mais jovens; estima-se que milhares de indivíduos com menos de 65 anos tenham falecido, acrescentou Nunes.

As estimativas de mortalidade obtidas por meio de modelos devem ser interpretadas com cautela, “visto que envolvem diversas incertezas e suposições”, observou Lasse Vestergaard, médico-chefe da Rede Europeia de Monitoramento da Mortalidade.

Ainda assim, ele ressaltou que as estimativas dos pesquisadores estão, “de modo geral, bem alinhadas” com os dados divulgados pela rede europeia durante o verão.

“Enquanto não abandonarmos a dependência de combustíveis fósseis, continuaremos a presenciar verões cada vez mais quentes e perigosos”, disse Barnes. E isso significa que verões ainda mais letais estão por vir.

“Estes números servem como um lembrete contundente de que nossos verões, mais quentes e extremos, estão exercendo um impacto cada vez mais grave sobre a saúde pública”, acrescentou ela.

“Por trás dessas estatísticas, há pessoas reais que perderam a vida e famílias reais que sofrem por elas”, pontuou.

Entenda por que a Europa é o continente que mais esquenta no mundo

 

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Ucrania y Rusia intercambian prisioneros y anuncian un alto el fuego para evacuar la castigada Oleshki

El soldado ucranio Renat Hayrulin, liberado tras cinco años como prisionero en manos rusas, se reencuentra con su padre, Vahiz, este viernes en Chernihiv.

Ucrania y Rusia han llevado a cabo este viernes un canje de 270 prisioneros de guerra por cada lado poco antes de que, desde Washington, se anunciara un acuerdo de tregua para evacuar a los civiles de una ciudad ocupada por tropas rusas que atraviesa una grave crisis humanitaria. El negociador ucranio confirma que esa operación en la localidad de Oleshki (región de Jersón) podría llevarse a cabo pronto. Todo ello sucede la misma semana en la que los negociadores estadounidenses se han reunido con ambos presidentes, Volodímir Zelenski y Vladímir Putin. con la perspectiva de una posible reunión trilateral al máximo nivel en noviembre.

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Uno de los prisioneros de guerra ucranios liberados este viernes se reencuentra con sus familiares.Decenas de personas con fotos de desaparecidos ante la llegada de prisioneros ucranios recién liberados por Rusia este viernes.
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