Um violento acidente rodoviário tirou a vida a um jovem de 18 anos ao final da tarde da passada segunda-feira, 19 de outubro. A tragédia ocorreu na Estrada Nacional 205, na freguesia de Carrazedo, no concelho de Amares, na sequência de uma colisão entre um automóvel ligeiro e um motociclo.
O alerta para o sinistro mobilizou rapidamente os meios de socorro, tendo estado no local um contingente constituído por 11 operacionais, apoiados por cinco viaturas dos Bombeiros Voluntários de Amares e do INEM. Apesar do empenho das equipas de emergência, o jovem condutor da moto não resistiu à gravidade dos ferimentos provocados pelo forte impacto, cujo óbito acabou por ser declarado.
Segundo informações prestadas pelo Comando Sub-regional do Cávado, do embate resultou ainda um ferido ligeiro, ocupante do veículo ligeiro envolvido no acidente. Diante do cenário de forte comoção, o INEM destacou igualmente uma equipa de apoio psicológico para prestar assistência no local.
As autoridades policiais, através do Posto Territorial de Amares da Guarda Nacional Republicana (GNR), registaram a ocorrência e assumiram a investigação para apurar as circunstâncias em que se deu a colisão.
Um rapaz de 18 anos morreu, ao final da tarde desta segunda-feira, numa colisão de mota com carro, na Estrada Nacional 205, na freguesia de Carrazedo, do concelho de Amares.
As primeiras informações apontam que o jovem não resistiu aos graves ferimentos, devido à violência do choque, ocorrido cerca das 18:15, tendo estado no local da ocorrência um total de onze operacionais e cinco veículos dos Bombeiros Voluntários de Amares e do INEM.
A ocorrência foi registada pelo Posto Territorial de Amares da Guarda Nacional Republicana.
O hotel Pousada Mosteiro de Amares voltou a ganhar o prémio de “Resort Mais Romântico da Europa”, dos World Travel Awards, conhecidos como os “Óscares do Turismo”, numa cerimónia realizada no sábado, em Kotor, no Montenegro.
A Pousada de Santa Maria do Bouro, mais conhecida como Pousada Mosteiro Amares, resulta da restauração de um Mosteiro Cisterciense do séc. XII, um trabalho do arquiteto Eduardo Souto de Moura, premiado com o Prémio Pritzker 2011.
Propriedade do Grupo Pestana, já havia conquistado o prémio em 2024.
Foto: DRFoto: DR
“A Pousada encontra-se localizada apenas a 17 minutos do Parque Nacional da Peneda-Gerês envolvida com paisagens fascinantes”, pode ler-se na descrição do seu site.
O hotel tem piscina exterior, campo de ténis, parque de estacionamento, restaurante e bar com lareira.
“Os quartos são acolhedores e confortáveis, com mobiliário assinado pelo Siza Vieira e equipados com televisão por cabo e internet wi-fi gratuito”, acrescenta.
Atribuídos desde 1993, os World Travel Awards são considerados os “Óscares do Turismo” mundial. Os World Travel Awards são uma iniciativa global que reconhece e premeia a excelência em viagens e turismo com base na votação de profissionais da indústria de viagens, comunicação social e consumidores de todo o mundo
Vencedores portugueses
Portugal – Melhor Destino da Europa Turismo de Portugal – Melhor Organismo Oficial de Turismo Algarve – Melhor Destino de Praia Madeira – Melhor Destino Insular Açores – Melhor Destino Regional de Turismo de Aventura Lisboa – Melhor Destino Urbano Lisboa – Melhor Destino de Cruzeiros Porto – Melhor Destino Urbano Cultural Passadiços do Paiva, Arouca – Melhor Atração Turística de Aventura Dark Sky Alqueva – Melhor Atração Turística Dark Sky Alqueva – Prémio de Turismo Responsável TAP Air Portugal – Melhor Companhia Aérea para África TAP Air Portugal – Melhor Companhia Aérea para a América do Sul Azores Airlines – Melhor Companhia Aérea para a América do Norte SATA Air Açores – Melhor Companhia Aérea Regional Amazing Evolution – Melhor Operador de Hotéis Boutique Amazing Evolution – Melhor Empresa de Gestão Hoteleira Aquashow Water Park – Melhor Parque Aquático NETVIAGENS.pt – Melhor Agência de Viagens Online Top Atlântico – Melhor Agência de Viagens
Hotéis e resorts portugueses distinguidos
Renaissance Porto Lapa Hotel – Melhor Hotel de Negócios 1908 Lisboa Hotel – Melhor Hotel de Design Estoril Vintage Hotel – Melhor Hotel Pine Cliffs Residence – Melhores Residências Hoteleiras Hyatt Regency Vilamoura Algarve – Melhor Hotel Lifestyle Pestana Palace Lisboa – Melhor Hotel de Negócios de Luxo Dunas Douradas Beach Club – Melhores Villas de Resort Cascade Wellness Resort – Melhor Resort Desportivo Inspira Liberdade Boutique Hotel – Melhor Hotel Urbano Sustentável White Shell Beach Villas – Melhor Resort de Villas L’AND Vineyards – Melhor Hotel numa Região Vitivinícola Pousada Mosteiro de Amares – Resort Mais Romântico
O Governo lançou hoje um projeto-piloto de 500 mil euros para incentivar o abate adicional de javalis em mais de 1.300 zonas de caça, distribuídas por 65 concelhos de 15 distritos de Portugal continental.
Segundo um aviso hoje publicado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), os apoios destinam-se às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça, com incentivos de 50 euros por macho e 70 euros por fêmea abatidos acima da média histórica, até ao limite de 2.000 euros por zona de caça.
No distrito de Braga, o projeto abrange os concelhos de Barcelos, Amares e Vila Verde.
Fonte: ICNFFonte: ICNF
Denominado “Controlo de Densidades Excessivas de Javali em Áreas Críticas”, o projeto abriu hoje as pré-inscrições e decorrerá até 31 de maio de 2027, procurando reduzir os prejuízos agrícolas e florestais, os acidentes rodoviários e os riscos sanitários associados à espécie.
O programa prevê ainda um incentivo adicional de 10 euros por exemplar encaminhado para um estabelecimento aprovado de manuseamento de caça, promovendo o aproveitamento da carne em condições de segurança alimentar, valor igualmente sujeito ao limite máximo de apoio.
Podem beneficiar destes incentivos as entidades titulares de zonas de caça associativas ou turísticas e as gestoras de zonas de caça municipais ou nacionais, desde que cumpram os requisitos legais e administrativos estabelecidos pelo ICNF.
Os apoios serão calculados com base nos abates adicionais comprovados relativamente à média das épocas venatórias de 2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025, sendo estabelecido um limiar mínimo de 10 animais por zona de caça, mesmo quando não exista histórico validado.
A seleção dos 65 concelhos assentou em sete critérios técnicos, científicos e territoriais, incluindo os danos agrícolas e florestais, a pressão populacional da espécie, as características dos habitats, a proximidade de áreas urbanas, a sinistralidade rodoviária, o risco sanitário e a expansão territorial do javali.
O ICNF considerou igualmente um estudo da Universidade de Aveiro sobre a evolução da presença e expansão de javalis no território nacional.
Os exemplares abatidos terão de ser identificados com selos específicos, registados individualmente na plataforma RUBUS e acompanhados de fotografias georreferenciadas e amostras de pelo, para permitir a verificação dos resultados e prevenir irregularidades.
As montarias abrangidas pelo projeto devem ser comunicadas ao ICNF com uma antecedência mínima de oito dias, estando previstas ações de acompanhamento, verificação e fiscalização.
O aviso estabelece ainda que, caso os pedidos de pagamento ultrapassem a dotação global de 500 mil euros, os montantes elegíveis serão reduzidos proporcionalmente, podendo o programa terminar antecipadamente se as verbas forem esgotadas.
A adesão é efetuada através da plataforma eletrónica https://javalicontrol.icnf.pt/, podendo as entidades interessadas consultar as condições de participação, os critérios de elegibilidade e a lista dos 65 concelhos abrangidos no aviso publicado pelo ICNF, disponível aqui.
Após a conclusão do projeto-piloto, será avaliada a eficácia deste modelo de incentivos enquanto instrumento de gestão sustentável das populações de javali.
No Médio Tejo, os municípios de Mação e Sardoal promoveram recentemente reuniões com associações de caçadores para discutir medidas de controlo da espécie, perante os prejuízos na agricultura e os riscos para a segurança rodoviária.
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo tinha manifestado disponibilidade para os seus 11 municípios integrarem este projeto-piloto, mas apenas Abrantes, Mação e Sardoal constam da lista agora publicada.
O Tribunal de Instrução do Porto procede em outubro à decisão instrutória de um inquérito que envolve 16 pessoas, 15 homens e uma mulher, que o Ministério Público (MP) do Porto acusou do crime de tráfico de armas praticado, entre 2020 e 2021 na zona de Braga e em concelhos limítrofes.
O juiz de instrução já procedeu ao debate instrutório, realizado após vários arguidos o terem solicitado, por não aceitarem a validade dos crimes de que estão acusados.
Conforme O MINHO noticiou, a atividade do grupo, com arguidos residentes em Braga, Amares, Póvoa de Lanhoso, Guimarães, Póvoa de Varzim, Vila do Conde e Santo Tirso foi investigada pela Polícia Judiciária (PJ) do Porto que detetou a venda de dezenas de armas a cidadãos, entre pistolas, revólveres, carabinas e espingardas (uma delas elétricas, outras de ar comprimido) e ainda detonadores, facas, soqueiras, aerossóis lacrimogéneos e coldres.
Na operação de desmantelamento da rede, que era liderada pelos arguidos Luís Lopes, de 51 anos e Domingos Marques, de 42, ambos de Braga, a PJ apreendeu mais de cem armas de várias tipologias e milhares de munições, quase todas elas sem registo ou com calibres de guerra.
Contactado por O MINHO, o advogado João Ferreira Araújo, defensor de Domingos Marques, disse, apenas, que espera que se faça justiça.
Venda de armas fora do circuito legal
A acusação diz que Luís Lopes, Domingos Marques, Carlos Carneiro, Daniel Machado, Carlos Osório, Armando Ribeiro, João Azevedo, Tiago Batista, Rui Azevedo, Ricardo Tavares, Rúben Machado, João Gomes, António Araújo e Miguel Cunha “faziam parte de um grupo de indivíduos que estabelecia contactos entre si para a concretização de negócios para aquisição e venda de armas fora do circuito legal”.
Acentua que Luís Lopes, também conhecido como “Simpson”, e Domingos Marques, conhecido como “Mingos”, “assumiam um papel preponderante e, desde fevereiro de 2020, dedicaram-se à compra e venda de armas de fogo e munições, fazendo-o fora do circuito comercial devidamente condicionado e controlado e com o propósito de obterem vantagens patrimoniais”.
O magistrado sublinha que Luís Lopes “é o mentor e líder deste grupo, sendo o arguido Domingos Marques o seu colaborador direto, cabendo ao primeiro a implementação dos negócios de compra e venda de armas de fogo e munições, e ao segundo a permanente e direta coadjuvação, sendo o propósito de ambos alcançarem vantagem patrimonial com esses negócios, valendo-se de contactos que estabeleciam com os demais arguidos com quem repartiam os lucros”.
Diz, também, que o Luís Lopes “acordou com a sua companheira, Paula Moreira, que esta procedia à recolha e entrega de armas de fogo e munições, sempre que fosse necessário, na sua ausência e de acordo com as suas instruções”.
Na casa do Luís Lopes foram apreendidos 17 mil euros, além de dezenas de armas e milhares de munições.
Assim, os dois principais arguidos acordaram, ainda, com o arguido Carlos Carneiro que este lhes angariava armas de fogo para venderem e com o Daniel Machado, também conhecido como “Né”, que este lhes arranjava compradores para as armas de fogo e as munições.
O inquérito indica o nome de 13 inspetores do Porto da PJ como testemunhas do caso.
Armas especiais ficam para a PJ
O MP promove que algumas armas, com caraterísticas especiais, sejam declaradas perdidas a favor do Estado, e afetas à PJ – Diretoria do Norte.
São elas: uma pistola “High Standard” modelo “Derringer”, de calibre 22 Winchester Magnum Rimfire; duas armas, do tipo “caneta pistola” de fabrico artesanal; uma arma, do tipo “bastão pistola” de fabrico artesanal; uma carabina, da marca “Anschutz”, de calibre 22 Long Rifle, com um moderador de som (de construção artesanal) nela instalado e uma mira telescópica da marca “Gamo”.
Para a PJ vai, também, uma bengala/espingarda, sem marca, de fabrico industrial e uma bengala/espingarda, de fabrico artesanal.
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
Os fontanários e os lavadouros estão pulverizados um pouco por todo o território nacional, são elementos arquitetónicos que pertencem a um paradigma obsoleto que nos remete para um tempo em que não existiam redes de abastecimento de água potável nem redes de águas residuais tal como as conhecemos hodiernamente.
Os lavadouros comunitários surgiram no termo de Oitocentos, há mais de uma centúria, no entanto, os avanços da ciência e da técnica que se operaram desde então permitiram ao Homem moderno deixar para as máquinas o trabalho árduo que antes era braçal. Esse trabalho cabia às mulheres que lavavam as roupas nas margens dos rios ou riachos, passando depois a fazê-lo nos lavadouros, uma vez que estes apresentavam condições de utilização bastante mais confortáveis.
A atividade de lavar a roupa nos lavadouros não era solitária, as mulheres reuniam-se nesses locais promovendo momentos de sociabilização, aproveitando para se atualizarem, cavaqueando acerca de amores e desamores, das suas vidas e das vidas alheias, não surpreendendo que a expressão popular “lavar roupa suja” encontre a sua origem nessa nobre atividade.
As mulheres transportavam as roupas sujas em bacias até aos lavadouros, muitas vezes em cima de uma rodilha colocada em cima da cabeça, permitindo equilibrar as cargas, o que certamente lhes provocaria sérios problemas de saúde. Após lavarem as roupas, as mesmas tornavam-se mais pesadas, o que significava um sacrifício acrescido. Porém, antes de regressarem a casa após lavarem as roupas, as mulheres estendiam-nas em cordas que prendiam às árvores ou a outros elementos que o permitissem para que as roupas pudessem escorrer e ficar a corar, aliviando grande parte do peso provocado pela água.
A atividade era tão exigente que as famílias mais abastadas recrutavam mulheres para lhes lavar e tratar das roupas de casa, promovendo formas de economia local. Não obstante, importa referir que os elevados índices de analfabetismo em Portugal estenderam-se por muitas décadas, pelo que as populações menos instruídas e de estratos sociais mais carenciados dedicavam-se a servir nas casas mais fartas – pertença sobretudo de grandes lavradores, uma vez que a agricultura se afigurou por muito tempo a atividade económica mais expressiva em Portugal, algo que mudou há poucas décadas.
Os lavadouros possuem a configuração de um tanque, podendo ser de granito ou de tijolo e argamassa, contando com pequenas lajes que permitiam esfregar e bater as roupas. A sua configuração é variada, possuindo normalmente uma divisão de entrada para a água limpa, e outra de passagem para as águas sujas, escoando depois para um circuito previamente executado, permitindo nas zonas rurais reutilizar as águas sujas para a rega dos campos.
Em termos gerais, os lavadouros eram cobertos por telhados de duas águas, protegendo quem os utilizava do sol escaldante e das águas da chuva. A roupa era lavada ao longo de todo o ano, todavia, o inverno configurava o período de maiores desafios, pois, lavar as roupas com água gélida deveria ser aflitivo, além das dificuldades para a secar.
No que concerne às questões ambientais, comparativamente com as máquinas de lavar roupa modernas – que utilizam uma panóplia de produtos nocivos para o ambiente, agremiando-lhes toda a energia que consomem – os lavadouros eram bastante inofensivos para a natureza. O sabão que as mulheres utilizavam para lavar as roupas era, grosso modo, o Clarim, que se adquiria nas mercearias em quantidades desejadas (era um “pau de sabão” que podia ser comercializado inteiro, ou cortado a pedido do cliente). A sua composição química era tão sadia que até os peixes o comiam sem que daí resultasse a sua morte.
O lavadouro em apreço, à imagem de muitos outros, encontra-se próximo do ribeiro do Alvito, não sendo de admirar que a escassos metros do mesmo se encontre o que nos parece ser um engenho de água devoluto, eventualmente um moinho. Além disso, como se pode comprovar pela imagem, o lavadouro do Parque de Merendas do Alvito possui seis programas (lajes), em que cada um funciona ao seu ritmo, consoante as necessidades de lavagem das roupas e as necessidades das utilizadoras.
Na sua envolvente encontram-se bancos e mesas em granito, ideais para uma paragem relaxante, ou mesmo para uma refeição no meio da natureza. O concelho de Amares é sobremaneira pitoresco e bucólico, convida à sua descoberta. Não é necessário sair de Portugal para conhecer as belezas do mundo – o Minho é, como diria José Augusto Vieira – “O Jardim de Portugal” – nele se encontrando os prodígios da natureza em harmonia com a criação humana – um ex-libris.