Macacos desconfiam de fontes de infeção tal como humanos

© Pablo Daniel Fernandez/Comedy Wildlife Photography Awards

© Pablo Daniel Fernandez/Comedy Wildlife Photography Awards


© AARON M. SPRECHER/EPA
Uma criatura com rabos, unhas grandes e aparência clara está circulando entre as manchetes do México após ser supostamente flagrada atacando animais em uma área residencial de Ciudad Juarés, na fronteira do país com os Estados Unidos, no último dia 17 de outubro. Internautas acreditam se tratar do lendário “chupacabra“.
As imagens foram divulgadas pelo ufólogo Jaime Maussan e divulgada nos jornais Net Noticias e nos veículos Daily Mail e New York Post. O pesquisador afirmou ter começado a investigar o caso depois que um garoto viu a criatura pegar uma galinha pela cabeça e correr em uma árvore.
Segundo as informações locais, uma equipe foi mobilizada para tentar localizar o “chupacabra”, instalando uma câmera de segurança próximo ao local. Os cientistas dizem ter capturado provas da existência do bicho, após ele ser flagrado escalando um grande muro de tijolos.

Durante uma coletiva de imprensa, a equipe de quatro assistentes de pesquisa que trabalham com Maussan disse aos jornais locais que a criatura tinha quase seis pés de comprimento, da cabeça até a ponta da cauda, que eles acreditam ter, sozinha, aproximadamente um metro e meio de comprimento.
“É um predador. Não estou dizendo que é extraterrestre, mas é algo assustador”, disse Maussan à mídia local mexicana.
Não há, até agora, qualquer confirmação científica de que se trate de um “chupacabra”.
O chupacabra, nome que significa “sugador de cabras”, é uma figura do folclore das Américas. A criatura é descrita como responsável por mortes de animais de criação, principalmente cabras, mas também ovelhas e galinhas.
A Comarca de Braga celebrou um “protocolo pioneiro” com uma associação animal, “dando início a um projeto inovador em Portugal” para a utilização de cães de apoio junto de menores e de outros intervenientes vulneráveis em ambiente judicial.
Em comunicado enviado hoje à agência Lusa, a Comarca de Braga diz ter celebrado, na segunda-feira, um protocolo de utilização de cães com a Associação Santuário Animal Vida Boa – Proteção e Preservação dos Animais e Natureza para, em regime experimental, utilizar cães de apoio em contexto judicial.

“A iniciativa tem como objetivo promover o bem-estar emocional das crianças que participam nas audiências judiciais ou enquanto aguardam nas salas de espera, contribuindo para a redução dos seus níveis de ansiedade, bem como para uma maior capacidade de concentração e comunicação”, explica a Comarca de Braga.
Citada no comunicado, a presidente do Tribunal Judicial da Comarca de Braga destaca “o caráter inovador da iniciativa no país e a sua importância na promoção de uma justiça mais humanizada”.
Filipa Afonso Aguiar manifesta “confiança no sucesso do projeto e nos benefícios que o mesmo proporcionará a todos os intervenientes processuais, em especial às crianças”.
O comunicado refere ainda que a utilização de cães de apoio em contexto judicial tem vindo a ser adotada em países como os Estados Unidos, Canadá, Austrália e em alguns países europeus, “existindo evidência científica dos seus benefícios”.
“Em Portugal, existem experiências bem-sucedidas na utilização de cães em ambiente hospitalar e prisional, destacando-se o trabalho desenvolvido pela associação Cães pelas Pessoas, com experiência na área dos Serviços Assistidos com Animais, bem como pelo Santuário Animal Vida Boa, que desenvolve igualmente projetos neste âmbito, nomeadamente junto de populações em situação de vulnerabilidade”, indica a Comarca de Braga.
A nota acrescenta que ambas as associações “desenvolvem projetos em parceria, mantendo uma colaboração que permite articular experiências, conhecimentos e competências complementares, o que constitui uma mais-valia para a implementação e boa execução do protocolo, contribuindo para a qualidade, segurança e eficácia dos serviços previstos”.
O conteúdo Comarca de Braga avança com “projeto pioneiro” para uso de cães nos tribunais aparece primeiro em O MINHO.

A portaria que regulamenta o pagamento do suplemento extraordinário de pensão aos bancários reformados já foi publicada. A Portaria n.º 456/2026/1, de 14 de outubro regulamenta e estabelece os procedimentos para o pagamento do suplemento extraordinário de pensão aos bancários reformados, dando cumprimento ao Decreto-Lei n.º 201/2026, de 8 de outubro.
De acordo com o diploma legal, têm direito a este apoio os pensionistas do setor bancário cujas pensões sejam devidas até 30 de novembro de 2026, inclusive, e cujo valor mensal global — incluindo as respetivas atualizações extraordinárias — não ultrapasse o limite de três vezes o Indexante dos Apoios Sociais (IAS).
O montante será liquidado em dezembro de 2026, acumulado com o pagamento da pensão regular, sem que os beneficiários tenham de submeter qualquer pedido formal.
O valor a receber varia consoante o rendimento mensal global bruto de cada pensionista: 200 euros para pensões de valor igual ou inferior a 537,13 euros; 150 euros para montantes superiores a 537,13 euros e até 1.074,26 euros; e 100 euros para quem aufere valores superiores a 1.074,26 euros e até 1.611,39 euros.
A distribuição será assegurada pelas entidades responsáveis pelo pagamento das pensões, sendo este montante isento de retenção na fonte em sede de IRS.
Face à medida, os sindicatos Mais, SBN e SBC já anunciaram que vão manter uma atitude vigilante quanto à aplicação prática do diploma, fiscalizando o cumprimento dos prazos e o correto pagamento dos valores devidos, com o propósito de intervir perante quaisquer constrangimentos que afetem os reformados.

© AFP via Getty Images
Pelo terceiro ano consecutivo, o Zoomarine Algarve, localizado na Guia, no concelho de Albufeira, conquistou o título de melhor parque temático do mundo nos World Luxury Travel Awards 2026. Depois das distinções alcançadas em 2024 e 2025, o parque voltou a vencer a categoria “Theme Park”, num reconhecimento internacional que destaca a conjugação entre entretenimento, educação ambiental e sensibilização para a proteção das espécies e dos seus habitats.
A nova distinção prolonga um ciclo de reconhecimento internacional do parque algarvio, que tem procurado conciliar experiências de lazer com iniciativas educativas e projetos de proteção da natureza.
Criados em 2020, os World Luxury Travel Awards distinguem organizações e experiências ligadas ao setor turístico, através de um processo de votação que envolve profissionais da indústria e consumidores. Segundo a organização do parque, a competição reúne anualmente mais de 100 mil votos de viajantes de todo o mundo.

Para o diretor executivo do Zoomarine Algarve, Tiago Pierotti, a conquista representa um reconhecimento do trabalho desenvolvido pela equipa, mas também um incentivo para continuar a melhorar a experiência proporcionada aos visitantes.
“Três distinções consecutivas dizem-nos, acima de tudo, que estamos a conseguir manter um nível de qualidade reconhecido por quem nos visita. É um motivo de enorme orgulho para toda a equipa, mas também uma responsabilidade acrescida para continuarmos a evoluir e a proporcionar experiências que fiquem na memória de quem passa pelo Zoomarine Algarve”, afirma Tiago Pierotti.
A distinção atribuída em 2026 sucede às conquistadas nos dois anos anteriores, consolidando a presença do parque algarvio entre os empreendimentos turísticos reconhecidos internacionalmente na área do entretenimento.
Fundado em 1991, o Zoomarine Algarve desenvolve uma atividade que combina atrações de entretenimento com iniciativas de educação ambiental e conservação da biodiversidade.
Enquanto instituição zoológica, o parque desenvolve e apoia projetos de preservação de espécies, tanto nos seus habitats naturais como em ambientes controlados, procurando sensibilizar os visitantes para a proteção dos animais e do meio ambiente.
Entre as principais iniciativas destaca-se o Porto d’Abrigo, criado em 2002 como o primeiro Centro de Reabilitação de Espécies Marinhas em Portugal, dedicado ao resgate, recuperação e devolução de animais marinhos ao seu habitat natural.
O Zoomarine acolhe também o primeiro Centro de Sobrevivência das Espécies dedicado à Mudança Comportamental, desenvolvido em parceria com a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Este projeto procura integrar as ciências sociais nas estratégias de conservação das espécies marinhas, promovendo comportamentos mais responsáveis na relação entre as pessoas e a natureza.
A oferta do parque inclui exposições zoológicas, habitats imersivos, apresentações educativas e experiências de proximidade com diferentes espécies, além de atrações aquáticas e espaços temáticos.
Entre os equipamentos disponíveis encontra-se a maior praia de ondas de Portugal, integrada numa oferta de lazer que contempla também atrações destinadas a diferentes idades e propostas de maior adrenalina.
Com a terceira distinção consecutiva nos World Luxury Travel Awards, o Zoomarine Algarve reforça o reconhecimento internacional da sua atividade, assente na conjugação entre turismo, entretenimento, educação ambiental e conservação da natureza.




A perda de biodiversidade continua a ameaçar os ecossistemas em todo o mundo, mas a recuperação de espécies como o tigre, o lince-ibérico e a sardinha mostra que os esforços de conservação podem dar resultados.



© AFP via Getty Images
O distrito de Faro está entre os 15 abrangidos pelo novo projeto-piloto do Ministério da Agricultura para reforçar o controlo das populações de javalis, dotado de 500.000 euros e destinado a premiar zonas de caça que obtenham “resultados superiores à respetiva média histórica”.
“O Ministério da Agricultura e Mar, através do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, I.P. (ICNF, I.P.), lançou um projeto-piloto destinado ao controlo da densidade populacional de javalis, abrangendo mais de 1.300 zonas de caça, distribuídas por 65 concelhos de 15 distritos de Portugal continental”, anunciou o ministério em comunicado.
A dotação global de 500.000 euros será distribuída pelas zonas de caça que consigam “resultados de controlo superiores à respetiva média histórica”, procurando incentivar uma maior redução da densidade destes animais.
O Ministério da Agricultura e Mar, tutelado por José Manuel Fernandes, justifica a criação do projeto com o crescimento das populações de javalis e com os impactos associados à sua presença.
O apoio previsto é de 50 euros por macho e de 70 euros por fêmea para os animais abatidos acima da média.
Está também previsto um apoio adicional de 10 euros por animal enviado para um estabelecimento de manuseamento de caça, de modo a aproveitar a carne.
O limite é de 2.000 euros por zona de caça.
O Governo justificou a escolha dos concelhos abrangidos com critérios técnicos e científicos.
Segundo um explicador divulgado pelo Governo, os distritos abrangidos são Aveiro, Beja, Braga, Bragança, Castelo Branco, Coimbra, Évora, Faro, Guarda, Lisboa, Porto, Santarém, Setúbal, Vila Real e Viseu.
O projeto-piloto não substitui os apoios e indemnizações para os produtores que registaram prejuízos causados pelos javalis.
A atribuição dos apoios previstos no projeto depende da verificação individual de cada animal abatido, que deve ter um selo de série e ser registado na plataforma RUBUS do ICNF – Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, no prazo de 15 dias após a morte.
Para isso é necessária uma amostra de pelo identificada com o número de série e três fotografias com data e georreferenciação, que permitam identificar o género, o selo e o animal completo.
Em 2024, os prejuízos causados pelos javalis no milho e nas pastagens foram de cerca de oito milhões de euros.
O projeto-piloto estará em vigor até ao final de maio de 2027.
Leia também: Já é oficial: segunda loja da Mercadona no Algarve abre em novembro e já há localização confirmada



© putneymark