Sindicatos franceses voltam a apelar à greve

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A concentração está marcada para as 11h00 de 22 de outubro, em frente ao Centro de Congressos de Lagoa. A FESAHT exige melhores salários e condições de trabalho.
O conteúdo Trabalhadores da hotelaria e restauração protestam junto ao congresso da AHRESP em Lagoa aparece primeiro em Barlavento.
A CGTP admite convocar uma nova greve geral contra o aumento do custo de vida e em defesa dos salários, pensões, educação, proteção social e habitação, mas salienta que a decisão não deve ser tomada “de forma precipitada”.
Questionada pela agência Lusa sobre se pondera aceitar o desafio feito pelos promotores da acampada pela habitação em Lisboa e Porto, que apelaram às centrais sindicais para convocarem uma “greve geral ibérica” em 11 de novembro, a CGTP afirma que “não exclui nenhuma forma de luta, inclusive a greve geral”.
Contudo, ressalva, “todas as ações, e esta em particular, devem ser consideradas em função das condições concretas e do momento adequado para a sua realização”.
“A marcação de uma greve geral é um momento de grande importância, como se verificou nas greves gerais que realizámos para a derrota do pacote laboral, e não deve ser decidida de forma precipitada”, sustenta, enfatizando: “Deve ser decidida tendo em conta os objetivos e as condições criadas para a sua realização com êxito”.
A este propósito, a central nota que, “no último mês, têm sido desenvolvidas importantes lutas dos trabalhadores de vários setores, da hotelaria aos professores, à administração pública (com a realização da greve nacional das carreiras gerais e uma importante manifestação em Lisboa), ao setor de transportes (nomeadamente com a greve do Metropolitano de Lisboa da passada quarta-feira), a par de ações em defesa do SNS [Serviço Nacional de Saúde] e do direito à habitação, num movimento de luta que teve expressão convergente na manifestação nacional de 17 de outubro”.
Garantindo que “esta luta vai intensificar-se”, a CGTP aponta como exemplos os já anunciados plenário de sindicatos da Frente Comum, na próxima terça-feira, e concentração na Assembleia da República no dia 24 de novembro.
“E estamos já a preparar outras ações cujas formas de luta assumem as mais diversas expressões”, acrescenta.
Questionada sobre se movimentos inorgânicos como a acampada da habitação podem afetar o trabalho das centrais sindicais, a central sindical diz defender “a convergência e o alargamento da ação a todos os trabalhadores e à população em geral”.
“A situação e os problemas dos trabalhadores, dos reformados, da juventude, do povo, exigem respostas concretas do Governo e não medidas que conduzem ao seu agravamento ou ações repressivas face às iniciativas de reivindicação e protesto”, sustenta.
A agência Lusa questionou também a UGT sobre a eventual adesão a uma “greve geral ibérica” em 11 de novembro, aguardando ainda uma resposta.
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O Tribunal da Relação de Guimarães anulou a sentença do Tribunal de Bragança que declarou a insolvência do matadouro industrial do Cachão, no concelho de Mirandela, que tinha solicitada em abril deste ano, revelou hoje o sindicato.
Esta revogação teve como fundamento o facto de o matadouro do Cachão ser uma empresa local, de natureza intermunicipal, estando sujeita a uma legislação especial.
No acórdão, enviado hoje à Lusa pelo Sindicato dos Trabalhadores da Agricultura e das Indústrias de Alimentação, Bebidas e Tabacos de Portugal (SINTAB) , pode ler-se que “(…) o CIRE [Código da Insolvência e da Recuperação de Empresas] é inaplicável à factualidade submetida à apreciação do tribunal recorrido, sendo antes enquadrável na Lei nº 50/2012, de 31 de agosto, razão pela qual não podia ser decretada a insolvência da sociedade requerida ‘Matadouro Industrial do Cachão, S.A.’”.
Assim, “acordam os juízes da 1.ª Secção do Tribunal da Relação de Guimarães em julgar procedentes os dois recursos interpostos, revogando a sentença recorrida que declarou a insolvência de Matadouro Industrial do Cachão, S.A.”, lê-se no acórdão.
O SINTAB vê esta decisão como uma “boa notícia”, que “permite respirar um bocado”.
No entanto, o dirigente Eduardo Andrade salientou que “as dívidas continuam e os problemas de funcionamento também”, com “graves carências ao nível das condições de trabalho”, e, por isso, é preciso “um novo projeto, com uma gestão intermunicipal competente, maior participação das cooperativas e dos produtores e, acima de tudo, investimento público”.
“As câmaras de Mirandela e de Vila Flor têm de assumir as suas responsabilidades, mas o Governo também tem que fazer a sua parte. Estamos a falar de mais de 20 postos de trabalho, mas acima de tudo estamos a falar de uma infraestrutura fundamental para a economia transmontana”, frisou o dirigente sindical.
Em abril deste ano, um dos credores do matadouro industrial do Cachão, em Frechas, no concelho de Mirandela, a Ares Lusitani, pediu a insolvência da unidade de abate devido a uma dívida que terá chegado a perto de um milhão de euros.
Durante este processo, o matadouro industrial do Cachão manteve-se aberto e em funcionamento, mas os trabalhadores chegaram a anunciar uma greve, por atrasos no pagamento de salários e subsídios de férias, mas acabou por ser cancelada.
A unidade emprega 23 pessoas, “na maioria com idades entre os 63 e 66 anos”.
Os municípios de Vila Flor e de Mirandela, acionistas maioritários, entregaram um plano de recuperação desta unidade de abate ao administrador da insolvência.
A Lusa tentou contactar o atual administrador do matadouro, o vereador do município de Mirandela Luís Saraiva, para obter mais esclarecimentos, mas até ao momento não foi possível.
No nordeste transmontano há ainda mais três matadouros: em Miranda do Douro, Vinhais e Bragança, estando ainda a ser construído outro em Mogadouro.
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París, 21 oct (Prensa Latina) La secretaria general de la Confederación General del Trabajo (CGT) francesa, Sophie Binet, llamó hoy a una huelga general para el 5 d noviembre, tras no recibir respuesta concreta alguna del Gobierno para sus demandas.
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El sindicato CSIF alerta del “riesgo para la seguridad” de los funcionarios que supone la falta de médicos en las siete prisiones madrileñas, donde el 76% de las plazas de profesionales sanitarios y de atención psiquiátrica están sin cubrir. “Una situación que dificulta la prevención de situaciones de riesgo y puede favorecer un aumento de las agresiones a los trabajadores penitenciarios”, según denuncia este miércoles en un comunicado el CSIF.

© David Expósito

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Dakar, 21 oct (Prensa Latina) Una manifestación de protesta por el alza del costo de la vida se desarrolló hoy en esta capital previo a una huelga general que comienza este miércoles.
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Una gran marcha de docentes y estudiantes madrileños ha vuelto a salir este martes por las calles de la capital para protestar contra las cargas policiales en la protesta del lunes, como parte de las concentraciones diarias que tienen lugar durante la huelga indefinida del profesorado de la región. Lo han hecho vestidos de negro, en vez del verde habitual con el que defienden sus demandas, y en algunos momentos en silencio total, con velas, linternas y luces de móviles levantadas hacia el cielo.

© A. Pérez Meca - Europa Press (Europa Press)
Los responsables de Función Pública han garantizado este martes a los sindicatos que, pese al adelanto electoral, aplicarán la subida salarial del 5% para más de tres millones de empleados públicos en 2027. Así lo han confirmado fuentes sindicales al término de la reunión mantenida entre los responsables gubernamentales y representantes de CC OO, UGT y CSIF. La subida fue comprometida en el último acuerdo del Gobierno con el colectivo, en noviembre de 2025.

© Kiko Huesca (EFE)
El pasado 25 de noviembre el Parlamento andaluz admitía a trámite la iniciativa legislativa popular (ILP) impulsada por Mareas Blancas para blindar la sanidad pública y limitar la firma de conciertos con la privada. Salió adelante, de manera sorpresiva, con el apoyo del PP, que entonces tenía la mayoría absoluta en la Cámara regional en los que los propios proponentes como los partidos de la oposición entendieron como un cálculo electoralista, dado que el deterioro de los servicios sanitarios públicos era el mayor talón de Aquiles de la gestión del presidente de la Junta, Juan Manuel Moreno. Con las elecciones autonómicas de mayo, la propuesta no pudo ser desarrollada, pero, con la nueva legislatura en marcha la comisión de Sanidad ha comenzado esta mañana con las comparecencias de profesionales para mejorar y complementarla, el primer paso antes de que se dicte el dictamen que determine su viabilidad o como ha ocurrido con todas las ILP que se han presentado en esta comunidad, se quede en un cajón.

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A União dos Sindicatos do Algarve, estrutura intermédia regional da CGTP-IN, realiza no dia 23 de outubro de 2026 o seu XI Congresso, no auditório da Escola Secundária João de Deus em Faro, a partir das 9 horas.
O Congresso é o órgão máximo deliberativo da USAL/CGTP-IN, que reúne quadrienalmente para aprovar o relatório da atividade desenvolvida pela União, para definir as orientações para a atividade sindical do quadriénio 2026-2030 e para eleger uma nova Direção da USAL.
O Congresso contará com a presença de mais de 100 delegados, representantes dos trabalhadores dos vários setores de atividade e é o momento alto de análise e discussão da situação política e sindical, da ação reivindicativa, dos problemas concretos dos locais de trabalho, apontando as estratégias para a ação sindical integrada dos próximos 4 anos.
No final do Congresso, a partir das 18H30, os delegados e outros trabalhadores do Algarve realizarão uma manifestação pela Av. 5 de outubro até à Praça da Liberdade, afirmando a unidade e organização dos trabalhadores em torno dos sindicatos de classe da CGTP-IN.
A luta continua pelo aumento dos salários e pensões, contra o brutal custo de vida, em defesa e reforço dos serviços públicos e pelo cumprimento do direito à habitação.

© Município de Pedrógão Grande
El presidente de la gran patronal española, Antonio Garamendi, confirma que CEOE impugnará en los tribunales la huelga general por la vivienda del 11 de noviembre. El líder empresarial hace este anuncio horas después del registro administrativo del paro, que los sindicatos convocantes ya han formalizado en el Ministerio de Trabajo.

© Borja Sanchez-Trillo (EFE)
Qué lío es ser de izquierdas. Hay que preocuparse por el fin del mundo, por el calentamiento global, por si la IA nos asesina, por si los empresarios explotan y los propietarios desahucian, por la sanidad y la educación, y la gente hace reuniones, panfletos, asambleas, pintadas, manifestaciones (qué ajetreo activista hay últimamente) y la policía carga contra los estudiantes como perros de presa y hay que acampar en la calle y comer bocatas y mucho hummus —porque todo el mundo dona hummus—, y se acerca el invierno. Pero luego la izquierda —me refiero a la izquierda política— no se pone de acuerdo ni al grito de la alerta antifascista.