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Los profesores en huelga cambian el verde por el negro en rechazo a la carga policial: “Somos docentes, no delincuentes”

Una gran marcha de docentes y estudiantes madrileños ha vuelto a salir este martes por las calles de la capital para protestar contra las cargas policiales en la protesta del lunes, como parte de las concentraciones diarias que tienen lugar durante la huelga indefinida del profesorado de la región. Lo han hecho vestidos de negro, en vez del verde habitual con el que defienden sus demandas, y en algunos momentos en silencio total, con velas, linternas y luces de móviles levantadas hacia el cielo.

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© A. Pérez Meca - Europa Press (Europa Press)

Cientos de personas con linternas durante una manifestación contra la violencia ejercida contra los participantes en las movilizaciones por la huelga de educación en Madrid.
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Queda de desmatamento no Brasil gera R$ 1,16 trilhão à economia global

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A redução do desmatamento na Amazônia brasileira e no Cerrado desde 2023 pode ter rendido ganhos de cerca de R$ 1,16 trilhão para a economia mundial. Desse total, até R$ 192 bilhões corresponderiam a danos climáticos evitados para a própria economia brasileira.

A constatação faz parte de um estudo do economista Bráulio Borges, publicado esta semana pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), um think tank (centro de estudos) da Fundação Getulio Vargas (FGV).

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Para chegar à conclusão, o especialista comparou o desmatamento dos dois biomas no período de 2019 a 2022 e os comparou com os de 2023 a 2026.

A análise já leva em conta os dados divulgados na última sexta-feira (16) pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), órgão vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação.

De acordo com o Inpe, de agosto de 2025 a julho de 2026, o desmatamento caiu 41,8% na Amazônia e 23,8% no Cerrado. A área desmatada na Amazônia ficou em 3.335 km², a menor desde 1998. No Cerrado, os 5.516,69 km² representam a menor extensão desde 2001.

O estudo revela que, de 2019 a 2022, a área desmatada nos dois biomas chegou a 78,9 mil km². Já de 2023 a 2026, 56,7 mil km². O dado representa que cerca de 22,3 mil km² (21 mil km² na Amazônia e 1,4 mil km² no Cerrado) deixaram de ser desmatados, uma área um pouco maior que Sergipe (21,9 mil km²).

O pesquisador explica que a comparação é feita como se o nível de desmatamento dos quatro anos anteriores fosse mantido no mesmo ritmo.

Ele ainda esclarece que os dados do Inpe consideram os períodos de 12 meses terminados sempre em julho.

Há cerca de quatro anos, um levantamento semelhante de autoria dele revelou que o “forte aumento” dos desmatamentos e das emissões de GEE em 2019-22, comparativamente à extrapolação do nível observado em 2018, havia gerado um prejuízo para a economia mundial da ordem de R$ 1,22 trilhão (a preços daquele momento).

Emissão de gases

Bráulio Borges utilizou modelos para estimar a emissão de gases do efeito estufa (GEE) no período e o valor monetário dos danos causados.

Os cálculos apontaram que a redução do desmatamento evitou 1,49 bilhão de toneladas de emissões de GEE no período de 2023 a 2026.

Os GEE, entre eles o dióxido de carbono (CO₂), conhecido como gás carbônico, são liberados durante queimadas, contribuindo para o aquecimento global e as mudanças climáticas. Florestas em pé funcionam como reservatórios de carbono, armazenado na vegetação e nos solos.

O levantamento utiliza uma estimativa chamada Custo Social do Carbono (CSC), uma forma de calcular em valores monetários o impacto negativo das emissões.

Com base em estudos de outros autores, o pesquisador do Ibre chegou à média ponderada de um CSC de US$ 145 por tonelada de CO₂, no chamado cenário central.

Valor dos danos evitados

Bráulio Borges utilizou os dados de área que deixou de ser desmatada e CSC para estimar que a floresta em pé gerou R$ 1,16 trilhão em valor econômico dos danos climáticos globais que teriam sido evitados.

Uma estimativa mais conservadora aponta que esse benefício seria de R$ 621 bilhão, enquanto o cenário mais otimista leva a cifra a R$ 9,8 trilhões.

Trazendo os números para o Brasil, o estudo projeta benefícios de R$ 67 bilhões a R$ 192 bilhões.

“Em ambos os casos, trata-se de um benefício que se materializa majoritariamente sob a forma de danos evitados, menos perdas de safras, menor estresse térmico sobre a produtividade do trabalho, menos eventos extremos, entre outros”, descreve o economista.

Rios voadores

O pesquisador acrescenta que a estimativa não incorpora os efeitos diretos e regionais que o desmatamento da Amazônia exerce sobre o regime de chuvas, a temperatura e a disponibilidade de água no território brasileiro.

O analista contextualiza que a economia brasileira tem “enorme dependência” do insumo água/chuvas para geração hidrelétrica, agropecuária, abastecimento urbano etc.

Ele se utiliza de diversos estudos para assinalar valores aos chamados “rios voadores”, as correntes de umidade que, alimentadas pela evapotranspiração da floresta, transportam vapor d’água para o Centro-Oeste, o Sudeste e o Sul do país”.

Há pesquisas, cita o estudo, que fazem relação entre aumento de desmatamento e diminuição de chuvas proporcionadas pelos rios voadores.

“Valorando essa água pelo preço da água utilizada para irrigação na agricultura, os autores estimam que a chuva gerada pela Amazônia brasileira vale cerca de US$ 20 bilhões por ano, ou aproximadamente US$ 60 por hectare de floresta ao ano”, conclui Borges.

“A redução dos desmatamentos não é incompatível com a expansão da produção agropecuária, até porque, o próprio agronegócio é um dos principais beneficiários da chuva gerada pela floresta”, observa.

Borges ressalta que, diferentemente das emissões de GEE evitadas, o ganho capturado pelos rios voadores é constante, se repete indefinidamente enquanto a floresta permanecer em pé.

O economista pondera que os benefícios são ainda maiores, uma vez que não entram no cálculo os ganhos para a geração hidrelétrica, a navegação fluvial, a redução dos incêndios, a biodiversidade e o abastecimento urbano.

“O Sistema Cantareira, em São Paulo, está na rota dos rios voadores”, lembra. 

Sem remuneração

Bráulio Borges conclui que os benefícios globais gerados pelo fato de as florestas permanecerem em pé no Brasil são maiores que a remuneração que o país recebe de entidades internacionais e outros países.

Segundo ele, mecanismos como o Fundo Amazônia (que recebe doações de dentro e de fora do país), o mercado de crédito de carbono (compensação financeira para quem não emite ou captura GEE) e o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF), lançado pelo Brasil na COP30, em Belém, no ano passado, vão na direção correta de monetizar a floresta em pé.

“Mas os valores envolvidos ainda são uma fração muito pequena dos ganhos estimados aqui”, pondera.

Sugestão

O economista sugere que formuladores de políticas públicas passem a incorporar explicitamente o conceito de Custo Social do Carbono nas análises de custo-benefício de políticas.

“Isso vale para obras de infraestrutura na Amazônia, para o planejamento da expansão do setor elétrico e para a calibração de tributos e subsídios. Sem isso, continuaremos tomando decisões com base em uma contabilidade que enxerga apenas metade do balanço”, diz. 

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Andy Burnham faces climate revolt after approval of North Sea gas drilling

Jackdaw gasfield announcement signals UK’s commitment to North Sea industry but undermines green credentials

The Jackdaw gasfield will be given the go-ahead on Wednesday, signalling Andy Burnham’s commitment to the North Sea fossil fuel industry and threatening to trigger a row with climate campaigners and Labour MPs.

Miatta Fahnbulleh and John Healey, the energy secretary and chancellor respectively, will make the announcement from Aberdeen on Wednesday morning after more than a year of deliberations over whether doing so would violate the UK’s climate commitments.

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© Photograph: Andy Buchanan/AFP/Getty Images

© Photograph: Andy Buchanan/AFP/Getty Images

© Photograph: Andy Buchanan/AFP/Getty Images

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Las Vegas tourist found guilty of harming flamingo at iconic hotel in drunken encounter caught on video

A Canadian tourist who took a flamingo from its habitat at a popular Las Vegas Strip hotel and carried it through the property was found guilty Monday of animal cruelty after prosecutors argued the bird was injured during the bizarre encounter.

Mitchell Fairbarn, of Ontario, Canada, was convicted of felony and misdemeanor animal cruelty charges after jurors deliberated for about five hours.

The case stemmed from a March 3 incident at the Flamingo Las Vegas Hotel and Casino, where Fairbarn removed a 27-year-old Chilean flamingo named Peachy from its enclosure and brought the bird to his hotel room.

UKRAINIAN INFLUENCERS FILMED THEMSELVES SITTING ON TOP OF SEA TURTLE WHILE IT TRIES TO LAY EGGS

Surveillance footage presented during the trial showed Fairbarn holding the flamingo inside an elevator and carrying it through a hotel hallway as the bird squawked.

Prosecutors argued Fairbarn deliberately caused the bird pain, pointing to footage of him pulling Peachy by its feet and feathers found on the hotel floor.

CALIFORNIA TEEN FACES PRISON AFTER VIRAL VIDEO SHOWS HIM SQUARING UP, REPEATEDLY KICKING SEA LION IN THE FACE

Las Vegas police were called after hotel security reported the flamingo missing from its enclosure.

When authorities found Peachy, the flamingo was missing seven or eight feathers, had blood on its feathers and suffered injuries to its wings.

VIRAL BUSINESSMAN WHO ALLEGEDLY BRAGGED ABOUT WEALTH CHARGED IN FEDERAL ENDANGERED SPECIES HARASSMENT CASE

Fairbarn's defense attorney, Josh Tomsheck, acknowledged his client made poor decisions while intoxicated but argued he never intended to injure the animal.

"He should not have done that, should not have gone into the habitat, shouldn't have touched a bird, shouldn't have taken Peachy inside," Tomsheck told jurors. "The truth is, Mitch was drunk. Mitch was stupid. He made bad decisions."

ONE OF WORLD’S OLDEST ORCA WHALES FOUND WITH POSSIBLE SHOTGUN WOUNDS AS OFFICIALS LAUNCH INVESTIGATION

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Peachy is doing well physically but remains more anxious during veterinary examinations, according to Tiffany Moore, medical director of Lone Mountain Animal Hospital, who treated the bird.

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Fairbarn remains under house arrest as he awaits sentencing on Dec. 1.

SUSPECT IN VIRAL MONK SEAL HARASSMENT VIDEO SAYS HE WAS DOXXED AS FEDERAL COURT FIGHT BEGINS

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He faces up to four years in prison on the felony conviction and an additional six months for the misdemeanor offense.

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During the trial, prosecutors acknowledged Fairbarn had received death threats following the incident and was unable to return to Canada when his father died while the criminal case was pending.

ATTORNEY FOR MAN ACCUSED OF THROWING ROCK AT ENDANGERED HAWAIIAN MONK SEAL SAYS CLIENT WAS PROTECTING TURTLES

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Clark County prosecutor Haley Willming argued those consequences resulted from his own actions.

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"None of that would have happened had he not done what he did, had he not made the choices he made," Willming said.

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The Flamingo Las Vegas, one of the Strip's oldest resorts, is known for its wildlife habitat, which houses flamingos, turtles, koi fish and other animals.

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‘Bad decisions’: Man convicted for taking Peachy the flamingo from Las Vegas hotel

Mitchell Fairbarn found guilty of animal cruelty after prosecutors say he hurt and frightened the 27-year-old bird

A Canadian man was convicted of animal cruelty charges on Monday for snatching a flamingo named Peachy from its enclosure at an iconic Las Vegas hotel.

Prosecutors said it was a malicious prank while a lawyer for the tourist insisted it was drunken foolishness not meant to harm the bird.

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© Photograph: LVMPD

© Photograph: LVMPD

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Jon Stewart: Trump waiving Russia sanctions ‘insane’ and ‘incoherent’

Jon Stewart blasted President Trump for waiving sanctions on Russia to allow more of its diesel to come to market, calling the move “insane” and “incoherent.” The president signed an executive order last week that waived the sanctions bill he signed into law in September. The legislative package, which was passed by Congress with bipartisan…

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Donnie Wahlberg Thanks God, Pilots After 'Serious Disaster' Prevented on Private Jet

Actor/singer Donnie Wahlberg thanked God and several airline pilots after a "serious disaster" was prevented on the private jet carrying him and seven others on Sunday.

The post Donnie Wahlberg Thanks God, Pilots After ‘Serious Disaster’ Prevented on Private Jet appeared first on Breitbart.

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Enagás reduce un 22% sus beneficios hasta septiembre: 204 millones de euros

Detalle del logo de Enagás en la sede de la empresa de infraestructuras de gas natural en Madrid

Enagás, el gestor y transportista del sistema gasista español, ganó 204,1 millones de euros en los nueve primeros meses del año. Los resultados de Enagás entre enero y septiembre arrojan una caída del 22 % en las ganancias respecto al mismo periodo del año pasado -cuando registró ingresos extraordinarios por diversas operaciones-. Sin embargo, la compañía ha asegurado que los resultados están en línea con sus objetivos anuales.

Según ha comunicado la empresa este martes a la Comisión Nacional del Mercado de Valores (CNMV), el EBITDA o beneficio operativo alcanzó los 491,5 millones de euros, un 2,9 % inferior a los 505,9 millones registrados durante los nueve primeros meses de 2025. Estos resultados, según explica la compañía, reflejan el impacto del marco regulatorio 2021-2026 sobre los ingresos regulados de Enagás (-45,1 millones de euros).

Este impacto fue parcialmente compensado por la contribución de otros ingresos, como la entrada en operación del buque Alisios LNG (5,4 millones de euros) y la consolidación de la compañía de fibra óptica Axent (5,9 millones).

Si se observa el beneficio recurrente después de impuestos, donde no se contempla el efecto positivo de la venta del 40 % de Enagás Renovable, este alcanzó los 195,8 millones de euros.

De esta manera, la compañía avanza hacia su objetivo de beneficio anual de 235 millones de euros y un EBITDA previsto de 620 millones de euros.

Por su parte, los ingresos de Enagás ascendieron a 711,2 millones de euros, lo que supone un incremento del 2 % respecto al mismo periodo de 2025. Las sociedades participadas aportaron 145,8 millones de euros al EBITDA, un 23,9 % más que los 117,7 millones del año anterior, impulsadas principalmente por la ampliación de capacidad del gasoducto Trans Adriatic Pipeline (TAP) y la compra del 31,5 % del operador francés Teréga, completada el 30 de julio.

Los gastos operativos recurrentes -sin tener en cuenta los asociados a nuevos negocios- se situaron en 213,4 millones de euros, un 0,4 % menos gracias al plan de eficiencia de la compañía. Enagás prevé que estos gastos cierren el ejercicio con una variación alineada con sus estimaciones (+1,5 %).

El coste financiero de la deuda bruta mejoró del 2,2 % al 2,1 % a 30 de septiembre, manteniendo más del 80 % de su deuda a tipo fijo con una vida media de 3,9 años.

Demanda de gas natural en España

La demanda total de gas natural en España alcanzó los 242 TWh en los primeros nueve meses del año, un 2,6 % más que en el mismo periodo anterior.

Este crecimiento responde al incremento del 19 % en la demanda de gas para generación eléctrica, lo que consolida el papel de los ciclos combinados como respaldo para la seguridad del suministro eléctrico.

Entre los principales hitos del periodo, Enagás completó el sellado definitivo del almacenamiento Castor con la colocación de tres tapones en cada uno de sus 13 pozos, en cumplimiento del mandato del Ministerio para la Transición Ecológica.

Finalmente, la empresa destaca la solidez de su balance para mantener una retribución atractiva al accionista y ratifica su política de dividendo de 1 euro por acción.

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El precio de la luz alcanza máximos del año al dispararse el gas

Precio de la luz

El frío y la lluvia comienzan a dar forma al otoño. Es cuando el menor número de horas de luz obliga a iluminar antes los hogares y empresas y cuando la bajada de temperatura reactiva el encendido de calefacciones. Hacerlo en el escenario energético actual ha comenzado ya a disparar la factura de la luz. Este lunes nuestro país tocó techo en el precio de la luz y hoy volverá a rozarlo. En realidad, la última semana el gráfico de precios de mercado oscila en los niveles más altos. El incremento del precio del gas está detrás de este repunte que ha hecho que encender los interruptores se pague esta semana un 15% más cara que hace solo siete días.

La luz alcanzó ayer máximos anuales con un precio medio de 215 euros/MWh, según OMIE (Operador del Mercado Ibérico de Energía), incluso con picos que llegaron hasta los 296 euros/MWh. Para hoy, los precios se moderan levemente, pero continúan estando entre los niveles más elevados del año: 195 euros/MWh y picos de 278 euros/MWh a las 20:00 horas de esta tarde. El constraste volverá a producirse a las 16:00 horas, cuando el precio caerá hasta los 58,1 euros el MW/h, según avanza el OMIE.

Tarifa regulada (PVPC) y mercado libre

El comportamiento al alza del precio de la luz, con máximos durante los tramos más caros que rozan los 300 euros el MW/h, no afectará por igual a todos los consumidores. El impacto será más directo en quienes cuentan con una tarifa regulada (PVPC). El precio del kilovatio hora (kWh) cambia cada hora de cada día en función de la oferta y la demanda del mercado eléctrico. Se determina sumando el coste de la energía en el mercado mayorista -pool eléctrico- más los peajes de acceso, costes de transporte, cargos regulados por el Gobierno y el margen para la comercializadora de referencia. Actualmente el cálculo combina el precio diario con una cesta de precios a plazos -mercados de futuros a un mes, tres meses y un año-. De este modo, las subidas repentinas del mercado diario impactan con menor fuerza en el recibo final. En esta modalidad se encuentran 9,7 millones de hogares en nuestro país.

En cambio, en la opción del mercado libre, los consumidores no se ven tan condicionados por los incrementos de precios diarios. El precio no cotiza de forma directa hora a hora para el cliente. La compañía fija un precio y propone un acuerdo cerrado al consumidor. En esta opción, a la que se acogen la mayoría de hogares y empresas de nuestro país, 20,4 millones de usuarios, el precio del kWh se establece por periodos acordados entre la comercializadora y el cliente. En este caso se puede establecer un precio fijo durante las 24 horas o precios por tramos horarios.

La razón de este encarecimiento se encuentra en el gas. El índice TTF de referencia en Europa ayer cotizaba a 88 euros el MWh. Supone un 180% más que en febrero de este año, cuando se inició el conflicto en Irán y el gas cotizaba a algo menos de 32 euros. A ello se suma el descenso en la producción de energía solar fotovoltaica que se produce en este periodo otoñal y la disminución en la producción eólica que se ha registrado estos días. Factores todos ellos que obligan a tirar del gas para generar energía y con ello a encarecer el proceso.

Claves de ahorro para la factura de la luz

El 'mix energético' español requiere cada vez más del gas para generar electricidad. El modo reforzado que se impuso tras el apagón de abril de 2025 ha elevado el peso de los ciclos combinados para poder casar oferta y demanda en el sistema. El gas supone entre un 17% y 21% del peso de las fuentes de energía empleadas.

El escenario no parece que vaya a mejorar. Con el gas en niveles de los precio más elevados desde 2022, seguirá disparando la generación de electricidad, que estos días ha rondado en un coste medio de entre 160 a 215 euros el megavatio hora.

Para controlar el encarecimiento de las facturas ante esta escalada de precios, la estrategia que aconsejan las asociaciones de consumidores pasa por adaptar el tipo de contrato al modo de consumo en cada caso. Contar con una tarifa regulada (PVPC) requiere optimizar el consumo concentrando el empleo de electrodomésticos de mayor gasto en las horas valle, más económicas y que habitualmente se producen en los tramos centrales del día. Es en esas franjas de mediodía donde la aportación de energía renovable se dispara y reduce notablemente el coste por kWh.

En el caso de los clientes del mercado libre, es solo en el momento de renovar los contratos cuando se deben analizar de nuevo las condiciones para evitar que las comercializadoras trasladen a la nueva oferta posibles sobrecostes anteriores.

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Polícias apreenderam 42 toneladas de cocaína em 2026

Números incluem as apreensões realizadas por todas as forças policiais e, para o diretor da PJ, são um exemplo da grande colaboração e coordenação entre órgãos de polícia criminal e de segurança.

© ANDRE KOSTERS/LUSA

"No combate ao tráfico de estupefacientes, têm sido alcançados sucessivos recordes de apreensões de cocaína. Em 2024, 23 toneladas; em 2025, 25 toneladas; e, até à presente data de 2026, 42 toneladas", disse o diretor nacional da PJ
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Desmantelado un punto de venta de droga regentado por un mismo clan familiar en la Cañada Real: hay 15 detenidos

Los agentes intervinieron cocaína, MDMA, heroína y hachís preparados para su distribución, una navaja de grandes dimensiones y 1.500 euros en efectivo Leer

Los agentes intervinieron cocaína, MDMA, heroína y hachís preparados para su distribución, una navaja de grandes dimensiones y 1.500 euros en efectivo
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La Delegación del Gobierno en Madrid anuncia otra investigación sobre las cargas policiales contra los profesores  

El comité de huelga de la educación pública madrileña ha pedido a la Delegación del Gobierno en Madrid que investigue las “violentas y desproporcionadas” cargas policiales de este lunes. La reclamación llega después de que la policía cargara contra los profesores que se habían concentrado a las puertas de un acto de la presidenta regional, Isabel Díaz Ayuso, en el centro de Madrid. Desde Delegación han confirmado a EL PAÍS que se va a investigar el asunto.

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Cargas policiales contra los profesores a las puertas del Palacio de Santoña, donde Isabel Díaz Ayuso participaba en un acto este lunes.
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Cem jerricãs, dinheiro e um telemóvel numa praia: o que a PJ investiga em Torres Vedras

Foram encontrados ao romper do dia, alinhados junto ao porto de pesca. Cerca de 100 jerricãs com gasolina, uma bolsa com dinheiro, um documento de identificação. A Polícia Judiciária quer agora perceber quem os deixou ali — e para quê. A descoberta foi feita na madrugada desta segunda-feira, pelas 03h30, na praia da Assenta Norte, em São Pedro da Cadeira, no concelho de Torres Vedras. O alerta partiu de populares, que estranharam movimentos na zona. Quando as autoridades chegaram, encontraram os recipientes com cerca de dois mil litros de gasolina. Não estava só combustível. No local havia também uma bolsa

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Garamendi confirma que CEOE impugnará la huelga general por la vivienda y la cataloga como “electoral”

El presidente de la gran patronal española, Antonio Garamendi, confirma que CEOE impugnará en los tribunales la huelga general por la vivienda del 11 de noviembre. El líder empresarial hace este anuncio horas después del registro administrativo del paro, que los sindicatos convocantes ya han formalizado en el Ministerio de Trabajo.

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© Borja Sanchez-Trillo (EFE)

El presidente de CEOE, Antonio Garamendi (i), y el de ATA, Lorenzo Amor (2i), a su llegada a la entrega de los 'Premios Autónomo del Año' este lunes en Madrid.
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