Passo a passo para a primeira tacada


Los jóvenes que aprovecharon los descuentos del programa Verano Joven 2026 ya pueden beneficiarse de una nueva ventaja de Renfe: hasta dos billetes gratuitos para viajar en trenes AVE y de Larga Distancia. La compañía ferroviaria ofrece esta posibilidad a los usuarios que hayan realizado varios trayectos durante la campaña estival y cumplan las condiciones de su programa de fidelización.
Esta iniciativa busca premiar a los jóvenes que más utilizaron el transporte ferroviario durante el verano y ofrecerles nuevas oportunidades para viajar sin coste. No obstante, para beneficiarse de los billetes gratuitos es necesario tener en cuenta los plazos fijados para utilizar la promoción.
La promoción de Renfe está dirigida para los jóvenes nacidos entre 1996 y 2008 que hayan disfrutado de los descuento del Verano Joven y quieran conseguir hasta dos billetes gratuitos para viajar en trenes AVE y de Larga Distancia antes de que termine el año.
Uno de los requisitos que deben cumplir para canjear esta oferta es que los trayectos realizados durante el verano estén asociados a la cuenta del viajero. De esta manera, Renfe puede contabilizar los desplazamientos que cumplen las condiciones de la promoción y determinar cuántos códigos gratuitos corresponden a cada usuario.
Para ello, los usuarios deben haber realizado al menos dos viajes con el descuento del Verano Joven 2026 y cumplir las condiciones del programa de fidelización de la compañía.
El funcionamiento de la oferta es sencillo: por cada dos viajes realizados durante la campaña estival que cumplan los requisitos, Renfe concede un código promocional con un descuento del 100 % para otro billete. De esta forma, quienes hayan efectuado cuatro desplazamientos válidos podrán conseguir hasta un máximo de dos códigos y utilizarlos para viajar sin pagar el importe del billete.
Los usuarios que cumplan las condiciones de la promoción recibirán un correo electrónico de Renfe con los códigos de descuento correspondientes. La compañía comprobará los viajes realizados durante el Verano y enviará las comunicaciones a los beneficiarios.
Para beneficiarse de la oferta, será necesario introducir el código promocional en el proceso de compra del billete, en el apartado habilitado para descuentos. Una vez aplicado, el precio del trayecto incluido en la promoción quedará reducido a cero euros, siempre que se cumplan las condiciones establecidas por Renfe.
La promoción no es válida para todos los servicios ferroviarios, sino que está limitada a trenes y horarios seleccionados por Renfe. El descuento del 100 % se aplica exclusivamente a la opción Estándar y no incluye los complementos adicionales. Además, quedan excluidos los servicios Avlo, los billetes combinados y los trenes internacionales.
Los códigos promocionales se pueden utilizar entre el 1 de octubre y el 31 de diciembre de 2026, siempre que el trayecto elegido esté incluido en las condiciones de la oferta . Así los beneficiarios podrán planificar sus escapadas y desplazamientos durante el otoño y las fiestas navideñas

© The New York Times
O Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe) denunciou, nesta terça-feira (13), a retirada de publicações de seu perfil oficial no Instagram, por determinação da Justiça Eleitoral. Em nota, o fórum disse que a ação se configura censura, além de um "grave cerceamento" do debate público.

Segundo o fórum, a determinação da Justiça Eleitoral teve por objetivo impedir a população de conhecer o histórico de ataques a serviços públicos e direitos dos servidores federais. A Meta já removeu 13 conteúdos do perfil do Instagram do Fonasefe.
A medida foi tomada após representação apresentada pelo candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro.
"Entre as publicações está o material Lembrar para Não Esquecer – 5 Ataques de Bolsonaro aos Serviços e Servidores Públicos”, além de conteúdos com críticas aos posicionamentos do candidato, como a proposta anunciada de tesouraço que afeta diretamente os serviços públicos do país", diz a nota.
A decisão, assinada pelo ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinou a remoção, no prazo de 24 horas, de conteúdos específicos publicados pelo Fonasefe, além de proibir a republicação das mesmas peças.
Segundo o ministro, trata-se de propaganda eleitoral irregular na internet:
"Na linha do entendimento firmado por esta Corte Superior é vedada a propaganda eleitoral em sítios eletrônicos vinculados a pessoas jurídicas ou a agentes econômicos que atuem de fato como tais."
"A participação de pessoas jurídicas em atos de propaganda eleitoral, em período de pré-campanha ou de campanha eleitoral, é incompatível com o posicionamento do Supremo Tribunal Federal que lhes vedou a realização de doações para campanhas eleitorais e com a racionalidade adotada por esta Corte", escreveu ainda o ministro.
O Fonasefe argumenta que as publicações têm como base notícias veiculadas pela imprensa, que tratam de fatos relacionados às políticas adotadas durante o governo Jair Bolsonaro e declarações públicas do próprio Flávio Bolsonaro e de integrantes de sua assessoria de campanha.
"O Fórum considera que o histórico de medidas governamentais e as posições assumidas por candidatos em relação ao serviço público são assuntos de interesse coletivo e devem poder ser discutidos pela sociedade e, certamente, pelas entidades representativas dos servidores", continua a nota.
“Ainda de acordo com o Fonasefe, nenhuma das peças fazia pedido de voto ou trazia informações inverídicas. Além disso, a articulação "não é uma personalidade jurídica formal, não está portanto vedado pela legislação eleitoral de publicar esse tipo de manifestação".
"O direito à informação não pode ser confundido com propaganda irregular", argumenta.
Na avaliação da entidade, restringir a circulação dessas informações pode limitar o acesso dos servidores a elementos importantes para a formação de sua opinião política.
O fórum disse ainda que seguirá defendendo o serviço público, os direitos dos trabalhadores e a liberdade de manifestação das entidades representativas.
"A democracia exige eleições livres para que a sociedade tenha acesso à informação e possa questionar, criticar e cobrar aqueles que disputam o poder", finaliza a nota.
At Bybi in Copenhagen, a dedicated group of staff and volunteers have built a community for all centred on the production of honey – much of which is given away for nothing. Could it be replicated elsewhere?
The bees at Bybi, a collective of beekeepers in Copenhagen, live on the roof. Their home is a complex of Victorian buildings, right in the centre of the city, that looks like an idealised vision of the modern social enterprise, ennobled by the architecture of the past. It’s a place of cottage industry in concert with nature, where the marginalised are brought in from the fringes and corporations stand waiting to help, where jobs happen but a lot of the work is done by volunteers, and where – this bit is important – a lot of time is spent discussing ideas.
Oliver Maxwell, Bybi’s 48-year-old founder, encourages me to examine the buildings more closely. They were once a prison, a workhouse and a hospital; their functions today – a homeless shelter, a young offender institution and, until recently, a job centre – are not so different. Denmark’s Victorian transformation, from “agricultural backwater to industrialised agriculture”, was reflected in how they treated people, Maxwell says.
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© Photograph: Valdemar Ren/The Guardian

© Photograph: Valdemar Ren/The Guardian

© Photograph: Valdemar Ren/The Guardian
The decision was confirmed in Brussels on Tuesday, 13th October, by Commission spokesman Thomas Regnier, who said the updated Italian proposal had received the executive’s approval. The plan must now obtain the Council’s endorsement before the loan agreement can be signed and the first payment released.
Under the procedure outlined by the Commission, Italy would become eligible for an initial disbursement amounting to 15 per cent of its approved loan following completion of the remaining formalities. For a package worth approximately €8 billion, that would represent around €1.2 billion in initial financing.
The approval comes as European governments seek to translate commitments to increased military expenditure into procurement contracts, industrial production and operational capabilities.
Italy is among the EU’s principal defence manufacturing countries, with substantial industrial capabilities in aerospace, naval construction, electronics, military vehicles and weapons systems.
Companies including Leonardo and Fincantieri occupy important positions in multinational defence programmes, while smaller manufacturers contribute specialised equipment, components and technologies.
The Commission has emphasised Italy’s industrial importance in explaining its support for the revised plan.
Nevertheless, approval of the financing proposal does not establish precisely how the money will be distributed among manufacturers or procurement programmes. Individual contractual arrangements will depend on the projects included in the approved national plan and the relevant purchasing decisions.
Italy had previously been associated with a substantially larger indicative SAFE allocation, but its updated application concerns approximately €8 billion.
The revised amount illustrates the distinction between the borrowing capacity initially made available to member states and the financing they ultimately seek through their national investment proposals.
SAFE was established in May 2025 as part of the EU’s wider effort to improve defence readiness following Russia’s full-scale invasion of Ukraine.
The programme provides up to €150 billion in long-term loans financed through borrowing by the European Union on international capital markets.
Unlike grants from the EU budget, these loans must be repaid by the borrowing member states. Their attraction lies principally in the financing conditions available through the Union’s borrowing arrangements.
SAFE is intended to support the procurement of equipment including ammunition, missiles, artillery systems, drones, air and missile defence systems, maritime capabilities and military mobility infrastructure.
An important feature is its emphasis on cooperation between European purchasers rather than exclusively national acquisition programmes.
Under the applicable regulation, joint procurement is generally intended to involve at least two eligible participating countries, although temporary provisions allow certain purchases by individual member states.
The rules also impose requirements concerning the geographic origin of components, reflecting the programme’s objective of increasing industrial capacity within Europe and eligible partner countries.
At least 65 per cent of component costs must originate within the permitted European and Ukrainian industrial base.
European governments have substantially increased defence expenditure, but higher budgets do not automatically resolve shortages in manufacturing capacity.
Production lines for ammunition, missiles and complex weapons systems require specialised machinery, skilled workers, component suppliers and sufficiently predictable orders to justify expansion.
Many defence companies have traditionally operated against fragmented national requirements. Different governments have purchased equipment in relatively small quantities, often imposing separate technical specifications and procurement conditions.
This fragmentation can increase costs and complicate maintenance, training and interoperability.
Brussels hopes that the combination of common financing and joint procurement will encourage member states to coordinate orders, giving manufacturers more predictable demand.
The challenge is particularly acute in air defence and precision-guided weapons, where European forces face both urgent requirements and lengthy production cycles.
SAFE can provide financing for eligible purchases, but the speed at which industry delivers equipment depends on existing capacity and the ability to expand production.
Italy’s plan now moves to the Council, where the required approval must be secured before the Commission and Italian authorities can conclude the financing agreement.
The Commission’s statement on Tuesday made clear that the initial payment is conditional upon completion of these procedures.
Once the agreement is signed, the first tranche will provide financing for investment under the programme, with subsequent payments governed by the relevant arrangements.
The scale of Italy’s participation gives the decision significance beyond its immediate financial value.
As one of the EU’s largest manufacturing economies, Italy will be an important test of whether European defence financing can generate procurement cooperation across national borders while strengthening existing industrial capacity.
The effectiveness of the programme will ultimately be measured through signed contracts, production increases and the delivery of equipment to European armed forces, rather than the headline amount of approved borrowing.
Italy’s Deficit to Rise Again as Rome Uses EU Fiscal Flexibility


Sul sacchetto c’è scritto «Etiopia, Yirgacheffe, naturale, note di pesca e gelsomino». Al banco si può ordinare un espresso oppure un filtro, chi lo prepara parla di ricetta e di rapporto di estrazione. Il caffè ha acquisito un vocabolario che racconta molte più cose della miscela e della tostatura. Per leggerlo conviene partire da ciò che accade alla pianta, seguire il chicco fino alla torrefazione e arrivare, infine, alla tazza.
Specialty. È la parola più usata e forse quella che ha bisogno di più cautela. Per anni è stata associata soprattutto ai caffè che ottenevano almeno 80 punti su 100 in assaggio. La Specialty Coffee Association oggi propone una definizione più ampia: il valore di un caffè comprende caratteristiche sensoriali, ma anche informazioni su origine, produttore e lavorazione. «Specialty» da solo dice poco; diventano interessanti le informazioni verificabili che lo accompagnano.
Origine, singola origine, microlotto. L’origine può indicare un Paese, una regione, una cooperativa o una singola azienda agricola: livelli di precisione molto diversi. Singola origine segnala che il caffè proviene da un’area dichiarata, ma non garantisce che sia stato coltivato in un’unica fattoria. Microlotto indica una partita tenuta separata dalle altre, spesso per parcella, raccolta o lavorazione. È sempre una descrizione della tracciabilità, non un voto di qualità.
Arabica, Robusta e varietà. Arabica e Robusta sono i nomi comuni delle due specie più diffuse nella coltivazione, rispettivamente Coffea arabica e Coffea canephora. All’interno di ciascuna esistono molte varietà, con caratteristiche agronomiche diverse: per questo leggere «Arabica» non equivale a conoscere la varietà, così come leggere «uva» non equivale a conoscere il vitigno. Robusta ha spesso più caffeina e solidi solubili, ma liquidarla automaticamente come caffè scadente significa ignorarne la diversità genetica e il lavoro di selezione.
Lavato, naturale, honey. Sono parole che descrivono la lavorazione del frutto dopo la raccolta. Nel metodo lavato si rimuovono polpa e mucillagine prima dell’essiccazione del seme. Nel naturale il frutto viene essiccato intero. Nel metodo honey si toglie la buccia e si lascia una parte della mucillagine durante l’essiccazione: non viene aggiunto miele. Le lavorazioni possono influire sul profilo della tazza, ma non permettono di prevederne il sapore senza considerare materia prima, fermentazione, essiccazione e tostatura.
Anaerobico. Indica una fermentazione condotta limitando o escludendo l’ossigeno. È diventato un termine visibile sulle confezioni perché alcune lavorazioni producono profili aromatici molto riconoscibili. Non designa però una ricetta unica: durata, contenitore e passaggi successivi possono cambiare da produttore a produttore. Se un caffè è presentato soltanto come «anaerobico», manca ancora una parte della storia.
Tostatura chiara, media, scura. Descrivono quanto il chicco viene sviluppato attraverso il calore. Sono indicazioni utili, ma senza una scala condivisa sulla confezione restano relative: «media» per una torrefazione può apparire «chiara» per un’altra. La data di tostatura, invece, è un’informazione concreta. Aiuta a capire quando il caffè è stato preparato per la vendita, pur senza stabilire da sola il momento perfetto per consumarlo.
Note di degustazione. «Pesca», «cioccolato» o «gelsomino» descrivono richiami percepiti nell’aroma e nel sapore: non sono, salvo diversa indicazione, ingredienti aggiunti. Sono un invito a cercare somiglianze, non la promessa che ogni persona sentirà esattamente la stessa cosa. La ruota degli aromi della Specialty Coffee Association serve proprio a dare un linguaggio comune all’assaggio.
Acidità. Nel lessico dell’assaggio indica una sensazione gustativa che può ricordare gli agrumi o altra frutta. Può contribuire alla vivacità di una tazza; quando risulta sgradevole, è sensato dirlo senza sentirsi in difetto. Va tenuta distinta sia dall’idea generica di «caffè acido» sia dall’intensità della bevanda: un caffè molto concentrato non è necessariamente meno acido.
Espresso, filtro, ricetta. Espresso e filtro sono modi di preparare la bevanda, non categorie di chicchi. In caffetteria la ricetta specifica, fra le altre cose, definisce quanti grammi di macinato si usano e quanta bevanda si ottiene. Un rapporto di 1:2 nell’espresso significa, per esempio, 18 grammi di caffè macinato per circa 36 grammi di bevanda. È una proporzione diffusa, non una norma obbligatoria: serve al barista per ripetere e correggere il risultato.
Estrazione. È il processo con cui l’acqua porta nella bevanda una parte delle sostanze contenute nel caffè macinato. Permette di capire perché macinatura, quantità di caffè e acqua, temperatura e tempo cambino il sapore. Concentrazione ed estrazione non sono la stessa misura: la prima riguarda quanto è intensa la bevanda, la seconda quanta parte del macinato è passata in tazza.
Differenza tra estrazione e corpo. L’estrazione è il passaggio delle sostanze del caffè macinato nell’acqua. Il corpo è invece una sensazione tattile in bocca, legata alla consistenza della bevanda. Sono due concetti che si incontrano nella preparazione, ma non sono sinonimi: una tazza può essere concentrata e avere un equilibrio gustativo poco convincente. Dose, acqua, macinatura e tempo incidono sul risultato.
Cupping. È una procedura di assaggio comparativo usato dai professionisti per valutare i caffè con una preparazione controllata. Il sistema di valutazione aggiornato della Specialty Coffee Association distingue la descrizione di ciò che si percepisce dal giudizio sulla qualità. È una distinzione utile anche fuori dalle sessioni professionali: dire che un caffè ricorda la frutta fermentata descrive una sensazione; dire che quella sensazione è piacevole esprime una preferenza. Per realizzare la comparazione si preparano più campioni secondo condizioni controllate per descriverne e valutarne le caratteristiche: il caffè viene assaggiato con un cucchiaio e aspirato con decisione per distribuirlo in bocca.
Cold brew. È caffè preparato con acqua fredda o a temperatura ambiente e tempi di infusione lunghi. Non coincide con un caffè estratto caldo e poi versato sul ghiaccio. La differenza nel procedimento può cambiare ciò che si percepisce in tazza, ma l’etichetta «cold brew» non garantisce da sola che la bevanda sia dolce o poco acida: contano anche il caffè scelto, la concentrazione e la ricetta.
Flat white. Espresso e latte montato con una schiuma fine, integrata alla parte liquida. Si serve in una tazza generalmente più piccola di quella del caffellatte, ma non esiste una proporzione identica in tutte le caffetterie. Se il nome da solo non basta a scegliere, la domanda utile è: quanto latte c’è rispetto al caffè?
Cortado. Espresso «tagliato» con una piccola quantità di latte caldo. Anche qui dimensioni e proporzioni cambiano da locale a locale. L’idea, rispetto al flat white, è che il latte accompagni il caffè senza diventare la parte prevalente della bevanda.
Q Grader. È un professionista che ha ottenuto una qualifica per la valutazione del caffè. Non è sinonimo di barista né un titolo che si acquisisce dichiarando di avere un buon palato: richiede formazione ed esami. Il programma attuale è gestito dalla Specialty Coffee Association e usa il suo sistema di valutazione, che considera caratteristiche fisiche e sensoriali del caffè.
Chemex. È il nome di una caffettiera in vetro per il caffè filtro. Il macinato si mette in un filtro di carta nella parte superiore; l’acqua attraversa il caffè e la bevanda si raccoglie nella caraffa sottostante. Dire «un Chemex» indica dunque lo strumento e, per estensione, il caffè preparato con quello strumento.
V60. È un portafiltro conico prodotto da Hario: vi si inseriscono un filtro di carta e il caffè macinato, poi si versa l’acqua dall’alto. Fa parte dei metodi pour over, nei quali chi prepara il caffè controlla anche il modo e il ritmo del versamento. V60 e Chemex appartengono entrambi alla famiglia del caffè filtro, ma sono strumenti diversi.
Bloom. È la prima breve bagnatura del caffè macinato, prima di versare il resto dell’acqua in una preparazione filtro. In questa fase il macinato può gonfiarsi e liberare gas, soprattutto se la tostatura è recente. Nelle ricette per V60 è spesso prevista una pausa di alcune decine di secondi. È un passaggio della preparazione, non una qualità del chicco.
French press. È la caffettiera a stantuffo. Il macinato resta a contatto con l’acqua per il tempo scelto; poi uno stantuffo con filtro separa gran parte dei fondi dalla bevanda. A differenza di V60 e Chemex, qui l’acqua non viene fatta passare progressivamente attraverso un letto di caffè: il metodo si basa sull’infusione.
Syphon, o siphon. È una caffettiera composta da due recipienti, spesso di vetro. Il calore spinge l’acqua verso la camera superiore, dove incontra il caffè; quando la fonte di calore viene rimossa, la bevanda torna nel recipiente inferiore passando attraverso un filtro. La preparazione è scenografica, ma ciò che la definisce è il funzionamento dello strumento.
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Uma colisão entre um motociclo e um veículo ligeiro de passageiros provocou, ao final da manhã deste sábado, um ferido grave na Estrada Nacional 206, na localidade de Brufe.

O alerta para o acidente foi dado pelas 11h07, mobilizando de imediato os meios de socorro para o local. A vítima grave foi assistida e estabilizada pelas equipas de emergência e transportada posteriormente para o Hospital de Famalicão. Segundo os Bombeiros Voluntários de Famalicão, os trabalhos de prestação de socorro envolveram o apoio direto da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) e da Guarda Nacional Republicana (GNR) de Famalicão, que tomou conta da ocorrência e procedeu ao controlo do trânsito na via.
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Por: Dino Frazão
Data: 10 de Outubro de 2026
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O Auditório Carlos do Carmo, em Lagoa, recebe a Exposição Fotográfica Parque Natural Marinho do Recife do Algarve – Pedra do Valado, que ficará patente de 13 de outubro a 30 de novembro. A entrada é gratuita. A Pedra do Valado integra um dos maiores recifes rochosos costeiros de baixa profundidade em Portugal, estendendo-se ao […]
O rebanho de André Gonçalves controla a vegetação no Amendoeira Golf Resort. A parceria reduz gastos de limpeza e dá ao pastor uma fonte gratuita de alimento.
O conteúdo Ovelhas e cabras ajudam a manter campos de golfe em Silves aparece primeiro em Barlavento.

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L'essentiel de l'actualité, passé au crible par les cinq plumes du Courrier. Dans votre boîte, chaque jour ouvré.
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JE M'INSCRIS lecourrierdesstrateges.frDepuis le 1er juillet 2026, la Métropole de Lyon applique la verbalisation dans sa zone à faibles émissions. Les véhicules Crit’Air 3, 4, 5 et non classés risquent 68 euros d’amende forfaitaire pour une voiture particulière ou un utilitaire léger, et 135 euros pour un poids lourd ou un autocar, selon le code de la route. Une quarantaine d’agglomérations appliquent déjà une ZFE. En Île-de-France, les sanctions sont reportées au 1er janvier 2027.
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Deux grands formats par jour. Les cinq plumes du Courrier. La série Sécession, le dimanche.
Le monde commente. Vous, vous comprenez.
S'ABONNER lecourrierdesstrateges.frLe 30 septembre, la commission du développement durable de l’Assemblée nationale a rejeté par 21 voix contre 19 la proposition de loi de Pierre Meurin visant à abroger les zones à faibles émissions-mobilité. Le texte sera néanmoins examiné dans l’hémicycle le 8 octobre, lors de la journée réservée au groupe RN.
Le dispositif avait déjà été adopté dans le cadre de la loi de simplification de la vie économique, avant d’être censuré le 21 mai 2026 par le Conseil constitutionnel, non sur le fond, mais parce que la disposition était dépourvue de lien suffisant avec le texte initial. La ZFE lyonnaise reste donc en vigueur.
Le député RN Pierre Meurin affirme que les ZFE « excluent 15 millions de Français ». Ce chiffre relève de son argumentaire et doit être attribué comme tel. De son côté, le député LFI Sylvain Carrière a jugé les ZFE « profondément injustes », tandis que Vincent Thiébaut (Horizons) refuse une suppression sans développement préalable des transports collectifs.
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REJOINDRE LE FIL t.me/resterlibrePendant que les parlementaires discutent, à Lyon, la verbalisation a commencé le 1er juillet : 68 euros pour une voiture, 135 euros pour un poids lourd ou un autocar. Le premier montant correspond à l'amende forfaitaire des contraventions de troisième classe. En Île-de-France, les sanctions sont repoussées au 1er janvier 2027. Le montant de la sanction dépend donc de l'adresse, et du calendrier que chaque exécutif local a choisi. Les contrôles sont actuellement effectués par les polices municipale et nationale.
Le 2 octobre, Pierre Chasseray (40 millions d'automobilistes) et l'écrivain Alexandre Jardin ont écrit aux députés pour dénoncer un « système absurde, punitif et profondément injuste ». Ils promettent de publier le vote de chaque élu et de le faire connaître aux électeurs de sa circonscription. Au-delà des affrontements partisans, une question demeure : combien de temps une réglementation contestée jusque dans ses effets sociaux peut-elle continuer à s’imposer avant que le législateur ne tranche clairement ? Quel que soit le résultat du 8 octobre, les automobilistes resteront soumis à un calendrier qui leur échappe. Les élus locaux fixent les dates de sanction, le Parlement débat des principes. Entre les deux, la facture arrive à l'automobiliste.
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Un média libre vit de ses lecteurs. Un pourboire ponctuel, sans compte ni engagement, quand le cœur vous en dit.
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Dans les médias officiels iraniens tout comme dans la rhétorique gouvernementale, cette expression désigne l'ennemi du moment, à savoir la coalition formée par de nombreux pays occidentaux, dont les États-Unis, Israël et plusieurs régimes arabes, notamment les signataires des accords Abraham (Émirats arabes unis, Bahreïn, Maroc et Soudan), qui normalisent leurs relations avec Tel-Aviv. Cette expression avait déjà cours durant la guerre contre l'Irak (1980-1988), Bagdad étant alors soutenu par Washington et les monarchies du Golfe.