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UMinho recebe espólio de António Losa, referência nos estudos árabes em Portugal
A Universidade do Minho vai receber o acervo de António Losa (1914-2000), um dos principais estudiosos da língua e cultura árabes em Portugal. O estudioso, oriundo de Esposende mas radicado em Braga, foi, ainda, professor da Escola Carlos Amarante.
A cerimónia de doação do espólio realiza-se esta quarta-feira, às 11:30, no Arquivo Distrital de Braga (ADB). O momento de assinatura conta com a presença do reitor da UMinho, Pedro Arezes, e da filha mais velha de António Losa, Manuela de Areia Losa. Segue-se uma visita à mostra documental dedicada ao insigne filólogo, arabista e professor bracarense.
Centenas de livros e documentos
As centenas de documentos legados por António Losa, como livros, correspondência, manuscritos, fotos e apontamentos, vão ser repartidas entre o ADB, uma unidade cultural desta academia, e a Biblioteca Fernão Mendes Pinto, situada no edifício 4 do campus de Gualtar (Braga) e especializada em línguas e culturas orientais.
A UMinho compromete-se a “zelar pela conservação, pelo tratamento técnico e pela divulgação do acervo”.
António Losa foi uma figura marcante da vida cultural bracarense do século XX, reconhecido pelo seu trabalho sobre a língua, cultura e presença árabe e moçárabe na formação histórica e cultural de Portugal. Entre as suas obras destaca-se o livro póstumo “Entre Cristãos, Mouros e Judeus: do Minho ao Mar das Índias”. Organizou/participou em diversas conferências em Portugal e no estrangeiro e investigou também sobre a história regional, como a de Esposende.
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Norte e Galiza querem construir polo de competitividade transfronteiriço
A eurorregião Galiza-Norte de Portugal quer construir um polo de competitividade transfronteiriço para se afirmar como “um território mais competitivo, inovador e capaz de atrair investimento”, foi hoje divulgado.
Em comunicado, o Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial Galiza-Norte de Portugal (AECT-GNP) explica que, tendo em vista esse objetivo, promove em Vigo, na Galiza, Espanha, a 12 de novembro, um fórum para “transformar capacidades partilhadas em novas oportunidades de investimento, inovação e desenvolvimento”.
Integrada na visão estratégica 2026–2028 do AECT, o Fórum Eurorregião Galiza–Norte de Portugal: Polo de Competitividade pretende marcar “um novo passo na evolução da cooperação transfronteiriça”.
A intenção é “passar da partilha de capacidades à criação de sinergias, projetos conjuntos e oportunidades de desenvolvimento económico e tecnológico”.
O fórum nasce com o objetivo de “identificar capacidades complementares entre a Galiza e o Norte de Portugal, aproximar empresas, universidades e centros tecnológicos e impulsionar novas parcerias que se traduzam em projetos conjuntos, investimento e inovação”.
A iniciativa “pretende lançar as bases de um ecossistema transfronteiriço mais integrado, competitivo e capaz de gerar valor económico para o território”.
Isto, “através do intercâmbio de conhecimentos e da identificação de oportunidades nas áreas das tecnologias emergentes, da colaboração público-privada em inovação e das infraestruturas estratégicas”.
A ambição é “mobilizar competências complementares, valorizar os recursos existentes e reforçar a capacidade conjunta da eurorregião para responder aos desafios da transformação industrial, da inovação tecnológica e da integração das suas infraestruturas”.
Nesta primeira edição, o fórum pretende centrar-se em três áreas estratégicas.
O AECT enumera “as tecnologias emergentes, como motor da transformação produtiva e da criação de novas oportunidades económicas”, e “a colaboração público-privada em inovação, como elementos fundamentais para promover a transferência de conhecimento, desenvolver novas capacidades tecnológicas e impulsionar projetos conjuntos”.
Outro dos domínios é o das “infraestruturas estratégicas, essenciais para melhorar a conectividade, atrair investimento e reforçar a integração socioeconómica do território”.
O AECT-GNP junta a Junta da Galiza e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N).
A 29 de setembro, o presidente da CCDR-N defendeu que o Norte e a Galiza devem articular-se para transformar a proximidade geográfica e a cooperação numa “vantagem económica e industrial comum”.
“Não se trata apenas de termos duas regiões vizinhas com empresas competitivas, mas de percebermos que, em muitas das novas cadeias de valor industriais e tecnológicas, podemos ganhar escala, capacidade de inovação e presença internacional, se atuarmos de forma mais articulada”, sustentou Álvaro Santos.
Para o responsável, a cooperação entre a Galiza e o Norte de Portugal não se deve limitar “a uma sucessão de projetos”, mas afirmar-se como “capacidade permanente para identificar oportunidades comuns, aproximar empresas e centros de conhecimento, mobilizar investimento e construir respostas conjuntas”.
Áreas como a energia, a mobilidade, o setor naval, a aeronáutica, as tecnologias digitais ou as tecnologias de dupla utilização “oferecem oportunidades muito concretas para combinarmos competências e reforçarmos a presença das nossas empresas nos mercados europeus e internacionais”, exemplificou.
A eurorregião tem cerca de 6,4 milhões de habitantes, mais de 657 mil empresas, um PIB [Produto Interno Bruto] superior a 167 mil milhões de euros e mais de 57 mil milhões de euros de exportações anuais, de acordo com a CCDR-N.
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Mais de 1.000 empregos para ‘agarrar’ em Braga
A START POINT Summit ’26 – Feira de Emprego, Empreendedorismo e Formação da Universidade do Minho realiza-se hoje e amanhã, das 10:00 às 18:00, no Pavilhão Desportivo do campus de Gualtar, em Braga.
A iniciativa tem entrada livre e é organizada pela Associação Académica da UMinho, com o apoio da Reitoria.
Em comunicado, a academia minhota adianta que esta 18.ª edição apresenta uma mostra com 50 empresas e mais de mil oportunidades de emprego e estágio, uma feira de voluntariado com 10 instituições, stands com 20 entidades parceiras, além de palestras, entrevistas, workshops e outras atividades.
A abertura oficial é hoje, às 10:00, com o reitor, Pedro Arezes, e o presidente da AAUMinho, Luís Guedes. Seguem-se momentos de ‘speed interviews’ com empresas, um ‘mentoring point’ com ex-alunos de relevo e a emissão em direto da RUM – Rádio Universitária do Minho até às 12:00.
O programa prevê depois um ‘workshop’ sobre primeiros socorros psicológicos (13:00), um painel sobre percursos de empreendedorismo na educação (14:30), um ‘workshop’ sobre liderança (15:00), a par de conversas sobre a plataforma laboral Teamlyzer e sobre a criação de conteúdo como carreira (ambas às 16:00).
Na quarta-feira merecem destaque um painel sobre felicidade no trabalho (11:00), uma palestra sobre carreiras no sistema prisional (11:30), um ‘workshop’ sobre primeiros socorros psicológicos (13:00), a apresentação de serviços públicos pela ARTE – Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (14:00), como chave móvel digital, cartão europeu de seguro de doença, renovação de documentos e acesso à app gov.pt, bem como os ‘pitches’ finais de um concurso de ideias de negócio empreendedoras (15:00).
A júnior-empresa EPIC vai também disponibilizar um portal para os participantes consultarem as atividades e interagirem com um sistema de recompensas. As pessoas interessadas podem igualmente usufruir de transporte de autocarro de/para Guimarães (campus de Azurém).
“A START POINT Summit visa potenciar o contacto direto com o mercado de trabalho, a divulgação de oportunidades, o desenvolvimento de competências e o networking. Destina-se a (ex-)alunos, investigadores, docentes e técnicos, além de desempregados e empreendedores qualificados da região”, explica a UMinho.
A iniciativa prossegue depois a 18 de novembro, no Multiusos de Guimarães.
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Estudo de 315 mil euros para ligar Guimarães às Taipas por BRT
O estudo prévio do BRT para ligar a cidade de Guimarães à vila das Taipas já foi adjudicado à empresa CEG, do Porto, pelo valor de 315 mil euros.
O prazo de execução do documento é de cerca de cinco meses, e só depois poderá ser feita a construção da linha para ligar as duas localidades, num contrato separado e com uma construtora.
O concurso tinha sido lançado em abril deste ano e previa um investimento de 450 mil euros, acabando o valor por ser inferior ao projetado inicialmente.
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IL realiza Convenção Nacional no final de janeiro
A XI Convenção Nacional da Iniciativa Liberal (IL) vai decorrer na área metropolitana de Lisboa, nos dias 30 e 31 de janeiro de 2027, anunciou hoje o partido.
A decisão foi tomada numa reunião do Conselho Nacional da IL em Castelo Branco que contou com a presença da líder do partido, Mariana Leitão.
Numa nota enviada à agência Lusa, a IL refere que foi aprovado o regimento da XI Convenção Nacional, de carácter eletivo, que irá decorrer a 30 e 31 de janeiro de 2027, na área metropolitana de Lisboa.
Nesta data vão ser eleitos todos os órgãos nacionais do partido, nomeadamente, Comissão Executiva, Conselho Nacional, Conselho de Jurisdição e Conselho de Fiscalização.
Durante a reunião do Conselho Nacional vai ainda ser debatido um ponto político sobre o Orçamento do Estado para 2027.
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25 vacas feridas em derrocada de telhado numa vacaria em Braga
Um total de 25 vacas ficaram feridas, durante a tarde deste sábado, devido a uma derrocada do telhado de uma vacaria, situada na Rua da Igreja, freguesia de Figueiredo, concelho de Braga.
O Comando Subregional do Cávado da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, alertado para a derrocada, mobilizou meios para o local, tendo sido salvas as 25 vacas, enquanto os destroços iam sendo removidos com duas retroescavadoras da Câmara de Braga.
A derrocada verificou-se por volta das 18 horas e no teatro de operações estiveram operacionais do Batalhão de Sapadores Bombeiros de Braga, do Serviço Municipal de Proteção Civil de Braga, a Veterinária Municipal de Braga e as patrulhas do Posto Territorial de Braga da GNR.
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- De prédio histórico a hotel de charme? O potencial de um imóvel único em Vila Praia de Âncora
De prédio histórico a hotel de charme? O potencial de um imóvel único em Vila Praia de Âncora
O imóvel
Com 780 metros quadrados, mais de 160 anos de história e uma localização privilegiada entre o Oceano Atlântico e o Caminho Português da Costa de Santiago, um edifício no centro de Vila Praia de Âncora desperta interesse pelo seu potencial para hotelaria, turismo e habitação. Fábio Neves, CEO do Grupo NBT, analisa as possibilidades de investimento nesta propriedade histórica.
Há edifícios que contam a história de uma localidade e outros que parecem reunir as condições para escrever um novo capítulo dessa mesma história.
Em pleno centro de Vila Praia de Âncora, no concelho de Caminha, encontra-se um prédio construído em 1865, com 780 metros quadrados, cuja localização e características arquitetónicas abrem diferentes possibilidades de aproveitamento.
A poucos passos do mar e próximo do percurso do Caminho Português da Costa de Santiago, o imóvel beneficia de uma envolvente marcada pelo turismo balnear, pela gastronomia, pelo comércio tradicional e pela passagem de peregrinos que percorrem o litoral Norte de Portugal.
Atualmente comercializado pela Fábio Neves Imobiliária, através da marca FNAI Quintas & Luxo, o edifício apresenta potencial para projetos de reabilitação ligados à hotelaria, ao alojamento turístico ou à habitação.
Mas o que torna esta propriedade particularmente interessante para quem procura investir no mercado imobiliário do Alto Minho?
Investir em Vila Praia de Âncora: entre o Atlântico e os Caminhos de Santiago
Vila Praia de Âncora beneficia de uma localização que reúne diferentes motivos de visita. À sua tradição balnear juntam-se a proximidade a Caminha, as paisagens naturais do litoral minhoto e a ligação ao Caminho Português da Costa, uma das rotas utilizadas pelos peregrinos que se dirigem a Santiago de Compostela.
Esta conjugação de fatores é particularmente interessante para projetos turísticos que pretendam chegar a diferentes públicos.
Para Fábio Neves, fundador da Fábio Neves Imobiliária e CEO do Grupo NBT, a localização constitui um dos principais argumentos deste edifício.
O que distingue este prédio de outras oportunidades de investimento imobiliário na região? Fábio Neves: “Estamos a falar de um edifício com mais de 160 anos, no centro de uma vila costeira, a poucos passos da praia e muito próximo de uma rota de peregrinação internacional. É uma combinação interessante. Temos a história do imóvel, a dimensão, o mar e uma localização que pode servir diferentes projetos. Não é uma propriedade que se encontre todos os dias.”
Caminho de Santiago e turismo: uma oportunidade para a hotelaria?
O Caminho Português da Costa tem vindo a afirmar-se como uma rota de peregrinação procurada por viajantes de diferentes nacionalidades.
Ao contrário do turismo exclusivamente balnear, associado sobretudo aos meses de verão, os percursos de peregrinação podem contribuir para a procura de alojamento noutras épocas do ano.
Para investidores interessados em hotelaria, esta diversidade de públicos pode ser um fator relevante na definição de um projeto.
Um hotel de charme, uma unidade de alojamento turístico ou um conceito de hospitalidade associado à história e à cultura local são algumas das possibilidades que poderão ser estudadas para o edifício de 1865.
A proximidade ao Caminho de Santiago pode representar uma vantagem para um futuro projeto hoteleiro? Fábio Neves: “Sem dúvida que é um fator a considerar. Vila Praia de Âncora não recebe apenas visitantes que procuram praia e férias. Está também ligada a um percurso internacional de peregrinação, que atrai pessoas com diferentes motivações e em diferentes alturas do ano. Um projeto hoteleiro bem pensado poderá explorar essa diversidade, oferecendo uma experiência ligada à identidade da região e à história do próprio edifício.”
A eventual transformação do imóvel numa unidade hoteleira dependerá, naturalmente, da avaliação das condições técnicas, urbanísticas e legais necessárias à sua concretização.
Um prédio histórico com potencial para habitação e investimento imobiliário
Embora a hotelaria seja uma das utilizações possíveis, o edifício apresenta igualmente características que justificam uma análise para fins habitacionais.
Com uma área de 780 metros quadrados e espaços atualmente destinados a comércio e habitação, a propriedade poderá permitir estudar soluções de reabilitação residencial, incluindo a criação de apartamentos ou a combinação de diferentes utilizações.
A localização central, a proximidade à praia e a facilidade de acesso ao comércio e aos serviços constituem características relevantes para quem procura habitação permanente, segunda residência ou imóveis destinados ao arrendamento.
Para além do turismo, considera que existe potencial para um projeto habitacional? Fábio Neves: “A habitação é uma possibilidade que merece ser estudada. O edifício tem dimensão e uma localização muito interessante. Podemos imaginar um projeto residencial que preserve a identidade arquitetónica da construção e, ao mesmo tempo, responda às necessidades atuais. O importante é encontrar a solução que melhor valorize o imóvel, respeitando sempre as condições técnicas e legais.”
Reabilitar um edifício de 1865: os cuidados antes de investir
A recuperação de imóveis históricos exige uma abordagem diferente da aquisição de uma propriedade recente.
Antes de avançar, importa avaliar o estado estrutural do edifício, os custos de intervenção, as condicionantes urbanísticas e a viabilidade da utilização pretendida.
A preservação dos elementos arquitetónicos originais pode também assumir um papel importante na valorização de um projeto, sobretudo quando se pretende criar uma unidade turística diferenciadora.
Que aconselhamento daria a um investidor interessado em recuperar um prédio com estas características? Fábio Neves: “O primeiro passo é conhecer bem o imóvel e perceber o que é possível fazer. É essencial estudar os custos, as condições estruturais e o enquadramento legal. Uma boa localização e um edifício com história são excelentes pontos de partida, mas um investimento deve ser sustentado por um projeto realista e tecnicamente bem fundamentado.”
Com uma carreira iniciada aos 22 anos e experiência na liderança de equipas responsáveis por mais de 400 milhões de euros em vendas, Fábio Neves tem vindo a desenvolver a atividade imobiliária no mercado nacional e internacional.
Através da FNAI Quintas & Luxo, a empresa aposta na comercialização de propriedades diferenciadoras, incluindo quintas, imóveis históricos e edifícios com potencial de valorização.
O acompanhamento aos investidores pode ir além da aquisição. A integração da imobiliária no Grupo NBT, do qual faz parte a Brigitte Works, permite articular serviços de arquitetura, engenharia e acompanhamento de obras, particularmente importantes em projetos de reabilitação.
Um novo futuro para um edifício histórico em Vila Praia de Âncora
Entre o mar, a história e os Caminhos de Santiago, Vila Praia de Âncora reúne características que permitem equacionar diferentes projetos imobiliários.
O prédio de 1865 é um exemplo de como o património existente pode ganhar uma nova utilização, contribuindo simultaneamente para preservar a identidade arquitetónica da vila.
Que mensagem deixaria a quem esteja a considerar investir nesta propriedade? Fábio Neves: “Acredito que há imóveis cujo verdadeiro potencial só se percebe quando olhamos para além da sua utilização atual. Este edifício tem história, dimensão e uma localização que merece atenção. Seja para hotelaria, turismo ou habitação, o essencial é desenvolver um projeto que respeite o seu passado e lhe dê uma nova vida.”
Com 780 metros quadrados e localização central em Vila Praia de Âncora, o imóvel encontra-se disponível em exclusividade através da Fábio Neves Imobiliária, na sua marca FNAI Quintas & Luxo.
Para quem procura investir no litoral Norte de Portugal, esta propriedade representa uma possibilidade de conciliar património histórico, turismo e novas soluções habitacionais.
Conheça o imóvel e todas as suas características
Fábio Neves Imobiliária | FNAI Quintas & Luxo
- Sites: www.fnai.pt | www.fabioneves.pt
- Telefone: +351 258 948 070
- Email: contact@fabioneves.pt
- AMI: 21279 | AGENCE IMMOBILIÈRE FABIO NEVES, LDA.
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Uma cobra venenosa está “na boa” no Parque Nacional da Peneda-Gerês
Vieira do Minho: Caminhar para descobrir a ilha do Ermal e a Arte dos Caldeireiros
A Câmara de Vieira do Minho realiza, no próximo dia 25 de outubro (domingo), mais uma caminhada integrada no projeto “A Serra da Cabreira em Família”, que desta vez será dedicada ao tema “Santa Marta de Rossas: Entre a Paisagem do Ermal e a Arte dos Caldeireiros”.
Em comunicado, a autarquia adianta que a iniciativa tem início marcado para as 10:00, com ponto de encontro no parque de estacionamento do teleski, e propõe um percurso de aproximadamente quatro quilómetros, que permitirá aos participantes desfrutar da paisagem envolvente da Ilha do Ermal e conhecer alguns dos elementos que marcam a identidade cultural e patrimonial desta região.
“Um dos momentos de destaque será a visita às oficinas dos caldeireiros de Santa Marta em Rossas, numa oportunidade para conhecer de perto esta arte tradicional, recentemente inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial, em regime de Salvaguarda Urgente. Este reconhecimento reforça a importância de preservar e valorizar um saber-fazer transmitido ao longo de gerações, que constitui uma referência da memória coletiva e da identidade local”, salienta a autarquia.
O percurso contempla ainda a passagem pelas capelas de Santa Marta e de Santa Marinha, conjugando o contacto com a natureza com a descoberta do património religioso e cultural da freguesia.
“Com esta caminhada, o Município pretende incentivar a prática de atividade física ao ar livre, promover o convívio entre famílias e dar a conhecer os recursos naturais, históricos e culturais do concelho, valorizando o património que distingue cada comunidade”, destaca o comunicado.
A participação está sujeita a inscrição, disponível através do formulário online (aqui).
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Este fim de semana as castanhas são ‘rainhas’ à mesa dos restaurantes de Vieira do Minho
Os Fins de Semana Gastronómicos de Vieira do Minho estão de volta, no sábado e domingo, numa edição dedicada aos pratos confecionados com castanhas.
A iniciativa “Vieira, tradição à mesa 2026” pretende “valorizar a riqueza da gastronomia local, dar destaque aos produtos da época e promover a restauração do concelho, proporcionando a quem visita Vieira do Minho uma experiência que alia os sabores tradicionais à identidade do território”.
Durante este fim de semana, as castanhas assumem o protagonismo à mesa, integrando pratos que “evocam os sabores do outono e a tradição gastronómica minhota”.
“A iniciativa constitui também uma oportunidade para descobrir a oferta dos restaurantes aderentes e desfrutar da hospitalidade que caracteriza Vieira do Minho”, sublinha a autarquia.
A edição de 2026 dos Fins de Semana Gastronómicos apresenta um calendário diversificado, com propostas que percorrem os sabores “mais representativos da cozinha tradicional” ao longo do ano.
Depois das couves com feijão amarelo, do cozido à portuguesa, do cabrito da serra, do anho bordaleiro, do arroz de feijão amarelo com nacos à Vieira e da vitela assada, o programa prossegue em novembro com os pratos com cogumelos, terminando em dezembro com as papas de sarrabulho com rojões e castanhas.
A iniciativa é promovida pelo Município de Vieira do Minho e conta com a participação de diversos estabelecimentos de restauração do concelho. Para o próximo fim de semana, os interessados devem contactar os restaurantes aderentes para efetuar reserva, sendo que a participação gastronómica termina ao domingo.
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Montenegro pede aos manifestantes pela habitação que “não sejam egoístas”
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, pediu hoje aos manifestantes do Movimento pela Habitação, no Porto, que “não sejam egoístas” quanto à tranquilidade e à ordem pública, e defendeu que as forças policiais costumam ser “extraordinariamente criteriosas e respeitadoras”.
O Movimento pela Habitação que está em protesto no Porto desde sábado denunciou que durante a madrugada de hoje houve uma intervenção policial que causou ferimentos em 37 dos participantes, dois dos quais ficaram em estado grave.
“Espero que os partidos políticos, movimentos associativos, organizações portuguesas, não caiam na tentação, por razões meramente egoísticas da sua própria ação, importarem para Portugal climas de instabilidade, de contestação, que não tenham de facto respaldo na sociedade portuguesa. E a manifestação que está a falar é elucidativa sobre isso, sobre a dimensão […] daquilo que é legítimo, que é protestar, que é exprimir uma posição política face àquilo que é dominante no país”, declarou Luís Montenegro em resposta aos jornalistas.
Falando na chegada à reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, no dia em que o Movimento pela Habitação denunciou uma forte intervenção policial durante a noite, o chefe de Governo vincou: “Nós não temos essa instabilidade, nós não temos esse nível de conflitualidade e não podemos cair no erro de considerar que escassas pessoas dão agora uma ideia de um país que parece que está em turbulência, não está”.
“Eu não tenho elementos para poder emitir uma opinião, [mas] aquilo que me parece é que as nossas forças de segurança são extraordinariamente criteriosas e respeitadoras destes princípios, o princípio da necessidade, da adequação e da proporcionalidade”, adiantou.
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Cerca de 70 elementos da UMinho repudiam receção do embaixador de Israel em Guimarães
Cerca de 70 docentes, investigadores e trabalhadores da Universidade do Minho (UMinho) assinam um manifesto, hoje divulgado, de repúdio pela receção do embaixador de Israel em Portugal na Câmara de Guimarães, assumindo “perplexidade” perante a iniciativa.
“Um grupo de docentes, investigadores e trabalhadores não docentes e não investigadores da Universidade do Minho, com ligação à vida política, social e cultural do Município de Guimarães, subscreveu um manifesto de repúdio pela receção do Embaixador de Israel em Portugal, Oren Rozenblat, pelo Presidente da Câmara Municipal de Guimarães, Ricardo Araújo, no passado dia 14 de setembro”, lê-se no manifesto, enviado à agência Lusa.
Aquando da receção, o município explicou que o encontro permitiu explorar novas possibilidades de colaboração em áreas estratégicas para o desenvolvimento do território, como a inovação, a tecnologia, a proteção civil, a qualificação de recursos humanos e a atração de investimento.
“Mais tarde, em resposta à contestação cívica que o facto suscitou, o autarca respondeu, invocando a normalidade das relações diplomáticas e rejeitando que a receção do embaixador representasse uma tomada de posição sobre a política internacional daquele país. A nosso ver, porém, o facto é gravíssimo por objetivamente branquear um genocídio de dimensões terríveis que prossegue quotidianamente na Palestina”, frisam os signatários.
Um mês depois, estes 66 elementos da comunidade académica da UMinho, sediada em Braga e com um polo em Guimarães, “manifestam perplexidade” perante a iniciativa e os seus objetivos.
“Consideram que, perante a gravidade da situação vivida na Palestina, este encontro não pode ser entendido como um simples ato de normalidade diplomática, contribuindo, pelo contrário, para a normalização da atuação do Estado de Israel e para o branqueamento das graves violações dos direitos humanos denunciadas no manifesto”, sustentam os subscritores.
Os signatários lembram que “a atuação de Israel como potência ocupante da Palestina é reconhecida pela comunidade internacional, dos seus órgãos multilaterais aos cidadãos comuns, como profundamente criminosa e passível de condenação na justiça”.
“O Sr. Oren Rozenblat, recebido tão galhardamente na Câmara de Guimarães, é o representante desse crime no nosso país. E não por acaso tem assumido, em inúmeras ocasiões, com uma arrogância acintosa e insolente, a defesa dos atos hediondos praticados pelo governo, os militares e os colonos. Além disso, costuma acrescentar ameaças e comentários inaceitáveis em relação aos que no nosso país denunciam o genocídio em curso”, refere o manifesto.
Os signatários dizem não acreditar que o presidente da Câmara de Guimarães “concorde com o governo do estado sionista em que Israel terá adquirido um direito superior e absolutamente ilimitado de se defender, justificando, assim, a matança de dezenas de milhares de civis inocentes, como inevitavelmente o são as crianças, e classificando-os como danos colaterais”.
“Mas terá consciência de que o seu gesto, mesmo que reduzido a um mero ato formal, apenas contribui para obliterar tal situação? Não entenderá que manter uma atitude de ‘business as usual’ significa acatar este nível de violência como algo aceitável que, quer queiramos quer não, levaremos por diante em função dos nossos interesses mútuos? Achará mesmo que um genocídio pode ser apagado por um aperto de mão condescendente?”, questionam.
A receção do presidente da câmara de Guimarães, Ricardo Araújo (PSD/CDS-PP), ao embaixador de Israel em Portugal provocou também contestação política no concelho, com PS, BE, Livre e CDU a questionarem a estratégia seguida pelo município.
Também o compositor César Viana deixou a direção artística do Festival de Música Religiosa de Guimarães, motivada pelo “profundo desacordo com a aproximação institucional e comercial” entre este município e Israel, no atual contexto da situação em Gaza.
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Militares da GNR salvam águia ferida em Ponte de Lima
Militares da GNR recolheram uma águia ferida, na freguesia de Friastelas, no concelho de Ponte de Lima, foi hoje anunciado.
Numa publicação nas redes sociais, o Comando Territorial de Viana do Castelo adianta que “a ave foi colocada em segurança, tendo sido assegurado o seu posterior encaminhamento, em articulação com o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF)”.
“A proteção da fauna selvagem e a preservação da biodiversidade são compromissos da GNR, que atua diariamente na defesa da natureza e do ambiente”, conclui a publicação.
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Estudantes da UMinho manifestam-se contra aumento dos preços nas residências
O Resiste – Movimento de Estudantes da Universidade do Minho convocou para o próximo dia 21 de outubro, às 13:00, no campus de Gualtar, em Braga, uma manifestação contra o aumento do preço dos quartos das residências públicas. Contestam ainda o aumento da propina e pedem a sua gratuitidade.
Como O MINHO noticiou, há cerca de duas semanas, um grupo de estudantes da Universidade do Minho avançou com um abaixo-assinado em torno do aumento dos preços nos quartos das residências públicas, com o qual recolheram até agora mais de 500 assinaturas.
Agora, avançam para um protesto. “Esta manifestação é uma direta oposição ao aumento brutal do preço dos quartos das Residências Públicas tanto para estudantes bolseiros como não bolseiros, que o Governo decretou. Como já referido anteriormente, este ano letivo o teto máximo por cama para bolseiros passou de 91,44 para 161,14 euros, destacando-se ainda a prática de valores acima do limite máximo permitido por lei para estudantes bolseiros em quartos individuais nas Residências da Universidade do Minho, podendo atingir os 200 euros. Assim, é ultrapassado o teto máximo estabelecido no Decreto-Lei n.º 148/2026, de 20 de julho”, defendem.
Questionados por O MINHO, os Serviços de Ação Social explicaram que “os preços de alojamento em vigor foram aprovados pelo Conselho de Gestão dos SASUM e pelo Conselho de Ação Social, no qual estão representados os estudantes”.
E acrescentam: “A definição de preços diferenciados para os quartos individuais e duplos justifica-se pela existência de condições de alojamento distintas, nomeadamente ao nível da privacidade e conforto, mas também pela diferente afetação dos recursos disponibilizados. Neste contexto, a aplicação de um preço superior aos quartos individuais, relativamente aos quartos duplos, constitui um mecanismo de diferenciação tarifária fundamentado nas diferentes condições de alojamento oferecidas e na necessidade de assegurar uma gestão equilibrada e sustentável dos recursos da residência, permitindo ainda disponibilizar aos estudantes alternativas de alojamento com diferentes níveis de serviço e diferentes preços, consoante as suas preferências e as vagas disponíveis”.
Para os manifestantes, “considera-se um mau precedente que, numa Residência Estudantil Pública, pelo que se pode retirar das declarações, possa ser considerado aceitável exceder o limite decretado para que os estudantes possam viver em maior ‘privacidade e conforto’. Também a referência ao complemento de alojamento como forma de compensar esses aumentos é por si só errada. A existência do complemento de alojamento (que não seria suficiente para cobrir os aumentos) não permite que seja alterado o teto máximo. Para além disso, o novo Regulamento de Atribuição de Bolsas de Estudo a Estudantes do Ensino Superior (RABEEES) retira este ano letivo esse mesmo complemento de 50 euros a milhares de estudantes deslocados”.
Para os estudantes, “entre as razões que motivam a mobilização encontram-se ainda outras consequências da revisão do RABEEES que resultaria, no próximo ano letivo, numa descida do valor das bolsas para muitos dos estudantes que vêm de meios mais desfavorecidos, a descida do valor da bolsa de referência e a retirada da bolsa mínima a muitos dos estudantes que aos dias de hoje cumpriam os critérios para a receber. Acrescenta-se a estas razões a intenção de aumentar o valor das propinas, avançada pelo governo no âmbito da discussão do Orçamento do Estado para 2027, caminho contrário à gratuitidade do Ensino Superior que é reivindicada”.
“Também a revisão do Regime Jurídico de Graus de Diplomas do Ensino Superior, que excluiria estudantes de acederem a licenciaturas, mestrados e doutoramentos, é motivo de descontentamento”, acrescenta o manifesto.
“Sendo esta uma luta de todos apela-se à mobilização de todos os estudantes da Academia Minhota, inclusive de núcleos, associações, secções, comissões e grupos culturais, destacando-se a Associação Académica da Universidade do Minho que, como representante dos estudantes, deve assumir o papel de estar ao lado dos mesmos quando ataques desta magnitude nos são direcionados”, conclui o movimento estudantil.
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Inteligência Artificial vai ajudar a rotular Vinhos Verdes
A Comissão de Viticultura da Região dos Vinhos Verdes (CVRVV) espera ter a inteligência artificial (IA) a ajudar os produtores na deteção de erros na rotulagem antes da aprovação na entidade certificadora até final de 2027, foi hoje divulgado.
Em comunicado, a CVRVV explica estar em causa “um projeto pioneiro”, promovido pela pela EVAG – Centro de Estudos da Região dos Vinhos Verdes / Quinta Campos do Lima , em parceria com a CVRVV e o INESC TEC – Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência, com sede no Porto.
O SMARTLabel – Plataforma Inteligente para a Pré-Validação de Rótulos de Vinhos arrancou em janeiro de 2026 e, “até ao final de 2027, será capaz de ler um rótulo, identificar as menções obrigatórias e assinalar o que está em falta ou apresentado incorretamente”.
A plataforma de inteligência artificial e certificação tem como objetivo “reduzir até 80% o tempo médio de resposta aos produtores, o que se traduz em maior celeridade também para quem exporta”, assinala a CVRVV.
O objetivo é “agilizar processos e a orientar os produtores, detetando os erros mais comuns e acelerando um processo moroso e complexo”, descreve a CVRVV.
“O desenvolvimento dos algoritmos de análise de imagem está a cargo do INESC TEC e a CVRVV contribui com o conhecimento do processo de apreciação e com rótulos reais da Região dos Vinhos Verdes, necessários ao desenvolvimento dos algoritmos, sob coordenação da EVAG – Centro de Estudos da Região dos Vinhos Verdes”, esclarece.
Pedro Carvalho, responsável de projeto no INESC TEC e professor da Universidade do Porto, afirma que a intenção é que os algoritmos de análise de imagem e a inteligência artificial em desenvolvimento “ajudem a CVRVV na sua missão, agilizando os processos e reduzindo overheads [custos indiretos] para os seus peritos, resultando num melhor serviço para os seus associados”.
“Desta forma o conhecimento gerado na investigação transferir-se-á para o mercado, e contribuindo para a economia nacional”, sustenta o docente.
Para a presidente da CVRVV, Dora Simões, está em causa “”um importante passo na otimização do processo de certificação, uma vez que cada garrafa de Vinho Verde certificada passa pela etapa de aprovação da rotulagem”.
De acordo com a responsável, aprovam-se anualmente “mais de 7.000 rótulos” na região.
“Tendo em vista que cada vez há mais referências de vinhos e o número de rótulos para aprovação tem incrementado, estamos muito expectantes quanto ao impacto extremamente positivo que o SMARTLabel terá no dia-a-dia dos produtores e dos técnicos, permitindo-lhes focar apenas na informação fundamental”.
O projeto é cofinanciado pela União Europeia.
O conteúdo Inteligência Artificial vai ajudar a rotular Vinhos Verdes aparece primeiro em O MINHO.
Encontro promoveu ciência e saúde mais próximas da comunidade
VTM
Numa parceria entre o município de Chaves e a Universidade do Minho, Nuno Vaz, presidente da câmara municipal, destacou a importância deste encontro como espaço de aproximação entre ciência, comunidade e território.
“O objetivo passa por valorizar os nossos recursos humanos e qualificar os nossos ativos, sejam empresas, sejam pessoas ou instituições, através do conhecimento”, num evento que de uma forma próxima e informal “permite colocar em diálogo investigadores, professores, jornalistas e outros profissionais”.
O autarca sublinhou que esta partilha é importante para criar novas formas de pensar e encontrar soluções para os desafios atuais. “Conhecimento é errar, mas errar é acrescentar e evoluir naquilo que possam ser novas soluções e novas formas”, sustentou, adiantando que a presença de personalidades reconhecidas do mundo científico e académico representa “qualidade, valor e diversidade” para transmitir conhecimento à comunidade.
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72 cientistas da UMinho estão entre os mais influentes do mundo
A Universidade do Minho tem 72 cientistas no grupo dos 2% mais citados do mundo ao longo do último ano, segundo um estudo da Universidade de Stanford (EUA) e do grupo editorial Elsevier, foi hoje divulgado pela instituição.
A lista, chamada “World’s Top 2% Scientists 2026”, inclui quase 250 mil investigadores, sendo 1.060 deles ligados a instituições de Portugal. A UMinho surge com 17 unidades representadas e os seus primeiros nomeados na lista global são Natália Cruz-Martins (3.221.º lugar), Paulo Lourenço (5.738.º), Rui L. Reis (7.466.º), Fernando Pacheco-Torgal (9.545.º) e Assunção Flores (12.025.º).
De acordo com a UMinho, o documento apresenta os melhores investigadores do planeta por 20 áreas e 174 disciplinas, considerando o seu índice, o volume de publicações e as citações dos seus trabalhos, segundo dados da base Scopus referentes ao ano de 2025.
Esta lista anual surgiu em 2019, com o objetivo de “criar um repositório público sobre o impacto e a influência dos investigadores no progresso do conhecimento científico e para combater abusos de autocitação”.
Da parte da UMinho, o Centro de Engenharia Biológica aparece com 19 investigadores: António Vicente, Artur Cavaco-Paulo, Carla Manuela Silva, Diana Priscila Pires, Eduardo Gudiña, Hugo Oliveira, José António Teixeira, Joana Azeredo, Lígia Rodrigues, Lúcia Chaves Simões, Luciana Pereira, Lucília Domingues, Luís Melo, Madalena Alves, Miguel Gama, Nuno Cerca, Ricardo N. Pereira, Russell Paterson e Sónia Silva. O Centro de Física tem dez representantes: Carlos Miguel Costa, Filipe Vaz, Frank Nelson Crespilho, João C. Barbosa, José Pedro Silva, José González-Méijome, Nuno Peres, Pedro Libânio Martins, Senentxu Lanceros-Mendez e Vasco Teixeira.
Seguem-se com oito elementos o Grupo 3B’s (Banani Kundu, Miguel Oliveira, Nuno Neves, Rui L. Reis, Sandra Pina, Subhas Kundu, Tiago Silva, Vítor Correlo) e, com seis, o Centro Algoritmi (Anabela Alves, João Luís Afonso, João Varajão, Paulo Cortez, Sandro Pinto, Vitor Monteiro). Já o Centro de Microssistemas Eletromecânicos surge com Filipe Marques, Filipe Samuel Silva, Flávio Bartolomeu, Hélder Puga e Paulo Flores. Da parte do Instituto de Investigação em Ciências da Vida e Saúde estão Agostinho Carvalho, António Salgado, João Espregueira-Mendes, Natália Cruz-Martins e Rui M. Reis.
Com três cientistas aparecem o Centro de Ciência e Tecnologia Têxtil (Andrea Zille, Helena Felgueiras, Raúl Fangueiro), o Centro de Química (Daniela Correia, Renato Gonçalves, Rita Figueira) e o Instituto para a Sustentabilidade e Inovação em Estruturas de Engenharia (Joaquim Barros, Shaghayegh Karimzadeh, Paulo Lourenço).
A lista inclui igualmente Assunção Flores e Rute Santos, do Centro de Investigação em Estudos da Criança, além de Fernando Pacheco-Torgal e Paulo Ribeiro, do Centro de Território, Ambiente e Construção. Juntam-se ainda Ronaldo Sousa (Centro de Biologia Molecular e Ambiental), Beatriz Casais (Centro de Investigação em Gestão, Mercados e Sociedade), Anabela Carvalho (Instituto de Ciências Sociais), José Brilha (Instituto de Ciências da Terra), Loïc Hilliou (Instituto de Polímeros e Compósitos) e Rui A. Lima (Centro de Engenharia Mecânica e Sustentabilidade de Recursos).
O estudo da Universidade de Stanford e da Elsevier apresenta uma segunda lista, de “carreira”, em que da UMinho surgem também Marian Brownell Anderson (Escola de Medicina), José Covas, Júlio Viana (ambos do Instituto de Polímeros e Compósitos), Manuel Filipe Costa, Yuliy Bludov (ambos do Centro de Física) e Wolfram Erlhagen (Centro de Matemática).
O conteúdo 72 cientistas da UMinho estão entre os mais influentes do mundo aparece primeiro em O MINHO.
Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado
A região do Minho deverá receber, em 2027, através das freguesias, um total superior a 57 milhões de euros, segundo a proposta de Orçamento do Estado apresentada pelo Governo e consultada por O MINHO.
O distrito de Braga deverá encaixar um total de 36.832.402 euros, enquanto o de Viana do Castelo verá serem transferidos para as suas freguesias 20.269.197 euros.
Com o maior número de freguesias (65), Barcelos é também o concelho que mais recebe do Orçamento do Estado através deste mecanismo: 5.541.292 euros. Seguem-se Guimarães (5.399.361), Braga (4.314.923) e Famalicão (4.085.535).
No Alto Minho, as freguesias de Ponte de Lima recebem a maior fatia (3.574.260 euros), seguidas das de Viana do Castelo (3.188.380).
Recorde-se que, como O MINHO noticiou, a estes valores acrescem as transferências diretas para os municípios (667 milhões). Portanto, para os distritos de Braga e Viana do Castelo, através das freguesias e dos municípios, o Governo encaminhará, em 2027, um total de 724 milhões de euros.
Pode consultar abaixo o valor que será transferido para a sua freguesia.
Distrito de Braga
Amares
Barreiros – 64 639
Bico – 64 513
Caires – 68 802
Carrazedo – 63 750
Dornelas – 63 022
Fiscal – 65 653
Goães – 77 310
Lago – 80 778
Rendufe – 69 529
Bouro (Santa Maria) – 70 667
Bouro (Santa Marta) – 87 124
União das freguesias de Amares e Figueiredo – 100 145
União das freguesias de Caldelas, Sequeiros e Paranhos – 112 835
União das freguesias de Ferreiros, Prozelo e Besteiros – 141 246
União das freguesias de Torre e Portela – 77 386
União das freguesias de Vilela, Seramil e Paredes Secas – 111 478
Total – 1 318 877
Barcelos
Abade de Neiva – 86 933
Aborim – 71 056
Adães – 64 285
Airó – 66 642
Aldreu – 68 258
Alvelos – 83 851
Arcozelo – 193 421
Areias – 68 252
Balugães – 64 639
Barcelinhos – 78 215
Barqueiros – 86 713
Cambeses – 71 538
Carapeços – 90 850
Carvalhal – 70 831
Carvalhas – 64 639
Cossourado – 70 698
Cristelo – 83 088
Fornelos – 67 997
Fragoso – 95 398
Gilmonde – 76 905
Lama – 70 841
Lijó – 86 922
Macieira de Rates – 86 253
Manhente – 77 188
Martim – 85 940
Moure – 66 330
Oliveira – 71 978
Palme – 74 671
Panque 68 951
Paradela 72 044
Pereira 73 298
Perelhal 81 413
Pousa 89 567
Remelhe 76 521
Roriz 86 212
Rio Covo (Santa Eugénia) 73 563
Galegos (Santa Maria) 92 657
Galegos (São Martinho) 78 298
Tamel (São Veríssimo) 96 705
Silva 65 172
Ucha 74 377
Várzea 76 131
Vila Seca 72 338
União das freguesias de Alheira e Igreja Nova 90 250
União das freguesias de Alvito (São Pedro e São Martinho) e Couto 105 074
União das freguesias de Areias de Vilar e Encourados 95 831
Barcelos 113 082
Vila Boa 82 644
Vila Frescaínha (São Martinho) 87 491
Vila Frescaínha (São Pedro) 80 040
União das freguesias de Campo e Tamel (São Pedro Fins) 84 045
União das freguesias de Carreira e Fonte Coberta 92 783
União das freguesias de Chorente, Góios, Courel, Pedra Furada e Gueral 147 126
União das freguesias de Creixomil e Mariz 84 045
União das freguesias de Durrães e Tregosa 84 220
União das freguesias de Gamil e Midões 84 045
União das freguesias de Milhazes, Vilar de Figos e Faria 105 835
União das freguesias de Negreiros e Chavão 99 203
União das freguesias de Quintiães e Aguiar 84 045
União das freguesias de Sequeade e Bastuço (São João e Santo Estevão) 105 074
Silveiros 75 708
Rio Covo (Santa Eulália) 74 985
União das freguesias de Tamel (Santa Leocádia) e Vilar do Monte 89 199
União das freguesias de Viatodos, Grimancelos, Minhotães e Monte de Fralães 141 490
União das freguesias de Vila Cova e Feitos 113 498
Total – 5 541 292
Braga
Adaúfe 111 206
Espinho 72 287
Esporões 80 738
Figueiredo 68 991
Gualtar 113 585
Lamas 62 897
Mire de Tibães 88 466
Padim da Graça 75 674
Palmeira 129 625
Pedralva 78 183
Priscos 73 206
Ruilhe 68 989
Braga (São Vicente) 152 229
Braga (São Vítor) 268 090
Sequeira 82 639
Sobreposta 73 873
Tadim 69 929
Tebosa 68 581
União das freguesias de Arentim e Cunha 83 478
União das freguesias de Braga (Maximinos, Sé e Cividade) 243 563
União das freguesias de Braga (São José de São Lázaro e São João do Souto) 253 815
União das freguesias de Cabreiros e Passos (São Julião) 93 126
União das freguesias de Celeirós, Aveleda e Vimieiro 163 050
União das freguesias de Crespos e Pousada 83 812
União das freguesias de Escudeiros e Penso (Santo Estevão e São Vicente) 105 201
União das freguesias de Este (São Pedro e São Mamede) 123 464
União das freguesias de Ferreiros e Gondizalves 167 034
União das freguesias de Guisande e Oliveira (São Pedro) 83 530
União das freguesias de Lomar e Arcos 145 954
União das freguesias de Merelim (São Paio), Panoias e Parada de Tibães 139 356
União das freguesias de Merelim (São Pedro) e Frossos 108 797
União das freguesias de Morreira e Trandeiras 83 529
União das freguesias de Nogueira, Fraião e Lamaçães 212 458
União das freguesias de Nogueiró e Tenões 118 209
União das freguesias de Real, Dume e Semelhe 200 301
União das freguesias de Santa Lucrécia de Algeriz e Navarra 83 529
União das freguesias de Vilaça e Fradelos 83 529
Total – 4 314 923
Cabeceiras de Basto
Abadim 96 333
Basto 84 592
Bucos 100 864
Cabeceiras de Basto 111 292
Cavez 115 697
Faia 80 904
Pedraça 92 177
Rio Douro 130 999
União das freguesias de Alvite e Passos 103 663
União das freguesias de Arco de Baúlhe e Vila Nune 112 104
União das freguesias de Gondiães e Vilar de Cunhas 140 766
Refojos de Basto 147 292
Outeiro 94 636
Painzela 89 644
Total – 1 500 963
Celorico de Basto
Agilde 91 810
Arnóia 110 989
Borba de Montanha 93 607
Codeçoso 89 080
Fervença 96 713
Moreira do Castelo 82 544
Rego 102 116
Ribas 90 626
Basto (São Clemente) 104 209
Vale de Bouro 85 537
União das freguesias de Britelo, Gémeos e Ourilhe 151 456
União das freguesias de Caçarilhe e Infesta 98 335
União das freguesias de Canedo de Basto e Corgo 105 369
União das freguesias de Carvalho e Basto (Santa Tecla) 98 758
União das freguesias de Veade, Gagos e Molares 119 356
Total -1 520 505
Esposende
Antas 92 143
Forjães 95 015
Gemeses 72 777
Vila Chã 79 218
Apúlia 121 370
Fão 103 885
Belinho 93 181
Mar 77 810
Esposende 102 128
Marinhas 143 374
Gandra 80 672
União das freguesias de Fonte Boa e Rio Tinto 98 020
Palmeira de Faro 92 186
Curvos 73 457
Total – 1 325 236
Fafe
Armil 81 305
Estorãos 93 780
Fafe 255 588
Fornelos 87 092
Golães 99 157
Medelo 86 714
Paços 84 090
Quinchães 108 721
Regadas 95 524
Revelhe 82 544
Ribeiros 80 314
Arões (Santa Cristina) 88 255
São Gens 106 791
Silvares (São Martinho) 91 883
Arões (São Romão) 119 133
Travassós 95 564
Vinhós 77 309
União de freguesias de Aboim, Felgueiras, Gontim e Pedraído 139 455
União de freguesias de Agrela e Serafão 108 865
União de freguesias de Antime e Silvares (São Clemente) 108 329
União de freguesias de Ardegão, Arnozela e Seidões 128 817
União de freguesias de Cepães e Fareja 113 858
União de freguesias de Freitas e Vila Cova 104 638
União de freguesias de Monte e Queimadela 116 913
União de freguesias de Moreira do Rei e Várzea Cova 139 528
Total – 2 694 167
Guimarães
Aldão 69 800
Azurém 167 275
Barco 75 199
Brito123 221
Caldelas 116 701
Costa 108 962
Creixomil 159 043
Fermentões 117 889
Gonça 75 343
Gondar 89 907
Guardizela 89 669
Infantas 82 550
Longos 81 135
Lordelo 117 062
Mesão Frio 109 725
Moreira de Cónegos 128 179
Nespereira 92 516
Pencelo 70 257
Pinheiro 69 216
Polvoreira 104 876
Ponte 131 371
Ronfe 115 311
Prazins (Santa Eufémia) 70 833
Selho (São Cristóvão) 82 614
Selho (São Jorge) 131 587
Candoso (São Martinho) 71 699
Sande (São Martinho) 90 947
São Torcato 107 180
Serzedelo 107 691
Silvares 89 578
Urgezes 125 025
União das freguesias de Abação e Gémeos 108 350
Airão (Santa Maria) 81 124
Airão São João 73 846
Vermil 75 145
União das freguesias de Arosa e Castelões 104 638
União das freguesias de Atães e Rendufe 115 076
União das freguesias de Briteiros Santo Estevão e Donim 95 514
União das freguesias de Briteiros São Salvador e Briteiros Santa Leocádia 95 039
União das freguesias de Candoso São Tiago e Mascotelos 112 634
Conde 75 682
Gandarela 74 889
União das freguesias de Leitões, Oleiros e Figueiredo 114 529
União das freguesias de Oliveira, São Paio e São Sebastião 178 824
Prazins Santo Tirso 73 846
Corvite 66 103
União das freguesias de Sande São Lourenço e Balazar 92 055
Sande (Vila Nova) 84 476
Sande (São Clemente) 84 636
União das freguesias de Selho São Lourenço e Gominhães 95 836
Serzedo 79 119
Calvos 73 846
União das freguesias de Souto Santa Maria, Souto São Salvador e Gondomar 114 888
Tabuadelo 83 339
São Faustino 73 566
Total – 5 399 361
Póvoa de Lanhoso
Covelas 77 309
Ferreiros 78 463
Galegos 77 309
Garfe 86 176
Geraz do Minho 80 008
Lanhoso 84 265
Monsul 78 926
Póvoa de Lanhoso (Nossa Senhora do Amparo) 138 467
Rendufinho 85 125
Santo Emilião 78 623
São João de Rei 81 097
Serzedelo 88 310
Sobradelo da Goma 90 345
Taíde 95 224
Travassos 80 182
Vilela 79 923
União das freguesias de Águas Santas e Moure 97 833
União das freguesias de Calvos e Frades 98 331
União das freguesias de Campos e Louredo 98 796
União das freguesias de Esperança e Brunhais 98 331
União das freguesias de Fonte Arcada e Oliveira 109 678
União das freguesias de Verim, Friande e Ajude 111 677
Total – 1 994 398
Terras de Bouro
Balança 77 309
Campo do Gerês 132 864
Carvalheira 88 655
Covide 98 935
Gondoriz 84 564
Moimenta 79 881
Ribeira 76 892
Rio Caldo 95 886
Souto 77 680
Valdosende 91 885
Vilar da Veiga 155 278
União das freguesias de Chamoim e Vilar 104 271
União das freguesias de Chorense e Monte 114 690
União das freguesias de Cibões e Brufe 122 414
Total – 1 401 204
Vieira do Minho
Cantelães 91 158
Eira Vedra 82 545
Guilhofrei 91 789
Louredo 84 564
Mosteiro 89 496
Parada de Bouro 84 564
Pinheiro 89 081
Rossas 125 395
Salamonde 85 578
Tabuaças 88 910
Vieira do Minho 104 125
União das freguesias de Anissó e Soutelo 98 331
União das freguesias de Anjos e Vilar do Chão 119 778
União das freguesias de Caniçada e Soengas 91 749
União das freguesias de Ruivães e Campos 144 226
União das freguesias de Ventosa e Cova 98 331
Total – 1 569 620
Famalicão
Bairro 102 037
Brufe 84 772
Castelões 82 128
Cruz 78 357
Delães 104 110
Fradelos 121 214
Gavião 110 041
Joane 166 273
Landim 96 856
Louro 87 151
Lousado 112 550
Mogege 78 496
Nine 97 699
Pedome 81 272
Pousada de Saramagos 78 409
Requião 105 773
Riba de Ave 96 923
Ribeirão 176 610
Oliveira (Santa Maria) 104 350
Vale (São Martinho) 82 269
Oliveira (São Mateus) 90 988
Vermoim 97 532
Vilarinho das Cambas 81 319
União das freguesias de Antas e Abade de Vermoim 158 972
União das freguesias de Arnoso (Santa Maria e Santa Eulália) e Sezures 128 673
Avidos 78 425
Lagoa 73 848
União das freguesias de Carreira e Bente 96 515
Esmeriz 88 064
Cabeçudos 79 021
Gondifelos 97 003
Cavalões 82 956
Outiz 73 848
União das freguesias de Lemenhe, Mouquim e Jesufrei 122 534
Ruivães 87 939
Novais 73 848
União das freguesias de Seide 84 294
União das freguesias de Vale (São Cosme), Telhado e Portela 159 587
União das freguesias de Vila Nova de Famalicão e Calendário 282 879
Total – 4 085 535
Vila Verde
Atiães 78 620
Cabanelas 100 000
Cervães 104 170
Coucieiro 78 857
Dossãos 77 309
Freiriz 87 852
Gême 77 309
Lage 105 686
Lanhas 77 309
Loureira 82 132
Moure 89 713
Oleiros 85 716
Parada de Gatim 78 926
Pico 77 309
Ponte 77 309
Sabariz 77 309
Vila de Prado 131 785
Prado (São Miguel) 82 545
Soutelo 98 809
Turiz 90 419
Valdreu 103 902
Aboim da Nóbrega e Gondomar 105 689
União das freguesias da Ribeira do Neiva 235 506
União das freguesias de Carreiras (São Miguel) e Carreiras (Santiago) 104 641
União das freguesias de Escariz (São Mamede) e Escariz (São Martinho) 104 641
União das freguesias de Esqueiros, Nevogilde e Travassós 127 931
União das freguesias de Marrancos e Arcozelo 104 641
União das freguesias de Oriz (Santa Marinha) e Oriz (São Miguel) 104 478
União das freguesias de Pico de Regalados, Gondiães e Mós 128 821
União das freguesias de Sande, Vilarinho, Barros e Gomide 153 000
União das freguesias de Valbom (São Pedro), Passô e Valbom (São Martinho) 127 924
União das freguesias do Vade 169 426
Vila Verde e Barbudo 170 868
Total – 3 500 552
Vizela
Santa Eulália 132 279
Infias 77 300
Vizela (Santo Adrião) 86 373
União das freguesias de Caldas de Vizela (São Miguel e São João) 210 559
Tagilde 81 563
Vizela (São Paio) 77 695
Total – 665 769
Total – Distrito de Braga 36 832 402
Distrito de Viana do Castelo
Arcos de Valdevez
Aboim das Choças 77 309
Aguiã 79 651
Ázere 77 309
Cabana Maior 94 254
Cabreiro 121 674
Cendufe 77 309
Couto 82 545
Gavieira 129 627
Gondoriz 123 454
Miranda 89 905
Monte Redondo 77 309
Oliveira 77 309
Paçô 84 326
Padroso 89 081
Prozelo 81 748
Rio Frio 103 330
Rio de Moinhos 77 309
Sabadim 84 564
Jolda (São Paio) 77 309
Senharei 88 490
Sistelo 104 280
Soajo 138 946
Vale 96 813
União das freguesias de Alvora e Loureda 98 331
União das freguesias de Arcos de Valdevez (São Paio) e Giela 102 039
União das freguesias de Arcos de Valdevez (Salvador), Vila Fonche e Parada 123 699
União das freguesias de Eiras e Mei 90 450
União das freguesias de Grade e Carralcova 103 170
União das freguesias de Guilhadeses e Santar 90 450
União das freguesias de Jolda (Madalena) e Rio Cabrão 90 450
União das freguesias de Padreiro (Salvador e Santa Cristina) 90 390
União das freguesias de Portela e Extremo 102 355
União das freguesias de São Jorge e Ermelo 115 620
União das freguesias de Souto e Tabaçô 98 191
União das freguesias de Távora (Santa Maria e São Vicente) 98 331
União das freguesias de Vilela, São Cosme e São Damião e Sá 112 696
Total – 3 450 023
Caminha
Âncora 71 971
Argela 76 574
Dem 84 030
Lanhelas 70 017
Riba de Âncora 73 582
Seixas 79 320
Vila Praia de Âncora 124 309
Vilar de Mouros 74 541
Vile 62 764
União das freguesias de Arga (Baixo, Cima e São João) 151 960
União das freguesias de Caminha (Matriz) e Vilarelho 100 032
União das freguesias de Gondar e Orbacém 99 133
União das freguesias de Moledo e Cristelo 91 978
União das freguesias de Venade e Azevedo 84 355
Total – 1 244 566
Melgaço
Alvaredo 78 914
Cousso 85 758
Cristoval 81 242
Fiães 94 254
Gave 95 758
Paderne 99 112
Penso 85 370
São Paio 87 465
União das freguesias de Castro Laboreiro e Lamas de Mouro 217 108
União das freguesias de Chaviães e Paços 98 331
União das freguesias de Parada do Monte e Cubalhão 134 161
União das freguesias de Prado e Remoães 90 450
União das freguesias de Vila e Roussas 119 586
Total – 1 367 509
Monção
Abedim 89 781
Barbeita 87 621
Barroças e Taias 77 309
Bela 78 635
Cambeses 77 988
Lara 80 914
Longos Vales 96 470
Merufe 117 792
Moreira 78 135
Pias 90 494
Pinheiros 77 309
Podame 77 309
Portela 89 081
Riba de Mouro 96 204
Segude 77 309
Tangil 109 250
Trute 84 564
União das freguesias de Anhões e Luzio 107 175
União das freguesias de Ceivães e Badim 98 331
União das freguesias de Mazedo e Cortes 129 101
União das freguesias de Messegães, Valadares e Sá 118 866
União das freguesias de Monção e Troviscoso 133 464
União das freguesias de Sago, Lordelo e Parada 104 126
União das freguesias de Troporiz e Lapela 97 871
Total – 2 275 099
Paredes de Coura
Agualonga 82 213
Castanheira 86 040
Coura 84 102
Cunha 91 525
Infesta 82 226
Mozelos 77 309
Padornelo 83 388
Parada 82 986
Romarigães 86 261
Rubiães 87 366
Vascões 84 564
União das freguesias de Bico e Cristelo 99 264
União das freguesias de Cossourado e Linhares 98 331
União das freguesias de Formariz e Ferreira 113 473
União das freguesias de Insalde e Porreiras 108 544
União das freguesias de Paredes de Coura e Resende 107 799
Total – 1 455 391
Ponte da Barca
Azias 86 907
Boivães 77 330
Bravães 78 968
Britelo 92 776
Cuide de Vila Verde 77 309
Lavradas 86 236
Lindoso 131 454
Nogueira 77 309
Oleiros 77 309
Sampriz 84 503
Vade (São Pedro) 77 309
Vade (São Tomé) 76 967
União das freguesias de Crasto, Ruivos e Grovelas 119 142
União das freguesias de Entre Ambos-os-Rios, Ermida e Germil 145 603
União das freguesias de Ponte da Barca, Vila Nova de Muía e Paço Vedro de Magalhães 151 221
União das freguesias de Touvedo (São Lourenço e Salvador) 90 971
União das freguesias de Vila Chã (São João Baptista e Santiago) 103 817
Total – 1 635 131
Ponte de Lima
Anais 89 800
São Pedro d’Arcos 81 221
Arcozelo 116 877
Beiral do Lima 84 625
Bertiandos 63 021
Boalhosa 76 856
Brandara 63 021
Calheiros 88 566
Calvelo 67 571
Correlhã 101 782
Estorãos 98 320
Facha 89 861
Feitosa 72 452
Fontão 71 428
Friastelas 77 309
Gandra 69 475
Gemieira 78 977
Gondufe 81 121
Labruja 96 541
Poiares 85 655
Refóios do Lima 98 084
Ribeira 86 709
Sá 63 021
Santa Comba 63 021
Santa Cruz do Lima 63 021
Rebordões (Santa Maria) 72 442
Seara 64 764
Serdedelo 82 404
Rebordões (Souto) 75 991
Vitorino das Donas 69 917
Arca e Ponte de Lima 120 567
Ardegão, Freixo e Mato 129 805
Gaifar 88 136
Sandiães 88 136
Vilar das Almas 88 136
Bárrio e Cepões 104 641
Cabaços e Fojo Lobal 104 641
Cabração e Moreira do Lima 125 802
Fornelos e Queijada 104 359
Labrujó, Rendufe e Vilar do Monte 111 471
Navió e Vitorino dos Piães 114 713
Total – 3 574 260
Valença
Boivão 89 081
Cerdal 98 527
Fontoura 86 886
Friestas 64 239
Ganfei 79 711
São Pedro da Torre 75 955
Verdoejo 64 638
União das freguesias de Gandra e Taião 101 896
União das freguesias de Gondomil e Sanfins 107 783
União das freguesias de São Julião e Silva 98 331
União das freguesias de Valença, Cristelo Covo e Arão 151 732
Total – 1 018 779
Viana do Castelo
Afife 88 075
Alvarães 97 039
Amonde 70 276
Anha 94 108
Areosa 130 770
Carreço 92 969
Castelo do Neiva 98 317
Darque 161 735
Freixieiro de Soutelo 80 055
Lanheses 82 801
Montaria 113 145
Mujães 75 989
São Romão de Neiva 75 903
Outeiro 90 341
Perre 103 410
Santa Marta de Portuzelo 113 917
Vila Franca 82 255
Vila de Punhe 86 174
Chafé 94 565
Barroselas 112 238
Carvoeiro 86 746
Cardielos 76 435
Serreleis 74 417
União das freguesias de Geraz do Lima (Santa Maria, Santa Leocádia e Moreira) e Deão 135 808
Mazarefes 76 598
Vila Fria 80 887
União das freguesias de Nogueira, Meixedo e Vilar de Murteda 122 053
União das freguesias de Subportela, Deocriste e Portela Susã 117 134
União das freguesias de Torre e Vila Mou 84 043
União das freguesias de Viana do Castelo (Santa Maria Maior e Monserrate) e Meadela 390 177
Total – 3 188 380
Vila Nova de Cerveira
Cornes 82 843
Covas 126 427
Gondarém 89 473
Loivo 84 647
Mentrestido 79 611
Sapardos 84 518
Sopo 98 745
União das freguesias de Campos e Vila Meã 107 843
União das freguesias de Candemil e Gondar 99 868
União das freguesias de Reboreda e Nogueira 98 730
União das freguesias de Vila Nova de Cerveira e Lovelhe 107 354
Total – 1 060 059
Total – Distrito de Viana do Castelo 20 269 197
O conteúdo Saiba quanto vai receber a sua freguesia do Orçamento do Estado aparece primeiro em O MINHO.
Governo ‘dá’ 667 milhões aos municípios do Minho: Guimarães é quem mais recebe
Os 24 municípios do Minho vão receber, no total, mais de 667 milhões de euros de transferências do Governo, segundo a proposta de Orçamento do Estado para 2027.
De acordo com a proposta do Governo, consultada por O MINHO, Guimarães é o concelho que mais recebe (75,6 milhões), superando Braga (69,8 milhões), Barcelos (67,4 milhões) e Famalicão (59,3 milhões).
No total, o distrito de Braga, através dos seus 14 municípios, deverá receber do Estado, em 2027, um total de 473.626.827 euros.
Já no Alto Minho, Viana do Castelo é quem recebe a maior fatia das transferências do Governo (39,2 milhões), seguida de Ponte de Lima (32,2 milhões) e Arcos de Valdevez (26,5 milhões).
No total, os 10 municípios do Alto Minho deverão receber, em 2027, 193.445.779 euros.
Distrito de Braga
Amares – 15.472.638 euros
Barcelos – 67.430.659 euros
Braga – 69.847.301 euros
Cabeceiras de Basto – 18.095.387 euros
Celorico de Basto – 20.663.455 euros
Esposende – 17.478.545 euros
Fafe – 35.793.572 euros
Guimarães – 75-661.898 euros
Póvoa de Lanhoso – 17.123.023 euros
Terras de Bouro – 13.095.503 euros
Vieira do Minho – 14.698.923 euros
Vila Nova de Famalicão – 59.355.925 euros
Vila Verde – 34.784.838 euros
Vizela – 14.125.160 euros
Total – 473.626.827 euros
Distrito de Viana do Castelo
Arcos de Valdevez – 26.517.721 euros
Caminha – 12.699.506 euros
Melgaço – 12.855.327 euros
Monção – 18.027.381 euros
Paredes de Coura – 12.996.839 euros
Ponte da Barca – 14.202.199 euros
Ponte de Lima – 32.224.516 euros
Valença – 12.492.641 euros
Viana do Castelo – 39.246.384 euros
Vila Nova de Cerveira – 12.183.265 euros
Total: 193.445.779 euros
O conteúdo Governo ‘dá’ 667 milhões aos municípios do Minho: Guimarães é quem mais recebe aparece primeiro em O MINHO.