A portaria que regulamenta o pagamento do suplemento extraordinário de pensão aos bancários reformados já foi publicada. A Portaria n.º 456/2026/1, de 14 de outubro regulamenta e estabelece os procedimentos para o pagamento do suplemento extraordinário de pensão aos bancários reformados, dando cumprimento ao Decreto-Lei n.º 201/2026, de 8 de outubro.
De acordo com o diploma legal, têm direito a este apoio os pensionistas do setor bancário cujas pensões sejam devidas até 30 de novembro de 2026, inclusive, e cujo valor mensal global — incluindo as respetivas atualizações extraordinárias — não ultrapasse o limite de três vezes o Indexante dos Apoios Sociais (IAS).
O montante será liquidado em dezembro de 2026, acumulado com o pagamento da pensão regular, sem que os beneficiários tenham de submeter qualquer pedido formal.
O valor a receber varia consoante o rendimento mensal global bruto de cada pensionista: 200 euros para pensões de valor igual ou inferior a 537,13 euros; 150 euros para montantes superiores a 537,13 euros e até 1.074,26 euros; e 100 euros para quem aufere valores superiores a 1.074,26 euros e até 1.611,39 euros.
A distribuição será assegurada pelas entidades responsáveis pelo pagamento das pensões, sendo este montante isento de retenção na fonte em sede de IRS.
Face à medida, os sindicatos Mais, SBN e SBC já anunciaram que vão manter uma atitude vigilante quanto à aplicação prática do diploma, fiscalizando o cumprimento dos prazos e o correto pagamento dos valores devidos, com o propósito de intervir perante quaisquer constrangimentos que afetem os reformados.
Pacote de medidas apresentado pelo PAN para reforçar a proteção e o bem-estar dos animais de companhia, foi publicado esta terça-feira em Diário da República, por unanimidade no Parlamento açoriano.
Uma das iniciativas previstas é a criação de uma rede colaborativa com associações de proteção animal, municípios, médicos veterinários e centro de recolha oficial de animais, para gestão dos animais errantes
Pelo terceiro ano consecutivo, o Zoomarine Algarve, localizado na Guia, no concelho de Albufeira, conquistou o título de melhor parque temático do mundo nos World Luxury Travel Awards 2026. Depois das distinções alcançadas em 2024 e 2025, o parque voltou a vencer a categoria “Theme Park”, num reconhecimento internacional que destaca a conjugação entre entretenimento, educação ambiental e sensibilização para a proteção das espécies e dos seus habitats.
A nova distinção prolonga um ciclo de reconhecimento internacional do parque algarvio, que tem procurado conciliar experiências de lazer com iniciativas educativas e projetos de proteção da natureza.
Criados em 2020, os World Luxury Travel Awards distinguem organizações e experiências ligadas ao setor turístico, através de um processo de votação que envolve profissionais da indústria e consumidores. Segundo a organização do parque, a competição reúne anualmente mais de 100 mil votos de viajantes de todo o mundo.
Terceira vitória consecutiva reforça reconhecimento internacional
Para o diretor executivo do Zoomarine Algarve, Tiago Pierotti, a conquista representa um reconhecimento do trabalho desenvolvido pela equipa, mas também um incentivo para continuar a melhorar a experiência proporcionada aos visitantes.
“Três distinções consecutivas dizem-nos, acima de tudo, que estamos a conseguir manter um nível de qualidade reconhecido por quem nos visita. É um motivo de enorme orgulho para toda a equipa, mas também uma responsabilidade acrescida para continuarmos a evoluir e a proporcionar experiências que fiquem na memória de quem passa pelo Zoomarine Algarve”, afirma Tiago Pierotti.
A distinção atribuída em 2026 sucede às conquistadas nos dois anos anteriores, consolidando a presença do parque algarvio entre os empreendimentos turísticos reconhecidos internacionalmente na área do entretenimento.
Conservação da natureza e educação ambiental são prioridades
Fundado em 1991, o Zoomarine Algarve desenvolve uma atividade que combina atrações de entretenimento com iniciativas de educação ambiental e conservação da biodiversidade.
Enquanto instituição zoológica, o parque desenvolve e apoia projetos de preservação de espécies, tanto nos seus habitats naturais como em ambientes controlados, procurando sensibilizar os visitantes para a proteção dos animais e do meio ambiente.
Entre as principais iniciativas destaca-se o Porto d’Abrigo, criado em 2002 como o primeiro Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas em Portugal, dedicado ao resgate, recuperação e devolução de animais marinhos ao seu habitat natural.
O Zoomarine acolhe também o primeiro Centro de Sobrevivência das Espécies dedicado à Mudança Comportamental, desenvolvido em parceria com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Este projeto procura integrar as ciências sociais nas estratégias de conservação das espécies marinhas, promovendo comportamentos mais responsáveis na relação entre as pessoas e a natureza.
Atrações aquáticas e experiências educativas fazem parte da oferta
A oferta do parque inclui exposições zoológicas, habitats imersivos, apresentações educativas e experiências de proximidade com diferentes espécies, além de atrações aquáticas e espaços temáticos.
Entre os equipamentos disponíveis encontra-se a maior praia de ondas de Portugal, integrada numa oferta de lazer que contempla também atrações destinadas a diferentes idades e propostas de maior adrenalina.
Com a terceira distinção consecutiva nos World Luxury Travel Awards, o Zoomarine Algarve reforça o reconhecimento internacional da sua atividade, assente na conjugação entre turismo, entretenimento, educação ambiental e conservação da natureza.
Encerrando o percurso pelas obras de Liliana Velho no Teatro Viriato, plantas de braceijo e grés negro simbolizam o renascimento e a coesão, num convite para acompanhar a evolução da exposição.
Moldado em barro vermelho de Vendas Novas, um coração desintegra-se na parede. A artista explora o simbolismo do amor e da perda através de formas abstratas que nascem da ação do tempo no campo.
O cumprimento da obrigação de identificação dos cães é o cerne de toda a problemática que gravita em torno destes animais, porque ela é a primeira das obrigações da “detenção responsável”.
A perda de biodiversidade continua a ameaçar os ecossistemas em todo o mundo, mas a recuperação de espécies como o tigre, o lince-ibérico e a sardinha mostra que os esforços de conservação podem dar resultados.
Não é preciso ter linguagem para casar um som a uma forma. Imagine uma forma chamada “Bouba“. Que características tem? É angular, redonda, suave, dura? E uma forma chamada “Kiki“? Não há resposta certa: as duas palavras são inventadas. Mas, por alguma razão estranha, a maioria das pessoas a quem se faz esta pergunta, seja qual for a língua ou o alfabeto que usam para falar ou escrever, concorda que Kiki é pontiagudo e Bouba é redondo. Esse é o efeito kiki/bouba, que explica porque o Rui tem cara de Rui (e a Ana cara de Ana). Esta experiência psicológica
Vigilância prossegue no terreno, em articulação com os municípios de Amares e de Braga, que implementam ações de verificação de espelhos de água e de espaços públicos.
A ULS diz que as deteções mostram que a vigilância está a funcionar e que isso se deve também às pessoas que nos fizeram os alertas
Inspirada por ramos secos de um cato roído por ovelhas no campo, Liliana Velho combinou elementos efémeros da natureza com cerâmica para recriar as artérias de um coração surpreendente.
Após duas décadas de trabalho de conservação, incluindo a recuperação da floresta Laurissilva, foi possível salvar a ave de "estar à beira da extinção", mas para os peritos "o trabalho não terminou".
Presidente dos EUA partilhou imagens do ataque e um vídeo de IA a brincar com o tigre, gerando várias críticas. Família de Chapman pede que se pare de circular o conteúdo que causa "grande angústia".
Foi filmado pela primeira vez, o mecanismo que permite às abelhas continuar a injetar veneno depois de morrer. Envolve “válvulas”, um “paraquedas” e uma “bomba natural”. Pela primeira vez, cientistas conseguiram filmar o funcionamento interno do ferrão de uma abelha, revelando como duas pequenas válvulas permitem que continue a injetar veneno durante mais de um minuto, mesmo depois de se separar do corpo do inseto. Quando uma abelha-do-mel pica uma pessoa, o ferrão fica muitas vezes preso na pele. Ao afastar-se, a abelha perde o ferrão e pode sofrer lesões fatais nos órgãos internos. Mas o ferrão continua a funcionar,
Foi filmado pela primeira vez, o mecanismo que permite às abelhas continuar a injetar veneno depois de morrer. Envolve "válvulas", um "paraquedas" e uma "bomba natural". Pela primeira vez, cientistas conseguiram filmar o funcionamento interno do ferrão de uma abelha, revelando como duas pequenas vál
Utilizando lã de ovelha cozida a uma estrutura de arame e copinhos de barro que brincam com sombras, a artista traz a essência do campo e do mundo rural para o centro do Teatro Viriato.
Apoios destinam-se às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça, até ao limite de 2.000 euros por zona de caça, afim de reduzir os prejuízos agrícolas e florestais, os acidentes rodoviários.
O Governo lançou hoje um projeto-piloto de 500 mil euros para incentivar o abate adicional de javalis em mais de 1.300 zonas de caça, distribuídas por 65 concelhos de 15 distritos de Portugal continental.
Segundo um aviso hoje publicado pelo Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), os apoios destinam-se às entidades titulares ou gestoras de zonas de caça, com incentivos de 50 euros por macho e 70 euros por fêmea abatidos acima da média histórica, até ao limite de 2.000 euros por zona de caça.
No distrito de Braga, o projeto abrange os concelhos de Barcelos, Amares e Vila Verde.
Fonte: ICNFFonte: ICNF
Denominado “Controlo de Densidades Excessivas de Javali em Áreas Críticas”, o projeto abriu hoje as pré-inscrições e decorrerá até 31 de maio de 2027, procurando reduzir os prejuízos agrícolas e florestais, os acidentes rodoviários e os riscos sanitários associados à espécie.
O programa prevê ainda um incentivo adicional de 10 euros por exemplar encaminhado para um estabelecimento aprovado de manuseamento de caça, promovendo o aproveitamento da carne em condições de segurança alimentar, valor igualmente sujeito ao limite máximo de apoio.
Podem beneficiar destes incentivos as entidades titulares de zonas de caça associativas ou turísticas e as gestoras de zonas de caça municipais ou nacionais, desde que cumpram os requisitos legais e administrativos estabelecidos pelo ICNF.
Os apoios serão calculados com base nos abates adicionais comprovados relativamente à média das épocas venatórias de 2022/2023, 2023/2024 e 2024/2025, sendo estabelecido um limiar mínimo de 10 animais por zona de caça, mesmo quando não exista histórico validado.
A seleção dos 65 concelhos assentou em sete critérios técnicos, científicos e territoriais, incluindo os danos agrícolas e florestais, a pressão populacional da espécie, as características dos habitats, a proximidade de áreas urbanas, a sinistralidade rodoviária, o risco sanitário e a expansão territorial do javali.
O ICNF considerou igualmente um estudo da Universidade de Aveiro sobre a evolução da presença e expansão de javalis no território nacional.
Os exemplares abatidos terão de ser identificados com selos específicos, registados individualmente na plataforma RUBUS e acompanhados de fotografias georreferenciadas e amostras de pelo, para permitir a verificação dos resultados e prevenir irregularidades.
As montarias abrangidas pelo projeto devem ser comunicadas ao ICNF com uma antecedência mínima de oito dias, estando previstas ações de acompanhamento, verificação e fiscalização.
O aviso estabelece ainda que, caso os pedidos de pagamento ultrapassem a dotação global de 500 mil euros, os montantes elegíveis serão reduzidos proporcionalmente, podendo o programa terminar antecipadamente se as verbas forem esgotadas.
A adesão é efetuada através da plataforma eletrónica https://javalicontrol.icnf.pt/, podendo as entidades interessadas consultar as condições de participação, os critérios de elegibilidade e a lista dos 65 concelhos abrangidos no aviso publicado pelo ICNF, disponível aqui.
Após a conclusão do projeto-piloto, será avaliada a eficácia deste modelo de incentivos enquanto instrumento de gestão sustentável das populações de javali.
No Médio Tejo, os municípios de Mação e Sardoal promoveram recentemente reuniões com associações de caçadores para discutir medidas de controlo da espécie, perante os prejuízos na agricultura e os riscos para a segurança rodoviária.
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo tinha manifestado disponibilidade para os seus 11 municípios integrarem este projeto-piloto, mas apenas Abrantes, Mação e Sardoal constam da lista agora publicada.
Num dos raros fornos de grés de sal em Portugal, Liliana Velho moldou num só dia um coração realista e rochoso, onde uma reação química extrema criou uma vidragem natural com tons fascinantes.
William Chapman, de cerca de 20 anos, escalou a grade de proteção e saltou de um passadiço para dentro do espaço do tigre siberiano, no Yorkshire Wildlife Park. O zoo permanece fechado.
O cetáceo tinha dado à costa em março em Maceda. A forte agitação marítima voltou a deixar a carcaça exposta, obrigando a nova intervenção da autarquia e da Polícia Marítima.
As características físicas do local e os constrangimentos operacionais associados às dimensões da baleia impediram a retirada integral do respetivo cadáver