Sem-abrigo vive à porta de megamansão do fundador da Evergrande
O governo do Reino Unido aprovou o desenvolvimento de um novo e importante campo de gás no Mar do Norte, chamado de Jackdaw, que poderá iniciar a produção ainda este mês, em um momento em que a guerra no Oriente Médio intensifica as preocupações globais com a segurança energética.
A decisão, alvo de duras críticas por parte de grupos ambientalistas, ocorre três meses após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, classificar as reservas de petróleo e gás do Reino Unido no Mar do Norte como “inestimáveis” e manifestar apoio a eventuais planos que permitissem a exploração na região.
Manifestantes se reuniram em Londres contra o início dos trabalhos de Jackdow nesta quarta-feira (21).

O anúncio coincide com a divulgação, nesta quarta-feira (21), de um novo relatório da ONU sobre o clima, o qual aponta que o planeta ultrapassará, inevitavelmente, a meta de aquecimento de 1,5 grau celsius estabelecida pelo Acordo de Paris nos próximos anos — um dado que evidencia os efeitos cada vez mais acentuados das mudanças climáticas.
O governo britânico afirmou que a decisão de autorizar o campo de gás Jackdaw — situado a cerca de 241 quilômetros a leste de Aberdeen, na Escócia — está alinhada ao seu compromisso legal de reduzir as emissões de carbono e alcançar a neutralidade nas emissões de gases de efeito estufa até meados desta década.
“Espera-se que a decisão sobre o projeto Jackdaw aumente a produção nacional de gás em cerca de 6% no seu auge — reforçando o suprimento de gás do Reino Unido ao longo de sua vida útil, que pode chegar a 11 anos, fortalecendo nossa segurança energética, protegendo centenas de empregos e acrescentando cerca de £ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 19,5 bilhões) a economia britânica”, informou o governo em um comunicado nesta quarta-feira (21).
O campo de gás Jackdaw “começará a fornecer gás para residências e empresas britânicas já a partir do final deste mês”, acrescentou o comunicado.
No pico de produção, o Jackdaw poderá produzir gás suficiente para aquecer o equivalente a cerca de 1,4 milhão de residências no Reino Unido, segundo a Adura — a joint venture entre a Shell e a Equinor responsável pelo desenvolvimento do projeto.
O governo também anunciou a criação de um novo Fundo de Riqueza Energética (Energy Wealth Fund), que, segundo o comunicado, utilizará receitas fiscais provenientes do petróleo e gás do Mar do Norte para investir em projetos de energia renovável e de baixo carbono.
O fundo começará com um aporte inicial de 2 bilhões de libras esterlinas (13 bilhões de reais).
O governo britânico tem enfrentado críticas, por parte de alguns setores, de que suas políticas climáticas prejudicaram a indústria e a segurança energética.
O primeiro-ministro do Reino Unido, Andy Burnham, afirmou nesta quarta-feira (21) que o governo adotou uma abordagem “pragmática” em relação ao Mar do Norte.
“Em um momento em que as pessoas estão passando por grandes dificuldades, é correto que busquemos, de forma responsável, maximizar as reservas de energia existentes no Reino Unido que poderiam ajudar”, acrescentou ele.
Na realidade, contudo, é improvável que um aumento na produção de petróleo e gás no Mar do Norte contribua de forma significativa para ampliar a oferta de energia ou reduzir os preços.
“O projeto Jackdaw reduziria a dependência de importações e melhoraria a resiliência do abastecimento, mas apenas até certo ponto”, afirmou Sam Street, diretor da consultoria Frontier Economics e coautor de dois relatórios recentes sobre a produção de petróleo e gás no Mar do Norte. “O Reino Unido continuaria dependendo de importações, inclusive da Europa.”
Um aumento na produção interna também teria pouco impacto na redução das contas de energia. “Os preços do gás no Reino Unido estão fortemente atrelados aos preços europeus, que, por sua vez, são influenciados pelo custo (global) do gás natural liquefeito”, disse Street à CNN.
“Aumentar a produção interna de gás não cria uma fonte adicional de energia barata para os consumidores do Reino Unido”, acrescentou ele. “Os produtores nacionais não têm motivo para vender a preços substancialmente inferiores aos que poderiam obter nos mercados europeus.”
Pelo lado positivo, o projeto Jackdaw deve gerar receitas fiscais adicionais para o governo e também pode impulsionar a atividade econômica e o emprego na cadeia de suprimentos de petróleo e gás, segundo Street.
Dois importantes sindicatos do Reino Unido, o GMB e o Unite — que vinham pressionando o governo a dar prosseguimento às perfurações no Mar do Norte —, manifestaram apoio à decisão em comunicados separados, divulgados nesta quarta-feira (21).
“O governo de Andy Burnham merece verdadeiro reconhecimento por fazer a coisa certa pelo nosso país”, afirmou Gary Smith, secretário-geral do sindicato GMB, mencionando a segurança energética.
Sharon Graham, secretária-geral do sindicato Unite, disse que a decisão abrirá espaço para garantir novos empregos aos trabalhadores do Mar do Norte. “Embora, naturalmente, apoiemos a meta de emissões líquidas zero, não podemos permitir uma transição que resulte em desemprego”, acrescentou.
O governo do Reino Unido precisará agora decidir se aprova o campo de petróleo de Rosebank, situado ao largo da costa das ilhas Shetland, na Escócia, que possui reservas estimadas em cerca de 300 milhões de barris de petróleo.
O argumento a favor da aprovação é “igualmente sólido”, segundo Neil McCulloch, CEO da Adura.
No entanto, Jess Ralston, analista sênior de energia da Energy & Climate Intelligence Unit — uma organização sem fins lucrativos voltada para as mudanças climáticas —, afirmou que 90% do petróleo e gás da bacia do Mar do Norte já foram extraídos. “O único caminho para a segurança no emprego a longo prazo é realizar a transição para a energia eólica e outros setores de energia limpa”, acrescentou ela em um comunicado.
O grupo ambientalista Uplift alertou que novos campos de petróleo e gás são incompatíveis com limites climáticos seguros. “As ondas de calor severas, as secas e os incêndios florestais que afetaram o Reino Unido neste verão, assim como os fenômenos meteorológicos cada vez mais extremos ao redor do mundo, demonstram a rapidez com que o risco climático aumenta a cada fração de grau”, declarou a Uplift em um comunicado.
“Seria extremamente irresponsável por parte do governo do Reino Unido agravar, de forma consciente, esses impactos ao autorizar o projeto Rosebank.”
Andy Burnham es partidario de tomar decisiones, en vez de aparcar los problemas, algo que muchos críticos achacaban a su antecesor, Keir Starmer. Aunque esas decisiones provoquen polémica y ruido. El Gobierno del Reino Unido ha anunciado este miércoles a las siete de la mañana (ocho, en horario peninsular español) que da luz verde al inicio de la actividad en la plataforma de gas de Jackdaw, situada en el mar del Norte, a unos 250 kilómetros de Aberdeen, en la costa escocesa.

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Jon Savage (Londres, 73 años) es un referente musical absoluto. Este periodista, crítico y escritor es una figura clave en la historia del punk británico (y global) como demuestra su libro England´s Dreaming, sobre los Sex Pistols, pioneros de ese sonido. Savage también es gay. Y en su último e imponente libro, El público secreto. Cómo los artistas LGTBQ dieron forma a la cultura popular (1955-1979), traducido al español por Tito Pintado para la editorial Liburuak, ha ensamblado su conocimiento musical con su propia identidad, con la realidad LGTBIQ+, con la lucha por los derechos. “Este libro lleva rondando mi cabeza décadas”, afirma el autor en una conversación por videoconferencia, “pero cuando uno envejece, quiere dejar cosas hechas”.

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El príncipe Enrique continúa firme en su intento de redimirse de su pasado y de las decisiones que tomó, que le han llevado a la situación en la que se encuentra: alejado de los Windsor. Desde hace poco más de un año, el duque de Sussex mantiene un perfil discreto, sin entrar en polémicas y dejando que sea su trabajo el que hable por él. Centrado en su faceta filantrópica y de regreso al Reino Unido después de seis años viviendo con su familia en Montecito (California), el hijo pequeño del rey Carlos III se está mostrando en estos últimos meses más cercano con la prensa que antes. Si hace dos semanas se publicaba una masterclass en la que hablaba de salud mental y de cómo le afectó la muerte de su madre, Diana de Gales, este martes 20 de octubre la revista GQ ha compartido otra entrevista en la que, entre otros asuntos, habla de las rencillas familiares que protagoniza.

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Santiago Caputo, asesor presidencial del presidente Javier Milei, ha dicho que Argentina debe recuperar las Islas Malvinas porque el Reino Unido está siendo colonizado por el islam. En esa línea, consideró que la reivindicación sobre las Malvinas es ya una causa de Occidente, y no solamente nacional. La cuestión ha escalado porque Milei dio difusión en redes sociales al mensaje de su asesor, lo que ha tensionado la relación entre Argentina y Reino Unido. El mensaje no es nuevo. Donald Trump ya dijo antes que Caputo que el Reino Unido sería la primera potencia islamista con armamento nuclear. No debe de saber que Pakistán hace 54 años que posee armas nucleares.
No es la primera vez que Milei amenaza el Reino Unido con que quiere recuperar las Malvinas como sea. Espera que su amistad con Donald Trump lo haga apoyar el intento de recuperar las islas frente a un Reino Unido que, según el presidente argentino, está internacionalmente debilitado.
Sin embargo, si analizamos la situación de las fuerzas armadas argentinas, podemos ver que la situación no da para amenazas. Hay problemas en los acuartelamientos, donde faltan los bienes básicos para su funcionamiento. Con su salario, los soldados no llegan a final de mes, y tienen que encontrar trabajos alternativos como repartidores o taxistas. Por ello, han introducido subidas salariales. El gobierno libertario entró prometiendo seguridad y orden, y la situación de los cuerpos policiales y militares está peor que antes de que Milei llegara a la Casa Rosada.
La respuesta británica no se ha hecho esperar. El primer ministro, el laborista Andy Burnham, habló con el presidente Donald Trump, y le explicó que la voluntad de las Malvinas es seguir siendo británicas, con el respaldo de Londres. El presidente de la Asamblea de las Islas Malvinas, Jack Ford MLA, lo confirmó: no se plantean dejar de ser británicos. A su vez, el Ejército Británico se desplegó en un ejercicio para saber cómo actuar frente a una invasión, y reconquistar las islas como sucedió en 1982.
Fue en abril cuando el régimen militar encabezado por el general Galtieri tomó las Malvinas, un territorio que se apropió el Reino Unido hace siglo y medio. Aquello fue el principio del fin de la dictadura que sembró el terror en Argentina. Setenta y cuatro días después de la incursión argentina los británicos, que desplegaron la más poderosa flota desde la Segunda Guerra Mundial, recuperaron las Falklands, como las llaman. Hubo mil muertos, 700 de ellos argentinos.
El ministro británico de Exteriores, Ed Miliband, sostiene que los isleños tienen derecho a desarrollar sus recursos naturales como ellos consideren oportuno. Ha anunciado también nuevas medidas para garantizar que las personas y las empresas estén protegidas frente a las amenazas argentinas. El control de los recursos energéticos queda bajo protección británica.
Milei amenaza con una intervención militar en las Malvinas mientras los uniformados argentinos malviven"
No es la primera vez que Milei recurre la cuestión de las Malvinas para desviar la atención doméstica. De hecho, la Junta Militar usó la guerra de las Malvinas para desviar la atención de sus problemas internos. Enviaron a luchar a gente sin experiencia, ni formación. Ahora Milei amenaza con una intervención militar en las Malvinas mientras los uniformados argentinos malviven. Milei espera que Estados Unidos e Israel se pongan de su parte, pero es muy difícil que su apoyo vaya más allá de un golpecito diplomático a la espalda.
En conclusión, la supuesta expansión del islam en las Malvinas, y la consolidación de un gobierno islámico frente a Argentina, es la enésima declaración sin sentido que proviene de Casa Rosada, la sede del gobierno argentino. Apenas el 0,3% de los habitantes de la isla practican la religión islámica.
La necesidad constante del gobierno argentino de generar polémicas estridentes y tensionar el orden internacional es una muestra de la debilidad diplomática del país. Si recordamos el precedente de Venezuela sobre el Esequibo, podemos ver que la cuestión de un cambio territorial por la fuerza tiene escasos apoyos, incluso entre los amigos más cercanos.
Guillem Pursals es doctor en Derecho (UAB), máster en Seguridad (UNED) y politólogo (UPF), especialista en conflictos, seguridad pública y Teoría del Estado. Aquí puede leer sus artículos publicados en www.elindependiente.com

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