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72 cientistas da UMinho estão entre os mais influentes do mundo

13 October 2026 at 18:55

A Universidade do Minho tem 72 cientistas no grupo dos 2% mais citados do mundo ao longo do último ano, segundo um estudo da Universidade de Stanford (EUA) e do grupo editorial Elsevier, foi hoje divulgado pela instituição.

A lista, chamada “World’s Top 2% Scientists 2026”, inclui quase 250 mil investigadores, sendo 1.060 deles ligados a instituições de Portugal. A UMinho surge com 17 unidades representadas e os seus primeiros nomeados na lista global são Natália Cruz-Martins (3.221.º lugar), Paulo Lourenço (5.738.º), Rui L. Reis (7.466.º), Fernando Pacheco-Torgal (9.545.º) e Assunção Flores (12.025.º).

De acordo com a UMinho, o documento apresenta os melhores investigadores do planeta por 20 áreas e 174 disciplinas, considerando o seu índice, o volume de publicações e as citações dos seus trabalhos, segundo dados da base Scopus referentes ao ano de 2025.

Esta lista anual surgiu em 2019, com o objetivo de “criar um repositório público sobre o impacto e a influência dos investigadores no progresso do conhecimento científico e para combater abusos de autocitação”.

Da parte da UMinho, o Centro de Engenharia Biológica aparece com 19 investigadores: António Vicente, Artur Cavaco-Paulo, Carla Manuela Silva, Diana Priscila Pires, Eduardo Gudiña, Hugo Oliveira, José António Teixeira, Joana Azeredo, Lígia Rodrigues, Lúcia Chaves Simões, Luciana Pereira, Lucília Domingues, Luís Melo, Madalena Alves, Miguel Gama, Nuno Cerca, Ricardo N. Pereira, Russell Paterson e Sónia Silva. O Centro de Física tem dez representantes: Carlos Miguel Costa, Filipe Vaz, Frank Nelson Crespilho, João C. Barbosa, José Pedro Silva, José González-Méijome, Nuno Peres, Pedro Libânio Martins, Senentxu Lanceros-Mendez e Vasco Teixeira.

Seguem-se com oito elementos o Grupo 3B’s (Banani Kundu, Miguel Oliveira, Nuno Neves, Rui L. Reis, Sandra Pina, Subhas Kundu, Tiago Silva, Vítor Correlo) e, com seis, o Centro Algoritmi (Anabela Alves, João Luís Afonso, João Varajão, Paulo Cortez, Sandro Pinto, Vitor Monteiro). Já o Centro de Microssistemas Eletromecânicos surge com Filipe Marques, Filipe Samuel Silva, Flávio Bartolomeu, Hélder Puga e Paulo Flores. Da parte do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde estão Agostinho Carvalho, António Salgado, João Espregueira-Mendes, Natália Cruz-Martins e Rui M. Reis.

Com três cientistas aparecem o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (Andrea Zille, Helena Felgueiras, Raúl Fangueiro), o Centro de Química (Daniela Correia, Renato Gonçalves, Rita Figueira) e o Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia (Joaquim Barros, Shaghayegh Karimzadeh, Paulo Lourenço).

A lista inclui igualmente Assunção Flores e Rute Santos, do Centro de Investigação em Estudos da Criança, além de Fernando Pacheco-Torgal e Paulo Ribeiro, do Centro de Território, Ambiente e Construção. Juntam-se ainda Ronaldo Sousa (Centro de Biologia Molecular e Ambiental), Beatriz Casais (Centro de Investigação em Gestão, Mercados e Sociedade), Anabela Carvalho (Instituto de Ciências Sociais), José Brilha (Instituto de Ciências da Terra), Loïc Hilliou (Instituto de Polímeros e Compósitos) e Rui A. Lima (Centro de Engenharia Mecânica e Sustentabilidade de Recursos).

O estudo da Universidade de Stanford e da Elsevier apresenta uma segunda lista, de “carreira”, em que da UMinho surgem também Marian Brownell Anderson (Escola de Medicina), José Covas, Júlio Viana (ambos do Instituto de Polímeros e Compósitos), Manuel Filipe Costa, Yuliy Bludov (ambos do Centro de Física) e Wolfram Erlhagen (Centro de Matemática).

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PS de Guimarães acusa Câmara de nomear elementos do PSD para cargos municipais

13 October 2026 at 18:32

O PS de Guimarães acusou hoje o presidente da Câmara de nomear antigos dirigentes e responsáveis do PSD para cargos de direção técnica da administração municipal, considerando que a opção de Ricardo Araújo “suscita dúvidas” legais, institucionais e éticas.

“O Partido Socialista de Guimarães considera politicamente grave a opção do presidente da Câmara Municipal, Ricardo Araújo, de promover antigos dirigentes e responsáveis partidários do PSD para cargos de direção técnica da administração municipal, recorrendo a nomeações em regime de substituição, sem concurso público prévio e sem demonstrar adequadamente os fundamentos legais que justificam essas escolhas”, sustenta a concelhia do PS de Guimarães, em comunicado.

Em resposta enviada à agência Lusa, a Câmara de Guimarães “esclarece que a reestruturação orgânica da autarquia decorreu em estrita e rigorosa observância da lei e sob critérios de absoluta transparência”.

“Suscita sérias dúvidas de legalidade”

Na reunião de câmara de segunda-feira, André Sousa Casalta, “com um percurso de responsabilidade política no PSD”, foi proposto pela maioria PSD/CDS-PP para diretor municipal de Planeamento, Desenvolvimento do Território e Turismo.

“A esta nomeação junta-se a recente designação de Tiago Laranjeiro, antigo dirigente da JSD e até então adjunto do presidente da Câmara, para diretor do Departamento de Investimento, Inovação, Economia e Turismo, igualmente em regime de substituição e sem concurso público prévio”, refere a concelhia do PS.

Segundo o PS de Guimarães, esta opção “suscita sérias dúvidas de legalidade”, sublinhando que “o regime de substituição constitui um mecanismo excecional e transitório, não podendo ser utilizado para afastar, sem fundamentação suficiente, os princípios de transparência, mérito e igualdade de oportunidades que devem orientar o recrutamento de dirigentes municipais”.

“Não está em causa o direito de qualquer cidadão, independentemente da sua filiação partidária, de exercer funções na Administração Pública. Está em causa a obrigação de garantir que o acesso aos cargos de direção técnica obedece a critérios objetivos, procedimentos transparentes e exigências de mérito, competência e independência”, lê-se na nota.

Para os socialistas, “a passagem direta de elementos de confiança política do presidente da Câmara para posições de direção técnica da administração municipal levanta uma questão ética e institucional que não pode ser desvalorizada”.

“Os gabinetes políticos existem para apoiar os titulares de cargos políticos. Os dirigentes municipais existem para assegurar a continuidade, a competência técnica, a imparcialidade e a autonomia da Administração, independentemente de quem exerce o poder político”, sustenta a concelhia.

Autarquia diz que agiu no “estrito cumprimento da lei”

Na resposta enviada à Lusa, o município explica que “foram criadas novas unidades orgânicas na estrutura municipal, perfazendo atualmente a totalidade de 67 unidades orgânicas”, visando “dar resposta às necessidades emergentes do concelho e em cumprimento do programa político sufragado pela maioria dos vimaranenses”.

“É função do município assegurar a continuidade da prestação do serviço público, que não pode ser interrompido, razão por que a lei prevê todo um sistema de designação de dirigentes em regime de substituição. Seria, aliás, uma enorme irresponsabilidade aguardar pela realização de mais de 20 concursos para prover os novos cargos dirigentes, com as conhecidas delongas que os procedimentos concursais tipicamente acarretam”, justifica a autarquia.

A Câmara afirma que “não desconhece os procedimentos legais de nomeação de dirigentes”, reiterando que “cumpriu e cumprirá com rigor” a legalidade.

“É, assim, no estrito cumprimento da lei que irá submeter todos os dirigentes nomeados em regime de substituição ao necessário procedimento concursal, dentro dos prazos que a lei estabelece e com criteriosas regras de avaliação e transparência, que, ademais, serão públicas e escrutináveis”, assume o município.

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Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado

13 October 2026 at 11:52

A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.

O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.

Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).

No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).

Recorde-se que, como O MINHO noticiou, a estes valores acrescem as transferências diretas para os municípios (667 milhões). Portanto, para os distritos de Braga e Viana do Castelo, através das freguesias e dos municípios, o Governo encaminhará, em 2027, um total de 724 milhões de euros.

Pode consultar abaixo o valor que será transferido para a sua freguesia.

Distrito de Braga

Amares

Barreiros – 64 639

Bico – 64 513

Caires – 68 802

Carrazedo – 63 750

Dornelas – 63 022

Fiscal – 65 653

Goães – 77 310

Lago – 80 778

Rendufe – 69 529

Bouro (Santa Maria) – 70 667

Bouro (Santa Marta) – 87 124

União das freguesias de Amares e Figueiredo – 100 145

União das freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos – 112 835

União das freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros – 141 246

União das freguesias de Torre e Portela – 77 386

União das freguesias de Vilela, Seramil e Paredes Secas – 111 478

Total – 1 318 877

Barcelos

Abade de Neiva – 86 933

Aborim – 71 056

Adães – 64 285

Airó – 66 642

Aldreu – 68 258

Alvelos – 83 851

Arcozelo – 193 421

Areias – 68 252

Balugães – 64 639

Barcelinhos – 78 215

Barqueiros – 86 713

Cambeses – 71 538

Carapeços – 90 850

Carvalhal – 70 831

Carvalhas – 64 639

Cossourado – 70 698

Cristelo – 83 088

Fornelos – 67 997

Fragoso – 95 398

Gilmonde – 76 905

Lama – 70 841

Lijó – 86 922

Macieira de Rates – 86 253

Manhente – 77 188

Martim – 85 940

Moure – 66 330

Oliveira – 71 978

Palme – 74 671

Panque 68 951

Paradela 72 044

Pereira 73 298

Perelhal 81 413

Pousa 89 567

Remelhe 76 521

Roriz 86 212

Rio Covo (Santa Eugénia) 73 563

Galegos (Santa Maria) 92 657

Galegos (São Martinho) 78 298

Tamel (São Veríssimo) 96 705

Silva 65 172

Ucha 74 377

Várzea 76 131

Vila Seca 72 338

União das freguesias de Alheira e Igreja Nova 90 250

União das freguesias de Alvito (São Pedro e São Martinho) e Couto 105 074

União das freguesias de Areias de Vilar e Encourados 95 831

Barcelos 113 082

Vila Boa 82 644

Vila Frescaínha (São Martinho) 87 491

Vila Frescaínha (São Pedro) 80 040

União das freguesias de Campo e Tamel (São Pedro Fins) 84 045

União das freguesias de Carreira e Fonte Coberta 92 783

União das freguesias de Chorente, Góios, Courel, Pedra Furada e Gueral 147 126

União das freguesias de Creixomil e Mariz 84 045

União das freguesias de Durrães e Tregosa 84 220

União das freguesias de Gamil e Midões 84 045

União das freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria 105 835

União das freguesias de Negreiros e Chavão 99 203

União das freguesias de Quintiães e Aguiar 84 045

União das freguesias de Sequeade e Bastuço (São João e Santo Estevão) 105 074

Silveiros 75 708

Rio Covo (Santa Eulália) 74 985

União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte 89 199

União das freguesias de Viatodos, Grimancelos, Minhotães e Monte de Fralães 141 490

União das freguesias de Vila Cova e Feitos 113 498

Total – 5 541 292

Braga

Adaúfe 111 206

Espinho 72 287

Esporões 80 738

Figueiredo 68 991

Gualtar 113 585

Lamas 62 897

Mire de Tibães 88 466

Padim da Graça 75 674

Palmeira 129 625

Pedralva 78 183

Priscos 73 206

Ruilhe 68 989

Braga (São Vicente) 152 229

Braga (São Vítor) 268 090

Sequeira 82 639

Sobreposta 73 873

Tadim 69 929

Tebosa 68 581

União das freguesias de Arentim e Cunha 83 478

União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade) 243 563

União das freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) 253 815

União das freguesias de Cabreiros e Passos (São Julião) 93 126

União das freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro 163 050

União das freguesias de Crespos e Pousada 83 812

União das freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) 105 201

União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) 123 464

União das freguesias de Ferreiros e Gondizalves 167 034

União das freguesias de Guisande e Oliveira (São Pedro) 83 530

União das freguesias de Lomar e Arcos 145 954

União das freguesias de Merelim (São Paio), Panoias e Parada de Tibães 139 356

União das freguesias de Merelim (São Pedro) e Frossos 108 797

União das freguesias de Morreira e Trandeiras 83 529

União das freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 212 458

União das freguesias de Nogueiró e Tenões 118 209

União das freguesias de Real, Dume e Semelhe 200 301

União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra 83 529

União das freguesias de Vilaça e Fradelos 83 529

Total – 4 314 923

Cabeceiras de Basto

Abadim 96 333

Basto 84 592

Bucos 100 864

Cabeceiras de Basto 111 292

Cavez 115 697

Faia 80 904

Pedraça 92 177

Rio Douro 130 999

União das freguesias de Alvite e Passos 103 663

União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune 112 104

União das freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas 140 766

Refojos de Basto 147 292

Outeiro 94 636

Painzela 89 644

Total – 1 500 963

Celorico de Basto

Agilde 91 810

Arnóia 110 989

Borba de Montanha 93 607

Codeçoso 89 080

Fervença 96 713

Moreira do Castelo 82 544

Rego 102 116

Ribas 90 626

Basto (São Clemente) 104 209

Vale de Bouro 85 537

União das freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe 151 456

União das freguesias de Caçarilhe e Infesta 98 335

União das freguesias de Canedo de Basto e Corgo 105 369

União das freguesias de Carvalho e Basto (Santa Tecla) 98 758

União das freguesias de Veade, Gagos e Molares 119 356

Total -1 520 505

Esposende

Antas 92 143

Forjães 95 015

Gemeses 72 777

Vila Chã 79 218

Apúlia 121 370

Fão 103 885

Belinho 93 181

Mar 77 810

Esposende 102 128

Marinhas 143 374

Gandra 80 672

União das freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto 98 020

Palmeira de Faro 92 186

Curvos 73 457

Total – 1 325 236

Fafe

Armil 81 305

Estorãos 93 780

Fafe 255 588

Fornelos 87 092

Golães 99 157

Medelo 86 714

Paços 84 090

Quinchães 108 721

Regadas 95 524

Revelhe 82 544

Ribeiros 80 314

Arões (Santa Cristina) 88 255

São Gens 106 791

Silvares (São Martinho) 91 883

Arões (São Romão) 119 133

Travassós 95 564

Vinhós 77 309

União de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído 139 455

União de freguesias de Agrela e Serafão 108 865

União de freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) 108 329

União de freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões 128 817

União de freguesias de Cepães e Fareja 113 858

União de freguesias de Freitas e Vila Cova 104 638

União de freguesias de Monte e Queimadela 116 913

União de freguesias de Moreira do Rei e Várzea Cova 139 528

Total – 2 694 167

Guimarães

Aldão 69 800

Azurém 167 275

Barco 75 199

Brito123 221

Caldelas 116 701

Costa 108 962

Creixomil 159 043

Fermentões 117 889

Gonça 75 343

Gondar 89 907

Guardizela 89 669

Infantas 82 550

Longos 81 135

Lordelo 117 062

Mesão Frio 109 725

Moreira de Cónegos 128 179

Nespereira 92 516

Pencelo 70 257

Pinheiro 69 216

Polvoreira 104 876

Ponte 131 371

Ronfe 115 311

Prazins (Santa Eufémia) 70 833

Selho (São Cristóvão) 82 614

Selho (São Jorge) 131 587

Candoso (São Martinho) 71 699

Sande (São Martinho) 90 947

São Torcato 107 180

Serzedelo 107 691

Silvares 89 578

Urgezes 125 025

União das freguesias de Abação e Gémeos 108 350

Airão (Santa Maria) 81 124

Airão São João 73 846

Vermil 75 145

União das freguesias de Arosa e Castelões 104 638

União das freguesias de Atães e Rendufe 115 076

União das freguesias de Briteiros Santo Estevão e Donim 95 514

União das freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia 95 039

União das freguesias de Candoso São Tiago e Mascotelos 112 634

Conde 75 682

Gandarela 74 889

União das freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo 114 529

União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião 178 824

Prazins Santo Tirso 73 846

Corvite 66 103

União das freguesias de Sande São Lourenço e Balazar 92 055

Sande (Vila Nova) 84 476

Sande (São Clemente) 84 636

União das freguesias de Selho São Lourenço e Gominhães 95 836

Serzedo 79 119

Calvos 73 846

União das freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar 114 888

Tabuadelo 83 339

São Faustino 73 566

Total – 5 399 361

Póvoa de Lanhoso

Covelas 77 309

Ferreiros 78 463

Galegos 77 309

Garfe 86 176

Geraz do Minho 80 008

Lanhoso 84 265

Monsul 78 926

Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo) 138 467

Rendufinho 85 125

Santo Emilião 78 623

São João de Rei 81 097

Serzedelo 88 310

Sobradelo da Goma 90 345

Taíde 95 224

Travassos 80 182

Vilela 79 923

União das freguesias de Águas Santas e Moure 97 833

União das freguesias de Calvos e Frades 98 331

União das freguesias de Campos e Louredo 98 796

União das freguesias de Esperança e Brunhais 98 331

União das freguesias de Fonte Arcada e Oliveira 109 678

União das freguesias de Verim, Friande e Ajude 111 677

Total – 1 994 398

Terras de Bouro

Balança 77 309

Campo do Gerês 132 864

Carvalheira 88 655

Covide 98 935

Gondoriz 84 564

Moimenta 79 881

Ribeira 76 892

Rio Caldo 95 886

Souto 77 680

Valdosende 91 885

Vilar da Veiga 155 278

União das freguesias de Chamoim e Vilar 104 271

União das freguesias de Chorense e Monte 114 690

União das freguesias de Cibões e Brufe 122 414

Total – 1 401 204

Vieira do Minho

Cantelães 91 158

Eira Vedra 82 545

Guilhofrei 91 789

Louredo 84 564

Mosteiro 89 496

Parada de Bouro 84 564

Pinheiro 89 081

Rossas 125 395

Salamonde 85 578

Tabuaças 88 910

Vieira do Minho 104 125

União das freguesias de Anissó e Soutelo 98 331

União das freguesias de Anjos e Vilar do Chão 119 778

União das freguesias de Caniçada e Soengas 91 749

União das freguesias de Ruivães e Campos 144 226

União das freguesias de Ventosa e Cova 98 331

Total – 1 569 620

Famalicão

Bairro 102 037

Brufe 84 772

Castelões 82 128

Cruz 78 357

Delães 104 110

Fradelos 121 214

Gavião 110 041

Joane 166 273

Landim  96 856

Louro 87 151

Lousado 112 550

Mogege 78 496

Nine 97 699

Pedome 81 272

Pousada de Saramagos 78 409

Requião 105 773

Riba de Ave 96 923

Ribeirão 176 610

Oliveira (Santa Maria) 104 350

Vale (São Martinho) 82 269

Oliveira (São Mateus) 90 988

Vermoim 97 532

Vilarinho das Cambas 81 319

União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 158 972

União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 128 673

Avidos 78 425

Lagoa 73 848

União das freguesias de Carreira e Bente 96 515

Esmeriz 88 064

Cabeçudos 79 021

Gondifelos 97 003

Cavalões 82 956

Outiz 73 848

União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 122 534

Ruivães 87 939

Novais 73 848

União das freguesias de Seide 84 294

União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 159 587

União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 282 879

Total – 4 085 535

Vila Verde

Atiães 78 620

Cabanelas 100 000

Cervães 104 170

Coucieiro 78 857

Dossãos 77 309

Freiriz 87 852

Gême 77 309

Lage 105 686

Lanhas 77 309

Loureira 82 132

Moure 89 713

Oleiros 85 716

Parada de Gatim 78 926

Pico 77 309

Ponte 77 309

Sabariz 77 309

Vila de Prado 131 785

Prado (São Miguel) 82 545

Soutelo 98 809

Turiz 90 419

Valdreu 103 902

Aboim da Nóbrega e Gondomar 105 689

União das freguesias da Ribeira do Neiva 235 506

União das freguesias de Carreiras (São Miguel) e Carreiras (Santiago) 104 641

União das freguesias de Escariz (São Mamede) e Escariz (São Martinho) 104 641

União das freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós 127 931

União das freguesias de Marrancos e Arcozelo 104 641

União das freguesias de Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel) 104 478

União das freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós 128 821

União das freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide 153 000

União das freguesias de Valbom (São Pedro), Passô e Valbom (São Martinho) 127 924

União das freguesias do Vade 169 426

Vila Verde e Barbudo 170 868

Total – 3 500 552

Vizela

Santa Eulália 132 279

Infias 77 300

Vizela (Santo Adrião) 86 373

União das freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João) 210 559

Tagilde 81 563

Vizela (São Paio) 77 695

Total – 665 769

Total – Distrito de Braga 36 832 402

Distrito de Viana do Castelo

Arcos de Valdevez

Aboim das Choças 77 309

Aguiã 79 651

Ázere 77 309

Cabana Maior 94 254

Cabreiro 121 674

Cendufe 77 309

Couto 82 545

Gavieira 129 627

Gondoriz 123 454

Miranda 89 905

Monte Redondo 77 309

Oliveira 77 309

Paçô 84 326

Padroso 89 081

Prozelo 81 748

Rio Frio 103 330

Rio de Moinhos 77 309

Sabadim 84 564

Jolda (São Paio) 77 309

Senharei 88 490

Sistelo 104 280

Soajo 138 946

Vale 96 813

União das freguesias de Alvora e Loureda 98 331

União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela 102 039

União das freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada 123 699

União das freguesias de Eiras e Mei 90 450

União das freguesias de Grade e Carralcova 103 170

União das freguesias de Guilhadeses e Santar 90 450

União das freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão 90 450

União das freguesias de Padreiro (Salvador e Santa Cristina) 90 390

União das freguesias de Portela e Extremo 102 355

União das freguesias de São Jorge e Ermelo 115 620

União das freguesias de Souto e Tabaçô 98 191

União das freguesias de Távora (Santa Maria e São Vicente) 98 331

União das freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá 112 696

Total – 3 450 023

Caminha

Âncora 71 971

Argela 76 574

Dem 84 030

Lanhelas 70 017

Riba de Âncora 73 582

Seixas 79 320

Vila Praia de Âncora 124 309

Vilar de Mouros 74 541

Vile 62 764

União das freguesias de Arga (Baixo, Cima e São João) 151 960

União das freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho 100 032

União das freguesias de Gondar e Orbacém 99 133

União das freguesias de Moledo e Cristelo 91 978

União das freguesias de Venade e Azevedo 84 355

Total – 1 244 566

Melgaço

Alvaredo 78 914

Cousso 85 758

Cristoval 81 242

Fiães 94 254

Gave 95 758

Paderne 99 112

Penso 85 370

São Paio 87 465

União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro 217 108

União das freguesias de Chaviães e Paços 98 331

União das freguesias de Parada do Monte e Cubalhão 134 161

União das freguesias de Prado e Remoães 90 450

União das freguesias de Vila e Roussas 119 586

Total – 1 367 509

Monção

Abedim 89 781

Barbeita 87 621

Barroças e Taias 77 309

Bela 78 635

Cambeses 77 988

Lara 80 914

Longos Vales 96 470

Merufe 117 792

Moreira 78 135

Pias 90 494

Pinheiros 77 309

Podame 77 309

Portela 89 081

Riba de Mouro 96 204

Segude 77 309

Tangil 109 250

Trute 84 564

União das freguesias de Anhões e Luzio 107 175

União das freguesias de Ceivães e Badim 98 331

União das freguesias de Mazedo e Cortes 129 101

União das freguesias de Messegães, Valadares e Sá 118 866

União das freguesias de Monção e Troviscoso 133 464

União das freguesias de Sago, Lordelo e Parada 104 126

União das freguesias de Troporiz e Lapela 97 871

Total – 2 275 099

Paredes de Coura

Agualonga 82 213

Castanheira 86 040

Coura 84 102

Cunha 91 525

Infesta 82 226

Mozelos 77 309

Padornelo 83 388

Parada 82 986

Romarigães 86 261

Rubiães 87 366

Vascões 84 564

União das freguesias de Bico e Cristelo 99 264

União das freguesias de Cossourado e Linhares 98 331

União das freguesias de Formariz e Ferreira 113 473

União das freguesias de Insalde e Porreiras 108 544

União das freguesias de Paredes de Coura e Resende 107 799

Total – 1 455 391

Ponte da Barca

Azias 86 907

Boivães 77 330

Bravães 78 968

Britelo 92 776

Cuide de Vila Verde 77 309

Lavradas 86 236

Lindoso 131 454

Nogueira 77 309

Oleiros 77 309

Sampriz 84 503

Vade (São Pedro) 77 309

Vade (São Tomé) 76 967

União das freguesias de Crasto, Ruivos e Grovelas 119 142

União das freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil 145 603

União das freguesias de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães 151 221

União das freguesias de Touvedo (São Lourenço e Salvador) 90 971

União das freguesias de Vila Chã (São João Baptista e Santiago) 103 817

Total – 1 635 131

Ponte de Lima

Anais 89 800

São Pedro d’Arcos 81 221

Arcozelo 116 877

Beiral do Lima 84 625

Bertiandos 63 021

Boalhosa 76 856

Brandara 63 021

Calheiros 88 566

Calvelo 67 571

Correlhã 101 782

Estorãos 98 320

Facha 89 861

Feitosa 72 452

Fontão 71 428

Friastelas 77 309

Gandra 69 475

Gemieira 78 977

Gondufe 81 121

Labruja 96 541

Poiares 85 655

Refóios do Lima 98 084

Ribeira 86 709

Sá 63 021

Santa Comba 63 021

Santa Cruz do Lima 63 021

Rebordões (Santa Maria) 72 442

Seara 64 764

Serdedelo 82 404

Rebordões (Souto) 75 991

Vitorino das Donas 69 917

Arca e Ponte de Lima 120 567

Ardegão, Freixo e Mato 129 805

Gaifar 88 136

Sandiães 88 136

Vilar das Almas 88 136

Bárrio e Cepões 104 641

Cabaços e Fojo Lobal 104 641

Cabração e Moreira do Lima 125 802

Fornelos e Queijada 104 359

Labrujó, Rendufe e Vilar do Monte 111 471

Navió e Vitorino dos Piães 114 713

Total – 3 574 260

Valença

Boivão 89 081

Cerdal 98 527

Fontoura 86 886

Friestas 64 239

Ganfei 79 711

São Pedro da Torre 75 955

Verdoejo 64 638

União das freguesias de Gandra e Taião 101 896

União das freguesias de Gondomil e Sanfins 107 783

União das freguesias de São Julião e Silva 98 331

União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão 151 732

Total – 1 018 779

Viana do Castelo

Afife 88 075

Alvarães 97 039

Amonde 70 276

Anha 94 108

Areosa 130 770

Carreço 92 969

Castelo do Neiva 98 317

Darque 161 735

Freixieiro de Soutelo 80 055

Lanheses 82 801

Montaria 113 145

Mujães 75 989

São Romão de Neiva 75 903

Outeiro 90 341

Perre 103 410

Santa Marta de Portuzelo 113 917

Vila Franca 82 255

Vila de Punhe 86 174

Chafé 94 565

Barroselas 112 238

Carvoeiro 86 746

Cardielos 76 435

Serreleis 74 417

União das freguesias de Geraz do Lima (Santa Maria, Santa Leocádia e Moreira) e Deão 135 808

Mazarefes 76 598

Vila Fria 80 887

União das freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda 122 053

União das freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã 117 134

União das freguesias de Torre e Vila Mou 84 043

União das freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela 390 177

Total – 3 188 380

Vila Nova de Cerveira

Cornes 82 843

Covas 126 427

Gondarém 89 473

Loivo 84 647

Mentrestido 79 611

Sapardos 84 518

Sopo 98 745

União das freguesias de Campos e Vila Meã 107 843

União das freguesias de Candemil e Gondar 99 868

União das freguesias de Reboreda e Nogueira 98 730

União das freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe 107 354

Total – 1 060 059

Total – Distrito de Viana do Castelo 20 269 197

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“Ser presidente da Câmara de Guimarães é a maior honra da minha vida cívica e política”

12 October 2026 at 22:46

Ricardo Araújo, autarca de Guimarães, assinalou hoje o primeiro aniversário da eleição como presidente da Câmara Municipal, deixando um “profundo agradecimento” aos vimaranenses.

“Ser presidente da Câmara Municipal de Guimarães é a maior honra da minha vida cívica e política. Um ano depois, o meu primeiro sentimento é de profundo agradecimento pela confiança dos vimaranenses e pela força com que, juntos, vivemos e sentimos o nosso concelho”, referiu.

Numa publicação na rede social Facebook, acompanhada pela música “People Have The Power”, de Patti Smith, o presidente da Câmara sublinha que este é um projeto que, desde a primeira hora, “se constrói verdadeiramente com e para todos os vimaranenses”: “É com esse compromisso, contando com todos, que estamos a construir o futuro de Guimarães”.

“Estamos a cumprir e a transformar com trabalho, proximidade e ação. Hoje, estamos cada vez mais Juntos por Guimarães”, conclui.

A Coligação Juntos Por Guimarães (PSD/CDS-PP) venceu as eleições autárquicas de 12 de outubro de 2025 com maioria absoluta, elegendo seis vereadores, enquanto o PS, que governou este município nos 36 anos anteriores, elegeu quatro vereadores, e o Chega um.

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Governo ‘dá’ 667 milhões aos municípios do Minho: Guimarães é quem mais recebe

12 October 2026 at 16:05

Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.

De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).

No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.

Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).

No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.

Distrito de Braga

Amares – 15.472.638 euros

Barcelos – 67.430.659 euros

Braga – 69.847.301 euros

Cabeceiras de Basto – 18.095.387 euros

Celorico de Basto – 20.663.455 euros

Esposende – 17.478.545 euros

Fafe – 35.793.572 euros

Guimarães – 75-661.898 euros

Póvoa de Lanhoso – 17.123.023 euros

Terras de Bouro – 13.095.503 euros

Vieira do Minho – 14.698.923 euros

Vila Nova de Famalicão – 59.355.925 euros

Vila Verde – 34.784.838 euros

Vizela – 14.125.160 euros

Total – 473.626.827 euros

Distrito de Viana do Castelo

Arcos de Valdevez – 26.517.721 euros

Caminha – 12.699.506 euros

Melgaço – 12.855.327 euros

Monção – 18.027.381 euros

Paredes de Coura – 12.996.839 euros

Ponte da Barca – 14.202.199 euros

Ponte de Lima – 32.224.516 euros

Valença – 12.492.641 euros

Viana do Castelo – 39.246.384 euros

Vila Nova de Cerveira – 12.183.265 euros

Total: 193.445.779 euros

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Estes históricos jardins de Guimarães passaram a integrar a mais prestigiada rota internacional

12 October 2026 at 14:17

Os Jardins Históricos da Casa de Margaride, em Guimarães, passam a integrar a mais prestigiada Rota internacional de Jardins Históricos, juntando-se ao Parque de Serralves, aos Jardins do Palácio Nacional de Queluz e aos Parques da Pena e de Monserrate, em Sintra, foi hoje anunciado.

Em comunicado enviado a O MINHO, a Casa de Margaride explica que a candidatura foi aprovada na Assembleia Geral da European Route of Historic Gardens (ERHG), realizada em Atenas de 07 a 09 deste mês.

“Esta admissão constitui um novo marco num percurso de conservação, valorização e reconhecimento patrimonial que, ao longo dos últimos catorze anos, tem alcançado sucessivas distinções nacionais e internacionais”, salienta o comunicado.

Para a Casa de Margaride, reveste-se de particular importância a integração numa Rota certificada como Itinerário Cultural do Conselho da Europa, distinção que confere a este reconhecimento uma dimensão europeia de especial prestígio.

“A admissão dos Jardins Históricos da Casa de Margaride inscreve este património vimaranense num percurso de valorização da história, da cultura e da paisagem europeias, reforçando a sua projeção internacional e o seu significado para Guimarães”, destaca.

Em 2012, a classificação da Casa e dos Jardins de Margaride como Monumento de Interesse Público reconheceu a dimensão arquitectónica deste conjunto histórico. Dez anos depois, em 2022, a classificação do jardim como Arvoredo de Interesse Público consagrou também o seu valor botânico, tendo, nesse mesmo ano, três das suas árvores sido autonomamente classificadas como de Interesse Público.

“Esta dupla classificação reconhece, assim, duas dimensões complementares do seu valor patrimonial e faz de Margaride o único jardim privado do Norte de Portugal duplamente inscrito no rol do Património Nacional”, observa a Casa de Margaride.

Em 2023, uma camélia japónica do jardim, classificada como de Interesse Público em 2022, foi eleita Árvore do Ano de Guimarães. Em 2024, o mesmo exemplar conquistou o título de Árvore do Ano de Portugal e, em 2025, representou o país no concurso Árvore Europeia do Ano, alcançando o quarto lugar.

“Em 2026, a integração na Rota Europeia de Jardins Históricos vem dar continuidade a este percurso e coroar o consistente e apurado trabalho de conservação, valorização e promoção que a Casa e os Jardins de Margaride têm vindo a desenvolver. Às classificações patrimoniais de 2012 e 2022 e às distinções alcançadas entre 2023 e 2024 sucede agora a admissão numa Rota internacional, que reconhece o valor histórico, paisagístico e botânico de um jardim que alia património vivo, autenticidade e continuidade familiar”, pode ler-se no comunicado.

Documentada desde 1021 e na mesma família há mais de cinco séculos, ao longo de treze gerações, a Casa de Margaride conserva um jardim barroco português criado por volta de 1675. Murado e organizado em três espaços de composição sequencial, axial e simétrica, distingue-se pela singularidade e raridade da sua coleção de camélias multiseculares, cujo porte e trabalho em topiária lhe conferem excecional valor botânico e paisagístico.

Sobressai a Casa de Fresco: uma estrutura vegetal composta por uma monumental camélia com cerca de quinze metros de altura, circunscrita por uma alta sebe de buxo, formando um círculo com cerca de quarenta metros de perímetro. Parterres de flores sazonais, fontes, muros e um antigo sistema hidráulico em pleno funcionamento completam o conjunto.

“No ano em que Guimarães é Capital Verde Europeia, esta distinção evidencia o contributo dos agentes públicos e privados para a conservação da natureza e do património, demonstrando como a preservação de um jardim histórico pode conciliar memória, biodiversidade e valorização do território”, enfatiza.

“Membro fundador da Rota Portuguesa de Jardins Históricos, Margaride reforça, com esta admissão, a sua projeção internacional e abre novas oportunidades de cooperação e turismo cultural. Estima-se que, ao longo de 2026, a Casa e os Jardins de Margaride recebam cerca de 2.000 visitantes, contribuindo para a valorização da oferta cultural e turística de Guimarães”, conclui o comunicado.

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O Benfica ressuscitou ou o Guimarães é que não apareceu?

12 October 2026 at 13:47
O Vitória de Guimarães afunda na crise com uma nova derrota. Enquanto isso o Santa Clara surpreende no topo e o voleibol do Sporting vence a Taça Ibérica. 

Homem detido por suspeita de incêndio em Guimarães

12 October 2026 at 13:37
Fogo teve origem numa queima não autorizada, tendo o autor perdido o controlo. O suspeito foi constituído arguido e sujeito à medida de coação de termo de identidade e residência.

© ESTELA SILVA/LUSA

Só foi possível extinguir as chamas com a presença dos bombeiros

Guimarães: Fez queima sem autorização, provocou incêndio e acabou detido

12 October 2026 at 11:42

Um homem, de 52 anos, foi detido pelo crime de incêndio florestal, no concelho de Guimarães, na passada sexta-feira, informou a GNR.

Em comunicado hoje enviado às redações, o Comando Territorial de Braga refere que “os militares da Guarda verificaram que o incêndio teve origem numa queima não autorizada de amontoados de sobrantes provenientes de corte/desbaste de árvores, cujo autor perdeu o controlo provocando assim um incêndio descontrolado que só foi possível extinguir com a presença dos bombeiros”.

O detido foi constituído arguido e sujeito a termo de identidade e residência e os factos foram remetidos ao Tribunal Judicial de Braga – DIAP de Guimarães.

A GNR salienta que “a realização de queimas de sobrantes e queimadas está sujeita a comunicação prévia ou a pedido de autorização, conforme o regime jurídico aplicável. Ainda que devidamente autorizadas, estas ações devem ser efetuadas com o estrito cumprimento das normas de segurança definidas pelas entidades competentes, atendendo às condições meteorológicas e ao risco de incêndio rural”.

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Depois de Ponte de Lima, gasolineira com preços 10% mais baratos já abriu novo posto no Norte

12 October 2026 at 10:47

A Plenergy, gasolineira ‘low-cost’ espanhola que inaugurou, recentemente, postos em Ponte de Lima, Braga e Guimarães, já abriu um novo espaço no Norte, desta vez na cidade do Porto.

“A chegada à segunda maior cidade do país sublinha o compromisso da empresa em alargar a sua rede de abastecimento, proporcionando o acesso a combustível de alta qualidade a cada vez mais consumidores”, salienta a Plenergy em comunicado enviado a O MINHO.

A mais recente estação da marca está localizada na Avenida da Cidade de León, próxima do Nó das Areias da A43, na área envolvente ao Parque Oriental da cidade do Porto. “Tendo em vista a garantia de um serviço ágil e adaptado à elevada mobilidade que caracteriza os grandes centros urbanos, o posto está dotado de duas ilhas de abastecimento, concebidas para assegurar a fluidez e a eficiência no momento do abastecimento”, sublinha o comunicado.

Em total alinhamento com a identidade da operação, a estação do Porto adotará um modelo de funcionamento híbrido. O espaço encontra-se operacional para abastecimentos de forma automática durante 24 horas por dia, dispondo de uma equipa presencial de colaboradores durante o período diurno para prestar apoio direto aos clientes.

A operadora salienta que “mantém a sua premissa de negócio intacta: aliar a excelência do produto a uma clara vantagem financeira, assegurando aos clientes poupanças que rondam os 10% face à média de preços praticados a nível regional”.

“A abertura desta primeira estação na cidade do Porto representa um momento decisivo para a consolidação da nossa operação a nível nacional. Estamos focados em executar o nosso plano de crescimento, assegurando que as famílias dispõem de uma alternativa que oferece os mais elevados padrões de qualidade, conjugados com uma poupança diária efetiva”, afirma Tiago Preguiça, responsável da Plenergy em Portugal, citado no comuniciado.

Atualmente, a Plenergy conta com 23 estações em funcionamento em Portugal e prevê continuar a reforçar a presença no país até final de 2026, com novas aberturas em Palmela, Moita, Coimbra, Vale de Cambra e Almada.

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22h. Liga Portugal. SL Benfica vence Vitória SC por 2-0

11 October 2026 at 22:15
Com a vitória, o Benfica soma 19 pontos e ocupa o segundo lugar da tabela, e continua na perseguição do FC Porto, que lidera o campeonato, com 24 pontos. Ainda, MURPI exige explicações sobre pensões.

"Todos precisam de golos e o Sudakov andava à procura"

11 October 2026 at 21:18
Marco Silva destacou meia hora "muito boa", admitiu que faltou depois alguma paciência na gestão do jogo mas falou de uma vitória justa "sem conceder oportunidades" carimbada com um golo de Sudakov.

Padre Guilherme atuou numa prisão na Argentina

11 October 2026 at 21:05

O padre Guilherme Peixoto, natural de Guimarães, atuou esta sexta-feira no Complexo de Alojamento Permanente Almafuerte II, um estabelecimento prisional em Mendoza, na Argentina, durante a inauguração de uma capela construída por reclusos.

Segundo o porta-voz do Arcebispado de Mendoza, Marcelo De Benedectis, citado pelo site do Governo de Mendoza, “é a primeira cadeia que o padre Guilherme visita fora de Portugal”.

A capela inaugurada é dedicada a São Carlo Acutis, o “santo dos millennials”.

Segundo a mesma fonte, a atividade reuniu cerca de 120 jovens adultos entre os 18 e os 21 anos, e cerca de 30 mulheres.

“Durante a visita, o sacerdote partilhou palavras de reflexão e fez uma intervenção musical, utilizando a música eletrónica como ferramenta para transmitir a sua mensagem espiritual”, descreve a mesma fonte, lembrando que Guilherme Peixoto é internacionalmente conhecido por combinar música eletrónica com cantos gregorianos e mensagens religiosas.

A passagem pelo complexo prisional ocorreu no âmbito da sua visita a Mendoza, onde tem prevista uma apresentação no Teatro Grego Frank Romero Day.

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El sacerdote y DJ portugués Guilherme Peixoto visitó este viernes el Complejo de Alojamiento Permanente Almafuerte II, en Mendoza, donde participó de la inau...

Se o tango com um já é bom, com dois é demais

11 October 2026 at 20:08
Benfica criou inúmeras oportunidades apoiado nos lances de génio de Prestianni, perdeu gás mas entrada de Echeverri deu o mote para nova aceleração que fechou de vez o regresso aos triunfos (2-0).

Prestianni e Echeverri construíram o lance do segundo golo marcado por Sudakov, que tinha acabado de entrar em campo

Benfica vence V. Guimarães e recupera 2.º lugar

11 October 2026 at 16:59
Depois da derrota no Dragão, e numa ronda em que FC Porto e Sporting já tinham ganho, Benfica regressou aos triunfos na Luz frente ao V. Guimarães (2-0). Dahl (24') e Sudakov (75') marcaram os golos.

4h. Benfica recebe o Vitória Sport Clube, este domingo

11 October 2026 at 04:14
O jogo marca o regresso de ambas as equipas à Liga Portugal depois da pausa para seleções de cerca de 3 semanas. Ainda, Trump tenciona falar com o príncipe herdeiro saudita sobre o ataque.

Pentágono Urbano pede ajuda ao Governo para enfrentar crise do têxtil, vestuário e calçado

9 October 2026 at 18:38

Os autarcas do Pentágono Urbano pediram hoje ao Governo respostas para os setores têxtil, do vestuário e do calçado, que passam por uma “crise complicada, muito fruto do contexto internacional”.

No final de uma reunião em Barcelos, o presidente do Pentágono Urbano, Mário Constantino Lopes, sublinhou que a região do Minho representa quase 50% dos setores têxtil, do vestuário e do calçado a nível nacional.

O Pentágono Urbano é uma associação de municípios que junta Barcelos, Braga, Guimarães, Vila Nova de Famalicão e Viana do Castelo.

“Percebemos que a nossa região é muito forte nestes três setores, do têxtil, do vestuário e do calçado, e que, atualmente, passamos uma crise complicada nestes setores, muito fruto do contexto internacional que vivemos”, disse Mário Constantino, também presidente da Câmara de Barcelos.

Aludiu, concretamente, à questão da energia, à questão dos mercados, à retração do consumo e também à “competição desleal com alguns dos mercados que têm custos de contexto muito mais acessíveis do que Portugal”.

Nesse sentido, o Pentágono decidiu sentar à mesa empresários daqueles setores e vários organismos tutelados pelo Ministério da Economia, incluindo o secretário de Estado da Administração Local, Silvério Regalado, para identificar as dificuldades e constrangimentos daqueles setores e quais as oportunidades e os caminhos à disposição.

“Só nestes cinco municípios, e nos municípios que integram também o Ave, o Cávado e o Alto Minho, estão 50% do têxtil, vestuário e calçado a nível nacional, o que é um número absolutamente avassalador”, sublinhou.

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Municípios do Ave apoiam criação da Área Metropolitana do Minho

9 October 2026 at 15:22

O Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal (CIM) do Ave aprovou, hoje, por unanimidade, uma proposta de compromisso que manifesta o apoio político dos municípios do Ave ao processo de criação da futura Área Metropolitana do Minho.

Em comunicado, a CIM do Ave explica que “o compromisso prevê a união de esforços e o desenvolvimento dos diálogos institucionais necessários à convergência estratégica, que permita aportar novas ferramentas e novas oportunidades de valorização de toda a região”.

A deliberação expressa ainda “a vontade de trabalhar em conjunto, ultrapassando fronteiras administrativas, para que o Minho tenha uma voz única, forte e representativa junto dos centros de decisão nacionais e europeus”.

Na fundamentação da proposta, o Conselho Intermunicipal sublinha a relevância económica e exportadora do Minho e defende que uma escala de cooperação mais ampla poderá contribuir para a modernização dos territórios e para a melhoria da qualidade de vida das populações.

A posição é assumida pelos oito municípios que integram a CIM do Ave: Cabeceiras de Basto, Fafe, Guimarães, Mondim de Basto, Póvoa de Lanhoso, Vieira do Minho, Vila Nova de Famalicão e Vizela.

A criação da Área Metropolitana do Minho foi oficialmente lançada a 21 de julho, pelos presidentes das câmaras de Braga e Guimarães.

A CIM do Cávado já tinha manifestado “apoio político inequívoco” à criação da Área Metropolitana do Minho.

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Grupo de Guimarães vai construir escolas em Angola com argila, madeira de paletes e alimentadas a energia solar

8 October 2026 at 23:04

O Grupo MCA, de Guimarães, assinou dois protocolos de cooperação com a Universidade Agostinho Neto (UAN), o Ministério da Educação e o Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional (INEFOP) para a construção de duas “escolas sustentáveis”, no Cazombo e no Luau, na província do Moxico Leste, em Angola, foi hoje divulgado pela empresa.

As escolas terão, no total, 19 salas de aulas para até 1.520 alunos e serão construídas segundo princípios de sustentabilidade, recorrendo maioritariamente à argila, uma matéria-prima de origem local, e ao reaproveitamento de madeira das paletes utilizadas no transporte dos painéis solares dos projetos fotovoltaicos da MCA. Os edifícios beneficiarão ainda da energia produzida por essas infraestruturas.

“Estas escolas representam muito mais do que novas infraestruturas: são um investimento no futuro das comunidades. Este projeto mostra como o conhecimento académico, o investimento empresarial, as políticas públicas e a participação local podem trabalhar em conjunto para criar respostas concretas e duradouras. Ao criar melhores condições de aprendizagem, promover formação profissional certificada e envolver a população local no próprio processo de construção, estamos a transformar esta iniciativa numa oportunidade de capacitação, emprego e desenvolvimento sustentável. Queremos deixar escolas, mas queremos também deixar conhecimento, competências e confiança nas comunidades, para que este impacto continue muito para além da conclusão das obras”, salienta Elisabete Alves, PCA da MCA Angola, citada em comunicado.

As escolas do Luau e do Cazombo são as primeiras a surgir nos territórios onde a MCA está a desenvolver projetos de energia e eletrificação em Angola, procurando “prolongar o impacto desses investimentos para além da infraestrutura energética”.

A ligação às infraestruturas de energia renovável desenvolvidas pela MCA nestas regiões é um dos seus elementos distintivos: “a energia necessária ao funcionamento das escolas será produzida pelos parques fotovoltaicos, contribuindo para um modelo de ensino mais sustentável e adaptado à realidade local”.

A disponibilidade de eletricidade permitirá ainda “prolongar o horário de utilização dos espaços e otimizar a formação profissional, comprovando, no terreno, os efeitos práticos da eletrificação na educação e na capacitação das comunidades”, explica a empresa de Guimarães.

A escola do Luau terá 12 salas com capacidade para mais de 900 alunos por ano e a escola de Cazombo terá sete salas e capacidade para mais de 500 alunos por ano, distribuídos em dois turnos diários.

O mobiliário escolar será produzido nas carpintarias da MCA, no âmbito do projeto “Re-cycle”, cuja matéria-prima é, igualmente, a madeira das paletes. A produção do mobiliário ocorrerá em regime de capacitação para jovens locais, que receberão formação nas carpintarias da empresa e terão acesso a certificações emitidas pelo INEFOP.

O Departamento de Arquitetura da Faculdade de Engenharia da UAN será responsável pela conceção dos projetos de arquitetura e de mobiliário escolar e pelo acompanhamento da execução em obra. Já o Ministério da Educação tem a responsabilidade de assegurar os terrenos, as licenças e as aprovações necessárias, bem como o funcionamento e a manutenção das escolas, incluindo a alocação de professores, auxiliares e restantes profissionais.

Sempre que possível, pais e familiares dos futuros alunos, bem como outros membros das comunidades, poderão participar na construção das escolas em regime de formação, sob responsabilidade e certificação do INEFOP. “A formação profissional decorrerá em contexto real de trabalho, com acompanhamento técnico e orientação profissional, para o desenvolvimento de competências ajustadas às necessidades do mercado de trabalho local”, acrescenta.

O INEFOP ficará responsável por identificar, selecionar, formar e certificar candidatos das comunidades locais, bem como disponibilizar técnicos e formadores especializados para apoiar as ações de formação. No final destas ações, está prevista a emissão de diplomas e o registo dos formandos na base de dados do Instituto como candidatos a oportunidades profissionais nas respetivas áreas.

Como O MINHO noticiou, o Grupo MCA de Guimarães inaugurou, em maio deste ano, o maior parque fotovoltaico ‘off-grid’ de África em Luau, Angola, com um investimento de 87 milhões de euros.

O Parque fotovoltaico do Luau foi o segundo a ser entregue, depois de Cazombo, no âmbito do Projeto de Eletrificação Rural de 60 comunas em Angola.

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César Teixeira, deputado municipal em Guimarães, é o novo presidente da AIMA

7 October 2026 at 16:48

O administrador da Agência para a Integração, Migrações e Asilo César Teixeira, de Guimarães, será o novo presidente da estrutura, anunciou hoje o ministro da Presidência, avisando que o país entrou numa nova fase de gestão do processo migratório.

Numa audiência na Comissão Parlamentar dos Assuntos Constitucionais, Leitão Amaro elogiou o atual presidente, Pedro Portugal Gaspar, com quem foi feito um balanço da “primeira fase” da gestão da política migratória, que incluiu a resolução de pendências e as alterações legais.

“Chegamos conjuntamente à conclusão de que os resultados foram muito positivos” e o Governo “demonstrou grande confiança na capacidade de trabalho” do atual presidente, mas é “necessária uma nova fase em que as prioridades são outras”.

“A decisão foi uma evolução na continuidade” e este ano “haverá um novo presidente, que é atual membro do conselho diretivo, César Teixeira”, disse.

“Contamos com o doutor Pedro Portugal Gaspar para outras funções”, mas “não será necessariamente aquilo que a senhora deputada diz”, disse, respondendo a Vanessa Barata (Chega), que recordou que o nome do ainda presidente estava para ser ouvido para a Autoridade de Concorrência.

César Nuno da Costa Teixeira é licenciado em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (1998) e frequentou o Curso de Fiscalidade Empresarial pela Universidade Católica Portuguesa (2001).

Foi advogado na CLT – Sociedade de Advogados, que tem o ex-deputado e ex-vice-presidente do PSD André Coelho Lima como sócio principal, e é deputado social-democrata da Assembleia Municipal de Guimarães desde 2021, órgão que é hoje presidido pelo secretário de Estado Adjunto da Presidência e Imigração, Rui Armindo de Freitas, que tem a tutela da AIMA. 

A par de Pedro Portugal Gaspar, César Teixeira é o único elemento do conselho diretivo da AIMA, nomeado no governo anterior da AD, em 2024, que permanecia em funções.

“A razão [da escolha] pode ser resumida nisto: consideramos ser necessária uma evolução na continuidade”, afirmou António Leitão Amaro.

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