❌

Reading view

Última hora de la actualidad política, en directo | Feijóo intentará gobernar aunque no sea la lista más votada: “El objetivo es echar a Sánchez”

Alberto Núñez Feijóo, candidato del PP a la presidencia del Gobierno, en una entrevista en Cadena SER.

El líder del Partido Popular y candidato a las elecciones generales, Alberto Núñez Feijóo, ha asegurado en una entrevista en la Cadena SER que su objetivo es echar a Pedro Sánchez del Gobierno porque le considera “un personaje tóxico y conflictivo”. Feijóo ha añadido que intentará gobernar aunque el PP no sea la lista más votada y ha confirmado que, si lo necesita, pactará el Gobierno con Vox, como ha hecho en varias comunidades autónomas. Ha dicho que hará caso “a lo que manden los españoles”. La precampaña avanza mientras los partidos van cerrando sus candidaturas, a la espera de que el Tribunal Supremo estudie las alegaciones de los afectados por la suspensión del voto a nacionalizados por la ley de nietos. Los partidos extraparlamentarios están obligados a presentar un mínimo de avales por cada circunscripción en la que concurren a las elecciones generales, que van de los más de 5.000 exigidos en Madrid a menos de un centenar para Soria.

Seguir leyendo

  •  

Washington avança para restringir investimentos em alta tecnologia em países rivais

O Departamento do Tesouro dos EUA propôs na quinta-feira 22 de outubro uma norma para restringir investimentos norte-americanos em setores de alta tecnologia, como a supercomputação e inteligência artificial (IA), na China, Rússia, Coreia do Norte e outros “países que suscitam preocupação”.

Há anos que o governo dos EUA trabalha para impedir que a China e outros adversários recebam investimentos que os possam ajudar a ampliar o seu poder militar.

Esta iniciativa teve início em 2023, quando o então presidente Joe Biden (democrata) assinou uma ordem executiva que impunha restrições aos investimentos americanos destinados à China em setores como os semicondutores, a computação quântica e a inteligência artificial.

Posteriormente, o Departamento do Tesouro estabeleceu o Programa de Segurança de Investimentos no Estrangeiro (Outbound Investment Security Program).

Em dezembro de 2025, o Congresso aprovou uma lei que formalizou e expandiu o programa, abrangendo um maior número de tecnologias e de países estrangeiros, incluindo Cuba, Irão, Coreia do Norte e Rússia.

A inclusão da Rússia na norma proposta acontece poucos dias depois de o Presidente Donald Trump ter suspendido as sanções contra o país, na sequência de um acordo sobre o gasóleo assinado com o homólogo russo Vladimir Putin.

A norma anunciada na quinta-feira alarga as restrições para incluir investimentos em sistemas hipersónicos (capazes de viajar a cinco vezes a velocidade do som), supercomputação, biotecnologia e IA, embora o Departamento do Tesouro tenha utilizado o termo preferido de Trump para se referir à IA, a ‘superinteligência’ (ou SI).

A proposta “envia um sinal importante aos mercados de que Washington está a monitorizar para onde o capital americano está a fluir e que capacidades está a ajudar a desenvolver”, realçou Craig Singleton, investigador sénior do ‘think tank’ Foundation for Defense of Democracies.

A monitorização dos investimentos no estrangeiro “reconhece que o capital pode acelerar o desenvolvimento de capacidades com aplicação militar, da mesma forma que a transferência de tecnologia”, destacou ainda Singleton.

Jason Chipman, ex-advogado do Departamento de Justiça, especializado em cibersegurança, normas de investimento e controlos de exportação, e atualmente sócio do escritório de advogados WilmerHale, salientou que a nova norma “exigirá programas de conformidade (‘compliance’, em inglês) mais robustos para a gestão de riscos”.

A norma do Departamento do Tesouro para implementar a lei de 2025, a Lei de Segurança Nacional sobre Investimentos no Estrangeiro, aplicar-se-ia apenas a investimentos superiores a 50.000 dólares (44.620 euros) e excluiria muitos investimentos financeiros, incluindo a compra de ações.

O Tesouro irá agora receber contributos da população sobre a proposta antes de emitir a norma definitiva.

Desde o primeiro mandato de Trump que os Estados Unidos e a China, as duas maiores economias do mundo, se encontram numa rivalidade económica e tecnológica.

Ambos restringiram a exportação de tecnologias sensíveis e produtos críticos (como os minerais de terras raras, da China, e os chips de computador avançados, dos EUA) entre si, além de imporem tarifas sobre os produtos de ambas as nações.

No ano passado, Trump e o Presidente chinês, Xi Jinping, concordaram em reduzir as tensões, mantendo negociações, uma trégua temporária que, no mês passado, foi prolongada até janeiro.

Mas, em julho, o Departamento do Tesouro aplicou uma multa de 200 mil dólares (178 mil euros) a uma empresa sediada nos EUA por não ter notificado a agência sobre um investimento de 92.500 dólares (82.500 euros), realizado por uma das suas subsidiárias, numa empresa chinesa de IA e robótica.

  •  

OE2027: Miranda Sarmento ouvido no arranque da discussão na generalidade

O ministro de Estado e das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, vai hoje 23 de outubro ser ouvido no parlamento, numa audição que marca o arranque do processo de apreciação na generalidade da proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

Os deputados da Comissão de Orçamento, Finanças e Administração Pública (COFAP) vão questionar o ministro relativamente ao documento que o Governo entregou na Assembleia da República a 08 de outubro.

A proposta de OE2027, a terceira entregue pelo Governo de Luís Montenegro, prevê um crescimento da economia de 2,3% este ano e de 2,1% em 2027 e contas equilibradas este ano e um excedente de 0,1% em 2027.

A discussão na generalidade começa com esta audição, marcada para as 10:00, seguindo-se uma audição da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, na tarde de segunda-feira, dia 26 de outubro.

A proposta orçamental vai ser discutida e votada na generalidade entre 27 e 28 de outubro e tem já aprovação garantida, depois de o PS ter anunciado a abstenção nesta votação.

Após a aprovação na generalidade, o documento segue para a apreciação na especialidade, com as audições aos vários ministros e entidades a começar no dia 29 de outubro e estendendo-se até 06 de novembro, dia em que está prevista a audição da ministra do Trabalho às 09:00 e do ministro das Finanças às 15:00.

O dia 06 de novembro marca também o fim do prazo para as propostas de alteração dos partidos, que pretendem introduzir mudanças ao documento entregue pelo Governo e que nos últimos anos têm batido recordes, com cerca de 2.000 iniciativas.

Depois das audições, o parlamento vai preparar os guiões para a maratona de votações, que arranca no dia 18 de novembro e culmina na votação final global a 24 de novembro.

  •  

Ministro da Habitação considera infelizes declarações do presidente do IHRU

✇ECO
By: Lusa

O ministro das Infraestruturas e da Habitação, Miguel Pinto Luz, considerou infelizes as declarações do presidente do Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU) sobre os jovens e o problema da habitação e disse já ter pedido explicações.

Numa entrevista ao Jornal Nacional da TVI na quinta-feira à noite, Pinto Luz reagia às declarações do presidente do IHRU, Benjamim Pereira, que criticou a capacidade de sacrifício dos jovens, lembrando que as gerações anteriores emigraram para ter habitação.

“Sou de uma geração que gosto pouco que me venham dizer no meu tempo é que era”, afirmou Pinto Luz, acrescentando: “Não me revejo nessas declarações.”

O ministro recusou retirar confiança política “em direto” na televisão, mas disse já ter pedido explicações ao IHRU.

Sou de uma geração que gosto pouco que me venham dizer no meu tempo é que era.

Miguel Pinto Luz

Ministro das Infraestruturas e Habitação

Presidente do IHRU questiona disponibilidade de sacrifício dos jovens

Numa sessão sobre a proposta do Plano Diretor Municipal de Gaia, na quinta-feira, Benjamim Pereira disse não saber se a sociedade atual está disponível para o nível de sacrifício da anterior, recordando que os próprios avós e o pai emigraram para ter uma casa.

“Só estou a dizer que os meus avós emigraram para o Brasil e para a Argentina para poderem ter uma casa. O meu pai emigrou durante 20 anos, sacrificou a vida”, afirmou o responsável do IHRU.

Falando acerca das manifestações pela habitação que têm ocorrido sobretudo no Porto e em Lisboa, e questionado sobre se a geração atual está a ter menos sacrifício do que a geração anterior, o presidente do instituto disse não querer ir “por esse caminho”.

Perante as questões dos jornalistas sobre se os jovens também devem emigrar, insistiu que não estava “a dizer isso”.

Pedindo para “concluir o raciocínio”, Benjamim Pereira disse que os seus familiares emigraram “porque a casa era, efetivamente, uma coisa muito importante para a sua vida, a sua base logística, como é hoje”.

“É preciso que haja um compromisso de todos. Reparem, os jovens podem organizar-se, fazer cooperativas. Eu já recebi pessoas no IHRU que agora, com os seus 60 e 70 anos, que quando eram da idade dos jovens que agora se estão a manifestar organizaram-se, fizeram cooperativas e fizeram as suas próprias casas”, afirmou.

  •  

Brasil. Governo obrigado a garantir transporte a indígenas

Governo do Brasil terá que garantir também facilitadores de comunicação e recursos alimentares aos povos indígenas nos locais de voto para as eleições presidenciais de domingo.

© FERNANDO PEIXEIRO/LUSA

Alguns destes eleitores indígenas do norte do Brasil vivem até 895 quilómetros de distância dos locais de voto, o que exige viagens de barco que duram entre três a cinco dias
  •  

Garantia do PS e cauções do Chega na habitação dividem especialistas


Há senhorios que deixam casas vazias por receio de não receberem a renda e famílias que gastam mais de 60% do rendimento com a habitação. É a estes dois grupos que procuram responder as propostas de PS e Chega para a nova lei do arrendamento.

Os socialistas querem uma garantia pública que cubra rendas em atraso e danos nas casas. O Chega quer reduzir o alargamento das cauções pretendido pelo Governo e apoiar as famílias com mais deduções no IRS ou com ajudas diretas. Os três especialistas em economia e políticas de habitação ouvidos pelo ECO admitem que estas medidas podem dar confiança aos senhorios e algum alívio aos inquilinos, mas nenhum antecipa que, por si só, façam descer as rendas.

A garantia proposta pelo PS seria gerida pelo Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) e pagaria aos senhorios as rendas em atraso e os danos feitos nas casas.

As recentes propostas governamentais de eliminar os limites das cauções ou de aumentar o limite de rendas antecipadas parecem, no geral, medidas relativamente casuísticas.

Gonçalo Antunes

Professor da Universidade Nova de Lisboa e autor de várias obras no domínio das políticas de habitação

Para Gonçalo Antunes, professor da Universidade Nova de Lisboa e autor de várias obras no domínio das políticas de habitação, o receio dos proprietários vem sobretudo da demora dos processos de despejo e de cobrança, e não de um incumprimento generalizado. Por isso, considera que a garantia pode ser “um importante fator de confiança e de segurança no mercado de arrendamento”, desde que haja cautelas para não passar para o Estado os contratos de maior risco e se fixem limites às rendas elegíveis.

Vera Gouveia Barros, economista e investigadora nas áreas de economia do turismo e de economia da habitação, levanta dúvidas sobre o funcionamento da medida, desde logo porque, sendo a adesão voluntária, os contratos mais arriscados podem ser os que mais recorrem à garantia. A economista aponta ainda que o mecanismo “pode reduzir a diligência dos senhorios na seleção dos arrendatários e criar situações de risco moral”, a que acresce “o problema da seleção adversa”.

Sobre a recuperação do dinheiro junto do inquilino, Vera Gouveia Barros questiona: “É verdade que a proposta prevê que o Estado possa recuperar junto do arrendatário os montantes pagos ao senhorio, mas como?” A economista questiona também a capacidade do IHRU e alerta que, “se o senhorio tiver de esperar meses para receber, uma parte da segurança que se pretende proporcionar desaparece”.

Joaquim Montezuma, professor do ISEG e fundador da ImoEconometrics, considera a medida “positiva”, sublinhando que “muitos senhorios têm receios de colocar as casas no mercado de arrendamento” por medo de não receberem as rendas e que uma garantia reduz esse risco, notando, contudo, que “nunca vai reduzir totalmente”, porque estas garantias “são limitadas no tempo” e “estão também limitadas ao valor dos danos”.

O professor do ISEG refere ainda que o Governo francês avançou com um mecanismo semelhante, que terá abrangido cerca de 7% dos novos contratos, mas salienta que a garantia “não vai resolver o problema da habitação em Portugal”.

Garantia pública para os senhorios, limites às cauções e apoios às famílias dependem do entendimento entre Luís Montenegro, José Luís Carneiro e André Ventura. A proposta do Governo foi aprovada na generalidade com a abstenção do Chega e segue para discussão na especialidade, ainda sem qualquer garantia de ser aprovada.

Quem paga o risco do arrendamento?

Nas cauções, a lei atual limita a caução a duas rendas e a antecipação de rendas a dois meses. O Governo propõe acabar com o limite da caução e permitir até três rendas antecipadas, e o Chega quer reduzir esse alargamento.

Joaquim Montezuma aceita a caução como sinal de que o inquilino tem capacidade para pagar e admite exigir até duas rendas, mas considera que pedir três ou quatro será “exagero”. Já Gonçalo Antunes antecipa “resultados marginais e residuais” destas alterações na atração de casas para arrendar, notando que “as recentes propostas governamentais de eliminar os limites das cauções ou de aumentar o limite de rendas antecipadas parecem, no geral, medidas relativamente casuísticas”.

Vera Gouveia Barros nota que, com a caução limitada, “aquilo que o senhorio considera ser o montante necessário para se cobrir do risco de perdas vai ser transferido para a renda”, o que pode ser uma barreira de entrada menor para o inquilino do que entregar logo um montante à cabeça.

A economista reconhece que o Governo conta com mais casas no mercado e maior concorrência entre senhorios para evitar abusos, mas avisa que pode repetir-se o que aconteceu com as viagens aéreas entre o continente e a Madeira, numa primeira fase, quando o mercado foi liberalizado: “Antes que pudessem entrar as low-cost, a TAP ficou uns meses sozinha no mercado, a gozar bem o seu poder de monopólio”.

Permitir que alguém não pague mais-valias na venda de uma casa onde não vivia para comprar uma casa onde viver parece-me muito bem.

Vera Gouveia Barros

Economista e investigadora nas áreas de Economia do Turismo e de Economia da Habitação

As alterações às cauções e às rendas antecipadas mexem nas condições de entrada no contrato, mas não no valor da renda. Noutros países europeus, a intervenção incidiu nos preços e teve impactos significativos no mercado.

  • Em Berlim, o limite às rendas que vigorou até ser anulado, em 2021, reduziu a oferta de casas para arrendar em até 60%, segundo o instituto Ifo, e a oferta manteve-se nesse nível depois da anulação.
  • Na Catalunha, onde a contenção de rendas se aplica desde 16 de março de 2024, um estudo da Fedea concluiu que as rendas subiram 5,7% entre o primeiro trimestre de 2024 e o último de 2025, contra 10,8% no conjunto de Espanha. Os anúncios de casas para arrendar caíram, porém, 20,5%.

O PS não propõe limites às rendas e o Chega fala num “limite às rendas astronómicas”, sem que o seu desenho seja conhecido. Estes casos servem, por isso, apenas de referência sobre o que acontece quando se intervém no preço.

Apoio às famílias pode ir parar ao bolso do senhorio

Na fiscalidade, o PS propõe um regime excecional de três anos, com isenção de mais-valias na venda de casas existentes até 300 mil euros destinadas a habitação própria e permanente, tributação reduzida entre 300 mil e 500 mil euros e isenção de imposto do selo na compra e no crédito à habitação.

No arrendamento, o PS defende contratos de cinco anos, por opção das partes, com as rendas tributadas a 5%. O Chega admitiu viabilizar propostas socialistas na habitação, mas defende que as soluções constem do Orçamento do Estado.

Não estou a ver que uma pessoa não vende a casa por conta da tributação da mais-valia.

Joaquim Montezuma

Professor do ISEG e fundador da ImoEconometrics

As três avaliações dos especialistas ouvidos pelo ECO sobre esta isenção de mais-valias diferem no alcance que lhe atribuem.

  • Gonçalo Antunes considera relevante a isenção para segundas habitações em zonas de pressão urbanística, desde que passem a habitação própria e permanente, porque pode levar para o mercado casas subutilizadas e bem localizadas.
  • Vera Gouveia Barros lembra que a isenção já existe quando o dinheiro da venda é aplicado noutra habitação própria e permanente. Para a economista, o que está em causa é estendê-la a casas onde o vendedor não vivia, o que lhe parece “muito bem”, e defende que também valha para a compra de casa para ascendentes e descendentes.
  • Joaquim Montezuma admite testá-la, mas duvida do resultado, notando que não estar “a ver que uma pessoa não vende a casa por conta da tributação da mais-valia”.

Do lado das famílias, o Chega propõe aumentar em 50% as deduções de IRS com rendas e crédito à habitação. André Ventura admitiu também apoiar diretamente os agregados com taxa de esforço acima de 60%. Gonçalo Antunes considera que, nesses casos, uma dedução no IRS não basta e prefere “apoios diretos e mensais para agregados familiares até determinado escalão de IRS”.

Vera Gouveia Barros avisa que uma taxa de esforço fixa “é cega ao rendimento” e que apoios dados antes da contratação podem acabar nas mãos de quem oferece as casas. A experiência francesa ajuda a perceber este risco.

Num estudo sobre uma reforma dos apoios à habitação em França, publicado em 2006 na revista Labour Economics, a economista Gabrielle Fack concluiu que cada euro adicional de apoio se traduziu num aumento de 78 cêntimos na renda, ficando apenas 22 cêntimos para o agregado de baixos rendimentos. A autora atribui o efeito à fraca capacidade de resposta da oferta de casas: a procura aumentou, mas a oferta reagiu pouco, a curto e a médio prazo.

Cauções, garantias e deduções são dossiês com custo para senhorios, inquilinos e contribuintes, já a oferta, que os especialistas colocam no centro do problema, tem um calendário próprio e mais longo do que o das votações.

Uma análise do Insee de 2014, de Céline Grislain-Letrémy e Corentin Trevien, chegou a uma conclusão na mesma direção: os apoios mais elevados empurraram as rendas do mercado privado para cima, sem efeito na quantidade nem na qualidade das casas oferecidas. Vera Gouveia Barros avisa que apoios atribuídos “a priori” podem “ir parar às mãos de quem está do lado da oferta”, em vez de beneficiarem quem se pretende ajudar.

Lidas em conjunto, as três análises apontam para o mesmo ponto fraco: PS e Chega propõem sobretudo medidas que reduzem o risco do senhorio ou aliviam o orçamento das famílias, e nenhuma delas obriga a que haja mais casas para arrendar.

Os especialistas ouvidos pelo ECO dão valor a cada instrumento, mas nenhum aposta que a soma baste para mudar o preço. Vera Gouveia Barros chega a dizer que o seguro seria “um second best” e que o primeiro passo seria ter uma Justiça “fácil, célere, previsível e economicamente acessível”. Joaquim Montezuma lembra que o Estado esteve ausente durante anos na oferta de habitação a preços acessíveis. Já Gonçalo Antunes defende que é preciso “alguma criatividade” para mobilizar os alojamentos vagos.

A negociação na especialidade vai decidir quanto do desenho final fica com o Governo e quanto passa para as exigências do Chega e do PS. Cauções, garantias e deduções são dossiês com custo para senhorios, inquilinos e contribuintes, e é sobre eles que terá de se formar uma maioria parlamentar. Já a oferta, que os especialistas colocam no centro do problema, tem um calendário próprio e mais longo do que o das votações.

  •  

Lo storico leghista a capo dei trasporti della Lombardia contro Salvini: “I costi su e i fondi già stanziati non arrivano”

A bussare alle porte del governo non ci sono solo gli autotrasportatori, prontamente liquidati da ministri vari tra accuse di criminalità e mancata rappresentatività. In questi giorni, battono cassa anche le aziende del trasporto pubblico regionale e locale, sia a capitale pubblico che privato. “Il settore è a forte rischio e le risorse non arrivano”, è stato il grido di allarme di Andrea Gibelli, a capo del Gruppo Ferrovie Nord Milano e presidente di Asstra, l’associazione che raccoglie 145 aziende e rappresenta il 70% del settore. Un attacco diretto ai ministri competenti, a iniziare da quello dei Trasporti, Matteo Salvini:” Chiediamo al governo di intervenire subito”.

A sorprendere, o forse no, è che l’intemerata sia stata sferrata da un leghista fatto e finito: Gibelli, infatti, è stato deputato del Carroccio e ha mantenuto buoni rapporti con la dirigenza lombarda, incluso il presidente della Regione Attilio Fontana che l’ha indicato, dopo una prima nomina ai tempi di Roberto Maroni, alla guida del gruppo che ha in pancia, tra le altre cose, il 50 per cento di Trenord e la Milano-Serravalle. Un leghista di lungo corso del “giro padano”, nella settimana del congresso, punta il mirino su Salvini e il modus operandi del governo sul tema più caldo del momento: “Le nostre aziende continuano a garantire i servizi con grande sensibilità verso i cittadini, facendosi carico di costi sempre più pesanti e anticipando di tasca propria risorse che spettano loro. Ma la situazione non è più sostenibile”, accusa Gibelli, che è stato anche vicepresidente della Regione Lombardia ai tempi di Roberto Formigoni.

Da febbraio ad agosto 2026, ricorda Asstra, il gasolio ha registrato un aumento del 52% che, considerando il credito d’imposta, scende ma resta comunque oltre il 20%. Il cahiers de doléances è lungo: Asstra lamenta anche il balzo dei prezzi delle altre forme di energia utilizzate dal trasporto pubblico locale: il metano è schizzato del 48% e l’elettricità del 40%, con un “concreto rischio” di “difficoltà negli approvvigionamenti”.

Problematiche aggravate da due aspetti riconducibili direttamente alle politiche del ministero di Salvini: “Abbiamo un Fondo nazionale che ha perso 800 milioni rispetto all’inflazione e 1,25 miliardi di euro già stanziati che non ci vengono liquidati”, continua Gibelli riferendosi al oneri di malattia, rinnovo contrattuale e saldo del Fondo. “Se non si inverte la rotta, i cittadini andranno incontro a seri disagi”, è l’avvertimento del presidente di Asstra paventando il blocco del trasporto pubblico locale “in un momento in cui rappresenta un sollievo concreto per le famiglie italiane”, alla luce del caro-carburanti.

L'articolo Lo storico leghista a capo dei trasporti della Lombardia contro Salvini: “I costi su e i fondi già stanziati non arrivano” proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

São precisos 10 anos para resolver a crise da habitação

Expresso escreve que para ter mais casas são precisos mais terrenos, menos burocracia e menos impostos. No Brasil, a Folha de São Paulo destaca a nova sondagem que coloca Lula e Bolsonaro empatados.

  •  

Protestos estudantis alastram pela Europa. Mas pouco há a oferecer aos jovens

Começou em França, em setembro, com os estudantes do secundário na rua. Desde então, juntaram-se-lhes jovens em pelo menos outros sete países europeus. “Estamos fartos de tudo”. Jovens espanhóis e portugueses montaram tendas nas capitais para protestar contra as rendas altas. Franceses e italianos marcharam por melhores condições nas escolas, em manifestações manchadas por saques. Na Grécia, pede-se mais dinheiro para as universidades; na Albânia, os jovens entraram em confrontos com a polícia depois de se juntarem a protestos anti-corrupção contra um governo que acusam de lhes travar o futuro. As exigências mudam de país para país, mas há um

  •  

Irpef, a Roma spunta un’idea rivoluzionaria: lasciare 500 euro nelle tasche dei cittadini

Roma Capitale delle tasse, ma forse qualcosa cambia

A Roma pagare le tasse è una tradizione consolidata, quasi quanto lamentarsi delle buche o aspettare un autobus che non arriva. Ora, però, qualcuno propone una novità ai limiti dell’eversione fiscale: lasciare qualche soldo in più nelle tasche di lavoratori e pensionati.

L’idea arriva dalla CGIL di Roma e del Lazio, che chiede al Campidoglio e alla Regione di alleggerire le addizionali Irpef nei bilanci del 2027. Secondo il segretario generale Natale Di Cola, il beneficio medio potrebbe aggirarsi intorno ai 500 euro annui. Non abbastanza per comprarsi una casa ai Parioli, ma sufficiente per affrontare qualche bolletta senza dover consultare il commercialista e uno psicologo contemporaneamente.

Addizionali Irpef, il conto di dieci anni di sacrifici

Per oltre un decennio i contribuenti laziali hanno contribuito a rimettere in ordine conti pubblici e debiti sanitari. Una forma di solidarietà obbligatoria che, secondo il sindacato, avrebbe ormai esaurito le proprie giustificazioni.

La proposta regionale prevede di cancellare la maggiorazione dello 0,5% e introdurre aliquote progressive: 1,23% fino a 28mila euro, 2% tra 28mila e 50mila e 2,83% oltre questa soglia, applicando la progressività alle rispettive fasce di reddito. Per Roma Capitale si chiede invece di portare l’esenzione a 20mila euro e ridurre l’aliquota comunale dallo 0,9 allo 0,5% per chi supera tale limite.

Quanto risparmierebbero i romani: fino a 840 euro e oltre

Traducendo il linguaggio tributario in quello del supermercato, la CGIL stima 280 euro di risparmio annuo con 20mila euro di imponibile, 435 euro con 30mila e 670 euro con 40mila. A quota 50mila il vantaggio supererebbe gli 840 euro. Naturalmente si tratta di simulazioni, non di soldi già accreditati. Perché tra una proposta sindacale e una decisione politica, a Roma, possono trascorrere intere ere geologiche.

Intanto il caro vita continua a mordere stipendi e pensioni. E mentre nove famiglie su dieci si preparano a tagliare i consumi, secondo l’indagine richiamata dal sindacato, la politica dovrà decidere se ridurre davvero il prelievo fiscale. Sarebbe realmente una piccola rivoluzione: dopo anni trascorsi a chiedere sacrifici ai cittadini, le istituzioni potrebbero finalmente compierne uno anche loro. Rinunciare a qualche entrata. Senza pretendere nemmeno un applauso.

L'articolo Irpef, a Roma spunta un’idea rivoluzionaria: lasciare 500 euro nelle tasche dei cittadini proviene da Affaritaliani.it.

  •  

Un dato è certo: abbiamo visto più decreti sicurezza che vetrine rotte

Sono “tumulti politicamente illeggibili” quelli che abbiamo visto nelle strade di Milano, negli assalti alle scuole occupate di Torino? O anche quelle dirette contro i negozi o la polizia sono “azioni collettive dotate di una loro politicità”? Sono un fattore di sabotaggio o di inasprimento di altre proteste apertamente organizzate? A quanto pare, piccole sigle stanno cercando di “reclutare”, indirizzare, o comunque intercettare quei tumulti. Al contempo, da alcune ricostruzioni emerge che le azioni sarebbero opera di piccoli gruppi impolitici eterodiretti da ben più politicizzati agglomerati estremisti di tutt’altro segno. Qualcuno ha parlato addirittura di una pressione russa e questa linea è stata subito sposata da Crosetto, che ha chiamato in causa una “guerra ibrida” contro l’Occidente. Peccato che gli agenti di questa guerra ibrida, che in realtà opera contro l’ordine democratico, siano spesso amici del governo italiano e dell’internazionale nera che lega Putin, Netanyahu, Bolsonaro e Trump.

In realtà, quello che vediamo non è un fenomeno inedito, benché questa volta sorprenda per le dimensioni: negli scorsi anni era già successo, per esempio col saccheggio dei negozi di via Roma a Torino nel 2020. Quei ragazzi non chiedevano di tassare i ricchi o mettere un freno agli dei della moda e del jet set. Volevano qualcosa per loro come risarcimento di tanti pomeriggi bui.

Quindi il punto è: che cosa, dentro di loro e non all’esterno, muove le loro azioni? È comunque una rivolta degli ultimi contro “i ricchi” e i simboli del loro status quo? È pura invidia sociale di chi è irretito da una selvaggia logica consumistica? I protagonisti sono giovani migranti di seconda generazione, a tutti gli effetti italiani a cui viene negata una cittadinanza piena e promessa marginalità quando non remigrazione? Sono giovani anche italiani che abitano le periferie di città sempre più plasticamente escludenti e stratificate?

Vorrei partecipare a uno sforzo collettivo, che coinvolga tanti attori diversi, di comprendere tutto ciò. Per questo nei prossimi giorni proverò a incontrare e parlare con alcuni di quei giovanissimi, anche detenuti nelle carceri minorili, coinvolti nei fatti delle scorse settimane. Sarebbe il caso di chiedere a loro – se mai avranno voglia di dirlo a noi – che cosa stanno facendo e perché.

Qualcosa, però, lo sappiamo: esistono territori e quartieri da cui è stato smantellato tutto, ogni forma di aggregazione e partecipazione, insieme alle politiche giovanili e alla prevenzione. Esistono fasce di popolazione strutturalmente marginalizzate e moltitudini di ragazzini e ragazzine invisibili fino a una settimana fa.

Un altro dato è certo: abbiamo visto più decreti sicurezza che vetrine rotte, ma ogni volta che detona la rabbia sociale, la destra e i suoi canali di informazione la liquidano come caos.

Ogni fatto che origina da forme di disagio è bollato come delinquenza, verso cui si invocano pene sempre più severe. Lo sanno bene gli attivisti per il clima e contro il genocidio in Palestina. Non importa se i protagonisti di quei fatti siano ragazzini sempre più giovani, in certi casi poco più che bambini. Perciò il governo prepara già un’ulteriore stretta repressiva sui minori, nonostante l’intervento di Mattarella.

Milano è sempre più militarizzata, si diffonde una strategia della paura che innesca psicosi collettive. Il desk dell’Università Bocconi scrive a tutte le studentesse di non circolare da sole. Chat sconosciute diffondono sui cellulari di chiunque allarmi palesemente fake su prossimi appuntamenti per stupri collettivi o pestaggi massivi. Intanto, Hub for Defenders ha attivato un team legale che sta seguendo i circa 30 arrestati: in gran parte sono ragazzi rastrellati a caso e chiaramente razzializzati; minorenni trattenuti per 12 ore senza nemmeno avvisare i genitori.

Tutto questo, ovviamente, non avrà alcun effetto sui fenomeni di rabbia giovanile, se non quello di inasprirla ed esacerbarla. Invece – ma la destra lo sa e lo vuole – rappresenterà un ulteriore colpo a ogni tentativo di tradurre rabbia e senso di ingiustizia in partecipazione politica e conflitto organizzato.

Intanto dalla Francia al Belgio, dalla Spagna all’Albania, dal Portogallo all’Italia le piazze si riempiono di una protesta che ha un colpevole reale e nominato chiaramente: il carovita. In Italia l’inflazione ha gravato con 1.326 euro in più all’anno a famiglia solo per fare la spesa. I salari reali sono scesi del -8,7% dal 2008. L’incidenza della povertà assoluta, che già per le famiglie composte solamente da italiani è pari al 5,9%, sale al 26,7% tra quelle con almeno uno straniero e raggiunge il 29,4% tra le famiglie composte esclusivamente da stranieri.

In questo contesto il governo mette da parte miliardi per il riarmo e taglia i carnet ai pendolari. I cani da guardia del capitalismo cleptomane e dei signori della guerra, che mietono vittime e miseria, non dicono mai nulla contro le ingiustizie profonde di un mondo che vogliono lasciare proprio così com’è. Invece, si mostrano sempre molto indignati dalle vetrine rotte.

Mastri vetrai dello status quo.

Noi siamo dalla parte di chi lavora, studia, produce e non arriva a fine mese. E vogliamo trovare risposte per una generazione a cui è stata promessa solo incertezza e paura, per fasce sociali relegate a un vissuto di frustrazione e inaccessibilità di tutto. Di certo non serve spalancare di più le porte delle carceri né aprire canali di deportazione legalizzata. Servono spazi di partecipazione giovanile, occasioni per prendere coscienza di una deprivazione sistemica, ma soprattutto strumenti per disarticolare la ghettizzazione e restituire alle persone la speranza di poter investire sul proprio futuro.

L'articolo Un dato è certo: abbiamo visto più decreti sicurezza che vetrine rotte proviene da Il Fatto Quotidiano.

  •  

El contagio francés

<![CDATA[

Como en otros momentos de la historia, las protestas se contagian unas a otras a través de revoluciones comunicativas. En la primavera de las naciones de 1848, la expansión de la prensa, el ferrocarril y el telégrafo aceleró la circulación de noticias y personas, aunque en cada país, las reivindicaciones tomaron un cariz propio. Hoy también las quejas son singulares: Albania (proyectos turísticos), Portugal y España (vivienda), Serbia (corrupción), Francia, Grecia e Italia (educación).

Seguir leyendo...

  •  

Movimento fundado por Seguro defende apoio público aos media

Movimento criado por António José Seguro antes da campanha presidencial fez primeira conferência com recomendações sobre futuro do jornalismo e IA. Defende apoios a jornais por entidade independente.

© DR

Paulo Lopes da Silva é o presidente do UPortugal e foi diretor da campanha de António José Seguro. É deputado do PS.
  •  

Operación remontada: Con Rhian y Julia en la campaña para que Lula y la izquierda ganen en Brasil

Julia de Oliveira Szöke y Rhian Silva, estudiantes de Historia de la Universidad de São Paulo (USP) en campaña para que Lula gane, este miércoles en la facultad.

Llegaron optimistas a la primera vuelta de las elecciones presidenciales en Brasil. Con enorme confianza en que el veterano Lula lograría la victoria parcial. Es más, el triunfo definitivo tampoco les sonaba descabellado. Pero la noche electoral del 4 de octubre acabó en disgusto colosal para Rhian Silva, de 23 años, para Julia de Oliveira Szöke, de 25, estudiantes de Historia, y para toda la izquierda brasileña. Conmocionada, hizo un luto breve y se puso en acción tras un llamamiento de Lula a la movilización general. “Lo primero que nosotros hicimos fue decirnos: ‘No podemos caer en el pánico o la desesperación. Quedan casi tres semanas. Vamos a por la remontada”, recordaba Silva el miércoles, en el campus de la Universidad de São Paulo (USP), pública, una de las mejores de América Latina.

Seguir leyendo

  •  

Sánchez y Feijóo reabren la pugna por los debates de la campaña en televisión

<![CDATA[

La agria polémica sobre los debates televisivos es ya un clásico de las campañas electorales, los dos grandes partidos –PSOE y PP– defienden sus estrategias antagónicas, y Pedro Sánchez y Alberto Núñez Feijóo reabren, ante la cita con las urnas del próximo 29 de noviembre, una pugna similar a la que ya libraron para los comicios del 2023. De nuevo, la televisión pública estatal –TVE– se encuentra en el epicentro de la controversia.

Seguir leyendo...

  •  

Protesta tir, il Garante chiede la precettazione: “Servizi essenziali a rischio”. Deciderà il governo

La commissione di garanzia dell’attuazione della legge sullo sciopero nei servizi pubblici essenziali delibera “di segnalare al ministro delle Infrastrutture e dei Trasporti e, per il suo tramite, alle Autorità territoriali” con riferimento “alle azioni collettive degli autotrasportatori tuttora in corso di svolgimento nelle Regioni” del Sud Italia, “il fondato pericolo di pregiudizio ai diritti della persona costituzionalmente tutelati e di invitarle ad adottare” le misure necessarie “a prevenire il predetto pregiudizio“. E “di proporre alle medesime Autorità di ordinare l’immediata cessazione dei blocchi stradali nei confronti dei singoli aderenti alle azioni collettive in corso”. E’ quanto si legge nella delibera della commissione, visionata dall’AGI, riguardante le proteste dei Tir.

“Le azioni collettive, allo stato portate avanti da comitati autonomi e spontanei di autotrasportatori, e perpetrate mediante l’attuazione di blocchi stradali, hanno determinato – si legge nella deliberazione – una seria compromissione degli approvvigionamenti dei beni di prima necessità e dei farmaci alla popolazione, nonché del carburante alla rete di pubblica distribuzione“. Si considera inoltre che “la prolungata azione di fermo risulta aver determinato un grave e progressivo svuotamento della rete di distribuzione alimentare primaria” con “il concreto rischio di carenza di generi alimentari di prima necessità per le comunità locali”. Inoltre si evidenzia che “la sospensione del trasporto di carburante alla rete di pubblico approvvigionamento ha determinato effetti vulneranti trasversali sulla regolarità dei servizi pubblici essenziali, avendo inciso, in senso pregiudizievole, anche sull’erogazione dei servizi di trasporto“.

E che “le azioni di blocco stradale e/o di rallentamento della circolazione hanno dispiegato un effetto vulnerante sull’intero sistema economico, avendo inciso sulla mobilità delle persone e quindi, in ultima analisi, su tutte le attività (essenziali e non), nella misura in cui hanno condizionato la possibilità di raggiungere i luoghi di lavoro”. Infine si rileva che “da quanto risulta dalle segnalazioni pervenute, l’azione di protesta ha comportato anche l’interruzione di servizi di trasporto dei rifiuti, con la conseguente saturazione dei siti di stoccaggio e pregiudizio per i servizi di raccolta e smistamento dei rifiuti”.

La mancanza di “approvvigionamento del carburante è suscettibile finanche di incidere sulla regolare erogazione del servizio di emergenza urgenza sanitaria, essendo necessario ai fini del rifornimento dei mezzi di soccorso”.

Nel documento si fa notare inoltre che “nonostante le dichiarazioni di revoca delle azioni di autotutela rese dai rappresentanti delle associazioni rappresentative Fedralog e Aias, notizie di stampa circolate in data odierna continuano ad evidenziare la perdurante attuazione di presidi e azioni di protesta da parte di autotrasportatori (quanto meno nell’ambito delle Regioni Puglia e Campania) che, in base alle informazioni allo stato degli atti acquisite, non risultano ascrivibili ad associazioni rappresentative di categoria, bensì a comitati spontanei di autotrasportatori e agricoltori”.

La commissione di garanzia sottolinea che “il proseguimento dei fermi (e delle correlate forme anomale di sciopero), oltre 1 limiti di durata prestabiliti dal Codice di autoregolamentazione del settore, espone le comunità locali ad un intollerabile aumento delle probabilità che i propri diritti costituzionali vengano attinti in maniera seria ed irreparabile“. E che “pertanto sussiste il pericolo di un pregiudizio grave ed imminente alla salute, alla sicurezza e alla libertà di circolazione delle persone”.

La Commissione segnala la situazione “al presidente del Consiglio o al ministro da lui delegato ovvero al prefetto, a seconda della portata (nazionale o locale) del conflitto, affinché adottino con ordinanza le misure necessarie a prevenire il pregiudizio”.

L'articolo Protesta tir, il Garante chiede la precettazione: “Servizi essenziali a rischio”. Deciderà il governo proviene da Affaritaliani.it.

  •  
❌