Los «garabatos» de los matemáticos griegos: el hallazgo de cuadernos de escribas que revelan cómo calculaban en el Egipto romano



Trinta e quatro bombeiros do Corpo de Bombeiros de Vila Real de Santo António e Castro Marim entregaram esta quarta-feira, pelas 18:00 hrs, os seus capacetes à porta do quartel, numa ação de protesto perante a situação que se vive atualmente no Corpo de Bombeiros e na Associação Humanitária.
Refira-se que a iniciativa surge na sequência de uma carta subscrita pelos bombeiros e dirigida aos órgãos sociais da Associação Humanitária, onde são identificados 17 pontos considerados fundamentais e exigidas respostas concretas.
Na mesma carta, os bombeiros concederam 48 horas aos órgãos sociais para responderem às suas reivindicações e exigiram a sua demissão, caso não sejam tomadas medidas perante os problemas apresentados.
A entrega dos capacetes, segundo dizem, pretendeu ser um ato simbólico de protesto e de alerta para a comunidade, demonstrando a insatisfação dos bombeiros perante uma situação que consideram não poder continuar.
Os bombeiros fazem questão de deixar claro que o socorro às populações dos concelhos de Vila Real de Santo António e Castro Marim está assegurado, não estando esta ação de protesto a colocar em causa a resposta operacional às ocorrências.
Na sequência da situação, o Comandante Regional de Emergência e Proteção Civil, Vaz Pinto, marcou uma reunião de urgência para amanhã (quinta-feira), 8 de outubro, no quartel dos Bombeiros de Vila Real de Santo António.
Os bombeiros esperam que esta reunião permita encontrar respostas concretas para os problemas que têm vindo a denunciar.
Perante o ocorrido, os bombeiros fazem questão de reafirmar que não estão contra a população, nem contra a missão de socorro que diariamente desempenham. Pelo contrário, afirmam estar a lutar para que o Corpo de Bombeiros tenha condições dignas para continuar a servir Vila Real de Santo António e Castro Marim.
A Delegação Distrital de Faro da Ordem dos Engenheiros Região Sul (OERS) vai realizar, no dia 17 de outubro, em
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Esta terça-feira ao início da tarde deflagrou um incêndio numa herdade no concelho de Alcácer do Sal, no distrito de Setúbal, tendo sido dominado às 16:40 hrs, e de imediato iniciada a fase de rescaldo, segundo revelou a Proteção Civil.
Uma fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alentejo Litoral, segundo o Correio da Manhã, indicou à agência Lusa que “o fogo ficou dominado e estão a decorrer os trabalhos de rescaldo”.
O alerta para o fogo foi dado às 14:36 hrs, com as chamas a deflagrarem na Herdade do Espim, perto de Palma, no concelho de Alcácer do Sal, tendo consumido mato e pasto numa área com pinheiros e sobreiros.
Foram mobilizados e estiveram empenhados no combate às chamas 77 operacionais, entre bombeiros, elementos da GNR e sapadores florestais, apoiados por três aeronaves e 28 veículos, incluindo máquinas agrícolas de rastos e tratores.


Um , perdeu a vida na manhã desta segunda-feira, 5 de outubro, durante um exercício de formação nas instalações dos Bombeiros de Baltar, no concelho de Paredes.
Segundo a Lusa, as circunstâncias exatas do acidente estão ainda a ser apuradas pela Liga dos Bombeiros Portugueses. De acordo com informação avançada pelo Jornal de Notícias, o operático terá ficado atrás de uma viatura que, ao iniciar a marcha, o atropelou.
O jovem bombeiro entrou em paragem cardiorrespiratória e, apesar das manobras de reanimação realizadas pelas equipas de socorro e pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) do Vale do Sousa, o óbito acabou por ser declarado no local.
Por: Dino Frazão
05/10/2026
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Ágata e Quim Barreiros são os cabeças de cartaz da 17.ª edição da Feira da Perdiz, que regressa a Martim Longo nos dias 10 e 11 de outubro.
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An 8-year-old child was caught driving an All-Terrain Vehicle (ATV) widely known in Greece as “γουρούνα” (quad bike) at the port of the island of Paros on Saturday. The child was accompanied by a 33-year-old US national sitting on the back seat. According to some media, he was the child’s father. The vehicle had overturned, […]
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Com o objetivo de descentralizar serviços, a Autarquia de Loulé aprovou, em sessão camarária, os contratos interadministrativos relativos à transferência de verbas para as Juntas de Freguesia.
A Câmara de Loulé atribuiu anualmente às onze Juntas entre 15 e 20 milhões de euros para apoiar o trabalho desenvolvido nas freguesias; um trabalho que se pretende venha a abarcar cada vez mais competências.
Além de respostas que as freguesias já dão, como o corte de ervas na via pública ou a recolha de resíduos à volta de contentores, também os arranjos de calçadas, pintura de passadeiras ou projetos estruturantes como abastecimento de água e esgotos poderão passar, de forma progressiva, a ser realizados pelas próprias Juntas.
Entre algumas iniciativas em que as freguesias do concelho já têm um papel determinante estão o abastecimento de água de Salir ou o novo edifício da sede da Junta de Freguesia de S. Clemente, duas obras nas quais a Câmara Municipal de Loulé já investiu 2 milhões de euros.
“Estamos a falar de 10% do orçamento da Câmara para termos respostas mais rápidas, mais ágeis áquilo que são as necessidades de toda a população. Em vez de termos uma Câmara Municipal, termos uma Câmara mais onze Freguesias, dando também capacidade ao trabalho que é feito por todos os presidentes que estão disponíveis para trabalhar em conjunto”, afirmou o autarca Telmo Pinto.

Direitos reservados Um camião dos Bombeiros Voluntários de Canha despistou-se, este sábado, na EN251, ao quilómetro 15,440, na zona de Coruche, entre Branca e Fazendas da Arriça, quando a equipa regressava de uma ocorrência de incêndio florestal.

Direitos reservados Do acidente resultaram quatro bombeiros feridos, sendo que um deles sofreu ferimentos considerados graves e teve de ser transportado de helicóptero para o Hospital Garcia de Orta, os outros três operacionais sofreram ferimentos leves.

Direitos reservados No local estiveram empenhados 26 operacionais, apoiados por 10 veículos de socorro e 1 meio aéreo.
Segundo Notícias no Local.
Por: Dino Frazão
19/09/2026
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No próximo dia 19 de setembro, às 19:00, a Igreja Matriz de Pechão recebe o Quarteto de Sopros da Orquestra do Algarve, num concerto integrado no programa comemorativo do Bicentenário da Câmara Municipal de Olhão.
O espetáculo corresponde ao terceiro concerto do ciclo “APOS: Música Clássica no Território”, promovido no âmbito da parceria entre o Município de Olhão e a Associação de Valorização do Património Cultural e Ambiental de Olhão (APOS), contando ainda com o apoio da Junta de Freguesia de Pechão.
Com o título “Clássicos ma non troppo”, o concerto propõe uma formação pouco habitual na música de câmara: o quarteto de sopros. Íntimo e simultaneamente versátil, este formato conheceu particular popularidade nas primeiras décadas do século XIX, período em que compositores como Gioacchino Rossini e Vincenzo Gambaro escreveram obras especificamente para esta formação.
O programa percorre diferentes épocas e universos musicais, reunindo obras de Rossini, Schubert, Gambaro e Daniel Dorff. Entre os momentos do concerto estará o andamento lento do célebre quarteto de cordas “A Morte e a Donzela”, de Franz Schubert, numa adaptação para esta formação de sopros.
A proposta musical chega ainda aos nossos dias através de Daniel Dorff, compositor norte-americano que, em 1990, escreveu um tango originalmente para quarteto de clarinetes. O sucesso da obra levou o compositor a criar mais de uma dúzia de versões para diferentes formações instrumentais, sendo apresentada nesta ocasião a sua 14.ª versão.
O Quarteto de Sopros da Orquestra do Algarve é composto por Joaquim Moita (fagote), Luís Miguel Garcia (flauta), Emídio Costa (clarinete) e Todd Sheldrick (trompa).
O concerto tem entrada livre, constituindo mais uma oportunidade para aproximar a música clássica de diferentes espaços e públicos do concelho de Olhão, levando a programação cultural para além dos espaços convencionais e valorizando, simultaneamente, o património local.


This year has proved that the era of the strongman is undoubtedly upon us. Littered throughout the highest offices across government and international organisations, they have proved time and again that due process is for suckers and that you, too, can bribe your way to the desired outcome.
Take Gianni Infantino who is seeking to sell off 20% of the world’s most cherished football tournament. He, like Trump, has dug in his heels, choosing to strategically dole out favours, and then use their power to pit people against each other, rather than following the rules. Having leveraged their positions to fulfil their agenda, no matter the cost, they deny anything they don’t wish to confront, deflect questions they don’t like, and gaslight anyone who dares to call them out.
Whilst Infantino and Trump have dominated headlines of late, the actions of the world’s health agency head have - despite years of alarm bells - received comparatively little scrutiny; a concern when you consider how instrumental effective healthcare is to our everyday lives.
Like Infantino, Dr Tedros wedges countries and leaders apart in order to defy institutional processes and push through his agenda. In 2025, Dr Tedros pared down his leadership team by nearly 30%. Most recently, the WHO’s top scientist, Dr Jeremy Farrar, was replaced with a highly “controversial” and apparent confidant of Dr Tedros. The pattern of replacing officials with faithful advisers is a classic move of the strongman and underlines how institutional structures can be leveraged to advance personal aims.
One of those aims appears to be purging WHO of those who challenge the opaque bureaucratic functions that Dr Tedros oversees. Dr Farrar’s surprise resignation was said to have been due to increasing frustrations with the WHO’s internal politics. Curiously, in an all-staff email, Dr Tedros reframed Dr Farrar’s departure as a retirement and, in communications with the press, the organisation refused to comment on
r’s relationship with (read: criticisms of) the WHO.
Now, Dr Tedros is allegedly bulldozing through the replacement of the WHO’s Regional Director for its South-East Asia Regional Office (SEARO), Saima Wazed. Ms Wazed has been on administrative leave for over a year following unfounded allegations made against her by Bangladesh’s Interim Government. As the nation roiled under an intense period of political unrest, Ms Wazed was falsely accused of absconding from the country when, in reality, she was stationed in New Delhi, acting in her capacity as the SEARO Regional Director. The WHO knew this but put her on administrative leave without pay anyways. In that time other, unfounded allegations bubbled up, including claims Ms Wazed requested reimbursement from WHO for personal travel to China, which, it would appear, was an entirely fabricated allegation.
The WHO’s handling of Ms Wazed’s leave has been deeply flawed and discussed at length by top-level jurists and a UN Special Rapporteur. Since the allegations were made, a new Bangladeshi government has been elected and two of WHO’s Officers-in-Charge have been appointed to “temporarily” oversee the SEARO. Still, no information about the veracity of the allegations against Ms Wazed have been made public despite the fact that WHO’s own guidelines explicitly say that administrative leave is not a punishment. If allegations are not verified in a reasonable timeframe, WHO has a duty to end the leave.
For her part, Ms Wazed has called for an investigation into Dr Tedros, alleging that he or his office leaked confidential documents, provided false or misleading information to Member States, and breached confidentiality requirements and the WHO’s Code of Conduct by directly engaging with the former government of Bangladesh.
While the WHO has the responsibility to investigate allegations against its staff, claims from a national authority should not automatically be treated as proven fact for a supposedly apolitical organisation. It has now been over a year since Ms Wazed was put on leave. This, combined with the absence of any apparent independent investigation into the allegations points to a fast and loose approach to proper administrative processes, one in which the attempt to hold Ms Wazed in administrative purgatory exists as a vehicle to quietly remove her from the organisation.
Just as Infantino is leveraging greater funding for African nations to gather support for his upcoming presidential bid, Dr Tedros is using what amounts to an uncosted holiday jaunt to the South Pacific to bring a forced-end to this saga. Reports suggest that the Director General is directing SEARO nations to do away with due processes and install Ms Wazed’s successor. For their trouble, fielty, and feigned ignorance to standard administrative practices, Dr Tedros is organising a regional meeting, spending at least €163k to fly in the SEARO directors and staff for a face-to-face meeting in Timor Leste. Despite years of cutting the WHO to the bone and a record budget shortfall, for Dr Tedros no expense is too great to push through his agenda.
Ultimately, this is a clear attempt by Dr Tedros to circumvent proper levels of scrutiny about this crucial decision, and to hide his undermining of the WHO’s standard procedures by sweetening the deal for other regional staff. Pulling directly from the Infantino playbook, Dr Tedros has escaped public outcry which would hold him responsible. But his treatment of Saima Wazed, what many would call an organised witch-hunt, should concern us all, as yet another international organisation sees the erosion of due processes.


A Administração Central do Sistema de Saúde, a Unidade Local de Saúde do Algarve, a Associação de Municípios Loulé/Faro e as duas autarquias assinaram esta manhã uma adenda ao Acordo Estratégico do Hospital Central do Algarve, celebrado no início do ano, com vista a assegurar as acessibilidades e infraestruturas exteriores do futuro equipamento.
Este momento, presidido pela Ministra da Saúde, Ana Paula Martins, formaliza o empenho direto dos dois Municípios na viabilização desta infraestrutura há muito aguardada na região e que se prevê esteja concluída em 2031.
Num financiamento conjunto de 1 milhão de euros, repartido em partes iguais, pretende-se não só garantir os acessos ao Hospital e áreas de estacionamento, mas também assegurar a implementação das redes de água e esgotos, gás, eletricidade, comunicações e iluminação pública.
Adicionalmente, foram investidos perto de 10 milhões de euros na aquisição dos terrenos no Parque das Cidades onde o hospital será edificado, estando ainda prevista a compra de mais alguns terrenos num valor que poderá rondar os 2 milhões de euros.
Enquanto porta-vozes de uma região, Telmo Pinto e António Pina destacaram a relevância deste Hospital para o Algarve e transmitiram um forte sentido de urgência para que o processo avance sem novos adiamentos.
“Um Serviço Nacional de Saúde forte e robusto é aquele que responde às necessidades reais de todas as regiões, e o Algarve, que tanto contribui para o Produto Interno Bruto deste país, que acolhe milhões de visitantes todos os anos, não pode continuar a ser a única região do país sem um Hospital Central”, afirmou o autarca de Loulé.
O edil farense, por seu turno, lembrou que os Municípios de Faro e Loulé têm vindo a ser chamados para contribuir “mais do que os outros” para este esforço, o que “não significa que os louletanos ou os farenses tenham direito a mais saúde que todos os algarvios”.
No dia em que foi dado mais um passo para esta aspiração dos algarvios, a ministra da Saúde recordou que este é um projeto com mais de 23 anos. “O Algarve, durante muito tempo, era um código postal menos presente na agenda política na área da saúde. É inadiável que o Hospital e outros processos, como garantir a cobertura nos cuidados de saúde primários em toda a região, se desenvolvam”, disse.
A responsável da pasta lembrou que o trabalho dos municípios é determinante para atrair e fixar profissionais de saúde na região e lembrou que este futuro Hospital será um dos mais relevantes do SNS pela “componente científica e de desenvolvimento em termos do cluster da saúde”. Numa região universitária, com cursos ligados à área da saúde, este Hospital trará “uma perspetiva de desenvolvimento nacional e internacional”, frisou Ana Paula Martins.
Num dia importante para a região, Tiago Botelho, presidente da ULS, anunciou que terminou há dias o concurso para escolher a entidade que vai fazer o projeto e a construção e manutenção do Hospital. O responsável agradeceu o empenho das autarquias na “repartição de responsabilidades e encontro desta solução”. “Cada dia estamos mais perto, com passos concretos, de termos um novo hospital. Os algarvios merecem, os profissionais de saúde precisam de instalações à altura dessa excelência”, afirmou.
Recorde-se que este novo compromisso com um projeto de âmbito regional soma-se ao esforço financeiro que a Câmara Municipal de Loulé tem realizado na área da saúde. Nos últimos anos, o concelho investiu mais de 17,5 milhões de euros na modernização de infraestruturas locais, como o Centro de Saúde Universitário, o edifício do INEM e a requalificação de centros de saúde (Loulé, Quarteira, Almancil ou Tôr).