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Dinamarquesa ‘energiza’ fábrica de Esposende com investimento de 50 milhões e 580 trabalhadores


A gigante dinamarquesa NKT investiu cerca de 50 milhões de euros na expansão da produção de cabos de energia de média e alta tensão em Esposende, reforçando também em centena e meia o número de trabalhadores integrados na fábrica da antiga Solidal, que emprega agora um total de 580 pessoas neste concelho do distrito de Braga.

Comprada em junho de 2024 à Njord Partners numa operação avaliada, em termos de enterprise value, em 192 milhões de euros — o fundo de private equity tinha adquirido o negócio em 2019 –, a unidade industrial fundada em 1968, e que em meados dos anos 1990 passou a ser controlada a 100% pelo grupo Quintas & Quintas, produz cabos para tensões de 1 kV a 225 kV.

A conclusão deste investimento, que amplia a capacidade produtiva e introduz novas valências técnicas para “responder à forte procura de sistemas de cabos de energia impulsionada pela transição energética”, foi assinalada esta terça-feira pela empresa cotada na Nasdaq de Copenhaga, que emprega 6.500 pessoas a nível global e que no ano passado registou um volume de negócios de 3,6 mil milhões de euros.

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“Em pouco mais de dois anos, passámos da aquisição da Solidal [faturava 150 milhões de euros] à integração e expansão significativa da unidade. O reforço da capacidade produtiva e as novas valências técnicas aumentam a nossa capacidade de apoiar os clientes na expansão e modernização das suas redes elétricas, ao mesmo tempo que afirmam Esposende como uma parte importante da rede de unidades industriais da NKT na Europa”, destacou Carlos Fernandez, vice-presidente executivo e responsável pela área de distribuição da NKT.

Num contexto de “maior eletrificação, integração de energias renováveis e crescimento da procura de eletricidade”, o responsável da empresa nórdica, que opera a partir de mais de 30 localizações, sublinhou ainda o “compromisso de longo prazo” com Portugal, a valorização das competências e da tradição industrial que já existiam na unidade minhota e o facto de “contribuir para o papel do país na cadeia de fornecimento europeia de cabos elétricos”.

Investimento aumenta a nossa capacidade de apoiar os clientes na expansão e modernização das suas redes elétricas e afirma Esposende como parte importante da rede de unidades industriais da NKT na Europa.

Carlos Fernandez

Vice-presidente executivo e responsável pela área de distribuição da NKT

Numa mensagem transmitida em vídeo, o ministro da Economia e da Coesão Territorial relevou a importância desta aposta “também para o futuro industrial de Portugal e para a transição energética da Europa”. “É o tipo de investimento que queremos atrair e reter. Queremos uma economia industrial competitiva, aberta ao investimento internacional, fortemente ligada às cadeias de valor europeias e cada vez mais capaz de combinar produção industrial, tecnologia, inovação e sustentabilidade”, referiu Manuel Castro Almeida.

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Continental Mabor constrói centro tecnológico com 500 trabalhadores em Famalicão


A gigante alemã Continental Mabor vai avançar para a construção de um novo centro de competências tecnológicas no complexo industrial localizado em Lousado, no concelho de Vila Nova de Famalicão, onde produz anualmente mais de 18 milhões de pneus.

Este novo espaço da quarta maior exportadora portuguesa vai juntar cerca de 500 colaboradores de áreas tecnológicas e “proporcionar um ambiente de trabalho moderno, concebido para promover a colaboração, a investigação, a engenharia e a especialização digital”.

Segundo a informação partilhada pelo grupo e pela autarquia, “este investimento representa um importante passo para o desenvolvimento da empresa e para a dinamização económica da região, encontrando-se atualmente o projeto em fase de terraplanagem”.

A cerimónia que assinala o arranque das obras está agendada para esta quinta-feira, 22 de outubro, nas instalações da empresa que iniciou a atividade em 1946 como Mabor e que em 1990 foi integrada no Grupo Continental, tendo recentemente atingido ali a produção do seu pneu número 450 milhões.

O grupo alemão emprega atualmente mais de 3.800 pessoas em Famalicão, distribuídas por quatro empresas integradas no negócio de pneus: Continental Mabor, Continental Solutions Center, Continental Pneus Portugal e Continental Indústria Têxtil do Ave.

Pedro Carreira, presidente da Continental Mabor Portugal, em entrevista ao ECORicardo Castelo/ECO

Em junho, a multinacional alemã, que tem feito grandes investimentos ao longo dos últimos anos na fábrica de Lousado e que em Portugal é liderada por Pedro Carreira, garantiu ao ECO que tem “vários investimentos em curso, uns iniciados já no ano passado e que [pretende] continuar” a investir no Norte de Portugal.

Na mesma altura, assinou um memorando de entendimento com o município de Famalicão e a Escola Profissional Tecnológica do Vale do Ave (FORAVE), uma instituição que “desempenha um papel fundamental na preparação de jovens talentos para a indústria moderna, oferecendo formação em automação, robótica, manutenção industrial, eletrónica e mecatrónica, entre outras áreas”.

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NOS e Telefónica aliam-se para desenvolver soluções de defesa e segurança na Europa

As duas operadoras de comunicações cruzaram-se durante os exercícios marítimos REPMUS e decidiram avançar com uma parceria para o desenvolvimento de projetos na área da defesa. Colaboração entre as marinhas portuguesa e espanhola foi relevante para criação do projeto conjunto entre as duas operadoras

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NOS e Telefónica aliam-se para desenvolver soluções de defesa e segurança na Europa

As duas operadoras de comunicações cruzaram-se durante os exercícios marítimos REPMUS e decidiram avançar com uma parceria para o desenvolvimento de projetos na área da defesa. Colaboração entre as marinhas portuguesa e espanhola foi relevante para criação do projeto conjunto entre as duas operadoras

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Startup portuguesa usa inteligência artificial para ler faturas linha a linha


Quatro portugueses e a vontade de desenvolver uma solução que facilitasse o trabalho dos contabilistas certificados. Foi esta a receita para a criação do Kangaroo Files. Uma startup que, mais do que um arquivo digital legal, usa a inteligência artificial (IA) para ler as faturas linha a linha, sejam elas carregadas diretamente na plataforma ou enviadas por Whatsapp, preparando o seu lançamento e libertando estes profissionais de tarefas rotineiras que retiram tempo para exercerem a sua verdadeira função: serem parceiros estratégicos das empresas.

Foi há três anos que o Kangaroo Files foi criado. No início, o objetivo era resolver um problema de comunicação. “Os contabilistas trabalhavam muito e os clientes achavam que só mexiam em papeis, tratavam das faturas, e não percebiam porque é que a avença era tão elevada”, começa por explicar ao EContas Leonardo Domingues, CEO da startup e também um dos quatro fundadores: dois formados em Finanças pela Universidade Politécnica do Cávado e do Ave (UPCA) e dois em Ciências pela Universidade do Minho.

Leonardo Domingues, CEO do Kangaroo Files

“Resolvemos atacar esse problema com a criação de uma área de cliente onde os clientes podiam disponibilizar a documentação diretamente para o contabilista, poupando telefonemas e emails, e o contabilista ao longo do ano vai preenchendo a área de cliente com o que anda a fazer. O cliente acaba por ver em tempo real o trabalho que o contabilista está a fazer. Desenvolvemos isto e tivemos um enorme sucesso. Tínhamos clientes em Lisboa, Porto, Algarve, Évora”, continua o responsável. Acabaram por ir mais longe.

“A área de cliente trata de toda a documentação da empresa que não é faturação. Mas depois existe na lei portuguesa o arquivo digital legal para as faturas que permite desmaterializá-las. E pensámos: a IA está cá para ajudar neste tipo de situações. Acabámos por desenvolver um arquivo digital legal em que a IA ajuda a extrair informação dos documentos e com essa informação começámos a automatizar processos da contabilidade”, detalha Leonardo Domingues. Este é o produto atual desta empresa que tem os contabilistas certificados como clientes e que, por sua vez, a incorporam nas empresas com que trabalham.

Existe na lei portuguesa o arquivo digital legal para as faturas que permite desmaterializá-las. E pensámos: a IA está cá para ajudar neste tipo de situações. Acabámos por desenvolver um arquivo digital legal em que a IA ajuda a extrair informação dos documentos e com essa informação começámos a automatizar processos da contabilidade.

Leonardo Domingues

CEO do Kangaroo Files

Do contabilista para as empresas

“O contabilista tem a sua carteira de clientes e começa a instalar a solução dentro do gabinete. Aquele processo de digitalização de cada cliente é feito dependendo do ritmo que o contabilista quiser e da vontade de digitalização de cada um dos clientes”, diz o CEO do Kangaroo Files, revelando que alguns destes profissionais têm carteiras com mais de 1.000 clientes.

De acordo com o responsável, o que difere esta solução de outras no mercado é o facto de a IA ajudar a ler as faturas linha a linha, classificando automaticamente cada uma das despesas. Quando há dúvidas, recorre sempre ao contabilista certificado, aprendendo e evoluindo de acordo com as suas indicações.

“Um contabilista quando está a fazer um lançamento contabilístico está – simplificando – a pegar numa despesa e a classificá-la. A forma como a maior parte dos softwares de contabilidade funciona é que permitem dizer assim: tudo o que vier deste fornecedor vamos assumir uma classificação. Por exemplo, somos um restaurante. Vou assumir que tudo o que vem da Makro é matéria-prima. Já dá uma ajuda aos contabilistas porque 99% das faturas da Makro vão ser matéria-prima. Onde perdem tempo é com a possibilidade de uma dessas faturas ter lá, por exemplo, um forno ou uma panela. Se em mil faturas pode haver uma que tenha um forno, os contabilistas vão ter de ver as mil”, refere.

Onde é que esta solução entra? “Ao ler linha a linha e ter uma IA que percebe a atividade da empresa, vai avisar o contabilista. O contabilista chega ao programa, vê 999 faturas a verde e uma amarela. Só tem de ir ver essa e poupa tempo. Além de termos a IA a avisar, também sugere uma classificação”, continua Leonardo Domingues.

Esta plataforma, que tem um fee mensal de 59,90 euros a que se soma um valor adicional por cada cliente dependendo do número de documentos que passa pelo programa, permite ainda tirar uma fotografia às faturas e enviar diretamente por Whatsapp. De acordo com o responsável, “há um número de telefone do Kangaroo. Os empresários tiram uma fotografia à fatura e enviam para o Kangaroo como se fosse uma mensagem. Vai diretamente para o programa, que identifica a informação da fatura, extrai a documentação toda, prepara o lançamento e o contabilista chega lá e já tem o documento e o lançamento prontos. Basta clicar para aprovar. Os empresários conseguem usar a plataforma sem terem de entrar nela”.

Ao ler linha a linha e ter uma IA que percebe a atividade da empresa, vai avisar o contabilista. O contabilista chega ao programa, vê 999 faturas a verde e uma amarela. Só tem de ir ver essa e poupa tempo. Além de termos a IA a avisar, também sugere uma classificação.

Leonardo Domingues

CEO da Kangaroo Files

Crescer para alcançar até 1.500 empresas

A maior procura de novos clientes por esta solução, bem como a integração gradual de clientes já existentes, está a fazer com que a startup esteja a dar passos para desenvolver o software, aumentando a sua capacidade para analisar mais documentos. “Estamos a preparar-nos informaticamente para quando chegar a dezembro termos cerca de 250 mil documentos por mês a passar pela IA. Atualmente, diria que estamos com 100 mil documentos por mês”, detalha Leonardo Domingues.

Esta evolução acontece numa altura em que o “Kangaroo já é utilizado por gabinetes de contabilidade no tratamento da documentação de mais de 600 empresas” e tem como objetivo “alcançar as 1.000 a 1.500 empresas até ao final do ano”, com o CEO a apontar mais para o topo do intervalo. “A maior parte das empresas já reconhece que não devia ser a norma guardar capas, tanto do lado do contabilista como do lado dos empresários”, realça, notando também uma maior abertura por parte dos contabilistas certificados para adotar este tipo de solução criada tendo em conta os riscos associados à utilização das novas tecnologias.

O Kangaroo já é utilizado por gabinetes de contabilidade no tratamento da documentação de mais de 600 empresas e temos como objetivo alcançar as 1.000 a 1.500 empresas até ao final do ano.

Leonardo Domingues

CEO do Kangaroo Files

“A IA é sempre utilizada dentro de uma estrutura de revisão. Vai ser tudo feito de forma determinística e a IA vai rever e dar a sua opinião e chamar, ou não, a atenção ao contabilista. Não podemos dar-nos ao luxo de termos um falso positivo, que é dizer que está tudo bem e não está. Temos de criar um equilíbrio entre a natureza probabilística da IA e um sistema determinístico. E conseguimos esse equilíbrio”, garante, revelando que é também com a ajuda das novas tecnologias que estão a desenvolver um software para as empresas que recebe faturas, extrai as informações e coloca-as no programa de faturação.

“As empresas também sentem necessidade de reduzir o trabalho manual no que se refere a colocar as faturas dentro do software. É um trabalho manual que ainda se faz e nós estamos na posição para o automatizar”, conclui.

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Empresas refazem contas de horas pagas ao trabalhador após aprovação da PEC que extinguiu a jornada 6X1 e vale antes do Natal

Enquanto os empregados ainda não sabem exatamente como vai ficar sua jornada de trabalho com o fim da escala 6x1 e se isso terá impacto no custo da folha de pessoal das empresas, empresários, advogados trabalhistas amanheceram nesta segunda-feira (19) fazendo conta sobre como os empregados de trabalham na jornada 6x1 precisaram ser redistribuídos e se acostumando com a Ideia de que mesmo que já trabalha 5x2 vai ficar mais caro apenas como ajuste da redução da jornada de 44 para 40 hora semanais.

O caso mais emblemático é o da maior empresa do Brasil, a Petrobras, que criou um grupo de trabalho para avaliar os impactos do fim da escala 6x1 sobre os contratos de prestação de serviços à estatal, pois tem pela frente o principal desafio de adaptar as jornadas dos trabalhadores terceirizados à nova regra, promulgada nesta sexta-feira, 16, pelo Congresso, que prevê cinco dias de trabalho e dois de descanso. A Petrobras tem um quadro de 130 mil funcionários terceirizados cujos salários terão impacto direto no custo geral dos contratos de prestação de serviço.

Jornada 40 horas

A Petrobras emprega diretamente 50 mil empregados próprios, que não serão afetados pela nova regra. No regime administrativo, a companhia já adota jornadas de 40 horas semanais. Nas áreas operacionais, há escalas específicas, negociadas em acordos coletivos de trabalho.

Mas o problema está nos profissionais que cumprem jornadas variadas e atuam em diferentes frentes, de plataformas offshore a refinarias. A estatal adota regiões que vão do 12x36 ao quatro dias em jornada de 12 horas por quatro de folga e até o regime de plataformas que dura 15 dias embarcado para 15 em terra.

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PROMUGAÇÃO DA PEC DA ESCALA 6X1. - DIVULGAÇÃO

Redução voluntária

Mas a mudança da escala 5x2 vai impactar todos os demais trabalhadores, salvo os empregados em empresas que reduziram voluntariamente a sua jornada para 40 horas e definiram o trabalho como de segunda a sexta-feira.

Porém, mesmo que adote o regime de 5x2, será impactado porque haverá um aumento de custos trabalhistas, pois a hora é paga e calculada sobre 44 horas. E isso tem repercussões quando agora a empresa vai contabilizar o mesmo salário por 40 horas.

Salário e meio

Por exemplo, um funcionário que recebe mensalmente um salário mínimo e meio (R$ 2.431,50) que, segundo o Caged, é o valor de contratação de 85% dos empregos com carteira assinada e trabalha 44 horas semanais, tem o valor da hora normal calculado em R$ 11,05, considerando o divisor 220.

Com a jornada de 40 horas semanais e a manutenção do mesmo salário, o divisor passa a ser 200, elevando o valor da hora para R$12,15. Assim, uma hora extra, considerando o adicional mínimo de 50%, passaria de R$16,57 para R$18,22. No caso de um empregado que recebe cinco salários mínimos (R$8.105,00), a hora normal sobe de R$36,84 para R$40,52 e a hora extra sobe para R$60,78.

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Indústria madeira de mobiliária teria impacto na jornada 6x1. - Divulgação

Condomínio caro

E existem setores como o de serviços, em especial os de condomínio. Eles vão ter aumento de custos. Mas, segundo os analistas, o primeiro desafio dos administradores e síndicos é entender que reduzir a jornada não significa, necessariamente, reduzir o funcionamento dos serviços. A portaria de um edifício, por exemplo, pode precisar operar 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados. Se um funcionário passar a ter mais dias de descanso, outros profissionais precisarão cobrir os períodos em que ele não estiver trabalhando.

O primeiro é o aumento direto das despesas, naturalmente, será com pessoal, caso seja necessário ampliar a equipe para manter o mesmo nível de atendimento. O segundo é a revisão dos contratos terceirizados, caso os prestadores tenham custos adicionais para cumprir as novas regras. Mas em relação aos condomínios, a prestação mensal vai subir. A menos que o síndico corte pessoal.

Folgas e hora extra

Também pode haver despesas pontuais com recrutamento, treinamento e reorganização dos serviços. Entre as despesas que poderão ser pressionadas estão os custos de cobertura de folgas, eventuais contratações adicionais, horas extras quando legalmente cabíveis, reorganização de turnos e revisão dos contratos com empresas terceirizadas.

A tecnologia pode ajudar a organizar processos, mas não elimina automaticamente todas as necessidades de mão de obra nem substitui as obrigações legais relacionadas à segurança e ao funcionamento do prédio.

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CARTEIRA DE TRABALHO DO BRASIL - DIVULGAÇÃO

Em toda cadeia

O Instituto Foodservice Brasil (IFB), ecossistema que reúne a cadeia de valor do setor de alimentação fora do lar, formado por indústrias de alimentos e bebidas, equipamentos e embalagens, operadores de estabelecimentos, distribuidores e empresas de serviços, acompanhou com preocupação a aprovação, pelo Senado, da PEC 221/2019.

A entidade adverte que o risco de uma transição curta não é o setor deixar de cumprir a regra. É cumpri-la por um caminho tortuoso. Reduzir o horário de atendimento, acelerar a substituição de pessoas por tecnologia e repassar o custo ao consumidor não são alternativas entre si: são os três movimentos que a pressão do prazo tende a impor, ao mesmo tempo.

Revisão de preços

Entre as empresas ouvidas , nem pesquisa antes da aprovação da PEC revelou que 41% já antecipam a revisão de preços e outras 32% avaliam essa possibilidade. Uma adaptação apressada tende a custar mais a todos do que uma adaptação planejada.

Segundo o IFB, a conta chega também a quem já trabalha de segunda a sexta. Parte das indústrias e fabricantes de equipamentos opera 44 horas, com compensação do sábado, e passa a 42 horas em 2 meses e a 40 horas em 14: são 4 horas a menos por semana para cada colaborador, cerca de 9% da jornada atual. Sem novas contratações, é a capacidade produtiva que deixa de existir.

Adaptação rápida

No fundo, as empresas já sabem que a nova lei foi promulgada. A adaptação à redução da jornada exigirá planejamento e vai pressionar a folha de pagamento e reduzir as margens, sobretudo em setores que dependem de operação contínua, atendimento presencial ou funcionamento aos fins de semana. E aumentar a automatização dos serviços com aceleração da mecanização de tarefas repetitivas.

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Cooperativismo de crédito chega a 21,2 milhões de associados e amplia presença no sistema financeiro brasileiro. - DIVULGAÇÃO

Cooperativismo

Os dados do Banco Central revelam que o Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC) está presente em 59% dos municípios brasileiros e ultrapassou R$ 1 trilhão em ativos. O cooperativismo de crédito alcançou 21,2 milhões de associados no Brasil ao final de 2025, crescimento de 10,4% em relação ao ano anterior.

Enquanto nas instituições financeiras tradicionais os lucros são destinados aos acionistas, no cooperativismo, quando há sobras, sua destinação segue as regras estatutárias e as decisões previstas no modelo cooperativo, podendo beneficiar os próprios associados.

Consorcio Agreste

Uma parceria entre o Sebrae/PE e o Consórcio Público para o Desenvolvimento da Região Agreste Meridional de Pernambuco (CODEAM) vai facilitar a regularização e ampliar os mercados para pequenos produtores e agroindústrias da região. O Serviço de Inspeção Municipal (SIM) Consorciado já reúne 20 municípios e tem previsão de começar a funcionar no segundo trimestre de 2027, beneficiando cerca de 400 empreendedores e impactando aproximadamente 500 empregos diretos e indiretos.

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A empresa pernambucana Masterboi participa da SIAL Paris 2026, uma das principais feiras internacionais da indústria de alimentos e bebidas. - DIVULGAÇÃO

Masterboi na SIAL

A empresa pernambucana Masterboi participa da SIAL Paris 2026, uma das principais feiras internacionais da indústria de alimentos e bebidas, realizada até 21 de outubro, em Paris, na França. Neste ano, a presença da companhia ganha um significado adicional com a habilitação da unidade de Canhotinho, no Agreste pernambucano, para exportar carne bovina à China.

A habilitação da unidade de Canhotinho para exportar à China representa um avanço para a estratégia de internacionalização da Masterboi. De acordo com Rodrigues, a planta pernambucana é a mais recente a conquistar a autorização e, segundo o executivo, a única do Nordeste com essa habilitação. A abertura do mercado chinês também pode estimular mudanças na produção pecuária regional.

Ramon Canova

APM Terminals anunciou nesta segunda-feira, a contratação de Ramon Canova como novo Gerente Comercial para suas operações no Nordeste. Ele cuidará dos terminais de Pecém (CE) e Suape (PE). A movimentação ocorre em um momento estratégico para a APM Terminals no país, marcado pelo início das operações do novo terminal de Suape, o primeiro terminal de contêineres 100% eletrificado da América Latina, e pela contínua consolidação da capacidade operacional de Pecém.

Estética In Nordeste

De 7 a 9 de novembro, no Centro de Eventos do Ceará, acontece a 8ª edição do Estética In Nordeste, feira de negócios que reúne indústrias do setor, além de workshops e congressos internacionais com temas como a nova era da harmonização integrativa, rejuvenescimento e tratamentos para flacidez. A expectativa é gerar R$ 100 milhões em turismo de negócios. A estimativa é de receber cerca de 35 mil participantes, vindos de mais de 23 estados brasileiros.

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Reforma Tributária do Consumo - Divulgação

Workshop

O Trade Center RioMar, no Recife, será palco do workshop Reforma Tributária e Tecnologia, que abordará os impactos das mudanças tributárias na Contabilidade Aplicada ao Setor Público e o papel da inovação no aprimoramento da gestão municipal. Organizado pela Rarotec, o evento contará com palestras de César Barbosa, auditor fiscal e membro titular do Conselho Superior do Comitê Gestor do IBS, e Bruno Salvetti, diretor de Planejamento Fazendário de Jaboatão dos Guararapes.

Pólo médico

Liderada pelas empresárias da saúde Raíssa Costa e Roberta Timóteo, a Clindoor abre as portas de um novo espaço com foco no tratamento da dor, movimento e performance no ITC Empresarial, no Pina. Com investimento superior a R$ 1 milhão, o empreendimento inova com IA e gamificação para treinamento personalizado de pacientes em reabilitação, atletas e esportistas amadores.

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Junior Achievement Pernambuco, - Divulgação


Miniempresários

Nesta quarta-feira (21), às 18h, no Cais do Sertão, acontece o encerramento do programa na Formatura de Miniempresas, quando serão premiadas as melhores Miniempresas ONG Junior Achievement Pernambuco (JA Pernambuco) pela 23ª vez, contando com a participação de 700 estudantes de 26 escolas da rede pública estadual da Região Metropolitana do Recife e do interior do estado.


 

© SENADO FEDERAL

APROVAÇÃO DA PEC ESCALA 6X1.
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Trabalhadores da Volkswagen Autoeuropa rejeitam congelamento de salários

“Aos problemas da Volkswagen não se responde com a perda de poder de compra dos trabalhadores, responde-se com estratégia”, afirma a Comissão de Trabalhadores da Autoeuropa. É a reação à notícia veiculada esta segunda-feira pela imprensa alemã, que aponta para salários congelados em todas as marcas do grupo, até 2030

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Após desempenho amargo na fabricante de chocolates Lindt, consequência para o CEO não foi doce: quando os resultados afastam gestores

A Lindt afastou o presidente executivo após rever em baixa as previsões de vendas para 2026, num contexto de fraco desempenho na Europa. A fabricante suíça de chocolates junta-se a empresas como PayPal, Nestlé, Starbucks e Danone, que também substituíram os seus líderes perante resultados abaixo das expectativas e pressão dos investidores

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Llegó la hora de los avatares en las aulas: Harvard clona a sus docentes

David Shrier no siempre ha sido dueño de su imagen. Cuando este profesor universitario abandonó la antigua institución académica donde impartía clases, esta siguió usando su rostro para promocionar un curso de emprendimiento en línea, con vídeos que él había grabado y sin pagarle nada a cambio. Tuvo que contratar a un abogado para que los retirasen de internet. Pero la idea no se desvaneció tras el pleito. Hoy Shrier enseña en Imperial Business School, en Londres, y cuenta con una réplica digital que responde a sus alumnos a cualquier hora. La conocen como Davatar. “Lo que sé es que ahora mi nombre, mi imagen y mi apariencia me pertenecen”, afirma.

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© HBS FOUNDRY (EL PAÍS)

Avatar del profesor Jim Matheson, de Harvard Business School.
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Bragança candidata-se a Cidade Europeia do Cereal em 2027


 

Bragança quer afirmar-se como referência na produção e valorização dos cereais e vai candidatar-se a Cidade Europeia do Cereal em 2027. O anúncio foi feito esta sexta-feira, Dia Mundial do Pão, com a autarquia a querer dar visibilidade à tradição cerealista de Trás-os-Montes e ao trabalho desenvolvido por agricultores, empresas e investigadores.

“É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio“, assinala a presidente da Câmara Municipal de Bragança, Isabel Ferreira. A autarca destaca, por isso, a importância dos cereais e do pão para a identidade e a economia da região.

A candidatura será apresentada à Rede de Cidades do Cereal (REDCCER), entidade responsável pela atribuição anual do título, que distingue projetos dedicados à cultura cerealista. A Câmara de Bragança chama a participar na candidatura a Universidade Politécnica de Bragança, através dos centros de investigação CIMO e SusTEC, o MORE CoLAB, produtores agrícolas, padarias, empresas, restaurantes, escolas e associações locais.

No âmbito da candidatura, a autarquia tem programadas diversas atividades, que vão desde a criação de um “Pavilhão Vivo do Cereal”, integrado na Feira de Agricultura, onde os visitantes poderão acompanhar as várias fases do processo do fabrico, desde as sementes e variedades de cereais até à moagem, panificação e utilização na gastronomia.

É importante dar visibilidade a tantos trabalhos que são feitos na área dos cereais, de inovação, de recuperação de espécies, e de valorização do trabalho também dos nossos empresários, agricultores e investigadores nesse domínio.

Isabel Ferreira

Presidente da Câmara Municipal de Bragança

O município tenciona ainda criar a “Rota do Cereal e do Pão”, que ligará padarias, moinhos, produtores, restaurantes e espaços patrimoniais, além da iniciativa “Doze Meses, Doze Sabores”, que desafiará estabelecimentos de restauração, padarias e pastelarias a apresentar mensalmente criações à base de cereais.

Será ainda lançado o desafio “Bragança Cereal Lab” a estudantes, investigadores e empresas para desenvolverem novos produtos alimentares e soluções relacionadas com os cereais e os seus subprodutos.

Está prevista também a recolha de memórias e testemunhos relacionados com a atividade cerealista, a celebração do “Dia Mundial do Cereal”, a 7 de março, e a realização do Festival “Bragança, Pão e Futuro”, no outono.

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Fusões e aquisições em Portugal caem 27% até setembro


A rentrée ainda não foi suficiente para que as fusões e aquisições (M&A) recuperassem em Portugal, embora o ritmo da queda tenha abrandado. O mercado transacional português contabilizou 379 transações, entre anunciadas e concluídas, que movimentaram um total de 7,8 mil milhões de euros, até setembro, de acordo com os dados mais recentes da TTR Data.

Apesar das mais de 370 operações de M&A envolvendo empresas portuguesas, o número registado até ao terceiro trimestre representa uma queda de 27% em comparação com o mesmo período de 2025, bem como uma diminuição homóloga de 45% no capital mobilizado. Ainda assim, menos de metade (33%) dos negócios tiveram os preços divulgados.

Nos primeiros nove meses deste ano, o setor do imobiliário foi o mais ativo, com 62 transações, mantendo a tendência que se tem vindo a verificar no pós-pandemia de Covid-19, depois de um boom de negócios na área tecnológica.

Quando se observa apenas o terceiro trimestre de 2026, no qual foram registadas 120 fusões e aquisições, com valor acumulado de 4,7 mil milhões de euros, é a venda do centro de dados da Altice na Covilhã que se destaca nos rankings segundo o relatório da TTR Data. Ainda que a alienação tenha sido anunciada no final de 2025, os analistas consideram que a conclusão desta venda foi o negócio do trimestre.

Em causa a compra do data center da Covilhã pela Asterion Industrial Partners, por 120 milhões de euros, que contou com a assessoria jurídica das sociedades de advogados Morais Leitão e Uría Menéndez Portugal e a assessoria financeira e due diligence da consultora EY.

O fundo Asterion, que é o maior veículo de investimento em infraestruturas de Espanha, tem estado ativo em termos de M&A. Na segunda-feira, o jornal El Economista noticiou que a Asterion se encontra em processo de aquisição da Fraikin, um dos principais fornecedores europeus de leasing de veículos comerciais e gestão de frotas. O acordo de compra e venda foi assinado com entidades ligadas à Benefit Street Partners, Värde Partners e Canyon Partners, mas os detalhes financeiros não foram divulgados.

Espanha fez mais aquisições em Portugal (e vice-versa)

No âmbito transfronteiriço, Espanha foi o país que fez o maior número de investimentos de M&A em Portugal nestes nove meses, contabilizando 28 transações. Por sua vez, as empresas portuguesas também escolheram a Espanha — e o Reino Unido — como principais destinos de investimento, com 37 e nove transações, respetivamente.

“Em 2026, foram contabilizadas 53 transações de private equity, representando uma queda de 40% no número de operações em comparação ao mesmo período de 2025. Em venture capital [capital de risco], foram realizadas 76 rondas de investimentos num total de 872 milhões de euros, representando um crescimento de 35% no total investido”, lê-se no último relatório do TTR Data..

No segmento de compra de ativos (asset acquisitions), que também é contabilizada no M&A, foram registadas 86 transações com um valor de 3,8 mil milhões de euros, mais 3% do que entre janeiro e setembro de 2025.

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Donald Trump volta a virar-se para Putin

O Major-General Arnaut Moreira critica a postura de Trump na compra de combustível à Rússia. Afirma também que os negócios não podem esperar pela paz na Ucrânia. 

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Governo Lula propõe perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas de 3,6 milhões de MEIs

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou nesta terça-feira (13) o envio de um Projeto de Lei Complementar (PLP) ao Congresso Nacional para permitir o perdão de R$ 12,6 bilhões em dívidas tributárias de aproximadamente 3,6 milhões de microempreendedores individuais (MEIs). A proposta integra um conjunto de medidas voltadas à redução do endividamento e ao apoio a pequenos negócios.

A iniciativa faz parte do programa Prospera MEI e pretende facilitar a regularização fiscal de trabalhadores que acumulam débitos com a União. A medida, no entanto, depende da tramitação e da aprovação do projeto pelo Congresso Nacional para entrar em vigor.

Os números apresentados pelo governo indicam que cerca de metade dos microempreendedores incluídos na estimativa possui dívidas superiores a R$ 3 mil. Os débitos considerados na proposta são aqueles inscritos na Dívida Ativa da União.

Pacote prevê recursos para pequenos negócios

Além da anistia tributária, o Prospera MEI prevê a destinação de R$ 5 bilhões, entre 2027 e 2030, para apoiar o desenvolvimento de pequenos negócios. A proposta estabelece a concessão de recursos não reembolsáveis, ou seja, valores que não precisarão ser devolvidos pelos beneficiários.

Cada empreendedor poderá receber até R$ 5 mil para investir na própria atividade, mediante a apresentação de um projeto. O dinheiro poderá ser utilizado na compra de equipamentos, aquisição de materiais e contratação de serviços necessários à melhoria ou à ampliação do negócio.

A iniciativa também pretende alcançar empreendedores que enfrentam dificuldades para obter crédito bancário por causa de restrições financeiras, baixa pontuação de crédito ou falta de garantias.

Mulheres e microempreendedores com menor faturamento estão entre os públicos que deverão ter prioridade no acesso aos recursos. A execução dos projetos deverá contar com a participação do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).

Governo também prevê renegociação de dívidas bancárias

O pacote inclui medidas para ampliar as possibilidades de renegociação de dívidas bancárias contraídas por MEIs por meio de seus CNPJs. A proposta prevê a inclusão desses débitos no Desenrola Brasil 3.0, com regras a serem detalhadas pelo Ministério da Fazenda.

O mecanismo deverá permitir a negociação de dívidas com descontos que podem chegar a percentuais elevados, dependendo das condições de cada operação. Os critérios de participação e os benefícios efetivamente disponíveis dependerão da regulamentação.

A iniciativa busca aliviar o comprometimento da renda dos pequenos empreendedores com obrigações financeiras e ampliar as condições para a continuidade das atividades comerciais e de prestação de serviços.

Limite de faturamento também está em discussão

Outra medida defendida pelo governo é a ampliação do limite de faturamento anual permitido para o enquadramento como microempreendedor individual. Atualmente, o teto é de R$ 81 mil.

A proposta em discussão prevê elevar o limite para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028. O texto também prevê ampliar de um para dois o número de empregados que um MEI pode contratar.

A mudança depende de aprovação legislativa. Se implementada, permitirá que empreendedores com faturamento superior ao limite atual permaneçam no regime, desde que respeitem as demais condições previstas na legislação.

O conjunto de medidas também inclui iniciativas para reduzir exigências burocráticas relacionadas à emissão de notas fiscais no contexto da reforma tributária.

Perdão ainda depende do Congresso

Embora o governo tenha anunciado a proposta de anistia, o perdão das dívidas não ocorre automaticamente com o envio do projeto. O texto precisará ser analisado pelos parlamentares, que poderão discutir seu alcance e suas condições.

A medida também se diferencia dos programas de renegociação já oferecidos pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), nos quais os contribuintes podem obter descontos e parcelar débitos conforme as regras estabelecidas.

Com o Prospera MEI, o governo reúne propostas de regularização tributária, apoio financeiro e mudanças nas regras de funcionamento dos pequenos negócios. A implementação de cada iniciativa dependerá do instrumento legal correspondente e, nos casos que exigem aprovação legislativa, da conclusão da tramitação no Congresso.

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