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Sismo com magnitude 4,3 sentido em São Miguel e na Terceira

22 October 2026 at 19:21
O abalo desta quinta-feira ocorreu na Fossa Hirondelle, mesma estrutura tectónica responsável pelo sismo de magnitude 5,2 de terça-feira. Réplicas já chegaram a quase uma centena.

© MARIO CRUZ/LUSA

Na terça-feira foi registado um sismo de magnitude 5,2 na escala de Richter

Ele importou 12 mudas raras da Ásia há 160 anos, mas só uma sobreviveu — e hoje é um monumento protegido por lei que ‘chora’ cristais sob a lua cheia

22 October 2026 at 19:02

Há mais de 160 anos, um proprietário de terras levou 12 árvores da Ásia para a Argentina, mas apenas uma delas permanece viva. O exemplar centenário está localizado no Parque Pereyra Iraola, na província de Buenos Aires, e chama atenção por produzir uma resina que forma gotas brilhantes, semelhantes a pequenos cristais.

Conhecida como “árvore de cristal”, a espécie foi introduzida no país por Leonardo Higinio Pereyra Iraola, que cultivava plantas de diferentes partes do mundo em sua propriedade. As mudas foram plantadas por volta de 1860, mas a maioria não conseguiu chegar à fase adulta.

Gotas de resina explicam o nome da árvore de cristal

Originária do sudeste asiático, a árvore pertence à espécie Agathis alba e apresenta uma característica que a diferencia de muitas outras plantas. Sua casca libera uma resina que pode se acumular no tronco, formando pequenas gotas com aparência semelhante à de lágrimas.

Quando recebem luz, essas gotas produzem reflexos que lembram pequenos cristais. O efeito é especialmente associado às noites de lua cheia, quando o brilho da substância pode se destacar na superfície do tronco.

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Apesar da aparência, não se trata de cristais verdadeiros, mas de uma resina produzida naturalmente pela árvore. A espécie também apresenta tronco alto, casca acinzentada e folhas verdes que permanecem ao longo do ano.

Exemplar sobrevivente recebeu proteção legal em 1992

A chegada da árvore à Argentina está ligada à antiga Estância San Juan, propriedade herdada por Leonardo Higinio após a morte de seu pai, em 1852. Interessado em paisagismo e no cultivo de espécies estrangeiras, ele introduziu diferentes plantas na região, incluindo as mudas provenientes do arquipélago malaio.

Atualmente, a sobrevivente daquele grupo está no terreno da Escola de Formação Policial Juan Vucetich, dentro do Parque Pereyra Iraola, no município de Berazategui, próximo à cidade de La Plata.

Em 1992, a província de Buenos Aires aprovou a Lei 11.341, que declarou a árvore de cristal Monumento Natural. A medida reconheceu a importância histórica e ambiental do exemplar e estabeleceu sua proteção legal.

A preservação também enfrenta desafios. De acordo com o Ministério do Ambiente provincial, a árvore não possui outro exemplar compatível nas proximidades para realizar a reprodução sexuada, o que dificulta a formação de novos indivíduos por esse processo.

Assim, a árvore permanece como um registro vivo das espécies introduzidas na antiga propriedade durante o século XIX, além de representar uma parte da história ambiental da região.

Festival dos Percursos Pedestres mostra o melhor do concelho

22 October 2026 at 16:34

VTM

Integrado na estratégia de valorização do turismo de natureza e do património local, o festival proporciona um fim de semana de caminhada, convívio e contacto com as tradições do concelho, permitindo aos participantes explorar paisagens vinhateiras, aldeias históricas e locais de elevado interesse cultural.

Sonia pires
“Este projeto representa uma forte aposta do município na valorização do turismo”
SÓNIA PIRES
Vereadora da CM de Alijó 

Sónia Pires, vereadora da Câmara de Alijó, disse à VTM que foram dois dias a descobrir o concelho, com dois percursos diferentes. “No sábado, tivemos uma caminhada pelo Douro, por Vale de Mendiz, Vilarinho de Cotas e Casal de Loivos. No domingo, o percurso foi para o norte do concelho, que é mais montanha, para se descobrirem duas realidades distintas do nosso território”.

A vereadora destacou ainda que este projeto “representa uma forte aposta do município na valorização de um dos produtos turísticos mais procurados pelos amantes da natureza, da paisagem e do património”.

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Sismo de 7.0 abala Tibete

22 October 2026 at 15:57
Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos, teve epicentro a cerca de 10km de profundidade, e ainda não há informação sobre danos ou feridos. Houve ainda uma réplica de magnitude 5.3.

© NurPhoto via Getty Images

Já foram plantadas 1.700 árvores autóctones em áreas ardidas no Parque Nacional da Peneda-Gerês

22 October 2026 at 10:10

A WWF Portugal já realizou intervenções em cerca de 46 hectares (ha) de floresta e habitats afetados por incêndios no Parque Nacional da Peneda-Gerês, através do programa “D-Evolução”, foi hoje divulgado.

Através da gestão seletiva de vegetação e do apoio à regeneração natural, já foram plantadas mais de 1.700 árvores e arbustos autóctones, como carvalhos-alvarinhos (Quercus robur), bétulas (Betula celtibérica), azevinhos (Ilex aquifolium) e pinheiros-silvestres (Pinus sylvestris).

Já foram plantadas 1.700 árvores autóctones em áreas ardidas no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: WWF Portugal

De acordo com a ONG, esta recuperação em mosaico florestal devolve “zonas vitais de abrigo e alimentação” ao corço e “fortalece a estabilidade” do habitat do emblemático lobo-ibérico (Canis lupus signatus). 

Já foram plantadas 1.700 árvores autóctones em áreas ardidas no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Foto: WWF Portugal

Já a sul, na Serra do Caldeirão, o restauro, que irá iniciar-se nas próximas semanas, foca-se na paisagem mediterrânica e na recuperação de linhas de água e montados em 46,7 ha, dos quais 19 ha já têm financiamento garantido. Os trabalhos incluem a erradicação de canaviais e acácias, a sementeira direta de 10 hectares de pastagens biodiversas e a plantação de mais de 3.100 árvores e arbustos nativos, com grande destaque para o medronheiro (Arbutus unedo) e o sobreiro (Quercus suber). Estas ações previnem a degradação dos solos e reduzem o risco de incêndio, reforçando as condições de habitat para espécies como o lince-ibérico (Lynx pardinus) e a águia-de-Bonelli (Aquila fasciata).

A intervenção pioneira que está em curso nas águas do Estuário do Tejo, na Trafaria, focada na proteção das populações locais de cavalos-marinhos, está a ser desenvolvida pela WWF Portugal em colaboração com o parceiro técnico-científico MARDIVE – Associação Ciência e Educação para a Conservação da Biodiversidade Marinha, e com o envolvimento da comunidade e entidades locais. Partindo da observação científica que os cavalos-marinhos utilizavam estes resíduos depositados no rio como pontos de fixação e abrigo, devido à escassez de habitats naturais, foram instalados nove abrigos subaquáticos desenvolvidos a partir do reaproveitamento de carrinhos de compras em fim de vida, aos quais se retiraram todos os plásticos e componentes potencialmente perigosos. Estima-se que as atividades em curso tenham impacto numa área de cerca de 16 ha. O objetivo é que estas estruturas possam vir a oferecer refúgio imediato às duas espécies residentes – o cavalo-marinho-de-focinho-comprido (Hippocampus guttulatus) e o cavalo-marinho-comum (Hippocampus hippocampus) – enquanto se consolida um esforço conjunto e de longo prazo entre entidades públicas, comunidade científica, empresas e sociedade civil para a recuperação plena do seu ecossistema.  

“Há um ano, lançámos esta iniciativa sabendo que restaurar a natureza é uma das decisões mais inteligentes que podemos tomar enquanto sociedade. Dados da Comissão Europeia demonstram que cada euro investido na recuperação da natureza gera um retorno estimado entre oito e 38 euros, sublinhando que a estabilidade dos serviços de ecossistema é crucial para reduzir despesas futuras e garantir a sustentabilidade de setores estratégicos. Não estamos a falar apenas de proteger espécies ou recuperar habitats. Estamos a falar de devolver equilíbrio aos sistemas que nos garantem água, alimentos, segurança, saúde e qualidade de vida”, afirma Ângela Morgado, diretora-executiva da WWF Portugal.

“Ao longo destes 12 meses, o D-Evolução juntou proprietários que disponibilizaram terrenos para o restauro, autarquias, entidades gestoras do território, parceiros científicos, cidadãos, empresas, organizações e comunidades locais que decidiram fazer parte da solução. Esta é a prova de que existe uma vontade real de devolver natureza a Portugal”, reforça Ângela Morgado. 

Este arranque foi possível graças à rápida mobilização de parceiros, empresas e cidadãos, que em apenas um ano asseguraram perto de 482 mil euros para o arranque das intervenções.

Sendo a “D-Evolução” uma iniciativa estruturante com um horizonte temporal até 2030, a WWF Portugal encara os cerca de 1,25 milhões de euros necessários para completar este plano como uma “oportunidade extraordinária de investimento contínuo no capital natural do país”. A organização apela ao alargamento desta rede de apoio para levar a recuperação ecológica “ainda mais longe”. 

“Conseguir mobilizar quase meio milhão de euros no primeiro ano demonstra a força deste movimento, mas o seu verdadeiro valor vai muito além do financiamento. Este é apenas o início de um caminho que se estende até 2030. Para devolvermos à natureza o que foi perdido à escala de que o país necessita, precisamos de mobilizar mais investimento, mais parceiros e mais cidadãos. E precisamos, sobretudo, de fazer do restauro da natureza uma prioridade nacional. A WWF Portugal, juntamente com muitos outros parceiros, está a ajudar a demonstrar o que é possível fazer e a acelerar a implementação de soluções no terreno. Mas a responsabilidade de liderar esta transformação cabe ao Estado, através de um Plano Nacional de Restauro ambicioso e com o investimento adequado para recuperar os ecossistemas de que dependem as pessoas e a economia”, conclui Ângela Morgado.

As empresas e cidadãos interessados em apoiar o financiamento das intervenções no Parque Nacional da Peneda-Gerês, Serra do Caldeirão e Estuário do Tejo podem conhecer em detalhe o trabalho em curso e fazer a sua contribuição (aqui).

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Macacos desconfiam de fontes de infeção tal como humanos

22 October 2026 at 08:50
Investigação concluiu que macacos podem partilhar com os humanos aquilo a que chamam "sistema imunitário comportamental", um conjunto de comportamentos que ajudam a evitar infeções.

© Pablo Daniel Fernandez/Comedy Wildlife Photography Awards

Segundo o estudo a mudança de comportamento dos macacos está associada ao facto de ter experienciado um surto

Bulgária mobiliza caças após ataques com drones no mar Negro

22 October 2026 at 00:19
Quatro navios atacados em duas semanas perto da costa búlgara, três afundados. Sofia coordena resposta com EUA, Turquia e Roménia para garantir a navegação.

© VASSIL DONEV/EPA

"Caças F-16, MiG-29, Su-25 e L-39 estão a patrulhar e monitorizar o espaço aéreo sobre as águas territoriais para aumentar o conhecimento da situação"

Restaurar a natureza requer mais investimento do Estado português

22 October 2026 at 00:08

A dimensão das populações de vida selvagem monitorizadas teve uma diminuição média de 73% desde 1970, segundo o Relatório Planeta Vivo 2026 da WWF. Num mundo em que cerca de metade do PIB global, aproximadamente 58 biliões de dólares americanos em 2023, depende moderada ou fortemente da natureza, a perda de biodiversidade representa muito mais do que uma ameaça ambiental: é um risco económico e social crescente.

Os fluxos financeiros globais continuam, porém, a ignorar o problema. Em 2023, cerca de 7,3 biliões de dólares americanos foram canalizados para atividades prejudiciais à natureza, enquanto apenas 220 mil milhões financiaram a sua proteção ou restauro.

Ainda assim, há sinais concretos de que é possível inverter esta tendência. Em Portugal, o lince-ibérico passou de Criticamente em Perigo a Vulnerável. Também a sardinha recuperou a certificação em julho desse ano e o atum-rabilho deixou de ser considerado sobre explorado. Estes exemplos mostram que, com compromisso, investimento e uma gestão adequada dos recursos, a recuperação da natureza é possível.

É esta convicção que está na origem da D-EVOLUÇÃO, a iniciativa nacional de restauro ecológico da WWF Portugal, que assinala esta semana o seu primeiro aniversário. Ao longo deste primeiro ano, foram mobilizados cerca de 482 mil euros, com o contributo de vários parceiros, empresas e cidadãos. Este apoio já se traduz em intervenções concretas no território: no Gerês, estão em recuperação 46 hectares de floresta e habitats afetados por incêndios; na serra do Caldeirão, prepara-se o restauro dos primeiros 19 ha de montado; e, no Estuário do Tejo, foram instalados nove abrigos subaquáticos para cavalos-marinhos, construídos a partir de carrinhos de supermercado reaproveitados, num exemplo de economia circular ao serviço da biodiversidade, enquanto se consolida um esforço conjunto e de longo prazo para a recuperação plena do seu ecossistema.

Mais do que reparar ecossistemas degradados, estas intervenções são um investimento na resiliência do país e na redução de riscos, nomeadamente de incêndio. Os benefícios ambientais traduzem-se, assim, em ganhos económicos e sociais concretos. Como já reforçámos noutros artigos, segundo a Comissão Europeia, cada euro investido no restauro da natureza pode gerar entre 8 e 38 euros em serviços de ecossistema.

O desafio está agora em ampliar estes resultados. Para concretizar o plano até 2030, a D-EVOLUÇÃO precisa de mobilizar cerca de 1,25 milhões de euros adicionais, um montante relativamente modesto face aos benefícios esperados. Centenas de cidadãos e mais de uma dezena de empresas portuguesas já se juntaram à WWF neste esforço, demonstrando que a sociedade civil e o setor privado podem ter um papel determinante. Mas essa mobilização, por si só, não chega. O investimento privado não substitui a responsabilidade do Estado, a quem cabe assumir a liderança através de políticas ambiciosas, financiamento adequado e uma aplicação efetiva da Lei Europeia do Restauro da Natureza.

Importa, por isso, contrariar a ideia de que enfraquecer a legislação ambiental em nome da competitividade protege a economia. Na realidade, trata-se de uma não-poupança.

Proteger e recuperar os ecossistemas é proteger o capital natural, a atividade económica e o bem-estar das comunidades. Restaurar a natureza não é um custo, mas um investimento no futuro de Portugal e uma das decisões mais certas que podemos tomar.

Projetos do PAN e Chega sobre bem-estar animal aprovados

21 October 2026 at 23:56
Registo de condenados por maus-tratos e criminalização da zoofilia avançam. Conselho Nacional para o Bem-Estar Animal, coleiras elétricas e exportação de animais vivos ficam para trás.

© AARON M. SPRECHER/EPA

O projeto de lei que recebeu mais críticas foi do JPP, que propôs restringir a exportação de animais vivos por via marítima para países terceiros que não cumpram com as condições de bem-estar

Açores. Cerca de cem réplicas do sismo de terça-feira

21 October 2026 at 13:15
Os tremores de terra ocorrem numa zona designada por Fossa Hirondelle, uma depressão submarina no Oceano Atlântico, localizada nos Açores entre as ilhas de São Miguel e Terceira, uma zona sísmica.

"A situação está a ter tendência para estabilizar, mas ainda poderá demorar até atingir o novo equilíbrio", sublinhou a investigadora Rita Carmo

Sismo de 3,2 na escala de Richter sentido em São Miguel

21 October 2026 at 11:03
Sismo registado às 00h12 locais no concelho de Ponta Delgada, a oeste de Ginetes, ocorre após o registo, horas antes, dos abalos de magnitude 5,2 e 3,4 na escala de Richter sentidos naquela ilha.

© EDUARDO COSTA/LUSA

O sismo não causou vítimas ou danos materiais, segundo o Serviço Regional de Proteção Civil e Bombeiros dos Açores

Sismos de 5,2 e 3,4 sentidos em São Miguel

20 October 2026 at 22:34
Um sismo moderado e um segundo pequeno foram sentidos esta tarde no concelho de Ponta Delgada, nos Açores. Até agora não se registam danos pessoais ou materiais.

O primeiro sismo foi sentido com intensidade máxima nas freguesias de Ponta Delgada (São Sebastião) e Relva (São Miguel)

Captação de água Mina Cortiças sujeita a medidas de proteção

20 October 2026 at 17:38
Ministério do Ambiente determinou que a captação de águas Mina Cortiças, que abastece 200 habitantes, será sujeita a medidas de proteção salvaguardando o abastecimento público para consumo humano.

O terreno abrangido pelas zonas de proteção imediata será vedado e mantido limpo de quaisquer resíduos, produtos ou líquidos que possam provocar infiltração de substâncias indesejáveis para a qualidade da água

Madeira investe em recarga de areia para travar erosão

20 October 2026 at 17:37
O projeto começou a 18 de outubro com a chegada ao Porto Santo de uma draga, vai ser faseado até novembro e tem acompanhamento técnico e ambiental, além de monitorização dos resultados até 2028.

© HOMEM DE GOUVEIA/LUSA

Na primeira etapa da empreitada está prevista a dragagem de 75 mil metros cúbicos de sedimentos do porto que vão ser depositados na zona submersa da praia, entre a Central Dessalinizadora e o cais do Porto Santo

Açores aprovam reforço da proteção animal

20 October 2026 at 17:37
Pacote de medidas apresentado pelo PAN para reforçar a proteção e o bem-estar dos animais de companhia, foi publicado esta terça-feira em Diário da República, por unanimidade no Parlamento açoriano.

© AFP via Getty Images

Uma das iniciativas previstas é a criação de uma rede colaborativa com associações de proteção animal, municípios, médicos veterinários e centro de recolha oficial de animais, para gestão dos animais errantes

Sismos travam economia e afetam portugueses na Venezuela

20 October 2026 at 00:15
Diretor-regional da Cooperação Externa da Madeira diz que existem famílias residentes na Venezuela que sempre precisaram de apoios. Governo da Madeira enviou apoio de 180.000 euros.

© MIGUEL GUTIERREZ/EPA

Sancho Gomes diz que contactou milhares de madeirenses e que "absolutamente ninguém", nem uma pessoa lhe manifestou "que queria regressar à região [Madeira]"

ONU alerta para atraso na proteção da natureza

19 October 2026 at 21:42
Em Erevan, a secretária executiva da ONU avisou que as decisões das próximas duas semanas afetarão milhares de milhões de pessoas. Meta: 200 mil milhões por ano até 2030.

© Universal Images Group via Getty

"Para atingir as metas estabelecidas para 2030, devemos acelerar o nosso trabalho e transformar os compromissos em mudanças reais", afirmou o ministro do ambiente da Arménia

Cheias matam quatro pessoas e deixam população confinada

19 October 2026 at 09:41
Quatro pessoas morreram no fim de semana em Espanha por causa das chuvas na costa do mediterrâneo. Em algumas zonas há pessoas nos telhados dos edifícios à espera de resgate por meios aéreos.

© AFP via Getty Images

Um cão é um cão é um cão

19 October 2026 at 00:07
O cumprimento da obrigação de identificação dos cães é o cerne de toda a problemática que gravita em torno destes animais, porque ela é a primeira das obrigações da “detenção responsável”.

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